Disclaimer: Nada na série Supernatural me pertence. Essa fic não tens fins lucrativos.
Título: I'll do what I can!
Casal: Dean X Sam
Beta: No. A ousadia é toda minha, assim como os erros.
Spoiler: Final do episódio7×13 – The Slice Girls
Summary: Depois dos acontecimentos envolvendo Emma, Dean parece estar perdido, afundado em sofrimento, se afastando cada vez mais de Sam.
Avisos: HOXHO - Sacou? Não? Olha só o casal.
Ops: Two Boys? Yeh!
Tem mais: Oh! Meu Deus! Eles são irmãos?
É isso aí! É o tal do Wincest! Entendeu? Que bom. Se você gosta, divirta-se. Se não conhece e tá a fim de experimentar, fique a vontade...
Olha, a verdade é que a gente que escreve vive pedindo review, ao mesmo tempo que fica avisando que o gênero é esse ou aquele, e portanto estejam avisados pra não encher o saco se ficarem chocados e blablabla.
Andei pensando e cheguei a conclusão de que isso é contraditório. Se a gente quer review e você, apesar dos avisos resolveu ler, é sinal que quer conhecer, certo? Talvez você goste, talvez não, mas como leitor você tem o direito de expressar sua opinião, então...eu aceito qualquer opinião ou crítica que quiser fazer, até por que se eu não quiser ouvir os motivos que te fazem detestar o gênero ou o casal ou o estilo, ou seja lá o que for que você por ventura venha a não gostar, vou perder a oportunidade de argumentar e quem sabe te trazer pro lado slash da força. kkkk
Então é isso, manda bala nas reviews que eu sou toda orelhas pra vocês. Só não vou aceitar falta de educação, falou?
Outra coisa, a pegação começou e é forte pra caramba, tá?
Se quiser curtir, fique à vontade.
Pra quem já curti, divirta-se!
DWXSW
E Dean o beijou. Beijou por que o amava, por que só restavam eles dois, por que eram um do outro e sempre seriam. Por que foi o certo a fazer, por que não tinham ninguém, por que Sam estava com medo de perdê-lo e ele queria fazer com que acreditasse quando lhe dizia que não iria embora nunca. Nunca o deixaria para trás e nem se perderia dele. Beijou-o por que Sam era dele assim como ele era de Sam.
Dean o beijou com lábios, língua e dentes. Beijos molhados, apertados, exigentes, desencontrados. Mordeu seu lábio, chupou sua língua, lambeu o canto de sua boca. Desesperado, sedento.
"Que porra eu tô fazendo?"
_Sammy, Sammy...a gente não pode...
Ainda tentou falar com o irmão, se afastar dele, mas quando tentou se levantar, Sam se remexeu embaixo dele e beijou seu pescoço, mordiscou sua orelha e correu as mãos enormes pelas suas costas, até suas coxas, subindo pela sua bunda e apertando. Qualquer conceito de errado, qualquer resto de consciência que ele ainda pudesse ter simplesmente saiu pela sua boca junto com o gemido alto que ele soltou.
Seu último pensamento sobre o errado de estar deitado no chão de um quarto de motel se esfregando contra o corpo delicioso do seu irmão caçula evaporou, quando Sam o abraçou com mais força e falou contra seu ouvido.
_Não Dean, não me deixa...
Dean mordeu seu pescoço, enfiando a mão por baixo de sua blusa, apertando sua cintura.
_Sammy, Sammy...
Dean puxou sua jaqueta atirando-a longe, voltou a se deitar sobre ele, a mão correndo pelo seu corpo, sua cintura, seu ventre, seu peito. Por um instante estranhando a dureza da carne, sentindo o ondular dos músculos sob o toque dos seus dedos. Querendo ver a pele que tocava, puxou a camiseta com rudeza, expondo o tórax, puxou a peça sem cuidado pela sua cabeça, desarrumando os cabelos já a muito bagunçados.
Ergueu-se um pouco para vê-lo, tocou seu baixo ventre, acariciou os pêlos em volta do umbigo, viu a ondulação da musculatura que se contraiu sob seu toque, a penugem sobre suas costelas se arrepiando, seus mamilos enrijecendo. Tocá-lo daquele jeito era tão inusitado, tão embriagador. Baixou a boca sobre um mamilo sem tocá-lo, só respirando forte sobre sua pele e Sam se contorceu todo em antecipação. Dean projetou a ponta da língua num toque tão sutil que quase não poderia ser sentido. Roçou de leve e Sam gemeu. O som lhe atraiu e ele olhou-o nos olhos e o lambeu ali de novo, dessa vez com mais presença. Sam gemeu pra ele com a boca aberta, a cabeça levantada e os olhos pregados em sua boca.
Dean se espantou com o som, a voz de Sam nunca tinha chegado aos seus ouvidos naquele tom, gostou de ouvir ele gemer e gostou ainda mais de ouvir seu nome naquele mesmo tom, que era totalmente inédito para ele.
_Ah! Dean!
Dean envolveu o mamilo com os lábios e chupou, a língua ajudando na sucção, surpreso e excitado com a sensação tão diferente de sugar um seio. Nada da maciez da carne envolta do mamilo, só a textura deliciosa da pele sobre os músculos rijos. A própria dureza da musculatura tensa trazendo uma sensação de prazer a mais. Lambeu toda a extensão e depois mordeu, roçou os dentes na carne do peitoral forte, apertou entre os dedos, desceu a boca novamente até bico arrepiado chupando com sofreguidão, com desespero, mordendo e lambendo, querendo devorá-lo todo. Suas mãos correram pelo corpo dele, apertando, beliscando, acariciando sua cintura, seu ventre, subiu pelas laterais, acarinhando as costelas, passando pelo plexo solar, as axilas. A boca seguia o mesmo caminho, deixando um rastro de saliva na pele suada. Mordeu-o na cintura, sobre as costelas, sentiu o gosto maravilhoso da pela, passou os dentes pelo plexo solar fazendo ele se contorcer e rir, um som delicioso. Alguma coisa entre um gemido de desejo, um riso de felicidade e um resfolegar de prazer, que fez Dean rir também acompanhando-o. Passou as mãos pela parte interna de seus braços puxando-os para cima, obrigando-o a ficar no lugar enquanto voltava a sugar seu mamilo. Estava enlouquecido com a sensação deliciosa que era manter o biquinho na boca sugando com força, enquanto Sam se contorcia e se empinava se oferecendo desesperado para ele.
Gemendo gostoso.
Longos, profundos e arfantes gemidos enlouquecedores.
Dean passou para o outro mamilo, lambendo a pele do peito dele pelo caminho. Chupou e lambeu, mordeu e assoprou até Sam balbuciar desconexo e enfiar as mãos nos seus cabelos implorando para ser beijado novamente.
Beijaram-se lambendo e mordendo a boca um do outro, todo dentes e saliva. Sam correu as mãos pela lateral do seu corpo e puxou a barra da camiseta arrancando-a sem cuidados. Correu novamente as mãos por suas costas e apertou suas nádegas, puxando seu quadril, se atritando com força. Enfiou a mão pelo vão apertado dos seus corpos e o tocou lá no meio, no volume duro sob o jeans.
_Tira Dean...
Dean gemeu com o toque e se empurrou um pouco contra a mão dele, meteu sua própria mão ali, ainda se esfregando contra a palma da mão de Sam, finalmente virou o corpo meio de lado, abriu o botão e puxou o ziper da calça, fez o mesmo com o jeans que o irmão vestia, mas não conseguiu se controlar o bastante para tirar a peça. Teve que tocá-lo ali também, enfiou a mão por dentro do jeans. Sentindo o quanto era estranho tocar outro homem daquela forma. Era tudo estranho, o volume, a dureza, nada da maciez úmida que eram as dobras do corpo de uma mulher. Tão diferente, tão excitante, os gemidos que o toque provocava, a sensação da pele quente por baixo do tecido fino da cueca. Envolveu a cabeça do pênis e esfregou o polegar na ponta, sentiu a umidade que já extravasava pelo tecido, ouviu Sam gemer com mais intensidade, olhou para ele curioso e esfregou novamente o polegar, bebendo de sua expressão ansiosa e se deliciando com os sons da sua boca entreaberta. Esfregou toda a extensão do pênis de Sam, gostando-estranhando-assustando com o prazer que era masturbar outro homem, esfregando assim meio sem jeito, meio desesperado, quente e trêmulo. A cabeça rodando, o ar faltando, o estômago dando cambalhotas. A delícia e a loucura que era afagar a carne dura, vendo Sam gemer e se contorcer sob seu comando.
Seu irmão.
Pulsando teso, grosso e quente dentro da palma da sua mão.
Pôs a boca no seu ouvido e falou
_Sammy, tá tão duro...
_Porra Dean, tira logo...
Dean riu um riso nervoso e o apertou com mais vontade, lambendo a região sensível atrás de sua orelha. Pensamentos loucos corriam por sua cabeça. Ele se espantava com o quão nervoso e excitado ele estava por tocar Sam daquela forma. Jamais poderia imaginar que sentiria prazer em tocar outro pênis que não o seu próprio, que punhetar um cara podia ser tão gostoso. Era espantoso, mas ele estava mesmo sentindo um prazer danado por masturbar Sam e fazê-lo gemer. Ainda mais surpreendente foi o pensamento de que o pau dele era uma delícia, grande, grosso e duro e ele não via a hora de por olhos nele.
_Que grande Sammy...eu não sabia que você era assim...inteiro grande...
Sam pôs a mão sobre a mão dele e ajudou na esfregação, olhando dentro dos seus olhos enquanto gemia e lambia os lábios.
_Cara...tá me deixando louco de tesão...
Dean esfregou mais um pouco sem despregar os olhos dele antes de subir a mão e puxar o jeans pela lateral. Sam ergueu o quadril para facilitar enquanto puxava ele mesmo as próprias calças. Sam conseguiu descer as calças e a peça íntima até pouco abaixo dos quadris, voltou para o jeans do irmão, puxando e empurrando com as mãos nervosas até libertar seu pênis igualmente intumescido. Puxou-o pelo quadril novamente por sobre seu corpo apertando os lábios, o tronco elevado do chão, os olhos pregados no ninho de pêlos louros e no sexo intumescido de Dean, envolveu-os com uma mão esfregando suas ereções, se remexendo embaixo dele e puxando Dean com a outra.
O prazer foi imenso. Ficaram assim se esfregando, as calças enroscadas lá pelo meio das pernas de ambos, Sam ergueu os olhos encarando Dean, prendendo-o com o olhar.
Respirava em sopros rápidos pelo nariz, as bochechas coradas, os lábios apertados, as sobrancelhas arqueadas, uma mão na nádega de Dean apertando, puxando, e a outra atritando seu sexo com o dele, num movimento frenético. Dean ondulava os quadris se esfregando desavergonhadamente nele e gemia.
_Sammy, ahnn!
Dean estava quase, naquele ritmo não ia conseguir segurar, ia gozar logo, soltou o peso do corpo sobre Sam, ondulando o quadril, atritando com mais força, avançou contra seus lábios cerrados tentado beijá-lo.
_Abre a boca! – ordenou e Sam entreabriu os lábios, Dean beijou-o com força, machucando, mordendo sua boca. Sam gemeu. Dean enlouqueceu com o som, pôs a boca no ouvido, enfiou a língua, lambeu e chupou o lóbulo da sua orelha.
_Geme Sam...você geme tão gostoso...
_Ahhh Dean... – Sam se soltou, gemendo sem vergonha nenhuma, virou a cabeça oferecendo o pescoço.
_Me morde Dean...morde...ahhh que delícia...
Dean mordeu seu pescoço, arranhou os dentes pelo lateral, mordiscou a linha do seu maxilar, mordeu seu queixo, Sam gemia e pedia para ele morder e chupar, uma mão correndo pelas suas costas apertando a carne com força e outra na sua nuca. Puxando-o pra si, movimentou o ombro e trouxe cabeça de Dean contra aquela região .
_Me morde aqui...ahhh...aí...isso morde...ahhh...Dean...assim...
_Porra Sammy, que delícia você...
_Me aperta ...- pos a mão de Dean na sua coxa e pediu de novo..._ me morde com força...ahhh..
Dean estava alucinando com o jeito de Sam, não podia imaginar que ele era tão vocal assim na hora do sexo, vocal e exigente, pedia para ser beijado, mordido, gemia e arranhava. Sam pôs as mãos na face de Dean forçando-o a olhar pra ele enquanto falava.
_Ah! ...puta merda que tesão, Dean... – remexeu-se todo embaixo dele _...chupa minha língua...- Sam pediu pondo a língua pra fora e Dean chupou com vontade.
Dean partiu o beijo sem conseguir respirar, estava no limite.
_Porra Sammy, assim eu gozo...- falou dando uma esfregada mais intensa.
_Não! Assim não ...espera...- Sam pôs a mão no peito de Dean e o empurrou com força, Dean não entendeu e ainda tentou voltar a se deitar sobre Sam, mas ele o empurrou novamente, se sentando, puxando as calças e atirando-as longe, voltou a se deitar com os joelhos flexionados.
Sam sentiu vergonha pelo que estava fazendo, ia fazer e pelo que ia pedir, mas simplesmente não estava agüentando mais e queria ter Dean de qualquer jeito. Aquele desespero todo de perdê-lo, a delícia daqueles toques, a felicidade de estar em seus braços, de beijá-lo, abraçá-lo, de sentir que ele também estava ali de corpo e alma, e estava feliz por tê-lo, trouxe um novo nível de compreensão sobre os seus sentimentos.
Sam precisava de Dean de todas as formas que alguém podia precisar de outro ser humano, amava-o de todas as formas que alguém podia amar a outro ser humano e isso era claro como cristal para ele, não havia dúvidas no seu coração e seu corpo ansiava por ele. Queria prendê-lo junto a si, garantir que ele não fosse nunca mais para longe. O fantasma da perda, o desespero da impotência, do abandono, cada minuto de angustia e sofrimento passado nos últimos tempos sendo lavado de sua alma pela sensação do corpo dele junto ao seu corpo, pelos seus beijos, pelo seu carinho, pelos gemidos.
Dean puxou o jeans se livrando das calças, ficando completamente nu, assim como Sam. Sentou-se sobre os calcanhares, entre as pernas de Sam, e levou uma fração de segundo para entender o que estava prestes a acontecer. Simplesmente esqueceu como respirar quando viu Sam dobrar os joelhos em direção ao corpo, ao mesmo tempo em que juntava uma grande quantidade de saliva na boca e entre os lábios. Sam estava todo aberto na sua frente, via-o como nunca tinha visto antes. As bolas apertadas junto ao corpo, a pele dos seus testículos arrepiada, o pênis grosso e intumescido, duro sobre o abdômen, a pele esticada e brilhante, a cabeça vermelha de onde escorria um fio de líquido viscoso.
Engoliu em seco quando Sam levou os dedos até a boca e colheu a saliva com os dedos. Seu coração quase parou de bater quando ele levou os dedos lá embaixo e esfregou, lubrificando seu ânus, voltou a colher sua própria saliva e repetiu o gesto. Dean não conseguia se mexer, nem despregar os olhos do corpo de Sam, hipnotizado pelo ponto onde a saliva brilhava, as nádegas brancas, abertas, os pêlos sedosos rodeando o orifício rosado como uma auréola. Passeou os olhos pelo fio de saliva que escorria entre as nádegas, voltando ao centro do corpo dele, soprou entre os dentes sibilando quando Sam repetiu o gesto de molhar os dedos na boca, mas dessa vez esfregou-os na cabeça do pênis de Dean.
_Vem Dean – Sam falou, tocando-o nos quadris e puxando sutilmente.
_Sammy...eu...
_Você não quer? –Sam perguntou com urgência e Dean percebeu que ele tremia e também estava com medo. Acariciou suas coxas subindo e descendo as mãos, dobrou-se sobre seu corpo sem tocá-lo, apoiando as mãos no chão na lateral do seu corpo, encostando sua testa na dele..
_Porra se eu quero!
Sam o abraçou e acariciou de leve suas costas fazendo-o arrepiar-se.
_Então vem logo...eu quero agora...
Dean desceu o corpo sobre o dele, segurou o pênis com uma mão encostando contra seu corpo. Sam retesou os músculos em antecipação, mas Dean não se moveu, apenas o beijou intensamente, voltou a mordiscar seus lábios enquanto roçava a glande contra sua entrada, sem forçar, balançando o corpo suavemente sobre ele para trás e para frente, beijava-lhe hora a boca, hora o queixo ou o nariz, enquanto a cabeça do pênis roçava no seu ânus e se afastava, para voltar a roçar novamente. Sam voltou a gemer embaixo dele enquanto corria as mãos por suas costas, até escorregar pelas suas nádegas acariciando. Dean mordeu toda a linha do seu maxilar, até sua orelha, roçou o nariz ali e aspirou fundo. Aquilo tudo era uma loucura. Uma loucura deliciosa.
_Você tem um cheiro tão bom Sam...- beijou-o ali, mordiscou seu pescoço, chupou a junção com o ombro, voltou para sua boca pontuando todo o caminho com pequenos beijos de boca aberta. Lambeu seus lábios e depois mordeu, acariciou seu rosto, distribuindo beijos pela sua face, sua bochecha, seus olhos. Pôs a boca no seu ouvido de novo e falou coisas que aquela altura já sabia que excitavam Sam.
_Você é gostoso demais... eu quero te comer inteiro...
Sam gemeu desesperado, sentia apenas a ponta do membro de Dean roçar suave contra aquele ponto do seu corpo que esquentava cada vez mais a cada toque sutil. Estava mesmo pegando fogo lá embaixo, sentia que estava pulsando. Não sabia que podia se sentir assim naquela parte do corpo. Seu corpo ardia de tão excitado e seu pênis abandonado chegava a doer de tanto tesão, a falta de contato lá embaixo o estava deixando louco.
_Dean! – gemeu e o puxou apertando sua bunda e tentando erguer o quadril contra ele.
_Nossa Sam...que fogo!
_Caralho Dean, anda logo...não agüento...
Dean riu e mordeu ele de novo.
_Eu vou te comer Sam...- se remexeu um pouco e se forçou contra o corpo do irmão, olhando-o nos olhos –... eu vou meter bem aqui – disse enquanto repetia o movimento sugestivo- ...você quer Sam? ...hum? quer sentir...hum?...aqui?...bem dentro?
Enquanto falava ia se forçando aos poucos para dentro do corpo de Sam, que enterrava os dedos no seu quadril, a boca aberta, gemendo, os olhos grudados nos olhos de Dean, sem conseguir articular nenhuma palavra.
Dean se forçou mais um pouco sentindo a resistência do corpo do outro que arfava. Por um momento pareceu que não ia entrar, mas com um pouco mais de força a cabeça escorregou para dentro, ultrapassando a resistência do esfíncter. Sam gemeu de dor e se encolheu, Dean passou os braços por baixo dele e o estreitou, mantendo-se imóvel, enquanto falava baixinho no seu ouvido e distribuía beijos e chupões por seu pescoço.
_Relaxa, Sam.
Mais beijos e caricias.
_Tá doendo muito? – perguntou arfante
_Ahh!...dói pra caralho...- Sam gemeu com os olhos fechados
_Quer parar... Sam? – Dean perguntou olhando para ele, mas sem saber se conseguiria parar realmente se ele pedisse.
_Não porra...só espera...um pouco...- Sam respondeu ofegante, se remexendo um pouco – ...é muito grande...
Dean mordeu seu ombro fazendo Sam gemer de novo, aproveitou o momento e escorregou a mão para o ventre de Sam e de lá para seu pênis, ainda sem aprofundar a penetração, descolando seu peito do dele para dar espaço, começou a masturbá-lo novamente enquanto continuava falando deliciosas indecências com a testa colada na dele.
_Tão gostoso você...apertado...
Beijava-o e masturbava num ritmo firme mas suave, dando menos do que ele precisava.
_Ai Sammy...que rabo apertado ...tão quentinho...
Acelerou a mão, mas não intensificou a pegada, Sam estava começando a se descontrolar novamente, as palmas das mãos enormes apertando a carne da bunda de Dean, puxando de leve contra si. A masturbação leve fazendo com que ele se esquecesse da dor, os beijos quentes e as palavras indecentes fazendo o corpo dele pegar fogo, a ardência lá embaixo onde a carne se abria para recebê-lo transformando-se num ardido gostoso.
_Ahnn Dean, põe mais...põe!
_Assim Sam...? você quer...hum...quer?
Dean parou de tocá-lo, deitou-se sobre ele, sem deixar de beijá-lo e falar com ele.
_Sammy, você é lindo...lindo...meu Deus...que delícia que você é...
Dean se forçou um pouco mais dentro dele, entrando um pouquinho e recuando um pouquinho, para voltar a penetrá-lo mais um tanto, se aprofundando devagar num suave movimento de vai e vem.
Aos poucos a dor fina foi indo embora ficando só a sensação de ardência que foi se transformando em prazer. A sensação era absolutamente nova. Sam não podia imaginar o prazer que poderia sentir ao ser penetrado assim, seu corpo se abrindo, a esfregação quente que o pênis provocava no seu ânus gerando um calor ardido delicioso, calor que se espalhava pela região, pelo seu pênis, arrepiando seus testículos, contraindo seus músculos, alucinando seus sentidos.
Totalmente tomado pelo prazer proporcionado por Dean entrando e saindo de dentro dele, Sam começou a se forçar contra o irmão, as mãos correndo pelas costas puxando-o contra si, a boca aberta tentando respirar enquanto seu corpo era tomado por sensações que ele não sabia que existiam.
_Dean...ahnnn...meu Deus, Dean...
Dean se movimentava com firmeza entrando e saindo, recuando quase até sair totalmente de dentro dele para voltar a estocar com força, totalmente preso entre as pernas longas de Sam, suas mãos correndo sôfregas pelo corpo dele, por suas coxas grossas, puxando, arranhando, mordendo seu rosto, seu pescoço, sua boca, lambedo seu suor.
Sam se retorcia e gemia, as mãos puxando Dean, apertando sua bunda, sua coxa. Sam ergueu a cabeça e mordeu Dean no ombro com força fazendo Dean gemer, mordeu o próprio lábio para se impedir de mordê-lo de novo e arrancar um pedaço, com a mão na sua nuca puxou sua cabeça fazendo Dean olhar para ele.
_Eu quero te morder Dean, quero um pedaço de você...- Sam estava alucinado, esticou a língua e lambeu uma gota de suor que escorria por sua têmpora, lambeu até sua bochecha, lambeu sua boca, quando Dean tentou beijá-lo, lambeu seus lábios, seu queixo, puxou sua cabeça contra seu ombro, enrolou as pernas na sua cintura, escorregou o braço pelas suas costas, levou a mão na sua bunda, puxou-o com força pra dentro de si.
_Ahnn...peloamordeDeus...mete com força...isso...bem forte...eu quero... me fode com força...porra que gostoso!
_Me morde Sam... pode morder...ai que delícia...
_Eu te quero...te quero tanto...
_Sammy...
_Você é meu Dean?...humm... é?...eu sou seu...você sabe que eu sou seu...anhnn, Dee?
_Meu...Sammy...meu!
_Deeannn...ahnnn...ahnnn!
_Tá gostoso Sam...assim...hum, tá?
_Tá...tá gostoso demais...ahhnnnn!
Dean imprimia um ritmo frenético sentindo arrepios correr por seu corpo todo enquanto Sam pendurado em seu pescoço, forçava o corpo pra cima e cravava os dentes sem dó na sua nuca, ombros e pescoço, deixando a pele branca e sardenta de Dean toda marcada de dentes e chupões, provas de seu amor desesperado.
Dean se sentia drogado, aspirando todos os cheiros que seus corpos exalavam. O cheiro da pele de Sam, da sua saliva, dos seus cabelos e da sua boca. A mistura almiscarada do seu cheiro secreto com o cheiro do seu sexo e do seu suor invadindo seus sentidos, levando-o para um mundo onde só havia aquele corpo quente e forte, exigente e apertado. O mundo resumia-se a Sam e seu corpo se rebolando contra ele, gemendo e pedindo mais. Pedindo por beijos e mordidas, pedindo por abraços, se entregando completamente, lindo, tão forte e tão submisso.
_Sam... tá me deixando louco...porra cara...que delícia...você é uma delícia, sabia?
Dean se remexeu agarrando Sam pela cintura e forçando o quadril dele pra cima penetrando com força, Sam gritou e Dean sentiu seu corpo todo tremer como se tivesse levado um choque, empurrou Sam para o chão e o olhou.
_Sammy...
_Dean... tão bom...aimeuDeus...faz de novo...
Dean mexeu o quadril de novo e meteu com força no mesmo ângulo, Sam jogou a cabeça para trás revirando os olhos e gritando de prazer.
_Assim, Sam... hum?
Sam não conseguia falar direito, apertando os lábios e gemendo.
_Gostoso...ahnnnn...faz...mais ...
Dean se apoio nos antebraços e meteu com força, enquanto Sam com as pernas rodeadas em sua cintura gemia e choramingava de prazer, puxando Dean pela coxa. Levou a mão ao próprio pênis numa masturbação frenética enquanto se erguia contra o corpo de Dean que tremia tentando se controlar para não se acabar dentro de Sam.
_Dean...eu vou...Dee..ahh..eu vou gozar Dean...
Dean se empenhou ainda mais, as mãos nas dobras dos joelhos de Sam forçando sua bunda para cima, olhando seu pau escorregar rápido para dentro das pregas da carne rosada de Sam, uma visão erótica, indecente, alucinante. Enquanto uma mão de Sam se masturbava num ritmo rápido, a outra mão agarrava Dean pelo antebraço, enfiando os dedos longos na carne branca, deixando marcas roxas que ficariam visíveis por dias.
_Dean...Dean..
Sam chamava por ele enquanto seu corpo estremecia sacudido pelo violento orgasmo que o acometeu, jorrando seu sêmen sobre o próprio abdômen. Dean se afundou nele mais uma vez, deitando o corpo entre seus braços e suas pernas, passando as mãos por baixo de seus ombros, o puxando contra si, sentindo o corpo dele se apertar convulsionando ainda nos espasmos finais do prazer enquanto Dean se desfazia dentro dele com mais uma, duas, três estocadas profundas.
O prazer escapando dele em ondas tão intensas que o deixaram sem ar, sem consciência de si mesmo, e junto com o prazer escaparam as palavras que nunca tinha dito nesses momentos, nunca. Para mulher nenhuma, por mais intenso que fosse sua união.
_Eu te amo, Sam!
Ficaram assim, abraçados, Dean deitado sobre Sam, com o rosto enterrado na curva do seu pescoço, seu corpo ainda dentro dele.
Sam não ousava se mexer, mantinha Dean preso entre seus braços e pernas, se pudesse ficaria assim para sempre.
Temia o momento em que Dean se apartasse dele, temia o que veria no seu rosto quando a realidade finalmente os atingisse.
Temia que as palavras que ele tinha dito, fossem apenas palavras vazias, impulsionadas pelo momento de prazer intenso. Aquele "eu te amo" era tudo que ele queria ouvir, queria olhar nos olhos de seu irmão e queria pedir pra ele repetir, mas tinha medo, então ficou apenas imóvel, esperando.
Quase praguejou quando num movimento involuntário seu corpo expulsou-o para fora de si. Como se fosse a deixa que esperava, Dean rolou para o lado saindo do seu abraço e ficou deitado de barriga para cima, com os fechados respirando profundamente.
Sam não se atreveu se quer a olhar para ele, ficou ali pensando no que deveria fazer. Levantar e se enfiar no banheiro? Falar alguma coisa? Mais o que?
Ficou ali imóvel, os olhos fechados, pensativo. Ficaram assim lado a lado em silêncio por longos minutos, até que Dean virou sobre o ombro deitando de lado, de frente para Sam.
Dean também pensava.
Corria os olhos pela fisionomia tensa de Sam, pelo seu corpo marcado pelos seus beijos e mordidas, seus cabelos úmidos de suor, pensando em como ele devia estar se sentindo desesperado para tê-lo seduzido daquele jeito e em como ele próprio também estava se sentindo abandonado, sozinho, perdido, sem esperanças para se permitir seduzir. O quanto eles eram doentes, loucos, com a cabeça ferrada para se deixarem levar por aquele caminho.
Dean percebeu que Sam esperava por ele, era ele que daria a medida do que estava por vir. Poderia fazer um inferno com aquilo, surtar e fazer Sam surtar junto, porque vamos lá, foder o seu irmão caçula até ele gritar de prazer não tinha nada de normal. Ou poderia simplesmente assumir que eles eram loucos mesmo, obscenos, doentes, pervertidos ou qualquer porra de adjetivo que as pessoas normais podiam inventar para descrevê-los, não importava. Eles não eram normais, nada nunca em suas vidas foi normal.
Rapidamente chegou a conclusão que normal mesmo pra eles era estarem ali nos braços um do outro, porque só eles se entendiam, sabiam o que tinham passado, sabiam a extensão da dor que o outro carregava. Só ele podia consolar Sam porque sabia dos seus pesadelos, dos seus medos, das suas fraquezas, do tanto que ele já tinha sofrido física e mentalmente e só Sam podia consolá-lo. Só confiavam um no outro, em ninguém mais.
Mesmo Bobby e Castiel, que eram o mais próximo de uma família que eles tinham, não significavam para ele o que Sam significava e ele sabia que seu irmão sentia o mesmo.
Além do que, não tinha sobrado mais ninguém, essa que era a verdade. Chegou a surpreender-se em como aquilo não tinha acontecido antes. Era tão certo, eram feitos um para o outro, moldados em suor, lágrimas, sal, chumbo e sangue. E a verdade é que se amavam.
Intensamente.
Dean virou o corpo para ele apoiando a cabeça na mão, sorrindo de leve e Sam percebeu que ele estava nervoso.
_Hei Sam! Você vai surtar ou alguma coisa assim?
_Oque? Surtar?
_É! Você sabe! Por causa da gente? - completou meio sem graça.
Aquilo era novo, Dean sem graça por ter feito sexo. Bom, ter feito sexo com o irmão talvez justifique você ficar sem graça. Sam pensava enquanto olhava para ele.
_Você vai? –Sam devolveu a pergunta.
Dean abaixou o rosto sobre ele e o beijou.
_Não, de jeito nenhum!
Sam virou-se para ele, ficando cara a cara com o irmão.
_ Dean, eu não vou surtar porra nenhuma. Eu quis!
_Eu também, Sammy...
_Eu te amo, Dean . – Sam falou fazendo um carinho no rosto dele e completou _Eu sei que isso é estranho pra caralho - mordeu o lábio, baixou os olhos, respirou fundo e olhou para ele novamente, riu sem graça e revirou os olhos tentando disfarçar o embaraço _ Eu sei que isso é uma merda cara... mas eu acho que eu sou assim...sabe... meio que apaixonado por você...sei lá...não entendo, mas ...acho que é isso! – deu de ombros como se não fosse importante, mas era. Era a coisa mais importante da sua vida.
_...você sabe que eu te amo, você é meu irmão, meu amigo, sempre cuidou de mim e... porra...eu tô me sentindo meio idiota aqui falando essas coisas para você... – completou sorrindo completamente envergonhado.
Pronto, estava dito.
Esquisito, errado, obsceno, mas era isso. Estava dito e consumado.
Dean ficou olhando para Sam longamente que apenas enfrentou seu olhar, esperando com paciência pelo próximo passo.
O próximo passo de Dean foi abaixar-se sobre ele e beijá-lo de novo, dessa vez com paixão, com língua, com saliva e com dentes, fazendo Sam pensar que podia muito bem se acostumar a ser beijado desse jeito, comtodo esse desejo. Um beijo nada casto que não tinha nada de arrependimento.
- Eu te amo também Sam. Te amo demais.
Aquilo era bom e era certo. Beijaram-se longamente, Sam acariciando os cabelos curtos da nuca de Dean, Dean passeando a mão sobre sua barriga, esfregando a palma contra o sêmen de Sam, espalhando a umidade por todo seu abdômen, enroscando os dedos nos pêlos pubianos, descendo os dedos pela virilha dele, envolvendo as bolas com a mão, massageando devagar.
Separaram-se e Dean o olhou segurando o sorriso.
_Que bom que você não surtou Sam...
_Ah é? Por que? – Sam perguntou sorrindo também, fazendo carinho no seu rosto.
_Por que eu quero fazer de novo!
Sam soltou uma gargalhada.
_ Porra Dean, você é tarado mesmo!
Riram juntos.
_Dean, e agora, como vai ser? –Sam perguntou, querendo deixar clara a situação deles.
_Vai ser como sempre foi Sammy...nós dois juntos.
_Eu sei, mas ...o que você acha que vai acontecer?
_Nao sei, Sam. Acho que a gente vai continuar na estrada, caçando, até descobrir uma maneira de acabar com aquele desgraçado. Acho que é isso.
Dean apoiou a cabeça na mão novamente e continuou fazendo carinho pelo corpo dele. Voltou a falar sem interromper as carícias ousadas, adorando a sensação de massagear seu pênis, sentindo-o crescer contra a sua mão.
_E quanto a gente, não acho que a gente tem que dar satisfação pra ninguém. É problema nosso. Não é da conta de ninguém.
Puxou o rosto dele e lhe deu um beijinho estalado, fazendo Sam sorrir seu delicioso sorriso cheio de covinhas. Sorriu junto. Estava feliz.
Sam relaxou, ele tinha razão, não era da conta de ninguém.
_Mas é estranho pra cacete né, Dee?
Dean deu de ombros, voltando a pontuar beijos pelo seu rosto, pelo seu pescoço e ombros. Lambeu sua orelha arrancando um gemido, voltou a mão lá pra baixo entre as pernas dele e começou a se roçar nele também.
_Sei lá... a gente sempre foi meio ferrado mesmo.
_É...ahnnn... fodidos pra cacete...ahnnn...- Sam gemeu sentindo Dean roçar o pau já a meia bomba contra seu quadril.
_É! Essa é a idéia...bem fodido!
Sam só podia rir do descaramento de Dean, que o empurrou pelo quadril fazendo-o se deitar de lado, de costas pra ele. Sam sentiu Dean acariciando seu traseiro, roçando entre as nádegas, acariciando seu ânus com as pontas dos dedos, espalhando a umidade por toda a sua bunda.
_Cara, você é muito safado...
_E você tá é muito gostoso todo gozado desse jeito...
_Dean!
_Que Sammy, fala...-sussurrou contra sua nuca dando deliciosas mordidinhas.
_Hummm...
Se era certo, se era errado, se iam pro inferno, se iam se ferrar, não sabiam e nem se importavam mais.
Fosse o que fosse o futuro, fariam tudo no capricho, bem a moda Winchester.
Juntos, até as últimas conseqüências.
DWxSW
Então é isso aí!
Espero que tenham se divertido.
