Capítulo 5
–Então quer dizer que esses dois tinham uma rádio clandestina que usavam para se divertir matando as pessoas religiosas?
–É, Dean. Parece que era isso mesmo.
–Acho melhor nós destruirmos aquele lugar, não é? Destruímos a estação de rádio, para evitar que mais alguém continue com isso.
–E quanto à esse lugar todo? Essa igreja? Digo, provavelmente Eloyza e Eduardo não eram as únicas pessoas escolhidas...
–Queimamos? – perguntou Dean tirando um isqueiro do bolso e acendendo-o.
–Será que é essa a solução?
–Hum... Acho que sim.
Sam foi até a sala onde se encontrava a rádio. Dean seguiu o irmão.
–A freqüência dessa rádio devia ser extremamente alta. Uma rádio clandestina com freqüência totalmente fora do permitido.
–Será que esses demônios têm cérebro?
–Nem me pergunte. Nunca pensei nisso. – Falou Sam sorrindo.
Dean derrubou a aparelhagem que estava encima da mesa e em seguida jogou o isqueiro aceso no chão. O lugar começou a pegar fogo.
–Vamos!
Dean e Sam saíram da igreja e entraram no carro. Contemplaram a igreja pegando fogo por alguns segundos. Em seguida, Dean ligou o rádio e saiu cantando pneu.
