- O exorcismo do quarto capítulo foi retirado do último episódio da primeira temporada (Devil's Trap), e não está completo.

Espero que gostem da minha fanfic. Comentem!

Freqüência Clandestina

Capítulo 1

Springfield - Missouri

Eloyza andava pela calçada, carregando seu walkman, fones nos ouvidos. O rádio não funcionava. Nenhuma estação pegava. Ela girou o botão até o fim na esperança de sintonizar alguma rádio. Conseguiu. A radialista falava coisas muito estranhas. Eloyza fez cara de desentendia. Parou abruptamente, seus ouvidos começaram a sangrar. Ela caiu morta.

Columbia – Missouri

No restaurante, Sam lia o jornal.

­– Olha isso, Dean.

Sam entregou o jornal para Dean.

–Hum... cara...é... Nós podemos ir... A entrada deve ser meio cara, mas ontem eu me dei bem no poker. Até que enfim você resolveu se divertir um pouco...

– O que? Do quê você está falando?

Sam pegou o jornal da mão de Dean e viu que o que ele tinha visto foi a propaganda de uma danceteria.

– Não estou falando disso. É disso que eu estou falando – Disse Sam apontando para uma reportagem e entregando o jornal de volta para Dean.

Dean pegou o jornal meio sem jeito e leu a reportagem.

– "Hoje pela manhã, faleceu Eloyza Philron. Segundo os médicos, a causa de sua morte provavelmente seja alguma falha no walkman, já que ela foi encontrada com os ouvidos sangrando, e estava com os fones do walkman nos ouvidos no momento em que foi encontrada morta. Duas pessoas que presenciaram a morte de Eloyza deporam para a polícia 'Estávamos caminhando na calçada, suas roupas esportivas indicaram que ela estava fazendo uma caminhada para se exercitar. Eu estava caminhando atrás dela. Ela parou de repente e eu quase esbarrei nela. Os ouvidos dela começaram a sangrar.' – Diz Eduardo Smith, que chamou a ambulância. : 'Eu vi quando ela caiu no chão com os ouvidos ensangüentados' – diz Tinna Keagge. A família de Eloyza está processando a empresa fabricante do walkman."

– E então? O que acha?

– Ouvidos sangrando... Isso não tem muita cara de ser um defeito do walkman... Sei lá, os ouvidos sangrando...

– É, mas nada impede que seja mesmo um problema no walkman. Talvez explodiu alguma peça...

Dean e Sam se entreolharam e falaram em uníssono:

– Nãããããããão...

– Acho que deveríamos falar com a família da garota. – Falou Dean.

– Talvez. Mas acho que primeiro é melhor falarmos com esse tal de Eduardo Smith, que presenciou a morte de Eloyza.