CAPÍTULO - 02


THE MEETING MISSING
(O encontro inesperado)

Uma leve brisa levanta as cortinas laranja da clarabóia no alto da parede. Uma fraca luminosidade penetra no recinto, iluminando-o. Defronte à pequena janela, uma cama egípcia acomoda Maya. Há lençóis brancos cobrindo-a. Seu rosto, recostado no travesseiro revela que as últimas noites não tem sido fáceis: os cabelos castanhos mesmo estando solto estão colados na testa e no pescoço. Segundo as servas que cuidaram dela desde a cerimônia de iniciação, o ferimento não foi muito profundo, mas o suficiente para deixar uma bela cicatriz.
Um pequeno farfalhar de algumas carroças e pessoas passando embaixo na viela faz com Maya desperte.
- Ahãããã......? – murmura assim que abre os olhos. A garota então levanta vagarosamente e puxa as cobertas para o lado, deixando-as cair no chão. – O que aconteceu? – diz antes de finalmente perceber que seus pulsos estão enfaixados. – Nossa! – fala, admirando eles.
Maya finalmente se lembra do ocorrido há duas luas. Um sorriso desponta em seu rosto moreno. Ela se deixa cair com o seu peso na cama.
- Pelo menos passei na cerimônia sem matar o garoto.... – pensativa e olhando para o teto. – E isso aqui – diz batendo de leve em cada pulso – vai virar uma bela história.
Uma batida ecoa no quarto. Maya desperta de seus pensamentos e se põe de pé rapidamente, assustada.
- Quem é? – pergunta Maya.
- Vejo que a nova-sacerdotisa já despertou... - diz uma voz feminina muito aguda.
- Muito obrigada Luciana. – e vai até a porta, abrindo-a, revelando assim uma mulher morena de meia-idade vestindo um avental meio sujo e por de baixo uma túnica branca. Possuía cabelos pretos lisos, olhos castanho-escuros e altura mediana. – Não precisa bater na porta, basta entrar eu já lhe disse isso?
- Sim, desde o momento que soube da minha participação nesse templo: a cozinha. – respondeu abrindo um sorriso.
Maya retribui o gesto e deixa Luciana entrar no quarto, fechando a porta logo em seguida. A mulher se dirige até a cama e se senta na beirada desta e fala:
- Aquilo que a senhorita fez na cerimônia foi uma imprudência, sabia?
- Não acho isso. – Luciana a reprova com um olhar – Não me olhe assim.... você sabe que eu nunca mataria alguma pessoa!
- Mas há alguns momentos de vida e morte que não dá para escolher a filosofia do não - matar.
- Eu não estava em situação de vida ou morte!
- Não? – incrédula – E por acaso a figura do Faraó não te diz nada?

- Ele poderia ter te matado!
- Mas não o fez! – impassível.
Luciana se levanta e vai até a porta ela dá algumas voltas em torno de si, como se controlando.
- Havia estrangeiros, o Faraó e toda a cidade assistindo! E mesmo assim você escolhe não matar o garoto?
- Peraí! Pra onde que levaram o garoto... o nome dele era....era.....er......Vik.....não – pensativa – Viktor!
- Sabe o nome dele? Puxa! Bom, eu não sei nada quanto a isso. – responde a mulher. Então de repente ela vai até Maya e se senta ao seu lado. – Sabe, você foi muito corajosa lá.
- Err...obrigada. – meio sem graça.
- Não fique assim. Olhe desculpe por ter me expressado daquele jeito é que realmente foi muito arriscada essa jogada. – Maya a olha – Mas pense no que te disse, está bem?
- No que?
- Que na vida você terá que fazer escolhas e que muitas vezes são as situações e não você que dá as cartas, certo?
- Pode ficar tranqüila.
Luciana levanta mais uma vez e abre a porta.
- Vá dar uma volta pelo templo ou nos arredores dele, espairar a mente. – sugere.
- Mas eu não posso ir além do templo. – diz cabisbaixa.
- Não podia como aprendiz, mas agora que é uma sacerdotisa, pode sim. E ah! Quase ia me esquecendo! O desjejum está posto. – e sai, batendo a porta.
Maya fica mais uma vez pensativa, porém num súbito momento, balança a cabeça e levanta. Vai até o guarda roupa e começa a procurar algo para se vestir.
- Vejamos o que de novo trás as mãos de Toth...– diz a garota puxando de dentro do guarda-roupa uma túnica azul-celeste fechada. – Esse vai servir...- e coloca a roupa em cima da cama.
Maya demorou alguns instantes para terminara de se arrumar. E quando terminou o sol já tinha nascido completamente. Assim que fechou a porta de seu quarto, reparou que Cahlied estava do outro lado do pátio, sentado na mureta. Caminhou até ele e sentou ao seu lado sem dizer alguma palavra. Cahlied simplesmente olhou para o lado, suspirou e voltou a olhar pra frente.
- Sabe... – Maya o olha – aquela foi uma boa saída. Perigosa. Mais ainda sim muito boa.
Maya permanece em silêncio.
- Não precisa dizer nada, criança. O que está feito está feito.
- Acha que devia ter tido aquela reação?
- O grande e poderoso Amon a iluminou e protegeu como sempre fez em toda sua vida. Desde seu nascimento Maya. – finaliza olhando de esguelha para a garota que estava aborda em seus próprios pensamentos, olhando para o chão de pedra – Mas...
- Então você não aprova? – receosa e ainda olhando para o chão.
Cahlied fica calado e volta a olhar para um ponto imaginário à frente. Maya fica irritada consigo mesma, morde o lábio inferior e fala:
- Bem que Maya me disse! Não foi uma sábia decisão... !
- Você por acaso se livro do fardo de matar alguém?
- S-sim.
- Então foi uma sábia decisão.
- Mas o que eu faço agora? – pergunta Maya. Cahlied se levanta e começa a andar. A garota entende que é para segui-lo e assim o faz.
- Mas então o que eu faço mestre? – pergunta novamente quando saem do pátio e entram num corredor bem iluminado com estátuas de Amon e Osíris.
-Primeiro, não me chame mais de mestre, pois agora não sou mais. – começa - Segundo, irá fazer jus ao seu dom.
- Ou seja? – diz tentando acompanhá-lo pelo corredor.
- Ou seja, você já é uma sacerdotisa e não mais aprendiz dela.
Maya fica em silêncio por alguns instantes e silenciosamente, um pequeno sorriso começa a se formara em seu rosto. Parece que finalmente percebeu aonde Cahlied queria chegar com aquela caminhada toda.
- Então quer dizer que poderei sair do templo e visitar a cidade? – pergunta sorrindo. O homem a sua frente pára de andar e se volta para ela.
- Vê aquele portão enorme ali na frente? – diz apontando para uma porta de quase dois metros de altura coberta de hieróglifos a uma distância de vinte metros dele, no final do corredor. Do lado dela, tochas estão acesas. Maya segue o dedo de Cahlied e observa a porta.
- Sim, estou vendo.
- Pois então, ela dá pra uma viela aos fundos do templo. Se segui-la e virar na primeira direita vai dar num pátio adjacente ao principal de Heliópolis. Não tem erro. – diz Cahlied.
- Quer dizer que posso?! – entusiasmada e quase batendo palmas de alegria. O homem balança positivamente com a cabeça. A garota o abraça de felicidade.
- Posso ir agora para lá? - pergunta durante o abraço.
- Pode, o desjejum fica exposto até quase o almoço. – e se solta da sua ex-pupila. Ele então puxa um pequeno saquinho de couro de suas vestes marrom e entrega para Maya que a pega sem pestanejar.
- O que é isso? – pergunta curiosa além de começar a observar o saco por todos os ângulos.
- Aí tem alguns denares se por acaso você quiser comprar algo nas barracas. E ai também tem a chave para abrir a porta pelo lado de fora. – Maya sorri de novo e está prestes a abraçá-lo, mas é repelida por ele que diz:
- Vá logo senão vai perder as melhores ofertas. Elas são feitas logo de manhazinha. – Confidência e sai logo em seguida na direção em que veio com a sacerdotisa.
Maya então é deixada sozinha no corredor.
- Eu não acredito que finalmente poderei conhecer a cidade! – exclama ao mesmo tempo em que começa a andar para a porta. Ao se deparar com a mesma, olha de cima até em baixo os hieróglifos. Seus olhos brilham de fascinação. Ela empurra a porta para frente e adentra na viela. A porta é fechada logo em seguida.
- Nossa! – exclama Maya assim que sai do templo e bate a porta.
Como Cahlied havia dito, aquela porta dava para uma viela. Ela era cheia de tapetes e roupa estendida pelo alto. Do outro lado, defronte ao templo diversas casas coladas uma na outra. As janelas e porta pareciam seguir uma simetria perfeita: todas meio ovais ou quadradas. Havia alguma senhora trajando túnicas de diversas cores no alto, cuidando das plantas ou estendendo mais roupa no varal comunitário. No chão, feito de terra batida e com algumas pedrinhas, um pequeno cachorro esta descansando perto de uma soleira. No final dela, algumas barracas estão sendo montadas ou arrumadas pelos comerciantes. Maya se perde em pensamentos com tantas novidades e, sorri maravilhada. Ela olha para todas as direções acessíveis.
-Finalmente poderei descobrir como é mesmo essa cidade! – diz observando as mulheres pregando as roupas recém-lavadas nos varais acima de sua cabeça. – Agora pra direita... – e aponta para a direção em questão. Ela observa lá, o começo de um enorme pátio. Murmúrios indicavam onde estaria a maioria dos vendedores.
-... Ou esquerda? – e vira a cabeça, observa então, a continuação da viela e quase no final sua ramificação em duas outras ruelas. – O que faço Amon?
Durante essa divagação, o cachorro acorda e ao perceber a presença de uma estranha, rosna e late.
- Ai! Cãozinho mau! – exclama pondo a mão no peito. – Você me deu um susto!
O animal late mais uma vez, só que agora mais forte e ameaça a atacá-la. Maya, sem pensar duas vezes, sai em disparada pela esquerda, indo parar na ramificação da direita. O cachorro a segue, latindo.

- Que cão! – diz Maya aos trôpegos quando finalmente consegue despistar o animal. Exausta e ofegante, se senta num dos degraus de uma casa á sua frente.
Agora, a sacerdotisa esta em outra viela só que não muito diferente da outra, a não ser por umas muretas na frente das casas, pela existência de algumas lojas e por algumas barracas já prontas e com as mercadorias expostas. Além de seus respectivos mercadores gritando em alto e bom tom pelos seus produtos. Maya levanta o olhar e percebe que as pessoas daquele lugar da cidade pareciam ser mais pobres, suas roupas eram mais simples e rotas. Os comerciantes á sua frente usavam umas veste típicas de viajantes do deserto, a não pelo turbante inexistente. Mais ao final, num beco cheio de tonéis e barris de rum, deixado por uma taverna como depósito, alguns mendigos dormiam tranquilamente. Estavam estirados em cima de suas mantas e não passavam de três: um garoto pequeno, um homem de meia-idade e uma jovem garota. "Parece ser da minha idade", pensa Maya ao pousar seu olhar nela. À direita, no alto uma placa indicava que ali ao lado ficava uma taverna. Instigada pela curiosidade, Maya levanta e vai até a porta que dava para a taverna, passando pelos comerciantes que quase gritavam em seus ouvidos e pelos mendigos que dormiam. Mas no instante em que a sacerdotisa passou pela garota, esta acordou e fitou Maya que gelou e logo entrou na taverna sem pensar no que poderia acontecer com ela caso a estanha se emburrasse com ela.
Com um barulhinho de sino tocando, a porta se abre e Maya se depara com uma ambiente totalmente diferente: um recinto mal iluminado por pequenos tocos de vela nos cantos, mesas redondas, quadradas e retangulares espalhadas uniformemente pela taberna. Defronte à porta, um balcão está exposto de ponta a ponta, a não ser pela parte em que acaba para dar lugar á uma escada. Várias prateleiras guardavam bebidas e frutas. Alguns bancos ficavam encostados ao balcão. Há uma mulher morena servindo uma taça de um cliente que estava sentado num desses bancos. Meia dúzia de pessoas está nas mesas comendo seus desjejuns. Ela veste um avental verde por cima de um vestido branco meio encardido. Seu olhar triste é predominante em seu rosto. Seus cabelos pretos estão presos num elegante rabo-de-cavalo. Meia dúzia de pessoas está nas mesas comendo seus desjejuns. Maya ainda repara que na parede da esquerda há uma porta que provavelmente daria à cozinha do estabelecimento.
Um homem que trabalhava na taverna vai até a sacerdotisa que acorda de seus devaneios.
- A senhorita é nova por aqui?- pergunta o homem barbudo com o mesmo avental da mulher por cima de uma túnica marrom.
- Q-quê? – indaga Maya instantaneamente.
- Desculpe. Meu nome é Mohammed e trabalho na Taberna. – diz. – O que vai querer? – pergunta novamente, oferecendo uma espécie de pergaminho com as refeições da casa.
- Ah, sim prazer. – responde Maya, pegando o pergaminho e. – O meu é ....
- Mohammed! Tem cliente aqui reclamando do pedido que não vem! – exclama a mulher no balcão.
- Calma Radija! Isso não é minha culpa é do Madger que deu pra cozinhar agora! – responde Mohammed. – Mas agora, onde estávamos? Ah! Sim.... Que mesa vai querer?
- Não obrigada, não vim comer....
O homem a olha intrigado.
-... É que entrei sem querer aqui e ..... – tenta se desculpar.
Radija, impaciente vai até Mohammed.
- Mohammed! – exclama novamente. – Desculpe. – pede à Maya. – Agora você depois vai tirar da cozinha aquele seu amigo, certo? – e volta para o balcão.
- Claro! – olhando para a garota – Você faz parte daqueles estrangeiros que vieram pra cá durante as festividades? Sabe, tem um deles dormindo nas ruas ao relento.
- Não eu sou daqui... É que bem é primeira vez que eu saio. – diz
- Primeira vez que sai? – incrédulo e visivelmente conversando do que atendendo. Radija fica irritada lá do balcão. – Quem são seus pais que nunca deixaram uma menina andar pela cidade?
- Bem eu não conheci meus pais....
- Coitada é órfã? – pergunta.
- Verdadeiramente nem sei. Pelo que me disseram foi melhor não saber.
- Qual é o seu nome criança? – pergunta.
- É Maya.
- QUÊ!!!!! – grita alto, assustando Radija, Maya e alguns clientes que comiam tranquilamente suas refeições. – O que foi que você disse?! – exclama o homem sacudindo levemente Maya, que por sua vez fica calada.
- Pelos deuses Mohammed! – diz Radija saindo do seu lugar e indo até ele. Ela o puxa pelo braço. – Vai acabar assustando os hóspedes! – franzindo a testa.
- Esta garota disse q-que o seu é Maya. – sussurra.
Maya repara que a expressão da mulher à sua frente muda drasticamente de irritada para chocada. Radija a focaliza e parece estar a reconhecendo de algum lugar. Mohammed somente fica chocado com a notícia.
- Hey você, criança.... – diz a mulher para a sacerdotisa - Você não era a garota da iniciação á alguns dias atrás? – pergunta.

Nesse instante, outra pessoa entra no bar. Ela veste uma túnica típica de sacerdote do templo. Sua cabeça está envolta por um capuz que se estende até os pés. Pela única fresta de luz que alcança sua face podemos ver quem é realmente essa pessoa. É Cahlied e logo seus olhos observam o que está em sua volta. Ao ver sua ex-pupila quase descobrindo seus parentes os quais por 14 anos tentaram esconder, Cahlied retira seu capuz da face, jogando-o para as costas e vai até Maya e Mohammed.

-B-bom... Digamos que.... – começa Maya.

-Maya, o que está fazendo por aqui? – pergunta Cahlied ficando do lado dela e olhando feio para Katrina e Mohammed. Eles, por sua vez entendem quem ele é e quem é a garota em sua frente. A mulher então se lembra do juramento que vez: não interferir no destino de Maya. Então ela vai até seu irmão e o puxa pelo braço.

-Vamos, Mohammed, não é hora para jogar conversa fora! Temos que terminar de servir as mesas, e você de encontrar um novo cozinheiro. - e o puxa na direção da porta que leva à cozinha do estabelecimento. Maya, os fita sem entender o que está acontecendo em sua volta enquanto Cahlied continha ao seu lado e olhando com um expressão de poucos amigos.

-Mestre, o que houve? O senhor estava me seguindo o tempo todo?- pergunta chateada. – Você não disse que eu já tinha idade para dar um volta em torno do templo?

-Não estava te seguindo, moçinha. É que a senhorita demorou demais para voltar e o desjejum está quase para ser retirado. Então vim de procurar. – diz virando-se para sua ex-pupila.

-Mas eu estava andando por aí. Foi quando entrei aqui.

-Por quê? – começa Cahlied, indo até a porta de entrada e abrindo-a, para que fossem sair do recinto. Maya o segue e sai da taverna no se encalço. – Porque você quis entrar aqui? – pergunta já na viela e andando rumo ao templo.

-Ah.... Nenhum motivo não. – diz a garota olhando para onde estavam dormindo quatro pessoas. "Onde foi parar aquele garota loira?", pensa. – Só queira entrar por entrar.

-Mas você pode se dar muito mal, entrando por entrar em qualquer estabelecimento....

-Mas não aconteceu nada, mestre. – Fala no momento em que cruzam um esquina.

-Não aconteceu porque graças ao todo –poderoso Amon-Rá, eu pude ver-te entrando naquela Taberna e entrei o mais rápido possível. Aliais, o aquele homem e aquela mulher estavam falando com você? – pergunta olhando para a garota.

-Nada demais. Mas acho que eles estavam vendo a minha cerimônia de iniciação. – diz casualmente.

-Como assim? Como você tem certeza disso?

-Bom, certeza absoluta eu não tenho. É que ela me disse antes de me pergunta se eu 'era a garota da iniciação á alguns dias atrás'.

-Eles te perguntaram isso? – indaga Cahlied quando eles finalmente começam a ver ao longe o início do pátio que daria ao templo mais à frente.

-Sim.

-E o que você respondeu?

-Nada. Não deu tempo. O senhor chegou na hora à que ia responder alguma coisa. – Cahlied exibe um profundo e visível alívio. Maya nota. – O que foi?

-Nada menina. Mas agora você não poderá andar sozinha por aí. – diz.

-O QUÊ?! – fala a sacerdotisa quase gritando. Os comerciantes que estavam já com suas mercadorias postas nas tendas param para ver quem foi o autor do grito. Cahlied sente os olhares sobre eles e diz firmemente.

-No templo nós conversamos Maya. Agora vamos.

-Não, me explica primeiro isso daí.

-Olha com você está falando, moçinha. Agora, VAMOS. – nisso começa a literalmente arrastar Maya pelo barco até o templo. A garota por sua presente que sua recém-regalias fora por água a baixo.