Proteu saiu correndo ao ouvir as notícias, pegou seu melhor cavalo e saio correndo como se sua vida dependesse disso. Um de seus guardas disse que tinha avistado o barco de Sinbad se aproximando ao porto.
-Sinbad, você é um louco. Só você para navegar até aqui com aquela tempestade com a Marina grávida.
E assim ele correu até o porto vendo mesmo o barco de Sinbad no porto, ao chegar mais perto viu seus homens se movendo para lá e para cá para ajeitar o barco, mas alguns deles se acumulavam sobre algo como se fossem enfeitiçados por aquilo.
-Humm, o que será que eles estão admirando tanto ali? -Sussurrou Proteu parando seu cavalo na frente do barco.
-Proteu! Aqui, venha. -Disse Sinbad no meio da multidão. -É bom te ver.
Os homens de Sinbad dão passagem ao Rei de Syracuse enquanto ainda mantinham os olhos fixos no que Sinbad segurava.
-Sinbad, você é realmente louco para pegar essa tempestade até aqui com a Marina grav...
Proteu não terminou a frase vendo a pequenina pessoa nos braços de Sinbad.
-Linda não é? -Perguntou Sinbad e Proteu só pode concordar com a cabeça. –Marina está se recuperando do parto, mas precisa de mais cuidados, então acho que vamos ficar em Syracuse por algum tempo.
-Promete não roubar ninguém?-Perguntou Proteu encantado com o bebê.
-Tudo bem, mas não prometo por meus homens.
Nesse minuto todos do navio riam, riam tanto que somente depois notaram a linda carruagem com o símbolo real postada ao lado do navio.
-Vamos para o palácio, os médicos cuidaram de Marina e do bebê.
-O nome de minha filha é Diana.
-É um lindo nome. -Disse Proteu. -Vamos logo, quero apresenta-lo a Aslan.
-E quem seria esse?-Sinbad perguntou.
-Meu filho. Já faz algum tempo que não nos vemos.
Isso mesmo, Diana é nossa personagem principal e Proteu já tem o seu herdeiro ao trono. Fascinante, não?
Mas agora, iremos para longe de Sinbad e Proteu para um lugar onde poucos podem sair vivos. Um lugar pelo qual até mesmo Sinbad já passou e quase não saiu.
O Tártaro, a terra do caos. Onde Éris, a deusa do caos vive com seus monstros de estimação. Ao mesmo momento em que Sinbad e os outros iam para o castelo, Éris olhava com desprezo a cena.
-Maldição. Quer dizer que a pirralha do Sinbad finalmente nasceu? Humm... Se bem que seria ótimo, assim a minha vingança contra eles será muito mais dolorosa. Vocês não acham meus bichinhos?
Todos os milhares de monstros ali presentes rugiram e grunhiram em harmonia.
-Sabia que sim. -Disse ela dando uma ruidosa risada. -No entanto, acho que teremos que esperar. Até lá vamos observá-los.
