História U.A. inspirada nos personagens de Saint Seiya.
Disclaimer: Saint Seiya e todos os seus personagens pertencem a Masami Kurumada. Este texto não possui qualquer caráter comercial
Capítulo – Idéias
Durante todo o dia seguinte, Mú não coube em si de feliz. A inesperada festa na casa de Kamus fora realmente divertida. Mas, mais do que isso, ele finalmente tivera a oportunidade de falar com Shion. Por estranho que fosse, Shion não parecia ter muitas lembranças do Tibete. Ao que parecia, Shion deliberadamente apagara quase que todas as suas lembranças da travessia ou de sua vida antes da Índia. Aliás, pelo que Mú pudera notar da conversa que tivera com Shion, ele mal se lembrava da Índia.
A verdade era que a travessia de Shion do Tibete para a Índia fora marcada pela catástrofe. Como sempre, a travessia pelo Himalaia fora feita no inverno, na tentativa de evitar-se a vigilância da fronteira, que diminui no inverno, sendo que Shion e outras duas crianças tibetanas foram acompanhadas pelos guias. Os pais mandavam as crianças à Índia em busca de liberdade e do próprio Dalai Lama. Porém, os adultos, em geral, recusavam-se terminantemente a abandonar o Tibete, numa inexplicável devoção a uma terra mágica, embora pobre, fria e dominada.
Durante a travessia de Shion, tivera uma premonição e deixara sozinho o acampamento. Quando voltou, todos haviam morrido, vítimas da guarda de fronteira chinesa, cuja missão era impedir o êxodo de tibetanos para a Índia. A família de Shion fora avisada da tragédia e todos julgaram que Shion havia morrido. Porém, Shion praticamente congelado e faminto, finalmente chegara à Índia, sem falar uma palavra do idioma local. Foi levado, por milagre, a um orfanato onde, depois de quase um ano seus olhos arroxeados e seus cabelos amarelos chamaram a atenção de um casal de ingleses. Maravilhados com aquela criança tão estranha, que pouco ou nada falava, Shion foi adotado e trazido para a Inglaterra, onde fora criado. E depois de tantas perdas, Shion procurou, com todas as suas forças esquecer-se do que perdera. E, com o tempo, ele praticamente conseguira.
Para Mú, de natureza impetuosa, conter-se e não falar para Shion de suas suspeitas fora difícil, mas a convivência com Shaka estava, de alguma forma, transformando Mú em uma pessoa mais cautelosa. Ele decidira que Shion precisava de tempo. Tempo para recuperar suas lembranças perdidas. Ou melhor, para determinar se suas lembranças deviam ser resgatadas. Sim, Mú também estava se adaptado a Shaka1.
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5ª. feira era o dia de folga de Shion. Era o dia em que ele aproveitava para por a vida em dia. Mas, naquela 5ª. feira, especialmente, Shion aproveitara para pensar em tudo o que andava acontecendo em sua vida.
Shion saíra da casa de Kamus na noite anterior bastante feliz! Tudo parecia dar certo. Em primeiro lugar, Shion notara que algo se passara entre Milo e Kamus. Ele ainda brigavam e discutiam sem parar. Milo queria beber e Kamus não o deixava. Milo queria fumar no apartamento e Kamus era terminantemente contra2. Milo colocava o copo na mesa sem o apoio e Kamus reclamava. Milo bagunçava tudo e Kamus o xingava. Milo provocava Kamus sempre que podia e Kamus sempre caía. Mas, às vezes, Kamus deixava Milo sem palavras e aquilo valia por todas as provocações de Milo. Enfim, os dois pareciam um casal de velhos rabugentos que passavam o dia a implicar um com o outro.
Mas, se alguém pudesse deixar os fatos mais óbvios de lado e realmente observasse aqueles dois, provavelmente notaria que Milo estava sempre rindo e Kamus sorrindo de volta para ele. Sempre que Milo falava uma coisa engraçada (ou seja, quase que todo o tempo!), ele procurava pela aprovação de Kamus. Milo fazia os olhos de Kamus brilharem de felicidade. Milo sentia-se completo perto de Kamus. Era tão visível que eles se amavam! Certo que, de sua parte, Shion esganaria Milo na primeira oportunidade. Irritante, egocêntrico, infantil. Mas dono de um coração gigante e adorado por todos. Já Kamus irritava Shion por sempre analisar tudo e, invariavelmente, chegar a uma conclusão bizarra. Sim, Shion esganaria Kamus também! Mas, enfim, os dois eram absolutamente perfeitos um para o outro. E Shion se afeiçoara muito aos dois. E torcia muito para que eles finalmente se ajeitassem e fossem felizes.
Certo que havia uma parcela de egoísmo. Shion quisera Saga desde que o vira. Aliás, depois de seu relacionamento com Dohko, Saga era a primeira pessoa que ele realmente quisera. Saga era estranho, ambíguo, manipulador. Porém, também era magnético, lindo e misterioso. Uma estranha combinação! Shion agora tinha a plena certeza de que Saga não amara Milo. Aquilo tinha a ver com controle! E uma pessoa como Milo era absolutamente incontrolável, pensou Shion sorrindo. Saga precisaria, ele sim, ser controlado para parar com essa ridícula obsessão.
Sim, amanhã ele ligaria para Saga. Para Shion era extremamente difícil controlar sua natureza impulsiva, mas depois de anos de treino, ele conseguia. Ele ligaria para Saga no dia marcado. A partir daí, ele deixaria rolar. Se Saga o aceitasse, ótimo! Se Saga não o aceitasse, bom, problema de Saga, pois ele iria tentar. E poucas pessoas resistiram a ele, pensou Shion sem modéstia. Afinal, como ariano, Shion tinha uma ótima opinião sobre si mesmo!
Mas os pensamentos de Shion foram novamente arrastados para Mú. Mú. Onde ele ouvira aquele nome? Onde ele vira olhos exatamente iguais aos dele? Mú lhe inspirava um sentimento há muito esquecido. Lembranças que ele havia enterrado. Lembranças que queriam voltar. E Shion se lembrou de um breve trecho da conversa que tivera com Mú:
- O senhor se lembra algo de tibetano?
- Não. De nada!
- Estranho!
- Estranho, por quê?
- Porque eu perguntei isso em tibetano e o senhor me respondeu.
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Afrodite passara a manhã toda sonhando agradavelmente. Agora que ele não tinha mais a constante companhia de Kamus, já que ele estava mais do que feliz bancando a enfermeira de Milo, ele não tinha ninguém que o chamasse para a realidade. E ele podia sonhar o quanto quisesse. Ah, céus! E como ele queria!
Depois de tantos anos, finalmente Afrodite voltara àquele apartamento. Ele nunca se esquecera do endereço. Ele nunca se esquecera daquela noite. Mas, nessa noite seria diferente. Nessa noite ele estaria com Kanon. E só com Kanon. E, com o coração aos pulos ele subiu todos os lances da escada e tocou a campainha.
Kanon, igualmente nervoso, abriu a porta. Oras, por tantos anos ele esperara aquilo, que agora ele não sabia mais o que esperar... O que ele podia esperar? Será que Afrodite não queria Saga? Será que ele realmente o estava aceitando? Não! Ele tinha que parar com essa ridícula competição com Saga. Saga não tinha culpa daquilo. E se Afrodite resolvera ir visitá-lo era porque ele o queria. A ele!
E mal Afrodite entrou em casa e sentiu o clima pesado entre os dois, ele soube o que fazer... Puxou Kanon para um beijo. Isso resolveria qualquer clima pesado, certo? Ele já perdera tempo demais e não iria perder ainda mais com climas pesados, encanações ou complicações. Chega! Já Kanon foi pego de surpresa. Não só pelo beijo em si, mas pelas sensações. Os lábios macios, o cheiro de rosas, aquele cabelo de cor tão incomum caindo sobre suas mãos. Sim, Afrodite o queria. E como ele o queria. Seu corpo todo demonstrava como ele o queria. Ninguém nunca conseguira excitá-lo como aquele sueco. E não demorou muito para Kanon assumir o controle da situação. Ele empurrou Afrodite contra a parede e, sem parar de beijá-lo, enfiou uma de suas mãos sob a blusa de Afrodite, para sentir novamente aquela pele, aquele corpo. E, com um arrepio, sentiu as mãos de Afrodite em suas costas. Não demorou muito para que os dois fossem finalmente para o quarto. Eles precisavam urgentemente de uma cama.
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Numa combinação absolutamente inesperada, Shaka, Shina e Aldebaran resolveram passar a tarde discutindo sobre a fase II do Plano. Afinal, Flor estava muito mais sonhador do que o normal, com um sorriso tão bobo e feliz que dispensava explicações. Aliás, se normalmente já era difícil fazê-lo acompanhar uma conversa, o que dizer daquela manhã? Melhor deixá-lo sonhar! Afinal, quando ele quisesse mesmo contar o que acontecera, ninguém poderia deixar de escutá-lo. Flor era tão maluco por atenção que seria capaz de roubar o microfone do professor e contar o que lhe acontecera no meio da aula, em detalhes. Melhor deixá-lo em paz, por enquanto.
Mú, sempre tão avoado, estava ainda mais aéreo do que normalmente. O que estaria acontecendo? Seria algo no ar de Londres? Seria a água do bebedouro da faculdade? Mas extrair qualquer coisa de últil de Mú parecia tarefa impossível. Enquanto os três conversavam, Mú ficou ao lado deles em corpo, muito embora seu espírito estivesse vagando sabe-se lá por onde. Incrivelmente, Shaka não parecera se importar. Ele devia saber o que acontecia com Mú!
Kamus e Milo estavam na biblioteca terminando o trabalho do Prof. Dohko. E o que eles teriam a fazer naquela conversa? Eles eram, afinal, o objeto da conversa. Aioria e Marin também estavam na biblioteca, começando o trabalho do Prof. Dohko. Claro que a essas alturas ninguém tinha dúvidas de que na verdade a Marin deveria estar alimentando o enorme, imenso, bem desenvolvido ego de nosso leonino falando tudo o que ela achava dele. (lindo, gostoso, maravilhoso, charmoso3
Então, sobraram apenas os três. E, por inesperada que fosse a combinação, até que o resultado não estava sendo tão inaproveitável. Vamos acompanhar a conversa dos três:
- Shina, acho sua sugestão um pouco... agressiva demais.
- Shaka, amico, pensa! Amarrá-los pelados na cama, um de frente para o outro, parece ser a única soluzione4!
- Shina! Não dá! Pensa... como eles vão... Bom... TRANSAR, se eles estiverem amarrados? – Shaka, é claro, não entendia como a cabeça de Shina funcionava.
- Oras, Shaka! Facile! Você nunca amarrou o Mú? – NÃO! Ele NÃO iria discutir aquilo com Shina. Ele demorara muito para perdoar Shina por ter agarrado Mú! Mas Aldebaran o salvou.
- OPA! Ouçam minha idéia! Nós damos para eles uma bebida lá da minha terra. Caipirinha. Com bastante açúcar. Três copos devem fazer o serviço. Depois de três copos, você é capaz de querer transar com o poste!
- Mas...
- No, no, Aldebaran! Daí eles dormem, se esquecem do que rolou e a gente fica na mesma.
- Eu odeio dizer, mas a Shina tem razão – concordou Shaka. Ele não entendeu direito porque Shina o olhou de forma assassina...
- Então dá você uma idéia, Shaka, já que nada tá bom para você – Aldebaran estava mesmo emburrado? Seria aquilo possível?
- Ciúmes! Funcionou comigo, funcionou com o Aioria. Por que não iria funcionar com os dois? – Shina e Aldebaran olharam para Shaka com respeito. E não é que ele realmente sabia analisar as coisas?
- Mas ciúmes de quem, uomo?
- É, de quem? – perguntou-se Aldebaran.
- Pois é! De quem? – concordou Shaka pensativo. Saga estava absolutamente fora de questão! Foi quando uma voz sonhadora se fez ouvir:
- Ué, do Flor! O Milo morre de ciúmes do Flor! – e Mú voltou ao mundo no qual ele passara as últimas horas.
Os três o olharam surpresos. Seria possível que Mú, afinal, não fosse tão completamente avoado e amalucado5? Bom, Shaka iria recompensá-lo de algum modo! Quem sabe levando-o a um restaurante indiano? Afinal, em Londres há tantos restaurantes indianos como aqui há carrocinhas de cachorro quente6!
Mas, o mais importante... Dessa vez o plano iria dar certo7!
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Milo pensou no que descobrira o dia todo. Mesmo agora na biblioteca com Kamus, ele não conseguia deixar de pensar naquilo. Kamus gostava dele. Era óbvio! Mas por que ele fizera aquilo? Por que fingira que não reconhecera a sua voz? Por que ele ficara com Afrodite e Misty e sabe-se lá mais quem? Por que ele – de vez em quando – o tratava tão mal? É! Verdade que o Milo estava começando a analisar a situação... Mas ele não conseguia enxergar como ele era enervante em algumas ocasiões! Bom, mas ele, ao menos, estava começando a pensar! E isso era muito bom, certo?
Verdade que Kamus era complicado... Mas ele era tão perfeito daquele jeito8! E ele, Milo, precisava aprender a organizar seus próprios sentimentos9. Um dia ele o amava, no outro o odiava, no outro tinha ciúmes, no outro não queria saber! Era mais do que suficiente. Ele iria aprender. Ele iria se organizar. Kamus valia o esforço!
E Milo decidiu que finalmente iria resolver a situação. Oras, ele sempre partira para cima das mulheres que quisera. Mas, com homens ele era ... uma lesma, para dizer o mínimo! Saga o agarrara. Kamus o agarrara. Todo mundo o agarrava. Que maldição10! Ele nunca fizera nada por si! Ele ficava lá, parado, esperando, esperando, esperando. Bom, chegava de esperar! Agora ele iria agir. Pode me esperar a partir dessa noite, Kamus! E Milo deu um sorriso venenoso.
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Quando Kamus notou aquele sorriso, ele engoliu em seco. O que aquele escorpiãozinho estaria tramando dessa vez para sorrir daquele jeito? O que seria daquela vez? Às vezes, ou melhor, MUITAS vezes, Kamus sentia ímpetos de descer a mão em Milo11. Ele merecia apanhar! Tipo, quando ele vira aquele monte de enfermeiras dando em cima do Milo ele quase tivera uma crise de ciúmes12. Quando tivera a certeza de que ele estava com Saga, ele tivera ímpetos de matá-lo! Mas como bom aquariano, ele não podia fazer isso. Aquarianos não demonstram ciúmes. Nunca! E a verdade é que ele sabia que Milo estava apaixonado por si. Para que ter ciúmes? Certo? Certo!
Bom, mas esquecendo desse fato, Kamus sabia que Milo devia estar tramando alguma coisa. Ele adorava irritá-lo... Fosse fazendo bagunça, ou falando o que não devia. Fosse agindo por impulso ou atraindo a atenção de todos. Milo sempre o irritava. Mas sempre o fazia feliz. Bom, melhor encerrar por aquele dia. O trabalho não iria mais render, já que ele estava pensando aquelas coisas a respeito daquele ser de cabelos cacheados, imensos olhos azuis, pele bronzeada, rosto perfeito... Ah! Pára Kamus! Você tem que achar um jeito de ficar com ele! Mas desde que ele fique em segurança! Kamus precisava achar um modo de saber se Saga era ou não perigoso. E enquanto ele não tivesse essa certeza, ele não se permitiria ficar com Milo. Mas ele também não permitiria que Milo ficasse com ninguém enquanto isso. Não era uma questão de ciúmes. Claro que não! Era uma questão de ... Bom, pouco importava do que fosse! Isso estava decidido. Ninguém ficaria com ninguém até aquela situação se acertar!
E os dois foram para casa. Estranho, mas Milo não falara uma vez que iria para um hotel ou coisa parecida. E aquele sorriso continuou em seu rosto durante todo o trajeto. E enquanto subiam o elevador. E mesmo quando entraram em casa. Lá estava o sorriso! Mas ele se acentuou muito quando Milo falou, tentando passar inocência:
- Kamus? Você pode me ajudar a tomar banho?
- ... – ah, céus! Não! Eu não vou agüentar!
- Por favor, Kamus. É que agora que eu estou com o imobilizador móvel, tenho medo de me atrapalhar! – ah! Essa voz dengosa!
Bom, verdade que Milo retirara a tala fixa no dia anterior e que agora ele podia retirar o imobilizador para tomar banho. Mas ontem isso não fora impedimento, certo? Por que isso hoje? Mas Milo pareceu ouvir seus pensamentos.
- É que ontem eu quase caí no chuveiro! E eu não ia agüentar me quebrar mais do que já estou... – Ponto para o Milo! Ele me pegou! Eu não iria suportar vê-lo se machucar de novo!
- Claro, Milo! O que você quer que eu faça?
- Bom, fica meio por perto do lado de fora. Se eu te chamar, você me acode? – ah! Só isso! Provavelmente eu não vou vê – lo... no chuveiro ... sem roupas...
- Claro!
Quantos minutos foram? 3? 4? 5? Bom, mas Milo o chamou e Kamus entrou no banheiro em franco desespero, chamando por Milo. A fumaça era tanta que Kamus não o enxergou e entrou no chuveiro – de roupa mesmo – achando que iria encontrá-lo caído, quebrado, machucado, sem sentidos, morto. Afinal, quantos pensamentos podem surgir em 2 segundos? Mas quando Kamus finalmente o achou, Milo estava encostado na parede, parecendo que sentia muita dor. Mas tão logo Kamus entrou e tentou puxar Milo para fora, Milo o puxou para perto de si.. Mas a forma como Milo o olhava... Realmente Milo sabia conquistar. E aquele corpo contra o seu. E o rosto. O olhar. Os cabelos molhados. Sacré Bleu! O que ele podia fazer? Ele estava perdendo o controle. Ele iria ceder! Agora Milo tocava seu rosto e continuava a olhá-lo de um modo que o hipnotizava. Milo aproximava o rosto, pronto para beijá-lo. Era uma questão de segundos. Poucos segundos. E Kamus estava imóvel. Uma presa entregue diante do escorpião! Ele precisava fazer algo. E Kamus virou a torneira de água fria. Milo gritou de surpresa e Kamus fugiu. Recuperando-se do susto, Milo riu.
- Ah! Kamus! Quanto tempo você acha que consegue agüentar?
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Oi, pessoal! Desculpem o atraso! É que eu sofro de uma doença recorrente chamada "outubrite". Todos os anos, em outubro, minha vida parece entrar em colapso! E como eu ando em crise de idéias, resolvi usar as idéias das reviews (dando os créditos, logicamente!). Infelizmente não consegui usar todas nesse capítulo, mas vou continuar tentando nos próximos (entendam... é culpa da "outubrite"). Talvez de alguns comentários vocês nem se lembrem... Mas fica registrado que eu tentei homenagear a todas! Bom, espero que vocês gostem deste capítulo. Pelo menos o Kanon gostou! Certo? Certo!
Gostaria de agradecer imensamente a todas aquelas que deixaram reviews. Obrigada Princess Andrômeda, Tsuki-chan, Gigi, Haiku (desculpe, não tenho seu e. mail), Dionisiah, Dark Ookami, Pure Petit Cat, Botori, Mussha, Sirrah, Kali Cyr Charlot e Nuriko-riki. Também gostaria de agradecer à Áries sin, que comentou por e. mail. De forma especial, eu gostaria de agradecer à Pure Petit Cat e à Botori. Muito obrigada a todas vocês! São os comentários de vocês que me animam a escrever esta fic! Mesmo em outubro!
Beijos da
Virgo-chan
Out/06
1 Essa é da Mussha!
2 Essa é da Princess Andrômeda!
3 Essa é da Dana!
4 Shina repete sugestão da Litha-chan!
5 Essa é da Pure Petit Cat!
6 Essa é da Nuriko-riki!
7 Desejo da Hikaru!
8 Essa é da Dark Ookami!
9 Essa é da Kalli Cyr Charlot!
10 Ou, como diz a Tsuki Torres... Que sorte esse Milo tem!
11 Essa é da Gigi!
12 Essa é da Tsuki-chan!
