Oi povo!

Saiu rápido, eu sei... Tenshi anda inspirada, como já disse anteriormente. Acho que Um em Treze será atualizada frequentemente, ao menos até as minhas aulas voltarem... xD

Esse capítulo é um tantinho maçante, eu acho, porque é nele que as protetoras de Selene se apresentam. Tem umas bem louquinhas... Huahsuashuasuhs... Mas já vou contando, lentamente, um pouco do que espera por vocês.

Metal Ikarus: Sim, meu caro, você ganhou dedicatória! Ainda não li todas as suas fics, mas me aguarde. Assim que eu conseguir acabar um tantinho com minha crise de inspiração, vou conseguir parar e terminar pelo menos de ler Fúrias de Ártemis. Me aguarde, logo alcanço a Saint Seiya Extreme! Huahauahuahuahua. Pois é, Selene quase não é lembrada... Isso é uma pena, porque ela é muito interessante. Não, o Ele não seria o Seiya. Preste atenção nas partes da história que vão estar em itálico ao longo dos capítulos, elas, lentamente, irão revelar - para os leitores - quem é esse Ele. Para os leitores, porque os cavaleiros ainda vão boiar por um tempo... Huahsuaasuhaushuashusa Ok, eu falo que vai puxar mais pra Lost Canvas =D

Espero que goste desse capítulo *-*

Mas o motivo do chororô e outras cositas só serão explicadas no próximo capítulo xD

Abraços!

Um em Treze

Capítulo 1

Seis Guerras Santas atrás, muito antes de Alone, Sasha e Tenma...

Athena estava vestida com sua Sagrada Armadura, Capricórnio de um lado e Pégasus do outro. E a frente deles, Hades, em seu real corpo, não o jovem mais puro que houvesse sobre a Terra. Pandora ainda não era necessária. Apenas os 108 espectros, e uma aliada poderosa que partiu quando conseguiu o que queria.

E é de conhecimento geral que o que força Hades à escolher o jovem mais puro da Terra para reencarnar, tendo Pandora como a guardiã desde, foi que o Cavaleiro de Pégasus o feriu em Guerras Passadas.

E foi nesta Guerra que isso ocorreu.

Aysel levantou-se, limpando o rosto e então olhou para os cavaleiros, que estavam estáticos. Eram incapazes de crer que Athena de fato ficara quieta enquanto Selene lhe fazia perguntas tão preciosas. A crença deles na deusa, depois de tudo o que tinham visto-a fazer, lhe impediam de acreditar que ela ficara em silêncio.

Ela então retirou a capa e o manto, deixando uma armadura prateada com o brilho das estrelas exposta. Cobria-lhe todo o corpo, com pontas saindo das ombreiras e das proteções das pernas, e duas adagas longas e gêmeas estavam presas nas proteções dos braços, preparadas para serem sacadas imediatamente.

- Prometi à Selene que vocês iriam aprender o sentido da união. E vou fazer isso, mesmo que na base da porrada. – seu olhar ficou um tanto ameaçador, e um sorriso sangrento, essa seria a palavra mais certa, desenhou-se nos lábios azulados. Ela já estralava os ossos das mãos, como quando alguém se prepara para socar outro alguém.

No entanto, outra das mulheres vestidas de branco colocou-lhe a mão no ombro. Aysel respirou fundo, fechou os olhos e cruzou os braços. Sua expressão era impaciente, mas a outra conseguiu controlar-lhe.

Todas as acompanhantes de Selene levantaram-se, ficando frente a frente com os cavaleiros. A que parara Aysel foi a primeira a se pronunciar.

Ela tirou a capa e o manto. Sua armadura era semelhante à de Aysel, no entanto, era uma Morningstar que estava pendurada em sua cintura, com asas feitas de estrelas em suas costas. Seus cabelos eram cortados na altura da orelha, lisos, brancos como o de Aysel, as orelhas igualmente pontudas, no entanto, seus olhos eram negros com a pupila branca em forma de estrela.

- Meu nome é Aymelek. Sou a Estrela Polaris, a que guia as demais Estrelas de Selene e os perdidos. – ela apresentou-se e fez uma reverência aos cavaleiros. Milo a olhou e sentiu-se mal. Ela não parecia ser o tipo de mulher que aceitaria insubordinações. – Aysel...

Ela olhou de um modo repreensivo para Aysel, que mesmo de olhos fechados, sentiu o olhar e percebeu o tom de voz da irmã mais velha.

- Pff... Aysel, a Estrela Sirius, a mais fiel à Selene. – olhava para o alto, lamentando que o teto do Décimo Terceiro Templo fosse fechado e não lhe permitisse ver o céu. Apesar da recente demonstração de hostilidade, Máscara da Morte não se sentia bem com ela. A aura de fidelidade para com Selene que ela emanava lhe dava enjôos.

Alguém entre as que ainda ocultavam o rosto riu de modo sarcástico e histérico.

- Esqueceu de falar a mais cabeça-dura de todas, Aysel... – sua voz era cortante, e provocou arrepios na maioria dos cavaleiros. A Estrela Sirius a olhou irritada.

Ela tirou a capa e o manto, e Afrodite riu de modo satisfeito ao vê-la. Até aquele momento, as Estrelas de Selene tinham lhe impressionado com suas estranhas belezas, mas ela... Pfff. Devia estar entre os servidores de Lissa. Faltava-lhe beleza.

O cabelo, podia-se perceber que era ruivo, cortado bem rente à cabeça quase raspada, raspado de fato em certas partes, formando um desenho sem significado para eles. Tatuagens vermelhas cobriam seu rosto do nariz para cima, rodeando os olhos e marcando a testa, como se tivessem sido feitas com fogo. Pareciam espécies de letras. Os olhos eram dois rubis, com pupilas safira. As orelhas eram pontudas, no entanto, em seu riso histérico, perceberam dentes pontudos como os de um tubarão. Sua armadura possuía um brilho avermelhado, estrelas maléficas com sorrisos de tubarão adornavam suas ombreiras, e uma espada de com a lâmina denteada estava pendura em suas costas.

- Eu sou Rhamla, a Estrela Bellatrix, a oráculo de Selene. – e então, seu olhar recaiu sobre o cavaleiro de Peixes, seu sorriso irônico, enquanto andava até ele. – Aaaah, o narcisista de Peixes... Vi o Albafica de longe... Ele era muito mais bonito que você... E bem menos arrogante, pelo que percebia... – ela fez um muxoxo ao lembrar o cavaleiro, mas riu de forma sadicamente prazerosa ao ver o olhar de raiva do cavaleiro quando ela disse que Albafica era mais belo que ele.

- Retire o que disse. – disse com raiva, uma rosa vermelha surgindo em suas mãos e elevando o cosmo.

Shion suspirou de modo derrotado, enquanto Aymelek olhava para Rhamla como se jurasse que lhe arrancaria os braços se não resolvesse aquela situação e rápido.

A Estrela Bellatrix riu do cavaleiro e então o empurrou de leve com um dedo. Afrodite foi arrastado até atingir a parede com violência – metros e metros distante dela. Olhou para a jovem, estupefato, enquanto se levantava; ela sorria de modo suave e singelo, uma luz de doçura nos olhos.

- Nenhum de vocês poderão vencer a mim ou à minhas amigas enquanto não compreenderem o sentido da União e vocês Treze sejam como Um só, mesmo quando estão separados. Não poderão vencer nem o inimigo que virá antes dos Titãs se libertarem, o inimigo que virá tomar a Divindade de Athena e a Terra em troca do que quer que seja que ela queira de volta. – e então, aquela face singela sumiu. Dohko parecia ser o mais surpreso e foi o primeiro a manifestar-se.

- Quem é esse inimigo que virá antes dos Titãs? – ele segurou o braço de Rhamla, que o olhou um tanto surpresa.

No entanto, uma das jovens manifestou-se antes dela.

- Só saberão o nome desse inimigo quando os Treze forem como Um só. – ela tirou a capa e o manto. Sua armadura possuía desenhos que lembravam uma balança, e uma espada longa de dois gumes estava pendurada em sua cintura. Seus olhos estavam vendados, e seu cabelo caía liso e vermelho até a cintura. – Meu nome é Daima, a Estrela Al Na'ir, a juíza de Selene. – em seguida virou seu rosto para Kanon, cuja sensação ao olhá-la era de que ela era capaz de ver no mais profundo de seu coração, mesmo vendada.

- Mas... – Dohko ainda tentou arrancar algo, mas outra jovem, a mais baixa de todas, manifestou-se.

- Por favor, Dohko. Confie em nós. – ela tirou a capa e o manto, e o rosto era o de uma menina de no máximo dezesseis anos. O cabelo era negro e ia até os ombros, preso em diversas tranças. Os olhos eram duas safiras, com as pupilas brancas em forma de estrelas, e as orelhas pontudas. Sua armadura tinha um brilho azulado, com desenhos que lembravam flores com fadas brincando entre elas. Suas armas eram agulhas que as proteções dos braços atiravam. – Sou Ayperi, a Estrela Altair, a curadora de Selene. – Aiolia sentia-a cheia de paciência, e, por um instante, não entendeu como alguém podia ter tanta paciência. Era impossível.

Dohko soltou o braço de Rhamla e afastou-se. Suspirou, fechando os olhos, desejando que, ao abri-los, estivesse acordando de algo que pairava entre o sonho e o pesadelo, descobrindo que tinha bebido demais durante a Ceia e dormira com a cabeça no prato, como ocorrera na Ceia de Natal.

No entanto, sentiu uma mão suave em seu ombro, e ao abrir os olhos, encontrou uma das Estrelas sorrindo-lhe suavemente.

- Tenha determinação, Dohko de Libra. A mesma que tinha quando conheceu Tenma. – tirou a capa e o manto, mostrando que parte do rosto e do crânio tinha cicatrizes de queimaduras que não pareciam totalmente cicatrizadas. Na parte onde haviam as cicatrizes, o cabelo cacheado e branco não crescia. Apenas o olho esquerdo enxergava, de um verde-mar brilhante e cheio de vida. O outro, estava coberto pelas cicatrizes de queimadura. E apenas a orelha esquerda estava intacta: pontuda. A outra, as queimaduras tinham destruído a ponta. A armadura tinha sido trabalhada com desenhos que lembravam chamas. Diferente das que tinham se apresentado até aquele momento, não carregava arma alguma. – Sou Dincer, a Estrela Mirkaf, o fogo sagrado de Selene. – Dohko sentia uma espécie de compaixão pela jovem ao ver suas cicatrizes, aquilo o deixou mais confuso do que já estava.

- Como conseguiu essas cicatrizes? – ele perguntou, olhando-a atentamente.

Ela cobriu o lado direito do rosto com uma das mãos. Era o lado mais marcado. Sorriu suavemente, um sorriso cheio de determinação e nenhuma confusão.

- Ah... Isso... Foi quando deu a louca em Apolo alguns milênios atrás...

Aquela frase fez com que todos as olhassem de modo estupefato. Milênios? Seriam elas Protetoras fiéis de Selene há tanto tempo?

Aymelek ficou a frente delas e os olhou firmemente.

- Nós somos Elfas Estelares. Fomos selecionadas entre várias candidatas pela própria Selene para caminhar ao lado dela há tempos imemoriais. A cada uma de nós nos foi permitido escolher se ficaríamos ao seu lado pelo tempo de uma vida humana, ou seguir na imortalidade élfica até que morrêssemos em batalha. Nosso maior desejo era servi-la, e seguimos com nossa imortalidade. Os séculos passaram, e hoje, nossa raça já não mais existe. Somos as últimas. E continuaremos a servir Selene pelo resto da Eternidade. – sorriram suavemente uma para as outras, e todas pareciam confiar suas vidas à todas as companheiras de muitas batalhas. Como se, sendo Treze, ela lutassem como Uma só.

Ela aquele sentido de união que elas queriam ensinar a eles? Parecia impossível aos olhos de alguns.

E então, as apresentações continuaram.

A mais alta tirou a capa e o manto. O cabelo era azul, preso numa longa trança. Os olhos elam cor de chocolate, com pupilas brancas em forma de lua minguante, as orelhas pontudas. A armadura possuía desenhos que lembravam um coração palpitante, estrelas ninjas penduradas na cintura, um sorriso suave adornava-lhe os lábios. Kamus não gostou dela. Parecia ser alguém que se guiava pura e simplesmente pelas emoções.

- Meu nome é Dolunay, a Estrela Miaplacidus, o coração de Selene. – sorriu como eles só tinham visto os meninos de Bronze sorrirem. Uma delas puxou a ponta de sua trança, e ela olhou sorrindo para a jovem um tanto mais baixa que ela.

A Elfa tirou a capa e o manto, deixando o cabelo branco preso em maria-chiquinha à vista e olhos iguais aos de Aysel, sorrindo muito. Sua armadura possuía desenhos ondulantes e irregulares, como são os pensamentos. Uma espada de um gume só e lâmina curvada estava pendurada em suas costas.

- Esta é Ebediyet, a Estrela Mirzam, o pensamento de Selene. – a Estrela Mirzam fez uma reverência, sorrindo. Shaka sentia um grande pode nela, no entanto, aquela sensação de humildade que a percorria, como se ela fosse capaz de deixar que os outros a pisassem, lhe dava arrepios.

- Por que ela mesma não se apresenta? – Shaka perguntou. Se ela mesma não tinha se apresentado, devia ser muito submissa e ter medo de falar em público.

Mas mostrou-se que não era isso. Ela abriu bem a boca, mostrando apenas um toco do que fora a língua no fim da boca.

- Isso foi obra de Ártemis, na primeira vez que tentou tomar a Lua de nossa Mestra. Não suportou a voz da Estrela Mirzam, tão bela e acolhedora como o pensamento de Selene, então arrancou a língua de Ebediyet para nunca mais ouvir sua voz. Ayperi chegou tarde e não havia mais como devolver-lhe a língua. – a jovem que falou isso tirou a capa e o manto. Tinha o cabelo repicado, lilás com mexas negras. Os olhos eram amarelos com a pupila azul em forma de estrela. A armadura possuía pontos azuis e negros, de um jeito quase surreal. Uma foice estava pendurada em suas costas. Aiolos sentiu um arrepio ao olhá-la. Algo em seu olhar lhe dizia que ela não era de confiança, ao menos para eles. – Eu sou Ebru, a Estrela Alkaid, a destruidora de estrelas de Selene.

Uma das jovens colocou uma mão em seu ombro e sussurrou algo. Ambas riram muito de alguma piada própria, e então ela tirou a capa e o manto. A armadura era igual à de Ebru, exceto que eram pontos azuis e vermelhos. A foice era igual, e sua aparência, exceto pelos olhos, que eram negros, era igual à da outra. Shura sentiu um leve mal-estar ao olhá-la. Era como se estivesse olhando para Saga, à quem ele nunca mais suportara olhar depois que retornaram.

- Eu sou Edibe, a Estrela Sargas, a que se perdeu de Selene, mas retornou. – para bom entendedor, meia palavra basta. "Se perdeu de" era uma metáfora para "traiu", e aquilo irritou Shura por um momento. Como todas podiam andar ao lado dela tão tranquilamente mesmo depois que ela traíra Selene uma vez?

- Edibe, pare de provocar Capricórnio! – a que disse isso tirou a capa e o manto. O cabelo vermelho estava preso num penteado rastafári, até a cintura, e olhos de prata derretida. A armadura possuía ponta de estrelas saindo das costas e das ombreiras, desenhos de estrelas de quatro pontas por toda a armadura. Duas facas de caça estavam penduradas em suas costas. – Eu sou Emine, a Estrela Wezen, a caçadora de Selene. – Saga sentiu-se incomodado com ela. Era como se ela fosse a mais segura de todas depois de Aysel.

Uma das duas que ainda faltavam se apresentar começou a pular feito uma criança, ansiosa, talvez. A que estava do seu lado suspirou e acenou para que ela fosse em frente. Ela tirou a capa e o manto, deixando a vista que, apesar da altura, seu rosto parecia o de uma menina de treze anos. Os olhos eram esmeraldas claras e brilhantes com diamantes em forma de espadas como pupilas, os cabelos eram fios de safira presos em tranças, curtos, caindo pelo rosto infantil. A armadura era brilhante, cheia de desenhos que lembravam uma guerreira sem medos. Uma espada que parecia grande demais para ela estava pendurada em suas costas, de dois gumes e folha larga. Por um instante, Mu se sentiu incomodado com toda aquela animação.

- Sou Firuze, a Estrela Deneb, a coragem de Selene! – fez uma reverência, e Milo tentou abafar um sorriso mas não conseguiu, e comentou com Máscara.

- Coragem mesmo... Uma criança com uma espada daquele tamanho... Vou ficar surpreso se conseguir levantá-la. – ele e Câncer começaram a rir feito loucos. Aymelek olhou para Firuze, analisando o que ela pretendia. Um sorriso frio e sádico estava nos lábios da Elfa. Suspirou e olhou para o teto. Conhecia Firuze há muito tempo, e sabia que nada a faria desistir de assustar os dois cavaleiros por zombarem dela e de sua espada.

Firuze tirou a espada das costas com apenas uma mão, e como se o peso não a incomodasse nem atrapalhasse para manejá-la, correu e a manejou para tentar acertar a cabeça dos dois. Ambos, ao verem aquela pesada espada em sua direção, pularam para trás, evitando a lâmina que se fincou no chão onde eles estavam segundos atrás. Olharam assustados para a Estrela Deneb. Ela sorria de modo sádico.

- Manejo essa espada há mais tempo do que vocês imaginam. Somos como um só. Não zombem de nós de novo, ou juro que vou usá-la para tirar o que vocês dois tem entre as duas pernas. – disse de modo sombrio antes de, facilmente, desfincou a espada do chão e a pendurou nas costas, voltando para o meio de suas amigas. Aquilo definitivamente assustou Mu.

A última que ainda ocultava o rosto virou-se para Firuze.

- Há milênios que digo isso e você não me ouve, mas vou dizer de novo: você tem de aprender a se controlar, Firuze. – Firuze riu e ignorou a outra. Ela sorriu com os lábios, como quem esperava aquilo, antes de tirar a capa e o manto. Podia-se dizer que era Firuze mais velha. A diferença era que seu cabelo estava solto e ia até os ombros em cachos irregulares. A armadura tinha desenhos que lembravam uma intransponível muralha, uma maça com espinhos pendurada em suas costas. – Eu sou Hafiza, a Estrela Nunki, a muralha de Selene. – fez uma leve reverência. Aldebaran sentia uma certa inquietação ao olhá-la. Ela parecia ser muito séria e centrada. Não era o tipo de pessoa com a qual ele gostava de passar o tempo.

Aymelek foi a frente e abriu os braços.

- Nós somos as Estrelas de Selene, suas eternas protetoras e companheiras. – sorriu, mas então seu rosto ficou sombrio. – E agora que já sabem quem nós somos, é melhor nos sentarmos e discutirmos a atual situação.

Notas:

Selene: A lua.

Hipérion: Um titã, pai de Selene, a Lua, Hélios, o Sol, e Éos, a Aurora. É também um Deus Solar primitivo.

Os nomes de todas as Estrelas, exceto o de Rhamla (Que não lembro onde vi O.o') são turcos.

Os nomes de estrelas usadas, segundo essa lista (HTTP :/www. cosmobrain. com. br/res/estbril. HTML) estão entre as 50 mais brilhantes (é só tirar os espaços). O que cada uma significa, foi escolhido meio ao acaso, fiquei com preguiça de ver o significado dos nomes xD

Se alguém perguntar quem é Zeus, Apolo e Ártemis, vou mandar ler Percy Jackson ¬¬

As partes na história que estiverem em itálico se referem a Guerra Santa de Seis Guerras Santas atrás.

No prólogo, eu disse "Cinco Gerações de Cavaleiros", e agora falei em Guerra Santa. Pra explicar: uma Geração de Cavaleiros equivale à uma Guerra Santa, ao menos é como eu decidi fazer. Ou seja, Athena abençoava as almas dos cavaleiros com um intervalo médio de 200 à 250 anos. Assim dá pra entender melhor o quanto faz tempo que ela está sem abençoar as almas deles. Ah, a Guerra Santa à que me refiro é com Hades, com mais nenhum outro deus.

Até o próximo capítulo!