Os Garotos de Lily
Nota 1: Presente para Morgana Elvendork, boss da JL do 6v. Presente que já fez aniversário e não foi completo. Desculpa.
Nota 2: Capítulo feito à base de altas doses da banda Rooney. Não possuo nada disso, nem de Harry Potter e nem quero possuir (já tenho meu cabeludo músico pra suprir minha atração louca -Q).
Reviews que não pude responder para os usuários:
Layla Black: Hey, obrigada! Cara, A Garota da Festa fluiu tão fácil pra escrever que essa até me surpreende em como é mais difícil. Beijos!
MariaElena: Obrigada! Sim, a Lily tem uma atitude que eu acho que no canon ela devia ter (não tão surtada ou maluca, mas mesmo assim). Beijos!
anon(2): Ai, desculpa. Sério. N problemas, momentos e desastres pessoais D: Até o fim de maio Os Garotos de Lily ficará completa e eu poderei falar que fechei uma fic que me dediquei muito em alguns momentos. :D (E talvez começar uma coisa com alienígenas ou piratas que eu tô planejando há um ano e meio). Bem, Beijos!
Inaclara: Obrigada! Me esforço muito para agradar vocês! Beijos!
Capítulo 10
Meus pais me ensinaram diversas coisas sobre a vida, desde muito pequena minha vida ficou repleta dessas lições: tentaram me transmitir conceitos de coisas que não seriam consideradas importantes para muitos pais, por exemplo que nunca se deve sair de casa com roupa de baixo esfarrapada (Segundo meu pai, nunca se sabe o pode acontecer em seguida nessa vida, então); no entanto, eles nunca pensaram que seria importante para a pequena Lily aprender a se declarar pro melhor amigo quase irmão. Grande erro de criação dos meus pais, que eu pretendo corrigir nos meus filhos.
Então, eu, com minha pouca idade, meu medo de falar a coisa mais idiota possível naquele momento (o que podia ser alguma coisa do tipo: "Ei, James, belas pernas... Que horas elas abrem?" Ou um clássico "Tônessascarne?") fui até o meu destino, como o Luke Skywalker fez (só que eu não estava indo restaurar o equilíbrio da Força, só mudar meu futuro de acabar sozinha numa casa cheia de gatos, fazendo sexo casual com o Sirius e... Minha vida não seria tão ruim assim).
- Lily! - Pete me chamou. Mal tive tempo de me virar na direção de sua voz, já tinha sido puxada pelo braço para um canto. Ele me observou por alguns minutos e eu não conseguia encará-lo. Foi surpreendente quando ele gargalhou abertamente e não me disse nada mais.
- Pete? - esperei que ele me contasse o que ele queria. Ele abriu um sorriso e acertou meu cabelo (que muito provavelmente estava parecendo uma fogueira).
Então, só sorrindo de leve, ele me deixou ali parada no meio do caminho até a casa dos Potter olhando para o nada com se eu fosse a idiota Número 1 da Inglaterra.
O que, certeza, eu era.
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Lá estava eu, mais uma vez, procurando por James. Por que as pessoas quando gostamos delas simplesmente não emitem um bip que seja fácil de se reconhecer há quinze milhões de kilômetros? Por que elas simplesmente não se jogam no nosso colo e dizem: "Hey, então, seja o pai/mãe dos meus filhos!"?
- Seja direta, Lily. Direta. - comecei a repetir a mim mesma enquanto atravessava o corredor da casa de James.
- Seja direta, Lily. - repetiu o meu alvo com um olhar confuso.
- James, oi, é... - me atrapalhei com as palavras pateticamente.
- É? - eu desesperada para assumir meus sentimentos por ele e aquele filho de uma boa mãe se divertia com o meu sofrimento!
Respirei fundo. O mais fundo que consegui. Quase desmaiei com tanto ar de uma vez nos meus pulmões. Não tenho sangue de barata, eu posso fazer isso. Muito fácil. FÁCIL MESMO.
- Eu quero que saiba que me decidi, James Potter, sobre o rumo que nosso relacionamento deve tomar. - disse com a postura certa e a cara mais formal possível.
- E qual a sentença, Senhora Juíza? - ele perguntou divertido.
- Bem, como eu concluí que não posso ficar sem você e que isso inclui você todo não o moleque idiota que queria cortar meu cabelo para fazer um bigode viking quando tínhamos oito anos, mas também o rapaz que foi pra Barcelona comigo e que dormiu me dizendo que me amava, decidi que, é, eu posso ser sua namorada... Ou seja lá o que somos.
Ele corou e abriu um sorriso.
Nunca pensei que poderia ser assim que uma garota arruma um namorado. Sabe, isso de virar pro cara e Puf! Arrumei um namorado. Minha mãe acharia que fui atirada, Petúnia ia rir e bater palmas divertida e diria que eu "tinha virado mocinha, finalmente" e meu pai ia rir e contar para os amigos o quão direta era a filha mais nova.
E, bem, se eu for sincera, foi bem isso. Ele não aliviou pro meu lado. O que ele queria? Um pedido formal de namoro, ao que parecia.
- Você não quer o que acho que quer, né? - perguntei divertida. James assentiu e eu não pude pensar que se continuássemos assim, eu o pediria em casamento no futuro.
Então, me ajoelhei e segurei as duas mãos de James. Ele piscou muitas vezes e deu uma risadinha engraçada.
- James Potter, quer seu namorado e aquecer meus pés congelados nas noites de inverno?
- Jamais poderia passar a noite com você, Lily. Sou um rapaz de família.
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- Então, vocês são um casal? - perguntou Remus, enquanto tomava uma xícara de chocolate quente e ficava com um belo bigode de chocolate.
- Belo bigode. - comentou Sirius aleatório, só para ser o centro das atenções. Ou para constranger o sempre educado Remus.
- Sim, somos um casal. - eu disse e James me abraçou.
- Agora, eu posso passar a mão na bunda dela, sem que ela me dê um tapa, ou me deixe em coma. - ele comemorou e eu revirei os olhos.
Acho que eu só adiei o inevitável. Pode ser que tudo venha a seu tempo, mas eu prefiria ter mais tempo com James.
Continua...
Nota 3: AEEEEEEEEEEE Desencantei! Consegui! Já estou fazendo o 11 que terá uma leve surpresa (pelo menos para quem sabe das minhas limitações em termos de fic).
Beijos e até a próxima!
Misa Black
