Tinha passado o resto do dia treinando, numa área que eu tinha construído pra isso atrás da minha casa. Era um jeito de não ficar pensando no Sasuke. Em como ele é super gostoso e como agente se encaixa tão bem... Era incrível ao que ele me reduziu. Uma ninfomaníaca. Nunca fui tão tarada na vida! Transar sempre tinha sido diversão, não necessidade. Mas não fazia nem sete horas que tínhamos feito e eu já ficava pulsando só em pensar nele.
Naruto tinha aparecido no meio da tarde, Tsunade tinha falado pra ele que eu estava de volta, e ele veio me ver. Devia parecer estranho seu melhor amigo ser seu ex-namorado. Mas não era pra nós, desde que a gente terminou descobrimos que, se não dávamos certo como um casal, éramos ótimos como amigos.
- Oi Sakura-chan! A Vovó Tsunade falou que vocês terminaram a missão antes do esperado. – disse animado, como sempre. Caminhamos até dois bancos que tinha ali, nos sentando.
- Terminamos – Mais sucinta impossível. Desviei o olhar. Era difícil pra mim esconder as coisas dele. Mas não estava muito animada pra falar sobre os últimos dias. Não queria contar do Sasuke. Não era nada realmente... Só sexo... Muito bom, mas só isso. Não sabia se ele ia entender, e não queria que ele pensasse que eu era uma puta.
- O que foi que aconteceu? - ele me olhava desconfiado. - Você parece meio estranha... Algum problema com a missão? – E quem disse que o Naruto não pode ser perceptivo de vez em quando?
- Nada! Foi tudo bem, na verdade foi o Sasuke que resolveu tudo! Eu só fiz segurança. – Incrementei pra ele deixar esse assunto.
- Então o Sasuke incomodou você? Eu vou ter uma conversa com aquele teme...
- Não é nada disso – Quase gritei, mas controlei meu mau gênio. Me incomodar não foi bem o que ele fez... mas isso não vem ao caso agora. – Quer parar de me encher de perguntas? Tô ficando de saco cheio! – Avisei.
- Tudo bem... – me olhou com sobrancelhas erguidas. Mas logo voltou a expressão animada de antes. – Vim te convidar pra ir no Ichiraku mais tarde. Vamos?
Considerei. As outras opções eram: eu ficar em casa subindo pelas paredes, ou eu ir até a casa do Sasuke igual uma desesperada por sexo carente – Claro – respondi. O Ichiraku Ramén era o lugar favorito do Naruto para comer. Vamos lá pelo menos quatro vezes por semana.
- Então vou deixar você treinar. – Ele disse se levantando. – que horas você quer ir?
- Eu te encontro lá às sete. – Ia me distrair. Nos despedimos e ele foi embora.
-
Como vinha fazendo todas as noites dos dias nas últimas semanas, caminhei até o Distrito Uchiha. No começo não achei que isso ia durar... Mas ele parecia irredutível. Não sei o que mudou, ficamos tanto tempo juntos. Tudo bem que quase ninguém sabia disso. Tudo o que eu sei é que simplesmente ele não quer mais. Disse isso assim. Não quero mais. Mas eu ainda quero.
Hoje eu ia acertar as coisas. Todas as vezes que eu falei com ele depois que terminou eu tinha estado furiosa. E esse não é um estado certo pra tentar concertar as coisas. Enquanto ele esteve fora pensei bem. Durante os quatro anos em que ficamos ele sempre me desejou. Era louco por mim. Nos víamos todos os dias. Ia tentar usar isso para tê-lo de volta.
Precisava saber se ele já tinha voltado dessa maldita missão com aquela testuda idiota. Estava com um pouco de ciúmes. Eu sei que ela foi apaixonada por ele. Não que eu conhecesse muitas garotas que não tinham sido.
As luzes da casa estavam acesas, enfim ele tinha chegado. Caminhei até a entrada da casa e bati. Em menos de um minuto ele abriu a porta. Vestia só uma calça de malha escura. Caindo sobre os quadris.
- Ino. – Falou inexpressivo, mas eu já sabia reconhecer os diferentes graus da sua impassibilidade. Ele estava irritado. Esperava que eu brigasse com ele novamente.
- Oi Sasuke. – passei por ele, entrando na sala. Ele fechou a porta.
- O que você esta fazendo aqui? – Perguntou com voz monótona.
- Você sabe! Eu vim te dar uma chance de mudar de idéia. – Me aproximei dele. De mansinho. Ele não recuou. Era minha chance.
- Isso não vai acontecer. – Ele ia continuar com isso. Mas eu tinha que tentar, usar todas as minhas armas pra fazer ele voltar pra mim. E ele nunca negou fogo.
- Mas Sasuke, eu sinto tanto a sua falta. – Falei bem baixinho. Quase como se estivesse à beira das lágrimas. Ele nunca soube como agir com mulheres chorosas, ele só conhece um jeito de consolar, e era o que eu queria. Descobri por acaso, mas quase nunca tinha usado isso com ele antes, eu nunca tinha precisado enquanto ele foi meu.
Me aproximei mais. Deslizando minhas mãos pela sua barriga, meus polegares fazendo círculos na pele dele, logo acima do cós da sua calça onde eu sei que ele é extremamente sensível. Encostei um lado do meu rosto no seu peito, buscando consolo. - Eu preciso tanto de você. – Levantei meus olhos até os dele. Meus olhos cheios de lágrimas não derramadas. Lágrimas que se acumularam rapidamente quando eu pensei que ele não me quer mais. – Por favor. – Esse era meu golpe baixo. Sei o quanto ele adorava me ouvir implorando. Tinha que desarmar ele. Ele me deu um olhar arrependido, encostou uma mão na minha bochecha.
- Eu não posso mais. – Ele disse, sua voz quase suave. Mas ainda assim definitiva.
Me apertei contra ele. Podia sentir que ele não estava mais tão indiferente. O volume que apertava meu ventre tinha aumentado. Pouco, infelizmente. Desci minha mão até ali, estimulando. – Por favor... – repeti a voz mais rouca e passei a língua de leve no peito dele. Eu sabia que estava apelando, mais esse era o único ponto fraco dele. Ele me deu um olhar de advertência.
- Não faz assim, Ino. Eu não quero mais. – De novo isso. Mais eu podia sentir que pelo menos uma parte dele estava querendo sim, pelo menos um pouco. Minha mão entrou dentro da sua calça. Encontrando ele. Fechei os dedos ao seu redor, fazendo pressão e passando o polegar no topo. Ele cresceu na minha mão. – Não... – ele disse. Segurando meu pulso e afastando. Mas eu podia sentir a quase imperceptível vacilação na voz dele.
- Mas eu estou com tanta saudade... Por favor. Só essa vez. – disse já me abaixando e deixando uma trilha de beijos pelo seu estômago até lá embaixo. Ser chupado é uma das coisas que ele adora. Usei a outra mão para abaixar sua calça. Libertando seu pênis, agora totalmente ereto. O segurei e passei língua por baixo. Ele segurou meu rabo de cavalo não me deixando mais provoca-lo. Olhei pra ele com minha cara mais safada. Seu rosto tenso. Abri a boca. Ele empurrou dentro dela. Eu tinha vencido. Comecei a sugar, ele controlando meus movimentos. Até o fim. Ele puxou minha cabeça pra trás quando ia gozar, mais eu queria tudo, e suguei até a ultima gota. E virou de costa arrumando a calça. Fui até ele o abraçando por trás. Ele se afastou bruscamente.
- Isso não era para ter acontecido! – virou pra mim – Você não pode voltar aqui.
- Mas Sasuke, eu... Eu te amo! Você não pode terminar comigo! – me declarei.
- Eu sempre disse que eu não...
- Quer compromisso – eu completei. – Eu sei! – Agora eu comecei a chorar de verdade. Ele colocou a mão no meu ombro.
- Eu nunca quis que você sofresse. – Ele tentou me consolar. - Eu achei que você também estivesse curtindo. – Claro que eu curtia. Mais eu queria mais, como não querer mais com ele? A raiva burbulhou em mim.
- MAS EU QUERO QUE VOCE SOFRA! – Gritei me descontrolando. – VOCÊ É UM INSENCÍVEL, SASUKE UCHIHA! – E comecei a soluçar.
- Eu acho melhor você ir para a sua casa. – Ele disse por fim. Levantei indo para a porta. Ele tinha acabado de ganhar uma inimiga.
Tinha bastante gente no Ichiraku essa noite, por ser sexta-feira. Em Konoha as opções de diversão são tão poucas, que o restaurante tinha virado um ponto de encontro, e o dono tinha tido que aumentar a instalação. Me encontrei com Naruto lá e escolhemos uma mesa do lado de fora. Já tínhamos comido. Quer dizer eu já tinha terminado. Pois Naruto de meia em meia hora pedia outro ramén, repetindo como sempre que era pra justificar estarmos ocupando a mesa tanto tempo. Sei.
Naruto tomava saquê, mas eu preferi chá. Depois do último porre ia passar longe da bebida por um tempo. Contei pra ele do Festival de Saquê, ocultando o desfecho é claro. Ele ficou tão empolgado, dizendo que queria ir no ano que vem. Tive que rir!
- Olha quem tá chegando! – ele apontou. Hinata vinha chegando com Shino e Kiba. Naruto fazia sinal pra eles sentarem com a gente. Nos cumprimentamos e eles sentaram. A conversa ficou mais animada. Kiba e Naruto faziam piadas e falavam muita besteira, notei que estavam se empolgando com o saquê. Hinata era tímida, mas sorria das graças dos meninos, bebia chá, como eu. Quando Naruto brincava com ela, corava. Mais é um tonto mesmo, pensei, nem percebe que ela é louca por ele. E Shino ficava na dele, falando pouco, não dava pra saber se estava se divertindo ou não. Estava conseguindo me distrair, mas de vez em quando um moreno ainda invadia meus pensamentos.
- Então vamos todos no Festival de saquê no ano que vem! – Naruto convidava empolgado. – Você não gosta de saquê, Hinata?
- E-eu nunca provei, Naruto-kun. – disse vermelha.
- Sério? Vamos resolver isso agora. Experimenta o meu. Você vai gostar! – ofereceu entregando o copo pra ela. Ela olhou meio receosa e provou um gole pequeno. Depois outro maior. E sorriu. – Então? O que achou?
- É bom! – Ela decidiu. – E-eu gostei.
- Ótimo! Vou pedir um pra você também! – nem deu tempo pra ela negar.
Ficamos até quase meia noite por lá. Kiba ficou tão bêbado que Shino teve que levar ele pra casa. Só restando Hinata, Naruto e eu. Hinata tinha bebido também, mas bem pouco. Só parecia mais solta e não gaguejava. Naruto estava só meio bêbado. É incrível, ele bebeu mais que todos, mas é muito resistente.
Resolvi que tinha que ir embora e deixar esses dois sozinhos. Tomara que esse anta se toque. Pagamos a conta e estávamos na frente do restaurante.
- Bom... Eu já vou indo! – disse.
- Espera Sakura! – Naruto disse com voz meio grogue. – Já tá tarde! Eu levo as duas em casa!
- Ai Naruto! Eu sou uma kunoichi, sei me defender! Além da minha casa ser bem perto daqui. Por que você não acompanha só a Hinata que mora mais longe? – Sugeri como quem não quer nada. Ele acenou.
- Então vamos Hinata? – Eu sou mesmo uma ótima amiga. Nos despedimos, eles foram para o outro lado. E eu fui pra casa.
O caminho até minha casa era um pouco afastado. Não encontramos ninguém na rua essa hora.
Ia andando devagar, querendo prolongar o tempo que eu ia passar com ele. Nunca antes tínhamos ficado sozinhos assim. Ele vinha conversando, mas tinha os movimentos firmes, só dava pra perceber que estava um pouco alterado pelo saquê pelo tom de voz dele, que estava um pouco arrastado. Eu não conseguia deixar de olhá-lo, ele jogava o cabelo pra trás e colocava as mãos atrás da cabeça. Eu já não conseguia disfarçar ficar olhando pra ele, ainda bem que ele nunca percebe. Ele estava tão alto e forte. Mudou muito desde que éramos crianças. Mas tinha o mesmo jeito alegre que eu adorava nele. Um calor se espalhava por mim. Qualquer outra garota apaixonada tomaria uma atitude, mas eu era muito envergonhada. Estava tão entretida nele que tropecei numa pedra. Quase cai, mas ele foi rápido me segurando pela cintura.
- Se machucou Hinata? – Não consegui responder por uns segundos, abalada pela proximidade, seu rosto tava tão perto do meu.
- N - não. – Nossa de perto ele é ainda melhor. Minha mente estava ficando mais entorpecida. Estava quase hipnotizada pela boca dele. Ele sorriu mais.
- Tadinha. – Passou a mão no meu cabelo. – A culpa é minha! – Por Kami ele sabe, que vergonha. Fiquei ainda mais vermelha do que eu achava possível. – Não devia ter feito você tomar tanto saquê. – Ah, ele achava que era isso. Me senti um pouco desiludida. Mas estava adorando o carinho no cabelo, quase não conseguia controlar minha cabeça que queria seguir a mão dele. Aliais meu corpo todo oscilava na direção dele. – Afinal era sua primeira vez. Sou um baka mesmo.
Ele ainda me apoiava com um braço ao redor da cintura, e de repente se baixou um pouco e passou o outro braço por trás dos meus joelhos. Me erguendo. Automaticamente enlacei os braços ao redor da sua nuca.
Ai, assim eu morro. Era uma sensação tão boa ficar assim com ele. Não era possível que ele não sentisse nada.
- Vou carregar você até em casa. Não quero que se machuque por minha causa. – E começou a andar.
Longe de mim reclamar, mas isso era meio absurdo. Podia andar. – Hum... N-naruto-kun? Não precisa me carregar, eu posso andar. E sou muito pesada.
- Que nada, você é muito leve. – E seguia pelo caminho escuro. Se ele acha isso... Resolvi aproveitar. Talvez nunca mais na vida eu pudesse estar tão perto dele de novo. Relaxei o meu corpo. Descansando a cabeça no seu ombro. Fiquei olhando a pele do seu pescoço que aparecia em cima da camisa. Respirava fundo sentindo o perfume dele. Meu corpo começou a formigar. Apertei mais o abraço. Fui chegando o rosto perto do seu pescoço. Senti ele começar a diminuir o passo. Mas não conseguia me controlar. Encostei o rosto na pele dele, fechando os olhos, cheirando e sentindo a textura com a ponta do nariz. Eu só podia estar ficando doida. Talvez o saquê tivesse mesmo me afetado mais do que eu pensava. Sentia o corpo dele tenso. Tinha parado de andar. Abri os olhos e vi que estávamos na frente de um parquinho que tinha perto da minha casa. Fiquei nervosa. Não deveria ter me deixado levar por esse impulso idiota. Olhei pra ele, que tinha um olhar surpreso no rosto. Mas parecia interessado.
- Hinata-chan... – A voz dele estava rouca. Interrompi beijando ele. Era meu primeiro beijo e não sabia direito como agir. Movia meus lábios sobre ele. Sentindo seu gosto. Em poucos momentos ele estava correspondendo. Sugando um lábio depois o outro. Resolvi imitar ele. Estava tão bom. Ele sondou com a língua. Abri mais a boca. Ele aprofundou o beijo. Apertei o pescoço dele. Ele começou a deslizar minhas pernas para o chão. Me mantendo abraçada com o outro braço. Ele agora tinha os dois braços me apertando contra ele. Uma mão subindo pelas costa, por baixo do cabelo, massageando minha nuca.
Estava ficando com falta de ar, mas não queria parar de beijá-lo nunca. Era tudo o que eu sempre sonhei. Ele foi distribuindo beijos no meu rosto até meu pescoço, lambendo e mordiscando ali e a ponta da minha orelha, depois ela toda. Gemi estava ficando tão arrepiada. Ele levou uma mão ao meu seio acariciando, fazendo círculos ao redor do mamilo sobre a roupa. Gemia frustrada, não querendo nada entre nós. Ele me imprensou no muro que tinha atrás de mim. Podia sentir toda a longitude do corpo dele encostada em mim, ele estava duro, uma ereção muito grande e, por mais surpreendente que pudesse parecer, continuava crescendo e pulsando contra minha barriga. Gemi baixinho sentindo aumentar a umidade entre as pernas.
Estava tão excitada que queria aumentar o contato. Ergui uma perna tentando enlaçar ele pela cintura. Ele me ajudou me segurando com as duas mãos pela bunda me erguendo, eu abracei o quadril dele com as pernas. Ele agora se friccionava bem ali onde eu mais queria. Não conseguia ficar parada. Voltamos a nos beijar com mais vontade. Ele continuava com uma mão na minha bunda, explorando, apertando. A outra voltou para o meu peito. Ele abriu o meu moletom e ergueu minha blusa o suficiente para descobrir meus seios. Ofeguei, a sensação dele acariciando ali sem impedimentos era melhor do que eu imaginava. Estava difícil manter o beijo então ele foi descendo a cabeça, e tomou um mamilo com a boca. Ah! Tive que morder o lábio com força pra não gritar! Era tão bom! Ora ele mordia de leve, depois sugava com um pouco mais de força e depois só acariciava com a ponta da língua, revezando um seio depois o outro. Tudo isso enquanto nos esfregávamos um no outro. Eu não me reconhecia mais. Estava selvagem. Uma sensação muito forte tomava conta do meu corpo. Gemia baixinho tentando não fazer muito barulho mais alguma coisa estava arrebentando em mim. Eu queria gritar, era muito forte. Então eu explodi. Num gemido alto e longo, tremendo. Ainda bem que não tinha nenhuma casa por perto dali. Naruto se afastou um pouco, sentia ele olhando meu rosto.
Tinha os olhos ainda fechados, ele me desencostou do muro ainda me segurando. Testei por os pés no chão pra me apoiar e descobri que tinha as pernas bambas. Ele me ajudou a me equilibrar, ainda me abraçando.
E agora? Sabia que ele estava me observando. Queria abrir os olhos mais eu estava com tanta vergonha. Era ridículo. Tentava pensar em algo pra dizer mais estava tudo em branco. Senti as duas mãos subindo pela minha cintura, aproximando dos meus seios, o que ele ia fazer? Abri os olhos. Ele tinha o olhar concentrado neles. Passou as mãos na lateral deles e os polegares nas pontas. Uma corrente elétrica passou por mim. Ele parecia tão tenso. E ele abaixou minha blusa. Senti meu rosto pegando fogo, não me lembrava que estava tudo de fora. Quase fechei os olhos de novo pra não olhar pra ele. Mas resisti e encarei ele. Ele tinha um leve sorriso.
- Hinata... hum... – sua voz estava tão carregada, cheia de desejo que eu corei de novo. – Você quer sair comigo amanhã?
- Quero – nem gaguejei. Era tudo que eu sempre quis.
Continua...
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