Beta: Carol Camui (*..*)
O diretor mal podia acreditar na cena que presenciava naquela segunda-feira. Tinha sido chamado às pressas durante seu almoço, apenas sendo informado de uma ocorrência que precisava de sua atenção. Deixou o restaurante com grande parte da comida em seu prato e retornou à escola. Chegando lá, procurou pela coordenadora que tinha feito o telefonema. A senhora o levou até as piscinas, que ficavam na parte mais afastada da escola. O que viu o deixou perplexo.
Os professores tentavam dispersar os alunos que insistiam em brincar com a situação. Uma nuvem de espuma cobria toda a piscina e começava a transbordar por todos os lados, chegando a uma altura considerável. Jeffrey abaixou a cabeça, colocando o polegar e o indicador sobre o nariz, entre os olhos, não acreditando que aquilo era possível. Somente um nome lhe passava pela mente como responsável por aquele incidente: Jensen.
Apesar de suspeitar do aluno, Jeffrey preferiu investigar a situação, para não correr o risco de ser injusto. Foi até o CFTV - central de segurança da escola - e solicitou a gravação de uma das câmeras que ficava localizada próxima a piscina. O segurança entregou-lhe a gravação de todo o período da manhã. Teria que perder algum tempo assistindo o vídeo se quisesse ter alguma pista de quem tinha feito aquela pegadinha.
Após meia hora assistindo o vídeo acelerado, o diretor já estava ficando impaciente. Nada fora do normal estava acontecendo. Deixou sua sala em busca de um café, para se manter acordado. De volta a sua poltrona, colocou o vídeo um pouco mais rápido. Já estava quase desistindo, quando viu uma pessoa encapuzada passando com um galão nas mãos. Pausou o vídeo e voltou para poder assistir em velocidade normal. Voltou algumas vezes, entretanto, não conseguiu identificar quem estava com o galão. Pelo horário do vídeo e o horário que tinha sido comunicado, calculou que era tempo suficiente para se formar aquela quantidade de espuma. Avançou o vídeo mais alguns minutos e observou a mesma figura voltando, desta vez com o galão vazio. Voltou alguns segundos e observou em câmera lenta. A única coisa que viu foi um sorriso. Conhecia aquele sorriso.
Jeffrey custava a acreditar. Não era possível que um único aluno pudesse lhe causar tanto tormento. Agora, sentado em sua cadeira, recostou-se confortavelmente e começou a pensar. Quais seriam os motivos para Jensen ser assim? O primeiro ele já conhecia: Jensen era mimado. Isso era óbvio, entretanto, não poderia ser apenas isso, afinal em uma escola de alto padrão era muito comum encontrar alunos mimados e sabia como lidar com eles. Logo, não era apenas isso. O aluno tinha necessidade de chamar atenção, por certo devido à ausência dos pais. Eram comuns pais que trabalhavam muito e deixavam de dar atenção aos filhos, mas ainda assim, essa era um característica comum aos jovens com os quais estava acostumado a lidar. Uma nova abordagem ocorreu-lhe. Sorriu ao pensar que havia pelo menos uma possibilidade de descobrir o que realmente acontecia com Jensen. Por hora, poderia apenas aguardar até o dia seguinte para lhe dar o devido castigo.
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Durante todo o dia, Misha e Jensen mal se falavam. Desde a última conversa dos dois no apartamento do moreno as coisas estavam estranhas. Depois do intervalo das aulas, o loiro sumiu e Misha não conseguiu contato nem mesmo por telefone. Torcia para que o amigo não estivesse fazendo mais alguma armação. Sabia que Jensen não desistiria enquanto não tivesse o que queria. Não sabia se era teimosia ou muita força de vontade, mas quando Jensen queria alguma coisa, ia até o fim, não importava o custo.
No período da tarde, Misha ligou para a casa de Jensen e uma das empregadas disse que o filho do patrão estava há horas trancado no quarto, com o som quase ensurdecendo a vizinhança toda e que tinha saído apenas para tomar um lanche a alguns minutos, pedindo para não ser incomodado. Sem poder fazer nada, Misha convidou Jared para irem a uma lanchonete.
Passaram quase a tarde toda na lanchonete, jogando conversa fora e rindo de vários casos que Misha contava. Eram impressionantes as enrascadas que Misha se metia, claro que, na maioria das vezes, Jensen era o protagonista. Em outros casos, descobriu que Misha também não era tão inocente como ele pensava. Como da vez que o moreno trocou o recheio de um tipo de bolacha por pasta de dente e levou durante uma excursão da escola. Deixou apenas as duas primeiras com o recheio original, abriu o pacote e começou a comer. Quando os colegas pediram uma, deu de bom grado. Depois riu muito com as caretas dos que pegaram as bolachas premiadas.
Quando anoiteceu, cada um seguiu seu caminho. Misha ainda tentou falar mais uma vez com Jensen, porém sem sucesso. Distraiu-se durante a noite estudando uma matéria e resolveu dormir, amanhã falaria com Jensen.
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Chegando à sala, Misha avistou Jensen sentado displicentemente na cadeira, com os pés sobre a mesa. Empurrou os pés de Jensen para o chão e sentou-se sobre a mesa.
- Onde diabos você se meteu ontem? – o moreno questionou.
Jensen riu com a pergunta. – Estava em casa descansando um pouco.
- Descansando do quê? Cansou de não fazer nada?
- Engraçadinho. Eu faço muitas coisas. – O loiro falou lambendo os lábios.
Misha não conseguiu segurar o riso. Jensen era muito sem vergonha, não tinha jeito.
A professora entrou na sala acompanhada de alguns alunos que chegaram em cima da hora. A aula passava tranquila, quando ouviram leves batidas na porta. Misha saltou de cima da cadeira e acomodou-se corretamente na cadeira ao lado. A professora abriu a porta e trocou algumas palavras com a coordenadora, logo após, encostou a porta e falou:
- Jensen, o diretor o aguarda na sala dele.
Misha debruçou-se sobre a carteira. Ele sabia! Sabia! Tinha sentido o cheiro. Aquele sumiço, todo o mistério e as gracinhas só podiam significar alguma coisa. Já o loiro, levantou-se tranquilamente e saiu da sala.
Jensen agora tinha certeza que dessa vez seu plano dera certo. Jeffrey não tinha como ignorá-lo. Só não sabia dizer como o diretor tinha descoberto que era ele o autor da bagunça. Tudo que ele precisava agora para se divertir era um jogo de gato e rato.
Passou pela recepção da diretoria e a secretária imediatamente conduziu-o à sala do diretor. Sentou-se em uma das cadeiras e aguardou que Jeffrey se pronunciasse.
O diretor notou a presença do aluno, entretanto permaneceu lendo um relatório no monitor. Jensen que esperasse um pouco. Cerca de dez minutos depois, ouvindo um ruído repetitivo dos pés de Jensen batendo contra o chão, fechou o relatório e encarou o aluno.
O garoto, sem se incomodar, também ficou encarando o diretor. Era possível notar um brilho de desafio nos olhos verdes. Para ele, estava sendo mais que um prazer ficar naquela sala.
- Você tem algo a me dizer, Jensen? – Jeffrey perguntou, tranquilo, quebrando o silêncio instaurado até o momento.
O aluno apenas picou os olhos antes de responder – O que eu teria para te falar?
Jeffrey sorriu irônico. Ainda por cima, aquele moleque era um cínico.
- Tudo bem, então. Vamos direto ao ponto. Eu já sei que foi você o autor da brincadeira na piscina. – Aguardando uma reação que não veio, Jeffrey virou o monitor e mostrou a cena em que a câmera pegava parcialmente o rosto do aluno.
Jensen fez uma careta e aguardou que o diretor começasse o sermão. Pelo menos, poderia passar mais alguns minutos na presença do mais velho.
Já sem paciência, Jeffrey bufou com a falta de reação do aluno. Esperava que ao menos o garoto tentasse se explicar ou pedisse desculpas pelo corrido, o que não aconteceu. Empurrou sua cadeira um pouco para o lado, onde abriu uma gaveta e pegou um envelope, entregando-o para o loiro.
- Esteja neste local, no dia e horário indicados. Não falte. Se faltar, estará reprovado em todas as matérias, sem segunda chance. Vá com uma roupa confortável e que não se importe de estragá-la. Está dispensado.
O loiro pegou o envelope olhando confuso para o diretor. Abriu e fechou a boca, mas desistiu de perguntar quando viu o diretor se voltando novamente para a tela do computador. Sem mais explicações, levantou-se para sair.
Antes que o garoto alcançasse a porta, Jeffrey completou:
- Mandarei a conta de limpeza e manutenção das piscinas para o seu pai.
Jensen suspirou e fechou a porta. Era melhor retornar para a sua sala.
Quando chegou à sala de aula estavam na hora do intervalo. Neste meio tempo, o acontecimento do dia anterior já tinha se espalhado e era o assunto do momento. Ninguém sabia o que tinha realmente acontecido, ainda sim a notícia se espalhava. Enquanto os alunos saiam, Jensen entrava na sala. Apenas ele e Misha permaneceram no recinto.
-Foi você, não foi? – Misha perguntou já sabendo da resposta.
- Por que você acha que eu fui chamado até a diretoria?
- Hum... Só queria ter certeza. Você tem merda na cabeça, só pode... – Misha balançou a cabeça em sinal de reprovação. – Mas o que aconteceu lá? Geralmente você volta muito feliz ou muito irritado de lá. Desta vez você está diferente.
O loiro jogou o envelope para o amigo. Misha viu o endereço, o dia e a hora, mas não entendeu. – O que significa isso? – Perguntou com uma das sobrancelhas levantadas.
- Não sei. O diretor apenas me entregou isso e pediu que eu estivesse lá.
- Que estranho... – Falou Misha, pensativo.
- Mais estranho é que ele me pediu para que eu fosse com uma roupa confortável e que eu não me importasse de estragá-la.
Misha começou a rir sozinho. – Acho que ele te mandou para algum lugar isolado, vai pegar você e rasgar toda a sua roupa e abusar de você. – Misha continuava gargalhando.
Jensen acompanhou a risada – Se fosse isso estava bom.
Ouvindo as risadas, uma inspetora foi até o local e pediu que eles se retirassem da sala e fossem para o intervalo.
- Mi, não comente nada sobre isso com ninguém até que eu saiba do que se trata – Jensen falou apreensivo.
- Com ninguém, você quer dizer pra eu não comentar com o Jared – Não poderia perder a oportunidade de provocar o loiro. – Parece que dessa vez você está com medo, Jen.
- Eu não estou com medo! Só curioso.
- Sei... Mas não se preocupe, eu não vou comentar nada com ninguém sobre isso. Se quiser, podemos ir até esse endereço e saber o que é.
- Acho melhor nem saber... Vou deixar pra saber na hora. Por enquanto, vamos esquecer esse assunto.
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A notícia da nuvem de espuma foi a manchete durante a semana inteira. Ninguém sabia quem era o verdadeiro culpado pela brincadeira, mas diversas teorias surgiram, desde duendes, até rivais dos times da escola.
Motivos para Misha provocar Jensen não faltavam. Chamando-o de Poltergeist, duende e sabotador, além de dizer que o endereço era de uma casa abandonada onde o diretor iria matá-lo e concretá-lo na parede do porão.
Mesmo com toda essa movimentação, a sexta-feira chegou se arrastando, tal qual toda a semana que demorou uma eternidade para passar. Jensen já estava totalmente impaciente e Misha tinha certeza que uma hora o loiro iria estourar. Era melhor manter uma distância segura, até que o sábado chegasse efetivamente, assim seria capaz de se esquivar até mesmo dos estilhaços.
Quem não tinha a mesma percepção era Genevieve, que apesar da crescente falta de interesse do loiro, insistia com a mesma intensidade em chamar sua atenção.
Jensen tinha tido uma péssima noite de sono e na primeira aparição de Genevieve, bufou.
- Oi, Jen querido! – O sorriso da garota não podia ser maior e a empolgação não podia ser mais oposta a do loiro. Sem esperar que Jensen respondesse alguma coisa, ela continuou – Eu estava pensando que já faz um tempinho que estamos juntos e talvez você pudesse ir lá em casa jantar uma noite dessas... O que você acha?
Genevieve ficou olhando para Jensen, esperando ansiosamente uma resposta que não veio. No lugar, ouviu uma gargalhada estrondosa. O loiro puxou-a pela mão e levou-a para um lugar mais afastado, parte de um gramado em uma das laterais da escola.
- Vamos acabar com essa palhaçada, Genevieve. Eu não sei como você pode ser tão tapada e também não sei como te aguentei por tanto tempo.
As palavras duras de Jensen atingiram a morena em cheio. O queixo dela parecia que ia se arrastar pelo chão e procurar um buraco para se jogar, ainda que o loiro mal tivesse começado.
- Por que você não esquece que me conheceu? Eu já não preciso mais de você. Estou tentando fazer você sumir da minha vista há dias!
- Do que é que você está falando? – Além de perplexa, Genevieve estava confusa com a mudança de Jensen.
- Tudo bem. Então vou te falar tudo às claras. Eu te usei! Te usei para chegar até o Jared. Era nele que eu estava interessado desde o princípio, mas ele reagiria a uma investida se eu chegasse muito perto. Então, você foi uma boa distração para que ele deixasse eu me aproximar o suficiente.
- O quê? Você e o Jared? Ma.. Mas... – Genevieve estava ainda mais confusa. Como Jared não tinha lhe falado nada? Desde quando Jared gostava de garotos? Ou Jensen estava mentindo? – Não pode ser, o Jared não gosta de...
- Sempre existe uma primeira vez... – Jensen se aproximou de Genevieve, tocou levemente seus cabelos e aproximou os lábios de seu ouvido – Eu posso ser muito persuasivo...
O sussurro de Jensen fez com que a garota se arrepiasse toda. Imediatamente ela se afastou e olhava-o espantada. Lágrimas começaram a descer descontroladamente pelo rosto da garota.
- Na... Não é possível... – Agora ela se sentia realmente enganada, usada e traída.
- Foi tão bom... Jared é realmente muito bom... Você devia experimentar. – Jensen avançava, enquanto Genevieve se afastava. – Essa coisa de ficar com os amigos é realmente muito boa. E quem sabe assim ele deixa o meu Misha em paz?
Genevieve já não sabia se chorava, se gritava com Jensen, ou se saia correndo. Ela tinha sido atingida por uma enxurrada de informações que nem ao menos cogitava. Por fim, escolheu a última opção e saiu correndo entre alguns alunos.
Algumas garotas viram a morena chorando e logo foram avisar Jared, já que o garoto era desde sempre o melhor amigo. Jared despediu-se de outros colegas de trabalho e seguiu a direção indicada pelas garotas.
A aluna desesperada correu o quanto pode. O choro não deixou que ela avançasse muito, fazendo com que parasse e se sentasse em um banco numa praça próxima. Apoiou as mãos no rosto e choro se intensificou. Como ela podia ter se enganado tanto? Como ela não viu tudo o que acontecia ao seu redor? Como Jared poderia ter feito aquele tipo de coisa pelas suas costas e não ter dito nada. Ela chorava compulsivamente e não ouviu quando Jared se aproximava chamando-a.
Finalmente, Jared a tinha alcançado. Assim que se aproximou e Genevieve notou sua presença, a garota tentou se afastar.
- O que está acontecendo, Gen? Espera! – Jared tentava conter a fúria da garota que queria se afastar a todo custo.
- Como você pôde fazer isso comigo, Jared? Seu cretino! – Genevieve deixou de tentar se afastar e avançou contra Jared, dando socos em seu peito.
- Fica calma, Genevieve. Do que é que você está falando? – Jared suspeitava do que se tratava, mas não iria falar nada, caso sua suspeita não fosse confirmada.
- Seu cínico! Eu... Eu estou falando do Jensen! Aquele idiota! – Genevieve mal conseguia pronunciar as palavras, de tanta raiva que sentia. – Ele disse... Ele disse que vocês... – A morena não conseguia completar a frase. Ela não queria acreditar que isso era verdade.
Jared suspirou, esquivando-se de algumas investidas da amiga.
- Me desculpe, Gen. Eu não sabia o que lhe dizer... Me desculpe mesmo.
- Me desculpe? Como você não sabia o que me dizer? Você tinha a obrigação de me falar alguma coisa!
- O que você queria que eu lhe dissesse? "Ei, Gen! Largue o seu namoradinho porque ele está dando em cima de mim?" – Jared mudou o tom da voz, deixando-a um pouco mais infantil, como se fosse uma encenação. – Eu ainda nem acredito que fiz aquilo com aquele cretino. Como eu ia lhe dizer algo?
- Vocês... Vo... Vocês fizeram isso mesmo? Oh meu Deus! – Genevieve tinha uma expressão de incredulidade e nojo misturadas. – Eu não acredito! E até quando vocês iam me fazer de idiota enquanto ficavam se pegando por aí?
- Eu não estava te fazendo de idiota! Foi apenas uma vez! Ele apenas me usou também e depois me descartou como fez com você também. Eu não poderia te dizer nada! Ou você acha que iria me ouvir se você estava parecendo uma viciada em drogas por causa dele?
Genevieve sentou-se no chão e continuou a chorar. Jared abaixou-se e alisou os longos cabelos dela. Sabia que a garota ia ficar arrasada quando soubesse, só não sabia que seria tanto. Se bem que era capaz de imaginar a forma com que Jensen havia dito tudo aquilo.
- Vamos, Gen. Vou te levar para casa – Jared disse ajudando a amiga a se levantar.
Genevieve apenas se deixou conduzir. Não trocaram nenhuma palavra durante o trajeto. O melhor a se fazer era realmente esperar. Esperar os corações se acalmarem e talvez, assim, pudessem conversar direito. Só o tempo para acalmar os nervos. Só o tempo...
Mega capítulo que era pra ficar muito maior. Mas vou deixar vocês na curiosidade. =P
Gostaria de agradecer a todos que estão lendo, deixando reviews, favoritando e colocando no alerta.
Agradeço também a todos que deixam review anônima por não ter uma conta no . Fica mais difícil de responder, mas vamos dando um jeitinho.
E mais! Também quero agradecer ao pessoal que faz críticas e sugestões. Apesar de eu ser uma pessoa um tanto cabeça dura, gosto de receber esse tipo de ajuda (espero que eu não esteja parecendo arrogante quando respondo =P). Mesmo que eu não concorde, acho que toda opinião é válida e pode ser um boa lição para outras ocasiões. =D
Agora vou deixar aqui um agradecimento mais que especial para a AnarcoGirl e para o CassBoy que me presentearam com uma fic MARAVILHOSA! Fazia tempo que eu não ficava tão feliz com um presente quanto eu fiquei enquanto lia essa fic.
http: / www . fanfiction . net /s/ 6544813 /1/# Se o link não funcionar, procure nas minhas fics favoritas.
Ganhei até novos fãs por causa dela *-*
Preciso agradecer a minha Beta Carol Camui que me atura todos os dias e faz a gentileza de corrigir os meus erros =*
Acho que consegui agradecer a todo mundo.
Lembrando que ganha um abraço quem manda review. E quem não manda, eu sou obrigada a entender que essa pessoa não existe =P
Beijoooooos =***
