Notas Iniciais : Cap. corrigido pela Gle e pelo Matheus

Bom esse capítulo iria sair bem mais cedo, já que ele estava parcialmente escrito tinha mais de 5.000 palavras e tudo , mas aí um dia quando fui editar umas coisas antes de mandar pra Gle eu esqueci de salvar e o documento se perdeu =( Então tive que reescrever todo ele em muito pouco tempo, o que foi muito cansativo e tals. Então ele ficou mais curto e menos interessante do que antes . ( nobody yes door )

ESSE capítulo contém cenas inadequadas para menores de 18 anos. rs Não, sério, hoje terá a primeira cena de sexo da fic , então leia se quiser e também não critique nada dessa cena. Só de você for à pessoa transando.

Boa leitura, depois façam o favor de ir no nigg4$ comentar ;)


High School Nigg4s

Capítulo 4: Dare

(( P. O.V Matheus))

Narrado voice's : Anteriormente em High School Nigg4$

- Então, quais seriam as noticias de hoje? – perguntou Nat, outra que me irritava com aquele cabelo gritando por ajuda, e aquele perfume barato que ela cismava em usar perto de mim.

- Bom, as noticia de agora seria todos viradas para as novatas. Mas aconteceu uma coisa agora no corredor que me interessou mais. – dei um risinho maléfico para Nat, minha próxima vitima.

- Que seria... – Bia perguntou empolgada. Aquela ali gostava de uma fofoca, e eu adorava isso.

- O seu futuro chifre Nat.

xx

- COMO É QUE É MATHEUS? – Nat berrou puxando o colarinho da minha blusa. Eu nunca tinha visto aquela loirinha daquela forma. Poderia ter ficado até com medo dela, mas sabia que ela não faria nada comigo já que me devia muito.

- Primeiramente, solta a minha blusa porque eu não paguei R$200,00 nela para qualquer vadiazinha fazer isso. – disse assistindo Natasha ir soltando minha blusa aos poucos. – E não precisava de tudo isso querida, só fiz um pequeno comentário.

- Um comentário muito desagradável por sinal, chefe. – Bia disse soltando uma risada logo depois. – Mas a pergunta que não quer calar. Com quem aquele pamonha do Davi poderia trair ela?

- Ninguém dessa escola é maluco de fazer isso Beatriz! TODOS TEM MEDO QUE A GENTE VAZE ALGUM SEGREDO!

- Exatamente, esse é o ponto minha cara Natasha. – disse andando pelo estúdio – Uma pessoa dessa escola não faria isso, mas...

- Alguém de fora ou novo, não teria medo de nós então, poderia fazer. – Bia completou perplexa já pensando em quem eu poderia estar me referindo. – UMA DAS NOVATAS!

- Exatamente!

- Qual das duas? – Nat perguntou ainda nervosa por pensar nos chifres.

- Primeiro, vamos explicar uma coisa, o seu amado ainda não consumou nada e só por isso, e somente por isso, eu não vou falar desse... como eu posso dizer mesmo ?

- Rolo? – Bia sugeriu sentando-se na sua cadeira naquela mesa redonda do rádio.

- ISSO! Não vou falar desse rolo por que ainda não aconteceu.

- E nem vai acontecer nada. O Davi me ama, e não importa o quanto as pessoas falem que isso não vai pra frente, eu creio no nosso amor.

- Ótimo Nat , mas não foi esse lindo amor que eu assisti quando ele olhou pra bunda da Me...

Fomos interrompidos pelas novatas que entraram na minha sala sem ao menos ter a decência de bater na porta.

Escutando Nat respirar repetidas vezes e Bia simplesmente continuava sentada esperando qualquer movimento de Nat para ela poder gravar com seu celular.

- Desculpa. – disse a baixinha que tinha visto hoje mais cedo sendo secada pelo Davi. – Acho que estamos um pouco atrasadas.

- Não, imagina. Sentem-se. – disse puxando Nat para um canto qualquer naquele estúdio. – Escuta aqui, eu quero você calma e fazendo seu trabalho hoje como ninguém antes. E assim que elas saírem daqui a gente arruma um jeito de você não ser chifrada pelo Davi. Estamos entendidos?

Assisti ela respira e expirar repetidas vezes, acho que ela pensava que assim esqueceria tudo e controlaria sua raiva, ou só estava tendo crise de bronquite, quem sabe.

- Você pode fazer isso Natasha?

- Acho que posso. – disse dando um sorrisinho amarelo.

Quando vi, ela caminhando de volta para o centro do estúdio, perguntei:

- Não vai me perguntar quem é? – disse fazendo um movimento com a cabeça em direção as novatas sentadas logo à frente.

- Davi nunca pegaria uma gótica puta. – disse dando uma piscadela e voltando a caminhar.

Você deve estar se perguntando, por que eu não espalhei o boato agora ou já destruí aquele projeto de anão, né? A resposta para essa pergunta é bem simples. Eu vi futuro nela, eu vi naquela garota uma nova arma para meus planos de destruir Gle, fazer com que ela e sua irmã sofram da mesma forma que eu sofri poucos anos atrás graças a elas. E eu sei que com um pouquinho de ajuda, essa tal de Melissa vai fazer tudo por mim, sem eu nem ao menos sujar minhas lindas mãos.

De qualquer forma, estava na hora do show. A hora que toda escola esperava apenas para escutar a equipe de jornalismo, com medo de que algum de nos três soltasse um segredinho de suas vidas estupidas e miseráveis. Já que sabíamos da vida de cada ser daquela escola.

xxx

(( P.O.V GLE ))

- Gle, você não acha que já passou da hora de você se aclamar? – como aquela gorda ousava falar comigo?

- Escuta aqui Camila, coloque mais cinco dessas roscas na sua boca antes de falar assim comigo! – disse colocando meu dedo na cara de Cams

Se tem uma coisa que nunca entendi foi porque a professora Beatrice deixou aquela obesa entrar na equipe de líderes de torcida. Se ela ainda servisse para alguma coisa, mas não. Aquela ali só serve para fazer os steps, mesmo assim muito mau, e comer aquelas roscas com cores florescentes que só de olhar você sentiria vontade vomitar.

- D-d-desculpa mestra.

- É assim que eu gosto de escutar. – Gley surgiu atrás de mim batendo palmas para ato de respeito da gordinha na minha frente. – Agora, me conta Gle, que essa história do tombo do Edgar é mentira.

- Ah, quem dera que fosse. – disse sentando na minha cadeira no refeitório.

- Mas você deu uma bronca nele, né fofa? – Rodrigo disse pegando uma das roscas de Cams. Só faltava aquela bicha mal amada engordar também.

- Claro que dei, ou vocês acham mesmo que ela vai destruir a reputação que eu tanto ajudei ele a construir? Foram anos gastos naquele ser. E além do mais, é engraçado ver a cara de medo dele sempre que grito o seu nome. – disse fazendo que toda mesa soltasse uma gargalhada. Até a obesinha gargalhou, mas logo se engasgou com a rosca.

Patética!

- Será que a Camila já sabe? – Su disse se referindo não a Camila sentada na mesa, mas sim a Camila que há essa hora deveria estar na faculdade tocando o terror em cada professor com aquela mente demoníaca dela.

Camila era minha irmã , mãe e pai para todos os efeitos. Ela era realmente a minha única família.

Meus pais eram donos de uma empresa que se constituía por várias lojas. Essa empresa tinha várias afiliais em lugares diversos no mundo. Normalmente meus pais deveriam passar pelo menos um ano em cada afilial, para controle de gastos e afins. Mas quando meus pais foram para Paris, há três anos, e nunca mais voltaram para Nova York as coisas ficaram um tanto quanto diferentes aqui.

Minha irmã na época tinha 20 anos, e ela era a única coisa perto de adulto exemplar pra mim. Eu segui e sego todos os passos dela. Tornei-me uma pessoa totalmente diferente depois disso, mas ainda sim me orgulho quando alguém diz que meu jeito é exatamente como de Camila.

- Não, ela não deve saber ainda. – disse fazendo um gesto de indiferença com as mãos. – Mas tem uma coisa que podemos fazer antes dela saber para amenizar a situação.

- E O QUE SERIA? – Cams perguntou com a boca cheia jogando alguns resíduos de comida na cara da Suelen. – Desculpa Su.

- Eu joguei pedra na cruz mesmo pra assistir uma cena grotesca como essa. – Rodrigo disse limpando a cara de Suelen.

- Enfim, a minha ideia é bem simples na verdade. Eu só quero me vingar da ema gótica e da órfã pidona. – disse comprimindo os lábios quando assisti Clinckton andar de cabeça baixa pelo refeitório com medo de tudo e de todos.

E pensar que eu já fui assim. E pior, que já fui amiga dela.

- E como espera se vingar delas, mestra? – foi a vez de Gley perguntar.

- O baile de boas vindas da escola é daqui a uma semana. E vejam, não seria uma ótima ideia nossas amiguinhas irem ao baile? – disse soltando uma risadinha quando pensei o que poderia fazer com aqueles dois vermes.

- Vamos precisar da ajuda do Matheus nisso...

- O do Edgar também...

- A sua irmã também...

Todos começaram a falar juntos já que ficaram super empolgados com ideia.

Pouco importava como eu faria aquilo, eu só queria assistir aquelas duas chorem por clemencia. Até porque todos merecem um pouco de diversão certo?

Pelo menos eu certamente me divertiria muito com aquilo.

Xx

(( P.O.V MÁRCIO ))

- Márcio! - alguém me chamou e eu me virei, sorrindo ao ver Sophia, minha prima.

-Ninguém avisou a você que essa festa aqui é um baile de máscaras?- ela perguntou, segurando uma linda máscara em formato de borboleta.

-Acabei de chegar, Sophi. Vim direto do aeroporto para cá. - sibilei, beijando-a no rosto com carinho.

– Isso não é desculpa Márcio. – Sophia ralhou, mas logo depois sorriu, alegre. – E como estão os tios?

Sophia estava me conduzindo para uma mesa de bebidas e eu aceitei, estava ávido por algo forte para beber.

– Estão bem, Sophia. Mas me conta, o que tem de novo nessa faculdade?

– Como sempre nada né? Tem os calouros, claro. Tem uma caloura gringa! – disse Sophia soltando uma risada muito engraçada quando se engasgou com o champanhe. – Tipo assim, ela é da NORUEGA! Se ligou? Noruega! – disse rindo mais ainda.

E foi nesse momento que percebi que Sophia não estava no seu estado normal de sóbria. Eu gargalhei e olhei a festa à minha volta. Um baile de máscaras fora organizado para celebrar o inicio do ano letivo na faculdade Columbia.

Sophia pegou a minha mão e eu perguntei confuso.

– Sophi, para onde você está me levando?"

– Primeiro, vamos colocar uma máscara, Márcio! Você não vai querer ser o único convidado da festa que não está de acordo com o tema do evento, não é mesmo? Depois, eu levo você até o pessoal do time. – ela sorriu, me levando até o local onde havia várias máscaras expostas, à disposição dos convidados.

– Hum... Márcio, se importa em ficar sozinho por alguns instantes? – Sophia perguntou um pouco tensa. – Estão precisando de mim lá na cozinha. Preciso ver o que está acontecendo! – completou, já se afastando.

Minha prima mais nova era a responsável por todas as festas que eram realizadas pela faculdade. Ela simplesmente não admitia que nada desse errado em nenhum evento que organizava.

Sophia se misturou à multidão, correndo em direção à entrada do campus.

A festa estava ocorrendo nos jardins e havia mais de 1.000 pessoas presentes. Peguei uma máscara qualquer, colocando-a em seguida. Afastei-me, mas acabei esbarrando em alguém.

– Perdão. – murmurei, me virando para ver em quem tinha tropeçado.

Todo meu corpo reagiu quando os meus olhos encontraram os da estranha.

– T-tudo bem... – sibilou, nervosamente, sua voz estava rouca e eu percebi que ela estava chorando.

– Você está precisando de ajuda? – perguntei, sem tirar os olhos dos seus. A cor dos olhos daquela mulher era simplesmente fantástica. Eu estava fascinado.

Seu rosto estava coberto por uma máscara que só deixava à mostra os olhos e a sua linda boca em formato de coração, que agora tremia, em sinal de nervosismo.

– Por favor, me deixe ir. Eu preciso ficar sozinha. – sua voz disse isso, mas os seus olhos diziam o contrário.

Tudo que ela não queria era ficar só. Eu a vi se afastar, tentando se misturar à multidão, mas era impossível, aquela mulher tinha algo que a tornava inconfundível.

Sem pensar, eu me vi seguindo-a, sem me preocupar em ser indelicado ou coisa do tipo. Eu precisava saber quem era aquela linda e misteriosa estranha.

Cheguei próximo à estufa e percebi que estava muito afastado do centro da festa, não havia nenhum convidado por ali. Procurei pela estranha, mas não havia nenhum sinal dela.

Passei as mãos pelos cabelos, exasperado, começando a acreditar que tinha tido uma ilusão, que aquela mulher tinha sido apenas fruto da minha mente cansada.

– Vejo que o senhor não costuma obedecer aos pedidos que lhe fazem. – uma voz doce e muito feminina murmurou, me fazendo estremecer, minha cabeça virando para ver a dona daquele timbre maravilhoso.

Não, eu não estava sonhando. Ela era mais real do que nunca.

– Eu percebi que a Srta estava com problemas. Por isso resolvi segui-la.- sibilei, ao ver que ela estava encostada na parede de vidro da estufa.

A estranha soltou uma risada baixa e depois se virou para me encarar, seus olhos ainda estavam emoldurados pela máscara, o que lhe conferia um ar de mistério.

– Eu não tenho problema nenhum, senhor. Minha vida é perfeita demais. Perfeita até demais. – ela murmurou, irônica.

Eu franzi o cenho diante da sua confissão. Do que ela estava falando? Quem era ela afinal?

– Se a Srta. me permite, posso saber o seu nome? – perguntei, me aproximando dela, ficando ao seu lado, encostado na parede.

A mulher ficou alguns minutos calada e depois sibilou.

– Isabele. Mas me chame de Isa. – eu sorri diante da sonoridade do nome com aquele sotaque desconhecido.

Isa. Combinava com a estranha.

– Tudo bem, Isa. Por que você não me conta o que está afligindo você, talvez eu possa ajudar? – comentei e ela gargalhou, se afastando de mim.

– Eu já disse. Não tenho problema nenhum, e é isso que está me deixando maluca. A minha vida mais parece um conto de fadas, tudo sai exatamente como planejado. – ela olhou para o céu e depois se voltou para mim, seus olhos cravados nos meus. – E é isso que eu odeio. Se eu pudesse pelo menos uma vez correr um pouco de perigo, sentir a adrenalina correr pelas minhas veias...

– É a primeira vez que eu vejo uma pessoa reclamando por levar uma vida perfeita. Você deveria agradecer aos Céus por sua vida ser maravilhosa. – sibilei e ela me olhou, furiosa.

– Você não sabe de nada, senhor. A perfeição é a coisa mais horrível que pode existir no mundo. E eu to cansada de tanta perfeição na minha vida. – falou, meio ríspida.

Aquela mulher só podia ser louca.

– Você tem cigarros? – perguntou e eu a encarei, surpreso.

– Não fumo.

Isa abriu um sorriso fraco e depois passou as mãos pelos cabelos, se voltando para contemplar novamente o céu estrelado.

– Eu também não. Quer dizer, eu já fumei uma vez, quando tinha 16 anos, mas meu pai me pegou e eu fiquei de castigo por três meses inteiro. – sorriu, perdida nas suas próprias lembranças. -Essa foi uma das únicas vezes que eu fiz algo impensado.

Eu sorri, fascinado por aquela mulher. Tudo nela me hipnotizava: os olhos cor de chocolate, sua boca em formato de coração, seu corpo perfeito. Ela era magnífica.

A estranha se voltou para mim, me encarando por um bom tempo.

– Você ainda não me disse seu nome? – sibilou, me avaliando.

– Márcio. – murmurei, encarando-a.

– Márcio... – pronunciou meu nome calmamente, como se tivesse degustando uma iguaria rara.

Um estremecimento de excitação percorreu todo o meu corpo e eu soltei um longo suspiro, tentando me controlar. Mas o que estava acontecendo comigo? Como eu poderia desejar com tanta intensidade uma mulher que eu não conhecia?

( Música para cena: Change Me by Justin Bieber )

Uma música conhecida invadiu o ambiente, o vento trazia a melodia que era tocada pela orquestra no jardim da casa de meus tios.

Change Me. Eu amo essa música. – sibilou, sorrindo graciosamente. Aquele sorriso era minha perdição. – Me concederia essa dança?

Eu não pude deixar de sorrir e depois perguntei:

– Acho que era eu quem deveria fazer essa pergunta, não acha?

Ela fez uma careta e depois se colocou à minha frente, pegando minha mão. O seu toque era suave e o desejo em mim só aumentou.

– Deixe as formalidades de lado, pelo menos por essa noite. Venha, vamos dançar. – ela murmurou, colando o seu corpo ao meu, minhas mãos indo parar na sua cintura fina, marcada pelo tecido macio do seu vestido.

Eu inalei o aroma que vinha dos seus cabelos, uma mistura de morangos com champanhe, que deliciosa mistura era aquela! O corpo de Isa se moldou perfeitamente ao meu, suas mãos estavam sobre meu peito, sua cabeça pendia confortavelmente sobre meu ombro.

Dançamos em silêncio, a música era a única coisa que ouvíamos.

Fechei os olhos, enquanto deslizava as mãos por toda a extensão da sua coluna, que estava exposta pelo lindo decote do seu vestido elegante. Isa estremeceu, enquanto soltava um longo suspiro, contra o meu pescoço. Sem pensar no que estava fazendo, eu me afastei só o necessário para que ela me encarasse, seus olhos estavam brilhantes e a boca perfeita estava entreaberta, enquanto ela ofegava levemente.

Tentadora demais.

Passei o dedo pelos lábios de Isa e ela tremeu um pouco, colando o seu corpo novamente no meu. Essa foi a deixa para eu capturar aquela boca macia, fazendo com que ela se agarrasse ainda mais em mim. Eu soltei um longo suspiro quando invadi a sua boca, buscando a sua língua, louco para sentir seu gosto.

E que gosto era aquele! Mais maravilhoso impossível.

Isa passou as mãos pelos meus cabelos, puxando-os de leve, enquanto as nossas línguas se enroscavam em um beijo voraz e faminto. Assim que nossas bocas se separaram eu pude sentir o rubor queimando a face daquela linda mulher. Tentei tirar a máscara dela, mas ela me impediu, me olhando com determinação.

– Deixe as coisas como estão. – pediu, deslizando as mãos pelo meu pescoço.

Ela estava me matando com tanta provocação.

– Vamos para dentro da estufa. – falou, me puxando pela mão.

Assim que nós entramos na estufa, a sua boca buscou a minha, em mais um beijo faminto e enlouquecedor. Eu a coloquei sobre uma mesa, puxando-a para perto de mim, suas pernas entrelaçaram a minha cintura, enquanto nossas bocas travavam um duelo alucinante. Suas mãos afagaram as minhas costas, enquanto eu puxava as alças do seu vestido, tocando na parte delicada do colo.

Isa gemeu quando eu desgrudei a boca da sua, indo buscar a maciez da pele do seu pescoço, beijando-o calmamente, provando cada parte daquela pele perfeita. Eu a senti ofegar ainda mais quando revelei os seus seios, o formato e o tamanho eram perfeitos, exatamente como tinha imaginado que seriam.

A pele dela esquentou em minhas mãos quando eu toquei os seus mamilos, acariciando-os delicadamente. Ela me encarou, me beijando mais uma vez, sua boca estava desesperada sob a minha.

"Isa.." sibilei, tentando me afastar, mas ela agora beijava a curva do meu maxilar, usando a língua e os dentes ao fazer isso.

Eu a segurei e a olhei longamente, sabendo que estava explodindo de tanto desejo. Não iria aguentar por muito tempo.

Sem pensar muito no que eu estava fazendo, ergui a parte inferior do seu vestido e a toquei no ventre, fazendo-a gemer e morder os lábios, completamente excitada.

Tracei os contornos da sua calcinha e a puxei lentamente, Isa facilitou a retirada da peça, abrindo as pernas. Sorri ao vê-la deitada na mesa, as costas arqueadas, os olhos fechados, enquanto eu a acariciava no meio das coxas.

Abri a minha calça, enquanto ela me olhava, seus olhos eram curiosos e um pouco receosos. Ela estava hesitante?

– Você quer parar?- perguntei e ela se levantou, colocando as mãos nos meus ombros, me encarando.

– N-não. – sibilou, abaixando as minhas boxers, revelando o meu membro excitado.

Isa ficou um pouco ofegante a me ver excitado e depois eu percebi que ela tremia de expectativa talvez?

Coloquei a camisinha rapidamente, a deitei de volta na mesa e a penetrei com força, sentindo uma resistência dentro dela, o que arrancou um grito agoniado de Isa. Mas como? Como isso poderia acontecer?

Eu estava tirando a virgindade de uma virgem?

Eu me retirei de dentro dela e a encarei, confuso.

– Como..como...? – perguntei, enquanto ela tentava me puxar com as pernas, seu corpo estava tremendo.

– Esqueça isso... Por favor, esqueça isso. Eu quero você. Eu preciso de você, Márcio. – gemeu, se oferecendo para mim.

Fiquei alguns segundos na indecisão, até que o desejo falou mais forte e eu a penetrei novamente, dessa vez com mais calma, tomando cuidado para não machucá-la mais ainda.

Isa gemeu alto quando eu deslizei para dentro dela e eu a puxei delicadamente, beijando-a na boca com paixão. Ela gemia e se contorcia à medida que eu a preenchia. Aumentei o ritmo ao perceber que tinha conseguido se acostumar comigo dentro dela.

Minha cabeça rodou quando eu a ouvi gemer de prazer, sua boca próximo ao meu ouvido, suas mãos puxavam os meus cabelos com força, enquanto nossos corpos dançavam, completamente perdidos um no outro, alheio ao mundo que nos rodeava.

Eu explodi dentro dela, fazendo-a gritar em desespero, completamente extasiada, já chegando em seu clímax.

Isa se deitou na mesa e eu a contemplei, enquanto o seu corpo se contorcia convulsivamente e de repente ficando imóvel, enquanto ela respirava seguidas vezes, a máscara grudada na sua pele, completamente molhada de suor.

Retirei-me de dentro dela e me vesti apressadamente, enquanto ela se recompunha, completamente em silêncio. Passei as mãos pelos cabelos, ainda tentando entender o que tinha acabado de acontecer entre nós. Eu nunca tinha vivido algo tão maravilhoso com ninguém em minha vida inteira. Aquela mulher era simplesmente fantástica e eu tinha sido o primeiro homem da sua vida. O peso do fato tomou conta da minha consciência e eu me voltei para ela, tentando tirar a minha máscara, mas ela me impediu.

– Não, por favor, fique com a máscara. É melhor assim, evita um constrangimento desnecessário. – sibilou, já de pé.

– Por que isso, Isa? Por que você fez isso? – perguntei, encarando-a nos olhos.

Ela deu um sorriso fraco e depois se afastou de mim.

– Porque eu queria-me sentir livre, Márcio. Pelo menos uma vez na vida queria fazer o que me deu vontade. E eu senti vontade de transar com você. – sibilou, de costas para mim. – Você me proporcionou a noite mais fantástica de toda a minha vida. – murmurou, se voltando para me encarar. -Eu não vou esquecer nunca o que aconteceu.

Eu a encarei longamente, tentando entender o que ela estava querendo dizer. Aquilo era uma espécie de despedida? Ela estava me dispensando?

Não queria apenas uma noite com ela, queria muito mais.

– Isa, eu... – comecei, mas ela me interrompeu, me olhando longamente.

– Quero que você lembre-se de mim como um sonho, Márcio. Por que é assim que eu vou lembrar-me de você, apenas uma lembrança. – sussurrou e eu percebi que ela já estava próximo à saída da estufa.


Notas Finais:

Quem quiser imagens das máscaras me chama no privado.

Como vocês devem ter reparado n temos nenhuma Sophia no grupo rs Tive que colocar ela por falta de personagens, eu imaginei a Zoella Sugg como a Sophia. ( quem quiser imagens dela chama no pvd )

A tradução do nome do capítulo e Consequências ;)

A Gle disse que n entendeu muito bom os personagens da Isa e do Márcio, então para n aja mais confusão vou explicar.


Isa: é uma menina um pouco cansada da vida que julga ser perfeita demais. O sonho dela era se ver fora da Noruega pelo simples fato de ser ver livra das jaulas impostas por seus pais. Isa cursa jornalismo apenas por um ato de rebeldia, mas também é apaixonada por ballet um segredo intimo que sempre guardou de sua família.

Márcio: Namorado de Camila Rudley , ele um promissor jogador de basquete da faculdade Columbia. Porém só conseguiu essa vaga na faculdade graças a sua namorada, e só por esse enorme favor de fazer com ele suba na vida ela na termina com a víbora como gosta de chama lá pelas costas. Porém uma contusão e uma gringa podem mudar tudo para Marciozinho :3


Eu to risos sakasjkdasljdajs enfim é isso. Bjinhos

E como sempre se tiver erros o Davi não pode falar nada s2s2s2