Mais rápido do que pensei que o faria! Ohh! Acho que as pessoas que a acompanham vão gostar de ver esta atualização! Embora, este capitulo não tenha aquele Severo malvado! Na verdade tem sim! xD
Aos leitores: Viola Psique Black; Leyla Poth; Rafinha granger-potter; Victoria C Black; Flor e Amanda. - Espero que vocês gostem do capitulo tanto quanto eu gostei de escreve-lo.
Viola Psique Black, Por favor mulher! Espero que tenha se recuperado do capitulo anterior! Tomara que sim, não quero perder nenhum leitor! ;3
Capitulo Quinto: Descobrindo ciúmes.
A água escorria por seu corpo, estava a algum tempo sentada embaixo do chuveiro no banheiro que dividia com as outras meninas da Grifinória. Pensava em tudo que havia acontecido nas masmorras alguns minutos antes. Se fechasse os olhos poderia ver claramente.
Ele se levantou do sofá, ainda nu, andou até uma porta e sumiu por ela. Antes que ela pudesse pegar sua roupa ele reapareceu, vestido apenas com uma calça negra e a trazer algo em sua mão.
- Beba. – ele ordenou frio, seco.
E a olhou com alguma censura no olhar, como se ela tivesse feito tudo sozinha. Sentiu-se estranha, suja. Antes de beber porém, deu uma bela olhada no vidro em suas mãos conhecia aquela poção, algumas das meninas do sétimo ano costumavam tê-la. Era uma simples poção contraceptiva.
- Ele decididamente me odeia. – ela disse baixinho, para si mesma.
Terminou seu banho e ainda nua se olhou no espelho, nada tinha mudado fisicamente, mas ela se olhava e não conseguia se encontrar refletida naquela imagem. Parecia errado. Enquanto estavam juntos, por um breve momento, ela achou que ele seria mais simpático com ela daquele momento em diante, mas ela estava errada. Snape ainda era o mesmo bastardo morcego das masmorras quando sem nenhuma delicadeza a expulsou dos seus aposentos dizendo que tinha muito mais coisas importantes para fazer. Provando para sua mente traída, que aquele casamento nunca poderia ser civilizado, Snape enquanto respirasse era apenas Snape, cheio de ironias e respostas ferinas para tudo.
- Você é uma perfeita idiota! – e se virou, deixando a imagem no espelho para trás.
Ainda tinha alguns dias de férias e poderia aproveitar o castelo quase vazio, ela poderia passear pelos jardins a tarde, poderia observar o lago sem ter nenhum aluno lhe incomodando. Durante as manhãs ela aproveitaria a calma na biblioteca para estudar para seus NIEMs.
Snape andava de um lado para o outro, tentando se decidir o que fazer, e a cada volta que perdia ele sorvia um pouco do líquido âmbar em seu copo. Ele jogou o copo pela metade na lareira e afundou-se no sofá. Ele era mesmo um idiota, poderia ter oferecido a jovem seu banheiro, poderia ter se dado ao luxo de cuidar dela, mas ele tinha que mostrá-la que era um homem pela metade, incapaz de gestos de bondade. Ela jamais poderia sentir nada por ele, afinal ele era pouco para uma jovem que merecia tudo, como ela.
Também já não podia negar mais, ao menos não para si mesmo. Ela mexia com ele, não era como quando conheceu Lily, não, com Evans foi algo muito puro e infantil coisa que a esta altura da vida ele jamais voltaria a sentir. Com aquela grifinória ele sentia-se vulnerável, como se ela pudesse ver debaixo da máscara que usava. E sempre que se aproximava mais, ele sentia aquela maldita sensação que ainda não sabia classificar. E então ele sentia o cheiro dela e seus sentidos de homem despertavam.
- Porque a expulsei daquela maneira?
Porque eu sou um homem marcado, sem futuro, sem vontades, um mero fantoche, uma carta na manga de um velho que gosta de se fazer de onipotente. Que futuro ela teria se tivesse algum envolvimento?
Jogou para longe seus pensamentos, logo seria hora do jantar e os Professores começariam a fazer perguntas do porque a menina voltara antes da hora. E ainda teria Minerva, com os olhos acusadores. Levantou-se e foi procurar por uma poção para dor de cabeça, a sua já estava latejando.
Estava realmente entretida com aqueles esquemas rúnicos que conferiam propriedades mágicas aos objetos aos quais fossem adicionados. Ela fazia suas próprias anotações buscando uma nova forma de organização para novas propriedades. Gostava de runas, porque ela podia aplicar-se em diversos ramos da magia. E aquilo era encantador.
Ela levou a mão ao coração acelerado quando ouviu Madame Pince se dirigir a ela dizendo que iria descer para jantar. Aquilo era claramente um "Sai da minha biblioteca enquanto eu estiver fora!" E ela entendeu, e juntando suas coisas na mochila resolveu descer para ter uma refeição descente, podia sentir sua magia ainda debilitada, talvez uma refeição reforçada fizesse algum bem.
Era estranho andar pelo castelo na hora de uma das refeições e não encontrar um aluno sequer, parecia errado. Bem, ela sabia que provavelmente poucos alunos teriam sido deixados na escola durante as férias, com a sombra de Voldemort pairando sobre as cabeças era de se admirar que uma família não se importasse que seu filho não fosse para a casa para as festas de natal e ano novo. Próximo ao Salão principal encontrou um Corvinal e uma Lufa-lufa que andavam de mãos dadas conversando enquanto dirigiam-se para as mesas.
Havia mesmo poucas cabeças na única mesa reservada a alunos. Ela podia contar, cinco Sonserinos em uma ponta, os sete Corvinais que compunham o time de quadribol da casa discutindo com certa impaciência, dois Lufa-lufas que faziam sinal ao casal que encontrara antes. E dois colegas de casa sentados a ponta oposta dos Sonserinos.
Seus colegas franziram a testa quando a viram, e ela não pode os ignorar quando deram espaço para que ela se sentasse entre eles.
Ethan Palmer lhe sorriu amistosamente e lhe tomou a mão para depositar um beijo, depois foi a vez de seu irmão mais velho Alex. Ela gostava dos irmãos Palmer, eles eram educados e inteligentes e estavam sempre de bom humor, isto a lembrava dos gêmeos Weasleys. Mas os Palmer não eram nem de longe tão encrenqueiros como os gêmeos.
- Achei que tivesse ido para casa. – Alex disse.
Ela olhou para a palma de sua mão antes de levantar o rosto com um belo sorriso para lhe responder. Ela e Alex sentavam juntos nas aulas de Transfiguração e Runas.
- Meus Pais tiveram contratempos no trabalho e eu preferi voltar. – ela disse simplesmente.
- E como você voltou Jeenn? – Foi a vez de Ethan perguntar.
- Mamãe mandou uma carta para a Professora Minerva. – fora o que a própria professora a instruíra de dizer se alguém fizesse aquelas perguntas.
Com isto eles se satisfizeram e voltaram para as divagações corriqueiras. Ela evitara com grande maestria olhar para a mesa principal, ouvia parcialmente Ethan e Alex discutirem algo sobre Herbologia. Espetava o pudim de frutas com a colher sem muita vontade de comer. Desde que percebera que Snape sentara-se a mesa, algo pesava seu estomago.
- Opa, Lanna James mano! – Alex falou baixo. – Sua oportunidade vai lá!
Ethan deu uns tapinhas nas costas de Alex e saiu atrás da Corvinal. Jeenn olhou e o viu alcançar a batedora e cumprimentá-la com respeito para saírem caminhando juntos. Mais uma vez ela se sentiu estranha, nunca poderia ter uma vida simples de paquera. Nunca poderia de fato escolher alguém ou sequer se apaixonar livremente...
- Ele tem uma queda por ela desde o ano passado. – Alex disse tomando a atenção da jovem.
Ela finalmente pegou um pedaço do pudim e colocou na boca, depois de engolir ela virou-se para Alex e sorriu pequeno. Seus olhos encontraram com os castanhos do garoto e ele mostrou algo no canto de seus lábios. Ela não entendera e ele levou a mão para limpar-lhe o canto da boca. No mesmo momento que sua face ganhava cor, ela encontrou os olhos negros de Snape cravados neles e a cicatriz na sua mão doeu forte.
- Ai. – Ela se encolheu, deixando a colher cair para esfregar a mão com força.
- Algum problema? – o Grifinório perguntou.
- Não nenhum, tudo bem Alex, foi só uma pontada de dor. – e quando o olhou novamente ele ainda parecia preocupado. – Passou!
Snape entrou pela porta lateral, sentando-se entre Minerva e Hooch. Certo de que a disposição dos lugares havia sido manipulada pela bruxa que agora lhe olhava com agudez. Ignorou a bruxa para olhar pelo salão a cabeleira ruiva estava entre dois outros de sua laia, dois grifinórios metidos a besta.
Sua atenção estava dividida entre as duas bruxas que conversavam, cada uma a um lado seu como se ele não estivesse entre elas, e os três grifinórios. Quando o assunto se tornou a jovem ruiva, ele deixou a mesa no meio do salão de lado para se concentrar no que Minerva diria.
- Ah, a Senhorita Spaild precisou voltar porque seus Pais tinham muito o que fazer no trabalho. – Minerva elaborou. – E Sylvia me mandou uma coruja pedindo para trazê-la de volta.
- Hm, mas mesmo assim soa estranho Minerva. – Hooch complementou. – Ela ficaria bem cuidada em casa mesmo assim, não?
- Rolanda, você há de convir que ninguém está realmente seguro nestes tempos.
Depois disto as mulheres pararam de discutir e ele pode voltar sua atenção a própria comida, mas um desconforto quente na palma de sua mão o obrigou a olhar para frente. Seus olhos cravaram na cena que corria livremente pelo salão. O Grifinório impertinente tocava o rosto macio de sua mulher. Os olhos verdes cruzaram com o seu na mesma hora que uma raiva vermelha cresceu dentro de si. E ele viu ela se afastar, afagando a mão. Não ia ficar mais nenhum minuto naquele local, sua mão formigava para azarar o rapaz atrevido. Ele saiu com raiva, iria deixar bem claro para ela que ninguém tocava com propriedade no que eu seu.
Andava em círculos, a mão esquerda fortemente fechada em punho, os retratos haviam parado de fingir que dormiam e agora olhavam atentamente para o bruxo de negro que perdia a calma e a paciência a cada segundo que se passava. A porta se abriu e Alvo Dumbledore sorriu para o homem nervoso.
- Severo?
- Era suposto... – ele cuspia as palavras cheias de veneno. – que Minerva instruísse aquela maldita garota!
Dumbledore sentou-se atrás de sua mesa e olhou com curiosidade para Snape. O bruxo estendeu sua mão esquerda e mostrou a marca em sua palma, vermelha, como se estivesse muito quente, inflamada.
- Ela está flertando com aquele maldito grifinório. – Snape acusou.
- Não creio Severo, ela não está fazendo por mal. – o bruxo alisou a barba branca.
- Ah não? Então porque está maldita cicatriz não para de formigar? Por vezes queima feito brasa.
- O rapaz tem sentimentos por ela, a magia reconhece isto. – Alvo explicou. – Se ela estivesse fazendo alguma coisa Severo, a dor seria insuportável.
- Inferno! – ele esbravejou. – Vou dar um fim nisto!
- Severo! – Alvo esperou o bruxo parar o processo de girar a maçaneta. – Não interfira, ela está sofrendo bastante agora, precisa de amigos. Ela saberá afastá-lo quando notar o que ele pretende.
- E eu? – Severo disse em um tom baixo, quase rosnado. – Vou ter que assistir a minha mulher ser cortejada? Vou ter que sentir este maldito desconforto cada vez que ele a tocar?
Dumbledore não disse nada, e respirando fundo, contendo um pouco daquela raiva que remexia dentro de si ele saiu deixando o bruxo senil para trás. Rumando para as masmorras, onde podia descontar toda a sua raiva em alguma coisa.
Depois de quebrar metade de sua sala ele sentou-se no sofá com a cabeça entre as mãos. Respirava fundo quando a chama de sua lareira ficou verde a cabeça de Dumbledore apareceu entre as chamas.
- Redecorando? – Quando não obteve resposta ele continuou. – Precisamos de você aqui em cima.
A dor em sua mão não diminuía nem um segundo e ela já não conseguia mais fingir que estava tudo bem e por isto Alex se mantinha ao seu lado, indagado sobre coisas que ela não sabia responder. Mas ao menos podia usar uma desculpa genuína sobre dor e fugir, por hora, das perguntas insistentes.
- Vamos a Ala hospitalar! – ele disse segurando a mão dela entre as suas. – Essa cicatriz obviamente é mágica, então Madame Pomfrey deve poder fazer alguma coisa.
- Não, tudo bem. – Jeenn disse com a voz entrecortada. – A dor está diminuindo, eu vou ficar bem.
- Bem nada, olha para isto. – ele disse e passou o indicador por toda a cicatriz.
Doeu muito mais então. A dor era tanto que ela mal tivera tempo de raciocinar e ligar os pontos. Puxou a mão e saiu correndo empurrando o retrato da mulher gorda e sumindo pelas escadas. Não ia para a Ala hospitalar e sim para o escritório de McGonagall, a bruxa certamente poderia ajudá-la a se livrar daquela dor. Talvez se arrancassem lhe a mão fora...
Snape abriu a porta com propriedade e o que viu o fez erguer uma sobrancelha. Sentada em uma poltrona conjurada estava a causa dos seus novos problemas com o rosto lavado de lágrimas, os olhos vermelhos e a mão esquerda enrolada em um pano prateado. Seu espanto momentâneo passou e sua raiva aumentou de tamanho, não porque sua mão ainda queimava, mas porque ele se descontrolara por causa daquela mulher.
- FAZ ISTO PARAR! – ela gritou e mais lágrimas corriam pelos olhos.
- Alvo! – Minerva resmungou dando leves batidinhas no ombro da grifinória.
- Severo, acalme-se.
Ele virou-se para o lado, fechou os olhos e buscou seu auto-controle, tentando diminuir aquele sentimento de raiva, suprimindo-o como fazia com todas as suas emoções.
Todos perceberam quando ela respirou aliviada e logo Dumbledore balançou a varinha, não havia mais nenhum pano enrolado na mão da jovem.
- Merlin! – Minerva exclamou.
Jeenn mesma não acreditava no que via, sua mão estava muito vermelha, sua cicatriz grossa e inflamada não era a única coisa que se projetava, muitas veias, finas e grossas remexiam-se como se tivessem vida própria.
- O que está acontecendo Alvo?
- Minerva, acredito que junto com o casamento de sangue Tom tenha lhes infligido a prisão da alma.
Snape não esboçou nenhuma reação, apenas sentou-se na poltrona que ficava em frente ao diretor. Minerva, porém havia lhes presenteado com um estrangulado "pobre menina". E a abraçava como se não a visse havia algum tempo. Desta vez ninguém precisou ouvir explicações. Porque a única pessoa que precisava delas, não tinha forças para sequer abrir os olhos.
Ouvia as pessoas conversarem, dois homens, sentia as mãos quentes lhe afagarem os cabelos, mas ela só queria a paz, descanso. Ia gritar novamente pedindo que todos calassem as bocas, mas sua voz nunca deixou as cordas vocais. Os olhos mal viam as salientes veias escuras se acalmarem lentamente. Houve um momento em que ela pensou que ia explodir em agonia, mas agora nada importava, ela queria dormir, só isso.
- Não podemos continuar com isso Alvo. – Snape falou olhando de relance para os olhos verdes que se fechavam para a realidade. – Ela não pode suportar meus arroubos de raiva.
- Infelizmente meu caro Severo, vamos ter que continuar com isso sim. – e os olhos do bruxo recaíram sobre a jovem que piscava seus olhos inchados muito lentamente. – Vocês vão ter de aprender a conviver sem um machucar o outro a todo momento.
"Por enquanto, vão ficar bem, ela precisa descansar. Sua magia ainda não voltou completamente e isto a faz vulnerável. Quanto a você meu caro amigo, terá de controlar essa natureza explosiva. Não suportaria novamente ouvir esta menina me suplicando para morrer. Leve-a com você, Vou baixar as proteções das lareiras.
Aquilo foi como um balde de água fria. Sua raiva agora fora extinta. Pegou o corpo de sua jovem mulher e entrou nas chamas verde da lareira. Os olhos dela ainda presos em seu rosto, a apertou contra o peito quando se viu em sua destruída sala, andou a passos largos, levando-a para seu quarto.
- Não se preocupe. – ele disse. – Pedi para que confiasse em mim e lhe machuquei.
Deitou-a levemente sobre sua cama, acariciando os macios cabelos vermelhos que pareciam em chamas sobre o tecido escuro que cobria sua cama.
- Também não posso dizer que algo semelhante jamais acontecerá. – ele sentou-se ao seu lado, enquanto perdido pela profundeza dos olhos verdes. – Lamento estar sofrendo tanto, mas nenhum de nós pôde escolher o futuro, e eu lamento por você ter entrado nesta insanidade toda.
Snape a viu repuxar os lábios em um esboço de sorriso e erguer a mão esquerda para lhe tocar o rosto. A mão estava quente, e ele ainda podia sentir as veias moverem-se abaixo da pele. Não podia culpá-la mais, mas deveria adverti-la que sempre que alguém a tocasse com alguma intenção a mais que apenas amizade, sua palma iria contrair-se novamente. Ele não podia evitar sentir aquilo, sabia muito bem fingir indiferença, mas ele não podia fingir para si mesmo, que o que de fato sentira fora ciúmes.
- Agora durma, eu vou estar aqui.
E a viu fechar os olhos, a mão que permanecia em seu rosto perdeu o vigor e caiu sobre seu colo, agora completamente 'curada'. Snape não sabia o que estava-o movendo de fato, não tinha nenhum sentimento nobre pela garota, mas sentia-se estranho em relação a ela. Era dele, e ele era possessivo. Curvou-se e lhe beijou os lábios de leve.
- Eu vou cuidar de você. – Se pegou prometendo.
Afastou-se somente quando teve certeza que ela dormiria toda a noite. Seus pés esmagaram o vidro que cobria parte do chão de sua sala, com um aceno amplo de varinha tudo voltou ao normal e ele novamente jogou-se contra o sofá, lutando com a vontade crescente de deitar ao lado dela em sua cama.
- Talvez ela... – ele se recriminou, não tinha o direito de deitar-se ao lado dela, não hoje, não depois de ter sido a causa de tantas lágrimas.
Fechou seus olhos e só então percebeu o quanto estava esgotado, puxou uma das almofadas para si e deitou-se sobre, sentindo o fraco perfume dela ainda impregnado na peça. Pegou-se pensando que gostaria de sempre poder dormir sentindo aquele perfume. Tão logo estava perdido em sonhos que ele certamente não poderia realizar nunca.
Alvo Dumbledore olhava para a floresta proibida pela sua janela, o sol nascia ao longe para mais um dia e ele sabia que em breve aquela menina estaria de volta, tentando entender o que lhe acontecera, pedindo somente através do olhar que a livrasse daquilo. Mas, mesmo que de fato ele pudesse acabar com aquele sofrimento, ele não o faria. Não porque era mesquinho, apenas porque ela seria a forma de Snape se redimir consigo mesmo.
- Há surpresa até mesmo na escuridão, se soubermos entender as tramas do destino. – Fawkes pirou alto. – Sim, haverá futuro para todos.
O diretor se afastou da janela e suspirando abriu uma gaveta em sua mesa, lá estava o anel que lhe custara a mão.
- Talvez não para todos.
N/A: Não sei se ficou claro o que é prisão da Alma, mas em breve será exigido explicação por uma Grifinória muito irritada. E que as confusões comessem!
Reviews garantem uma visita noturna do nosso querido Mestre em Poções! ;3
