Avatar está cada vez mais longe de me pertecer, mas se pertenesse, não seriam aqueles atores nada haver a interpretá-los nos filmes. Vocês viram o que fizeram com o meu Zuzuzinho, que ator era aquele? Horrivél, não faz juz a beleza dele.


O amor em seu carvão

Foi me queimando em brasa num colchão

E me partiu em tantas pelo chão

Me colocou diante de um leão

O amor me consumiu, depois sumiu

E eu até perguntei, mas ninguém viu

E fui fechando o rosto sem sentir

E mesmo atenta, sem me distrair

Não sei quem é você

Aquele toque. Aquela voz. Aqueles Olhos! Como? Como ela poderia se esquecer daquilo. Era muito mais forte do que ela! Aquilo parecia uma tortura, algum tipo de veneno. Um veneno que ela precisava descobrir da onde vinha, mas por alguma razão, ela gostava dele. Ele era prazeroso, não importa o quanto ele ardesse ou queimasse, ela ainda queria mais.

Aquilo atormentava se sonho. Não estava em condições de esquecer o Espírito azul. Ela já ouvirá sobre ele, sobre seus atos, suas ações heróicas na calada da noite. Mas nunca tinha encontrado com ele antes, ou será que tinha? Sem nenhuma lembrança? Ela parecia cada vez mais determinada á descobrir o que era aquilo. Mas, por quê? Por que era tão importante para ela?

- Kat, acorda! Tem escola hoje!- A voz vinha de seu irmão mais velho, Sokka, o sonho de Ty Lee. Mesmo que ela nunca fosse entender o que ela tinha visto de tão especial, no irmão. Ele andava com aquele cabelo ruim dele preso num ridículo rabo-de-cavalo, era magricelo, sem quase nenhum músculo visível a olho nu, não tinha estilo para se vestir, tirava as piores notas da turma, e, ainda por cima, tinha a perfeita cara de um idiota. A única coisa de bonito que seu irmão tinha eram os olhos igualmente azuis aos dela. Mas mesmo assim ela não conseguia entender.

- Tá certo, seu chato! Já estou me levantando...- Falou a garota levemente sonolenta e lentamente. Estava realmente muito cansada. Levantou de sua cama, trocou seu pijama, por uma roupa normal, blusa azul e jeans azul, e desceu para tomar café. Sua cara não era enormemente grande, mas tinha o espaço suficiente para três pessoas morarem, ela, seu irmão e seu pai, sua mãe morrerá quando tinha apenas 5 anos.

-Bom dia filha! – Disse seu pai animado na mesa do café, enquanto lia seu jornal, comia suas torradas e bebia uma xícara de café preto. Usando seu uniforme de policial, estava sentado a mesa do café com Sokka.

- Bom dia, papai. – falou ela, enquanto dava um beijo na bochecha do pai e se sentava na mesa ao lado do irmão, pegando um pedaço de torrada, passando geléia nela e botando um pouco de suco de laranja no copo.

Quinze minutos depois ela e Sokka saíram de casa para a escola. Eles caminhavam normalmente e calmamente até chegarem até o Ba-Sing-Se Royal School. Apesar, de ser o melhor colégio de Ba-Sing-Se, era como qualquer outro colégio normal. Tinha todas as panelinhas, pressões e problemas que se pode ter numa escola.

Ao entrarem pelos portões da escola os dois se separaram quase que instantaneamente, eles não faziam exatamente parte da mesma 'turma'. Sokka era esportista, normalmente acompanhado pela a turma "Descolada", como Azula, entre outros esportistas e lideres de torcida. Ah é, tinha o estúpido do Zuko também. E o grupo de Katara era mais "Esquisito" aos olhos da escola, ela tinha amigos com Aang o maior Nerd do Colégio, Toph a menina mais temida da escola, e na verdade não era um grupo muito grande, Yue uma garota tímida que quase não falava, Téo um garoto louco por mecânica que andava de cadeira de rodas e, bem, ela. Não eram exatamente o grupo que as pessoas se matavam para se sentar no almoço. Mas eram unidos.

A escola sempre teve dois lados para Katara. O lado Bom, ela era sempre a primeira da classe, tinha um currículo perfeito, as melhores notas e todos os professores a amavam. O lado Ruim, era aquela turminha descolada que a ignorava e casoavam dela e de seus amigos. Ela tinha amigos, ela era extremamente popular e querida por todos que não era populares, mas parece que para os populares isso não era o suficiente.

As aulas seguiam como sempre seguiam, monótonas e irritantes. Mas, para Katara que sempre adorou estar com a mão levantada e com a resposta na ponta da língua, aquele dia estava sendo diferente. Pois ela só tinha pensamentos para os espírito azul! Já ouvira lendas e boatos sobre eles, mas ela sempre duvidou que ele fosse mesmo real. Alguém que perde o seu tempo saindo pelas ruas da cidade mais perigosa tentando dar uma de Homem-Aranha, tinha de ser ou masoquista ou suicida. E voltava aquele calor, aquela sensação de proteção e conforto quando ele a envolveu em seus braços.

O tempo passou sem Katara perceber, seus pensamentos continuavam a ter só um dono, o espírito azul. E em pouco, ela já se encontrava no seu último tempo do dia, Física. Então que começasse a troca de bilhetes.

"E aí Kat? Foi a festa da Azula?"- Ty

"Fui, sim! E vc gostou?"- Kat

"Adorei, a festa tava muito animada, deixou meu astral muito Rosa!Além disso, seu irmão tava um gatinho!

" Eu vou repetir isso quantas vezes forem necessárias: Eu REALMENTE não entendo o que vc vê no meu irmão."

"Hihihihhi... E vc soube? Dizem que viram o espírito azul perto da casa da Azula no dia da festa!"

"Quê!? Quer dizer, mesmo?"

"Quem me falou isso disse que não viu direito, mas dizem que ele ficou parado alguns minutos olhando para o nada e no minuto seguinte desapareceu. E tbm disseram que viram uma garota com ele. Será que ele tem namorada? Imagina só, O Espírito Rosa, Que fofo!"

"Passando bilhetinho na aula! Que coisa feia meninas!" ( Sim Zuko estavana classe de Física dela também.)

"Que saco Zuko! Deixa a gente passa pelo menos bilhetinho em paz!"

"Que isso Kat! Não quer deixar o seu super amigo participar do chat, tbm?"

"Zuko, seu..."

- Senhorita Katara, Senhor Zuko, algum problema com os senhores? – perguntou o professor interrompendo, o passa-passa de bilhete que corria solto no fundo da sala, na verdade Katara estava praticamente tacando os bilhetes em cima de Zuko! Mas eles ficaram calados com a interrupção do professor. – Bom se gostam tanto um do outro a ponto de interroper minha aula para isso acho que vocês adorariam limpar minha sala juntinhos na sexta após a aula, não é?

- Mas, Professor... – Começaram os dois ao mesmo tempo, apesar de ter sido um pouco incomodo que eles começaram a falar ao mesmo tempo e ver as vozes deles se misturarem perfeitamente. Mas contrariar o professor naquele momento só renderia para eles mais alguns castigos. Então se calaram, irritados e protestando em silêncio, com caretas.

Quando saíram da sala, Katara não conseguia acreditar como Zuko tinha a metido naquela confusão. Ela nunca tinha ficado de castigo na vida! Só aquele idiota era capaz de jogar 16 anos de um ficha limpa e impecável pelo ralo! E Katara deixou essa raiva transparecer na hora do almoço, poi Aang, com sua inocência de sempre perguntou:

- O que houve, Katara?

-Ahñ... – Disse Katara com se só tivesse percebido a presença dele naquele minuto. Pois até agora tudo que ela tinha feito foi olhar fulminante para o nada. – Nada, Aang, naad. Não precisa se preocupar.

- Tudo bem, então... – Falou Aang abaixando as orelhas de abano. Katara sabia que Aang nutria de sentimentos por ela, mas ela também sabia que ela n˜åo correspodia.

- Bom, mas vocês ficaram sabendo da última? Os Boatos sobre o Espírito Azul? Acham que é verdade? – Perguntou Toph entediadamente.

- Fala sério, Toph. O Espírito Azul perto da festa da Azula? Só se o defensor da cidade entrou para a polícia anti-piranha do colégio. – Falou Téo em seu típico sarcasmo matinal.

- Bem acho que ele pode querer se divertir também... – Falou Yue praticamente num sussurro.

-Podemos mudar de assunto? – Perguntou Katara violentamente, antes que alguém percebesse que ela estava corando. Mas o sinal bate e cada um volta para sua devida classe.

Mas continuava impossível se concentrar em qualquer coisa, pois sempre que ela pensava, ou ela pensava na raiva que estava de Zuko ou no seu misterioso Espírito Azul. E era frustrante, pois ela nem sabia direito que era o Espírito azul, mas ela não para de pensar nele. E não entendia porque enquanto pensava no Espírito, de repente se via olhando dentro dos olhos de Zuko, e aquilo era muito mais estranho do que pensar no Espírito Azul. E ela sinceramente agradecia por chegar em casa naquele dia inteira.

Naquela noite algo a torturava por dentro. Dormir nunca tinha sido tão difícil para Katara, mas sonhar nunca tinha sido tão fácil. Pois ela só sonhava com uma coisa, com aquele desconhecido que perturbava sua mente com nenhum havia feito antes. Pensava tanto que ela não conseguia dormir.

Desistindo de suas tentativas mal-sucedidas de dormir ela se levantou e olhou pela janela, era estranho, mas aquela vista era o que fazia Katara se tocar que tudo à volta dela estava mudando. Quando sua mãe, ainda viva, sentava com ela naquela janela com ela, e contava uma história para ela, histórias em que o herói salvava a princesa, solitária e presa numa torre. Naquela época a vista era limpa e o seu estrelado, mas agora a vista se estendia em vários prédios e o céu parecia ser coberto por uma imortal nuvem cinza. Ela olhou pela única brecha entre as nuvens e viu a lua cheia e ele se perguntou será que ele estaria olhando para a mesma. E com essa pergunta desviou o olhar pouco centímetros de onde a lua estava e naqueles centímetros, encima de um prédio, se encontrava ninguém mais, ninguém menos: O Espírito Azul!

Ela queria gritar, queria que ele fosse na direção dela, ela queria ele naquele exato momento. Mas, sua garganta travará, ela só era capaz de sentir seus joelhos tremendo, sua barriga borbulhando de um jeito estranho e delicioso, e sua face queimando e o calor se espalhava por todas as células, de seu ser errante e amante. Logo, ela percebeu que o Espírito também a olhava. Será que ele estava se sentindo do mesmo jeito. Ela tinha tantas perguntas. Perguntas que só ele poderia a responder, ouvidos que precisavam ouvir a voz dele, algo queimando dentro dela que precisava dele! E em tudo que ela pensava e resumiu tudo em uma pergunta:

- Quem é você? – Perguntou Katara alto o bastante para que ele pudesse ouvisse com clareza, mesmo que longe dela.

E Silêncio foi sua única reposta.

- Não me ouviu? Eu te fiz uma pergunta? Quem é Você? – Só depois de falar isso com fúria que ela percebeu, por que ela falará naquele tom com a pessoa que a salvará? O que ele tinha feito para ela, além de ter salvado a vida dela? Aquele era o tipo de raiva repentina que sentia quando via Zuko.

E Silêncio continuo sendo a única resposta dela. Ela estava começado a ficar nervosa.

- Não vai me responder? Não me ignore. Eu sei que você está me escutando! – Falou ela.

E tomou fôlego para gritar, mas antes que ela fisesse isso. Um vulto se apoiou sobre a janela dela. Um vulto Azul. Agora, ele estava a centímetros dela, se não fosse pela mascara ela juraria que ele estava olhando dentro de seus olhos. Ela sentia, mas forte do que nunca. Ela senti o calor dele. Aquilo estava mais forte do que nunca

Ele a beijou.

Ela foi pega de surpresa. Ela não sabia como explicar o que ela estava sentindo. Mas de uma coisa ela tinha certeza. Aquilo era forte, muito forte, realmente forte. E aquilo fez todos os seus pensamentos irem embora. Ela não pensava na escola, se esquecia de tudo ao seu redor. Ela nem mesmo se importava que a qualquer momento seu pai ou seu irmão poderiam abrir a porta, nem da raiva que estava de Zuko. Nem mesmo como ele tinha conseguido beijá-la, se ele tivesse tirado a máscara, só descoberto a boca. Não importava, nada importava.

Mas do nada aquilo parou e quando ela viu ele não estava mais ali. Ela estava confusa estática e nervosa. Ela não sabia o que fazer. Nem mesmo sabia dizer se aquilo era real, talvez só fosse uma fantasia, mas algo dentro dela dizia que aquilo era real. Não tinha sido um sonho . Ela estava confusa, então ela se decidiu pela única coisa que podia. Ela foi dormir.

Katara nem viu a semana passar. Nem mesmo na escola seus amigos notavam sua desperção. Nem mesmo conseguia ficar com raiva do Zuko. E, agora, ela realmente não conseguia dormir, podia parecer bobo. Mas ela Fica todas as noites esperando ele voltar. Ela sabia que aquilo era praticamente impossível. E quando ela se deu conta estava ao lado de Zuko, na frente da sala do professor.

Como dois estranho o silêncio reinava entre os dois. Tá bom. Ela e Zuko nunca foram exatamente melhores amigos e ela estava querendo arrancar a cabeça dele por deixá-la de castigo pela primeira vez. Mas o silêncio não precisava ser tão constrangedor assim. Afinal, era só Zuko, o pirralho irritante que implica com ela desde o primeiro dia. Ninguém demais. Katara olha para ele, ele estava com a mesma aparência narcisista de sempre, apenas tirando o fato de que ele estava praticamente abraçando a mochila como se fosse algum tesouro precioso ou algo do tipo. Ela abre a boca para fala algo, mas o professor abre a porta e fala:

-Vocês dois podem pegar o material no armário de limpeza e começar. – Eles foram ao armário de limpeza e pegaram o material. Quando voltaram o professor olhou e disse – Volto em uma hora, não precisam estar aqui, é só estar limpo.

Ele foi embora e o silêncio voltou a reinar. Eles entraram na sala e começaram a limpar, de lados opostos da sala. Katara pegou a vassoura e começou a varrer a sala. Enquanto Zuko limpava o quadro negro. Era quase impossível ficar no mesmo ambiente que ele, mas não só porque ela queria acertar a cabeça dele com aquela vassoura como se a cabeça dele fosse uma bola de beisebol. Era outra coisa, só que ela não sabia o que era.

- Desculpa...

- O quê? – Katara não entendeu, Zuko pediu desculpa para ela?

- É, desculpa. Sabe, você parece o tipo de garota que nunca ficou de castigo e sei lá é meio que minha culpa, mas você e a Ty Lee... Mas mudando de assunto ela também devia estar aqui com a gente, ela passou o bilhete também... – Falou Zuko, Nervos!? Como assim, pedindo desculpa, ficando nervoso, o que tinha dado nele hoje?

- Bem, todos as afirmações são verdadeiras, estranhas, mas verdadeiras... – Disse Katara até ser interrompida pela risada de Zuko. Ela já ia abrir a boca para gritar com ele, até que ela percebeu. Aquela não era a risada que costumava ouvir de Zuko, não era uma risada debochada ou irônica, na verdade, era quase... Doce.- Tá rindo do quê? – Perguntou ela sem saber direito o que tinha dito.

- Nada. É só que você é engraçada. Mas não daquele tipo de engraçada que as pessoas riem e apontam, apesar de eu já ter feito, mas não é esse tipo de graça. É o tipo de graça que faz as pessoas rirem, não de você ou de sua aparência, você é uma garota bonita, sabe aquela graça de dar o ar da sua graça, é tipo... O que a gente estava falando mesmo? – Disse Zuko. E agora ela tinha certeza, ele estava nervoso, mas por que, ela não era só a Katara Bizarra. Estranho.

- Tá, acho que te entendi... Bem, tudo bem, acho que não é tão ruim assim, sabe, limpar a sala do professor, podia ser muito pior. – Disse Katara, estranhado aquela situação e começando a perceber que Zuko acabará de chamá-la de bonita.

- Claro, afinal, é bem pior. Já tive de raspar as costas dele, acredite não foi bonito- Falou Zuko, tendo como resposta a risada gostosa de Katara e era a primeira vez que ele ouvia isso sem que tivesse se dado mal, bem, quase isso. – Mas nada se compara ao que seu irmão e o Jet tiveram que fazer, eles já tiveram que raspar a pele morta do pé dele.

- Ai! Eu me lembro disso, quando ele voltou para casa, ele se trancou no banheiro por 3 horas e só saiu depois do segundo banho de desenfetante.-

Se aquilo começará com uma atmosfera pessada, esse já não era mais o caso. Agora, Zuko e Katara connversavão e riam como se fossem dois amigos de infância. Pareciam nem perceber que estavam limpando.

- Já terminamos? – Perguntou Zuko surpreso.

- É, é o que parece. E com 15 minutos de sobra para escaparmos do professor. –Falou Katara satisfeita.

- Bem, é melhor irmos antes que ele chegue, né? – Falou Zuko botando a mochila nas costas como se tivesse esquecido que a minutos atrás a tinha segurados como um tesouro precioso.

- Com certeza. – Falou Katara soltando uma risada curta.

- Quer tomar um sorvete? - Perguntou Zuko.

- Ahñ? Como assim? – Katara estava errada ou Zuko tinha acabado de chamá-la para um encontro?

- É, tem uma sorveteria ali na esquina. Considere isso como uma recompensa. – Falou ele

- Recompensa pelo quê? – Perguntou ela.

- Pode escolher. Ou por me aturar todo esse tempo, ou pelo seu primeiro castigo. – Disse Zuko. E Katara só conseguiu sorrir e acenar com a cabeça.

Eles ficaram calados até passarem pelos portões da escola. Ele simplesmente sorria e ela estava encolhida para ele não notar seu rosto corado. Ela resolveu se arriscar a dar mais uma olhada nele, e ela se perguntava. Aquele era o mesmo garoto que conhecerá desde o jardim? E inocentemente ela notou uma coisa:

- Zuko, sua mochila tá aberta. – Falou ela já esticando a mão para fechar o zíper, mas como se tivesse se lembrado de algo repentino Zuko gritou:

- Não, Katara! – Mas já era tarde demais.

E agora no chão se encontrava todas as resposta que Katara precisa e tudo que ela não queria acreditar. Mas, aquilo era verdade mesmo? Não podia ser. Não era. Mesmo querendo se enganar ela sabia. Era. E agora no chão se encontrava...

A máscara do Espírito Azul!

Ela estava muda. Tinha tudo para falar, tinha tudo para perguntar. Mas sua voz não estava mais em sua garganta. Ela não sabia o que pensar, seu cérebro estava falhando. Ela olhou para Zuko, que olhava profundamente para ela. Como se esperasse a reação dele. E agora ela sabia da onde ela conhecia aqueles olhos, onde conhecia aquela voz. Como ela não tinha percebido. Burra! Burra! Burra!

- E-E-Eu tenho de ir. – Falou Zuko hesitante. Ele se abaixou pegou a máscara rápido e sai correndo sem olhar para trás.

Deixando Katara na frente do portão olhando para ele se afastando até ele desaparecer. E agora ela só sentia calor dentro dela, um calor que ia muito alem da raiva dela, do medo dela. Mas ela não sabia. Afinal, quem era ele?


Oieeeeeeee!

Tudo Bem? ( É educado perguntar, mesmo sem obter resposta!)

Bem, é demoro, mas eu sou lenta mesmo. É bem devagar e sempre, né?

É, demorou bem masi que uma semana.

Tenho tido uma vida social bem mais animada do que de costume.

Mas me impresiona é que esse capítulo está tão grande e o outro ficou tão pequeno!?

Mas já começei o próximo capítulo, mas tenho algumas fics que tenho de terminar primeiro, mas verei o que posso fazer.

Alguém já viu o CD novo da Ana Carolina? Estou viciada na música com o John Legend! Entreolhares!

Até a próxima,

Bjuos,

N*t*sh*

Ps: Deixem Reviews! Plis!!!!!!!!!!