Shenanigan


Universo Alternativo. Desconsiderando o Epílogo (as always...). Pós-guerra.


Sinopse: Contratos de casamento são artimanhas de séculos passados, certo? CERTO?! | Uma pena que o mundo mágico seja ainda tão, uh, retrogrado em certos aspectos, Mr. Potter...

Sinopse²: Não seria a primeira ou a última vez que alguém fazia o mundo mágico de palhaço, de toda forma. Bônus por este alguém ser Harry Potter.

Disclaimer: Harry Potter e companhia limitada não me pertencem, blablabla. Tudo é da J. K. Rowling e da Warner, whatever.


Observação: Capítulo não betado.


Nota: Não me assassinem! Rsrs Harry não terá duas esposas. Hermione fez arranjos para que não houvesse outra esposa. Lembram do contrato?


Parte dez

Waiting for you to catch up


Ted Tonks puxava animadamente os cabelos de Harry enquanto Hermione e Andrômeda discutiam silenciosamente o mais novo plano de Edward Parkinson e suas consequências.

-Honestamente? Eu não me preocuparia se fosse você. Neste momento a senhorita Parkinson deve estar recebendo uma boa quantidade de reprimendas. Como já está ciente, você tem uma boa quantidade de fãs... E acredite-me, nenhum deles estará satisfeito com as insinuações feitas. Não estou dizendo que não façamos nada, mas meu conselho é que espere um pouco. Se eles continuarem com tal ato, podemos processá-los e teremos mais materiais. Não que essa coisa tola – empurrou o jornal na mesa. – Não seja suficiente.

-Há algum tipo de tradição ou costume no mundo bruxo que beneficie Pansy?

Andrômeda encarou a jovem mulher quase divertida com seu tom de voz fatalista. – Hermione, só há duas formas – bem, três na verdade - da Srta. Parkinson e seu pai conseguirem por as mãos em Harry. A primeira se se separarem, se ele estiver solteiro. Graças a sua oh! tão engenhosa clausula de casamento monogâmico. Dois: se Harry ficar viúvo. Eu não creio que nem mesmo aquela jovenzinha seja tola o bastante para atentar contra sua vida, principalmente quando ela e seu pai seriam os principais suspeitos.

Hermione já tinha noção do que estava por vir, quando perguntou:

- E a terceira?

-E três – desta vez a senhora lhe ofereceu um olhar simpático. – Se descobrirem que seu casamento não foi consumado. A anulação seria praticamente imediata. E traria consequências muito ruins para você e Harry. Seu casamento seria considerado um ato de má fé contra duas famílias puro sangue.

A jovem esfregou a testa com uma das mãos. - Yeah. Bem...

Andrômeda assentiu. – Eu sei. E eu também sei que estão fazendo um trabalho estelar em provar a validade de seu casamento. Não creio que alguém tenha o insight de questioná-lo. A única pessoa, talvez, que possa se dar conta seja provavelmente Ronald?

Hermione meneou a cabeça negativamente, de repente lançando um olhar para onde Harry se distraia com Ted. Ted estava encantado com o cabelo negro e desgrenhado de Harry – de tanto ser puxado – e agora tentava imitar a cor, para deleite de seu padrinho.

Ela se voltou para Andrômeda com um ar sério, uma expressão carregada; e a senhora fez discretamente alguns gestos com sua varinha, erguendo uma espécie de redoma quase imperceptível entre elas e Harry.

Agradecida, a morena lhe ofereceu um pequeno sorriso que não atingiu seus olhos. – Obrigada – ela anelou como se buscasse coragem para o que ia dizer. – Ron nunca vai questionar nossa relação.

Andrômeda ergueu a sobrancelha. – Eu entendo que Ronald seja um rapaz um tanto ou quanto... crédulo em certos aspectos, mas eventualmente mesmo ele notará as sutis diferenças entre vocês e um casal 'real', não concorda?

Hermione riu ligeiramente, de forma forçada. – Eu acho que está dando créditos demais a Ron.

Andrômeda novamente a fitou com uma sobrancelha erguida, a jovem estava claramente se esquivando. – Hermione... Não quero me intrometer em seus assuntos pessoais e me perdoe se estiver ultrapassando limites aqui, mas obviamente Ronald tem interesse em você e, eu posso apenas supor, qualquer ligeira abertura ou quebra na sua reação ou de Harry quanto ao casamento, ficaria muito aparente para ele.

Hermione negou novamente. – Você não entende Andrômeda. Ron é o menor de nossos problemas.

-Oh, estou certa! Eu nunca iria sugerir que ele, de todas as pessoas, revelaria sua situação.

A garota morena inclinou a cabeça. – Eu não teria tanta certeza – Andrômeda não conseguiu esconder o choque. – Oh não me leve a mal. Ron não faria de propósito, mas algumas vezes ele tem a terrível habilidade de enfiar os pés pelas mãos. - Hermione desviou o olhar. – Quando eu disse que Ron é o menor de nossos problemas... – cortou a si mesma. Não sabia nem por onde começar o que estava para discutir. - Está certa. Sobre Ron estar interessado em mim, Harry não consegue esquecer isto, você sabe? – Mudou de assunto, lentamente.

A senhora mais velha esperou. Incerta sobre o que Hermione queria tratar.

-Ron e eu tivemos uma longa conversa, Harry não sabe disso – acrescentou erguendo apenas por um instante os olhos para a mulher, antes de voltar sua atenção para a mesa. – Eu... eu disse a ele que estava apaixonada por Harry.

A advogada piscou, observando a jovem mulher lutando com suas palavras. De repente transportada para um tempo no passado em que Nymphadora a encarara exatamente assim. Piscando diversas vezes para afastar a memória agridoce, disse suavemente:

-E não era verdade.

Hermione riu amargamente, voltando a fitar a Andrômeda nos olhos. - É a absoluta verdade.

-Oh minha querida...

-Está tudo bem. Está tudo bem – ela afirmou perpassando rapidamente as mãos pelos olhos. - Harry tem esse dom estranho de me trazer pra ele, de me envolver. Eu não acho que ele sequer se dá conta. - Ela riu sem vontade e lançou mais um olhar para seu marido e para Teddy, estes ainda perdidos em suas brincadeiras, dessa vez com Harry fazendo os brinquedos do menino flutuarem. – De toda forma, eu tive essa conversa com Ron. Nem remotamente a melhor conversa que poderíamos ter. Longe disso. Ron disse certas coisas... E eu também. Algumas bem horríveis. Não gosto de lembrar, me se sinto envergonhada. Ron acha que escolhi Harry ao invés dele pelo que parece a ele a enésima vez – comentou com os ombros caídos. Ela lhe ofereceu um sorriso aguado antes de dizer:

– Mas sempre foi o Harry. Eu só precisava admitir pra mim mesma. O que, pensando bem e levando em consideração o que já passamos, foi um longo processo. Lento e doloroso.

-E Harry não faz ideia.

Hermione meneou a cabeça, rindo. Ela poderia estar ligeiramente histérica... – Harry acha que se interpôs pela centésima vez ou coisa que o valha no romance épico que "existe" entre Ron e eu.

-Oh, por Morgana...

-Eu sei! É insano. E toda maldita vez que tento apenas dizer a ele, Harry me olha com aquela expressão culpada, como se tivesse me forçado a toda essa situação. Como a qualquer momento eu fosse odiá-lo. Deus! Desculpe-me Andrômeda... É que-

-Eu sou a única pessoa com quem pode realmente discutir isso – sorriu apertando sua mão. - Não se preocupe, meu bem. Eu não me importo o mais mínimo.

-Minha maior preocupação é que os "instintos de herói" de Harry se rebelem novamente e ele decida que a melhor solução seja aceitar Pansy. Andrômeda, não posso deixar isso acontecer. Não pelos meus sentimentos. Mas porque aquela garota é má. E covarde. E ela nunca vai respeitar Harry. Ou amá-lo – Hermione puxou ar, tentando se acalmar. Sempre que pensava em Pansy sentia como se precisasse esmurrar algo. - Pra ser honesta praticamente qualquer outra pessoa seria melhor que Pansy. Ela queria entregá-lo para Tom – disse silenciosamente.

Andrômeda a fitou em horror. Ela sabia da história, mas ainda resistia em entender como alguém podia fazer tal coisa. – Querida, isto não vai acontecer. Estaremos certas disso. E se tudo se complicar, o que eu realmente duvido, relembraremos ao mundo bruxo sobre este ignóbil ato da senhorita Parkinson.

Hermione assentiu. – Eu não me casei com Harry por motivos escusos - afirmou abruptamente. – Bem, nenhum além de o querer o mais longe de Pansy Parkinson possível, quero dizer. Se houvesse outra garota, eu teria somente dito a eles o que fazer. Imaginava que com o fim da guerra, Gina e ele voltariam. Mas ele afirmou pra mim que não aconteceria. Eu acreditei. Harry estava surtando: ele não tinha uma namorada. Ele não tinha ninguém. Como ele encontraria alguém para casar com ele nesse curto período de tempo? Como confiaria esse peso a outra pessoa? Eu tive que praticamente desenhar para ele que não era preciso necessariamente ser algo real. O que na verdade só trouxe mais uma leva de problemas. Harry continuava com aquele olhar perdido e derrotado. Eu sabia que ele não confiava em ninguém para saber dessa história. Não tinha ideia de quem poderia ser sua esposa de mentirinha – Hermione bufou exasperada. – Era como se já tivesse me marcado em outra categoria, "comprometida". Eu simplesmente disse a ele que nós íamos fazer isso.

Teddy finalmente cansara de brincar e queria sua avó. Andrômeda desmantelara a barreira discretamente quando vira Harry se erguer com o menininho no colo.

-Os adultos já discutiram todos os assuntos chatos? Acho que o rapazinho aqui quer um pouco de atenção.

Andrômeda pegou o menino no colo. – Tem certeza que é só Edward que precisa de um pouco mais de atenção? – ela lançou um olhar zombeteiro em direção a Harry que ficou todo vermelho. Deus, Dora tinha razão, era tão fácil deixá-lo sem jeito... – Então meu amor, sentindo falta da vovó? – ela apertou Teddy num abraço apertado espalmando beijos em seu rosto. O garotinho deu risadinha, guinchando e se contorcendo.

-Eu preciso fazer o mesmo Harry?

Fitando a amiga, o moreno abriu a boca mas não disse nada. Finalmente, retrucando com um "shush". Causando mais uma leva de risadas entre ambas as mulheres.

-Vamos lá, vamos fazer um lanche, meus amores.

-Oh não, não. Não é necessário, Andrômeda! Harry e eu ainda vamos à livraria. Ele me prometeu passe livre – Hermione disse animadamente.

Andrômeda lançou um olhar de piedade ao rapaz, antes de dizer:

-Não é problema nenhum. Com o "passe livre", tenho certeza que precisarão de forças, logo, lanche primeiro! Vamos lá, vamos lá – sem olhar para trás a senhora se dirigiu para cozinha. Colocando Teddy na cadeira alta, a mulher tratou de pegar o lanche que havia preparado. – O que me lembra, estou para lhes perguntar, onde irão morar depois de Hogwarts? - Os jovens se entreolharam. E a mulher sorriu com condescendência pelo olhar de completa falta de noção, enquanto dava papinha para Teddy. – Vocês têm tempo, é claro. E honestamente – ela ergueu a vista para eles, com um sorriso mais que esperançoso. – Podem ficar conosco se preciso. Essa casa é grande demais para Teddy e eu. Há diversos quartos – ela encolheu os ombros.

-Pra ser honesto, o máximo que pensei é que não quero voltar a Grimmauld Place tão cedo.

No fim, eles passaram mais algumas horas discutindo as possibilidades com a advogada. Locais e o que seria mais conveniente enquanto casados. Tantas horas de fato que acabaram por adiar a "visita" à livraria.

- xxx -

Chegaram exaustos em Hogwarts naquele sábado, atrás de outro banho. E cama.

Apesar de tudo, fora no horário de dormir, quando já estavam na cama, com quase tudo escuro, que Harry decidiu abordar o que o estava incomodando e que se acentuou com a discussão com Andrômeda sobre lugares para viver.

-Eu sei que nós nunca discutimos isso. Mas eventualmente teremos. E acho – dessa vez - quanto antes melhor. Então... Hermione, quanto tempo você acha que devemos sustentar essa farsa?

Hermione foi pega completamente de surpresa, o que quer que esperasse de Harry certamente não era isso. – Por que Harry, já enjoou de estar casado comigo? – ela brincou, ainda incerta do que pensar.

Sabia que Harry estava certo, eles não podiam manter aquele ato para sempre... não podiam, certo?

-Muito pelo contrário. Eu acho nossa "vida de casado" extremamente confortável. E posso nos ver por anos que seguem – ele encolheu os ombros.

-Você – ela franziu o cenho, ponderando as palavras do amigo. – Você está sugerindo que continuemos isto indeterminadamente?

Harry balançou a cabeça devagar. – Não estou sugerindo nada. Mas eu quero sua opinião. Quando sugeriu esse plano... Deus sabe que salvou minha vida, Mione. Provavelmente mais literalmente do que nós dois gostaríamos de pensar... Pansy é... bem, Pansy. E acho que talvez meu status a impediria de agir diretamente contra mim, mas eu nunca teria uma noite de sono adequada sem temer que minha 'esposa' pudesse atentar contra mim. Acontece que nosso casamento anula o contrato Black/Parkinson. Mas se dissolvermos ele...

-...Pansy e seu pai correriam para Gringotts ou para o Ministério, quem quer que os ouvisse primeiro, de fato; e dariam um jeito de reativar o contrato – Hermione complementou.

Harry assentiu. – Então eu preciso saber qual é a fase dois de seu plano. Porque a não ser que Pansy caia acidentalmente morta... eu não vejo uma saída?

-Você sempre pode se casar com outra pessoa?

Harry a encarou como se fosse louca. – Eu não acho que posso passar por isso tudo outra vez.

A garota virou os olhos. – Eu quis dizer de verdade.

Harry continuou a fitando com incredulidade. – Você está falando sério?

-Claro. Por que não?

-Hermione... – ele coçou a cabeça, procurando uma forma adequada de se expressar. – Não há maneira disto acontecer. Tipo. De jeito nenhum – ele franziu o cenho, movendo-se na cama para encará-la melhor. Ou da melhor maneira possível que um quarto às escuras poderia. – Você vê. Esses meses que passamos agindo como um casal? Eu não consigo me ver confortável assim como ninguém que conheço agora? Querendo ou não agimos praticamente como um casal, certo? Eu aprendi. Muito. Uma vida a dois é muito complicada... – ele parecia ter descoberto como o universo funcionava pela forma como falava.

Hermione sorriu com condescendência. - Tenho certeza que vai encontrar alguma garota que o fará mudar de ideia.

Harry riu. – Talvez sim. Mas não acredito. Só de imaginar passar pelas coisas que passamos outra vez sinto pânico surgindo em meu peito!

-Harry, honestamente!

-Estou sendo absolutamente sério aqui. E digo mais e de uma vez por todas, se não fosse por sua escolha, eu manteria nosso casamento.

Hermione abriu a boca e a fechou. Ela nem sabia por onde começar! Sua mente rodopiava com uma mistura curiosa de sensações. Indignação a maior delas. Talvez devesse começar por ali, então.

-Não pode manter um casamento porque é confortável!

Harry ergueu a sobrancelha. - Says who? – o tom sarcástico.

-Harry, que diabos?!

-Acho que não me expressei bem. O que quis dizer é que enquanto eu tenho você ao meu lado, todas as situações não são remotamente tão horríveis? Eu suponho que ajude que esteja sempre tão mortificada quanto eu... De alguma forma, mesmo quando você tem sua mente voltada para me constranger na frente de seus pais e eu sinto como se um buraco pudesse se abrir e me engolir, eu gosto disso – ele encolheu os ombros. – Mas não importa, eventualmente vai querer sua vida de volta e sinceramente – ele perpassou a mão pela cabeça. – devemos fazer isso o mais breve possível.

-Por quê? Acaba de dizer que não se importaria em manter o casamento.

-E eu não. Não me entenda mal, mas não acho que seja uma boa continuarmos isto por muito tempo. Além do mais Ron-

Hermione virou os olhos consigo mesma, sua voz, entretanto, pingava com aborrecimento, incredulidade e resignação:

– Por favor, Diga-me que não está apressando isto por conta do que acha que há entre Ron e eu?

-Não – ela ficou em silêncio, esperando. E sem vontade, Harry acrescentou:

-...uh, não exatamente?

-Harry! – ela se sentou, buscando sua varinha iluminou o quarto para encará-lo.

-Eu sei, eu sei! – sentou-se também. - Mas se não Ron, algum outro cara, certo? Então eu acho que deveríamos só agilizar tudo.

-Só há um problema – a morena retrucou erguendo a sobrancelha e cruzando os braços. – Você não se vê casando com mais ninguém e, se não estiver casado, Pansy vai pular em seus braços e não soltar mais, como a sanguessuga que é. E casamento é a única solução que pode manter aquela maluca afastada. Além da morte. Estamos num impasse – Harry abriu a boca para sugerir algo, mas Hermione não iria permitir, sabendo exatamente que tipo de ideia tresloucada viria de Harry. Provavelmente que ele deveria então casar de uma vez com a sonserina. Ha. Apenas sobre o cadáver dela! – E não há maneira no inferno de eu deixar que se case com Pansy – acrescentou com firmeza, fitando-o duramente. Harry ergueu as mãos em sinal de paz. Não podia dizer que ela não o conhecia.

-Bem, eu acho que posso me safar com mais um assassinato... – ele tentou brincar, mas Hermione o silenciou com um olhar; nada divertida pela sugestão. Não que ela fosse tão contra a acabar com a vida da senhorita Parkinson... a garota franziu o cenho. Deus. Tornara-se uma pessoa horrível.

-Do meu ponto de vista só há uma solução aceitável – eles se entreolharam por vários segundos. - Temos um acordo então?

Ela ficou surpresa quando o amigo assentiu trás meros minutos. Esperava que ele protestasse mais, que tivesse de convencê-lo. Que teriam que ter mais de dezenas de discussões até que ele entendesse que teria de fazer do jeito dela. – Ok. Mas se você mudar de ideia, é só-

-Eu não vou.

-Mas se você quiser-

Ela riu, interrompendo-o outra vez. – Eu não vou, Harry.

O rapaz lhe lançou um olhar. – Eu entendi, mas-

-Ótimo então.

-Você é a pessoa mais insuportável que eu conheço!

Hermione ergueu as sobrancelhas de maneira sugestiva. - E ainda assim quer continuar casado comigo, o que isso faz de você?

-Um ser humano patético?

Ela lhe lançou um olhar de cima a baixo, seu corpo se movendo ao encontro dele. – Oh, não tão mal assim.

-Pervertida.

Ela riu ligeiramente.

-Boa noite, Harry.

-Boa noite, Mione.


N/a: Sambando. #sqn

Obrigada pelos comentários. Eu ri demais com vocês acreditando que a Mione iria levar Harry à bancarrota. Sinto desapontá-los. Não houve tempo, assuntos mais tensos para tratar... haha.

PS: Feliz restinho de carnaval pra vocês!