Disclaimer: Saint Seiya não pertence, mas sim à Masami Kurumada, Toei e Cia.
Margarida: Hahahaha... As meninas adoraram o Milo de toalha! HAHAHAHAHA... Poxa, Sheilinhaa! Vamos adorar que você faça um desses projetos longos e elaborados!
Mahorin: Sortuda ou azarada? Isso vou deixar que os capítulos respondam MAEHAHAHEHAEHAE! Xiii! É Mani fazendo as meninas surtarem (¬¬) no face e Milo na fic!? CHEÇUYS! Aaaah, menina... atração... humm... deixa que o capítulo responda!
Jules Heartilly: Oh, se vai longe, Jules! Bom, eu não sei não... Mas eu fiquei completamente sóbria enquanto eu escrevia.
Pure Petit Cat: Eu quis deixar a Athena um pouquinho mais legal, sabe!? Hahahah... Ah, eu precisava deixar um tiquinho do Milo do fandom aqui. E LAIA! Mais uma babando pelo Milo! HAHAHHAHAHA... Pelo menos as meninas não estão babando em cima dos meus maridos! xD Olha, cá entre nós, né... Ou a Nyx ficava brigando com o Milo, ou ela ficaria meio Mary Sue!
Os Pilares da Terra: O Despertar da Senhora da Lua
Capítulo 7
Let's have some fun!
Era fim de tarde e os treinos estavam por acabar. Alguns, já terminavam os exercícios do dia. A brisa fresca da noite soprava e aliviava o calor dos corpos suados de aspirantes e Cavaleiros. O fim de semana se aproximava e mais uma vez os Santos de Athena teriam uma pausa para poderem viver alguns momentos de uma vida comum.
Nyx e Milo encerravam sua sessão de treino, no entanto. Havia já alguns dias que ela vinha treinando com o Cavaleiro de Escorpião que se tornara seu mestre a contragosto. O dourado ainda detestava a idéia de ter uma pupila. Tinha a absoluta certeza de que isso mais do que iria atrapalhar seus planos para o fim de semana. Iria impedi-lo de sair, aproveitar a vida, entre outras coisas.
A garota, por sua vez, lentamente progredia. Aos poucos, compreendia o que era o cosmo, aprendia a lutar. Mas a relação entre ela e o escorpiano só dificultava as coisas. Ele não tinha muita paciência para ensiná-la. Se sentia incomodado, para não dizer irritado, durante quase o tempo todo, com ela.
- Chega! Porque raios Athena tinha de me dar essa "missão"? – explodiu, já ao lado de Camus, que fechava os treinos daquele dia.
- Talvez porque ela ache que assim, pode controlar seu gênio.
O grego ficou emburrado, ao lado do francês e despejou uma série de reclamações, que o aquariano ou ouvia com extrema paciência, ou o ignorava por completo. Por fim, o outro se calou. Ficou ali ainda emburrado, enquanto Nyx subia as escadarias das Doze Casas.
- E então?
- Então o quê?
- Você vai subir de volta para sua Casa ou vai ficar aí plantado de cara amarrada, Milo? – perguntou com forte sotaque francês.
- Hunf. Posso ir pra sua Casa?
- E vai fazer o quê lá?
- Sei lá. Fingir que não tem ninguém na minha Casa?
- Milo, Milo...
Subiram. Milo ainda com semblante irritado.
Na Casa de Escorpião, Nyx acabara de chegar. Pisava duro. Porque aquele cabeça-dura tinha de agir daquele modo? Viver desse jeito era um inferno. Nem notou presença de outras pessoas ali.
- Ahn... ei... você é a pupila do Milo, não é? – Shura a chamou.
- Infelizmente.
- Bem... eu estava procurando por ele...
- Hunf... ele deve estar lá embaixo, no Coliseu, com o "namoradinho" dele...
- Quem?
- O francês...
- Ah... bem... então...vou procurar por ele lá... sabe, eu ia convidá-lo para sair... se você quiser ir também...
E com isso, ele saiu. Ia descer para o Coliseu, mas sentiu a presença do cosmo de Escorpião na Décima Primeira Casa e rumou para lá.
- Boa noite, Camus... Boa noite, Milo.
- Boa só se for para você, Cabrito.
Shura levantou uma sobrancelha. Pelo jeito, o humor do grego não era dos melhores.
- Sem querer ser intrometido... Mas... eu acho que sua noite vai ficar boa também, artrópode. Vamos sair... ir para um bar, sei lá... Máscara da Morte me mandou vir te chamar...
- E desde quando aquele carcamano manda em você? – respondeu com um sarcasmo venenoso.
Capricórnio ignorou.
- E aí? Você vai ou não vai?
- E que pergunta. – sorriu de canto.
- Então nos encontramos às nove em Áries.
- Combinado.
- E bonita sua pupila, heein!? – o espanhol não perdeu a chance de provocar o amigo, que lhe mostrou um muito estendido dedo do meio, arrancando risadas dos outros dois.
- Ele não tem jeito...
Porém, Milo não admitiria o que sentiu. A pontada de raiva ao ouvir o comentário do outro Cavaleiro. Como assim aquele bode estava reparando na sua discípula? Bateu um ódio naquele momento. Desceu para sua Casa. E tão somente chegou, se dirigiu imediatamente ao seu quarto, evitando encontrar a menina. Dando-se por satisfeito por não tê-la encontrado, foi tomar seu banho. E na hora combinada, encontrou com os outros em Áries.
No bar de uma boate da Grécia, os rapazes estavam ao redor de uma mesa, conversando sobre amenidades. Jogavam conversa fora, riam, se divertiam. Os olhos atentos não perdiam nada no bar. Nenhum movimento lhes escapava. Especialmente os das mulheres.
A música ressoava alta no estabelecimento. As batidas faziam cada mesa, cada cadeira, cada copo e cada corpo vibrar. De repente, tudo parou. As luzes se apagaram.
Duas notas soaram. E uma música começou a tocar. Uma batida se iniciou, dando o ritmo. Uma guitarra ressoou, tocando a mesma música. Um holofote se voltou para um palco, onde uma figura feminina dançava. Seu quadril se movia de um lado a outro.
Sua cintura serpenteava, se ondulando a esquerda e a direita, conforme a música. Desceu até o chão, desse modo. Os braços acompanhavam os movimentos das ancas, em ondulações. Subiu, rebolando. A cada vez que projetava seu quadril para trás, mais o arrebitava. E mais os homens presentes se eriçavam.
Quando muitos deles já estavam agitados, tudo parou e as luzes se apagaram de novo.
Então, uma música eletrônica começou a tocar. Os holofotes ligaram voltados para o palco de novo. A batida ressoou, fazendo tudo vibrar de novo. Outra moça agora estava de frente para o palco e dançava, passando as mãos sobre o corpo.
Certos rapazes gritavam na mesa. Um italiano, um grego e um espanhol eram os que mais faziam barulho.
De repente, mais luzes se acenderam, quando a música deu uma virada. E mais garotas apareceram dançando em mini palcos espalhados pelo local. Havia uma barra cromada em cada um deles e elas faziam uma performance de pole dance.
A dona do palco grande então, conforme dançava, ia tirando algumas peças da sua fantasia. Muitos olhares vidraram-se nela. Mesmo com todas as outras garotas dançando e atiçando a imaginação dos homens, ela era o foco da atenção de todos. Sua dança no entanto, não prendeu todos os olhares por muito tempo. Pois vários dos presentes já aproveitavam a música contagiante para dançarem. E assim o fizeram alguns dos Cavaleiros.
Kanon seguia mirando as curvas de uma garota. Máscara da Morte devorava com o olhar uma jovem que dançava ali perto dele.
Milo se distraía ao observar uma loira dançando lascivamente. Aldebaran se divertia vendo Shura discretamente olhando uma moça, tentando disfarçar enquanto conversava com Aiolos, que mais queria curtir a companhia dos amigos. Aiolia procurava alguém que lhe interessasse, a fim de esquecer Marin.
A noite fervilhava ali dentro. Outra música com batidas marcantes tocava.
Cada qual tentou se aproximar de quem lhe atraía. Homens procuravam diversão. Mulheres lhes ofereciam o que queriam.
O Escorpião lentamente cercou seu alvo. E ela lhe deu abertura para o ataque. Ele se pos a dançar junto com ela. Facilmente, ela caiu na sua lábia. Logo estavam se beijando.
Ao seu redor, homens e mulheres se acertavam aos poucos, formando casais. Inclusive Aiolia que logo arranjou uma bela morena para lhe ajudar a esquecer a Águia.
Máscara da Morte se enroscou com a garota do palco que estivera observando.
Até mesmo Aldebaran que havia ferrado uma conversa descontraída, agora estava com a tal moça pendurada em seu pescoço.
-x-x-x-x-
Bom, gente!
Eu não pude resistir a fazer uma piadinha com o casal Milo x Camus do fandom, apesar de a fic não ser yaoi e eu não ser lá tão fã de yaoi!
De resto, o que posso comentar sobre esse capítulo? Só digo que esse finalzinho aí é importante! #fikdik
Acho que não tenho muito mais a comentar... Então, vou ficar por aqui! Espero reviews!
Beijos.
