N/A: oiii gente! Volteiii na horaaaa! Tá super tarde, mas pelo menos tô postando sem atrasos! Tô muito feliz que tem gente seguindo, favoritando e comentando a história, muuuuuuuuuito obrigada mesmo, tô super feliz! Ah, e só avisando que, pra quem não entender alguma parte da história, pode perguntar, porque é ótimo pra eu melhorar meu estilo de roteiro, e se eu já tiver comentado na história, não vejo nada demais alguém não lembrar ou perceber, porque às vezes é mesmo difícil.

Enfim, as reviewsss:

Anne Black: oieee! ebaa que bom que tá gostando! continuo sim, com certeza! tá aqui o 4 já, bj :)

Mylle Malfoy P.W: aiii ainda bem que vc gostou da ideia, fiquei com medo que vcs não gostassem por ser meio meloso... haha mas acho fofo também! tá aqui mais POV James pra vc, espero que goste!

Dafny: HAHAHAA pois é, se fosse eu já tava louca! Tá aqui o 4! Espero que goste!

Boa leitura!


Capítulo 4- Sorry (Justin Bieber)

James

Eu tinha que admitir, pelo menos para mim mesmo: eu estava amando aquele livro. Afinal, ninguém passa quase todo o seu tempo livre lendo alguma coisa da qual não esteja gostando muito. Eu já teria até chegado ao final da história, mas tinha treino todo dia menos terça e sexta, então desde terça eu tinha lido pouco.

Eu estava faltando mais ou menos 20 páginas para terminar o livro, e já tinha prometido a mim mesmo que hoje, mesmo estando exausto, só iria parar quando terminasse, mas minha mãe chegou do trabalho.

-James, querido! - ela gritou assim que abriu a porta - Cheguei!

Bem, mãe. Isso eu percebi.

Eu quase bati minha cabeça na bancada do meu quarto de propósito. Eu já tinha aprendido há muito tempo que eu devia parar o que estava fazendo e descer para cumprimentá-la.

Veja bem, é uma situação complicada. Minha mãe é médica (cardiologista), o que significa que, quando ela não passa o dia inteiro no consultório atendendo os pacientes que se encheram de gordura a vida inteira e não entendem o porquê de estarem com problemas de circulação, ela passa a o dia inteiro no Hospital Central supervisionando cirurgias extremamente complexas. Ou seja, quando ela chegava em casa umas sete da noite, era melhor eu dar a atenção que ela merecia.

Ainda mais nesses dias em que meu pai:

Ficava até nove da noite trabalhando na empresa;

Estava viajando para algum lugar extremamente interessante, mas que ele fazia questão de não sair de dentro de hotéis/escritórios. (Como era o caso dessa semana, que ele estava passando em Nova York, mas ainda não tinha tido a decência de tentar visitar a Estátua da Liberdade).

Enfim, por esses e outros motivos, eu logo fechei o livro e desci as escadas correndo para falar com a minha mãe. Ela já estava na cozinha, pegando um copo d'água.

- Oi, mãe - falei enquanto dava um beijo na bochecha dela.

- Oi, querido. Como foi a escola hoje?

Peguei uma barrinha de cereal do pote gigante que continha um monte delas e me encostei na geladeira para ficar de frente para ela:

- Boa. Bem, normal. Nada demais aconteceu

- Nunca acontece, não é mesmo, James?

Dei de ombros em resposta.

- E você, mãe? Tudo bem, no trabalho?

- Sim. Ah, hoje eu atendi uns 32 pacientes, não deu tempo de comer nada, comi uma barrinha de cereal correndo às duas da tarde e a secretária nova não apareceu, o que significa que Lourdes vai ficar sozinha por mais uma semana naquela confusão que eu chamo de sala de espera. Mas, bem, fora isso, tudo bem!

Eu não me segurei, tive que rir pelo menos um pouco.

- Não é engraçado, James!

Eu podia ver pelo rosto dela que estava exausta. Estava muito mais pálida que o normal, os olhos fundos e olheiras bem escuras. Parei imediatamente.

- Eu sei que não, mãe. Só estou rindo meio de desespero alheio mesmo! - ela me olhou, crítica. - É sério! Você sabe que eu rio quando estou desesperado. E lembre que amanhã já é sexta, quando meu pai vai voltar, e eu tenho certeza que ele vai resolver rapidinho esse seu problema da secretária.

Ela pareceu relaxar um pouco.

- Amanda não deixou nada para o jantar hoje? - perguntou.

Amanda era a nossa faxineira. Quer dizer, ela era minha babá quando eu era menor, mas há algum tempo minha mãe meio que a "demitiu" parcialmente, disse que eu já estava grande o suficiente para me cuidar sozinho (total verdade) e que, como nós quase nunca almoçávamos em casa, ela só precisaria cuidar da casa e, de vez em quando, fazer alguma comida.

- Não, eu disse que não precisava. Ela acabou a limpeza tarde hoje.

Minha mãe apenas assentiu com a cabeça.

- Tenho uma ideia. - comecei - Que tal assim: você vai lá em cima agora, tomar um bom banho de espuma naquela sua banheira gigante que você nunca usa, enquanto eu ligo para aquela pizzaria que você ama e peço aquela pizza vegetariana de espinafre com ricota. Pode ser, dona Dora?

Ela deu um sorriso relaxado.

- Obrigada, Jay. Você é o melhor filho do mundo.

Então ela deu um beijo na minha testa e subiu as escadas.

Bebi um copo de água e depois subi também para pegar meu celular e ligar para a pizzaria. Bom, minha mãe estava sonhando se achava que eu realmente iria pedir uma pizza grande inteira de espinafre com ricota.

Considerando a profissão de minha mãe e que meu pai era dono de uma empresa jurídica que processava as grandes multinacionais e lanchonetes fast food por danos ambientais e morais, é fácil dizer que eu nunca fui uma criança das mais viciadas em doces e gorduras. Desde pequeno, posso dizer que eu tive uma alimentação bem mais decente que a da maioria das pessoas e uma boa rotina de exercícios físicos, afinal, já ouvi tanta coisa dos pacientes da minha mãe que eu realmente tenho medo de que alguma coisa possa acontecer se eu não me cuidar (eu sei meio paranoico, mas é a verdade). Mas isso não significa que eu vá gostar de pizza de espinafre com ricota. E muito menos que eu não seja o maior fã daquela de pepperoni e borda recheada de catupiry.

Quando peguei meu celular, que não olhava desde quando saí do banho depois da escola, vi que teria bastante coisa para fazer enquanto minha mãe tomava banho:

232 mensagens (What'sApp)

3 notificações do Instagram

6 Snapchats (fora os que eu teria que ver no MyStory)

13 novos Tweets em que me marcaram

21 novos e-mails

5 notificações do Facebook

35 novas mensagens (SMS)

Vantagem: pelo menos eu sabia que as mensagens normais eram do Sirius. Ele tirou C em uma prova de Biologia semana passada e a mãe dele se retou e guardou o IPhone 6s que ele tinha ganhado de Natal. Agora ele estava usando um Samsung da geração passada que não baixava What'sApp. Mas pelo menos mandava mensagem normal. Apesar de ele ser a única pessoa com menos de 30 anos que fazia isso atualmente.

Antes de abrir qualquer coisa procurei o contato da pizzaria e liguei logo para fazer o pedido. O cara achou a coisa mais estranha do mundo eu pedir uma pizza grande metade de espinafre com ricota e matade de pepperoni, mas a vida segue.

Desliguei e abri logo as mensagens do Sirius.

Padfoot

hey, James

tá aí, cara?

ah esquece, uma hora vc responde

enfim, preciso de ajuda

vc tem o número da McKinnon?

eu sei q provavelmente nao

mas já pensei no q fazer nesse caso

se nao tiver o dela

me dá o da Evans

o dela vc deve ter, já q eh tão obcecado pela ruiva

mas pensando bem, ela nao seria louca de te dar o numero

entao vc n deve ter

(desisti de usar o ˜ pq ta com problema)

mas enfim, vc n deve ter o da Evans

será q vc tem o da Vance?

ou de qualquer uma das suas amiguinhas

ah, Prongs responde logo, meu deus

o q vc ta fazendo afinal?

ah, me arranja logo o numero de alguém

espera, n de qualquer um

isso soou estranho

ah, vc entendeu

EU PRECISO DO NÚMERO DA MCKINNON

e n pergunte pq

eh uma longa história

q vc n merece saber pq ta me ignorando

desde tres da tarde

entao so me arranja o numero de alguem q tenha o numero dela

eu to sem contato nenhum nessa bosta aq

ah espera

será q o Remus n tem o numero de alguma delas?

pelo menos o da Vance ele tem, com certeza

vou pedir pra ele

ah sim, mais uma coisa

vc eh um inútil Potter

Eu só não tive um ataque de riso porque estava achando muito estranha aquela história toda do Sirius querer o número da Marlene. Que, por acaso, eu tinha. Fizemos uns trabalhos de Química juntos no começo do semestre passado. Sorteio. Só para provocar, fui no contato dela e cliquei em "compartilhar contato", mandando pro Sirius, porque eu sabia que ia aparecer uma interrogação na tela dele. Depois respondi as mensagens:

Prongs

foi mal

passei a tarde fazendo dever de casa, tem um monte pra amanha

vc tem 30 segundos para me explicar essa história

e HAHAHAHAHA seu cel "novo" eh mt bugado

a melhor coisa q a sra. Black fez foi ter dado todos os seus iPhones velhos para aquela sua prima chata

HAHAHAHA não consigo parar de rir da sua cara

Padfoot

n diga isso, James

nada nunca eh bom quando se trata de Bellatrix

cara

olha o que Moony acabou de me mandar

"Sirius, vc sabe que SMS paga né? Vc não devia mandar da mesma forma que usava o WhatsApp, não sei se vc sabe disso. Se sua conta vier mt cara no fim do mês, seus pais te matam. Agora tchau, vou estudar."

HAHAHAHA eu rio tanto com Moony

Prongs

sirius, ele tá certo

tipo, vc n precisa mandar td numa mensagem só, mas vc manda muitas

Padfoot

sério, cara?

até vc?

Prongs

Pads, cuidado

lembre q ainda não eh vc quem paga suas contas

e sua mãe realmente vai te matar se vc passar um dedo da linha

então, preste atenção

Ele não me respondeu. Fui olhar as outras mensagens e vi que quase metade era do grupo dos Marotos, onde Peter e Remus começaram a discutir sobre o motivo de Sirius querer o número de Marlene, mas tinham desistido e passado a falar sobre a nova versão de Call of Duty. Eu desisti de ler tudo e comentei que eles falavam demais. O resto era desimportante.

Quando terminei de ver tudo desci para ver se tinha alguma coisa para beber.

Achei uma garrafa de Coca Zero e coloquei no congelador.

Pronto. Eu com certeza conseguiria ler 20 páginas enquanto a pizza não chegava, mas antes que eu colocasse o pé no primeiro degrau da escada, minha mãe apareceu lá em cima.

- James, eu tava pensando, - ela falou, com uma cara bem melhor do que a que ela tinha chegado - ainda são quinze pras oito. Dá tempo de a gente começar um filme, terminar enquanto come, e ainda consigo dormir antes das onze.. Você ainda tem muita coisa da escola para fazer?

Na hora em que ela perguntou isso, me lembrei que tinha umas questões de Física para fazer, que valiam ponto..

- Mãe, desculpa. Tem uma tarefa pra amanhã que eu ainda não terminei. Mas não vai demorar muito. Olha, tem uns filmes novos no Netflix. Por que você não começa a ver um desses de romance, que eu não ia gostar muito de ver mesmo, e assim que a pizza chegar eu desço e vejo um pedaço com você?

Ela pareceu um pouco chateada, mas depois ficou tranquila.

- Por que eu não tive uma filha mesmo?! Aí ela iria fazer o dever de casa cedo e veria esses filmes água-com-açúcar comigo, ao invés de ficar matando zumbis a tarde toda e deixar tudo pra cima da hora.

- Ah, mãe, não fica assim, não! Você sabe que eu não fiquei jogando video game a tarde toda, eu estava fazendo coisas úteis. E mais, achei que você ia gostar de poder ver um filme chatinho sem eu ficar reclamando o tempo todo.

Ela revirou os olhos.

-Vá fazer seu dever de casa, James, e desça para comer.

O dever era a parte rápida.

Eu só estava torcendo para o entregador demorar um pouquinho, mas só o tempo de eu ler 20 páginas mesmo.


Flashback

"Sirius?"

Perguntei por segurança assim que o telefone foi atendido.

Regulus, o irmão mais novo dele, tinha mania de sair correndo pela casa o mais rápido possível para tentar atender ao telefone antes de todo mundo.

"É ele. Quem fala?"

Ótimo. Aquilo me pouparia tempo.

"Sou eu, idiota."

"Eu quem?"

Suspirei. Sirius podia ser bem burro quando queria.

"James, retardado."

"Ah. Como você queria que eu soubesse? Esquece, não interessa. E aí, como foi?"

"O encontro? Ótimo. Mais que ótimo na verdade. Pads, ela é melhor do que eu pensava."

"Isso é bom. Quer dizer que ela não é só uma nerdzinha chata?"

"Não! Você vai gostar de falar com ela, eu acho. Quer dizer, hoje foi meio chato, mas eu já tinha tudo planejado. E ela não me fez morrer de tédio, pelo menos."

"Isso é bom." ele comentou "Mas por que você está me contando isso mesmo?"

Nessa hora eu parei para pensar. Não é como se eu tivesse que falar nada para ele, mesmo. Eu nem sabia porque tinha ligado. Eu só quis falar com alguém, estava animado com a coisa toda. Com o fato de ter sido melhor do que eu esperava…. Por ela ter sido melhor.

"Não sei. Acho que ela me deixou animado."

"Prongs? Você por acaso está começando a se interessar de verdade pela ruiva?"

"O QUE? NÃO!"

"Anhan. Bem, vou indo. Regulus está me implorando para jogar Mario Kart com ele. Hasta la Vista."

Ele desligou antes que eu pudesse terminar de me defender.

Mas ele estava errado. Ele não podia estar certo.

ooooooooooooooooooooooooooo

Eu cheguei na escola segunda-feira com um sorriso um tanto quanto suspeito no rosto. Acho que foi por isso que antes mesmo de meu pé tocar o primeiro degrau da escada da frente do prédio eu fui arrastado para dentro por um Remus Lupin muito decidido, e antes que eu pudesse entender qualquer coisa me vi dentro de uma sala de aula vazia com ele.

É, eu sei. Essa frase não soou muito legal. Mas foi assim que aconteceu.

Ele se encostou numa carteira e cruzou os braços, me olhando com uma expressão muito séria.

Um alarme foi automaticamente acionado no meu cérebro. Isso não podia ser coisa boa.

- Prongs, - ele começou - você tem exatamente 15 minutos para me convencer a aceitar essa sua história toda com a Evans.

Eram 7:55. Em 15 minutos a aula já estaria começando. Eu tinha bem menos de 15 minutos para explicar o que fosse.

Olhei para ele com a minha maior cara de idiota, demonstrando como eu estava entendendo tudo:

- Ahn?

Ele suspirou antes de continuar:

- James, você sabe que eu nunca gostei dessa sua ideia de "namorar" a Lily. Normalmente eu simplesmente ignoro essas suas ideias e de Sirius, mas dessa vez eu não consigo, Prongs. Você está mexendo com uma pessoa que não tem nada a ver com sua vida, brincando com os sentimentos dela. E sinceramente, todos nós sabemos que alguém vai sair muito magoado dessa história. E não vai ser você.

Eu fiquei pasmo por alguns segundos, sem saber o que responder, com Remus me encarando muito sério do outro lado da sala.

- Moony, eu… Ahn. Você sabe que eu e Sirius pensamos diferente de você. Mas, mesmo assim, eu não sou igual a ele. E nós nunca faríamos nada que fizesse alguém se sentir como um brinquedo.

- Então me explique, James. Porque aparentemente, essa é só como qualquer outra brincadeirinha para você. E, se for, eu não vou colaborar com isso.

- Você vai fazer o quê? Contar tudo para a Evans?

- Eu nunca disse que ia fazer isso. Mas eu com certeza não vou te ajudar a esconder.

Eu desviei os olhos. Era difícil encará-lo porque eu sabia que ele estava certo. Por mais que eu tivesse falado tudo aquilo para Sirius e eu achasse que esses eram os motivos pelos quais eu havia convidado Lily para sair, eu realmente estava começando a achar que não era só isso.

- Remus eu… Essa não é só mais uma brincadeirinha. Quer dizer, sim, tudo começou como um jogo. E não vou dizer que não acho que vá ser bom para a popularidade e tudo mais namorá-la, mas… Eu não sei. Ela não é só mais uma. Pareceu algo diferente quando ela me beijou.

Remus não amoleceu a expressão.

- Bom, James. Então é melhor você pensar um pouquinho até descobrir que "algo" foi esse e compartilhar a descoberta com a Lily antes que eu decida contar.

Ele se desencostou da carteira e andou até a porta para abri-la, mas antes que chegasse lá, esta foi escancarada, batendo com força na parede. Uma Lily Evans fumegante entrou na sala a passadas firmes e largas, e logo tive a sensação quente de uma mão atingindo minha cara com força.

Dois olhos verdes raivosos me encararam enquanto ela dizia:

- Da próxima vez que quiser discutir qual mentira você vai me contar, tente não fazer isso na sala de línguas e antes da minha aula de Francês.

Seu tom irônico permaneceu no ar enquanto ela saia da mesma forma que havia entrado.

Dizem por aí que aquela foi a única vez em que ela filou uma aula de Francês na vida.


Eu obviamente não consegui terminar de ler meu livro. O entregador chegou bem na hora em que eu terminei a última questão de Física.

Claro, essas coisas sempre são assim. Se eu quisesse que a pizza chegasse rápido, teria demorado quase duas horas. Mas claro que ele veio rápido dessa vez, ainda mais porque, quando eu desci para pegar a pizza e sentei ao lado de minha mão no sofá vi que eu realmente queria muito que aquele cara tivesse demorado mais. Ela estava vendo um filmezinho de garota, como eu previ, chamado "Simplesmente Acontece". Não era dos mais bestinhas e clichês, mas eu realmente não tinha paciência para esse tipo de coisa.

Depois de terminar de assistir ao filme com a minha mãe e de passar uns 15 minutos tentando fazê-la parar de chorar, ela foi dormir e eu fui lavar os poucos pratos que havíamos usado. Quando terminei tudo, já eram quase onze da noite, mas eu não iria dormir antes de terminar aquele livro, então subi o mais rápido possível para o meu quarto e, finalmente, li aquelas últimas 20 páginas.

Uma única coisa a declarar: se o livro fosse ruim, o final faria tudo valer a pena.

Já ouvi muita gente reclamar que acabar um livro é, ao mesmo tempo, a pior e a melhor coisa que você pode fazer.

Agora que eu finalmente havia chegado ao final, era como se eu não tivesse mais o que fazer. Quer dizer… e agora? Qual o próximo passo? Durante essa semana, meu objetivo tinha sido terminar o livro, e agora eu não tinha outra coisa para fazer.

Eu poderia simplesmente achar uma forma de devolver o livro ao dono, mas, além de eu não saber como… eu sentia como se precisasse retribuir o favor, ou qualquer coisa assim. De certa forma, ao ler aquele livro, eu estava conhecendo um pouco da pessoa que o obtinha (e, de acordo com as frases destacadas com marcador de texto rosa, eu suspeitava que essa pessoa fosse uma garota- e das interessantes, inclusive). Então, era como se eu devesse fazê-la conhecer um pouco de mim também. E eu sabia exatamente como e com o quê faria isso.


N/A: é isso! E ai, gostaram? Sei que esse capítulo foi meio parado, mas foi achei que era importante mostrar um pouco do verdadeiro James pra vocês (um fof, né? ;D) e finalmente explicar o que houve quando eles tinham 15 anos. Então, esse aqui foi o último flashback, espero que vocês tenham entendido e gostado desse capítulo e da história toda até agora... Prometo que no próximo vai ser uma loucuraaa, mil coisas diferentes pra acontecer hahaha

Enfim, espero que tenham gostado e entendido que o James amadureceu e é uma boa pessoa haha, mas que Lily tem muita razão de não gostar dele...

E aí, o que acharam? Comentem e me digam!

Beijinhos, e até a próxima XD