Não demorei tanto desta vez neah? Mas pra quem é saidinho e estava esperando a confirmação dos votos, ai está!
Poderão perceber que Snape não é tão Lord assim na cama! Kkkkkkkkk Ao menos não desta vez... '-'
Aos leitores: Viola Psique Black; Leyla Poth; Rafinha granger-potter; Victoria C Black. Obrigada por acompanhar!
N/A: NC-18 ao longo do capitulo então se vc não tem 18 anos completos desista do capitulo! Não vai desistir? Sua conta e risco! ;3
BOA LEITURA!
Capitulo Quarto: Confirmação de votos.
A garota olhava Dumbledore com os olhos exigentes, ela não seria arrancada dali enquanto não tivesse a explicação do que raios era esse tipo de cerimônia. Olhou os olhos azuis do velho bruxo para o semblante triste de Minerva. Estava tudo muito confuso ainda.
- Cruor Nuptalis é uma magia antiga, onde os casais eram obrigados a casar seu sangue na cerimônia para que nenhum pudesse trair o outro. Seus sangues foram misturados, o que um sentir o outro sentirá. Incluindo a dor. – O bruxo cruzou suas mãos sobre a mesa de carvalho e encarou os olhos verdes da jovem bruxa. – Acho que Tom queria garantir que a jovem não contasse a ninguém sobre o ocorrido, traindo assim a vontade do marido.
"Mas como é da vontade de ambos me contar, nada vai acontecer a nenhum de vocês, mas eu afirmo, somente nós quatro podemos saber sobre este enlace. Você terá sua alma devotada a Severo e ele devotará a própria alma a você! Estão unidos, em sangue, alma e muito brevemente, se me permitem dizer, em corpo. É de suma importância que consumem este casamento. Para que ele seja válido e eterno.
Depois de toda a explanação feita por Dumbledore, que não satisfez completamente a jovem, e após um breve chá compartilhado com Minerva em seu escritório, ela descia as escadas para as masmorras como fora instruída por Snape.
Era de senso comum que masmorras significavam Sonserinos e Sonserinos significava encrenca, e era disto que ela queria fugir enquanto percorria os estreitos corredores das masmorras com cautela, mas não era Grifinória a toa, então a coragem a motivava mais que qualquer coisa.
A jovem não sabia o que deveria estar sentindo naquele momento, medo, receio? Nada disso, o que ela sentia era curiosidade, a mesma curiosidade que se instalava em muitas outras jovens de Hogwarts, mas que ficavam apenas no título que lhes davam. E por sua mente passou a lembrança de quando pôs os olhos pela primeira vez no professor, ele lhe parecera um morcego. Riu-se ao imaginar ele pendurado no teto de ponta cabeça.
Ao encontrar a porta de carvalho ela suspirou, não deveria entrar rindo naquele local, porque ele certamente trataria de tirar-lhe o sorriso da pior forma que conhecia. E mesmo que Dumbledore dissesse, ou jurasse ela não conseguia acreditar que ele era uma boa pessoa. Mesmo confiando nele, de certo mais porque o Diretor confiava do que por qualquer outro motivo.
Levantou o punho e bateu a porta esperando seu marido atender.
Severo Snape encontrava-se sentado em frente a sua lareira que jazia apagada, a varinha rolava entre seus dedos e sua mente divagava sobre todos os acontecimentos recentes. Na outra mão um copo vazio.
Voldemort e seus caprichos como Lord negro, Dumbledore e seus planos para o lado da luz e ele no meio disso tudo. Agora ainda tinha uma vida com a qual se preocupar, aquela que agora ele poderia chamar de mulher.
Batidas leves na porta fizeram sua mente voltar ao lugar racional, colocou sua melhor máscara de frieza e após fazer sumir o copo em sua mão foi atender a porta.
Deparou-se com os profundos olhos verdes e quase perdeu as defesas, ela parecia tão pequena ali parada a porta esperando que a passagem lhe fosse concedida. Um passo para o lado e a passagem foi oferecida e prontamente aceita, tão logo ela passou ele bateu a porta com um barulho seco.
A jovem viu a porta se transformar em uma tapeçaria. E encarou o bruxo negro que se aproximava.
- A passagem irá reconhecer você toda vez que se aproximar, e se transformará na porta que você acabou de ver. - ele sentou-se e lhe ofereceu uma bandeja de sanduíches que estava sobre uma pequena mesa. - Isto, somente porque o meu sangue agora corre também por tuas veias.
- O mesmo para o inverso, suponho. - ela disse negando o que lhe fora oferecido. - Comi com McGonagall.
Snape sentou-se ao lado dela e a viu se afastar um pouco com receio do que poderia acontecer.
- Achei que estivesse ansiosa para esta parte. - ele escarneceu.
- Não estive ansiosa em momento algum na sua presença Snape.
Ele ofereceu um sorriso irônico, enviesado no rosto e ao levantar estendeu a mão para ela.
- Posso perguntar o que Minerva falou durante o chá de vocês?
Hesitou um momento antes de estender a mão para tocar na dele.
- Ela me disse o que eu precisava saber... - deixou uma exclamação escapar dos lábios quando chocou-se com o corpo de seu marido. – das implicações que um casamento de sangue traz. Terei de manter certa proximidade para não ter minhas forças reduzidas... Ela disse que a sua e a minha força perdem o vigor se ficarmos muito tempo separados.
- Entende isto?
Ela assentiu com a cabeça e olhou para a palma de sua mão que fora cortada mais cedo. Ela sabia que teria de consumar o casamento para que houvesse a confirmação dos votos, e que quando eles o fizessem suas vidas estariam tão entrelaçadas que somente uma coisa poderia dar fim naquilo tudo. A morte de um deles. E para manter suas forças deveria entregar-se com regularidade a ele, precisariam criar laços. Fechou os olhos por um átimo de segundo e pesou toda a sua vida, por sorte, ou talvez por azar, não havia ninguém na vida da ruiva que ocupasse o lugar em que o amor residia.
Não que ela achasse que seria capaz de um dia amar aquele homem, mas o respeito cresceria e faria estadia permanente dentro dela. E de certo, não queria que ninguém sofresse, se tivesse um namorado, a dor seria muito maior do que o incomodo que sentia.
Snape somente observava, como os olhos dela expressavam o que ela sentia, ela podia ser boa com as palavras, mas os olhos dela não escondiam nada. Ela estava claramente em uma guerra interior e nenhum dos lados sairia ileso ou vencedor. Segurou muito levemente o queixo dela com os dedos, erguendo-o para que pudessem se olhar nos olhos.
- Certamente não sou o homem que sonhou, nem nunca o serei, mas eu não farei nada para lhe machucar em nenhuma espécie.
- Pois estaria machucando a si mesmo. – ela disse com os olhos cravados nos dele.
Snape levantou uma sobrancelha, não era por isto, ele nunca seria capaz de machucar uma jovem como ela. Ele moveu suas mãos sobre os braços dela, causando um certo atrito entre suas peles.
- Porque eu não sou o monstro que todos pintam.
E de receio ela mordeu o lábio inferior e franziu o cenho. Do lugar onde estava, a expressão somente a tornava mais bela. Ninguém podia negar o quanto aquela jovem mulher era bonita. Um sorriso tímido, mas o mais sincero daquele dia surgiu nos lábios rosados, e o impulso de tomá-los foi mais forte que o controle que Snape tinha de si.
De olhos bem arregalados ela sentia os lábios de Snape pressionando os seus próprios e uma pequena fagulha percorrer seu corpo. Tentando acalmar o coração ela fechou os olhos e abriu minimamente os lábios. Nenhum beijo que dera antes lhe preparara para o choque que seria beijar o seu Professor de Poções, mesmo ele sendo seu marido.
Há quanto tempo ele não beijava uma mulher? Não sabia, desde que Lily morrera ele se enfiara em uma cápsula protetora, mulher nenhuma tinha coragem de se aproximar, e ele se sentia sujo, morto. Nenhuma mulher despertara nele o desejo puro que Lily conseguira. E beijar uma garota tão jovem lhe estava custando muito, porque ele era homem acima de qualquer coisa, e somente de sentir os seios dela comprimidos sobre seu peito e a língua a passear pela sua de uma forma que ele jamais experimentara, fogo era posto em suas veias.
E foi ele também quem cessou o beijo, olhando atentamente para a jovem buscando qualquer reação adversa. Mas ela apenas olhava.
- Aquilo foi magia? - indagou curiosa.
Ele assentiu sem tirar os olhos da jovem. Percorreu os dedos pelos lábios avermelhados e sentindo a textura, novamente teve vontade de beijá-los.
Snape sentiu-se paralisado quando percebeu os dedos dela a desabotoarem os botões de sua sobrecasaca. Ele a parou no meio do processo e segurando o pulso a puxou para o sofá novamente.
- O que foi?
- Eu sei que você quer terminar com isso o mais rápido possível, mas existem coisas que eu preciso...
- Eu sou virgem. - ela respondeu antes que ele pudesse perguntar. - Isso me assusta sim, porque eu sempre pensei que perderia a minha virgindade com alguém por quem eu sentisse alguma coisa especial.
Aquilo foi como centenas de golpes de uma adaga cega e enferrujada, doía. Lógico, em que momento Snape pensara que ela realmente queria se dar por vontade para um homem como ele? Nenhuma Grifinória ficava com Comensal da Morte, elas tendiam a ficar com os próprios companheiros grifinórios, ou os corvinais inteligentes e bonitos, combinações que agradavam 6 a cada 7 jovens grifinórias. Quando a olhou novamente ela estava estendendo mais uma vez a mão em direção a seu peito, e desta vez ele permitiu, se ela quisesse terminar com isso logo por ele tudo bem. Mas se Minerva tinha conversado com ela, ela sabia bem que aquela não seria a única vez.
Deslizou a grossa camada de pano sobre os ombros dele e expôs a camisa de linho branca, tão contrastante com aquela cor que combinava e muito com ele. Repetiu o mesmo com a camisa branca tocando levemente a pele dele com seus polegares. Ela quase soltou uma exclamação quando viu o peito despido dele, com poucos pelos negros a cobri-lo. Ele era um falso magro.
Snape mantinha os olhos fechados, porque ele poderia até negar, mas era uma coisa muito óbvia, que na verdade ele estava adorando ser um objeto nas mãos pequenas daquela jovem mulher.
Ele abriu os olhos quando os toques cessaram e a encontrou com o olhar perdido. Afinal ela podia ter a língua ácida, o olhar decidido, o corpo feminino, mas no fundo ainda era uma criança no corpo de mulher. E aquele olhar, de gato acuado lhe caia melhor que o olhar de fera, que normalmente tinha. Projetou seu corpo a frente e segurou o rosto dela entre suas mãos. Ela tremia, precisava dar conforto antes de prazer, precisava deixar que ela confiasse seu corpo a ele. Beijou os lábios levemente. Deixou sua mão deslizar pelo pescoço até chegar a alça do vestido que ainda usava movendo-a para baixo, expondo o ombro macio. E abandonou os lábios dela para beijar-lhe a curva do pescoço.
Snape tinha a respiração pesada, sua mente obrigava-o a rasgar toda aquela roupa inútil e possuí-la como um animal, mas ele ignorava os gritos de sua parte irracional e seguia a beijar o ombro despido. Ela soltava leves gemidos, gostosos de ouvir. Abriu bem os olhos e deu uma leve mordida na carne branca do pescoço, um mero roçar de dentes e sob suas mãos sentiu a pele se arrepiar.
Lentamente, impelida pelo impulso de também proporcionar coisas como as quais sentia, ela tocou as costas de Snape e arrastou por ela suas unhas. Ele gemeu o que a fez sorrir. Ele era tão humano ali tocando-a e gemendo ao seus toques, nem se assemelhava ao carrasco professor de poções. Lentamente o empurrava para trás, alcançando o peito com seus lábios, beijando-o com uma vontade que até pouco tempo atrás não tinha. Era como seus amigos diziam, ela era um ser totalmente sexuado, exalava isso pelos poros.
Snape a segurou quando ela passou a língua quente sobre seu mamilo. Aquela menina sabia mais truques do que ele podia imaginar. Afastou-a dele e antes que pudesse fazer qualquer coisa, ela ajoelhou-se no sofá, movendo os cachos de seu cabelo para um lado e em seguida deslizando o vestido preto sobre sua pele. O vestido parara em sua cintura, mas Snape não se importava, os seios dela completamente a mostra. Snape sentiu ela tomar suas mãos nas dela, e em seguida ela as colocou sobre os macios seios. E ele sentiu a garganta apertar, a pele dela era quente e macia, suas mãos grandes cobriam os seios firmes quase totalmente.
Ela fechou os olhos e gemeu fortemente quando sentiu a língua dele rodear o seu mamilo para segundos após envolve-lo com os lábios e sugá-los com certa pressa. Quando abriu os olhos novamente ele estava sobre ela, beijando-lhe o abdômen, rodeando o umbigo com a língua. Ah, como ela fora ingênua em imaginar como se sentiria quando um dia um homem lhe tomasse, aquelas sensações, não eram nem de longe comparáveis com as quais ela imaginara. Não soube exatamente como, mas julgou que só poderia ter sido magia, mas agora estavam apenas com suas peças intimas, e enquanto ele lhe roubava os lábios novamente, ela sentia em seu ventre a masculinidade dele lhe roçar.
Espalmou a mão pelas costas dele, apertando um pouco as unhas para ouvir novamente aquele gutural que a fazia tremer. Ele ia a enlouquecer, ah sim ia. Ela corajosamente levou a mão até o seu 'objeto' de desejo e o segurou entre os dedos, sobre a camada macia de pano.
Snape a olhou, os olhos faiscando, ele chegara mesmo a pensar que ela fosse ser uma boba na cama? Ah, se ela era assim sendo virgem, o que seria dele, dentro de um ou dois meses? Deixou que ela fizesse como queria, levantou-se para a ver tomar a varinha em mãos e fazer sumir a única peça que sobrara nele. E gostou de ver os olhos verdes dela, gulosos a olhar para sua ereção. Ela mordeu o lábio e Snape fechou os olhos. Ele sabia o que viria a seguir.
E por mais que estivesse preparado mentalmente, a sensação dos lábios dela sobre o topo de sua masculinidade o fizera tremer e blasfemar em alto tom.
- Porra mulher...
Ela sorriu e o lambeu, sentindo o gosto atípico, não sabia exatamente como classificar aquele gosto, um tanto salgado, um tanto agridoce. Aquilo não importava, umedeceu os lábios e o sugou para o invólucro de sua boca. A sensação era de auto-realização. Ela nunca mentira que tinha muita curiosidade sobre o assunto, e tanto que lera em alguns livros boas técnicas que certamente poria em prática. Ela sugava-o, ora lambia, variando seu ritmo rodeava com a língua o seu topo, sentindo o gosto que descobrira que lhe era agradável. As mãos alternavam em caricias na sua base e em sua bolsa escrotal. Ela tinha mãos hábeis e ele tremia lentamente com todas aquelas caricias.
Foi obrigado a segurá-la, estava no seu limite, se ela continuasse ele não poderia responder por si próprio. Afastou-a de seu membro pulsante e a deitou delicadamente sobre o sofá, respirava com dificuldade agora.
- Você é fogo... – ele fechou os olhos. – Eu não sou tão novo quanto você...
- Mas não é tão velho que não possa dar conta. – ela respondeu ente um riso e outro.
- Ah...
Ele percorreu a ponta dos dedos do vale entre seus seios até sua cintura, segurando o elástico da peça intima e o removendo com dolorosa lentidão. Ele a olhou com curiosidade. Ela, diferente das outras mulheres com as quais ele estivera, tinha um fino feixe de pelos alourados. Mas, ele não quis nenhuma explicação, afastou as pernas dela e provou com a língua a umidade excessiva dentro dela.
Era viciante, sentir o gosto dela em sua língua. Aprofundou a língua em sua abertura e a ouviu gemer. Ele gostava os gemidos dela, descobrira quando ela dera o primeiro daquela noite. Levou a língua ao feixe de nervos e o rodeou para em seguida sugá-lo. Quando ela começava a tremer ele movia-se até a entrada ele e a lambia com mais dedicação. E voltava novamente ao feixe de nervos. As mãos dela passeavam por sua cabeça, empurrando-o de encontro a seu sexo, ávida por mais. Ele ousou algo que sabia que muitas mulheres não experimentavam, percorreu toda sua língua pelo ânus antes de penetrá-la com sua língua. E ela teve o primeiro orgasmo da noite.
Os seios dela subiam e desciam ritmados com a respiração. Ele a beijou nos lábios enquanto se preparava para penetrá-la com seu membro. Ela retesou e fechou os olhos fortemente e os braços ao redor de seu pescoço.
E ele sussurrou em seu ouvido algumas palavras que a fizeram relaxar, mesmo que ela mordesse o lábio fortemente enquanto ele rompia aquela membrana. Ela soltou um esgar de dor quando ele a deflorou. Permaneceu parado, para que ela se acostumasse com aquela nova situação. Beijava-lhe os seios, os lábios e as pálpebras. Até que ela lhe olhou nos olhos e ele soube que poderia mover-se dentro dela.
- Oh droga. – ele disse rouco. – Não vou aguentar muito tempo... você é tão fodidamente apertada.
E após alguns movimentos elaborados que ele pudera fazer com seus quadris, derramou-se dentro dela, gemendo fortemente. Desabou sobre ela e pode ouvir o coração acelerado dela martelar contra seu ouvido.
Depois de alguns minutos ele se levantou para aliviar o peso sobre ela. A jovem levantou-se, sentado-se no sofá, puxando uma almofada grande que estava no chão e abraçando-se a ela. Ela olhou para ele com os olhos cheios de algo que ele não sabia identificar.
- Tudo bem? – ele perguntou a ela enquanto colocava uma mecha de cabelo atrás de sua orelha.
- Sim, só estou cansada. – ela respondeu com um pequeno sorriso.
Nf/A: Não deixarReviews permite que Voldemort torture trouxas... 'o'
