Capítulo 18 – Mérope e Marvolo.
Tom acordou se sentindo bem. Parte de seus problemas parecia ter se dissolvido na noite passada e agora ele poderia se dedicar ao restante.
Foi para o café da manhã e logo depois de tirar o primeiro pedaço de seu pão de queijo, o primeiro comentário sobre Daniel Scott surgiu de seu colega Abraxas.
- É. Ele foi encontrado hoje de manhã em frente à entrada do Castelo. – ele conversava com Leah.
- Hoje de manhã?
- Aham. Mas deve estar lá desde a noite passada. Os amigos dele da Lufa-lufa, falaram que ele saiu apressado, sem falar com ninguém.
Tom teve que se segurar para não gargalhar alto. O idiota estava blefando quando disse que os amigos dele sabiam onde estava. Que retardado! Foi se encontrar com uma pessoa que sabia ser perigosa e não avisou a ninguém. Praticamente pediu para ser atacado.
Abraxas e Leah sentaram-se ao seu lado e a menina falou:
- Bom dia, Tom.
- Bom dia. – respondeu. – Bom dia, Malfoy.
- Bom dia.
- Sobre o que estão falando?
- Daniel Scott. Um menino da Lufa-lufa que foi encontrado desacordado hoje de manhã no jardim do colégio. Parece que alguém o atacou.
- Hum...ele acordou? Disse algo?
- Ainda não. Madame Mary disse que ele está muito mal. Alguém parece ter usado feitiço, além de atacá-lo. E acha que foi um feitiço mal feito.
Tom engasgou.
- Mal feito? Como assim?
- Bem, ele está desacordado mais por causa disso. Alguém tentou fazer algo, com a varinha dele mesmo! Dumbledore usou o Prior Incantato e...
- Usou o que? – Tom perguntou, com o desespero já batendo.
- Prior Incantato. – Leah que respondeu. – É um feitiço que se faz para descobrir o último feitiço que aquela varinha produziu. Então Dumbledore soube que tentaram modificar a memória dele, mas não conseguiram fazer certo e aí o cérebro do garoto ficou uma bagunça.
Dumbledore! De novo ele atrapalhando sua vida. Sempre ele!
Tudo estava dando certo! Tudo. Mas pelo menos Scott poderia não lembrar das coisas, já que poderia ter danificado sua mente.
- E...a cabeça dele vai ficar boa?
- Madame Mary acha que sim. O feitiço realmente deu muito errado. Mas também, a pessoa usou a varinha do próprio Scott! – Malfoy riu e Leah concordou.
- O que tem isso?
- Bem, - Leah respondeu de novo. – cada varinha tem seu dono e só obedece a ele. Ela só passa a obedecer a outra pessoa, se esse outro bruxo a ganhou em um duelo. Como Scott levou socos e o atacante não parecia estar com a própria varinha, ele foi vencido numa luta normal e não em um duelo, então a de Scott continua a obedecer apenas a ele. Não funciona direito com outra pessoa.
Droga! Por que tinha que saber tão pouco sobre o mundo mágico?
Sempre que a magia lhe dava uma saída perfeita, ao mesmo tempo ela lhe dava uma rasteira gigantesca.
E se Daniel acordasse e contasse a alguém sobre o que acontecera, Tom estaria em sérios problemas.
Depois da aula, decidiu que iria passar a maior parte do tempo que pudesse na enfermaria com Scott. Tinha que estar presente quando ele acordasse para, dessa vez, com sua própria varinha, poder enfeitiçá-lo direito.
Passou na biblioteca e apanhou um livro de Defesa Contra As Artes das Trevas para ler. A professora havia passado um extenso trabalho para a semana seguinte e não se sabia quanto tempo teria que ficar ali, pajeando Scott.
Chegou à enfermaria e estava se dirigindo ao leito do garoto, quando Madame Mary o parou.
- Olá, Tom. Como vai a cabeça?
- Ah, muito melhor, obrigado. – sorriu. – Graças a senhora!
- Ora...- ela ficou vermelha. – só fiz o meu trabalho. Então não sente mais dor e não precisa de mais remédio?
- Não. – acompanhou a fala com um gesto negativo. Isso fez a sala rodar por alguns segundos, mas não deixou transparecer.
- Que ótimo. Mas então o que faz aqui?
- Ah, vim ficar com Daniel.
- Conhece o senhor Scott?
- Sim, somos do mesmo orfanato. Apesar de aqui sermos de Casas bem diferentes, lá já até dividimos o quarto. – mentiu.
- Entendo! Mas temo que não posso deixá-lo ficar aqui...
- Por favor...me sinto muito mal pelo meu amigo. Além do mais, eu estava no campo de quadribol guardando as coisas! Como não vi tudo acontecer? Poderia tê-lo ajudado... – abaixou a cabeça fingindo-se de triste.
- Não se culpe! E ainda bem que não viu o acontecido, se não, obviamente iria querer ajudá-lo e poderia estar na mesma situação. Pobrezinho... – ela olhou para Scott.
- A memória dele vai ficar boa?
- Espero que sim. Talvez algumas coisas fiquem um pouco confusas por um tempo e ele pode esquecer coisas recentes se tiver acontecido dano no lado direito do cérebro, mas acho que as memórias antigas devem estar intactas.
Que ótimo, Tom pensou com ironia. O mais importante ele lembraria, mas se alguém disse "oi" ou não, ele não saberia.
- Posso, por favor, sentar ao lado dele?
- Eu não sei... – ela ainda parecia em dúvida.
- Prometo que ficarei quietinho. Não atrapalharei em nada. Trouxa o meu trabalho para fazer. – mostrou o livro. Ela sorriu.
- É claro que você não vai atrapalhar. Tudo bem. Pode ficar ao lado dele. Vou pegar uma cadeira.
Tom sentou-se e sorriu em agradecimento à enfermeira. Assim que ela se fechou em sua sala, o sorriso de Tom sumiu. Olhou para ao rosto pálido de Scott e pensou se poderia usar o feitiço mesmo com ele desacordado.
Achou mais seguro esperar e abriu seu livro. O primeiro dia passou-se longamente...
No segundo dia, estava novamente lendo o livro de famílias bruxas. Eram páginas tão confusas, cheias de dobras, nomes e galhos que levavam a páginas às vezes muito mais na frente e outras mais atrás...famílias que se ligavam em algum momento e criavam mais uma página gigante. Um verdadeiro pandemônio.
Do que adiantava ter aquele livro, se não conseguia achar nada ali? Será que existia algum tipo de magia? Um índice automático? Depois perguntaria à Madame Pince. Mulher bondosa e adorável...
Finalmente se cansou e fechou o livro, pondo-o de lado em cima do criado mudo.
- Legal. O que faço agora? – estava entediado. Havia acabado o trabalho ontem e já havia estudado a matéria de hoje. Ainda eram cinco da tarde. Só voltaria para seu dormitório no horário de se recolher, às oito.
Ficou pensando em possíveis locais onde o mapa da Câmara poderia se encontrar quando ouviu um barulho de chave trancando uma porta. Olhou para trás e viu Madame Mary vindo afoita até ele.
- Tom, recebi uma carta dizendo que uma menina da Corvinal está passando muito mal. Vou buscá-la e já volto. – ela olhou em volta, um pouco nervosa. – Não seria melhor...?
- Eu não vou sair daqui, não mexerei em nada...pode ficar tranquila.
- Eu sei. – ela sorriu. – Hum...então...volto em meia hora. Talvez um pouco mais se surgir algum problema. – ainda olhou por mais alguns segundos de Tom para Scott e depois a sala, sorriu e saiu.
Meia hora. Se arriscaria em fazer algo? Pensou por um tempo o que faria e então teve uma ideia melhor. Chamou em voz baixa:
- Tori.
Quase que instantaneamente, Tori apareceu na sua frente. Fez uma grande reverência e sorriu.
- Boa tarde, senhor.
- Mais alguma novidade sobre Dumbledore e o roubo?
- Não, senhor.
- Ótimo. Então...desejo lhe perguntar algo. E quero que responda a verdade.
O elfo parecia assustado, mas fez que sim com a cabeça.
- Você me pertence, não é? Por isso me obedece até nas tarefas mais absurdas que você não se agrada, como investigar Dumbledore, certo?
O pequeno ser tremeu, engoliu em seco e novamente fez o gesto afirmativo com a cabeça.
- Sim, meu senhor. O senhor é meu mestre, mesmo Dumbledore tendo me dado emprego aqui. Ainda não recebi roupas do meu mestre, para poder obedecer totalmente ao professor.
- Nossa! Foi uma grande coincidência e minha sorte, o meu próprio elfo-doméstico ter aparecido naquela noite no Salão Comunal, não é? – falou de forma debochada.
- Na verdade, não foi não. Tori descobriu esse ano que o seu mestre estava estudando aqui! Então todas as noites, Tori passou a arrumar a Sala Comunal na esperança de encontrar com o senhor. Infelizmente, fazemos turnos e nem sempre era Tori que estava lá. Às vezes eu trocava de lugar com outro, mas não podia fazer isso sempre.
- E como sabia quem eu era? Como sabia que eu era seu mestre?
- Você é a imagem perfeita de seu pai. Como um espelho!
Tom ficou mais reto na cadeira e toda a sua atenção voltou-se para o elfo.
- Meu pai? Você conheceu meu pai? Quem foi meu pai, Tori? – o garoto, com sua reação repentina e agitada, assustou ainda mais o velho elfo. Ele se afastou um pouco, porém não poderia ir embora até que lhe fosse ordenado.
- Foi um belo rapaz que morava na mesma vila que sua mãe.
- Eles estudaram aqui? Meus pais? – seus olhos brilhavam de animação.
- Oh não. Sua mãe sim...mas seu pai... – hesitou um pouco, com medo da reação de Tom. – era um trouxa.
- Um...trouxa? – ficou desapontado. Por mais que não se importasse tanto quanto os outros bruxos por ter sangue puro ou não, sentiu-se menosprezado, inferior aos seus colegas de Casa. Sem falar que o mundo bruxo era seu lugar ideal. Por ele esqueceria o mundo trouxa para sempre e nunca mais voltava a ter contato com eles. Com o orfanato, com pais infelizes que queriam adotá-lo...
- Sim.
Ficaram em silêncio, até que Tom perguntou.
- E o medalhão, Tori? – seus olhos voltaram a brilhar. – Onde está o meu medalhão?
- Medalhão? – sua voz tremeu.
- É! O meu medalhão! Que pertenceu ao fundador da minha casa e que é meu parente, Salazar Slytherin! Não se faça de idiota comigo, Tori. – levantou-se irritado. Falava agora tão alto, que se Madame Mary estivesse ali, já teria expulsado Tom.
- Nunca, senhor! Eu nunca faria isso... – choramingou e se encolheu no canto, perto de um dos pés da cama.
- Então onde está o medalhão?
O elfo parecia prestes a um ataque histérico. Começou a chorar mais.
- Eu não sei! Eu não sei!
- Como você não sabe? – Tom estreitou os olhos e falou entre os dentes.
- Senhor Marvolo tirou de mim. Sim, ele tirou. – grandes gotas de lágrimas caíam pelo rosto cinza de Tori.
- Eu vi em sua memória que você fugiu com o medalhão antes que ele pudesse te matar. Aliás...como sabe dos meus pais?
- Eu fugi do mestre Marvolo por muito tempo, mas ele me perseguiu. Sempre chamava meu nome, mas eu sabia que se aparecesse, ele me mataria, então eu tinha que me castigar todos os dias em que não o obedecia. Nenhum outro elfo gostava de mim. Achava um absurdo eu não atender meus patrões e diziam que se era para eu morrer, eu tinha que morrer! Mas o medo era maior do que a obediência!
"Então, sem ter trabalho, onde ficar, acabei indo pedir ajuda em um lugar que eu sabia que qualquer elfo-doméstico poderia encontrar refúgio: Hogwarts. Dumbledore que me recebeu e ofereceu emprego. Passei um tempo muito feliz aqui. Ele era tão jovem na época...
"Mas então, algum dos elfos deve ter contado para meu Mestre, ou não sei bem como aconteceu, e Marvolo apareceu e exigiu que eu voltasse. Teve uma discussão com Dumbledore, ameaçou tirá-lo do estágio, pois meu mestre tinha muitos contatos, mas ele foi firme. No final, acabaram concordando que eu teria que voltar para a casa de Marvolo, mas Dumbledore mandaria alguém sempre para lá, para saber se eu estava bem.
"Então fui. Desesperado, mas fui. Eu sabia que ele só estava esperando chegarmos lá, para matar a única testemunha do assassinato do irmão dele...mas antes ele queria o medalhão. O que me salvou foi sua mãe, senhor. Mérope. – o elfo sorriu ao lembrar. – Era uma boa moça. Era tão maltratada quanto um elfo-doméstico naquela casa. E vi quando ela se apaixonou por Tom Riddle.
"Mas depois que eu devolvi o medalhão, fiquei só mais um tempo na casa. Por fim, vendo que não conseguiria me matar porque Mérope o impedia e de vez em quando a cabeça de Dumbledore aparecia na lareira deles (ou então alguém do Ministério aparecia para fazer uma ronda, pois eles eram bem problemáticos naquela vila de trouxas), ele me deixou voltar pro castelo. Não me libertou porque disse que não gastaria qualquer pedaço medíocre de pano comigo."
- Hum...então Marvolo é meu avô e está com o medalhão... – voltou a falar baixo e calmamente. Ficou por um tempo pensando nas informações.
Seu avô era um imbecil, sua mãe uma pessoa submissa que se deixava humilhar pelo pai e seu pai um trouxa. Que bela família ele tinha.
Entretanto, ninguém poderia abrir a boca para falar disso, afinal, o sangue de Salazar ainda corria em suas veias apesar desses defeituosos.
- Meu pai, pelo menos...está vivo? Porque sei que minha mãe morreu no meu parto.
- Morreu? – os olhos de Tori voltaram a ficar aguados. – Oh, senhor! Fico muito triste em saber... mas não sei de seu pai. Nunca mais ouvi falar de nenhum deles, nem mesmo Marvolo. Nunca mais saí de Hogwarts.
- Se você odiava tanto Marvolo, então por que veio logo me procurar?
- Eu não o odiava! Não posso odiá-lo! Mas...é porque a senhorita Mérope era muito bondosa comigo. E você é filho dela...
- Hum. Tudo bem. Pode ir. Já sei tudo que quero.
O elfo ainda esperou por um momento, no aguardo talvez de receber um "obrigado", mas como Tom continuava calado e olhando em direção a parede, foi embora em um estalo.
Pelo jeito, algo havia dado errado no relacionamento de Mérope com o trouxa Tom, ou não iria ter parado em um orfanato. Ou talvez ele não soubesse sobre ele.
Teria que ir falar com Marvolo.
Um dia.
Estaria em sua lista de prioridades.
Mais três dias se passaram e Daniel Scott continuava desacordado. Tom todos os dias passava o dia ao seu lado. Só saía quando tinha treino de quadribol. O seu primeiro jogo de verdade estava próximo e Robert estava começando a ficar insuportável.
Por mais que se esforçassem para fazer tudo de acordo com o que era explicado, nunca era do agrado dele.
Treinavam até cada vez mais tarde e Tom, antes de ir dormir, passava rapidamente pela enfermaria.
No quarto dia, eram sete da noite, Tom estava passando pelo corredor para ir ver Scott, quando esbarrou em Abraxas e Leah que vinham em sentido contrário.
- Tom! Olá. – Abraxas respondeu. Os dois pareceram sem graça e Tom percebeu que Leah havia estado chorando.
- Oi. – ele ficou olhando para Leah. – O que houve?
- O que? Nada... – ela enxugou os olhos. – Estava bocejando...
- Hum...
- O que está fazendo a essa hora no corredor? Achei que fosse ficar enfiado na biblioteca até a hora de dormir. Como sempre... – Abraxas perguntou animadamente.
- Estou indo visitar Daniel Scott.
- O lufa-lufa em coma? – perguntou confuso. – Por que?
- Ele mora no mesmo orfanato que eu.
- E daí? Achei que vocês se odiassem, pelo menos foi o que pareceu quando se encontraram aqui pela primeira vez.
- Talvez. Tenho que ir antes que dê oito horas.
- Não vai jantar?
- Já comi alguma coisa na cozinha. Tchau. – continuou andando sem esperar resposta. Entrou na enfermaria, cumprimentou Madame Mary, que logo se trancou em sua salinha. Como nos últimos seis dias, sentou-se na cadeira já deixada ali para ele e começou a ler um livro que pegara na biblioteca.
Já eram sete e quarenta e cinco, estava se preparando para voltar ao dormitório, quando notou a pálpebra de Daniel se mexendo.
Seu coração disparou e se inclinou mais em direção ao garoto. Esperou alguns minutos e os dedos da mão direita começaram a se movimentar também.
Ele estava despertando, finalmente!
Olhou para trás, para saber se Madame Mary havia notado algo, mas não havia nem sinal de sua presença. Esperava que pudesse fazer tudo que tinha que ser feito até às oito, pois ela era pontual em expulsá-lo.
Scott, então, abriu os olhos de forma lenta e se fixou nele.
- Riddle...não...socorro. – falou tão baixo, que nem mesmo Tom o ouviu direito.
- Como se sente, Scott? – sussurrou e sorriu para ele.
- Madame Mary...socorro. – seus olhos começaram a rolar de um lado para o outro, mas ainda estava muito fraco.
- Do que se lembra?
- Você... – engoliu parecendo ser muito difícil fazer tal coisa. - ...me bateu e depois me jogou um feitiço. Você...machuca pessoas. Socorro! – sua voz estava começando a ficar mais firme. Tinha que agir rápido.
Tom apanhou a varinha e ao vê-la, Scott arregalou os olhos. De repente, pareceu mais desperto do que nunca.
- Não...!
- Dessa vez vou fazer direito. Você descobriu que Greyback roubou as coisas de Slughorn. Inocentemente, achou que seria uma boa ideia chantageá-lo. Então, ele o atacou e tentou modificar sua memória.
- Não...
- Ah! – sorriu mais. – E você gosta muito de mim. Não lembra de nada do que fiz no orfanato. De fato, você é muito amigo meu.
- Nunca! – ele o olhou irritado.
- Tchau-tchau, Scott. Até a outra vida... Oblivisci Potentem.
Olá! Eu teria postado mais cedo, mas meu pc não para de travar ¬¬ ta muito irritante.
Eu já tinha escrito toda a nota, mas tive que reiniciar e aí perdi o que eu tinha escrito.
Enfim...espero que tenham curtido esse capítulo onde Tom vai descobrindo mais sobre a sua vida e aprende um pouco mais sobre o mundo mágico.
Reviews:
LadyProngs24 - review 1: Você esperava o que do cara que inventou a Casa Sonserina? rsrsrs
review 2: Eu nunca mais entrei no Pottermore. Não tem nada p/ fazer lá ¬¬ p/ fazer poção vou ter que gastar dinheiro com ingrediente.
Eu percebi hoje que o nome "Robert" já apareceu duas vezes em personagens diferentes rsrsrs e olha que "doctor Robert" nem é minha música predileta dos Beatles. E como você percebeu essa minha inclinação? rs
Tentarei não abandonar. Vou betar mais um cinco capítulos da Barbie hoje, vou comentar numa fic e tentar escrever na do Tom. (Será que consigo fazer tudo isso?)
review 3: Também queria ter a genialidade maléfica do Tom *_*
Nem percebi que a cena foi parecida do Draco batendo no Harry rs. Nem lembro disso, na verdade...
MarjorieLouize - Você não é burra U.U Acontece, ora. Já fiz tanto isso rs
Ahhh entendi, mas ela deve estar em greve sim. Quase todas as universidades públicas estão.
Você gosta da Cercei? Só personagens que eu detesto. Você realmente é mais amante de malvados que eu! Legal ^^
SeraphValkyrie - Sem problemas ^^ Provas são sempre o inferno ¬¬
E pode deixar que o Scott já teve seu castigo. Não de forma cruel, como talvez vocês gostariam, mas de uma forma que seja benéfica ao Tom rs.
Beijos, pessoal. Até semana que vem.
PS: To escrevendo pouca coisa porque tá passando 'Os Intocáveis". Nunca vi e to vendo agora.
