Capítulo 6 – Inesperado
Harry já a esperava por Gina a mais de trinta minutos naquele mesmo parque em que ele a havia chamado para conversar no outro dia. A cada segundo consultava o relógio e olhava para as esquinas, observando por algum sinal do corolla preto dela. Esticou as pernas e recostou-se no banco de madeira. Pegou o celular do bolso e o olhou mais uma vez, brigando consigo mentalmente, pois deveria ter pego o número dela na noite passada. Contudo, lembrar-se desse pequeno detalhe lhe passou despercebido naquela noite.
Já estava para ir embora quando uma buzina de carro o fez voltar à realidade. Era ela. Havia demorado, mas lá estava. Ele praticamente pulou do banco e correu até o carro.
— Por que demorou tanto? — Ele perguntou, beijando-a em seguida.
— Desculpe-me Harry. — Gina falou desvencilhando-se dele. — Aconteceram algumas coisas hoje.
— O que foi?
— Não estou a fim de falar sobre isso. — Gina falou rispidamente. — Vamos!
— Claro! — Ele ficou um pouco estático com o jeito bruto que ela o tratou.
— Desculpe! Vem aqui. — Ela disse e o beijou ardentemente.
— Está perdoada.
E com mais um beijo os dois seguiram no carro. Por um momento Harry se perguntou para onde exatamente os dois estavam indo, mas assim que ele reconheceu o caminho até a casa dela onde ele fora no dia anterior, o sorriso brotou em seu rosto. Gina percebeu quando ele começou a sorrir bobamente e perguntou.
— Do que você está rindo?
— Nada. — Tentou disfarçar, mas acabou sorrindo de novo. — Desculpe... Deixa pra lá.
— Ta bem. — Ela respondeu indiferente. — Me faz um favor?
— Claro. — Harry respondeu, virando-se prestativamente para ela. — O que é?
— Abra o porta-luvas, por favor. — E assim Harry o fez. Quando o abriu, avistou os documentos do carro, um cigarro e um isqueiro. — Acenda um cigarro para mim.
— Você fuma? — Harry perguntou surpreso.
— Sim, eu fumo. — Gina voltou a falar rispidamente. — Algum problema?
— Nenhum. — Harry falou aborrecido. — Ms o que está acontecendo com você hoje? Ta falando toda arrogante...
— Eu já disse que minha manhã não foi muito boa, Harry.
— E por que não desabafa? Não ti faz sentir melhor?
— Não. Não vai.
— É que do jeito que você está me tratando faz até eu achar que a culpa é minha.
Gina o olhou, mas não por muito tempo devido a estrada. Ela ficou sem fala após o aquilo. Harry ficou amuado a um canto, só observando-a dirigir. Depois de um tempo ele percebeu que continuava com o cigarro nas mãos e o acendeu imediatamente, chamando a atenção dela. Ela entreabriu os lábios lentamente e ele pos o cigarro em sua boca, observando no momento seguinte uma baforada sair de sua boca.
Assim que chegaram a casa dela, Harry a abraçou e quando tentou beija-la, Gina esquivou-se e o empurrou no sofá.
— Eu vou tomar um banho primeiro. — Ela falou categoricamente, Harry a olhou com cara de bobo.
— Posso ir com você? — Ele perguntou esperançoso e a abraçou pela cintura. Gina sorriu, era a primeira vez no dia que ela sorria para ele.
— Se você quiser. — Ela pegou o rosto de Harry entre as mãos e o beijou. — Desculpe ter sido tão estúpida com você. Meu dia não foi muito bom.
— Está desculpada. — Ele sorriu para ela e passou a mão em seu rosto. — Você é linda Gina.
— Você também é lindo. — Gina o puxou do sofá e o guiou para seu quarto.
As roupas foram arrancadas sem cerimônia, um despindo o outro de maneira sensual e sem barreiras. Foram aos beijos até o banheiro e entraram embaixo do chuveiro. Gina sentia o membro de Harry crescer por entre suas pernas, deixando-a completamente louca. Harry a prensou na parede do banheiro, sem descolar seus lábios jamais, e com um impulso a fez passar as pernas por sua cintura, penetrando-a logo em seguida.
A água caindo sobre ambos, os corpos se fundindo de maneira carnal. Os gemidos e as lamúrias de prazer aumentavam cada vez mais á medida que Harry avançava mais dentro de Gina e mordiscava seus seios. Desta vez eles chegaram ao ápice mais rápido do que da primeira vez em que haviam feito amor. As respirações foram diminuindo e Harry descansou a cabeça entre os seios dela. Ele logo a olhou e viu a expressão de prazer em seus olhos, aquilo o deixou eufórico e satisfeito.
Depois de se recomporem, eles começaram a tomar banho de verdade. Harry ensaboou as costas dela, seu pescoço, sua barriga e suas pernas, tudo lentamente, desejando que o momento não acabasse nunca mais. Gina vestiu seu roupão que estava pendurado na porta do banheiro e foi pegar uma toalha para que Harry se enxugasse. Ela vestiu uma calçinha e um sutiã enquanto Harry vestiu apenas a sua cueca boxe preta. Gina foi para a cozinha com Harry em seus calcanhares.
— Você deve estar com fome. — Ela disse, pegando uma frigideira e olhando para ele.
— Na verdade eu estou. — Harry respondeu indo até ela e lhe abraçando por trás e lhe dando um beijo no pescoço. — Eu adoro ficar assim com você.
— Verdade? — Ela perguntou enquanto cobria os braços dele que estavam em sua barriga com os seus. — Eu também gosto.
— O que você vai fazer pra gente?
— Omelete. Você gosta?
— Sim, eu gosto. — Ele respondeu simplesmente.
— Então vai pegar três ovos ali. — Ela disse, desvencilhando-se dele e apontando para cima da geladeira, onde os ovos estavam.
— Certo.
Enquanto comiam a omelete, conversavam sobre várias coisas.
— Eu estava meio indecisa sobre fazer letras ou direito. — Gina contava para ele no tempo em que fora se formar. — Mas aí eu consegui assistir a umas aulas de letras e acabei me apaixonando por isso.
— Legal. — Harry respondeu e levou a colher a boca. — Não consigo ti ver sem ser professora.
— Na verdade eu também não. — Gina tomou um gole de seu suco. — Acho que nunca fui tão boa em algo na vida.
— Eu discordo. — Harry disse sugestivamente e depois deu um sorriso discreto. Gina passou um tempo sem entender, mas logo caiu na realidade das palavras dele.
— Ora seu... — Ela deu uma tapa leve em seu braço e os dois começaram a rir. — Mas e você? O que você pensa em fazer?
— Ah eu...
— Vai virar pianista?
— Não mesmo. — Ele respondeu negativamente. — Esse deve ser o sonho da minha mãe não meu. Eu quero ser médico.
— Médico? — Gina perguntou surpresa. — Bom para você. Então você quer ser o Dr. Potter?
— Gostei do Doutor. — Ele respondeu e levou mais um pedaço de omelete a boca.
— Mas médico de que?
— Neurologista.
— Nossa, eu não conhecia esse seu lado. — Gina revelou surpresa. — Estou adorando.
— Que bom. — Harry disse satisfeito.
Após mais um tempo de conversa, os dois foram para o quarto e tiveram mais uma rodada de sexo. Quando deu sete da noite, Gina o levou para a casa, assim como na noite passada. Harry tentou convence-la a encontrar-se com ele no domingo, mas ela disse que iria visitar sua família e todas as chances que ele tinha foram vetadas. De cabeça baixa, Harry saiu do carro e entrou em casa.
Sua mãe estava tocando piano e Harry estranhou, pois, àquela hora ela não costumava tocar mais. Ele foi-se aproximando da sala particular onde ela dava as aulas e abriu a porta sem cerimônia. Ao fazer isso, viu que ela não estava sozinha. Lily estava acompanhada por Cho Chang, a filha dos vizinhos ao lado. Ela tinha descendência japonesa, mas fora criada na Inglaterra desde pequena. As duas se viraram para ver quem as havia interrompido. Assim que o viu, Cho sorriu de ponta a ponta e ele apenas se limitou a sorrir de volta.
— Boa noite! — Ele disse educadamente.
— Boa noite! — Cho respondeu animada. Lily deu um sorrisinho faceiro para o filho e se levantou.
Harry! — Lily disse, abraçando-o. — Que bom que já chegou.
— Tudo bem mãe. — Ele respondeu. — Eu não sabia que a senhora estava com uma aluna. Eu vou deixá-las.
— Não querido. — Lily tornou a falar. — Eu e Cho já terminamos. — Ela olhou para Cho que se limitou a sorrir. — Eu vou esquentar sua janta, se importaria de levar a Cho até a porta?
— Ah... Não. — Harry respondeu sem jeito. — Pode deixar eu a acompanho.
— Boa noite Sra. Potter.
— Boa noite Cho.
A mãe saiu da sala tentando disfarçar o sorriso. Harry sabia que, no fundo, a mãe torcia para que ele e Cho ficassem juntos. Lily sempre fazia questão de elogiar a garota mais do que o necessário em sua frente, e sempre obrigava o pai a falar também. Já a vizinha parecia realmente querer algo com ele. Sempre lhe dando sorrisos demais, sempre arrumando os mais bobos pretextos para falar com ele. Enquanto caminhavam pela sala, Cho esforçava-se para andar o mais lentamente que podia, e tentando sempre roçar sua mão na dele. Quando Harry abriu a porta, Cho não saiu de imediato.
— Então Harry! — Ela virou-se para ele. — Eu soube que você é ótimo em matemática.
— Bem! — Ele respondeu. — Eu presto muita atenção durante a aula.
— Claro. — Ela sorriu e ajeitou a franja. — Mas eu sou péssima e as provas já estão chegando.
— É verdade. Por isso mesmo que eu já vou pro meu quarto e estudar. — Ele falou aquilo para tentar apressa-la, para fazê-la "se tocar".
— Ah... Tudo bem. Então me deixe falar logo. — Ela deu mais um sorrisinho e continuou. — Eu pensei. Já que somos vizinhos, você bem que poderia me dar umas aulas de reforço.
— Eu?
— É você. — Ela repetiu. — Só esse favorzinho. Por favor!
— Ah... eu... — Ele realmente não sabia o que dizer. Ficaria sem graça em dizer não, até porque tempo não lhe faltava. Ele só não queria dar falsas esperanças a ela, já que estava apaixonado por outra. — Pode ser!
— Mesmo? — Cho sorriu ainda mais.
— Sim.
— Que maravilha! — Cho respondeu. — Nossa primeira aula pode ser amanhã?
— No domingo? — Ele perguntou surpreso.
— Você estará ocupado? — Ela perguntou meio desapontada.
— Bem... Não é que... Geralmente se quer distância de estudos no domingo...
— Mas eu estou mesmo precisando das aulas. — Cho deu uma batida leve em seu braço. — E então, pode ser?
— Claro! — Harry coçou a nuca e a olhou meio incerto. — Ás dez da manhã?
— Perfeito. — Ela respondeu e esticou a mão para Harry. — Obrigado
— Sem problemas! — Harry pegou em sua mão e a balançou de modo gentil. — Na minha casa ou na sua?
— Aqui! — Ela respondeu rapidamente. — Se não se importa.
— Por mim tudo bem! — Harry respondeu indiferente. — Até amanhã.
— Até amanhã Harry. — Ela sorriu mais, soltou sua mão e depois foi embora.
Harry a observou andar até sua casa. Ele não podia negar que Cho era muito bonita. E uma garota gentil e educada, mas infelizmente ele já estava apaixonado por Gina. Sua adorável e doce Gina. Ele trancou e porta e quando virou-se, deu de cara com Lily, que o observava atentamente.
— O que vocês conversaram tanto? — Ela perguntou desconfiada.
— Ele me pediu umas aulas de reforço com matemática. — Harry falou, tentando parecer indiferente. — E amanhã vai ser a primeira aula.
— É mesmo? — Lily perguntou animadamente. — Ela é uma garota muito boa. Que bom que você vai ensiná-la.
— Não fique mais me jogando nos braços dela igual agora. — Harry disse emburrado e balançou a cabeça. — Eu não gosto dela mãe.
— Mas pode começar a gostar.
— Não vou mãe. — Ele falou por fim. — Eu vou tomar um banho e já desço para jantar, está bem?
— Claro. Seu pai já vai ter chegado á essa hora.
Harry subiu as escadas e percorreu o corredor até o seu quarto. Ascendeu a luz e atirou-se na cama, relembrando a tarde que passara com Gina. Seu coração explodiu em ternura ao lembrar das feições frágeis, as sardas, o cabelo vermelho e vivo. Tudo em Gina era muito bonito e lhe despertava sentimentos profundos. Jamais pensou que ela se deixasse envolver com um aluno. Não que ele estivesse reclamando.
Enquanto pensava nisso, ele começou a lembrar assim que ela chegara ao parque. A maneira rude como ela o tratou. O que será que havia acontecido para que ela ficasse com tanta raiva? O que Gina mantinha tanto em segredo? O que ela realmente queria com ele? Essas eram perguntas que ele não se atrevia a fazer. Ficava apenas aproveitando cada segunda que tinha com ela, porque era uma sorte Gina ter aceitado ficar com ele. Sem dúvida era uma sorte a qual ele não podia desperdiçar.
Ele foi ao banheiro, tomou seu banho vagarosamente e vestiu a roupas de dormir. Desceu as escadas e viu a mãe e o pai sentados no sofá, abraçados e assistindo a tv. Jantaram em silêncio como sempre faziam. James perguntou uma ou duas coisas a Harry e Lily. Depois se despediu doas pais e subiu novamente para seu quarto, mas antes de dormir, ligou o computador e conversou com Rony e Hermione, seus amigos, pela internet. Já era quase onze quando o sono o pegou de vez e ele foi deitar-se, dormindo assim que pos o rosto sobre o travesseiro.
Harry acordou lá pelas dez da manhã e com Lily praticamente gritando em seu ouvido. Ele despertou de uma só vez devido aos sacolejos que a mão dava nele.
— O que aconteceu? — Ele perguntou meio sonolento e procurando os óculos que estavam na mesa de cabeceira ao lado. — Ta cedo.
— Cedo nada. — A mãe o desenrolou dos lençóis. — Cho já está lá embaixo lhe esperando.
— Que droga! — Exclamou, assim que levantou da cama. — Me esqueci.
— Tome logo um banho. — Lily disse. — Eu vou preparar o seu café da manhã.
— Está certo. — Ele tirou a blusa e jogou sobre a cama. — Eu desço em um minuto.
Harry tomou um banho rápido, vestiu um short e uma camiseta e desceu. Assim que chegou ao hall, viu Cho sentada no sofá assistindo televisão e rindo de alguma coisa. Logo o cheiro de comida invadiu suas narinas. Ela olhou em sua direção e sorriu.
— Ah finalmente meu professor apareceu. — Ela disse animada. Harry viu que ela tinha um caderno em uma bolsa pequena nas pernas.
— Bom dia Cho. — Harry respondeu. — Eu vou só tomar um café rápido, não demoro.
— Tudo bem! Não se preocupe.
— Já volto.
Harry comeu apressado mesmo Lily tendo dito que ele se acalmasse, mas quando mais cedo começasse mais cedo ela iria embora. Quando voltou a sala Cho ainda assistia a televisão entretida. Ele deu um leve pigarro o que chamou sua atenção.
— Vamos lá! — Harry a chamou.
— Claro! — Ela deu um pulo do sofá. — Onde? Aqui mesmo?
— Não! — Harry disse. — Vamos para sala onde a mamãe da as aulas de piano. Tem uma mesa lá.
— Tudo bem, vamos.
Durante toda a explicação que Harry dava sobre as questões ela mostrou-se atenta e interessada. Conseguiu resolver os problemas, apenas se atrapalhou um pouco com alguns sinais. Tudo o que a denunciou com sinais de segundas intenções foi o fato de ela ficar perto demais de Harry, mais do que o necessário, deixando o rosto bem próximo do dele, na esperança de talvez ele tentar alguma coisa, o que não aconteceu.
Enquanto ela fazia uma questão particularmente difícil, Harry sentou-se ao piano e dedilhou as teclas suavemente para que não chamasse atenção da garota, mas quando se deu conta Cho já estava do seu lado, sentada no banco e bem perto dele. Ela passou um braço pelo dele e deitou a cabeça em seu ombro.
— Você toca muito bem. — Ela o elogiou e apesar de Harry estar bastante desconfortável com aquilo ele até gostou do elogio.
— Obrigado. — Ele sorriu um pouco e continuou com a melodia. — Mamãe me ensinou desde que eu tinha sete anos.
— Por isso você é tão bom.
— Vamos voltar para os deveres.
— Você é um rapaz tão bom. — Cho desencostou a cabeça do ombro de Harry e falou aquilo naturalmente. — Eu gosto muito de você Hary.
Mas quando Harry obrigou-se a dizer alguma coisa, ela simplesmente o beijou. Ela passou os braços pelo pescoço dele, tornando difícil afasta-la sem ser grosseiro. Mas foram interrompidos por Lily, que vinha trazendo alguns sanduíches e sucos. Apesar de ter sido pego em flagrante com algo que ele não fizera, Harry até se sentiu aliviado, pois não conseguiria afasta-la. Eles se separaram rapidamente.
— Oh! — Lily exclamou e colocou a bandeja sobre a mesa. — Eu vou deixa-los á sós.
— Mãe! — Harry a chamou, mas ela já havia desaparecido pela porta.
— Me desculpe! — Cho falou apressada e praticamente correu até a mesa, guardando suas coisas. — Eu não deveria ter feito isso.
— Calma Cho. — Harry tentou acalma-la. — Tudo bem.
— Não, não está. — Ela segurou o caderno e a bolsa nas mãos e o encarou. — Eu vou embora.
— Espera...
— Eu não sei o que deu em mim. — Nesse minuto uma lágrima surgiu em sua face. — Desde o Cedrico eu não me aproximava de ninguém.
— Eu entendo. — Harry falou compreensivo e com pena ao mesmo tempo. Ele a observou andar até a porta, mas antes de sair ela virou-se para ele.
— Eu realmente gosto de você.
Ela saiu rapidamente depois disso. Harry ficou com cara de idiota, tentando entender o que realmente acontecera. Ele voltou a se sentar ao piano e recomeçou a tocar. Cho parecia ser uma garota muito emotiva. Ele lembrava-se do tempo em que os dois namoraram. Eles pareciam estar bastante apaixonados, mas houve um assalto na loja em que Cedrico trabalhava. Ele tentou reagir e o assaltante lhe baleou. Ele chegou ao hospital vivo, e infelizmente a bala instalou-se em seu peito. Os médicos tentaram de tudo, mas depois de alguns instantes Cedrico não resistiu.
Foi realmente triste. Harry lembrava-se que Cho passou os últimos dois anos se sair de casa, ia apenas a escola e somente depois de muita insistência por parte da família. Harry sentiu-se meio culpado, mas ele não podia fazer nada, ele simplesmente não gostava de Cho. Antes que sua mãe o abordasse e começasse a fazer um monte de perguntas, decidiu ir logo para o seu quarto e tentar estudar um pouco.
N/A: Bem... Demorei um pouco para atualizar. Ficou meio corrido, mas enfim... Espero que gostem do capítulo.
Sim, Gina tem um segredo, não é imaginação do Harry.
E Cho é realmente uma garota legal e honesta na história.
Bjs!
