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Carvão - Cap.1
Surgiu como um clarão
Um raio me cortando a escuridão
E veio me puxando pela mão
Por onde não imaginei seguir
Me fez sentir tão bem, como ninguém
E eu fui me enganando sem sentir
E fui abrindo portas sem sair
Sonhando às cegas, sem dormir
Não sei quem é você
Como ela tinha conseguido se atrasar tanto? Nem ela mesma sabia!
Hoje era a festa de Aniversário de 16 de Azula, a metida que era a filha do prefeito da cidade. Normalmente Katara na gostava de se envolver com gente como ela. Apesar de conversar bastante com a amiga dela Ty Lee, a Chefe das Animadoras de Torcida, durante a aula de Física que tinham juntas, ela até que era legal e estava completamente a fim do irmão de Katara, Sokka, mas Katara sinceramente não entendia como alguém poderia se interessar por ele! Katara não suportava gente metida, mas essa festa seria a festa do século. Mas se existia alguém naquele grupinho que tirava Katara do sério era o irmão mais velho de Azula, Zuko!
Desde o Jardim de infância, ela tinha que aturar aquela peste implicante! Essa inimizade começou lá pelo primeiro dia de aula do Jardim de Infância. Ela estava quieta em seu canto fazendo pintura com os dedos e, sem mais nem menos, Zuko aparece do nada, derruba tinta em seu desenho, cortou um pedaço de sua trança e começou a perturba-lá. Eu esse ódio foi crescendo com o tempo, as implicância também crescia. E só por causa desse histórico de amizade impresionante que os dois possuíam. Adivinha quem era o querido amiguinho de Katara que sempre estava na mesma classe que ela, mesmo que ela implorasse por deus para não ficarem juntos? Acertaram, o seu querido amiguinho Zuzuzinho!
Perdida em seus pensamentos enquanto corria até chegar na festa de Azula. Katara se esqueceu é que Ba-Sing-Se era uma das cidades mais perigosas do mundo, principalmente a noite. Sem prestar atenção na rua escura que atravessava era escura, estreita e no silêncio centro de Ba-Sing-Se. Mas esse escuro e silêncio foram cortados de repente por um barulho de carro e dois faróis vindo em sua direção em uma velocidade impresionante.
Katara estava paralizada! Ela não sabia o que fazer, ela mandava suas pernas correrem, mas elas simplesmente não a obedeciam. Aí de repente uma voz sussura em seu ouvido:
-Segure em mim se quiser viver...- Falhou uma voz rouca atrás dela. Aquilo não seria o tipo de coisa que Katara faria, ela tinha aprendido bem a lição de não falar com estranhos. Mas como naquela situação ela não tinha muitas opções, e muito menos, tempo para raciocinar, ela vez o óbvio se agarrou no braço daquele homem misterioso.
Katara sabia que ao fazer aquilo podia ter entrado numa encrenca muito maior do que a da história do carro, mas ela teve de arriscar, e aquele seria o primeiro dos muitos atos que Katara faria sem pensar daqui pra frente. Mas quando abriu seus olhos ela a cidade iluminada pelas luzes das ruas, abaixo de seus pés, e a noite iluminada pelas estrelas e as nuvens em cima de sua cabeça. Estaria ela voando? Foi quando ela finalmente sentiu o chão sob seus pés e aqueles braços de seu desconhecido salvador ainda envolvendo ela. E ao olhar para baixo novamente, apesar daquela estranha sensação de segurança que estava tendo, de seu enorme medo de altura.
- Está com Medo?- Falou novamente a voz por cima do ombro dela, ela se manteve em silêncio e ele provavelmente deve ter entendido esse silêncio como um sim. Ele de ter sussurrando algo como 'Nunca esperei isso de você...', ela iria protestar, mas antes que tivesse uma chance a voz morna e calmante falou de novo – Não precisa ter medo. Não vou te machucar... – Aquela voz... Dava para ela um estranha sensação de tranqüilidade e segurança, e quanto mais ela ouvia dela, mais ela achava que já ouvido aquela voz maravilhosa antes, mas como poderia se esquecer do dono daquela voz? – É lindo ver tudo aqui de cima, não é? Mas acho melhor te levar para onde você estava indo.
- O quê? Como assim? Você sabe para onde eu... – Mas ante de ela pudesse concluir qualquer coisa, ele a segurou no colo e pulou com ela do prédio. O grito que Katara pretendia soltar, tinha ficado preso na garganta. Fechou seus olhos com força e agarrou o máximo, seu salvador misterioso. Sentia a brisa em seu cabelo, era estranho como toda aquela situação poderia ser tão pacifica ao mesmo tempo que assustadora.
- Chegamos!- Ela abriu os olhos, voltando a realidade. E percebeu que estava em frente do portão da mansão mais luxuosa de Ba-Sing-Se, a mansão de Azula. Eles estavam só à alguns metros de lá, longe o suficiente para que o som da música alta e eletrônica, fosse normalmente desperçada pelo silêncio, mas perto o suficiente para que Katara pudesse chegar lá a pé em questão de segundos.
E foi aí que Katara se lembrou de ver quem fora seu salvador. Não foi uma grande surpresa quando ela viu a máscara, ela chegou até se perguntar como não tinha advinhado quem ele seria. O Espírito Azul! O protetor das ruas perigosas de Ba-Sing-Se, Apesar da máscara ela conseguia ver os olhos cor de Âmbar dele. Era como se já tivesse visto aqueles olhos antes. Mas onde? Tudo nele parecia familiar de algum jeito, mas como ela poderia se esquecer daqueles olhos, daquela voz, daquela senção.
Ela ficou olhando para ele por bastante tempo um encarando outro, perderam algum tempo assim. Ela queria saber no que ele estaria pensando, ela olhava para os olhos dele com se pudessem dizer sobre o que ele estivesse pensando. Depois de algum tempo ela se virou brevemente para ter certeza que estava no lugar certo, se aquilo seria um sonho. Um sonho. Só podia ser isso. Katara tentava se enganar. Mas ela sabia que aquela era a realidade. E como se aquilo tivesse a ocorrido derrepente ela perguntou:
-Como você sabia? – Ela se virou para olhar para ele de novo. Ele tinha sumido. Completamente silenciosos
Como não tinha nada para se fazer sobre aquilo, ela ficou mais uns cinco minutos parada olhando pro nada, tentando entender essa história toda. E conforme ela mais pensava, mais ela corava. Ela saiu em direção a festa. Tentaria esquecer os acontecimentos daquela noite. Mas de uma coisa ela tinha certeza, aquela não era a última vez que iriam se encontrar.
Continua no Próximo Capítulo...
Fala aí, Pessoal!
Tudo Bem?
E tô muito feliz, porque eu bati um recorde pessoal.
Eu postei duas fic numa semana!
Acho que eu nunca vou conseguir isso de novo.
Bem essa fic não termina por aqui, ela ainda deve ter mais 2 ou 3 capítulos, sei lá...
Só não esperem nada para essa semana, ou talvez sim né, tô animada e sem nada de melhor pra fazer!
E ainda preciso que alguém me passe uma música para uma Song-Fic, para o dia dos Namorados, senão desisto!
Bjuos,
N*t*sh*
Ps: Rewies, por favor!!!!!!!!!!!!
