Capítulo 5
Quando acordei novamente já era noite, ainda estava nua, deitada na cama de Sasuke, olhei em volta e não o vi. Me espreguicei, pensando que já tinha passado da hora de ir para casa. Onde será que Sasuke estava? Minha mente ainda um pouco confusa demorou em registrar a voz alterada que ouvi vindo do andar de baixo, deve ter sido isso que me acordou. Forcei meu corpo lânguido e satisfeito a sentar na cama, procurei minhas roupas com os olhos, mas não tinha nada ali. Todas as peças estavam espalhadas na sala. Vi uma camisa de Sasuke em cima de uma poltrona e a vesti. Segui em direção a sala, e o volume da voz foi aumentando e se tornando mais nítido o que dizia. Era Ino.
- Com quem você tá transando? Uma puta? – Ela perguntava com voz aguda e cheia de raiva. Ergui a sobrancelha não gostando do que ela dizia. O que ela tinha a ver com isso, afinal? Tinha chegado ao alto da escada, ainda bem que as luzes de cima estavam apagadas, aproveitei para ficar escondida na sombra, tinha que saber do que ela estava falando. Pude vê-los perfeitamente. Ela balançava minha calcinha rendada na frente dos olhos de Sasuke. – Quem é ela? Me diz! Eu preciso saber por quem você me trocou?
Por um segundo ele olhou na minha direção, percebendo minha presença, por mais que eu tivesse tentando ocultar. Mas continuou com a mesma expressão impassível no rosto, e olhou para outro lado. Acho que não queria que a loira me visse ali, tudo bem por mim, mas eu ia continuar ouvindo o que diziam. Quer dizer que eles tiveram algo. Senti uma pontada de ciúmes. Por que ele tinha escolhido ela? Não deixava de me perguntar.
Ele sempre soube que eu também era apaixonada por ele, como ela sempre foi. Por mais que eu pensasse que agora ele tinha me notado, ainda estava magoada de ter sido a segunda opção. Será que eles ainda tinham algo?
- Isso não interessa. Não te devo nenhuma explicação. – Ele disse. – Eu quero que você vá embora.
- Como não me deve explicação? E ontem? – O que tinha ontem? Meu coração quase saiu pela boca. Mais uma vez ele olhou de relance na minha direção.
- Não aconteceu nada ontem. – Disse com voz definitiva. Mas ainda assim eu não fiquei aliviada. Esperei ela explicar melhor o que tinha sido isso. Mas agora ela só chorava alto.
- Você é tão insensível Sasuke! – Ela limpou os olhos com as costas da mão e fez uma expressão determinada. – Se você não me diz eu vou subir e ver! – E veio avançando na direção da escada. Ele se adiantou e a segurou pelo braço, a impedindo de avançar. – Me larga! – Ela gritou tentando se desvencilhar. Quando olhou na minha direção e me viu. – Você! – Gritou mais alto ainda. – Não acredito! Me trocou pela testuda? – Riu com expressão meio histérica.
Avancei descendo as escadas. Sasuke não me defendeu, enquanto a mantinha no lugar. Tinha as sobrancelhas contraídas.
- Eu acho que ele fez uma ótima troca! – Meu gênio se manifestou. – Uma porca por uma testuda. – Não queria discutir com ela, mas foi mais forte do que eu. Ela continuava tentando se soltar, parecia querer avançar sobre mim. – Você não acha melhor ir embora e evitar mais humilhações? Pelo que eu entendi ele não quer mais nada com você. – Ela riu mais alto.
- O que aconteceu ontem prova o contrário. – Fez mais uma vez a referência, controlei a expressão do rosto para não denunciar minha insegurança. – Você não quer que eu te diga o que aconteceu?
- Não, Sasuke disse que não aconteceu nada. E eu só posso imaginar que o que quer que tenha acontecido ontem não teve importância para ele como teve pra você. – Me fiz de indiferente, apesar da curiosidade. – Além de nós não termos nada sério. – Disse isso olhando pra ele.
- Já chega. – Ele resolveu se pronunciar novamente. E começou a levar a relutante Ino pra a porta.
- Você acha que isso vai durar? Ele vai te largar logo, logo. – Foi a última coisa que ela me disse antes da porta ser fechada atrás dela.
Comecei a juntar minhas coisas, vesti a saia, o sutiã e a blusa, ali mesma no sala. Queria sair dali o mais rápido que eu pudesse. Virei para a porta, ele estava encostado nela. Senti raiva dele. Ao contrário do que eu tinha demonstrado pra Ino, eu estava muito abalada. Essa relação sem compromisso não era uma coisa que eu pudesse aguentar. Com certeza ele aprontou alguma ontem e eu nem poderia fazer cobranças já que não tínhamos um relacionamento de verdade. E eu vi o sofrimento da minha ex-amiga. Esse podia ser o meu futuro se eu não acabasse isso logo.
Sasuke não era o homem certo pra mim, por mais que estar com ele me dê tanto prazer. Estava mais apaixonada agora do que sempre estive, e continuar me envolvendo mais e mais era loucura. Ia ser difícil abrir mão dele enquanto ele ainda me queria, mas era o melhor. Pois imaginar ele me dando um fora era insuportável só de pensar. Caminhei até onde ele estava. Ainda tinha sua expressão contraída. O nó na minha garganta se apertou mais.
- Eu já vou indo. – Disse querendo que ele desse passagem. Ele ficou imóvel.
- Faz semanas que eu terminei com ela, mas ela sempre aparece aqui. – Estranhamente ele me explicou sem eu pedir.
- Não importa. - E não importava mesmo nada disso. O problema era nós dois, mais especificamente ele. – Acho melhor não ficarmos mais. Não sou boa nisso de não ter compromisso, de ficar reprimindo as expectativas. – Respirei fundo antes de continuar. – Se isso não tem futuro eu acho melhor acabar de vez, do que trazer sofrimento para mim mais tarde. – Ainda tinha esperanças que ele me contradissesse.
- Se é o que você quer. – Disse frio. Meu coração contraiu no peito. Assenti com a cabeça, não encontrando voz para dizer nada. Ele saiu do caminho abrindo a porta pra mim. Saí sem olhar mais para ele. Vi minha calcinha no chão em frente à porta e a guardei.
Caminhei pelo vazio distrito Uchiha, as lágrimas escorrendo pelo meu rosto, nublando minha visão, mas consegui conter os soluços. Ia tentar esquece-lo novamente, e dessa vez eu ia conseguir. Senti uma presença próxima e virei tentando encontrar, mas ela sumiu. Parecia com o Sasuke... Deve ter sido imaginação minha.
Depois do cinema, tínhamos ido jantar no Ichiraku. Naruto não deixava de segurar minha mão. Ficava envergonhada quando nossos conhecidos nos viam assim, mas não conseguia parar de sorrir, todos nos cumprimentavam, mas não se aproximavam. Depois que tínhamos terminado de comer, Sai, o ex-companheiro do Naruto do Time 7 apareceu e sentou na nossa mesa.
- Oi Naruto, Hinata. Como vocês estão? – Disse com um sorriso, era engraçado, ele sempre soava como se tivesse ensaiado. Respondi o cumprimento.
- Sai! Você não vê que nós queremos ficar sozinhos? – Naruto perguntou meio divertido e impaciente.
- Hum... Vocês estão namorando? – Perguntou indiscreto. Senti meu rosto quente e vi Naruto ficar vermelho com a pergunta. O loiro se aproximou e falou baixo na minha orelha.
- Você quer ser minha namorada? – Senti meu coração acelerado.
- Quero. – respondi no mesmo tom.
- Sim. – Respondeu ao amigo dele.
Não dormi direito à semana toda. Pensando se a minha decisão não tinha sido precipitada. Que tipo de doida eu era pra terminar com o cara mais lindo da vila de Konoha? Provavelmente de todo o país do fogo? Estava sofrendo muito, quase voltei atrás. Mas podia ser que ele não me quisesse mais depois do que aconteceu. Alem disso, se eu sofria assim quando eu tinha dado o fora nele, imaginei quanto pior eu estaria se fosse o contrário.
Com Naruto namorando Hinata, eu não tinha com quem sair para me distrair, não queria servir de vela e os dois juntos eram tão bonitinhos que eu ficava mais deprimida por estar sozinha. Mas é claro que eu estava feliz por eles, pois Hinata era a garota certa pra ele.
Passei meus dias de folga treinando até a exaustão para esquecer tudo. Assim eu conseguia dormir. Não vi o Sasuke, depois daquela noite, o que era ótimo. Mas a rotina ia voltar ao normal e eu teria que conviver com ele.
Quando estávamos voltando para casa depois de mais um encontro, ele me convidou pra ir à casa dele. Ainda não tínhamos ficado juntos em um lugar onde ninguém podia nos interromper. Fiquei nervosa com o que podia acontecer lá, ao mesmo tempo fiquei entusiasmada. Já fazia quase uma semana que estávamos namorando e nos víamos todos os dias, os amassos cada vez mais intensos, me deixado com vontade de experimentar mais.
Chegamos ao prédio onde ele morava e caminhamos até a porta do apartamento dele. Esperei ele abrir e entrei atrás dele. Deixamos os sapatos na porta. Era pequeno, mas estava muito arrumado e limpo, estranhei um pouco, esperava que o meu loiro fosse mais desorganizado.
- Você quer beber algo? – Me ofereceu hospitaleiro.
- Não, obrigada. – Ele me levou até um pequeno sofá de dois lugares que tinha ali. Sentou e me puxou para seu colo. Encostei minha cabeça no vão do seu pescoço e fiquei ouvindo ele falar do que tinha feito durante o dia e outras coisas sem sentido, me fazendo rir às vezes e perguntando interessado coisas sobre mim. Era tão fácil estar com ele, pensei, lembrando de como eu sempre ficava sem saber como agir perto dele antes.
- Você não está dormindo, não é? – Acho que fiquei muito tempo calada. Ri um pouco, erguendo a cabeça para olhar pra ele.
- Não. – Respondi sorrindo e acariciando a bochecha dele.
- Desculpe eu falar demais. – Ele disse corando um pouco, e sorrindo sem jeito enquanto bagunçava os cabelos da nuca com uma mão. – Eu meio que não consigo controlar.
- Eu adoro te ouvir. – Disse corando também.
- Hinata, você é a única pessoa no mundo que me disse isso. – Disse rindo um pouco. – Esse é um dos motivos de eu gostar tanto de você.
- Quais são os outros motivos? – Fiquei curiosa. Ele quase nunca dizia nada assim. Tudo bem que não era um eu te amo, mas ainda era cedo pra isso.
- Eu te adoro porque você é linda. – Piscou um olho pra mim.
- Só isso? – Me fingi de decepcionada, mas muito feliz com o elogio.
- E também porque você é doce, tem bom caráter, é inteligente, determinada. – Ele segurou minha nuca, e me aproximou dele. – E também... porque eu te desejo muito. – Disse a última parte baixinho e anormalmente sério, fazendo minha pele arrepiar. Eu também desejava muito ele.
Não me segurei e envolvi o pescoço dele com os braços, colando nossas bocas num beijo lento, fazendo carinhos nos cabelos dele. Fechei os olhos aproveitando sensação da língua dele entrando na minha boca, explorando devagar, ora mordiscando meus lábios de leve com os dentes e sugando. E eu estava ficando cada vez mais ofegante, ele apertava o abraço, me esmagando contra ele. Nossas línguas deslizando uma na outra, com lentidão perturbadora. Comecei a ficar excitada. Me mexi sobre o colo dele, procurando um jeito de aliviar meu desconforto crescente. Ele gemeu segurando meu quadril e pressionando no colo dele. Pude sentir sua longitude já desperta contra a minha coxa. Não era o suficiente. Mudei de posição sobre o colo dele sem deixar de beijá-lo, passando uma perna para o outro lado, sentando escarranchada sobre as coxas dele. Senti ele passando as mãos debaixo do meu vestido apertando e acariciando a carne da minha bunda e me aproximando mais dele. Apertei o meio das minhas pernas nele. Ele deslizou a boca pelo meu rosto, sugando minha pele até chegar ao meu ouvido.
- Posso tirar o seu vestido? – murmurou com voz rouca. Continuando a dar chupões quase na minha nuca.
- Aham. – Confirmei entre um ofego e outro. Então as mãos dele deixaram à massagem que ele fazia na minha bunda, e foram subindo por dentro do meu vestido, pela minha cintura e costa, trazendo o tecido junto, ele me afastou um pouco e tirou o vestido pela minha cabeça.
Ele olhou cada detalhe do meu corpo, desde as minhas coxas abertas no colo dele, a calcinha rendada preta, minha barriga, meus seios escondidos pelo sutiã. Afastou a renda sobre cada um e expôs meus mamilos eriçados, fazendo caricias com os dedos sobre eles. Gemi arqueando as costas, ele colocou a boca sobre um, sugando de leve e passando a língua. Depois o outro, aumentando a pressão da sucção. Meu corpo ficava todo arrepiado, continuei a me movimentar sobre o seu colo, me esfregando sobre o grande volume que tinha ali, gemendo cada vez mais alto com o contato, a excitação fazendo aumentar ainda mais minha umidade.
Tinha necessidade de tocar a pele dele, então puxei sua camisa para cima, ele entendeu e tirou a peça, mostrando o abdômen sarado pra mim. Passei as mãos sobre os ombros fortes dele, o peito e a barriga, sua pele era dourada, contrastando com a minha muito branca. Num momento de ousadia, desci até a frente da calça que ele usava, apertando em cima. Ouvi ele gemer baixinho.
Nunca tinha visto nem tocado nele ali, não como eu fazia agora. Abri e puxei a calça junto com a cueca, ele me ajudou erguendo o quadril. A ereção dele saltou, longa e grossa, fiquei um momento estática, seria meio difícil ele entrar em mim com aquilo, pensei sentindo medo da dor que viria. Ainda estava num misto de espanto e fascinação por aquela parte da anatomia dele. Levei minha mão até ele e o segurei, tentei fechar meus dedos ao redor mais não consegui, minha mão era muito pequena. Era tão duro mais ao mesmo tempo a pele era suave. Fiz um carinho meio torpe. Ele gemeu enquanto que observava o que eu fazia.
Queria dar prazer para ele, mas quando ia perguntar como ele me beijou profundamente me pegando de surpresa, me senti sendo deslocada até minhas costas tocarem o assento do sofá. Ele foi descendo os beijo, pelo meu pescoço, clavícula, seios, brincando com as pontas na boca, chupando e mordendo. Desceu uma mão entrando dentro da minha calcinha e com o dedão fazia círculos sobre o meu clitóris. Não agüentava de tesão, arqueava a costa e empurrava em direção a mão dele.
- Ah! Não para! – Gemi protestando quando sua boca abandonou meu seio. Ele deu uma risadinha baixa e foi descendo beijos na minha barriga, lambendo meu umbigo. Quando ele tirou minha calcinha pelas pernas, arfei assustada. Era como se a última barreira que me protegia fosse removida. Ergui a cabeça e olhei, ele estava ajoelhado em frente ao sofá. Abriu minhas pernas e deu um beijo na parte interna da coxa, e foi descendo até a minha virilha.
- Não! Ai não Naruto! – Pedi meio chocada, mas ele continuou mesmo assim, isso era tão embaraçoso. – Não! Aanhhh! – Ele começou a esfregar a língua sobre meu clitóris, e chupar. – Huum... – Isso era tão gostoso. Perdi minhas forças, a cabeça caiu novamente no assento, com qualquer tipo de protesto esquecido. Não conseguia ficar parada, movia-me buscando mais daquele contato. Ele me penetrou um dedo, entrando e saindo devagar, depois colocou outro. Continuava a torturar meu clitóris, até que todo o meu corpo se retesou e estremeceu e um prazer enorme passou por todo o meu corpo.
Quando consegui reunir forças me ergui. Precisava ficar perto dele, então desci do sofá e sentei no colo dele no chão. Senti ele respirando fundo e depois envolveu os braços ao meu redor, ainda estava totalmente ereto, podia sentir. Olhei o rosto dele, estava com uma expressão concentrada. Ele sempre se continha, eu não queria isso, queria que nós dois sentíssemos prazer juntos. Mas como dizer isso pra ele?
- Naruto... – Ele olhou pra mim esperando eu falar. – Hum... eu... queria... – Não estava achando palavras. – Eu quero terminar o que nós começamos. – Consegui dizer rápido e senti a pele do rosto muito quente. Ele sorriu pra mim e acariciou minha bochecha.
- Eu sei que você é virgem, nós não precisamos ter pressa. Não quero que você se sinta pressionada sobre isso. – Ele estava sendo tão legal falando isso, o problema era que eu não queria esperar mais, amava ele a tanto tempo e ele era tão fofo, já me sentia pronta.
- Eu não me sinto pressionada, eu sei o que eu quero. – Quase declarei de uma vez meu amor por ele, mas me contive. Ele procurou no meu rosto por algum traço de insegurança, não encontrando nenhum. Iniciei outro beijo, não queria que ele ficasse analisando muito o que fazer.
Ele se levantou me carregando, enlacei o pescoço dele e comecei a distribuir beijos ali. Me levou até o quarto dele, me depositou na cama de solteiro, deitando sobre mim, voltamos a nos beijar, ele tirou o meu sutiã, a última roupa que ainda usava.
Ele deslizou as mãos para baixo pelo meu corpo, pegou as minhas coxas, as separou e se instalou entre elas. Seu pênis me tocou e eu fiquei nervosa, mas ele levou a mão até entre as minhas pernas começando um movimento em círculos, abrindo minhas dobras. Continuou movendo-se e me pressionando ali, e sugando meu mamilo com a boca, pressionou mais forte meu clitóris e tive um estremecimento pelo corpo, me arqueando, para me apertar contra seus dedos.
Tinha dificuldades de manter minha respiração controlada. Ele começou a sugar o outro seio, aumentando a pressão e inserindo dois dedos em mim. Pressionou com mais firmeza, me afundando no colchão. Estava presa, sem poder me mover, enquanto ele me dava mais e mais prazer. E assim continuou, apertando os dedos duros no meu interior, sem deixar de sugar e sugar os mamilos.
- Aaannhhh – gemi mais alto, estremecendo sem poder controlar; ondas de prazer saíam desde onde os dedos dele estavam para o resto do corpo.
Com movimentos lentos e suaves, ele continuou me acariciado e dando beijos leves como pluma em meus seios. Retirou os dedos e eu gemi. Desejava mais. Ele guiou seu membro. Senti o calor da cabeça do pênis me roçando e lembrei de como ele era grande ficando tensa. Ele voltou a beijar minha boca tentando me relaxar enquanto pincelava na entrada. Não me deu tempo pra pensar sobre isso enquanto foi se introduzindo, sentia ele me alargando, sentia a pressão ao redor dele. Ele gemeu quando encontrou a barreira, parando. Aprofundou mais o beijo, e desceu o quadril. Senti a pontada de dor e a ardência, mas meus gemidos foram abafados pela boca dele. Ele estava enterrado em mim até a base. Ficou parado só me beijando. Sentia-o grande, grosso, duro.
- É tão bom ficar dentro de você. Você me aperta todo. – Ele disse com voz rouca. Começou a fazer movimentos lentos e curtos. Entrando e saindo. Já não doía tanto, estava me acostumando a ter ele me enchendo. Ele me abraçou afundando o rosto no meu pescoço, a boca aberta na minha pele, lambendo e sugando. Inseriu uma mão entre nós achando meus clitóris e pressionando.
- Hum – Gemi surpresa com o prazer, a dor sumindo instantaneamente. Levantei as pernas e as apertando forte sobre seus quadris. Então ele retirou o pênis quase totalmente, voltou a investir, penetrando-me até o fundo. Isso era o melhor de tudo que eu já tinha experimentado até agora. Ele empurrava fundo, me fazendo gemer alto, comecei a encontrar meus quadris nos dele. Segurava apertado nos seus cabelos. Era maravilhoso sentir ele inteiro dentro. Ele continuou o movimento, me penetrando uma e outra vez, duro e implacável.
- Mais... Mais rápido... – Pedi desesperada, precisava de mais fricção. Ele atendeu, acelerando o ritmo. Ele tinha a respiração rasa e ofegante no meu ouvido. Entrando e saindo de mim com pressa. – Ah! Ah! – gemia descontrolada, arqueando as costas e me arrepiando toda. Quando ele aumentou a força das estocadas tudo ficou branco, meu corpo todo formigou. – Aaahhhnnn... – Soltei um gemido longo enquanto meu corpo todo se retesava e eu gozava. Ele continuou o ritmo, curto, rápido e fundo. Até que também estremeceu, mordendo meu ombro e pressionou o quadril no meu, derramando sua semente dentro de mim.
Seu corpo desabou sobre o meu. Ficamos uns momentos recuperando o fôlego. Ele girou saindo de mim e me puxou sobre ele na cama pequena. Ainda estava muito lânguida e cansada. Me aconcheguei no peito dele, fechando os olhos.
- Te amo... – Murmurei sobre a pele dele ou talvez só tenha pensado.
Espero que tenha ficado bom...
Já respondendo as possíveis dúvidas ou reclamações que possam surgir... era NECESSÁRIO separar o Sasuke e a Sakura. As coisas não poderiam continuar daquele jeito... a Sakura não é qualquer uma que deixa os outros fazerem o que querem com ela calada... E bom... a 1ª vez de uma garota com certeza não é tão facil como eu descrevi... mais isso aqui é ficção! hauhauhauhau
