Konnichiwa! Aqui é Yulliah, e obrigada por ler até aqui! Espero que tenha gostado, e se não for do seu agrado, gomen nassai, e puxem minhas orelhas nas reviews. Mesmo escrevendo absurdos, eu procuro ser fiel às personalidades e fatos do mangá.

Ps: Bleach foi escrita pelo tio Kubo Tite, e ele não tem idéia do que está passando aqui, senão me mataria! ^^ Essa fic foi escrita com suor e carinho a oito mãos (arigatou Gaspar, Max e Dennys ^^) pra divertir os fãs que nem qui nóis, e não tem a intenção de ofender ninguém! *kidou de enforcamento no meu pescoço* Terminando isso aqui eu devolvo os uniformes e as zampakutous inteirinhos e sem arranhões!

***

Ela flutuava a um palmo de distancia do seu rosto, faces coradas. Palavra alguma dá nome ao que ela sente agora. Mas, externamente, sobressaiu-se a euforia, da pior forma possível.

- Taichou! O que deu em você? Por favor, não me machuque mais do que você já feriu, ai taichou! Eu o considero tanto, eu o quero tão bem, por favor taichou! Volte a ser o meu querido taichou, Aizen-sama, querido! O senhor não pode ter se tornado aquele monstro, não pode ser o senhor! Ai, taichou, querido taich!... - A frase pára no meio, uma violenta bofetada lhe corta o lábio. A súbita verborragia pode tê-lo irritado, mas, fora a bofetada, nada externava tal sentimento. Poderia ser puramente uma brincadeira, de um gato grande e bruto com sua bolinha de lã.

- Por favor, mantenha-se como a boa menina que eu conheci e permaneça calada, sim? - os olhos doces daquela noite, na véspera da sua "morte" se repetiam naquela frase. Como ele conseguia? Agora ele segurava sua zampakutou pela lâmina, o cabo para baixo. Hinamori foi erguida pelos braços.

- Tão doce, - bateu com o punho da espada em suas costas, lágrima de dor - tão servil, - outra, na curva das nádegas - tão pura, - nas coxas, até cansar, espancou a pele delicada, até tirar suor de dor e tensão do rosto sofrido - tão útil...

- Gomen, meu taichou, gomen nassai, eu vou me calar, vou ficar quietinha... - a voz trêmula, mínima, dolorida.

A zampakutou volta pro cinto. Aizen repousa Hinamori. Gin, desde o início da exibição, observa cinicamente. O pouco que lhe resta de olhos na expressão faiscam. Não se sabe o porquê. Aizen move as mãos com gentileza novamente, e Hinamori pousa delicadamente no terraço de um prédio semi-destruído.

- Vamos agora pra um lugar mais confortável, o que eu pretendo fazer agora não pode ser feito nas nuvens, infelizmente. Seria uma experiência, no mínimo, interresante.

Ela está de pé, por força do kidou. Toda a energia se esvaiu de seus tendões, nem se ela quisesse poderia mover sequer um músculo. A pele do rosto não dava conta de absorver mais lágrimas. Elas escorriam passivamente pela face, gotejavam do queixo, e empoçavam no vão modesto do encontro dos seios, no seu uniforme dessarumado. Aizen observava. Ela sempre teve vergonha de demonstrar tristeza ou dor na frente dele, queria dar-lhe sempre o melhor dos seus sentimentos. Ele sabia o quanto era humilhante pra ela ser observada chorando, e por isso ele fixava os olhos. Ela sentiu se desaramada, indefesa... nua.

- Oh, mas que tristeza é essa? Eu não estou aqui, de volta do seu lado? Por favor, tire essas lágrimas do olhar... Diga pra mim, não está feliz em me ver?

- Eu... eu não sei, taichou...

- Ora, ora, vou ajudar a secar essas lágrimas... elas são lindas, lindas como você, mas não combinam com esse rostinho, não é, "Lil'Peach"?

Ele a rodeia, se aproxima. Ela treme. Finalmente, parados, um de frente pro outro, um palmo de distância. Ele sente o peito dela vibrar, a pele morna, arrepiada, eletrificada. As pupilas dilatadas em choque. As mãos do taichou acariciam seu rosto, aquele calor, tão confortante quanto antes... Ele se afasta, e um breve movimento de mãos. Suas vestes explodem em trapos, expondo seu corpo, agora literalmente nu, da cintura para cima. As mãos, quentes, confortantes, agora sustentam seus seios, rosados e batizados de lágrimas. Pareciam ter sido feitos exatamente para Aizen, combinavam perfeitamente com o tamanho de suas mãos. Os apertou, sem violência, quase com amor. A pele, arrepiada, trêmula. Aizen abaixou-se lentamente, os cabelos roçando pelo rosto, pelo colo de uma já ofegante Hinamori. Ela preferiu fechar os olhos. Assim, imersa em escuridão voluntária, ela sentiu a boca do seu taichou sorver as lágrimas do seu colo. Seus pés flutuam novamente, ao sabor vontade dele. Mordisca a carne firme e morna, roça a pele do rosto contra o meio dos seios, aspira o perfume, mama-lhe os mamilos arrepiados. Ela morde os lábios, não deveria dar o braço a torcer, mas, entre as suas coxas, sentia escorrer morna a prova cabal de sua excitação. Sentiu-se impura, afinal, ele ainda era um traidor, e não convém ter prazer com um traidor. Mas, diabos, ele ainda era o seu taichou.

- Sabe, Momo-chan? Você realmente se parece com um pêssego... Doce... perfumada... aveludada... Eu já te disse isso alguma vez, hum? - Suas palavras vão se dispersando em um balbuciar sussurrado, mais para soprar em sua pele que pra fazer sentido - Pêssego doce, doce, doce...

Ele a deita no chão, se debruça sobre ela. A cabeça ainda meneando entre os seios, roçando-lhes os cabelos. Num meio morder, meio lamber, meio beijar, ele explora suas costelas, a cintura, o umbigo. Afrouxa as amarras da calça com os dentes, com as mãos postas numa doce firmeza na cintura morna e arrepiada. Suas costas arquearam-se conforme os lábios de Aizen se aproximavam do seu baixo ventre. O resto das roupas foram tirados de um único puxão. Ela soluça um resto de choro com o susto.

Aizen está ajoelhado entre as suas coxas. Esboça um sorriso pouco maior ao notar o néctar do seu pêssego escorrer. Põe suas coxas nos ombros, e lhe beija as virilhas. Ela geme, sem saber se de prazer, tristeza ou ambos. Lembrou-se exatamente da última vez que estivera naquela posição.