Capitulo 2: Como tudo começou
Durante toda a briga havia tentado se passar por forte, milagrosamente tinha conseguido segurar as lágrimas que teimavam em tentar sair, cada palavra que tinha dito e escutado a feriram como punhaladas em seu coração, criando feridas que talvez não fossem capazes de se curar.
Com certeza ambos se arrependeriam muito do que tinham dito.
Assim que viu o marido sair exaltado batendo a porta atrás de si, só foi capaz de escorregar do batente da porta até o chão onde ficou por quase toda a noite chorando, não se lembrava de ter chorado tanto em sua vida.
Secava as grossas lágrimas que escorriam por seu rosto quando soltou um soluço alto, tinha ouvido passos no corredor e estes pararam próximos á porta, levantou a cabeça pensando que talvez Harry adentra-se aquela porta e ajoelha-se perante ela e secaria suas lágrimas prometendo que sempre a amaria e que tudo aquilo não passava de um equivoco horrível. Mas logo suas esperanças foram substituídas quando voltou a ouvir os mesmos passos se afastarem, um nó em sua garganta se formou fazendo com que se sentisse sufocada.
Não sabia quanto tempo passou ali chorando depois disso, apenas quando estava próximo de amanhecer deitou na cama que dividia com o moreno sentindo seu cheiro a inebriando enquanto deixava o cansaço da longa noite tomar conta de si, dando espaço a uma manhã de sonhos.
-Gina você esta linda! –Exclamou Hermione assim que adentrou o dormitório já vestida para o baile.
Eu sorri e fiquei olhando minha imagem do espelho como se para confirmar isto, afinal queria estar bonita para o meu namorado, só em pensar nele vestido com os trajes a rigor com aqueles lindos olhos esmeraldas me olhando como se fosse a coisa mais especial em sua vida como só ele sabia fazer fez com que algo dentro de mim se remexe-se feliz.
-Então vamos? –Perguntou Hermione tocando levemente meu ombro.
-Oh, sim! Acabei me distraindo. –Confessei um pouco corada, no que Hermione riu. –Você esta linda Mione, Rony vai babar quando te ver.
-Esta é a intenção. –Falou piscando em minha direção.
Fomos rindo uma da outra, conversando banalidades como a decoração e quem cantaria no baile, mas tudo foi esquecido quando eu vi o homem da minha vida parado na ponta da escada do dormitório feminino encostado na parede enquanto olhava para o grande relógio pendurado ao mesmo tempo em que bagunçava os já rebeldes cabelos.
"Eu vejo as luzes,
Vejo a festa, os vestidos de gala
Eu te vi no meio da multidão
Você disse oi
Mal sabia eu..."
Senti meu coração bater mais rápido enquanto via seu olhar se direcionar em minha direção, seu queixo se abriu levemente me deixando saber que estava surpreso pela minha imagem, meu coração passou a bater mais rápido enquanto desejava em meu intimo que o estivesse agradado, desci cada degrau lentamente tentando achar meu autocontrole, mas minhas pernas bambas naquele momento pareciam não querer me ajudar muito nisso, enquanto descia olhei diretamente naqueles olhos verdes que me aprisionavam e vendo os brilhar daquele jeito que me fazia perder todo e qualquer sentindo.
Mal terminei de descer as escadas e seus braços já me rodearam de forma protetora me puxando para si, me aconcheguei a ele enquanto sua testa se colava a minha e ficávamos a nos admirar, não importava se o próprio Voldemort ressurgisse naquele momento nada poderia nos separar.
O vi sorrir pelos cantos dos lábios antes de acabar com qualquer distância e capturar meus lábios em um beijo carinhoso e ao nos separar sussurrou de forma que apenas eu pudesse escutar "Eu te amo, sabia?" antes que pudesse responder qualquer coisa havia enlaçado nossas mãos e me conduzia em direção a saída, sem se importar com nada além de nós.
O som de algo batendo no vidro a despertou, demorou alguns segundos para entender o que estava acontecendo, levantou a cabeça que doía por demais e passou a procurar o causador o encontrando na janela, se levantou de maneira preguiçosa e abriu a janela para que a pobre pequena coruja pudesse entrar e fizesse seu trabalho, o pequeno animal deixou uma carta em cima do travesseiro e logo saiu janela a fora, voando na direção de onde havia vindo.
Gina não se deu ao trabalho de olhar, pois tinha uma boa idéia do que se tratava, voltou a se deitar na cama e jogou a carta para de baixo da cama abraçou o travesseiro em seguida com os olhos fechados deixando que mais uma lembrança tomasse conta da sua mente.
Fechou os olhos e deixou que mais uma lembrança tomasse conta de sua mente.
"Que você era Romeu, você estava atirando pedras
E meu pai te disse, fique longe da Julieta
E eu comecei a chorar na escadaria te implorando, por favor não vá!"
Estávamos sentados na sala de casa escutando o maior sermão de minha mãe enquanto Percy, Rony e Jorge bufavam nas nossas costas, Harry estava suando e muito corado enquanto pedia desculpas a minha mãe, eu por minha vez preferi ficar calada sabendo que nada que eu diga faria minha mãe parar de reclamar se meu pai não se intromete-se.
Falando no papai este tinha acabado de chegar e encarava toda a cena de maneira confusa, entretanto minha mãe logo tratou de contar a história de como meus irmãos tinha nos pego no quarto do Rony comigo sem camisa e Harry por cima de mim, meu pai se engasgou com o suco que haviam lhe entregado enquanto ficava extremamente vermelho.
-Preciso conversar com vocês dois em particular! –Falou um pouco irritado.
Até que a conversa com o papai foi melhor do que esperava apesar de ser muito constrangedora, assim que a mamãe saiu de perto ele tirou a cara de nervoso e permaneceu com o semblante cansado de ultimamente e começou a esclarecer algumas coisas sobre sexo, houve momentos em que gaguejava e tentava de toda forma procurar palavra "leves", até que desistia e usava a forma popular mais amena, pensei em dizer que já havia tido aulas sobre este assunto, mas preferi não o deixar ainda mais constrangido.
No final papai apenas pediu para que fossemos cuidadosos e que não nos apresássemos, nos deixando enfim sós.
-Céus, isto foi constrangedor. –Falou Harry comigo pela primeira vez desde que fomos pego.
-Nem me diga, se fosse há dois anos provavelmente seria traumatizante escutar papai dizer sobre sexo comigo. –Falei fazendo um careta no que Harry riu.
Tentei fazer cara de irritada mais acabei não resistindo e me juntei e ele, era tão bom estar ao lado dele.
-Gina. –Chamou Harry ficando sério.
-Sim? –Perguntei parando de rir imediatamente perante sua face séria.
Harry bagunçou o cabelo de forma nervosa enquanto seus olhos verdes se perdiam nos meus castanhos.
-O que eu estava tentando te dizer antes de tudo isto acontecer é que vamos ter que ficar longe por umas duas semanas. –Despejou o moreno de uma vez me fazendo ficar confusa. –Mas prometo te mandar cartas todos os dias! –Completou rapidamente com a minha falta de resposta.
-Mas por quê? –Perguntei não gostando da idéia de ficar longe dele.
-Surpresa! –Falou sussurrando na minha orelha, me fazendo se arrepiar. –Apenas confie em mim Gi. –Pediu o moreno
E mesmo não gostando da idéia foi o que eu fiz, confiei em meu namorado perfeito.
"E eu disse...
Romeu me leve à algum lugar em que possamos ficar sozinhos
Eu estarei esperando, tudo o que precisaremos fazer será correr
Você será o príncipe, e eu a princesa
Essa é uma história de amor, querido apenas diga que sim"
Harry tinha voltado apenas uma semana antes de voltarmos a Hogwarts, e estes seriam nossos últimos meses naquele castelo que tanto nos serviu como lar, nenhum de nós deixou de lamentar.
Tentei de todas as formas arrancar de Harry o que ele tinha feito nestes dias, mas a única coisa que ele dizia era que seria uma surpresa futura que iria fazer para mim, lógico que nem por isso eu iria desistir de descobrir.
Esta última semana tinha sido corrida e minha mãe e meus irmão pareciam ter feito um pacto de impedir que eu e Harry ficássemos sozinhos mesmo que fosse por alguns segundos, pelo menos o Rony desta vez não estava junto já que Hermione tinha um jeito de deixá-lo ocupado tempo o suficiente para esquecer-se de minha existência.
Estávamos sentados no sofá tendo como companhia meu pai que para nos dar mais privacidade abriu o jornal e ficou de costas a nós, papai era o único que tentava nos dar privacidade ao invés de nos tirar e eu era muito agradecida por isso.
-Gina venha me ajudar! –Mandou minha mãe da cozinha, esta sabendo o que meu pai estava fazendo começou a não confiar mais nele em nos olhar.
"Então eu fugi pro jardim pra te ver
Nós ficamos quietos, pois estaríamos mortos se eles soubessem
Feche seus olhos
Vamos ficar em silêncio só um tempinho"
Eu praticamente quis gritar com isso, mas antes que pudesse fazer qualquer coisa papai largou o jornal de qualquer forma na poltrona e se virou em nossa direção.
-Vão namorar em algum lugar bem escondido enquanto eu cuido deles! –Falou nos apontando a porta da rua.
Antes que eu pudesse pensar em agradecê-lo Harry tratou de me puxar para longe o quanto antes.
E foi namorando escondidos em cima de uma árvore longe o suficiente de minha casa que passamos nosso último dia de férias.
"Porque você era Romeu e eu era uma menina má
E meu pai te disse, fique longe da Julieta
mas você era tudo pra mim e implorava, por favor não vá!"
-Sabe eu acho que vou ter que ter uma séria conversa com aqueles ruivos folgados, eles estão agindo como se fossem meu pai fazendo de tudo para que você fique longe de mim! –Falei indignada me agarrando ainda mais nele.
Harry riu e me apertou ainda mais fortes em seus braços.
-Falando em pai, estamos devendo uma ao seu. –Comentou ele claramente agradecido.
-Com certeza! –Concordei para em seguida beijar meu moreno.
Encontrava-se tãodistraída em suas recordações que só notou a figura de Harry na porta do quarto quando este fez um leve barulho com a garganta.
Piscou algumas vezes e se ajeitou na cama para olhá-lo melhor, ele ainda estava vestindo a mesma roupa de ontem, seus cabelos estava uma bagunça, tinha fortes olheiras e carregava um ar de cansaço.
-Será que posso pegar minhas coisas? –Perguntou sem olhá-la nos olhos.
Balançou os ombros como se não ligasse a mínima para ele e voltou a deitar olhando o teto fixamente, viu de soslaio ele fazer menção de dizer algo e logo desistir e sair do quarto o mais rápido que suas pernas permitiam.
Suspirou profundamente se recordando de mais um momento feliz deles.
"E eu disse
Romeu me leve à algum lugar em que possamos ficar sozinhos
Eu estarei esperando, tudo o que precisaremos fazer será correr
Você será o príncipe, e eu a princesa
Essa é uma história de amor, querido apenas diga que sim"
Última semana de aula e não me lembrava da última vez em que tinha o visto, talvez tivesse sido na semana passado ou quem sabe foi a retrasada?
Suspirei chateada e dirigi meu olhar ao meu caderno, por toda a parte poderia ver seu nome escrito e isto só me fez sentir mais raiva daquele moreno ingrato, ele estaria perdido em minhas mãos assim que eu o encontrasse.
-Que foi Gina? –Perguntou minha colega.
-Nada! –Respondi de forma grosseira. –Me desculpa, só que não estou afim de conversar.
Ela apenas deu de ombros saindo da sala já que o sinal havia acabado de tocar, sai da sala cabisbaixa e foi assim que permaneci andando pelos corredores pensando em onde estaria aquele moreno que me fazia perder a cabeça.
De repente me senti ser puxada para dentro de uma sala de aula vazia e ser atacada por um beijo apaixonado que foi correspondido cheio de saudades, assim que senti alguém me segurar tinha reconhecido seu perfume inebriante e apenas por isso não havia enfiado um belo feitiço em suas fuças.
-Estava com saudades. –Falou ele assim que nos separamos.
-Não parecia sabe, afinal não venho me procurar. –Disse com magoa, que não passou despercebida.
O moreno colou seu corpo no meu e começou a beijar todo lugar que conseguia meu rosto, meu pescoço, meu colo, meu ombro...
-Me perdoa ruiva? –Pediu entre um beijo e outro.
Revirei os olhos e voltei a lhe beijar os lábios como resposta, como raios poderia continuar irritada com ele me beijando daquela forma?
"Romeu me salve, eles estão tentando me dizer como sentir
Esse amor é difícil, mas é real
Não fique com medo
Faremos superar as dificuldades
Essa é uma história de amor, querido apenas diga que sim"
Enfim estava formada assim como Harry, Rony e Hermione, estavam todos ocupados fazendo as provas das academias que escolhemos e por isso novamente estava passando alguns dias longe do meu namorado que por sinal estava fazendo um curso dificílimo.
Enquanto eu esperava a tão esperada resposta do time da Harpias sobre o meu teste para artilheira substituta, me vi sem ter o que fazer além de esperar por noticias dele.
Olhei para fora da janela do meu quarto esperando que por algum motivo o dono dos meus pensamentos aparece-se, nem se fosse o tempo suficiente de olhá-lo para ter certeza de que estava bem, afinal ele raramente dizia alguma coisa quando estava mal.
-Gina, querida, por que você não sai e se distrai um pouco? –Perguntou mamãe tocando meu ombro. –Harry não iria vir tão cedo.
-Eu sei mãe, mas estou com saudades. –Confessei.
-Eu sei meu amor, mas por mais que ame vocês dois, não acho certo que vivam apenas um para o outro.
-O que você quer dizer? –Perguntei dirigindo minha total atenção a ela.
-To dizendo que ta na hora de vocês começarem a ter uma vida além do namoro de vocês. –Falou a mulher sem jeito.
Suspirei cansada, ultimamente todos viviam dizendo isto, até mesmo meu pai que nunca havia palpitado sobre o meu relacionamento, o pior é que estava começando acreditar neles e não queria isso.
Depois disso, minha mãe sabendo não ter feito nenhum progresso saiu do quarto me deixando sozinha, deitei na minha cama e mais uma vez tentei dormir naquele dia para que ele passasse mais rápido.
"Eu estava cansada de esperar
Me perguntando se você chegaria até mim
Minha fé em você estava acabando
Quando te encontrei no subúrbio da cidade"
Edwiges adentrou meu quarto e deixou cair por cima de mim um pequeno bilhete, meu coração deu um solavanco enquanto eu lia aquelas poucas palavras com grandes significados para mim
"Me encontre no Grimmauld. Te amo!"
Desci as escadas correndo, aproveitando do fato de que minha mãe estava distraída, porém ao sair deixei que a porta batesse com força, chamando a atenção de Molly Weasley que correu para fora a tempo de me escutar gritar.
-Volto logo mãe! –Gritei instantes antes de aparatar.
"Eu disse
Romeu me salve, eu tenho me sentido tão sozinha
Eu continuo esperando, mas você nunca vem
Isso está na minha cabeça, não sei mais o que pensar
Ele ajoelhou-se e puxou um anel"
Tomando o cuidado para que nenhum trouxa me visse adentrei a casa do número 12 no Grimmauld o mais rápido que consegui.
-Harry? –Chamei me virando, mas logo me calo surpresa.
Nada estava como eu me lembrava os móveis antigos e empoeirados tinham dado lugar a móveis modernos e cores vivas, a parede com o quadro que a mãe do Sirius vivia agora pelo visto havia sido derrubado deixando o lugar mais espaçoso e com uma vista melhor do cômodo.
-Gostou? –Perguntou Harry.
-Ficou lindo Harry! –Falei de forma sincera.
Depois de tanto tempo sem vê-lo meu coração deu um solavanco quando o viu abrir um daquele sorriso tímido dele, enquanto abria os braços vindo na minha direção, sem pensar duas vezes me joguei em seus braços que me acolheram ao mesmo tempo em que me puxava para matar as saudades.
-Não te disse para confiar em mim? –Falou indo para o centro da sala e pegando algo que não pude ver, me vendo parada no mesmo lugar o vi rir levemente enquanto fazia um gesto para me aproximar.
Quando estávamos frente a frente ele segurou uma de minhas mãos e fez um leve carinho nela, para logo depois levar aos lábios e beijá-la carinhosamente, meus olhos brilhavam de forma apaixonada em sua direção assim como os seus faziam comigo.
Antes que eu pudesse perceber o que estava se passando o vi se ajoelhar em minha frente enquanto abria uma pequena caixinha vermelha.
Fiquei boquiaberta enquanto meus olhos ficavam embaçados pelas lágrimas emocionadas que queriam escapar deles.
"E disse
Case-se comigo Julieta, você nunca mais terá que ficar sozinha
Eu te amo e é só isso que eu realmente sei
Eu falei com o seu pai
Vá escolher o vestido branco
Essa é uma história de amor, querido apenas diga que sim"
-Ginevra Molly Weasley, até hoje não me perdôo por ter sido tão lerdo em notar que você é a mulher da minha vida, mas hoje eu gostaria de compensar toda esta minha lerdeza e gostaria de te tornar a mulher mais feliz de todo o mundo se assim você me permitir, mas para isso eu preciso saber de uma coisa... –Falou o moreno tão rápido que tinha a deixado um pouco tonta, tomando fôlego e coragem voltou a dizer. –Será que você aceitaria se casar comigo Virginia?
Quem se importa se estava chorando ou não?
Deixou as lágrimas de felicidades escorrerem livremente por sua face enquanto se jogava nos braços do SEU moreno fazendo que os dois caíssem no chão onde ficaram namorando e fazendo planos do futuro por um bom tempo, com muito custo decidiram se separar para contarem para a família da ruiva a nova novidade, mas só fizeram isso pois haviam prometido que mais tarde voltariam para comemorarem.
"Oh, oh, oh...
Nós éramos jovens quando eu te vi pela primeira vez."
Sentia uma irritante dor de cabeça quando se ergueu da cama, se levantou lentamente, como se algum gesto brusco pudesse fazer pior sua dor de cabeça, ainda dentro do quarto pode ouvir o chuveiro do quarto ao lado funcionando, aproveitou e pegou algumas roupas caminhando em direção ao banheiro consciente de que o dono de seus pensamentos estava fazendo o mesmo.
Enquanto deixava a água escorrer por seu corpo pedia para que ela levasse todos seus problemas consigo, exausta fechou os olhos e em silêncio pediu aos céus por um milagre.
"Por favor, senhor, eu sei que talvez eu não mereça, mas me ajude a tomar a melhor solução, um milagre talvez."
O que ela não sabia era que naquele exato momento um moreno tão cansado quanto ela pedia a mesma coisa, ambos queriam um milagre, uma chance, e os céus resolveu atende-los, bastava saber se seriam capazes de entender o que aconteceria em breve, mas a partir daquele momento isto dependia apenas deles.
-ATÉ O PRÓXIMO CAPITULO-
