PQV Dorcas Meadowes
– Ai, ai, ai, AI. Dorcas, está doendo! – reclamava Remus. Estávamos em uma sala vazia e eu tentava, inutilmente, passar um poção no corte em sua perna.
– Fica quieto que não vai doer – falei irritada.
– Ah, desculpa se minha dor te incomoda – falou ele sarcástico, num tom não característico.
– Então cuide disso sozinho – falei me levantando da cadeira que estava sentada e empurrando a perna dele para longe.
–Desculpe, Dorcas, esses dias eu estou meio irritado – ele pediu, sincero.
– Eu também não estou muito bem.
Voltei a me sentar e puxei a perna dele para o meu colo. Continuei passando a poção como se nada tivesse acontecido. Ele não reclamou mais, mas fazia caretas de dor que me deixou com vontade de rir.
Quando acabei o corte estava fechado e não havia mais sangue.
– Obrigado – agradeceu ele.
Ficamos algum tempo em silencio. E esse silencio me incomodava. Quando namorávamos, o silencio não me incomodava, geralmente ocupávamos esse silencio com beijos. Beijos muito bons pra falar a verdade, mas foi interrompido por uma simples briguinha boba. Nem me lembro porque brigamos.
– Por que terminamos mesmo? – perguntei.
– Pra falar a verdade não sei – respondeu ele. – Acho que foi o clima ruim de brigas... Não sei...
Sorri para ele.
– Sinto sua falta – admiti corando de leve.
– Eu também, mas...
Levantei da cadeira e sentei na mesa na sua frente.
– Mas...? – incentivei.
– Não quero namorar você – disse ele.
– Como assim! – perguntei indignada. Levantei da mesa e ele levantou da cadeira. Ficamos com os corpos muito junto.
– Eu não quero namorar você – repetiu ele.
– Por quê?
– Você sabe que não teria futuro comigo por causa do meu problema... e...
– Você sabe minha opinião, Remus Lupin! – gritei.
– Não importa. Cheguei a conclusão que não podemos mais namorar.
– Se é assim, não volte mais me procurar, Lupin – falei friamente virando de costas. Sai da sala de cabeça erguida, quando já estava longe da sala desabei no chão chorando.
PQV Remus Lupin
Mais que merda eu tinha feito! Acabei de terminar de vez com a Dorcas! Ela disse que sentia minha falta! E eu também sinto a dela, mas... Ela não tinha futuro comigo de qualquer jeito.
Fui caminhado distraído quando alguém que vinha correndo esbarrou em mim. Uma garota morena de cabelos castanhos cacheados e olhos mel. Ela usava o uniforme da Grifinória e estava ofegante e com olhos vermelhos.
– Oh, desculpe, Lupin – falou a garota.
– Não foi nada – disse eu levantando e ajudando a garota a se levantar. – Você está bem?
– Sim – respondeu ela.
– Como você sabe meu nome?
– Você é um maroto, não é? Todo mundo conhece os marotos – respondeu ela sorrindo fracamente.
Sorri para ela.
– E qual é seu nome? – perguntei.
– Holly Johnson – respondeu ela.
– Eu nunca te vi aqui na escola.
– Eu sou do 5º ano e não sou do tipo espalhafatosa, como os marotos.
– Ah claro.
Ficamos em silencio algum tempo.
– E por que você estava chorando? – perguntei.
– Ah, nada. São só... problemas – respondeu ela.
– Também tenho... problemas – falei.
– Então somos três.
– Três?
– Sim. Eu, você e uma garota que estava chorando no corredor do 6º andar.
– Você a conhece? – será que era a Dorcas?
– Não... mas já a vi com você. Ela é morena da Corvinal. Sabe quem é?
– Sim, eu sei – respondi.
– Vamos fazer assim: Você me conta seu problema e eu conto o meu. Assim podemos nos ajudar – ela sorriu.
– Isso seria muito bom – ela disse. Caminhamos até o Salão Comunal da Grifinória e nos sentamos em uma canto afastado.
– Sou todo ouvidos.
– Bom... Minha família está com alguns problemas e eu... Estou com alguns problemas... é complicado. Primeiro começo com meu pai provocando uns comensais e acabo sendo... bom ele morreu faz dois anos. E minha mãe morreu pouco tempo depois e tive que morar com meus irmãos mais velhos. A Mia é a mais velha tem 23 anos e trabalha no ministério e meu irmão Derek tem 21 e joga Quadribol. Eles me dão bastante atenção, mas não é a mesma coisa. E agora estou sobre vigilância constante, por que segundo o ministério meus irmãos não são bons o suficiente pra cuidarem de mim e se eu fizer besteira vou ter que morar com meus avós no EUA. E aqui na escola tem uns Sonserinos bem irritados comigo por que eu não seguro minha língua e falo de mais. E eu acabei de descobrir que meu namorado estava me traindo.
Ouvi tudo em silencio. Uau, problema deve ser o nome do meio dessa garota.
– Que péssimo – falei sem saber exatamente o que falar.
– É, está bem difícil, mas... Ah, Lupin, eu nem devia estar falando meus problemas pra você, é só que... eu sinto que posso confiar em você. E eu preciso fala com alguém. E eu acho que minha única amiga não entenderia e... Esquece tudo que eu falei. – Ela levantou do chão e se dirigiu ao dormitório feminino.
– Hey, você ainda não me ouviu e se te faz sentir melhor meus problemas conseguem ser piores – falei.
Ela sorriu e voltou a se sentar.
– Pode falar – disse ela.
– Vou te contar o meu maior segredo de todos. Por que eu acho que posso confiar em você e não tem perigo, mas você não pode contar a ninguém no mundo. Está bem?
Holly fez que sim. Não acredito que vou contar meu segredo para uma garota de 15 anos que eu acabei de conhecer.
– Pode falar, não vou contar a ninguém.
– Antes eu tenho que te fazer uma pergunta.
– Pode falar – repetiu.
– Você tem algum preconceito ou coisa do tipo sobre raças mestiças? – perguntei.
– Ah, não... O Derek tem um amigo que é lobisomem, sabe. Ele é super divertido e legal... Mas por que está me perguntando isso?
– Porque eu também sou um... lobisomem – sussurrei a ultima parte. Ao contrario do que eu pensei ela sorriu mais ainda.
– Serio? Isso é muito triste. A ultima pessoa que eu pensaria em ter um problema desses é você. Sempre certinho e educado. Acho que você é o cara mais legal que eu já conheci depois do meu irmão. Mas pra mim não tem problema.
– Você não pode contar pra ninguém.
– Não vou contar, mas isso não é algo para se envergonhar. Quem realmente gosta de você não vai nem se importar.
– Obrigado.
– Esse é o seu problema? – perguntou ela. Percebi como Holly falava rápido.
– Um deles – sorri pra ela.
– O outro seria com a Dorcas Meadowes? – perguntou ela.
– Pois é.
– Pode falar.
– Bom... é meio complicado... Eu gosto muito da Dorcas, mas... agente não tem futuro sabe.
– Por causa...?
– O Sirius chama de "probleminha peludo".
Ela riu.
– Ela descobriu? – perguntou Holly, seria.
– Sim, mas não foi por isso. Ela já tinha descoberto há muito tempo. Nós estávamos namorando, mas meus amigos tiveram uns problemas e agente meio que entrou nesse clima de brigas e... nós acabamos terminando.
– Por que você não vai atrás dela? – perguntou ela.
– Ela falou pra mim não ir mais atrás dela.
Holly riu e me mandou um olhar indignado.
– Você não sabe nada de mulheres, não é mesmo? Ás vezes falamos coisas que não queríamos apenas para vocês homens nos surpreender.
– Você acha que ela estava não falando serio?
Ela sorriu e chegou mais perto de mim, até nossos lábios roçarem um no outro.
– Você acha que ela estava falando serio? – perguntou ela antes de selar nossos lábios.
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PQV Dorcas Meadowes
Por que tinha que ser assim? Justo comigo? Eu amo um cara que não me ama.
Acho que vou levantar daqui antes que alguém me veja chorando desse jeito e faça aquela pergunta irritante "o que foi?". Uma garota da Grifinória passou por mim correndo e chorando. Acho que ela não me viu. Levantei e segui a garota. Ela correu até o corredor da sala que eu estava com Remus. Eles se chocaram e começaram a se falar. Eles conversaram um pouco e saíram do lugar. Sai andando para o meu Salão Comunal. Cheguei na porta bati uma vez e esperei a pergunta da águia. Demorei um pouco para responder a pergunta. Entrei no Salão sem falar com ninguém (como sempre já que minhas amigas em sua maioria era da Grifinória). Subi direto ao meu dormitório individual. Quando eu entrei em Hogwarts o numero de alunos não era exato; havia um aluno a mais (eu) por isso fiquei com um quarto só pra mim enquanto os outros alunos tinham 4 colegas de quarto. Eu bem que podia entrar em um quarto, mas quando me perguntaram, eu disse que preferia um dormitório sozinha, apenas para ter privacidade. Infelizmente, isso me privou de ter muitos amigos,
Quando entrei em meu quarto me joguei na cama e comecei a chorar. Lembranças vinham em minha mente. Todas com Remus doce e gentil como sempre.
– Olá – falou Remus tímido.
– Oi – respondi sorrindo. Não é sempre que um Maroto legal vem falar com você.
– Dorcas Meadowes, não é? Eu sou Remus Lupin, da aula de poções e História da Magia – falou ele corando. Que fofo!
– Sei quem é você.
Ele sorriu ainda tímido.
– Bom... Eu estava pensando. Você é muito legal e eu queria saber se... você não gostaria de fazer aquele trabalho de Poções comigo... sabe aquele trabalho que o professor mandou fazer com um aluno de outra Casa? Você já tem parceiro?
– Hum... Ainda não, eu adoraria fazer par com você – falei.
Essa foi a primeira vez que falei com Remus. No 6º. Para um trabalho de Poções que agente nós tiramos um Ótimo.
– Olá Dorcas. – um Remus com sorriso maroto apareceu na biblioteca.
– Oi Remus.
– Você ficou sabendo do baile, né? – perguntou ele.
– Ah, sim, eu estou ajudando nos preparativos, mas não vai demorar um pouco? Quer dizer, nós estamos no começo do inverno e o baile é só no Natal.
– É, eu sei, mas... eu queria me certificar que a pessoa que eu quero ir vai poder ir comigo no baile.
– Ah, sim – falei um pouco desanimada.
– Então, quer ir comigo ao Baile de Inverno? Como amigos, claro. Os Marotos vão também com umas garotas da Grifinória.
– Eu adoraria.
Isso foi já no 7º Ano a mais ou menos um mês, quando ele me convidou para ir ao baile.
– E se elas não gostar de mim, Remus? Sabe eu não tenho muitas amigas e... – eu falava insegura olhando para a mesa da Grifinória no Salão Principal. Mais precisamente para um ponto onde os Marotos e algumas meninas davam risadas e se divertiam no café da manhã.
– É claro que eles vão gostar, Dorcas. Você é maravilhosa – disse Remus. Sorri para ele. – Me diz uma coisa; quem não gosta de você?
Ele se aproximou do meu rosto. Dava pra sentir seus lábios roçarem nos meus, então...
– Hey Dorcas – chamou alguém. Remus parou no meio do caminho e eu olhei para ver quem me chamava. Um garoto que eu não lembrava o nome vinha em nossa direção. Ele se aproximou – olá Dorcas. Queria saber se você já tem par para o baile...
– Ela já tem – quem respondeu foi Remus. Ah, que fofo! Ele está com ciúmes!
Depois disso nós nos tornamos mais próximos, depois o namoro, a briga e agora a separação...
– Eu te amo Dorcas Meadowes, e se depender de mim ficaremos juntos para sempre.
Foi o que ele me falou em uma das tardes que namorávamos em baixo de uma arvore no jardim da escola. Pelo visto esse "amor" não era tão grande assim, pra ele ter me deixado.
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PQV Remus Lupin
UAU. Como a Holly beija bem! Quase tão bem quanto a Dorcas! Ela se afastou e sorriu pra mim.
– Está esperando o que? A Meadowes cair no seu colo? Vai atrás dela! – ela disse.
Balancei a cabeça tentando entender o que ela havia dito. Holly queria que eu fosse atrás da Dorcas? Depois desse beijão?
– Depois desse beijo? – fiz a pergunta mais imbecil que eu podia.
– Eu só te beijei porque me deu vontade. Não quero nada com você e nós dois sabemos que você ama a Dorcas e tem que ia atrás dela antes que outra pessoa vá.
– Hum... certo – nos levantamos e inesperadamente Holly me deu um selinho.
– Boa sorte Lupin – ela deu uma piscadela e saiu andando em direção ao dormitório feminino. Fiquei parado no meu lugar alguns segundos antes de subir correndo até o meu dormitório. Parei em frente ao malão de Pontas antes de começar a jogar tudo para o ar até achar o que eu precisava. Quando finalmente achei o que precisava levantei a cabeça e olhei ao redor. Estava tudo vazio e a cama de pontas estava bagunçada. Estranhei, pensei que ele e a Lily estariam aqui, mas que se dane. Peguei o Mapa do Maroto e apontei a varinha no pergaminho em branco.
– "Eu juro solenemente que não vou fazer nada de bom" – falei e o mapa começou a se abrir. Procurei com os olhos até ver um pontinho escrito "Dorcas Meadowes". Ela está em seu dormitório. Desfiz o mapa e o joguei de qualquer jeito na mala do Pontas. Sai correndo pelo Salão Comunal e desci um lance de escadas até parar na águia que eu sabia ser a passagem para entrar no Salão Comunal da Corvinal.
Bati na parede e a águia fez a pergunta. Prestei bastante atenção e respondi. A porta se abriu e eu entrei correndo. Parei o primeiro garoto que vi na minha frente. O segurei pelas vestes e descobrir ser, pra minha infelicidade, o rebatedor do time da Corvinal. Não deixei-o me intimidar com o olhar fulminante que ele me mandou nem com o tamanho dele que era o dobro do meu.
– Quero que saibas Lupin, não goste que me segurem.
– Não perguntei. Quero saber onde é o dormitório da Dorcas Meadowes – falei.
– Não sei onde é o dormitório da Meadowes e nem...
Não o deixei terminar. Empurrei-o na poltrona mais próxima e fui falar com uma garota loira que estava conversando em um grupo.
– Com licença, mas você poderiam me falar onde é o dormitório da Dorcas Meadowes?
– A Meadowes? Ela tem um dormitório sozinha, metida. Fica ali – respondeu a loira apontando pra uma escada – é a ultima porta a esquerda.
Sai correndo e no ultimo segundo lembrei que a escada viraria um escorregador. Cai pra trás e olhei irritado para a escada.
– Merda! – xinguei baixinho. Levantei e olhei para os lados. Todo mundo me olhava perplexo. De repente uma luz se acendeu na minha cabeça e sai correndo do Salão Comunal da Corvinal. Refiz o caminho que havia feito e voltei para o Salão Comunal da Grifinória. Entrei correndo sem dar atenção a ninguém e corri para o meu dormitório. Continuava vazio. De novo fui até a cama do Pontas e puxei de lá a vassoura Nimbus novinha que ele ganhara por virar capitão do time no 5º ano. Peguei também o Mapa do Maroto e coloquei no bolso.
Voltei a correr pelo Salão Comunal e deci as escadas de marmore parando apenas no hall de entrada. Me encaminhei para uma parte afasta e abri o mapa. Dorcas ainda estava no seu dormitório, no mesmo lugar que estava antes. Montei na vassoura e começei a subir olhando no mapa para ver se eu ia para o caminho certo.
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PQV Dorcas Meadoews
Resolvi que não ia mais chorar por Remus. Levantei da cama, fui até o banheiro e lavei o rosto. Arrumei meu cabelo e desamacei minhas vestes. Me olhei no espelho, estava apresentavel. Peguei um livro qualquer e deitei na minha cama para ler. Já estava tentando ler a mesma frase a uns 10 minutos quando ouvi um barrulho do lado de fora da mina janela. Parecia... UMA BATIDA! Mas quem iria bater em uma janela em uma torre no 6º andar de um castelo? Corri até a janela. (N/A: ARE esse povo é mt pressado, taah todo mundo sempre correndo ¬¬ Kcooka má escritora, nunca mais deixo voc escrever)(N/B: Fica quieta Hally, o capitulo está muito bom e se você ouvisse um barulho do lado da sua janela em uma torre no 6º de um catelo andar você também iria se assustar).
Abri a Janela devagar a janela e quase cai para trás. Remus estava montado em uma vassoura e sorria pra mim. Ele fez sinal pra mim abrir mais a janela e eu o fiz. Ele passou por mim e parou do lado da cama. Ele sorriu amarelo pra mim e eu arqueei uma sombracelha.
Ele parecia um pouco mais cançado do que o normal. A rosto dele estava com expressão de quem não sabia o que falar. Seus olhos mel vagavam meu quarto a procura de palavras. Ele abriu a boca para falar, mas mudou de ideia. Ele passou a mão pelos cabelos em sinal de puro nervosismo e abriu a boca para falar de novo e mesmo falando parecia hesitante e nervoso.
– Dorcas, me desculpe, eu não queria terminar com você é só que... eu... Dorcas eu te amo e eu quero ficar com você para... eu quero ficar com você Dorcas. E-eu... eu... eu te amo Dorcas, eu te amo muito e quero você de volta pra mim, comigo, nos meu braços e mais ninguém – ele disse num fôlego só. Atravessou o quarto e se ajoelhou na minha frente. – Dorcas Meadowes você quer voltar a namorar comigo?
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PQV Remus Lupin
Até ali o plano estava saindo como o desejado. Eu havia conseguido chegar no quarto de Dorcas, entrei e agora nos encarávamos, mas por que eu não conseguia falar? E por que de repente olhos mel não deixa minha cabaça? Desde quando uma simples quintanista meche tanto com a minha cabeça por causa de um simples beijo? Não é querendo me gabar, mas eu já beijei muitas garotas, não tanto quanto Sirius e Tiago, mas um numero considerável. Mas como agora uma simples garota pode entrar na minha cabeça e fazer toda essa bagunça por um simples beijo? Mas eu sei qual é a verdade. A verdade é que o jeito de criança e jeito de divertido e inseguro de Holly havia me encantado, simplesmente por ela ser... ela. E depois daquele beijo ela não sai da minha cabeça. Bem na hora que eu tenho que falar pra garota que eu amo que eu quero voltar com ela.
Quer mesmo?
Remus Joan Lupin, eu te proíbo de pensar assim! Você ama a Dorcas e está aonde está para voltar com ela. E não pode falhar. Abri a boca para falar, mas desisti. Voltei a abrir a boca, mas minha voz estava nervosa e hesitante.
– Dorcas, me desculpe, eu não queria terminar com você é só que... eu... Dorcas eu te amo e eu quero ficar com você para – parei um pouco para pensar. Eu quero me amarar com uma garota aos 17 anos? Claro que sim! – eu quero ficar com você Dorcas. E-eu... eu... eu te amo Dorcas, eu te amo muito e quero você de volta pra mim, comigo, nos meu braços e mais ninguém – disse num fôlego só. Atravessei o quarto e me ajoelhei na frente dela – Dorcas Meadowes você quer voltar a namorar comigo?
– Oh, Remus, é claro que eu quero, nunca quis terminar – me levantei e sorri para ela.
...
Passamos o resto do dia namorado debaixo de uma arvore no jardim (N/A: Alguém ai lembra da Lene comentando do amasso que eles estavam em baixo da arvore?) quando a noite caiu falei que ia voltar para o meu dormitório, mas ela insistiu que eu ficasse com ela no dormitório dela. Concordei com a idéia e subi de vassoura até lá. Passamos a noite juntos (não pensem besteiras, nós não fizemos nada, apenas dormimos).
Acordei de manhã, me arrumei no quarto dela mesmo e descemos para o Salão Principal. Todos já estavam na mesa tomando café, menos Lily e Tiago.
– Oi gente – cumprimentou Dorcas feliz. Nos sentamos.
– Bom dia.
– Bom dia lobinho, passou a noite onde? – Sirius inconveniente como sempre perguntou.
– Você estava no dormitório? – perguntei. Ele corou e eu sorri – então isso não é do seu interesse.
Ele fechou a cara.
– Eu dormi no meu dormitório hoje – comentou Dorcas, como quem não quer nada.
– Sozinha? – perguntou Sirius.
– Não, Sirius.
– Aha, com quem?
– Tenho cinco companheiras de quarto, Sirius – respondeu ela. Segurei o riso ao ver a cara desapontada de Sirius.
– Me importo com a virtude vocês – falou ele.
– Quem é você pra falar de virtude Sirius Black? – se manifestou Marlene pela primeira desde que cheguei na mesa.
– Ah, é verdade, já ia quase me esquecendo – falou ele. Marlene corou.
– E a Lily e o Tiago, onde estão? – perguntou Dorcas.
– Não sabemos, estamos aqui um tempão e eles ainda não aparecera – respondeu Frank.
– E a Lily não passou a noite no dormitório – falou Alice.
– Nem o Tiago – aumentou Frank novamente.
– Não os vi na Sala precisa – comentou Sirius pensativo.
– Então onde eles estão? – perguntei. Todos fizeram caras pensativas.
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N/A: E ai gente blz? Quem escreveu esse cap foi a minha Linda Kcoollyn Cristina (qee detesta esse nome). Quem gostou levanta a mão \o/|\o/|\o/|\o/|\o/|\o/|\o/|\o/|\o/|\o/
Eu tbm gostei Kcookinha, ficou mt legal msm.
Vamos falar do cap
GENTE ONDE SERÁ Q SE ENCONTRA TIAGO "PONTAS" POTTER E LÍLIAN "CERTINHA" EVANS? MEU DEUS, ELES SUMIRAM, vou colocar uma plaquinha de procurados nas fotos deles...
Querem pistas? Não foi no dormitório feminino nem masculino, sala precisa tbm não foi. Foi dentro dos terrenos da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, mas não foi dentro do castelo. Alguém sabem onde foi? Quem mandar o primeiro Review eu vou dar mais uma pista.
Ou vocês podem ficar com o poder da duvida
Carollyn Potter vlw por esperar... Beijão linda
E um vlw especial por quem coloco a fic nos favoritos e/ou quem colocou no alerta
Briagadão
Bjaão para todos
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D. Hally Black e Kcooka Potter
