Este capítulo contém hentai. XP
Capítulo V
Rin olhou pela janela novamente. Já estava escuro, e Sesshoumaru ainda não retornara. Mostrava-se preocupada.
Para aplacar a ansiedade, foi para a cozinha e resolveu fazer um bolo com o pacote de mistura instantânea.
Pouco depois, Sesshoumaru entrou pela porta dos fundos. Rin se voltou para ele com um sorriso:
- Achei esse pacote de mistura instantânea. Incomoda-se se eu fizer um bolo? – ela indagou.
- De maneira alguma – respondeu, um tanto seco.
Depois, pegou a tigela em que batera o bolo, levou-a consigo para a sala e se sentou no grosso tapete. Começou então a limpar com os dedos o que restou da vasilha.
- Aceita um pouco? – Rin ofereceu, quando Sesshoumaru retornou à sala.
Ele continuou em silêncio, mostrando que não queria conversa. Trocara as roupas molhadas por um jeans limpo e uma camisa de lã. Sob a luz do fogo da lareira, Rin se deu conta de como ele era charmoso. Primitivo, independente, forte...
O bolo já devia estar pronto. Rin, então, foi à cozinha para tirá-lo do forno. Cortou-o em pedaços, esquentou leite e o levou com uma leiteira para a sala. Os dois sentaram-se no tapete em frente à lareira e fizeram um lanche.
- Ainda bem que você tem este tapete de pele de urso. Sempre sonhei em fazer amor num tapete como esse – declarou Rin, sem se preocupar em esconder seus sentimentos.
Em resposta, Sesshoumaru resmungou qualquer coisa que ela não podia dizer se era sim ou não.
Terminado o lanche, Rin rumou para a cozinha, lavou os pratos e voltou para o calor da sala, onde os dois ficaram recostados no sofá até tarde da noite. Não havia necessidade de palavras, e ela deixava que Sesshoumaru sentisse o calor de sua companhia.
Algum tempo depois de a chuva ter parado, Rin espreguiçou-se e anunciou já sonolenta:
- Vou para a cama. Onde devo dormir?
Um sorriso pálido aflorou aos lábios de Sesshoumaru quando respondeu, apontando para o quarto de casal:
- Lá.
Logo após lavar o rosto, Rin foi para a cama, entrando embaixo das cobertas com um suspiro de satisfação. Seria ótimo se a tempestade durasse dias.
Rin notou que a chuva continuava forte na manhã seguinte. Logo que pôde, dirigiu-se para a cozinha. Sesshoumaru já se achava lá.
- Bom dia... - a cumprimentou, o olhar percorrendo-a minuciosamente. – Dormiu bem?
- Muito bem – ela respondeu, com um sorriso. – Estou sentindo um cheiro de bacon. Hum... tô morrendo de fome!
- Você é uma comilona – gracejou ele, muito bem-humorado.
- Pode deixar, trarei algumas guloseimas para repor o que comi - ela prometeu. Como o café já estava pronto, serviu-se e sentou à mesa. – Qual foi a coisa mais engraçada que já lhe aconteceu na vida? - indagou a ele, enquanto comiam.
Surpreso, Sesshoumaru levantou as sobrancelhas, mas levou muito a sério a pergunta, pensando por um tempo antes de responder:
- Quando estava na faculdade, economizei um bocado de dinheiro para sair com uma garota. Era a moça mais bonita da classe. Queria levá-la a algum lugar muito especial. Quando chegamos lá, percebi que os preços eram muito mais altos do que eu podia pagar. Fui falar com o gerente. Ele não queria dar credito, mas disse que, se eu ajudasse a descarregar um caminhão e colocasse as caixas de refrigerante na despensa do restaurante, nosso jantar seria grátis. Terminei o trabalho em trinta minutos e voltei para a mesa, pedindo mil desculpas pra garota, dizendo que um telefonema urgente tinha me retido por longo tempo. No final da noite, ela achava que eu era um homem muito importante, como negócios pelo mundo todo. - Sesshoumaru riu, refletindo nos olhos o antigo brilho da juventude.
- E depois, o que aconteceu com o romance?
- Nós ainda saímos algumas vezes, mas ela não gostava de piqueniques no lago, a única coisa que eu tinha condições de bancar.
- Gosto de nossos piqueniques no porto – Rin murmurou.
- Obrigado – ele respondeu, sério. – Não precisa sentir pena de mim. Não estou mais interessado em impressionar as mulheres com o que não tenho. Elas terão de me aceitar tal como sou.
- Eu aceito. – ela deu-lhe um sorriso cativante.
- Não estava me referindo a você.
Rin mal conseguia manter a seriedade.
- Você gosta de brincar com fogo – ele a advertiu.
- No entanto, gosto mesmo é de tocá-lo – sussurrou e, passando a mão pelos cabelos dele, acrescentou: - Seu cabelo está lindo. Reconheça que fiz um excelente trabalho.
- Você é uma cabeleireira e tanto.
Sesshoumaru terminou o café e começou a limpar a cozinha. Rin o ajudou, enxugando pratos e talheres que ele lavava.
- Vê? Não estamos compartilhando as mesmas coisas? – ela perguntou com doçura, enquanto trabalhavam.
- Preferia compartilhar outras coisas, que não pratos e talheres – revelou ele, desafiadoramente.
- Eu nunca disse "não" – ela sussurrou.
Ele encostou-lhe a esponja de sabão das costas:
- Não me tente!
Em tornou do meio-dia, Sesshoumaru resolveu dar uma voltinha para ver o tempo. Quando retornou, encontrou café fresco no fogão. Rin estava sentada, lendo alguma coisa. Sem querer, deixou os olhos se deterem nas curvas femininas, admirando-as.
- Gosta do que vê? – Rin indagou, percebendo com facilidade o desejo expresso no rosto dele. Ele a achava tão atraente quanto ela o julgava forte, musculoso e sexy. – Já lhe contei a coisa mais engraçada que me aconteceu na vida? - ela acrescentou.
- Não. – ele deu um passo atrás, indo para fora. – Tenho que tratar dos cavalos. – desculpou-se, e saiu rápido.
Mais tarde, naquela noite, Rin e Sesshoumaru se sentaram na sala de estar. Ela no tapete, encostada no sofá. Ele, na cadeira de balanço.
- Gostaria de jogar cartas? - ele perguntou.
Ele fez que não com a cabeça e acrescentou:
- Você ainda não me contou o caso mais engraçado na sua vida.
Rin sorriu e começou:
- Estava voltando para casa, e Setsuna, um garoto que gostava de mim, me seguia. Eu tinha ido comprar mais doces na confeitaria. Lembro de que tinha ido comprar pão-de-mel em forma de coração, daqueles que tem uma cobertura de morango. Quando Setsuna me viu no caminho de volta, tentou me agarrar para me beijar. Me encostei na cerca de arame farpado no pasto. Setsuna estava cada vez mais perto. Tinha que me decidir. Acabei julgando melhor atravessar o pasto, no meio das vacas, a ser beijada por ele.
- Continue – ele pediu, sorrindo.
- Bem, quando pulei a cerca, rasguei a calça que mamãe me dera de presente de aniversário. Quando já estava no meio do pasto, um touro investiu contra mim. Eu caí em cima de um monte de estrume! Setsuna jogou uma pedra e me salvou de ser atacada. Eu corri para ele para abraçá-lo em agradecimento, mas o cheiro que eu exalava era tão horrível que matou o amor de Setsuna na mesma hora. Ele fugiu em disparada...
Sesshoumaru explodiu numa sonora gargalhada. Rin olhou deliciada para ele. Aquela gargalhada era o som mais agradável que já escutara.
Quando ele parou de rir, ajoelhou-se na frente dela, no tapete.
- Seria preciso bem mais que estrume de vaca para me afastar de você – sussurrou, beijando-a de leve.
Sesshoumaru empregou todo o seu autocontrole para manter na superficialidade aquele beijo. Mas, incapaz de resistir a Rin, a puxou para perto de si, as mãos acaraciando-lhe as costas, com grande ternura. Quando recuperou o controle de novo, mudou de assunto:
- Você teve algum problema com seus pais durante a adolescência? Sabe, aquela rebeldia típica da juventude? – perguntou ele.
- Não, na realidade não. Por quê?
- E seu irmão? - Sesshoumaru insistiu.
- Meu pai esperava demais de Yahiko. Os únicos momentos que ele dedicava aos filhos era para dizer o que esperava de nós. Naturalmente Yahiko rebelava-se contra tudo o que papai dizia. Quando foi expulso da escola, foi um escândalo!
- E sua mãe?
- Oh! Mamãe se mostrava mais interessada em sua roda de bridge e em atividades sociais. Ela não nos aborrecia muito.
Rin nem percebeu que estava adormecendo. Sesshoumaru soltou-a vagarosamente, a deixou escorregar pelo tapete, deitando-se a seu lado para mantê-la aquecida. Dentro de minutos, adormeceu também.
Por volta da meia-noite acordou e sussurrou-lhe, enfiando o rosto em seus cabelos:
- Rin, levante-se... vá para a cama...
Ela respondeu se aconchegando mais junto a ele, com um murmúrio de satisfação. Sesshoumaru sorriu e soprou delicadamente em seu ouvido.
- Não. – ela contestou, os lábios mais tentadores do que nunca. Quando Sesshoumaru tentou se afastar, Rin o agarrou pela camisa.
- Me deixe avivar o fogo – disse ele, desprendendo-se dela. Sesshoumaru se levantou e pôs algumas achas de lenha na lareira; depois, pegou os travesseiros e um cobertor em sua cama. Colocando Rin numa posição confortável, ficou estendido ao lado dela, olhando as chamas.
Tudo parecia muito calmo. Sesshoumaru acabou curvando-se um pouco para beijá-la suavemente, um beijo de boa noite. Ela suspirou sentida quando ele se afastou, e então entreabriu os lábios, pedindo mais.
Era impossível resistir. Aprofundou o beijo e moveu as mãos em direção aos seios dela, os explorando até sentir os mamilos rígidos.
Ela acordou vagarosamente. De súbito, tomou conhecimento da proximidade de Sesshoumaru, das mãos em seus seios. Agarrou-se mais a ele, desejando algo inexplicável, que acontecia sempre que se achava nos braços másculos.
- Hum... – suspirou, encorajando-o, desejando que ele a afagasse mais ainda.
Puxou a camisa dele de dentro da calça e começou a acariciar as costas musculosas, sentindo-o tremer levemente. Sesshoumaru emitiu um som rouco, profundo, enquanto abria a blusa de Rin e começa a acariciar a pele macia.
- Não devia fazer isso – ele murmurou, lutando com a consciência. – Não tenho nada a oferecer...
- Sim, tem. - Rin o encorajou. - Me dê este momento e estarei satisfeita. Preciso de você.
Ele não podia mais resistir; baixou a cabeça até que seus lábios se encontrassem, e então já era tarde demais para definir o que era bom para um ou para outro.
Beijavam-se com volúpia, desejo. As mãos acariciavam os corpos com sofreguidão.
Sesshoumaru parou de beijar os lábios de Rin, e foi descendo pelo pescoço, lambendo, dando leves mordiscadas e chupões. A ouviu gemer baixinho e sorriu, descobrindo seu ponto fraco. Suas mãos passeavam pelas costas dela, ainda por baixo da blusa. Não agüentando mais, resolveu tirar aquela blusa que tanto atrapalhava. Rin levantou os braços pra que ele tirasse a blusa. Assim que tirou, ele voltou a beijar Rin, agora no colo, indo para os seios por cima do sutiã. Rin gemia de desejo.
Ela era inexperiente, não sabia o que fazer. Passava as mãos pelos cabelos dele os emaranhando, descendo pela nuca e indo para as costas musculosas. Ouviu-o suspirar. Sesshoumaru parou de lhe beijar e a olhou profundamente. Rin não desviava o olhar. Ficaram assim por alguns segundos, até que ele desceu o rosto até um dos ombros dela e começou a beijá-lo, tirando uma das alças do sutiã; fez o mesmo com outro. Sem perder tempo, foi acariciando as costas de Rin gentilmente até chegar ao fecho do sutiã e o abriu, facilmente.
Sem demora, ele começou a beijar-lhe os seios, colocando um dos mamilos em sua boca. Rin arqueou o corpo para trás, segurando-se na camisa dele, gemendo alto. "Ai, que sensação boa...", ela pensava. Sesshoumaru não parava de mordiscar e lamber um dos seios de Rin a levando à loucura. Fez o mesmo com o outro.
Os seios de Rin eram perfeitos. Nem pequenos ou grandes. No tamanho exato, no tamanho que ele gostava. Sesshoumaru foi descendo sua boca até o ventre liso dela, beijando e lambendo. Se surpreendeu quando a ouviu murmurar um "Sesshy". Achou estranho, mas preferiu não comentar. Não agora.
Rin passava as mãos pelos cabelos dele, mas não queria ficar só naquilo. Era inexperiente, mas também queria proporcionar prazer. Não queria só receber.
Com delicadeza, pegou o rosto de Sesshoumaru com as mãos e o levantou, o beijando profunda e calmamente. Cessou o beijo e foi beijando-o até a orelha. Sugou o lóbulo da orelha, soltando um gemidinho, e o ouviu dar um rosnado rouco de prazer. Ela sorriu e foi descendo o beijo até o pescoço dele, enquanto passeava com as mãos pelo peitoral musculoso dele, descendo pelo tórax e passando pela barriga até chegar a barra da camisa. Começou a levantá-la e tirou-a. Pode ver os olhos âmbares de Sesshoumaru ofuscados de desejo. Ela podia ter certeza que os castanhos dela também estavam.
Parou para admirar o corpo definido dele. "Meu Deus, que homem!", pensou. Sem pensar duas vezes, começou a passar as mãos por seu peitoral e o foi beijando nos ombros largos. Não sabia muito bem o que estava fazendo, mas sentia que era o certo. Principalmente quando ouviu um rosnado mais forte quando ela desceu os beijos e foi lambendo o peito e a barriga dele. Sesshoumaru estava extasiado.
Sesshoumaru já não tava agüentando mais e rapidamente inverteu as posições, a deitando no tapete de pele de urso. Começou a desabotoar a calça jeans dela, enquanto beijava seu ventre. Parou de beijar e foi tirando vagarosamente a calça dela. Depois de tirada, parou pra observá-la só com uma calcinha preta. "Como ela é linda... e gostosa!", pensou.
Neste momento, ele lembrou de quando ela lhe disse que era virgem. Então, delicadamente, pegou um dos pezinhos dela e começou a beijá-lo. Foi subindo até a coxa e lá demorou um pouquinho. Rin não sabia se gemia de prazer ou se ria por sentir cócegas. Ele passou para a outra coxa e foi subindo até chegar na parte íntima dela. Ela se reprimiu um pouco e ele sentiu. Ele foi até ela e a olhou profundamente nos olhos e disse:
- Não se preocupe. Confie em mim.
Ela apenas fez que "sim" com a cabeça e ele voltou para onde estava, mas não sem antes dar uma rápida parada nos seios de Rin. Devagar, ele foi retirando a calcinha dela, levantando um pouco o seu tronco. Depois de tirada, ele se colocou entre as pernas dela, as levantou colocando-as por sobre seus ombros e começou.
Gentilmente, ele foi beijando a virilha dela. Pode sentir ela prender a respiração. Carinhosamente, foi passando a língua por toda a extensão até chegar ao seu lugar mais íntimo. Estimulava o clitóris com a língua enquanto um dos dedos entrava e saía, na tentativa de fazê-la entender o que viria depois.
Rin se contorcia freneticamente e soltava altos gemidos e murmúrios. Mais uma vez ela soltou um "Sesshy", mas ele nem deu bola. Estava compenetrado em dar prazer a ela. Quando Rin chegou ao seu primeiro orgasmo, soltou um grito segurando os cabelos de Sesshoumaru. Ela se sentou, segurando o rosto dele e lhe deu um beijo cálido.
Sesshoumaru se pôs de pé para tirar sua calça e se surpreendeu em ver Rin o ajudando no trabalho. Deixou que ela fizesse isso. Com as mãos, ela foi desabotoando calmamente. Quando foi descendo a calça, pôde reparar o quão excitado estava Sesshoumaru por baixo da cueca boxer preta. Ela foi tirando delicadamente a cueca e viu por completo aquilo que nunca tinha visto. Ficou um pouco envergonha e não sabia o que fazer. Sesshoumaru percebeu e se ajoelhou a beijando, tentando a aliviar.
Ainda a beijando, ele a pegou pela cintura e a deitou gentilmente. Ele afastou gentilmente as pernas dela e se colocou entre elas. Ela sentiu o membro dele encostar na sua intimidade. Ela travou. Sesshoumaru percebeu e a olhou profundamente como se dissesse "Calma, tudo vai ficar bem. Continue confiando em mim". Confiança era o que ela mais tinha nele e pôde entender claramente o que ele dizia apenas com o olhar. Ela deu um sorriso tímido como incentivo pra ele continuar.
Sem demora, Sesshoumaru foi se colocando nela, devagar. Sabia que doía na primeira vez de uma mulher. A face de Rin foi mudando de fisionomia. Enquanto ele penetrava, Rin soltava uns gritinhos de dor e arranhava os ombros dele. Quando Sesshoumaru se pôs por completo, ele parou e a beijou apaixonadamente. Rin correspondia na mesma intensidade.
Enquanto a beijava, ele começou a se movimentar vagarosamente dentro dela. Rin parou o beijo e soltou um gemido. Já não era mais dor o que ela sentia e sim prazer. Sesshoumaru acelerava o ritmo e Rin tentava o acompanhar mexendo os quadris. A cada estocada que ele dava, ela o arranhava as costas e gemia alto. Sesshoumaru já se movimentava rápido dentro dela e Rin se contorcia de prazer. Era tudo muito novo pra ela, não sabia que sensação era aquela que sentia. Só sabia que era boa. Muito boa.
Corpos suados se chocando, gritos, gemidos e sussurros. Os dois estavam enlouquecidos pela paixão.
Não demorou muito, e logo ela chegou no êxtase do momento dando um alto grito, misturado de prazer e satisfação. Sesshoumaru ainda se movimentava dentro dela e logo depois também chegou ao seu orgasmo.
Estavam ofegantes. Sesshoumaru se deitou em cima dela, respirando pesadamente. Rin estava de braços abertos no tapete, de olhos fechados tentando recuperar o fôlego. Sesshoumaru foi dando beijinhos nos ombros dela, subindo pelo pescoço até chegar nos lábios desejados. Ela mordeu seu lábio inferior arrancando um rosnado rouco dele.
Finalmente, eles abriram os olhos e se olharam. Agora os olhos não estavam cheios de desejo e sim de amor. Ambos sorriram. Um sorriso satisfeito, verdadeiro. O sorriso dos namorados apaixonados.
Ele saiu de dentro dela, se colocou ao seu lado e deitou a cabeça em seus seios. Rin adorou aquele ato de carinho, meio infantil. Pousou as mãos em seus cabelos e passou a afagá-los. Logo, Sesshoumaru lembrou de algo e não pôde deixar de perguntar.
- Rin, por que Sesshy?
- Sesshy? – ela perguntou, se fazendo de desentendida.
- Você me chamou assim enquanto nos amávamos.
Rin deu uma risada gostosa e respondeu:
- Ah, foi só uma maneira carinhosa que encontrei pra te chamar. Não gostou?
- Não. – ele respondeu, dando um sorrisinho de lado.
- Ora, mas por quê? – ela indagou fazendo biquinho.
Ele levantou a cabeça e disse:
- Só me chame assim quando estivermos sozinhos. Jamais na frente dos outros.
Ela abriu um lindo sorriso e o beijou apaixonadamente.
Assim que o beijo terminou, Sesshoumaru deitou a cabeça no colo de Rin novamente e logo adormeceu com os carinhos que ela fazia em sua cabeça.
Ela ainda demorou um pouco pra dormir porque ainda pensava em tudo que tinha acontecido. Foi tudo tão maravilhoso! Tudo como sempre quis! Até melhor, aliás. Nem em sonho imaginava alguém como Sesshoumaru. Apesar do seu jeito meio frio e hostil, ele foi tão carinhoso quando se amaram.
"É, Rin... você está apaixonada".
E adormeceu.
Olá, povo!
Mais um capítulo pra vocês!
Dois só de uma vez pra recompensá-los por não ter postado nessas últimas semanas. :D
E recompensei logo com uma hentai, hein? hehe
Gente, sinceramente, eu não gostei muito do meu hentai.
É, o hentai foi todo meu! XD [pervertida :P]
Sei lá... achei meio detalhado demais. rs
Mas tudo bem. Se vocês gostaram, mandem reviews dizendo. Se não, mandem também! Reviews são sempre bem-vindos! :)
Galera, eu não botei na fic, mas é SEMPRE bom lembrar.
Usem sempre camisinha, povo!
Combate um monte de coisas. Gravidez indesejada, doenças sexualmente transmissíveis e tal...
Cabecinha no lugar, genten!
THAT'S ALL, FOLKS!
Beijão!
