História U.A. inspirada nos personagens de Saint Seiya.
Disclaimer: Saint Seiya e todos os seus personagens pertencem a Masami Kurumada. Este texto não possui qualquer caráter comercial
Capítulo – Sinais
Milo acordou, mas definitivamente não queria acordar. Aliás, ele se recusava terminantemente a abrir os olhos. E continuava a deslizar lentamente naqueles lençóis de seda que tinham o cheiro do francês. O seu francês. Por quê? Por que Kamus era tão extraordinariamente complicado? Ele precisava descobrir o porquê de Kamus haver fingido que não o queria. Afinal, ele passara a noite no hospital, preocupava-se desmesuradamente com Milo e claramente sentia-se atraído. Não! Mais do que atraído! Kamus perdia completamente o controle quando o assunto era Milo. E Milo sorriu. Mas, ainda assim, recusava-se terminantemente a abrir os olhos. Então, preguiçoso, Milo rolou para o lado de Kamus. Nada! Ele já havia se levantado. Que pena! Ele teria que caçar Kamus pela casa e trazê-lo de volta para a cama. Trabalho desperdiçado, mas que, ainda assim, valia à pena! E Milo finalmente abriu os olhos.
Para seu espanto, ele viu colada à parede uma grande seta amarela que apontava para a porta do quarto. Embaixo dela, duas palavras: COZINHA e SALA. Que raios seria aquilo? E Milo procurou suas muletas e saiu do quarto. No corredor, duas outras enormes setas amarelas, uma apontando para a COZINHA e a SALA e outra para o BANHEIRO. Ah! Kamus andava mesmo engraçadinho! E Milo se dirigiu à cozinha, onde encontrou Kamus ocupadíssimo (pelo menos assim parecia) olhando para uma série de garrafas de vinho (por óbvio!), sem parecer se decidir sobre quais garrafas seriam melhores que as outras. E, claro, resmungava em francês. Na sala, uma grande seta indicava a SAÍDA. Na cozinha, outra grande seta indicava a SALA. Positivamente engraçadinho demais! E o pior! Era óbvio que ele sabia que Milo estava parado na porta olhando-o. Seria impossível não ouvir o som das muletas. Mas Kamus continuava olhando as garrafas de forma compenetrada.
- Kamuuuusss! – por óbvio essa voz doce não engana ninguém, pensou Kamus sorrindo.
- Acordou, mon amour! - claro que meu tom inocente também não, pensou Kamus sorrindo ainda.
- Pois é, Kamus! E você não imagina o que aconteceu. Imensas setas de sinalização surgiram no meio da noite em sua casa. – tão engraçado irritar o Milo!, pensou Kamus alargando o sorriso.
- Non, mon amour! Eu as coloquei para te ajudar a não se perder mais à noite! – Kamus quase não se segurava mais – Est ce que tu aime bien1?
- Você é um maldito, Kamus! Eu estava andando dormindo ontem à noite!
- ... – risadas, muitas risadas.
- Eu estava dormindo, oras. – ah! Lá estava! A cara de criança emburrada.
- Ah, mon amour, você anda dormindo? Será que dá para ler as setas dormindo?
- Vai tomar banho, Kamus!
- D ´accord2! Eu vou! É só seguir as setas para o banheiro!
- Você andou tendo aulas com o Aioria, certo?
- Aulas do que, mon amour?
- De me irritar!
- Imagina, mon chèr, eu não preciso disso para te irritar!
Bom, verdade que Milo estava irritadíssimo. Mas, ao mesmo tempo, era tão bom ver Kamus sorrindo que ele se pôs a sorrir também. E, afinal, Kamus preparou-lhe o café, deu-lhe um imenso muffin de chocolate e se colocou à disposição para guiar Milo até o quarto com a grande cama de casal. Quem poderia ficar chateado depois de tudo isso?
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Ah, sim! Fora perfeito! Novamente, perfeito! E Shaka nunca aceitava menos do que a perfeição! Sua atuação fora perfeita! Ok, certo que ele não devia ter caído da cama, mas, fora isso, tudo perfeito! Enfim, ele vivia uma das fases mais felizes de sua vida. E tudo graças àquele carneirinho desligado que roubara seu coração. E pensar que ele chegara a considerar não vir à Inglaterra! Por sorte ele ouvira os sinais. E agora ele tinha a pessoa mais maravilhosa de todo o mundo a seu lado. Sim, um dia ele iria ter que resolver o que faria quando o curso acabasse. Mas se ele estava tentando aprender alguma coisa com Mú era para somente se preocupar com os problemas quando eles aparecessem. E eles passaram a noite, a manhã e a tarde fazendo... bom, sexo! O mais basal, carnal e legal sexo!
Claro que não o tempo todo! Aquele apartamento estava incrivelmente sujo e desarrumado. Céus! Como eles conseguiam viver ali? Como? Havia pó em quase todos os lugares (principalmente nas prateleiras de cima). Eles deviam varrer o chão somente uma vez por dia. E as roupas de cama! Shaka pegara todas e as levara à lavanderia da esquina e já as devolvera. Bom, a louça da cozinha encontrava-se toda trincada, mas não havia nada que ele pudesse fazer de imediato quanto a isso. O armário de Mú estava incrivelmente desarrumado quando Shaka chegara, mas ele já dera um jeito nisso. Claro que ele aproveitara e arrumara as coisas de Aldebaran também. Ele só estava em dúvidas se devia ou não arrumar o quarto das meninas. Não! Melhor, não! Claro que em meio a toda a arrumação, por vezes, Mú se cansava e chamava a atenção de Shaka para ... outras coisas. E Shaka alternava as formas de dar a atenção devida a Mú. Ora no chuveiro (depois ele aproveitava e arrumava as coisas por lá também). Ora no quarto de Mú (bom, esse já estava arrumado). Ora no sofá (dia desses ele devia limpar aquelas almofadas). Mas, enfim, Mú não tinha do que se queixar. Shaka era tão lindo quanto atencioso. E, entre gemidos, Mú sempre (sempre) pedia por mais.
Enfim, todos concordavam que Shaka era a melhor coisa para Mú e para o apartamento. Mas, como tudo o que é bom dura pouco, Aldebaran surgiu, ou melhor, irrompeu pela porta aos gritos:
- Mú! Shaka! Vocês simplesmente TÊM que ouvir sobre a minha noite! Cara, eu sou o tal! Às vezes eu queria não ser eu mesmo só para poder ser meu amigo!
Shaka até perdoaria aquele entusiasmo taurino se (e somente se) Aldebaran não tivesse jogado o cachecol no chão, o casaco na mesa e o gorro no sofá. Isso era absolutamente imperdoável!
E Shaka voltou a arrumar as coisas. Afinal, eles iriam em breve para a casa de Kamus.
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Marin saía do banho. Droga! Ela se esquecera de pegar a roupa que iria vestir para ir à casa de Kamus. Isso queria dizer que ela precisaria ir ao quarto enrolada na toalha, passar por Aioria, pegar sua roupa, passar por Aioria novamente e se vestir no banheiro. Isso tudo, é claro, sem que Aioria a agarrasse. E, ainda, sair do hotel a tempo de chegar à casa de Kamus às 20:00hs. Mentalmente, Marin avaliou as suas chances... PERTO DE ZERO! Ok, mas ela nunca fora mulher de fugir dos problemas... E Marin abriu a porta do banheiro. O que for, será, pensou a ruiva.
Corajosamente Marin avançou pelo minúsculo quarto do hotel, em direção à sua mochila, enrolada numa minúscula toalha. Aioria, para seu espanto, dormia na cama. Bom, ela o cansara bastante ao longo da tarde. Mas dormir? Àquela hora? E ela de toalha no meio do quarto. Ah, não! E Marin fez o que devia ser feito. Tirou a toalha e jogou-a em cima de Aioria, que acordou sobressaltado. Ao ver Marin nua e ao alcance de suas mãos, Aioria fez o que Marin esperava dele. Longe dele decepcionar sua ruiva! Puxou-a para a cama e prendeu-a abaixo de si.
- AIORIA! Assim nós vamos nos atrasar!
- Ah, ruiva. Foi você quem começou... Será que eu entendi errado? Você aí, sem roupa, parada do meu lado...
- Eu... só queria te acordar. Senão a gente se atrasa. Me solta!
- Bom, querida... Você me acordou!
E com uma mão apenas Aioria prendeu as mãos de Marin sobre sua cabeça. Tão pequena. Tão linda. Tão sua. Tão... rápida! Como diabos ela se soltara? Mas Aioria foi rápido também e a pegou pela cintura antes que ela saísse da cama.
- Volta aqui, Marin!
- Não! A gente vai se atrasar!
- Foi você quem começou. Agora acaba!
Bom, ele tinha razão, pensou Marin, para ser justa.
- Ok, mas tem que ser rápido!
Sem esperar mais nada, Aioria a puxou para perto e a beijou, enquanto passava as mãos pelo corpo de Marin, detendo-as em seus seios. Marin suspirou, o que fez com que Aioria fizesse o que fazia de melhor. Mandou tudo para o inferno e resolveu demorar o tempo que fosse necessário. Que rápido o quê! E ele empurrou Marin de costas na cama enquanto considerava brevemente como a possuiria desta vez. Como? Como? Mas Marin tinha idéias próprias. Ela queria o comando. E subiu por cima de Aioria. Enfim... que demorasse o tempo que fosse. Os amigos podiam esperar. Mas aquele lindo leão de olhos verdes, não! Ele gemia e implorava por ela. E ela não era tão cruel assim, afinal das contas.
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Saga estava parado do lado de fora. Sim, Kanon o estimulara a ligar para Shion. Kanon praticamente o empurrara de casa para que ele fosse ao encontro de Shion. E Saga ligara para Shion que o mandara (sim, mandara) ir para sua casa às 18:30hs. E lá estava Saga. Novamente parado em frente àquela porta sem saber se devia ou não entrar. O que ele devia falar? O que ele devia fazer? Sim, Shion lhe interessava. Sim, ele se sentia atraído por Shion. Mas, ao mesmo tempo, ele se sentia sem chão perto de Shion. Ele sentia que não tinha o controle, quando Shion estava envolvido. E ele duvidava mesmo que Shion estivesse no controle. Ele não sabia se podia se relacionar assim, sem certezas, sem planos, sem controle. E, para piorar, até seu coração estava fora de controle. Até sua respiração estava fora de controle. Até mesmo seu olhar... Ele se dirigia à campainha, à maçaneta, à porta... sem controle. Oh, deuses! O que acontecera com ele? Era como se ele tivesse voltado à adolescência. E ele não era adolescente. E nem Shion o era. O que seria aquilo? Mas, como se soubesse que ele estava lá, Shion abriu a porta. Como? Ele não tocara a campainha da porta! Ele não tocara a campainha no térreo3! Afinal, ele entrara quando algumas pessoas saíram. Como Shion poderia saber que ele estava lá? E... o mais importante... o que Shion estava vestindo?
- Saga? Eu senti que você estava aqui – o mesmo sorriso de sempre, pensou Saga levemente irritado – Por favor, entre.
- Oi, Shion. Eu... – ele hesitava. O que acontecia com ele na presença de Shion?
- Não sabe o que está fazendo aqui, certo Saga? Isso é bom! Muito bom! – e não é que o sorriso se alargara?
- O que tem de bom nisso, Shion? Posso saber? – a voz de Saga tinha a nota irritada de sempre, ou de quase sempre.
- Claro! Você está se deixando levar. Isso é bom! Vem comigo, Saga!
E Shion andou à sua frente com aquela estranha bata indiana que ele estava vestindo. Shion era verdadeiramente um ser... diferente. Seus olhos arroxeados tinham um brilho divertido. Seus cabelos amarelos revoltos cascateavam às suas costas. E ele tinha um cheiro... exótico. Não! Não era só o cheiro. Shion era inteiro exótico. E atraente! E Saga o seguiu para dentro do apartamento. Como só conhecia a sala, Saga olhou ao seu redor com curiosidade. O apartamento de Shion era estranho, como ele próprio. Mas o quarto em que eles entraram era ainda mais estranho. Um furô ao centro do quarto. Imagens de deuses indianos em aparadores com pétalas de flores. Uma maca de massagem em um dos cantos. A música oriental que tocava. Vários incensos e velas acesas, diversos espelhos. Saga olhava em torno surpreso.
- Aqui é a minha sala de banho, Saga!
- Sala de banho... – Saga repetiu sem saber o que falar.
- Como eu moro sozinho e não sabia o que fazer de tantos quartos, eu resolvi fazer uma sala de banho.
- ... - por que o olhar de Shion sobre si o constrangia tanto?
- Você não gosta, Saga?
- Gosto! Gosto, sim! – pára de falar como criança, Saga!
- Ótimo! Então tira a roupa! Vamos ver o que dá para fazer antes de eu ter que sair!
Opa! Peraí! Que história era aquela? Tira a roupa! O que dá para fazer! Sair! O olhar agressivo de Saga refletia a sua indignação e Shion... sorria!
- Você tem medo que eu te agarre, Saga?
- Não! Quer dizer.. sim! Calma aí! Que história é essa? - e não é que ele estava quase gaguejando? Que raiva!
E Saga se virou para sair, quando Shion o segurou levemente pelo braço. O efeito das mãos de Shion já fora sentido por Saga quando ele estava no hospital. Elas tinham um quê de tranqüilizante, de calmante. As mãos, somadas à voz de Shion, tinham praticamente um efeito hipnótico sobre Saga.
- Saga, eu quero muito você, mas a escolha tem que ser sua. Então, eu só queria te fazer uma massagem, antes de eu ter que sair. – de novo esta história de escolha...
- Sair? – sim, Saga estava quase se deixando levar pela voz, a música, o cheiro do incenso.
- É! Eu vou para a casa do Kamus. Eu te levaria, se você não tivesse tido ... aquela conversa com o Kamus. Mas eu volto rápido.
- Você me chamou para vir aqui e vai sair?
- É! Eu queria te ver, Saga!
- ...
Saga estava indignado. Shion era definitivamente o ser mais folgado da terra. Se ele ia sair, por que o chamara? Por que Shion não o avisara que tinha compromisso? Era um absurdo! Tudo aquilo era absurdo! Tirar a roupa! Massagem! Sair! Era o fim! E Saga processava tudo aquilo rapidamente. Não! Aquilo nunca daria certo! Shion era esquisito demais. Estranho demais! Exótico demais! Saga não tinha nada a ver com alguém assim. E Saga estava quase saindo da tal sala de banhos quando Shion o puxou e o beijou novamente.
Saga perdeu o rumo de seus pensamentos. Ele se sentiu flutuar. Era como se sele saísse dele mesmo e pudesse observar o que acontecia. Ele flutuava. Sua respiração falhava. Seu coração disparava. E Shion o empurrara contra uma parede enquanto colocava as mãos por baixo de sua blusa e invadia a boca de Saga. Tudo ao seu redor ganhou cores mais fortes. O cheiro do incenso o envolveu. A música estava mais alta em sua cabeça. O mundo girava. E Shion tirou sua blusa e começou a passar avidamente as mãos pelo abdômen lindamente modelado de Saga, cujo corpo reagia fortemente à presença de Shion. Saga gemia baixinho. Ele estava completamente entregue. Saga não se lembrava de já ter se sentido assim, mas ele não queria pensar... ele só queria aproveitar aquilo, fosse o que fosse. Shion, sentindo Saga entregue, aprofundou o beijo e as carícias. Ele sabia que Saga não estava mais em condições de reagir ou de reclamar. Saga era seu para fazer o que quisesse. Mas ele iria devagar com Saga. E Shion, com cuidado, deitou Saga no colchonete. Sim, era difícil ver Saga com a respiração descompassada, deitado, e à sua mercê. Tantas idéias... Mas, ainda assim, a escolha devia ser de Saga. Saga devia ler os sinais. E Shion prometera uma massagem. E seria isso o que ele faria. Shion, então, colocou sobre os olhos de Saga um protetor com cheiro de flores e sussurrou:
- Saga, eu vou te fazer uma massagem. Tenta relaxar...
Saga não acreditou no que ouviu! E essa agora! O tal do Shion queria brincar consigo. Massagem! Saga queria transar! Ele ia reclamar. Sim, ele iria reclamar e se retirar dali. O problema era que ele não achava a força para tanto. Não quando Shion colocava suas mãos em sua testa. O efeito foi imediato. E logo ele colocou algo prazerosamente quente na testa de Saga. E colocou mais dois objetos redondos e quentes em suas mãos, para que ele segurasse. Saga relaxara. E logo Shion espalhou um óleo perfumado em seu corpo e começou a massagear seus ombros e seu abdômen. O cheiro, as mãos de Shion, a música, o calor gostoso. E Saga teve a mais absoluta certeza de que não queria mais sair de lá. Mesmo quando Shion pediu que ele tirasse a calça e ficasse somente de sunga. Mesmo quando Shion o virara de bruços e massageara suas costas, suas pernas e sua cabeça. Saga nunca soube exatamente quando perdeu a noção de onde estava.
Somente quando sentiu que Saga estava completamente adormecido, foi que Shion o conduziu ao seu quarto e deitou-o em sua própria cama. Saga não acordara nem mesmo quando Shion lhe dera um copo de água para beber. Tão doce e entregue. Por que Saga não podia ser sempre assim? Por quê? Sim, Shion sabia que poderia ter tido Saga. Mas não era assim que ele o queria. Ele queria que Saga também o quisesse. Não por uma vez apenas. Shion queria que Saga o quisesse como ele mesmo o queria. Assim, o melhor era que Saga dormisse em sua cama e o esperasse voltar da casa de Kamus. Shion precisava encontrar Mú. Ele queria esclarecer algumas coisas.
E Shion se arrumou e estava para sair quando voltou à sua cama para olhar Saga dormir. Céus! Ele estava completamente apaixonado por Saga. Era mesmo inacreditável. Ele se apaixonara pela pessoa mais metódica, arrogante e controladora do mundo.
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Olá pessoal! Sim, eu sei que eu atrasei muito! Desculpem! É que eu ando com muito trabalho, é final de ano e eu tenho viajado muito a trabalho. E, além disso, o casal Shion-Saga... Minha idéia não era desenvolver tanto o casal, mas eles tomaram vida própria e se animaram demais com o romance. E assim, o Shion surpreendeu até a mim!
SHION: Virgo-chan. Escreve aí que eu quero pegar logo o Saga!
VIRGO-CHAN: Mas a idéia de seduzi-lo foi sua, Shion!
SHION: Eu sei. Mas já seduzi. Agora eu quero mesmo é pegá-lo.
VIRGO-CHAN: Calma, Shion. Tudo a seu tempo, lembra?
SHION: Cala a boca e escreve logo!
VIRGO-CHAN (emburrada): Caramba! Cadê o sorriso onipresente, o jeito exótico e a voz hipnótica??
Bom, mas queria agradecer muito as reviews que recebi. Obrigada, Princess Andrômeda, Tsuki-chan, Gigi, Haiku, Dionisiah, Nine 66, Pure Petit Cat, Botori, Tsuki Torres, Mussha, Sirrah, Kali Cyr Charlot, Litha-chan, Dana, Nuriko-riki, Makie, Ariel, Dark Ookami, Allkiedis e Hikaru. Também gostaria de agradecer à Greice que comentou por e. mail! Como o site deu tilt, não sei se consegui responder para todas que me deixaram e. mail. Se deixei de responder a alguém, p.f., me desculpem!
Beijos da
Virgo-chan
Dez/06
1 Você gostou?
2 Certo
3 Normalmente, em prédios europeus não há portaria mas, sim, uma campainha na porta do prédio que toca diretamente no apartamento chamado.
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