Capítulo IX
Quando me diziam a frase "se está ruim, calma, que depois piora" sempre achei que era algo muito pessimista e que se já tava tão mau assim nem tinha como piorar.
Mas agora sei que isso pode ser verdade...
Depois do dia em que tentei falar com Draco, mas fui expulsa do quarto dele, não tentei me reaproximar novamente. Sabe, como já falei, eu o amo, mas primeiro me amo e se fosse atrás dele depois daquilo, seria uma agressão a mim.
E, beleza, sei que ele está transtornado com a perda do pai e tudo mais, só que ele não pode sair humilhando os outros assim, principalmente aqueles que querem somente ajudá-lo.
Além do mais, foi ele quem agiu mal, logo, ele que teria que pedir desculpas, não eu, até porque só tentei consolá-lo e acabei me dando mal.
Também não posso mentir que esperava, realmente, o dia em que ele vinha, todo arrependido, e me pediria perdão, eu, então, faria um pouco de drama, mas depois o perdoaria. E tudo seria igual a antes.
Só que esse dia nunca chegou.
E nem precisa dizer o quanto me sentia mal por isso. Os dias foram passando e eu o via sentado à mesa sonserina conversando com alguns rapazes e com algumas garotas (que se atiravam, literalmente, em seu colo) e ele nem dirigia um olharzinho sequer para a mesa em que eu estava.
Tentava lembrar de algo errado que fizera, mas não conseguia, até porque não tinha feito nada errado, muito pelo contrário, sempre tentei fazer o melhor por ele, mas agora isso não importava mais, ele era o Malfoy de antes: sempre rude e maldoso.
Em uma noite de novembro, quase um mês depois do meu "rompimento" com Draco, fui, quase me arrastando, para o Salão Principal. Encontrei Colin e Scott conversando aos cochichos, parando imediatamente assim que me viram.
"Oi, gente." – falei para os dois enquanto me sentava.
"Olá, Gineca. Como está?" – Colin perguntou.
"Bem e vocês?" – respondi, mas minha cara era de quem tinha sido atropelada por um milhão de trasgos.
"Ótimos." – Scott respondeu.
"Legal." – comentei e comecei a comer, quer dizer, tentar comer, porque não tinha mais tanta vontade de comer...
Fiquei em silêncio apenas brincando com a comida que estava no prato, enquanto Colin e Scott falavam, novamente, aos cochichos. Quando já estava cheia de brincar com a comida, disse:
"Bem, terminei... vou voltar para a Torre..."
"Espera, Ginny, você não pode... a Diretora McGonagall vai fazer um anúncio após o jantar." – Colin disse apressado.
"Ok." – respondi e voltei à minha tarefa de antes.
Quando todos terminaram de jantar, a Diretora, com a voz mais alta, disse:
"Bem, alunos, hoje quero anunciar uma novidade que acontecerá este ano em Hogwarts."
"Lá vem mais chatice..." – pensei e afundei mais na cadeira.
"Os professores e eu conversamos muito e percebemos que há muito tempo não temos um Baile na Escola, por isso, decidimos que neste ano, no dia de Natal, haverá um Baile e..." – ela continuou falando, mas eu me desliguei da conversa, fiquei pensando em todas as tarefas que tinha para fazer, enquanto estava escutando aquelas idiotices.
"Ginny? Vamos!" – Colin falou depois do que pareceu um bom tempo.
Apenas acenei positivamente quando percebi que o aviso da diretora já havia sido dado e caminhamos de volta para o Salão Comunal.
"E então, Gi, nós vamos vestidas como?" – Colin perguntou quando nos sentamos nas poltronas próximas à lareira.
"Quem? Eu? Ah, Colin, não vou, mesmo." – respondi me encolhendo na poltrona.
"Vai sim! Colin e eu levaremos você." – Scott rebateu.
"Não vou mesmo... primeiro, nem tenho par... segundo, não estou no clima e terceiro, não vou com vocês, assim vou segurar vela de novo. Valeu, mas dispenso..."
"Ah não, Ginevra Molly Weasley da Silva Sauro! Você vai siiiiimmm! E nós cantaremos juntas, as três!" – Colin falou impaciente.
"Quê? Cantar? Mas não era um baile?"
"Mulher, tu estava pensando no quê enquanto a Minny falava? É um Baile, mas os alunos é que vão ser responsáveis pelas músicas... e claro que nós três iremos colaborar, afinal somos os únicos com um bom gosto musical." – Colin disse orgulhoso.
"Colin..." – comecei.
"Ginny, eu sei, ok? Aquele imbecil te destruiu, mas você não pode ficar assim... anime-se... ele já está bastante animado... Ai!" – gritou quando Scott deu uma cotovelada nele.
"O quê? Como assim animado?" – falei, confusa.
"Nada, Gi..." – Scott respondeu apressado.
"Colin, me responda. Como animado?"
"É que hoje, quando Scott e eu estávamos indo para o Salão Principal, vimos Draco se agarrando com uma garota... e sabe, ai, pára, Scott!" – Colin falou enquanto massageava o braço em que o outro rapaz estava beliscando – "Tenho que falar para ela, assim a Ginny esquece logo esse idiota." – disse para o namorado e depois para mim – "Não é a primeira vez, Ginny. Todo dia ele aparece com uma garota nova e fica se agarrando com elas pelos corredores e pelas salas abandonadas..."
"Então..." – falei tentando conter as lágrimas que já saíam – "Ele não é gay?"
"Eu sempre te falei, Gineca... Draco Malfoy não é gay, muito pelo contrário, ele é um idiota completo, e um galinha..."
Levantei da poltrona e me dirigi para a saída da Sala Comunal, tinha que ir para bem longe, queria chorar e, se possível, me afogar nas lágrimas...
Fui para o jardim sem me importar com o fato de que já era noite e estava fazendo muito frio. Parei no meio do lugar, tentando colocar minhas idéias em ordem, mas estava muito difícil, uma vez que eu chorava sem conseguir me controlar.
Não sei por quanto tempo fiquei lá, apenas chorando e sentindo várias coisas ao mesmo tempo: raiva, arrependimento, tristeza e solidão. Senti uma mão segurando meu ombro e disse:
"Colin, me deixa sozinha... preciso pensar na minha vida..." – falei sem me virar.
Ninguém respondeu, a mão continuou lá.
"Eu gosto tanto dele e me sinto tão idiota..." – falei sentindo que as lágrimas eram mais intensas, então me virei.
E quase morro do coração quando vi quem estava segurando meu ombro.
Era simplesmente a pessoa que eu menos queria ver naquele momento: Draco Malfoy, em carne, osso e aquelas roupas pretas que o deixam tão lindo.
"Ah, você." – disse enquanto saía de perto dele.
"Sim... o que está acontecendo com você?" – perguntou como se estivesse preocupado.
Ok, preocupado comigo... faz-me rir, Draco Malfoy...
"Não te interessa..." – respondi bruscamente.
"Quem é esse que você gosta tanto? É o Potter?" – perguntou enquanto continuava me seguindo.
Parei de repente e olhei para ele. Como eu conseguia gostar de alguém tão idiota?
"Não é do Harry que eu gosto... infelizmente." – respondi olhando para aquele ser tão imbecil.
"E quem é então?" – perguntou.
"Você quer mesmo saber?" – desafiei enquanto me aproximava.
"Sim."
"De você." – falei simplesmente.
Ele ficou com a expressão assustada e eu continuei:
"Infelizmente..." – ri com armagura e completei – "Mas você já sabia disso, não é, Malfoy?"
"Eu? Claro que não... Ginny, eu..."
"Não me chama de Ginny..." – respirei fundo e continuei - "E claro que você sabia... eu falei para você naquele dia... no aniversário do Colin."
"Não levei aquilo a sério, você estava bêbada."
"Sim, estava, mas eu sei o que falei e não uso a bebida como desculpa para desfazer as coisas. Mas você, Draco Malfoy, é lento demais para perceber qualquer coisa que não for dita assim, na sua cara, com todas as letras." – andei até o lugar em que ele estava e disse – "Eu, Ginevra Weasley, infelizmente, amo você, Draco Malfoy."
"Ginny, eu..." – pausa – "Sinto o mesmo por você."
E qual foi a minha única reação?
Rir, é claro.
Ele estava tentando enganar quem?
"Do que você está rindo?"
"Você quer que eu acredite nisso?" – parei de rir e o olhei com toda a mágoa que guardei até aquele momento – "Você quer que eu acredite, depois de tudo o que fez? Depois de ter me expulsado naquele dia, não só do seu quarto, mas da sua vida, sem nenhuma explicação? E as garotas que você sai? Como você gosta de alguém e sai com outras?"
"Eu só saí com elas, porque pensei que você não queria nada comigo."
"Realmente você tem razão, Malfoy. Não quero nada com você. Não mais." – falei e andei rápido para longe dele.
"Mas, Ginny, espera, posso explicar tudo..." – ouvi a voz dele longe, mas não dei importância, segui para dentro do Castelo e minutos depois voltei para a Torre da Grifinória, onde encontrei Colin e Scott conversando.
"Eu vou para o Baile e vou cantar com vocês." – falei tão rápido que os dois se assustaram.
"O quê? Como mudou de idéia?" – Colin foi o primeiro a se recuperar.
"Percebi que não vale a pena estar sofrendo... só isso. Boa noite." – e saí para o meu dormitório.
Sei que estava parecendo uma doida, mas talvez, naquele momento, estivesse um pouquinho.
Só queria esquecê-lo de uma vez e quanto mais me envolvesse com outras tarefas, mais fácil seria esquecer, certo?
Pelo menos pensei isso naquele momento e esperava que desse certo.
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Será que ele é?
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Os dias que passaram foram melhores, ou pelo menos tentava me convencer disso. Sempre que Draco passava pelo meu pensamento, eu o afastava, e fazia isso também quando o via pelos corredores, assim que percebia a aproximação dele.
Já estávamos no meio de dezembro e ainda não tínhamos decidido qual música apresentar no Baile. Pensei em desistir disso, ia ser mico total, mas Colin sempre me convencia do contrário.
"Amiga, vai ser legal. E você tem uma voz linda, além disso, já inscrevi nós três na categoria de grupo e você na categoria individual."
"Quê? Colin, vou cantar sozinha?"
"Ah, Ginny, vai ser legal..."
"E que música vamos cantar?" – perguntei, derrotada.
"Não sei... você gosta de músicas latinas, Gi?"
"Como assim?"
"Sabe, aquelas músicas calientes... tipo, Ricky Martin, Chayanne, Enrique Iglesias..."
"Ah... gosto... aliás, gosto desses cantores... por quê?"
"Sério? Que bom!" – sorriu vitorioso e depois disse – "Mas ainda não pensei em nada para o grupo, mas para a individual..."
"A individual já tenho..."
"E qual vai ser?"
"I'm outta love, da Anastacia..."
Eu tinha pesquisado muito e enfim escolhi essa música porque era um recado para o Sr.Malfoy.
"Muito bem. Adorei, mas e a nossa música? Qual vai ser?"
Ficamos pensando em algo até chegar a hora do jantar, e eu tinha esperança de que essa hora não chegasse. Naquela noite teria ronda com o Malfoy e não estava nem um pouco interessada em ficar sozinha com ele durante duas horas.
Depois do jantar, me despedi dos garotos e fui para as masmorras, o lugar em que faríamos a ronda. Quando cheguei no local, ele já tinha chegado, estava sentado e sua cabeça estava apoiada na parede, como se estivesse cochilando.
Ao ouvir os meus passos, ele se assustou e foi logo dizendo:
"Boa noite, Ginny."
Apenas acenei positivamente com a cabeça e esperei as instruções.
"Quero conversar com você."
"Só quero saber se tiver relação com a monitoria."
"Não, tem a ver com nós dois."
"Nós dois?" – ri sarcasticamente – "Não existe 'nós dois'..."
"Ginny." – falou enquanto se aproximava – "Eu sei que fui um idiota, mas assim que soube da morte do meu pai quis sumir... não conseguia parar de me culpar, enquanto ele estava morrendo eu estava me divertindo com você em Hogsmeade."
"Certo, e eu tinha culpa?"
"Não, Ginny..."
"Você estar comigo em Hogsmeade ou lá, com ele, ia resolver algo? Ia evitar a morte dele?"
"Na verdade não... mamãe disse que ele morreu do coração, enquanto dormia..."
"É, então não vejo razão para se culpar..." – falei e aquilo pareceu um conselho aos meus ouvidos, por isso completei – "E muito menos me culpar."
"Eu sei... me desculpa..." – pediu com aquela cara de cachorro sem dono que me enganou tantas vezes.
"Desculpo, viva a sua vida em paz, Malfoy, e seja feliz."
"Então está tudo bem entre nós?" – falou sorrindo e só Merlim sabe o quanto me segurei para não retribuir o sorriso.
"Claro que não! Eu perdôo, mas prefiro que continuemos assim: você na sua e eu na minha, ok? Agora, Malfoy, boa noite..." – falei saindo.
"Ginny." – sussurrou no meu ouvido enquanto segurava a minha mão, impedindo que eu saísse – "Por favor..." – e a boca, antes próxima ao meu ouvido, foi descendo até ficar bem próxima à minha boca.
Eu sentia tanta vontade de esquecer tudo e beijá-lo, mas não poderia... não depois de tudo o que ele fez.
Antes que conseguisse raciocinar direito, ele juntou os lábios aos meus e senti que o mundo poderia acabar naquele momento que eu nem sentiria...
Tinha sentido tanto a falta daquele toque, tão quente e suave, e era tão bom, mas também era errado, muito errado, ele não merecia...
"Sai." – falei quando consegui juntar energia suficiente para empurrá-lo.
"Ginny..." – aproximou-se novamente – "Eu sei que você quer..."
"Não... isso agora é passado." – e saí, deixando-o no meio do corredor.
Durante todo o caminho de volta à Torre da Grifinória tentei me convencer disso: Malfoy era passado e meu coração só estava batendo tão forte porque eu tinha andado rápido... só isso...
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Será que ele é?
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O Natal chegou e quando acordei tive vontade de pegar a firebolt do Harry e fugir de Hogwarts, tipo, igual aos gêmeos, não queria me apresentar naquele Baile idiota, nem queria ir ao Baile idiota...
Levantei da cama e fui até a pilha de presentes que me esperava. Abri o pacote da minha mãe: um suéter rosa claro e vários doces. Depois abri o presente de Hermione, que era um livro trouxa chamado "Todo Garoto Tem", que pela capa devia ser interessante, melhor do que os livros que ela tinha me dado nos Natais anteriores. Rony me deu um par de meias de cor roxo berrante (sim, valeu, irmãozinho, vou usar, com certeza... fala sério). No pacote de Colin tinha um livro chamado "Todo Homem é Idiota", e no pacote de Scott tinha uma caixa de chocolate de morango. O presente de Harry também foi chocolate, só que de menta. As pessoas tinham o objetivo de me deixar cheia de cáries e de me engordar, certo?
E então cheguei na última caixa. Ela era grande e fina, e também não era muito pesada. Quando abri vi um buquê de rosas vermelhas, lindas. Dentro havia um cartão que dizia:
"Verde é a cor da primavera
Faz tudo renascer
Como a vida, o dia em que eu te encontrei
Azul é cor que tem o céu
E vai meu coração
Voando quando estou com você
Dourado é o brilho da manhã
Desperta e faz pensar
Como vou viver se você não vem?
Vermelho é a cor do nosso beijo
Como um fogo em meu peito
Como as rosas que te dou
Vermelho é a cor do amor"
Olhei por todos os lados do cartão, mas não havia nenhuma assinatura. De repente me vi tendo uma pequena fantasia onde Draco tinha me enviado as flores... e ele tinha escrito aquilo só para mim...
Depois quase me joguei da escada do dormitório quando pensei nisso, não era certo estar pensando nele assim, ele não merecia.
Quando mostrei à Colin o cartão e as flores ele quase teve um ataque de felicidade, e eu não entendi o porquê.
"O quê? Que foi, Colin? Você sabe quem mandou?"
"Claro que não, Gineca... só estou feliz por você..." – disfarçou.
A noite chegou e, com ela, o tal Baile. Colin e Scott foram se vestir enquanto eu fiquei no meu quarto, tentando me vestir. O meu vestido tinha sido comprado por Colin naquela vez em que fomos ao shopping, e quando lembrei disso, automaticamente recordei do dia em que Draco foi conosco ao cinema... tudo estava indo bem, por que ele tinha feito aquelas coisas? Por que tinha me machucado tanto?
Sem perceber estava chorando novamente, e me odiava por isso... ele ainda mexia comigo, por mais que tentasse me convencer do contrário.
"Ginny." – Colin falou enquanto entrava no quarto – "Você ainda está assim?"
Ele já estava arrumado com as vestes pretas.
"Você está lindo, migo."
"Obrigada, fofa. Vamos, vou te ajudar..."
Lentamente me levantei da cama e começamos o ritual de arrumação.
Coloquei o vestido, que era muito lindo. Era um modelo de cetim, vinho, justo dos seios até a cintura e que depois ia ficando solto para baixo, até a altura do joelho, as alças eram cruzadas nas costas, deixando-as descobertas. Calcei sandálias da mesma cor e Colin fez toda a minha maquiagem, depois prendeu meus cabelos num coque que deixava apenas uns cachos soltos.
"Tá linda, bee!" – Colin disse me olhando no espelho.
"Obrigada, migo. Vamos? Cadê o Scott?" – falei enquanto saíamos do quarto.
"Lá embaixo." – respondeu quando chegamos no alto da escada.
Assim como Colin, Scott estava com vestes pretas e também estava lindo. Os dois formavam um belo casal.
"Está linda, querida." – Scott falou me dando um beijo na bochecha – "Vamos?" – ofereceu o braço e eu aceitei.
Então saímos os três (eu no meio, segurando o braço dos dois) e partimos para o Salão Principal.
Quando as portas de carvalho se abriram para nós passarmos fiquei um pouco mais empolgada. Tudo estava maravilhoso, a decoração era branca e vermelha, e o lugar já estava cheio de estudantes que dançavam ao som de...
Meu Deus...
Era o Neville e, até que, ele não canta mal, sabe? Não sei qual era a música, mas era meio agitada...
Depois de Nevile, a professora Minerva subiu ao palco e disse:
"Obrigada, Sr.Longbottom. Agora vamos à próxima apresentação. Srta. Weasley?"
Meu coração batia forte, mas disfarcei. Subi ao palco e a música começou a tocar no exato instante em que a porta do Salão abria e por ela entrava Draco Malfoy.
Ele se aproximou do palco e ficou ao lado de Colin e Scott, vi um sorrisinho metido no rosto dele e tive mais vontade de cantar a música.
Olhei para ele e comecei:
"Now baby come on,
Don't claim that love you never let me feel
I should have known 'Cause you've brought nothing real
Come on be a man about it
You won't die
I ain't got no more tears to cry
And I can't take this no more
You know I gotta let it go
And you know
I'm outta love
Set me free
And let me out this misery
Just show me the way to get my life again
'Cause you can't handle me
(I said) I'm outta love
Can't you see
Baby that you gotta set me free
I'm outta love"
Ele ria descaradamente e isso, mais os gritos de incentivo das pessoas, me fizeram continuar, com mais vontade:
"Said how many times
Have I tried to turn this love around?
But every time
You just let me down
Come on be a man about it
You'll survive
True that you can work it out all right
Tell me, yesterday
Did you know?
I'd be the one to let you go?
And you know
I'm outta love
Set me free
And let me out this misery
Just show me the way to get my life again
'Cause you can't handle me
(I said) I'm outta love
Can't you see
Baby that you gotta set me free
I'm outta love
Let me get over you
The way you've gotten over me too, yeah
Seems like my time has come
And now I'm moving on
I'll be stronger
I'm outta love
Set me free (Set me free)
And let me out this misery
(Yeah, yeah)
Show me the way to get my life again
(Show me the way, my life again)
You can't handle me (No no, no no)
(I said) I'm outta love (I'm outta love)
Set me free (Set me free)
And let me out this misery
(Yeah, yeah, yeah, yeah)
Show me the way to get my life again
You can't handle me
(I said) I'm outta love
Can't you see (Can't you see)
Baby that you gotta set me free
I'm outta love
Yeah yeah yeah yeah
I'm outta love
Set me free
And let me out this misery
Just show me the way to get my life again
'Cause you can't handle me
(I said) I'm outta love
Can't you see
Baby that you gotta set me free
I'm outta love"
Quando terminei fui aplaudida pelas pessoas e Draco ainda sorria abertamente. Depois disso a Professora McGonagall foi até o microfone e disse:
"Agora, a Srta. Weasley e os Srs. Creevey e Jameson irão cantar."
Colin e Scott subiram ao palco e os primeiros acordes de "It's Rainning Men" começaram a ser ouvidos.
Eu era a primeira a cantar, então comecei:
"Humidity is rising
Barometer's getting low
According to all sources, the street's the place to go.
Cause tonight for the first time
Just about halfpast ten
For the first time in history
It's gonna start raining men"
E os três juntos:
"It's Raining Men! Hallelujah!
It's Raining Men! Amen!
It's Raining Men! Hallelujah!
It's Raining Men! Amen!"
E o Colin:
"Humidity is rising
Barometer's getting low
According to all sources,
the street's the place to go.
Cause tonight for the first time
Just about halfpast ten
For the first time in history
It's gonna start raining men
It's Raining Men! Hallelujah!
It's Raining Men! Amen!
I'm gonna go out
I'm gonna let myself get
Absolutely soaking wet!"
Os três juntos novamente:
"It's Raining Men! Hallelujah!
It's Raining Men! Every Specimen!
Tall, blonde, dark and lean
Rough and tough and strong and mean"
E eu sozinha:
"God bless Mother Nature,
she's a single woman too
She took off to heaven
and she did what she had to do
She taught every angel
to rearrange the sky
So that each and every woman
could find her perfect guy
It's Raining Men!"
Scott sozinho:
"I feel stormy weather Moving in
about to begin
Hear the thunder Don't you lose your head
Rip off the roof and stay in bed"
E os três juntos:
"It's Raining Men! Hallelujah!
It's Raining Men! Amen!
It's Raining Men! Hallelujah!
It's Raining Men! Amen!
It's Raining Men! Hallelujah!
It's Raining Men! Amen!
It's Raining Men! Hallelujah!
It's Raining Men! Amen!
It's raining men!"
Quando terminamos, o público aplaudiu efusivamente e saímos do palco. Nunca pensei que poderia me divertir tanto. No começo achamos que não ia ser legal cantar essa música, por ser um pouco sugestiva, mas as pessoas adoraram, talvez pelo jeito que nós nos revezamos, e também pelos passinhos que Colin tinha inventado.
A Professora subiu ao palco novamente e anunciou:
"Agora, o Sr.Malfoy, por favor."
Tipo, quase caí da cadeira quando ouvi isso.
Draco ia cantar?
Meu Merlim...
A música era lenta e tinha um ritmo latino... eu conhecia aquela música, aliás, adorava aquela música... era "Dejaria Todo", do Chayanne...
Senti meu coração bater forte.
O Draco cantando... certo... e em espanhol??
Levantei da cadeira e me aproximei um pouco do palco... Ele mantinha os olhos fechados, como se estivesse concentrado, então começou:
"He intentado casi todo para convencerte
Mientras el mundo se derrumba todo aquí a mis pies
Mientras aprendo de esta soledad que desconozco
Me vuelvo a preguntar quizás si sobreviviré
Porque sin tí me queda la conciencia helada y vacía
Porque sin tí me he dado cuenta amor que no renaceré
Porque he ido más allá del limite de la desolación
Mi cuerpo, mi mente y mi
alma ya no tienen conexión
Y te juro que..."
Então ele abriu os olhos e olhou para mim fixamente, sem desviar, nem por um segundo:
"Lo dejaria todo porque te quedaras
Mi credo mi pasado mi religión
Después de todo estás
rompiendo nuestros lazos
Y dejas en pedazos este
Corazón
Mi piel también la dejaría, mi
nombre, mi fuerza
Hasta mí propia vida
Y qué más dá perder
Si te llevas del todo mi fe
Qué no dejaría"
Lentamente ele saiu do palco e veio andando em minha direção, ainda sem desviar o olhar, e as pessoas foram abrindo espaço, até que nós dois ficamos sozinhos, rodeados pelos alunos que assistiam à cena, sem entender nada.
"Duelen más tus cosas buenas
cuando estás ausente
Yo sé que es demasiado tarde
para remediar
No me queda bien valerme de
diez mil excusas
Cuando definitivamente sé que
ahora te vas
Aunque te vuelva a repetir que
estoy muríendo día a día
Aunque también estés
muríendo tú no me perdonarás
Aunque sin ti haya llegado al
limite de la desolación
Y mi cuerpo, mi mente y mi
alma ya no tienen conexión
Sigo muriéndome"
Ele se aproximou mais ainda, ficando a poucos centímetros de mim, e continuou:
"Lo dejaria todo porque te quedaras
Mi credo mi pasado mi religión
Después de todo estás
rompiendo nuestros lazos
Y dejas en pedazos este
Corazón
Mi piel también la dejaría, mi
nombre, mi fuerza
Hasta mí propia vida
Y qué más dá perder
Si te llevas del todo mi fe
Qué no dejaría"
A música terminou e o Salão ficou em silêncio, esperando o próximo passo. Eu sentia meu coração bater forte, pois até onde meu cérebro tinha funcionado, aquela música era para mim, certo? Nem deu tempo de pensar, pois foi ouvida a voz da Diretora.
"Muito bem e agora vamos..."
Nem esperei que ela terminasse, saí de perto dele, e saí do Salão. Precisava de ar, precisava estar longe dele, só assim conseguiria pensar.
Parei num corredor e tentei colocar a cabeça em ordem...
Meu coração gritava: "vai lá e agarra ele!" e meu cérebro dizia: "não seja burra, ele já te enganou uma vez..."
Estava tão concentrada que nem ouvi passos atrás de mim, só notei a presença de alguém quando este alguém tocou o meu ombro nu, e nem precisou olhar para ver quem era, reconhecia aquele toque que me fazia tremer.
"Ahm... oi..." – falei enquanto me afastava.
Distância era muito bom nesses casos...
Ele sorriu e disse:
"Oi, o que foi, canto tão mal assim?"
"Não, Malfoy... quer dizer, você canta legal..." – ele se aproximava perigosamente e eu me afastava – "Ahm... então, nem sabia que você cantava, e em espanhol..."
"Pois é, por você canto até em japonês..." – disse ao meu ouvido e dessa vez não pude me afastar, pois já estava grudada na parede.
"Malfoy..." – falei tentando me manter consciente, o que era quase impossível quando ele estava tão próximo – "Sai da frente, por favor..." – supliquei.
"Não, Ginny..." – disse com os lábios bem próximos aos meus – "Eu quero você e sei que você me quer..."
"N-não..." – gaguejei – "Você está enganado..."
Ele apenas sorriu e me beijou. No mesmo instante senti o chão desaparecer debaixo dos meus pés, por isso, coloquei os braços em volta do pescoço dele e segurei com força. O beijo foi lento e suave ao mesmo tempo em que transmitia tudo o que estávamos sentindo naquele momento: paixão, saudade, desejo.
Draco começou a distribuir pequenos beijos pelo meu pescoço e um pouco de sanidade voltou em mim, então disse:
"Não, pára... por favor..."
No mesmo instante ele parou e eu me senti tão mal por isso. Afinal, por que mesmo estava com raiva dele? Sabe, nunca fui uma pessoa rancorosa, então, por que estava sendo agora? Eu o amava tanto, e agora que tinha o conhecimento de que ele sentia o mesmo, tinha que viver o momento, sem mágoas, sem ressentimentos. O passado ficara para trás.
"Você entendeu errado." – falei olhando para ele – "Eu disse: não pára, por favor..." – ele sorriu malicioso e nos beijamos novamente.
Dessa vez o beijo foi mais quente, mais forte, Draco acariciava toda a extensão das minhas costas, deixando os locais por onde passava, em brasa. As mãos habilidosas dele, desceram até as minhas coxas, me puxando para cima, até que enlacei a cintura dele com as minhas pernas.
Naquela hora o mundo poderia cair na minha cabeça, que eu nem sentiria.
Mas deixe-me dizer que um grito fez o meu mundo cair, e acabou com toda a situação.
"Scott, já achei!" – Colin gritou e no mesmo momento o beijo foi quebrado.
Lentamente coloquei os pés no chão novamente, mas Draco não me soltou um minuto sequer, continuávamos abraçados, com os olhos fechados e as testas encostadas, respirando ofegantes.
"Meninos, desculpem atrapalhar e tal" – Colin falou e percebi que ele estava sorrindo – "Mas Ginny, acho melhor você e o Draco irem para outro lugar... o Rony está te procurando."
"O que aquele mongol quer comigo?" – numa hora dessas, meu Merlim?
"Ele não gostou nada nada de ver você e o Draco no Baile..."
"Colin, diz para ele ir me procurar na casa do..."
"Calma, Ginny." – Draco disse – "Creevey, nós vamos para o jardim... você pode despistar o Weasley?"
"Claro..." – Colin disse sorrindo – "E, garotos, usem proteção!"
"Coliiiinnnnnnn!" – gritei, sentindo meu rosto ficar vermelho.
Ele saiu gargalhando e Draco me puxou para o jardim. Andamos lentamente até lá, de mãos dadas, eu ainda estava nervosa pelo que tinha quase acontecido, mas Draco parecia perfeitamente normal.
Sentamos em um banco afastado e Draco começou:
"Quero explicar tudo..."
"Draco, deixa para lá... o que passou, passou..." – naquele momento sentia que as explicações não importavam mais.
"Não, Ginny. Eu preciso... fui tão idiota... sinto que perdemos tanto tempo..." – ele falou enquanto acariciava minha mão.
Encostei a cabeça no ombro dele e disse:
"Mas nós temos todo o tempo do mundo... o passado já está lá atrás, agora temos que viver o presente."
"E o futuro..." – completou – "Não pense que vai se livrar de mim facilmente."
Sorri e ele continuou:
"Quando meu pai morreu, sei que agi mal, mas além de me culpar, pensei que você não queria nada comigo... sempre que seu irmão aparecia, você saía correndo para atendê-lo, pensei que estivesse fugindo de mim. E também aquele Potter, sempre perto de você... me dava tanta raiva, e você nem percebia o quanto eu estava louco de ciúme."
"Harry é só meu amigo."
"Eu sei... e quero que você saiba que aquelas garotas não significaram nada para mim... saía com elas, mas sempre imaginava que era você quem beijava..." – pausa – "Aqueles dias sem você, sem sua companhia, foram horríveis... a verdade é que não sei mais viver se você não estiver presente na minha vida, Ginny."
Eu apenas sorri para ele e ele continuou:
"Eu te amo, Ginny. Você aceita ser minha namorada?"
Senti meu coração batucar dentro do peito e, sorrindo, respondi:
"Aceito..." – ele me abraçou e eu sussurrei no seu ouvido – "Eu te amo, Draco."
Depois disso nos beijamos novamente e depois e depois e depois! Resumindo, passamos a noite nos beijando e conversando, até que amanheceu e tive que voltar para a Torre da Grifinória.
E devo acrescentar que voltei saltitando, estava tão feliz, nada poderia acabar com minha felicidade.
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Será que ele é?
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Nota da Beta-Reader: Amiguetes!! Que capítulo lindo!! O Draco é tudo, eu sempre digo isso, e sempre repetirei!! Hehehehehehehehe!! Bom, mas será que nada poderia, mesmo acabar com a felicidade dela?? Será que essa tonha esqueceu de Rony, o ruivo gostosão?? O.O
Ok, deixa eu parar de especular!! Hahahahahahahaha!!
GENTEM!! Cadê as reviews, pretty people?? Vocês estão muito preguiçosos!! Ai ai ai!! Tia ChunLi vai ficar brava!! ;P
Amo vocês!! Continuem lendo e MANDEM REVIEWS!!
Bjs!!
ChunLi Weasley Malfoy
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Nota da Autora: Own, que capítulo fluffy! E por que foi fluffy? Por que esse é o antepenúltimo capítulo! O quê? Escuto gritos de "viva"? Que esso, gente!!
HiHiHiHihI
Será que vocês gostaram? Estou tão nervosa! Fiquei em dúvida nesse capítulo, porque tem um montão de fic que tem Bailes e um montão de fics onde o Draco canta (inclusive, muitas fics de minha autoria) e tive medo de cair na mesmice, mas resolvi arriscar e inovei (pelo menos acho) quando coloquei Draquitcho flofucho cantando em espanhol? Ai meu Deus que pecado... que esssooooo!
Sim, as músicas... A primeira é da Anastacia e o nome é "I'm outta love"... a segunda é "it's raining men" e eu não sei quem canta originalmente, mas tem várias versões... e a terceira é do Chayanne, "Dejaria Todo", é tão linda essa música, tem até regravação em português...acho que quem canta em português é o Leonardo...
Bem, as traduções estão disponíveis no fim desta nota de autora.
O verso que foi enviado com as flores, na verdade, é uma música do grupo Rouge (estou numa fase tão rouge, aff) e o nome da música é "Vermelho, a cor do amor"... acho tão linda essa música... próximo capítulo vocês vão descobrir quem mandou (aliás, alguma dúvida de quem mandou?hehehehehe)
Agora, vamos aos...
Agradecimentos (lembrando que os agradecimentos são feitos na ordem em que recebo as reviews):
Princesa Chi: Chi, queriiiiiiidaaaa, obrigada! Valeu pela força e pelo carinho, viu? Apesar de a gente não se falar mais por msn nem nada (até pq eu vivia trocando de msn e perdi o seu), considero você uma pessoa muito especial, foi uma das primeiras pessoas que conheci nesse mundo de e sempre foi muito legal e prestativa comigo! Espero, sinceramente, que você continue gostando dessas besteiras que eu escrevo... é sempre muito bom receber suas reviews e também ler suas estórias. Sou sua fã, viu? Beijão bem grande!
Pequena Malfoy: Ah, obrigada pela review, mocinha! A Gina às vezes é bem lenta... nessa fic quase sempre... hahahahahaha Obrigada pelo incentivo e por comentar nesta fic, viu? Sinto-me lisonjeada! Espero que continue gostando da fic. Beijos!
Thaty: Obrigada pela review! Concordo, no capítulo passado o Draco foi uma anta completa...hehehe, mas até que nesse capítulo ele melhorou, né? Espero que goste. Beijos!
Jaque Weasley: Obrigada pela review, Jaque!! Nossa, um amigo hacker? Será que ele pode pegar, tipo, 1 milhão da JK e desviar para a minha conta (que, por sinal, anda negativa)? Seria ótimo... hahahahahaha Sim, Japão, porque é longe, mas concordo...então prefiro ir para um lugar onde eu fique incomunicável... tipo, a selva amazônica! Oia aí, e nem preciso sair do país!! Hahahaha Obrigada pelo incentivo e pelos elogios, viu?? Beijão!
ChunLi Weasley Malfoy: Por que tronha? Aliás, o que ser uma "tronha"? Sim, sou bambe –suprema – mor – chefona do mal...você descobriu isso só agora? Tsc tsc... Eu não tô ameaçando, fia... é só que ando meio deprê, cê sabe né! Obrigada pelo apoio, bambexy, te adoro, viu? Beijos!
Lizzie.darcy: Obrigada pela review, moça! Sim, a pobe é lerda, mas até que agora ela acordou pra vida, né? Huahuahauahua Espero que tenha gostado do capítulo! Beijos!
Misty Weasley Malfoy: Obrigada pela review!! Sim, bem que eu sabia que quando dissesse que o Lulu (quer dizer, o Lucius) estava aqui em casa, mais especificamente em meu quarto vocês iam entender, porque ele enjoou da Narcisa e quis vir morar comigo... fazer o quê, né se estou podendo! Que esssssooooo... hahahahahaahahhaahhahahaha Aiiinnn obrigada por achar que meu modo de escrever tá melhorando, fico tão alegreeeeee e emocionadaaaa!! : Sim, eu também tenho vontade de ir para o Japão e dar umas sacudidas em Michael Moscovitz, pq eu odiei aquele livro 8 do Diário da Princesa, pq eu passei vários dias triste com o rompimento da Mia com ele... afff... mas eles têm que voltar no livro 10 (que é o último) senão a gente sacode a Meg Cabot!! Espero que continue gostando da estória (da minha, não da do Diário da Princesa...hehehe) Beijos!!
PPTusachan: Obrigada pela review e pelo elogio! Espero que continue apreciando a estória! Beijos.
Veronica D.M: Veronica, obrigadinha pela review! Moça, o problema é que penso que quando as pessoas comentam uma vez e não comentam mais é pq elas deixaram de gostar da minha estorinha... snif snif... Mas entendi o que você disse, as pessoas comentam quando podem, né? Não vou trancar a fic não... agora tá pertinho do final, no máximo faltam 3 capítulos, então nem tem como deixar off... hehehehe Espero que continue gostando. Beijos!
Uffs...cansei!
Obrigada pelas reviews, povoooooooooo lindooooo!!
Beijos e até a próxima atualização (acho que vai ser "É amor ou amizade", mas pode ser o epílogo de "Amor de Primavera", então fiquem atentos!)
Manu Black
OBS.: Essas traduções foram tiradas do site http : / letras (ponto) terra (ponto) com (ponto) br
TRADUÇÃO "I'm outta love"
Agora cai na real
Não venha clamar o amor que você nunca me deixou sentir
Você devia já saber
Porquê você não trouxe nada real
Vamos,sendo um homem nisso
Não vai te matar
Eu não tenho mais lágrimas para chorar
E eu não consigo aguentar mais
Você sabe que você tem que deixar pra lá
E você sabe
Eu tô fora do amor
Me liberte
E me deixe sair desta miséria
Só me mostre o jeito
para eu conseguir minha vida de novo
Porque você não pode lidar comigo
Disse quantas vezes
Eu tentei salvar esse amor
Mas todas as vezes
Você só me desapontou
Vamos,seja homem nisso
Você vai sobreviver
È verdade que você não sabe lidar com a situação
Diga-me,ontem
Você soube?
Que eu fui quem deixou você ir?
E você sabe
Eu tô fora do amor
Me liberte
E me deixe sair desta miséria
(E me deixe sair desta miséria)
Só me mostre o jeito
para eu conseguir minha vida de novo
Porque você não pode lidar comigo
(Eu disse)Eu tô fora do amor
Me liberte
E me deixe sair desta miséria
(E me deixe sair desta miséria)
Você não pode ver
Baby,você tem que me libertar
Eu tô fora
Me deixe superar você
Do jeito que você me superou
Parece que minha hora chegou
E agora eu tô seguindo em frente
E eu serei mais forte
Eu tô fora do amor
Me liberte
E me deixe sair desta miséria
(E me deixe sair desta miséria)
Só me mostre o jeito
para eu conseguir minha vida de novo
Porque você não pode lidar comigo
(Eu disse)Eu tô fora do amor
Me liberte
E me deixe sair desta miséria
(E me deixe sair desta miséria)
Você não pode ver
Baby,você tem que me libertar
Eu tô fora
Eu tô fora do amor
Me liberte
E me deixe sair desta miséria
(E me deixe sair desta miséria)
Só me mostre o jeito
para eu conseguir minha vida de novo
Porque você não pode lidar comigo
(Eu disse)Eu tô fora do amor
Me liberte
E me deixe sair desta miséria
(E me deixe sair desta miséria)
TRADUÇÃO DE "It's raining men"
A umidade está subindo
Barômetro está abaixando
De acordo com todas as fontes
A rua é o lugar para ir
Pois essa noite pela primeira vez
Por volta das dez e meia
Pela primeira vez na história
Vai começar a chover homens
Está chovendo homens
Aleluia
Está chovendo homens, Amém
Eu vou sair para correr e me deixar ficar
Absolutamente encharcada e molhada
Está chovendo homens
Aleluia
Está chovendo homens
De todas as espécies
Altos, loiros, morenos e baixos
Rudes e duros e fortes e médios
Deus abençõe a Mãe Natureza
Ela é uma mulher solteira também
Ela viajou para o céu
E fez o que tinha que fazer
Ensinou a cada anjo
Para rearranjar o céu
Para que então cada e toda mulher
Pudesse encontrar seu cara perfeito
Está chovendo homens
Aleluia
Está chovendo homens
Aleluia
Está chovendo homens, amém
...
Eu sinto o tempo tempestuoso
Mudando já pra começar
Escute o trovão
Não perca sua cabeça
Arranque o telhado e fique na cama
Deus abençõe a Mãe Natureza
Ela é uma mulher solteira também
Ela viajou para o céu
E fez o que tinha que fazer
Ensinou cada anjo
Ela rearranjou o céu
De modo que cada e toda mulher
Pudesse encontrar seu rapaz perfeito
A umidade está subindo
Barômetro está abaixando
De acordo com todas as fontes
A rua é o lugar para ir
Pois essa noite pela primeira vez
Por volta das dez e meia
Pela primeira vez na história
Vai começar a chover homens
Está chovendo homens
Aleluia
Está chovendo homens, Amém
Está chovendo homens
Aleluia
Está chovendo homens
Aleluia
Está chovendo homens, Amém
Está chovendo homens
Aleluia
Está chovendo homens
Aleluia
Está chovendo homens, Amém
Está chovendo homens
Aleluia
TRADUÇÃO "Dejaría Todo"
Eu tentei quase de tudo para lhe convencer
Enquanto o mundo se despenca todo aqui em meus pés
Enquanto aprendo com esta solidão que desconheço
Me volto a perguntar se talvez sobreviverei
Porque sem você minha conciência fica gelada e vazia
Porque sem você amor me dei conta que não renascerei
Porque fui muito além do limite da desolação
Meu corpo, minha mente e minha alma já não têm conexão
E eu lhe juro que
Eu deixaria tudo se você ficasse
Minhas crenças, meu passado, minha religião
Depois de tudo está rompendo nossos laços
E deixa em pedaços este coração
Minha pele também a deixaria, meu nome, minha força
Até minha propria vida
E o que mais tenho a perder
Se leva de toda minha fé
Que não deixaria
Doem mais suas coisas boas quando está ausente
Eu sei que é tarde demais para remediar
Não me cai bem usar de dez mil desculpas
Quando definitivamente sei que agora você vai
Mesmo que volte a repetir que estou morrendo dia a dia
Mesmo que você também esteja morrendo não me perdoarás
Mesmo que sem você a desolação chegou ao limite
E meu corpo, minha mente e minha alma...
