Capítulo cinco: Os pais
Eu estava deitado no sofá na sala de estar do meu apartamento. O evento anterior fora como um sonho pra mim. Finalmente eu poderia me mexer com a garota dos meus sonhos. Fui pra casa depois de levar Bella pro seu escritório. Reuni minha coragem e pedi o número dela. Ela meu deu seu número relutantemente e eu ignorei a sentimento agudo de desapontamento. Eu entendia se Bella não me aceitasse por um tempo. Eu fora terrível pra ela em sua adolescência. Eu tinha sorte que ela ainda queria falar comigo.
Mas levá-la pra almoçar foi um grande passo – pra mim e talvez eu pudesse buscá-la essa tarde e levá-la pra jantar.
Só tinha uma coisa que estava me incomodando, embora. Os boatos. Apenas Bella pensava que eu era um babaca ou mais alguém?
Meu celular vibrou na mesa de café e eu levantei do sofá pra pegar meu telefone. Eu olhei pro identificador de chamadas e rolei meus olhos. Abri o celular.
"Sim, pai?" Respondi num tom entediado.
"Então, como está indo?" Meu pai perguntou impacientemente.
Sentei de volta no sofá. "Vou bem. Ela ainda está zangada comigo, mas concordou em tentar de novo."
"E o noivado?"
Eu suspirei e corri minha mão por meu cabelo. "Ela lembrou."
"Sério?"
"Sim. Mas eu acho que vai levar um bom tempo pra ela me aceitar, quanto mais pra me amar." Eu exalei me sentindo frustrado. Não esquecer de adicionar os boatos de que sou um babaca. "Algumas vezes eu me odeio pelo o que fiz com ela no colegial."
Meu pai riu. "É uma boa coisa você descobrir isso agora. Leve tudo devagar, Edward. Deixe-a saber quem você é primeiro. Não faça parecer que você a está forçando a se casar com você. Eu sei que você a ama,mas você tem que dar a ela uma chance de te amar de volta. Então,isso significa que vocês dois virão pra casa nesse final de semana?"
Fiz careta. "Eu não sei, pai. Bella não disse sim ainda. Eu acho que só tenho que esperar."
Meu pai limpou sua garganta. "Bem, talvez nós possamos te ajudar com relação a esse assunto."
Franzi minhas sobrancelhas. "Você está dizendo..."
"Sua mãe e eu temos um plano de visitar uma das clientes de sua mãe em Seattle. Talvez possamos te ajudar a pedir pra Bella vir."
Meu coração bateu alto em meu peito. Meu corpo quase em choque pela animação. "Você realmente quer dizer isso, pai?"
"Claro, filho," Meu pai respondeu em um tom óbvio. "Nós gostaríamos de encontrá-la pessoalmente."
Por pouco caí do sofá. "O QUE?" Eu esperava que meu pai ou minha mãe ligasse pra Bella, não isso. Era muito cedo.
"Você me ouviu."
"Pai, isso não é engraçado," Levantei do sofá e comecei a andar pela sala. "Nós só nos vimos de novo. É muito rápido."
"É? Por favor, me explique o termo 'rápido'? Ou você ainda quer esperar outro ano? Ou talvez dois?"
Meus ombros caíram e eu me inclinei na parede. "Não." Eu respondi suavemente. Não há jeito de eu esperar por mais dois anos. Sete anos já foram inferno suficiente pra mim.
"Ótimo!" O tom de voz dele era metódico agora. "Ligarei pra você de novo se nós realmente quisermos ir a Seattle."
Suspirei. "Tudo bem, pai. Diga a mamãe que mandei um 'oi'."
"Eu digo. Te vejo em breve,filho."
"Aham."
Apertei o botão para desligar e me enterrei de novo no sofá. Olhei pro teto e minha memória perdeu-se no momento em que eu falava com meu pai sobre Bella.
- FLASHBACK –
Eu andava de carro com o meu pai depois que ele me buscara no parquinho. Eu estava brincando com Jasper. Fazia duas semanas desde que Bella se mudara de Forks e eu sentia sua falta. O pai de Bella me dissera que ela já estava na escola em Fênix e eu me perguntava o quão longe eu estava de vê-la de novo. Meu pai estacionou o carro na garagem e virou-se pra olhar pra mim. Seus olhos azuis fixaram-se em mim com ansiedade e... Culpa?
"Edward, sua mãe e eu queremos conversar com você sobre algo muito importante."
Concordei cautelosamente. Saí do carro, seguindo meu pai pra nossa sala de estar onde minha mãe estava sentada no sofá lendo uma revista."
Minha mãe sorriu timidamente pra mim e eu instantaneamente soube que isso não era bom.
Meu pai suspirou e gesticulou pra que eu sentasse ao lado dele. Andei lentamente e sentei na poltrona ao lado do sofá. Meus pais olharam um para o outro antes de meu pai limpar sua garganta.
"Edward, nós queremos te dizer que estamos nos mudando de Forks."
Meus olhos arregalaram. Meu corpo tremeu. Meu coração batia freneticamente. "O que? Por quê?" Perguntei em voz alta.
"Tenho uma oferta de trabalho melhor no Alasca, filho. Sua mãe já disse sim e eu pensei-".
"Você pensou?" Falei subitamente. Cerrei e descerrei meus punhos e pulei do meu assento."E o que eu penso?"
Minha mãe sorriu tristemente. Seus olhos verdes, uma réplica exata dos meus, olhavam pra mim suavemente. "Edward, querido, por favor-"
"Não," Eu disse teimosamente. "Eu não poderia deixar Forks. E Bella? E se ela voltasse? Eu prometi que eu ficaria com ela como seu marido*. Eu não podia ficar no Alasca."
[- Nota da autora original: "Maravilhoso! Um garotinho de seis anos de idade poder pensar dessa forma."]
"Edward-"
"Eu disse não!" Eu repeti. "Não posso deixar Bella aqui!"
Meus pais se encararam e olharam pra mim.
"Bella? A filha do chefe Swan?" minha mãe perguntou.
Corei levemente, com vergonha da minha explosão. "Sim." Disse suavemente.
Minha mãe suspirou. "Edward, ela já se mudou daqui."
Meu rosto ficou duro de novo. "Eu prometi a ela, mãe. Vou casar com ela um dia."
"O que?" Meus pais falaram juntos.
Olhei pros meus pais profundamente. "Estou apaixonado por Isabella Swan e vou casar com ela algum dia."
- FIM DO FLASHBACK -
Corri minhas mãos pelo meu cabelo e olhei de novo pro teto. Minha confissão confundira meus pais naquela época e eles tinham certeza de que era só uma paixonite. Mas eu sabia melhor. Eu não podia mentir pro meu coração. Eu senti falta dela terrivelmente enquanto ela estava longe e sempre ficava frustrado se escutasse de Charlie que ela estava passando seus feriados em Forks depois que eu me mudara pro Alasca. Eu tinha implorado ao meu pai pra me levar a Forks pra poder ver Bella, mas ele nunca tinha tempo livre pra uma longa viagem. Esse foi o motivo de eu nunca ter encontrado Bella durante os primeiros anos da escola e o ginásio. Eu fiquei tão feliz quando soube que meus pais tinham um plano de voltar pra Forks. Uma semana antes de começarem as aulas no colegial e eu já me sentia mais animado quando soube que Bella estava voltando pra Forks também. Mas, as coisas não foram como eu planejei e eu a deixei ir pela segunda vez.
Sabia que essa reunião era a melhor chance que eu tinha de consertar nosso relacionamento. Fechei meus olhos e tentei controlar a excitação em meu corpo. Eu sabia quais eram as minhas escolhas. Meu pai não voltava atrás em suas palavras. Mesmo se ele não viesse aqui, ele ainda daria seu jeito pra encorajar Bella a ir. Se Bella não fosse, eu não iria também. Era simples. Mas, se ela fosse voluntariamente, como ela iria de Forks pra Seattle? Pelo o que ouvi de Charlie, Bella ainda estava dirigindo sua velha picape. Como aquela coisa enferrujada sobreviveria a uma longa viagem de Forks pra Seattle estava além da minha compreensão. Mas eu não poderia deixá-la dirigir sua caminhonete de volta pra Forks. Eu não confiava naquela picape. Eu nunca entendi porque Bella ainda mantinha aquela coisa velha. Mas, de novo, aquele era um dos seus únicos lados que eu amava tanto nela. Ela valorizava tudo, mesmo as mais simples. Incluindo aquela picape velha.
Franzi a testa. Não havia jeito de eu deixar que ela dirigisse pra Forks com aquela caminhonete. Se ela fosse voluntariamente, eu pediria que ela fosse de carona comigo. Eu tinha certeza de que ela iria recusar, mas eu não toleraria aquela velha picape. Mas, primeiramente eu tinha de ter certeza de que ela queria ir.
Meu celular vibrou de novo e eu rolei meus olhos. Porque meu pai só não me deixava em paz? Peguei meu telefone e meus olhos arregalaram quando eu olhei pro identificador de chamadas. Abri meu telefone imediatamente.
"Charlie?"
"Oh, ei, Edward. Espero não estar interrompendo algo," O pai de Bella disse com sua voz rude de sempre.
"Hum, não, nem tanto," Respondi sem pensar. "Algo errado?" Milhões de cenas rolaram em minha mente e isso me deixou nervoso. Teria Bella falado alguma coisa com o pai dela? Ela revogara o noivado? Mesmo que ela tenha revogado, eu ainda queria lutar por seu amor.
"Hum..." Ele parecia nervoso e eu fiquei ansioso.
"Charlie?"
Ele suspirou. "Bella não ficou feliz quando descobriu que tinha uma conspiração contra ela."
Eu quase irrompi em gargalhadas. Eu tinha pensado na pior cena, mas a verdade era que Bella estava zangada com o pai dela. Sorri nervosamente.
"Aham, eu estava lá, Charlie."
"Hu-Hum. Eu acho que você já disse a ela sobre a reunião, então. Mas ela ainda não tomou sua decisão."
Sorri. De repente, eu precisava agradecer ao meu pai por sua ajuda. "Não se preocupe, Charlie. Meus pais querem ajudar."
"Oh..." Ele parecia surpreso. "Seus pais?"
"Sim. Eu acho que seria bom se você falasse com eles também, Charlie. Quanto mais pessoas envolvidas, mais fácil de persuadir Bella a ir."
Charlie deu risada. "Tudo bem. Vou ligar pro seu pai, então. Falo com você mais tarde. Se cuide, Edward."
Meu coração se sentiu aquecido. Charlie já me considerava como seu próprio filho. Sorri. "Eu vou, chefe Swan. Obrigada. Te vejo em breve."
Ele riu antes de a linha cair.
Cobri meu rosto com minhas mãos. Oh, essa semana ia ficar interessante. Eu olhei no meu relógio. Duas e meia da tarde. Pressionei meus lábios. E agora era a hora de eu me mexer. Digitei uma mensagem de texto pra Bella.
"Você quer jantar comigo?" - E –
Pressionei o botão "enviar" e esperei ansiosamente por sua resposta. Segundos depois meu celular vibrou e eu abri uma mensagem de texto de Bella.
"Não posso. Muito trabalho pra fazer. Te ligo em breve." - B –
Franzi a testa imediatamente. Eu não podia dizer se ela estava mentindo ou não. Mas, se ela tinha muito trabalho a fazer, isso significava que ela ficaria até tarde em seu escritório? Ela faz isso sempre? Balancei minha cabeça. Mesmo se ela fizesse, eu iria até seu escritório e levaria alguma comida.
Pela décima vez, meu celular vibrou de novo. Céus! Posso ter um descanso? Eu desisti de adivinhar quem seria o próximo a me assaltar. Olhei pro identificador de chamadas e dessa vez estreitei meus olhos. Abri o celular.
"O que é?" eu perguntei rudemente.
"Oh, uau, é assim que o abominável Edward Cullen atende ao telefone?" Uma voz feminina foi ouvida do outro lado da linha.
Rangi meus dentes. "O que você quer, Rosalie?"
Rosalie sorria. "Eu só queria agradecer por seu convite, querido Edward. Eu irei pra pequena cidade chuvosa com meu namorado e verei a preciosa Bella."
Cerrei meu punho inconscientemente. "Nunca. Fale. Sobre. Bella. Desse. Jeito."
Ela suspirou. "Oh, fale sério, Edward. Você pode ter todas as garotas que quiser e ainda assim terminou com ela. Você ainda lembra de Tânia,não lembra?"
"Me escute,Hale." Rosnei pra ela. "Eu convidei você em bons termos, então nem mesmo pense em fazer alguma coisa idiota. Eu posso expulsar seu precioso BMW conversível da minha casa a qualquer hora."
Desliguei meu celular e o joguei na mesa de café. Fechei meus olhos e tentei controlar minha respiração. Convidar Rosalie talvez não tenha sido uma boa idéia, mas eu não podia voltar atrás no que dissera. Isso foi o que meu pai me ensinou. Eu só tivera a boa intenção para todos nós, como amigos para nos reunirmos e eu esperava que tudo ficasse bem.
Tomei uma ducha rápida à tarde e mudei minhas roupas pra uma simples camisa de botão e jeans antes de pedir comida pra mim e pra Bella. Ela não podia jantar comigo, mas isso não significava que eu não pudesse levar o jantar pra ela. Trapaça, eu sei! Eu estava pensando em passar meu tempo com ela também, como um amigo (eram as condições dela, não minhas), talvez pedir que ela me acompanhasse a livraria. Eu sempre quisera comprar bons livros, mas eu não sabia qual escolher. Eu sabia que Bella poderia me ajudar.
Saí do meu apartamento às cinco da tarde e decidi visitar uma loja de DVDS primeiro. Felizmente o vendedor era um homem então eu não tive de lidar com flertes femininos agora. Comprei alguns documentários médicos e um filme e saí da loja às seis. Eu estava achando que Bella ainda estava em seu escritório. Mesmo que ela não estivesse, eu poderia ligar pra ela e perguntar se poderia visitá-la. Muito perseguidor? Não, não realmente. Eu sou mais que uma pessoa determinada e um pouco teimoso. Se eu já fiz minha escolha, eu faria qualquer coisa pra fazer acontecer.
Parei no restaurante chinês e comprei alguma comida pra nós dois. Cheguei ao escritório de Bella as sete e o dia já havia se tornado escuro. Saí de meu carro e peguei as porçõezinhas. Cumprimentei o segurança na entrada e ele me deu permissão pra subir depois que lhe mostrei minha identificação. Caminhei até o elevador e pressionei o número do andar de Bella. O elevador tiniu por um momento e saí para a cabine de dela. Ela estava esfregando seus olhos de maneira cansada e se alongando quando parei em sua cabine. Seu cabelo de volta em um rabo de cavalo. Franzi a testa levemente, lembrando que ela quase perdera seu almoço. Ficaria sempre ela até tarde e perderia seu almoço ou jantar? Isso não era legal. Pisquei várias vezes e me compus.
Sorri e disse pra ela. "Você não deveria trabalhar até tarde."
Como eu previra, ela pulou em se assento e virou-se pra me olhar. Meu sorriso se alargou ao ver sua expressão em choque. Era adorável.
"Maldição, Edward! Você precisa fazer isso? Não era pra você estar no hospital ou qualquer coisa?"
"Fazer o que?" perguntei inocentemente. "Além disso, é meu dia de folga." Na verdade, era o dia de folga do doutor Gerandy.
Ela fez carranca e eu reprimi a urgência de gargalhar. "Você me assustou. Você quase me deu um ataque do coração."
Um ataque cardíaco? Sorri. Bem, eu poderia cuidar disso. "Bom, você tem sorte que eu sou um doutor. Eu poderia te dar um CPR."
O rosto de Bella ficou vermelho e eu irrompi em risadas. "Seu corar é adorável." Eu disse a ela quando minha risada amenizou. "Aqui... comprei comida chinesa pra você." Eu dei a ela as porçõezinhas.
Ela sorriu severamente. "Edward, você não deveria-"
"Não, Bella. Eu quis fazer isso." Eu disse subitamente. Eu sabia o que ela estava prestes a dizer. Bella não gostava que alguém cuidasse dela. Ela não queria ser um fardo. Muito ruim, ela será tratada como uma dama por mim agora. "Além disso, eu sei que você não comeria se não terminasse seu trabalho e isso não é bom." Eu disse de maneira descontente.
Ela olhou pra mim por um momento e seus olhos pareceram sem foco. De repente ela virou-se e olhou pras porçõezinhas. Eu quase me desfiz em risadas. Eu faço isso com ela?
"Hum... Eu não acho que comerei tudo isso."
Sorri. "Claro que não," Eu expliquei. "Metade é pra mim."
Olhei envolta da sala; pelo canto dos meus olhos pude ver sua mandíbula cair. Sorri mentalmente. Eu achava que o passo do jantar funcionaria afinal de contas.
"Tem algum lugar onde a gente possa comer tudo isso?"
Bella deu risada. O som de sua risada fez meu coração inchar de amor. "Venha! Nós vamos comer na sala de conferências."
Comi meu jantar com Bella na sala de conferências. Nós conversamos muito e eu estava bobo que Bella não tivesse mudado muito. Ela ainda amava ler e escutar música clássica. Nós dois também gostávamos de ver filmes e eu lembrei a mim mesmo de convidá-la a minha casa pra uma noite de filmes. Contei a ela sobre minha família e ela me contou sobre sua vida em Fênix depois de ter se mudado de Forks. Eu dei a ela uma alusão da época em que comecei meu trabalho no hospital. Eu esperava que ela realizasse que eu estava em Seattle por algumas razões. Eu também perguntei a ela sobre seu trabalho, mas ela não perguntou muito sobre o meu. Eu acho que ela sabia que não era ético eu falar sobre meus pacientes. Sua compreensão me fez apaixonar mais por ela.
Finalmente eu a chamei pra me acompanhar a livraria no dia seguinte. Seus olhos e seu rosto se iluminaram quando mencionei uma livraria e instantaneamente fiquei orgulhoso de mim mesmo pelo plano. Ela concordou de todo o coração. Eu fui pra casa àquela noite depois de levar Bella ao seu apartamento. Sinceramente, era uma missão dupla. Eu definitivamente não podia deixar que ela caminhasse sozinha pra casa essa noite. Que tipo de homem eu seria? E o mais importante, era uma desculpa pra saber onde o apartamento dela ficava. Eu sabia que podia perguntar tudo a Charlie, mas tinham algumas coisas que eu queria saber somente da própria Bella.
Dirigi pro estacionamento depois que me certifiquei de que ela estava segura em seu apartamento. Eu não podia esconder o sorriso do meu rosto. Quão rápido tudo mudou hoje. Antes de hoje, eu estava sempre ansioso pra saber sobre Bella através de Charlie, mas agora eu poderia falar com ela eu mesmo e pedir a ela pra ser sua companhia. Eu sabia que Bella ainda me via como um amigo, mas estava disposto a mudar isso a qualquer hora.
Meu celular vibrou no bolso do meu casaco e parei no acostamento. Puxei meu telefone pra ver uma mensagem do doutor Gerandy.
"Não esqueça seu expediente amanhã às cinco da manhã. Tenha um bom dia, Edward."
Eu quase rosnei quando percebi que teria de cobrir o expediente da manhã. Mas sorri quando lembrei que iria passar minha tarde com Bella amanhã. Liguei o motor e voltei pra rua.
Amanhã já era longe o suficiente.
- Nota da Bee: Olá,pessoal! Nossa,muito tempo que não atualizo isso aqui! Ok,ok,sei que mereço uma surra,mas vejam bem,é verão! Estamos de férias! E principalmente,estou descansando da faculdade! Dêem um desconto,certo? Não vou exigir nada,porque estou em falta. Mas conforme as aulas começarem,juro que virei aqui com mais freqüência... Não desistam da história,é linda!
Sweet kisses!
