Nota: Tarcísio Potter, Jozy Granger e Katarina Malfoy, quando ao seu plot... Desculpe. Eu não acho que vá escrever uma estória assim. Eu tentei na verdade... mas nunca a desenvolvi completamente (eu postei a oneshot, que me desagrada muito). Eu odeio traição. Não há tal coisa como traição justificada. E sempre acreditei firmemente que HH estão acima disso. Talvez quando minha inspiração estiver mais louca que o normal, eu escreva. Mas eu não acho que consiga.


Shenanigan


Universo Alternativo. Desconsiderando o Epílogo (as always...). Pós-guerra.


Sinopse: Contratos de casamento são artimanhas de séculos passados, certo? CERTO?! | Uma pena que o mundo mágico seja ainda tão, uh, retrogrado em certos aspectos, Mr. Potter...

Sinopse²: Não seria a primeira ou a última vez que alguém fazia o mundo mágico de palhaço, de toda forma. Bônus por este alguém ser Harry Potter.

Disclaimer: Harry Potter e companhia limitada não me pertencem, blablabla. Tudo é da J. K. Rowling e da Warner, whatever.


Observação: Capítulo não betado.


Parte quinze

The Blacks


Com a varinha em mão, Poppy Pomfrey meneou a cabeça sob a cena a sua frente. Incapaz de decidir o que fazer com Harry e Hermione Potter. Antes que pudesse decidir, no entanto, o gato da jovem mulher saiu debaixo da cama e, encarando-a, silvou como se em aviso. Um segundo depois a senhora tinha duas varinhas apontadas para seu rosto e dois muito nus jovens a fitando em alerta.

A mulher ergueu a sobrancelha. – Muito bem.

Mas Harry e Hermione ainda estão muito perdidos em pânico e alerta para se importar com o sarcasmo da curandeira.

-Como... Como entrou aqui? – Harry exigiu, sua varinha ainda apontada para a mulher. Hermione já estava verificando as defesas do quarto; seus movimentos de mão ríspidos, irritados.

-Senhor Potter! Poderia, por favor, abaixar sua varinha?! – franziu o cenho.

-Mione?

-Em um minuto – a morena retrucou ainda concentrada em sua verificação.

-Ainda não respondeu minha pergunta – o moreno retrucou para a matrona.

Pomfrey estreitou a vista. Incapaz de culpá-los pelas medidas de precaução, mas ainda assim ultrajada por ser considerada uma ameaça. Por um lado, ter entrado sem um aviso no quarto deles fora um passo obviamente equivocado. Por outro, ela deveria ter acesso a todos os cantos daquele castelo. E se houvesse uma emergência?! Se Minerva ou Bathsheba não estivessem no castelo para autorizar sua entrada? Poderia acontecer um desastre!

Hermione finalmente parou sua investigação nas proteções. - A boa notícia é que não estamos sendo 'invadidos'...

Harry baixou a varinha imediatamente, perpassando a mão livre pelo rosto enquanto gemia:

–... E a má notícia é que não estamos sendo invadidos?

Hermione riu ligeiramente conjurando um lençol sobre o moreno, depois sobre si. Seus olhos encontrando Poppy timidamente. – Sinto muito, Madame Pomfrey. A senhora nos assustou até a morte...

Crispando os lábios, a senhora não respondeu. – Se sentindo melhor, senhora Potter?

Harry desviou o olhar, andando ao redor da cama e tentando – e falhando – catar as roupas no chão ao redor da cama discretamente. Hermione ficou ainda mais vermelha, mas não tirou os olhos de Poppy ao responder:

– Oh definitivamente. As poções fizeram efeito e estou sentindo-me como nova!

Pomfrey cruzou os braços. – Lembro-me de ter recomentado repouso.

-Eu repousei. E então eu me senti melhor – Hermione retrucou impenitente.

Harry ergueu a vista, lançando um olhar de soslaio cheio de descrença para a esposa, esta lhe ofereceu um sorriso maroto suas sobrancelhas se erguendo sugestivamente, fazendo-o desviar o olhar corando dos pés à cabeça. De novo. Hermione riu.

-Isto não é engraçado, senhorit... senhora Potter. Você poderia ter tido sérias complicações.

Hermione suspirou. Se Poppy estava tentando lhe fazer se sentir culpada, estava falhando miseravelmente. Não se arrependeria nem por um segundo de ter feito Harry seu – por fim e de fato – marido.

-Madame Pomfrey, eu entendo sua preocupação. Mas eu estava me sentindo bem. Estou me sentindo bem. E Harry me forçou a repousar a manhã inteira antes de ao menos permitir que eu saísse da cama.

-Eu não deveria tê-la deixado sair da enfermaria.

-Foi o que eu pensei também – Harry disse secamente, de repente nenhum pouco constrangido.

-Achei realmente que estava bem, o suficiente para resolver o problema com Pansy, pelo menos. Minha culpa – Hermione afirmou.

-Quase me deu um ataque cardíaco ao desmaiar em meus braços.

-Talvez seja melhor que fique na enfermaria em observação.

Hermione lançou um olhar horrorizado à Poppy. – Por quê? Eu estou bem. Em realidade, eu nunca me senti melhor.

Poppy suspirou, levando as mãos aos bolsos. – Aqui, mais uma dose de reposição de sangue. E este outro aqui é para o caso de sentir dores na região do nariz e testa – Hermione pegou os fracos com gratidão. – E recomendo repouso.

-Eu não prometo absolutamente nada – a morena contrapôs de imediato, postando os pequenos frascos na cabeceira da cama.

A curandeira lançou um olhar de aviso para Harry. – Faça-a descansar!

Hermione fez um som ferino com a boca e riu. – Eu tenho certeza que ele pode.

-Isso não foi o que eu - interrompendo a si mesma, Poppy levou a mão à testa, esfregando-a. Incapaz de acreditar que estava tendo essa conversa, dentre tantas pessoas, com Hermione. Encarou mais uma vez Harry, este encolheu os ombros como se dissesse "não me culpe, ela é a chefe".

-Se ela não se sentir bem, a levarei imediatamente à enfermaria – Harry prometeu, sentindo-se culpado. – Mas realmente acredito que a Mione esteja bem, Madame Pomfrey. Eu nunca teria, nós nunca teríamos feito nada se não acreditasse que ela estivesse se sentindo cem por cento.

Mesmo não estando completamente satisfeita, se afastou para sair do quarto. Antes de abruptamente parar e girar sobre os próprios calcanhares, escrutando-os. – Poção contraceptiva?

-Ainda fazendo efeito – Hermione respondeu.

Poppy assentiu lentamente. – Não se esqueça de pegar a próxima dose antes do recesso de fim de ano.

-Eu irei.

Assim que a senhora saiu do quarto, Harry balançou a cabeça. – Por que esse tipo de coisa continua acontecendo conosco? Eu pensei que ter "salvado o mundo da destruição" nos daria um crédito extra com o Carma.

-Se eu acreditasse em Carma, eu diria que talvez o crédito extra tenha sido vencer a guerra...

Harry pausou. - Esse é o pensamento mais sinistro que já ouvi.

Hermione o abraçou suavemente, beijando seu ombro. – Você e eu contra o mundo?

Harry sorriu. – De repente, nada é tão terrível assim. Se minha sorte se esgotou e você ao meu lado é meu último presente, não acho que precise pedir mais nada.

-Nem mesmo um pouco de privacidade?

-Superestimado – retrucou erguendo-a. Hermione riu fechando as pernas ao redor dele.

-Yep, eu aposto que Madame Pomfrey concorda.

-Você... – prendeu a risada, jogando-a na cama. - É uma pessoa horrível.

Hermione afetou um ar arrogante se ajeitando na cama. – Não foi por isso que casou comigo? Minha incrível habilidade de ser um gênio do mal e uma pessoa horrível em tempos inesperados?

-Eu não sei, eu sou bastante apegado ao seu bumbum. Acho que é algo como 30 / 70. Estou nessa setenta por cento por conta de seu magnifico traseiro e 30 por sua genialidade e maldade.

-Você é tão idiota! – ela riu, estapeando-o.

-E ainda assim você me propôs casamento.

-Eu estava tentando salvá-lo.

-E serei grato para sempre, isso não muda o fato de ter me escolhido, pixuquinha.

-Harry – ele a encarou. – Cala a boca.

Movendo-se sobre ela, ele sorriu brilhantemente. - Sim, querida.

- xxx -

Talvez ela fosse mesmo uma pessoa horrível, porque sua trepidação ao entrar no salão principal àquela noite ia acabar queimando alguém. De mãos dadas com Harry.

Vez ou outra não podia evitar lançar olhares para seu anular esquerdo que cintilava ainda mais aquela noite com duas alianças - era fascinante como magia funcionava, porque ela não sentia nenhuma diferença, nenhum peso, nenhum incomodo com dois anéis enormes no mesmo dedo. Era como se as alianças tivessem se adaptado uma à outra de maneira que quase pareciam uma. Mesmo que as pessoas pudessem distinguir a diferença entre elas a um quilometro de distância...

Sentia entontecida de tão satisfeita. Aquilo era real. Harry estava com ela. De verdade. E nada, absolutamente nada, que Pansy Parkinson dissesse ou fizesse mudaria isso.

Com um suspiro contente, a jovem mulher se sentou à mesa. Era como se o peso do mundo houvesse saído das suas costas. E respirar era só... tão mais simples. Agradável.

Mal havia estendido a mão trás de um copo, quando Lilá guinchou do seu outro lado. Hermione podia jurar que ficara surda por alguns segundos. E ao momento um zumbido irritante ainda persistia em seu ouvido enquanto fitava Lilá com reprovação.

A menina loira não parecia se importar, puxando a mão de Hermione para si com olhos arregalados. – Mas que diabos é isso?! É uma nova aliança? Oh – Meu – Merlin! Isso não é justo! Você tem duas alianças?! Por que você tem duas?

E a metralhadora de perguntas e ofensas veladas continuou enquanto Lilá analisava – como se fosse uma expert – as alianças no dedo da morena.

Desconfortável e pra lá de exasperada, a monitora-chefe afastou sua mão.

-Você fez um seguro pra sua mão? – Lilá indagou com sarcasmo. – Porque, sinceramente, estas são alianças ridiculamente caras. Uma tentação, de fato.

-Menos veneno, Brown. Sua inveja está aparecendo – Dino cantarolou.

Lilá bufou. – É exagerado. Como se uma não fosse o bastante.

Quando Hermione simplesmente ignorou os resmungos de Lilá, Demelza estendeu as mãos. - Deixe-me ver, deixe-me ver! – Soltando um gritinho quando Hermione lhe estendeu a mão. – Tão lindo! Mas... e eu sinto muito, tenho de concordar com Lilá. Duas alianças? Todo mundo já sabe que são um casal, não precisa mesmo jogar na cara – brincou.

Hermione riu, sabendo que a garota mais jovem não falava por maldade, só estava curiosa. – São duas alianças porque representam duas casas diferentes.

Parvati praticamente saltara sobre a mesa para se espremer entre Hermione e Lilá. – Espera. Espera. Espera! Você agora é uma Black também? Puta merda! – e então riu, lançando um olhar calculista para a mesa da sonserina. – Oh Deus, eu posso contar para a Parkinson?

Hermione meneou a cabeça negativamente. – Não. Deixem-na em paz. Ela vai descobrir. Bem, eventualmente.

-Mais cedo que tarde com esse estardalhaço aqui da mesa – Harry afirmou encolhendo os ombros.

A morena fitou o marido. – Eu quase sinto pena...

-Isto é, se você tivesse um coração? – indagou zombeteiro.

Hermione sorriu diabolicamente, assentindo. – Hmm.

Harry erguendo a sobrancelha sugestivamente, o tom baixo e grave. – Pena que ele é meu agora.

A jovem riu apertando o rosto em seu ombro, incapaz de resistir ao ar ridículo que Harry forçava. Só estava tão feliz. – Essa foi... – ergueu a vista, encarando-o com adoração, antes de acrescentar dramaticamente:

- a linha mais romântica que já ouvi em toda minha vida.

Harry, que ainda tinha a expressão carregada tentando parecer sombrio, resfolegou uma risada. Procurando manter o personagem. – Mulher, eu sou praticamente o Alfie (*).

Hermione abanou o rosto com ambas as mãos. – Take me, Alfie.

-Droga, vocês são tão estranhos! – Jimmy resmungou num canto.

- xxx -

A notícia de que Hermione tinha duas alianças se espalhou como fogo em folha seca... E pelo fim do jantar, toda mesa da grifinória já estava ciente de que a jovem mulher era, de fato e também, Lady Black.

Na segunda-feira pela manhã, quem não tinha conhecimento presenciou um pequeno show: o Profeta Diário havia feito uma edição especial apenas para relatar o incidente que ocorrera em Hogwarts - Isto é, "atentado contra a vida de uma das mais queridas heroínas da atualidade", como estavam chamando – e, obviamente, o novo status de Hermione.

Francamente, todos só estavam esperando a reação de Pansy Parkinson sobre o acontecimento. De uma forma quase mórbida as pessoas a observavam como se um espetáculo estivesse prestes a começar. A jovem não lhes decepcionou.

O artigo contava – em detalhes – o que ocorrera no grande salão na manhã anterior. Assim como o desenrolar da estória, terminando com uma repreensão à senhorita Parkison e um agradecimento à Andrômeda Tonks e aos aurores envolvidos que – "de forma impecável e profissional puseram a jovenzinha desnaturada em seu devido lugar". O Profeta Diário estava até mesmo ciente da ordem de restrição e expressara seu alívio que tal "atrocidade, ato ignóbil" (Pansy enfeitiçando Hermione pelas costas) não fosse ocorrer novamente. Ainda comentavam como julgaram mal o caráter da jovem sonserina e pedia perdão à Hermione por ao menos ter dado ouvidos a outra jovem mulher.

Harry achara todo o artigo hilário. Hermione, por outro lado, sentia-se quase tão ofendida quanto se sentira com a entrevista que Pansy dera. Obviamente Rita estava voltando atrás e tentando ficar em suas boas graças. Aquela mulher não tinha mesmo vergonha na cara!

Pelo lado bom, ouvir o grito estridente e indignado de Pansy trovejar pelo salão comunal era impagável. Aparentemente Rita congratulava Hermione pelo novo sobrenome em uma nota de rodapé... – e, honestamente, Hermione nem queria saber como a repórter conseguira aquela informação. Desde que, veja bem, sequer Andrômeda sabia ainda.

Mas, considerando que todos os grifinórios sabiam de sua condição desde a noite anterior, não era exatamente surpresa que Skeeter tivesse conseguido essa informação. Se Hermione tivesse de sugerir alguém, diria que fora Lilá. A menina loira lhe lançava olhares amargurados e de cobiça aos seus anéis desde que os vira. E ficara ainda pior depois da edição especial d'O Profeta.

E então mais uma horda de garotas implorando para ver seu novo anel. Tudo isso antes mesmo do fim do café da manhã. Hermione apertou a mão de Harry e suspirou. Aquele seria um longo dia.

- xxx -

Quarta-feira, 02 de dezembro de 1998.

[Sala de Poções]

-Hm... Harry? – Quando Gina se aproximou, ela fez questão de mostrar as mãos livres. – Mamãe enviou uma carta. Quero dizer, outra carta – ela fez uma careta. Lembrando-se do colorido berrador que sua mãe havia enviado à Pansy Parkison há apenas alguns dias atrás, e ela sequer fora a única... Mas definitivamente a mais alta.

O moreno franziu o cenho. – Aconteceu algo?

-Oh. Não. Não! Está tudo bem. É só – lançou um olhar nervoso para Hermione, que apenas a observava em silêncio. – Bem, logo será o recesso de final de ano e mamãe, meus pais realmente, queriam lembrá-los sobre a ceia de Natal. Se vocês irão à Toca?

-Sinto muito Gina... Mas nós vamos passar todo o recesso com os pais de Hermione – ele ofereceu um olhar de questionamento para a morena, que o encarou de volta. Eles pareciam estar se comunicando em silêncio antes dele voltar para Gina mais uma vez:

-E provavelmente boxing day (**) e ano novo com Andrômeda e Ted. Nós vamos sim n'A Toca no recesso, apenas não nesses dias.

-Por favor, avisem mamãe com antecedência. Ela vai surtar se vocês aparecerem e ela não tiver pelo menos 10 tipos diferentes de bolo para oferecer – Gina brincou com um sorriso fraco.

Harry assentiu com um sorriso, Hermione ainda a observava silenciosamente, como se esperasse por um ataque. Desconfortável, a garota ruiva lhes ofereceu um aceno de despedida e voltou para seu lugar - apenas alguns minutos antes do professor aparecer, animadamente descrevendo a nova poção que tentaria aquela manhã.

Gina suspirou para si mesma. Não é como se Harry estivesse se distanciando... obviamente ele passaria o primeiro Natal com sua nova família. E quanto aos Tonks... Bem, era o primeiro Natal de Teddy.

Mas, ainda que entendesse que as coisas seriam bem diferentes – sem colocar na equação o que fizera com Harry... -, desejava... desejava tudo como antes. Infelizmente tempo não volta. E precisava conviver com suas ações e as decisões dos outros.

Sentia seu coração pesar ao recordar o olhar de Hermione sobre si: como se Gina fosse um animal selvagem. Encarando-a com desconfiança e pronta para abatê-la sob qualquer movimento brusco.

Parte de si achava que já fora castigada o bastante e mal podia admitir o tratamento seco de Hermione para consigo. Mas Gina entendia muito bem que aquele não era um castigo que Hermione estava lhe impondo apenas por ser mesquinha. Não. Hermione não confiava nela. E mais que qualquer coisa, aquilo partia seu coração. Porque não tinha ideia de como conseguir a confiança da morena de novo. Ou mesmo se aquilo era possível...

Harry havia lhe perdoado no minuto que se dera conta de que fora ela que o ferira. Ele não se importara o mais mínimo. Com Hermione, era uma conversa completamente diferente: sua lealdade era para com Harry e sempre fora. E Gina sabia que, se tivesse marchado até ela e lhe estapeasse a face, não seria uma ofensa tão abissal como atingir Harry... Claro, Hermione revidaria. Lhe repreenderia – e muito provavelmente a lançaria na ala hospitalar - mas nunca guardaria tanto rancor e julgamento como o fez por Gina ter machucado Harry.

O pior de tudo é que não tinha uma justificativa além de "não era exatamente eu, o ciúme me consumiu de tal maneira que eu não enxergava mais nada". E Hermione não se importava. Na verdade, aquela atitude irracional era um agravante. A morena a considerava instável. Não confiável. Definitivamente não boa o suficiente para estar ao redor de Harry. E sua falta de justificativa tornava tudo mil vezes pior.

Gina não esquecera o que Hermione lhe dissera: que se dependesse ela, nunca mais se aproximaria de Harry. Ela só estava grata por Hermione não ter se envolvido mais. Não tinha dúvidas de quem Harry escolheria...

Quando ergueu a vista para o casal, Harry apertava um beijo na testa de Hermione.


N/a: Eu tenho essa parte escrita há um tempo agora... E esse deveria ser o capítulo final. Deveria. O problema é que me perdi uma pesquisa cretinamente longa na qual, infelizmente, não obtive resultados. O que significa que eu tive de alterar a ideia que eu tinha para o fim do capítulo. O que, por sua vez, me fez adiar em minha escrita dessa mesma parte - porque não obter resultados me frustrou e bloqueou.

ANYWAY. Eu não sei quando postarei o novo - talvez último (?) - capítulo dessa estória.

Ps.: Obrigada pelos comentários... Eventualmente responderei os do capítulo anterior.


(*) Alfie, o filme britânico. De 1966. Com Michael Caine (LOVE HIM). Não a refilmagem (que é Americana) com Jude Law (love him too).

(**) Termo utilizado para o dia seguinte ao natal. Normalmente dia 26 - quando este não é um fim de semana (o que é o caso na estória, desde que 26 de dezembro de 1998 caiu num sábado). Aqui a explicação: pt(ponto)wikipedia(ponto)org(barra)wiki(barra)Boxing_Day