Gina procurou por Hermione, porém teve a mesma sorte que Harry em encontrar a amiga: logo após Fred sair a garota parecia prestes a chorar, mas saiu tão rápido do quarto que a certeza se fora junto a ela. E antes que pudessem ir atrás de Hermione e encontrá-la, a Sra. Weasley surgiu anunciando o retorno do marido. O alvoroço para descer as escadas e encontrar com Arthur fora tamanha que eles só notaram que Hermione estava junto a eles quando atingiram o primeiro andar. A aquela altura os outros tomavam cuidado para não deixar vazar até os ouvidos dos adultos os problemas internos que estavam tendo, claro, cada um atuava perfeitamente enquanto fingia estar tudo bem, Hermione evitou olhar para Fred enquanto ele passava por ela e marchava escada acima, quase não segurou o choro quando foi cumprimentar o Sr. Weasley e não disse uma única palavra enquanto Gina, Jorge e Rony bombardeavam o pai de perguntas, na verdade se esgueirou silenciosamente para a cozinha onde a Sra. Weasley começou a preparar o almoço; preferia preencher a cabeça com outras coisas, ocupar a mente que insistia em passara e repassar a bronca que Fred lhe dera a pouco.
Onde havia errado? O que tinha feito de tão detestável para ser tratada daquele jeito? Ela tentou ser a mais paciente e cuidadosa possível com Fred, nunca, em hipótese nenhuma esperaria que ele a tratasse daquela maneira. Oh, céus, como doía! Parecia que o rapaz havia feito mais do que gritar, havia enfiado a mão em seu peito e arrancado seu coração fora sem piedade nenhuma. Chorou em silêncio de costas para Molly enquanto descascava algumas batatas.
Durante o almoço não falou com ninguém, não queria conversa, explicações ou perguntas, precisava de um tempo sozinha, o que parecia ser IMPOSSÍVEL naquela casa, então a solução que arranjou foi engolir a comida de uma vez só e acomodar-se na escada do lado de fora da casa dos Black. Ninguém pareceu pensar em procurá-la ali, ou talvez se recusassem a enfrentar o frio? Pois ela nunca passou uma tarde tão solitária quanto aquela, a melancolia da neve, as ruas desertas, o risco de vida que estava correndo por estar tão exposta... Hermione não quis pensar em problemas, não quis pensar em Fred, mas ainda sentia o tapa que ele lhe dera na mão e ouvia o grito furioso do rapaz. Droga! Droga! Aquele som se repetia tanto a ponto de levá-la a loucura. Estava frio e infeliz ali, mas La dentro estava pior.
Só tornou a entrar quando começou a escurecer e a hora do jantar se aproximava. Procurou por Fred de imediato, porém ele não havia comparecido e logo Jorge estava subindo para dar a última dose de poção para seu irmão ficar completamente curado. Irritada com o comportamento infantil de Fred, sentiu-se arrependida por ter ajudado, mas logo afastou aquele pensamento bobo da cabeça: ele era um amigo necessitando de cuidados, nada mais...
A mão que ele beijara fora a mesma na qual batera.
Pensando nisso Hermione viu-se sozinha na sala de estar, a lareira fora gentilmente acendida por Lupin antes dele subir e desejar uma boa noite para a garota. Harry pensou em fazer companhia para a amiga, mas Gina o segurou e explicou que, as vezes, mulheres precisavam ficar a sós com os próprios pensamentos. Rony tentou insistir para ficar com a amiga, mas a jovem Weasley era persistente. Carregou os dois para cima sem dizer mais nada, apenas lançando um olhar preocupado para a amiga.
-Jorge..?
Ele acordou de imediato quando o irmão o chamou. A voz de Fred estava rouca e áspera, tão seca quanto a própria garganta.
-Diga. – ele afastou-se um pouco do irmão na cama e tentou ver seu rosto pela luz do luar, preocupado com a saúde de Fred.
-Pode pegar um copo d'água pra mim? Não estou me sentindo bem...
-Claro que não. Você não comeu nada o dia inteiro. – ralhou Jorge pondo-se de pé com um suspiro e esfregando os olhos: que horas eram? Bocejou e jurou a si mesmo que cobraria do irmão mais tarde.
Se preocupar em por os chinelos, Jorge desceu as escadas na ponta dos pés, rezando para não fazer qualquer barulho, ou acordaria Monstro e ele iria gritar e praguejar em voz alta sobre como a ralé andava se esgueirando pela casa a aquela hora. Atingiu o último degrau da escada com alívio e ficou surpreso quando viu sua sombra sendo projetada no chão. Espiou para dentro da sala de estar e encontrou Hermione, ainda acordada, o olhar fixo em algum ponto dentro da lareira acesa.
-Mione?
Ela deu um pulo de surpresa no sofá antes de lançar a Jorge um olhar assustado.
-O que está fazendo aqui? – sussurrou ela com urgência.
-Vim pegar um pouco de água pro Fred. – ele fingiu não ver a expressão dela se fechar em uma carranca – E você? Ficou aqui a noite toda?
-É, perdi a noção do tempo. – suspirou ela com um ar infeliz.
Sem saber o que fazer diante daquela situação, Jorge enfiou as mãos nos bolsos do jeans surrado que usava. E agora?
-Quer companhia?
Jorge jurou que receberia um olhar incrédulo, que atirariam pedaços de madeira em chamas na sua direção, contudo Hermione fez um biquinho infeliz e o olhou com magoa antes de acenar de maneira positiva para ele. Pedindo apenas um minutos, Jorge pegou um copo d'água e levou para Fred, que bebeu com veemência seu conteúdo.
-Obrigado. – agradeceu ele. – Aonde vai? – perguntou quando viu que o irmão não havia ido pra cama e voltava a abrir a porta.
-Derrubei uma vasilha com leite lá embaixo. Se não limpar, o cheiro vai estar péssimo amanhã e mamãe vai nos obrigar a limpar tudo de novo, e se...
-Tá bem, Jorge. – resmungou Fred recordando-se do que ganhara na última vez em que limpara a cozinha. – Boa sorte.
Agradecendo por ter aprendido a mentir daquele jeito com Fred, Jorge fechou a porta cuidadosamente atrás de si e tornou a descer.
-Então, o que houve? Você não é o tipo de pessoa que vira a noite sem, pelo menos, estar acompanhada por dois livros e um dever de Transfiguração. – Jorge tomou o lugar do lado esquerdo da garota, onde a janela estava e assim podendo proteger Hermione de qualquer vento que encontrasse uma brecha entre as dobradiças e madeira velha.
-Nada.
-Hermione, a menos que você seja uma coruja, o que eu duvido, não vai passar a noite em claro por "nada". – Jorge pegou uma das mãos dela e notou como estava gelada: há quanto tempo ela estava ali sozinha sem cobertor e tão longe da lareira? – É meu irmão, não é?
A forma como Hermione se encolheu disse tudo que ela não falava. A garota fitou o teto tentando encontrar uma maneira para escapar do mesmo assunto que preenchera sua mente ao longo do dia.
-Ah, Rony não tem falado tanto sobre Lila...
-Por que todos me tratam como um idiota? Tenho a cara de Fred, por acaso? – pelo menos ele a fizera rir. – Mione, eu sei que o que ele fez não foi certo...
-Não quero que peça desculpas por ele. – interrompeu ela com um olhar furioso.
-E não vou. Já cansei de fazer favores praquele idiota. Mas, minha querida Hermione, meu irmão as vezes age como um imbecil porque ele, bom, ele é um. Porém ele tem sofrido...
-Com o que?
Jorge a encarou com um olhar desafiador e desdenhoso, e ficou satisfeito ao perceber que Hermione não conseguiu mantê-lo por muito tempo.
-Agora você está agindo como um dos gêmeos Weasley. Por favor, você é inteligente, ele faz questão de ter você cuidando dele, sossega quando você está por perto, beijou sua mão... Posso não ser tão esperto quanto você, Hermione, mas também não sou burro ou cego.
-Ele gritou comigo, Jorge. E me bateu! Não se faz isso quando... – ela pausou a fala para tomar coragem e dizer – quando se gosta de alguém.
-Ele acha que você o detesta. Que está brincando com os sentimentos dele. Vamos lá, o gêmeo sagaz está aqui do seu lado, Fred só percebe a verdade quando ela é esfregada na cara dele. E por mais que esteja óbvio – ele sorriu quando a viu corar – que uma jovem tão doce e madura como você esteja apaixonada pelo troglodita com hematoma, Fred tenta não nutrir muitas esperanças quando se trata de mulheres.
Ela riu um pouco mais sem acreditar que estava tendo aquela conversa com Jorge no meio da noite. Ah, seria muito mais fácil se gostasse dele, tão simples; Jorge era prático e bem humorado, era perspicaz e mais passivo em relação aos outros. Porém a vida não foi feita para ser tão tranqüila, os desafios sempre iriam existir para a maioria das pessoas. Ela gostava de Fred e não conseguia se ver junto a Jorge, ele era apenas seu amigo e confidente.
-Está bem, está bem. Vou tentar ser mais compreensiva. Amanhã falo com ele.
-E eu dou uma amaciada, tento convencê-lo do quão babaca ele foi e beijar seus pés pedindo perdão.
-Isso seria ótimo.
-Claro que sim! Isso e sobrinhos inteligentes. Brincadeira. – ele riu diante do choque da garota. – Eu posso esperar até você se formar. Brincadeira, Mione. Brincadeira.
Se ambos tinham sono até há pouco tempo, a vontade de dormir tinha se dissipado conforme o clima caloroso tomava conta da sala. Jorge tentou ao máximo esclarecer como Fred se sentia, e ficou feliz, porém não surpreso, por ver que Hermione o compreendia muito bem e, principalmente, respeitava seus sentimentos. Foi um pouco mais difícil conseguir fazê-la falar, mas ela acabou se abrindo e sua sinceridade o comoveu a ponto de indagar se seu bruto irmão não estilhaçaria tamanha jóia. Riram, brincaram, e aos poucos o assunto foi acabando e o cansaço foi voltando a cair sobre os dois. Nenhum deles queria voltar para seus quartos, onde o clima era pesado e ansioso, então Jorge ofereceu seu ombro para Hermione e procurou aquecê-la, até aninhou suas pequenas mãos junto a dele antes de certificar-se que ela estava confortável e dormir.
Acordar com uma crise de tosse fora mais terrível do que Fred imaginara. Ele achou que sufocaria antes de sentar-se e recompor-se. Só depois notou que não sentia mais dor no maxilar, e isso o animou para pôr-se de pé. Sim, agora nada o impediria de correr as soltas pela casa, poderia falar livremente. Seu bom humor era tamanho que decidiu que a primeira a desfrutar do retorno de sua capacidade de falar seria Hermione: pediria desculpa, conversaria com ela, a faria rir e talvez, talvez abrisse seu coração.
Logo após de um belo copo d'água. Que droga, aquela poção realmente secava a garganta. Fred saltitou pela escada enquanto filosofava...
Ele congelou quando alcançou o último degrau e viu a imagem de seu irmão abraçado com Hermione, a cabeça da garota encostada no ombro dele, o braço de Jorge por sobre os ombros magros dela. O pequeno corpo de Hermione estava encolhido contra o do rapaz, pedindo calor em meio ao frio do inverno, as olheiras sobre seus olhos indicavam que passaram a noite acordada.
Fred sentiu algo dentro dele se partir, a fissura da represa que segurava suas emoções e agora começava a ceder. Uma gama de pensamentos cruzou sua cabeça naquele instante; o desejo de gritar com os dois, de virar sobre ambos um balde de água gelada, de continuar o caminho e fingir que nãos os vira, ou correr como uma criança assustada e nunca mais ser encontrado. Até mesmo a possibilidade de matar Jorge passou por sua cabeça, mas sabia que o irmão lutava melhor do que ele, provavelmente iria perder... Para o inferno! Foi silenciosamente até os dois colocando o copo perto da escada, o olhar carregado de desprezo sendo despejado sobre Jorge e Hermione com tamanha intensidade que ela acordou, desnorteada e cansada, tentando entender onde estava e o que estava acontecendo.
-Fred, o que... – começou ela, quando viu Jorge sendo puxado pela gola da roupa de seu lado e recebendo um soco violento no rosto. – FRED!
Ele não quis ouvir, ignorou os gritos da garota enquanto ficava sobre o irmão gêmeo e o atingia novamente. Só após cuspir um punhado de sangue Jorge conseguiu entender o que estava acontecendo. Seu irmão estava lhe batendo com o que parecia ser toda a sua força e Hermione gritava no sofá. O por que ele ainda não conseguira concluir, mas quando a garota tentou tirar Fred de cima dele e ele a empurrou para longe, sangue começou a ferver até a cabeça de Jorge e ele virou o corpo do irmão, ficando sobre ele e o atingindo com o punho também.
-Você está louco? – gritou Jorge impedindo que o gêmeo acertasse seu nariz.
-PAREM COM ISSO! – gritou Hermione vendo o rosto de ambos sangrando e os movimentos se tornarem mais violentos. – PAREM! SOCORRO!
Um cão negro disparou escada abaixo com os caninos a mostra e acompanhou para onde Hermione apontava. Com dois saltos cobriu a distância entre ele e os gêmeos, atingindo Jorge pelas costas e o jogando em direção a parede oposta. Sirius rosnou para os dois rapazes desafiando qualquer a passar por ele. Naquele instante o Sr. E a Sra. Weasley aparataram na sala de estar junto com Lupin e Tonks, todos alertas supondo que a gritaria fora gerada por um ataque de Comensais; o restante dos Weasleys e Harry apareceram com um pouco mais de atraso, porém todos compartilhavam da mesma expressão confusa e ansiosa.
-O que houve? Por que gritou, Hermione? – perguntou Lupin lançando um olhar atento pela sala.
-Eles estavam se matando em cima do meu tapete. Foi isso que houve. – Sirius assumiu a forma de humano e fitou os gêmeos com um olhar assassino.
-Vocês enlouqueceram? É isso? – por mais irritados que estivessem, nenhum dos dois tinha coragem de olhar a mãe nos olhos naquele momento. – Como nos fazem passar por uma vergonha dessas? Sirius, não sei o que há com eles, eu...
-Por que eu estou levando bronca? Fred me bateu primeiro! – gritou Jorge apontando para o irmão que tentava limpar o sangue do nariz com as costas das mãos.
-Não interessa quem começou! – cortou Molly apontando a varinha para os dois. – Que vergonha, que vergonha! Seu pai mal chega em casa e você nos aprontam essa? Ora, eu deveria mandá-los direto para Hogwarts, é isso que deveria fazer!
-Querida, não está sendo muito dura... – começou o Sr. Weasley.
-Claro que não! Há dois dias Jorge explodiu uma panela de melado na cozinha e agora sou acordada pela manhã porque os dois estavam brigando? – era verdade. A mulher havia surgido no meio da sala com o pijama bege e velho e o cabelo cheio de rolos. – Já para o quarto e só vão sair de lá na noite de Natal!
-Molly, tem certeza de que é uma boa idéia deixar os dois juntos? – Lupin avaliou o estrago que um gêmeo fizera no outro.
-Que se matem, mas não destruam a casa de Sirius.
Fred e Jorge não sabiam onde enfiar a cara. Ficaram ali, com todos os olhares cravados neles, martirizando-se por não terem suas varinhas e simplesmente aparatar para bem longe. Odiando o motivo pelo qual começou a briga, Fred foi o primeiro a mover-se em direção ao quarto, carregava um olhar irritado e infeliz e jurou que não se conteria quando ele e o irmão estivessem a sós. Jorge imaginava que, assim que fechasse a porta do quarto, estaria trancado com um ser de aparência idêntica, porém com o poder destrutivo de um trasgo. Oh, seria uma tarde longa, cheia de explicações e brigas...
-Hermione, você está bem? – Sirius se aproximou da garota e pôs uma das mãos em seu ombro.
-Estou. Só um pouco surpresa.
-Venha, querida. Vou fazer um pouco de café para você. – a Sra. Weasley a guiou até a cozinha sendo seguida por Gina, Rony e Harry.
-Por que eles estavam brigando? – perguntou Gina perto de Hermione enquanto a mãe bocejava conforme esquentava água para fazer café.
Os outros dois rapazes se curvaram para perto da amiga a fim de ouvir a história.
-Eu não sei. Jorge desceu ontem a noite e ficamos conversando...Oh, por Merlin! – ela tampou a boca em um gesto assustado.
Olhou para a Sra. Weasley, mas a bruxa estava tão cansada que começou a despejar o café em um pote de geléia, e não em uma caneca. Hermione olhou para Gina horrorizada, suas palavras mal passando de um sussurro.
-Eu e Jorge acabamos dormindo no sofá. Eu encostei nele e...Oh, Fred deve ter descido as escadas e visto nós dois e...
Gina sacudiu a cabeça entendendo onde a amiga iria chegar. Rony deu um sorriso enviesado em sinal de solidariedade antes de dizer:
-Talvez você possa se explicar...
-Eles estão de castigo, Ron. E depois, duvido que ele vá querer me ouvir depois do que viu... – Hermione esfregou os olhos de maneira cansada. – Por que, de todos os idiotas em Hogwarts, eu tinha que me apaixonar pelo maior deles?
-Segundo maior. – corrigiu Gina.
-Você esqueceu do Malfoy. – completou Rony.
-Eu estava falando de você. – a jovem Weasley retrucou, fazendo uma careta para o irmão.
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N.A.: Hey, Cheff! Olá, olá. Como vão todos. Cada vez mais recebo comentário lindos e fico toda *0* "magia"...Enfim, muito obrigada, gente. Isso me motiva a escrever mais fanfics de HP lá pra frente (muita vontade de escrever Snape/ Lilian) Mas vou me segurar, já estou pendente em várias histórias. Bom:
Demon Y. Uchiha: Que Reviews superfofa =D Eu derreti, muito, muito obrigada, fico muito feliz que tenha alcançado esse nível e agradado. Sim, tadinho do Fred, mas tadinha da Hermione! Ai, eles são lindos, Fred é lindo (morri) Eu adorei essa conversa do Jorge com a Mione, achei tão bonitinho. Bom, muito obrigada de novo =D
Ines G. Black: Hehe, tudo certo, tudo certo. Sim, sim, eu acho essas cenas onde um cuida do outro a coisa mais linda do mundo *0* Oh, quero um romance assim. Relaxa, vai dar tudo certo no final, as coisas só estão esquentando. ;) Obrigada pela Review!
UchihaItachi: FINALMENTE NOS ENCONTRAMOS! Cara, custou para descobrir quem você era. Bobão XP. Mas valeu, que bom que gostou e pena que o MEC não ache que eu escreva tão bem ¬¬ Anyway, muito obrigada. E depois posto minha conta no deviantart com cenas das fanfics
justaweirdowith noname: Quem não quer aquele corpo nu? O cara é bem definido, e alto e com longos polegares...Oooops. Rolou uma briga ai em cima, vejamos como vai acabar
Luiza: Ah, ele vai pedir. Fred tem que aprender a controlar seu gênio u.u Obrigada !
Pessoal do Brasil, Portugal, EUA, França, Japão, muito obrigada por continuarem a ler, fico muito feliz e, olha só, fazendo propaganda, acabei de lançar "Kirin" , que tem um pouco de tudo, um romance com Fred também. O primeiro capítulo ficou uma droga, mas vou tentar melhorar apartir do segundo, então se quiserem acompanhá-la, sintam-se a vontade =D
.net/s/7779287/1/Kirin
Um abraço e até a próxima!
