N.A.: eu decidi alternar as postagens de Glass Cage e Shattered. Uma semana é Shattered, na outra é Glass Cage, assim não fica essa confusão de Harrys e Dracos um em cima do outro. Se fossem ships diferentes eu não me importaria, mas duas fics com o mesmo ship, sendo postadas no mesmo dia pela mesma autora é meio... cansativo.

Então, essa semana é Shattered, domingo vem Glass Cage, e assim alternando até uma delas acabar, e aí eu volto a postar todas as semanas!


Shattered

2

The future's open wide beyond believing
To know why hope dies

O mais engraçado (ou seria trágico?) de toda a situação era que, se qualquer um se desse ao luxo de pensar por meio segundo, Draco Malfoy teria sido apontado como suspeito de ter sangue Veela em sua linhagem.

Mas ninguém em sã consciência imaginaria que Harry Potter, desengonçado, desajeitado, magrelo e quase sem-graça, fosse carregar o tal gene. No entanto, ali estava ele, em uma cama de hospital, depois de passar sabe-se lá quanto tempo em um quase coma, esperando, aparentemente, pela sua outra metade. Pela pessoa que iria significar para ele o mundo a partir daquele momento, do segundo exato em que seus olhos se fixaram no seu antigo inimigo de escola, da pessoa que, há menos de dois meses, tentara capturá-lo e entregá-lo para Lord Voldemort.

E ali estava ele. Respiração constante, e olhar nervoso, como se tivesse medo que o loiro irritadiço que olhava pela janela com ar aborrecido fosse sumir ou abandoná-lo. O mero pensamento de que Draco poderia sair por aquela porta e nunca mais voltar fazia com que um suor frio corresse pela sua espinha e suas mãos tremessem, ao ponto da sua mágica se descontrolar e começar a fazer tremer os frascos de poções que o medibruxo trazia em seus bolsos. Respirando fundo algumas vezes e tentando se acalmar, Harry não conseguia realmente colocar seus pensamentos em ordem o suficiente para que pudesse prestar atenção no que dizia o medibruxo sobre seu estado. Estava nervoso, estava ansioso, estava tenso, tinha medo.

Medo que Draco não fosse aceitá-lo. Medo que Draco achasse que ele não era bom o suficiente. Medo que Draco simplesmente dissesse que o problema era dele e fosse embora.

Porque se Draco fosse embora... Bom, se Draco fosse embora já não haveria mais razão para que ele ficasse ali. Ele iria embora também.

Para sempre.

Não ouviu mais o que o medibruxo disse, nem mesmo o que quer que Narcissa tenha entendido e perguntado sobre a situação, já que Draco não estava falando. Ele tinha olhos única e exclusivamente para Draco. Ele era, no fim das contas, só o que importava. Ele precisava de Draco como não conseguia se lembrar de precisar de alguma coisa desde os cinco anos de idade, quando havia finalmente desistido de tentar fazer tudo certo para que Petunia o abraçasse como fazia com Duddley. Ele precisava da aprovação de Draco. Do olhar do outro sobre si. De ter a certeza absoluta de que Draco não o deixaria, não o trocaria, não o recusaria.

De que Draco o amaria como jamais havia sido amado.

Como família.

Como dele.

"Harry?", a voz apreensiva de Hermione o sobressaltou e ele virou-se rapidamente para a amiga que o observava cuidadosamente, "Tudo bem?"

Não encontrando sua voz, e seu olhar fugindo do seu controle e mais uma vez se voltando para Draco, ainda perto da janela e ignorando todos no quarto, apenas balançou a cabeça indicando que tudo estava bem.

Tudo estaria bem, perfeitamente bem, enquanto Draco estivesse ali.

"O medibruxo pediu para conversar com os Malfoys. Eu vou até lá com eles, tudo bem?", ela disse em uma voz que ele ainda não tinha ouvido ser usada com ele. Uma voz que dizia que achava que ele era frágil demais e poderia quebrar. Ele era Harry Potter, ele não quebrava.

Mas, aparentemente, Harry Potter, desimpedido para ser quem realmente com a destruição de uma Horcrux, era realmente frágil demais para ouvir que Draco não estaria no mesmo recinto que ele pelos próximos minutos, e sua respiração acelerou, seus dedos enrolando-se no lençol fino que o cobria, lágrimas repentinas surgindo em seus olhos.

"Senhor Potter, preciso que entenda que, embora isso seja absolutamente esmagador para o senhor, para o senhor Malfoy isso tudo foi ainda mais inesperado. Ele nem mesmo sabia que o senhor estava em coma, e agora descobriu que é a sua própria cura. Eu só preciso dele alguns minutos para que eu possa explicar a situação para ele e a senhora Malfoy, e então ele vai poder voltar. Se quiser, posso dar um calmante para que o senhor durma. O senhor Weasley já disse que vai ficar aqui com o senhor. A senhorita Weasley também. Assim que estivermos de volta, eu lhe acordo."

Harry pôde ver Hermione lançar um olhar irritadiço para o medibruxo, mas não quis saber porquê, e apenas concordou. Ele entendia perfeitamente que Draco não tinha que estar ali. Ele não tinha obrigação nenhuma com Harry, poderia muito bem simplesmente virar as costas e ir embora.

Ele não podia impedir que Draco fosse simplesmente entender onde estava se enfiando.

Tomou a poção que lhe era entregue e se recostou nos travesseiros. Seus olhos já estavam fechados quando a porta se abriu e, ao ouvir ela se fechando, mergulhou mais uma vez em um sono sem sonhos.

x

Hermione não estava gostando nada, absolutamente nada da maneira como o medibruxo indicado para o caso de Harry estava lidando com a situação. Ele havia, de uma maneira absolutamente desprezível, feito com que Harry se sentisse culpado o suficiente para permitir que Malfoy saísse do quarto.

Seguindo o tal medibruxo, acompanhada por Narcissa Malfoy e Draco, Hermione estava silenciosamente planejando maneiras de dizer ao medibruxo exatamente o que ela estava pensando sobre sua maneira de tratar os pacientes. Finalmente, chegaram à sala do médico, onde ele conjurou mais algumas cadeiras, e se sentou, indicando para que fizessem o mesmo. Ainda contrariada, Hermione sentou, notando que Draco parecia ainda mais infeliz e contrariado que ela, passando a exata impressão de que poderia simplesmente ir embora e nem mesmo olhar para trás assim que o médico terminasse de explicar o que tinha de explicar.

E isso simplesmente não poderia acontecer.

"Primeiramente, gostaria de explicar porque eu falei com o senhor Potter como falei, antes que a senhorita Granger acabe me azarando. Não acho que seja bom para a minha saúde irritar uma heroína de guerra.", ele começou com um breve sorriso que não diminuiu a raiva de Hermione nem mesmo um pouquinho, "O senhor Potter não está, de maneira nenhuma, em plena consciência de suas ações nesse momento. A impressão exata que ele tem agora é que, caso o senhor Malfoy saia de sua presença, sua própria existência vai simplesmente desaparecer, sumir. Mesmo assim, o maior instinto dele é exatamente fazer o senhor Malfoy feliz o suficiente para que ele não queira ir embora. Logo, sim, senhorita Granger, eu induzi o senhor Potter a sentir-se culpado em não deixar senhor Malfoy sair, porque essa era a única maneira de retirá-lo de lá sem parecer que senhor Malfoy o estava abandonando. Não é exatamente ético, mas foi necessário para diminuir os danos posteriores no relacionamento dos dois."

"Você está realmente se adiantando se acha mesmo que vai haver algum rel...", Draco começou, em uma voz baixa e zangada, mas a mão de sua mãe em seu braço fez com que parasse.

"Não diga nada de que vá se arrepender depois, Draco.", ela disse suave, mas firmemente, e Draco fechou os lábios pressionando-os com força, como que fisicamente impedindo as palavras de se formarem.

O médico pareceu decidido a ignorar aquele comentário, e prosseguiu de maneira profissional.

"Parte do que eu expliquei agora é também algo de que o senhor Malfoy deve ter consciência. Até o momento em que o laço entre vocês dois seja forte o suficiente para convencer o senhor Potter de que você não vai simplesmente ir embora, ele ficará, de certa maneira, dependente de suas vontades inconscientes. Não a um nível de escravidão, ou algo forçado, mas sutil e basicamente inconsciente. Ele é, simplesmente, feito para o senhor, senhor Malfoy. Inconscientemente, se algo o incomodar de verdade – e não estou falando aqui de irritações passageiras, ou desgostos frívolos, mas de coisas reais e tangíveis – ele irá se adaptar. Os limites para essas adaptações são quase que inexistentes, mas nada mudará quem o senhor Potter é, essencialmente. Se ele tivesse que mudar quem realmente é para que o senhor o quisesse como... companheiro," o médico pareceu hesitar diante da palavra, como se não ousasse usar uma definição mais apropriada em frente a Draco naquele momento, "o senhor não seria a outra metade dele."

Houve alguns instantes de silêncio, em que o medibruxo deixou que os três presentes na sala pensassem sobre o que havia dito.

"Alguma pergunta até agora?", ele perguntou por fim, e Hermione encarou o médico com leve desconfiança.

"Como sabemos se isso é verdade? Nós conhecemos uma pessoa que é um quarto Veela, e ela jamais mencionou nada disso. Na verdade, ela e seu atual marido se conheceram por acidente, e começaram a namorar logo depois, de maneira perfeitamente normal."

O médico balançou a cabeça, concordando.

"Sim, senhorita Granger, exatamente como a mãe do senhor Potter também começou a namorar James Potter de maneira perfeitamente normal. Não é... comum que alguém que carregue o gene tenha tantos problemas a atravancar seu caminho até seu... escolhido, no entanto. A intensidade do que o senhor Potter está sentindo agora é resultado do bloqueio que ele teve sobre seus instintos anteriormente. E, convenhamos, senhorita Granger, se soubesse que alguém tem tanto poder assim sobre você, contaria esse fato antes de ter certeza absoluta que já tinha tal pessoa? Pense nos riscos. Sua conhecida provavelmente sentiu tudo o que o senhor Potter sente, mas jamais manifestou, por ter sido educada para tal, e por saber com o que lidaria. E também por não ter dezessete anos de instintos reprimidos dentro de si.", o médico adquiriu uma expressão pensativa por alguns minutos, "Embora... a hesitação que o senhor Potter sente... A maneira como ele parece ter tanta certeza de que o senhor Malfoy vai rejeitá-lo me soa um tanto... fora de lugar. Isso não é comum. Isso é, na verdade, até mesmo contra os instintos de qualquer pessoa com descendência Veela. O natural seria que o senhor Potter se sentisse seguro de que o senhor Malfoy ficaria."

"Bom, eles estavam em lados opostos da guerra, doutor, mesmo que Harry tenha ajudado a família de Malfoy durante os julgamentos.", Hermione contrapôs, mas já percebendo exatamente do que o médico falava.

"Vai além disso, senhorita Granger, e a senhorita parece já ter percebido algo mais. Qualquer coisa é importante. Se tem algo que acha que deve nos informar, por favor, o faça."

Hermione respirou fundo. Eram os segredos de Harry para serem compartilhados, mas, honestamente, ele jamais diria uma palavra, e era a vida dele em jogo naquele momento.

"Harry tem... problemas em confiar que as pessoas vão ficar com ele até o fim. E também sérios problemas de auto-confiança. Ele foi criado por trouxas que... bem, desprezavam tudo que ele era e representava. Nunca teve amor familiar, mesmo que os Weasley o tenham acolhido quase como um deles, não é a mesma coisa. E, bem... os pais dele morreram, e os Dursley nunca ligaram. Remus desapareceu e mantinha raro contato, e Sirius... faleceu. Até mesmo Ron... bom, durante o torneio, Ron o deixou... e ele nos deixou ano passado também.", ele falava baixo, com os olhos no chão, um traço nada característico, mas aquele momentos eram duros de relembrar, "Não é que ele não confie. É que ele simplesmente nunca soube que poderia confiar.", ela terminou, dando de ombros.

"Isso certamente explica o comportamento de Harry nesse momento. Uma falta tão extrema de base familiar é um dano praticamente permanente na psique humana como um geral. A dependência completa que ele sente pelo Senhor Malfoy agora, no entanto, está sendo ajudada por esse instinto. Ao menor sinal que o Senhor Malfoy dê de que ele estará ali para o Senhor Potter, Harry vai acreditar nele com todas as forças. Ele será o melhor e mais fiel companheiro, o mais leal, o mais atencioso. O amor de uma pessoa com descendência Veela é um dos maiores presentes que alguém pode receber. O amor de alguém como Harry Potter – e aqui não estou falando do Salvador, ou do Homem-que-Derrotou-o-Dark-Lord, estou falando da pessoa que a Srta Granger estava nos mostrando – é algo sem limites.", o médico voltou-se diretamente para Draco, encarando os olhos cinza e revoltados do adolescente que ainda precisaria crescer muito para se tornar o homem de que sua alma-gêmea precisaria, "Ele será a pessoa mais perfeita para você, senhor Malfoy. Ninguém no universo irá se dedicar tanto, amá-lo tanto, precisar tanto de você quanto ele. O objetivo da vida dele será fazê-lo feliz, todo o resto é secundário."

Draco ficou em silêncio alguns instantes, e Hermione chegou a ter esperanças de que ele tivesse realmente escutado o que o médico havia dito. Mas então ele levantou o olhar, seu rosto a exata máscara do moleque arrogante que incomodava os alunos menores que ele apenas porque podia.

"Eu nem mesmo sou gay.", ele disse, dando de ombros, "Eu entendo tudo que Potter está passando, apesar de não ter certeza sobre metade das coisas que vocês estão dizendo, mas é a minha vida que eu acabei de conseguir de volta. Eu tenho planos. Eu também tinha coisas inacabadas que eu jamais achei que poderia fazer com a guerra do jeito que estava. Eu tenho a chance de fazer com a minha vida o que eu quiser. Eu não acho justo que eu tenha de abrir mão disso tudo por... por Potter!"

"Se não fosse por Harry, você ainda estaria sofrendo nas mãos daquele... daquele monstro!", Hermione praticamente gritou, enraivecida.

"Enquanto eu entendo a sua posição, Srta Granger,", começou Narcissa, "eu não sinto que nem você, nem eu, nem ninguém possamos forçar Draco a fazer algo que ele não quer. No fim das contas, nós só estamos aqui por acidente. Se não estivéssemos, Potter não teria achado a sua outra metade, e o fim seria o mesmo. É uma pena alguém tão jovem sofrer tal destino, mas o que exatamente a Srta. quer que meu filho faça? Jogue sua vida pela janela, para salvar alguém de quem, a senhora mesmo afirmou, ele nem mesmo gostava até alguns dias atrás?"

Hermione parecia estar tomando fôlego para um novo argumento, mas Cissy não permitiu que ela continuasse.

"Certamente, doutor, há algo que possa ser feito para amenizar os efeitos? Com certeza não são todos os descendentes de Veela que conseguem encantar seus... candidatos?"

"Há poções, feitiços, uma série de tratamentos combinados que, junto com o casamento da pessoa em questão com alguém que tenha o perfil próximo daquele de seu escolhido, que podem causar a anulação da necessidade que o Veela – ou seu descendente – tem de sua outra metade. No entanto, a condição do senhor Potter não nos permitiria experimentar com algo assim. O dano que ele sofreu é muito intenso e extensivo.", ele pausou por alguns instantes e olhou para Hermione com um certo pesar, "Na verdade, nem mesmo com a consumação do laço entre o senhor Potter e o senhor Malfoy existe uma garantia de que o senhor Potter vá, de fato, sobreviver. São muitas variáveis. O menor sinal de rejeição seria fatal."

"Bom, é certamente triste, mas não há nada que possamos fazer.", Narcissa disse com um ar de desculpas, já começando a se levantar, mas Hermione não iria permitir que aquela fuinha mal agradecida acabasse com a vida de seu melhor amigo assim, sem nem mesmo tentar ajudar.

"Doutor, se importaria de me dar alguns minutos a sós com os Malfoy?"

O médico assentiu e disse que iria ver como estava Harry, deixando dois Malfoys à mercê da fúria de Hermione Granger.

"Eu não sou boa em ser sutil, nem muito menos em fazer ameaças, então eu serei absolutamente clara, e espero que vocês dois compreendam a real situação em que se encontram.", ele disse em voz baixa e dura, enquanto lançava diversos feitiços na sala, de maneira que eles não pudessem sair, e quem estivesse lá fora não pudesse entrar ou ouvir o que eles estavam dizendo, "Quando dos julgamentos de vocês, nem eu, nem Harry ou Ron demonstramos que vocês eram algo mais do que prisioneiros de Voldemort e, sim, eu sei que essa ideia foi do advogado de vocês, mas uma palavra de qualquer de nós, e nenhuma declaração ambígua teria salvado nenhum de vocês dois. O fato de que ambos ainda estão na condicional prova que, se eu, ou Ron, decidirmos denunciá-los, vocês voltam para Azkaban."

"E então seu amigo morre, Granger.", Draco disse, irritado, mas Hermione apenas sorriu.

"Se você não concordar em ajudá-lo, não vai fazer diferença. E acredite em mim, Malfoy, Harry é a pessoa mais importante na vida de muita gente para que você possa dar às costas para ele e saia impune."

"Você está me chantageando, Granger?"

"Sim.", a garota disse com simplicidade, "Ajude Harry, ou você e sua mãe voltam para Azkaban."

"Você ouviu o que o médico disse, Srta Granger, não há confirmação de que Potter vá sobreviver mesmo se Draco decidir ajudá-lo."

"Eu sei. E é por isso que não é a recuperação total de Harry que eu estou pedindo. É apenas a cooperação de Malfoy, nada mais."

"Então ou eu ajudo Potter, ou vou preso, é isso?"

"Ou você ajuda Harry, ou eu vou trazer à luz fatos que foram omitidos durante os julgamentos. Você voltar para Azkaban é só uma consequência."

Draco parecia pronto para azarar Granger, mas respirou fundo, entendendo, finalmente, a dimensão do que estava acontecendo.

"Ok, eu ajudo."

"Ótimo. Então não vai se importar em fazer um Voto Perpétuo, não é?"

Hermione não deu a chance de Draco responder, e pegou na mão do rapaz, Narcissa compreendendo que era melhor simplesmente fazer o que a menina pedia, e não discutir.

"Você promete fazer tudo ao seu alcance para que as coisas entre você e Harry dêem certo?"

"Eu prometo."

"Você promete não tentar sabotar de nenhuma maneira a relação que irá desenvolver com Harry?"

"Eu prometo."

"Você promete conhecer o verdadeiro Harry, sem se deixar influenciar pelo que pensa que conhece sobre ele?"

Draco hesitou, não tendo certeza se conseguiria deixar os preconceitos para trás, vendo a terceira língua de fogo tornar-se mais escura, como se pronta a explodir e sumir. Respirou fundo, e balançou a cabeça.

"Eu prometo."

Hermione sorriu ao ver o Voto ser feito, e largou a mão de Draco.

Agora, só restava esperar.


Heheheheee! Olha o Draquenho topando ajudar o Harry, own!

Sejam amores e

R E V I E W !