Sinônimo de problema
Por TaXXTi
Para começar, gostaria de dedicar esse capítulo a uma pessoa muito amada e especial: Emptyspaces11
Quase uma semana já havia se passado desde a repentina viagem de Misha. Em todos aqueles anos de amizade, não se lembrava de terem passado tanto tempo afastados. Não era bem a distância o maior problema, era a completa ausência. Misha não atendia o celular e sempre que ligava na casa da mãe dele, ela dizia que o moreno tinha saído. O amigo estava efetivamente ignorando-o.
Jensen riu de si mesmo quando percebeu que estava parecendo um namorado abandonado. Tinha passado pela fase da raiva logo no primeiro dia, quando se deu conta que Misha tinha realmente viajado sem ao menos se despedir. Não era de se espantar, não depois da briga que tiveram, mas ele esperava que o amigo fosse dar o braço a torcer e dar um tchauzinho. Depois passou pela indiferença, fingindo que não ligava para o ocorrido. Com mais dois dias, começou a ficar melancólico pela falta de notícias, foi quando venceu o orgulho e utilizou o telefone. Nada efetivo, então voltou a sentir raiva.
Durante as aulas, conversava um pouco com algumas meninas, mas quando elas perguntavam sobre Misha, o loiro desconversava ou respondia com uma bela patada, dependendo de seu humor. Chegou a almoçar com algumas delas, fingindo que ignorava seus olhares que praticamente o devoravam com os olhos. Nenhuma despertava seu interesse.
Contudo, a semana não havia sido nada monótona. Precisava descarregar toda essa energia de frustração em alguma coisa, ou no caso, para chamar a atenção de alguém, tomando cuidado para não ser advertido severamente mais uma vez, ou seu pai poderia tomar alguma atitude, o que não estava em seus planos atualmente - apesar de duvidar muito que isso pudesse acontecer. Sua criatividade já estava quase se esgotando e o diretor já estava ficando com sua barba de três dias ainda mais branca.
O melhor ficaria para o final da semana, sexta-feira era um dia perfeito para um encerrar de maneira espetacular. Aproveitaria a desculpa de um trabalho da aula de artes para uma bela intervenção social. Vários cartazes estavam espalhados pelo pátio, com dizeres, protestos e mensagens, mas ninguém havia feito algo mais chamativo.
Mas por hora, precisava falar com alguém. Era sua última tentativa de saber algo sobre Misha. Quando ele voltasse, o faria pagar por toda essa frescura.
- Hey, Jared. – Jensen chamou enquanto se aproximava.
O moreno levantou o olhar reconhecendo a voz. Genevieve que estava ao lado do amigo, logo fechou a cara.
- Te vejo mais tarde, Jay. – A morena se despediu, antes que Jensen chegasse até eles, deixando Jared sozinho.
- Olá, Jensen – Jared respondeu desanimado.
- Tem falado com seu namoradinho? – Sem rodeios, Jensen foi direto ao assunto.
- Achei que ele fosse muito mais seu amigo do que é meu namoradinho, então você deveria saber dele muito mais do que eu.
Jared viu o maxilar do loiro se contraindo e logo em seguida, o rosto foi tomado com um sorriso.
- Muito bom, Jay. Mas não, eu não sei nada do Misha, caso contrário não me daria ao trabalho de te perguntar.
- Que ótimo, Jensen! E não, eu não falei com ele durante esses dias. Mesmo se tivesse falado, não tenho motivo nenhum para te dizer alguma coisa.
Jensen riu mais uma vez. – Tirou a coragem do armário hoje, Jared? Tudo bem, não precisa se exaltar. Eu só queria saber notícias, mas pelo jeito ele está te ignorando também. Enfim... Tenho um trabalho de artes para entregar, nos vemos por aí.
Jared não sabia se xingava ou dava um soco naquele loiro cretino. Bufou, engolindo sua raiva. O moreno de olhos azuis fazia muito bem em deixar toda aquela confusão de lado. Maldito dia que foi se deixar envolver! Era como se Misha tivesse gosto de Halloween: Um doce de pessoa, mas vinha com aquele pacote de gostosuras ou travessuras. Desistiu de pensar e foi procurar Genevieve, que era o melhor que fazia.
Deixando Jared para trás, Jensen foi cuidar de expor seu trabalho da aula de artes. Ficou sabendo de um garoto de outra sala que pintava muito bem, não pensando duas vezes antes de lhe pedir ajuda. Em poucos segundos de conversa, percebeu que não precisaria de muito para conseguir a ajuda do artista. Agora, caminhava com a obra sob os braços, depois de uma rápida passagem em seu armário para pegá-la. Andava pelo pátio procurando o lugar ideal para colocar, em meio as paredes forradas. Encontrou um espaço, entre cartazes de paz e amor. Desenrolou o papel, que tinha quase a sua altura. Alisou a folha, esticando-a sobre o chão, para que ela perdesse as marcas que o formato anterior lhe deram. Virou-a com cuidado, para não sujar e começou a aplicar pequenos pedaços de fita em todo o verso. Levantou, colando a figura na parede, passando a mão por toda a extensão e sorrindo. Perfeito.
Afastou-se para poder observar a imagem. A figura era de um homem, usando uma calça de moletom cinza e uma camiseta branca, ambos manchados de tinta por toda extensão. Uma das mãos segurava uma haste plástica, que terminava entre os lábios, não permitindo ver a outra extremidade. Logo abaixo, uma mão, que não pertencia ao personagem principal da ilustração, segurava tiras de tecido que saiam do interior da calça de moletom, fazendo-a ficar repuxada e mostrando a parte inferior do abdome, como também o início da cueca logo abaixo. O movimento da mão do segundo integrante era bloqueado pela outra mão do homem da ilustração. Próxima à haste plástica, ainda era possível ver uma barba, levemente grisalha, entretanto, o desenho terminava na linha do nariz.
Tinha que admitir que seu "amigo" artista tinha muito talento. A obra só ficou completa com os dizeres, que ele mesmo incluiu: Nem tudo é o que parece... Algumas vezes pode ser ainda melhor.
Observando aquilo e rindo, Jensen tentava imaginar a cara de Jeffrey quando visse aquilo. Provavelmente ficaria vermelho de vergonha. Só não esperava que fosse conhecer a reação do diretor tão cedo. Sentiu como se estivesse sendo observado e seu sorriso morreu, receando ser quem pensava. Temeu virar o corpo para comprovar também. E rezou para que fosse apenas aquele temor, de ser pego quando estava fazendo alguma coisa errada. Continuou ali parado, tenso, esperando para ver.
- Ok, eu sei que você está aí. – Jensen falou derrotado.
- Que bom. Você poderia saber também que eu quero você e a sua pintura na minha sala. Já estou esperando. – Jeffrey falou com a voz séria, sem esperar que o aluno se voltasse para ele. Ficar de olho naquele loiro tinha sido uma excelente ideia. O que ele estava pensando para colocar uma imagem como aquela no pátio? Se fazendo ouvir, Jeffrey afastou-se.
Suspirando, Jensen começou a retirar a figura com cuidado. Tanto planejamento e nem pôde ver a repercussão que sua figura causaria. Provavelmente, ficaria sem nota, pois a professora iria avaliar em alguns minutos, sendo que ele estaria preso na sala de Jeffrey. No fim, sorriu, quando leu sua própria mensagem antes de terminar de enrolar o desenho.
Atravessou a sala da secretária, que o olhou como se não se surpreendesse que aluno estivesse ali mais uma vez, fato que já era quase uma rotina.
Andando pela sua sala de um lado para o outro, Jeffrey passava a mão pela barba, pensando no quanto aquela situação estava insustentável. Todas as suas estratégias até agora haviam falhado. Tanto a perder e tudo por conta de um fedelho mimado e sem limites. Um raio atravessou a sua mente anunciando a tempestade que entrava na sala. Parou de andar e apoiou-se com os braços cruzados na mesa, esperando que Jensen se sentasse e colocasse o cartaz ao lado da cadeira.
Jensen ia começar a falar quando Jeffrey interrompeu:
- Poupe-se do esforço. Acho que não preciso de mais explicações sendo que o que eu vi já foi o suficiente. O que você pretendia fazer?
- Eu? - Jensen perguntou em tom irônico. - Só estava fazendo o meu trabalho de artes.
Jeffrey riu, indignado em saber o quanto Jensen poderia ser cínico.
- Já chega, Jensen. Eu não posso mais sustentar essa condição. Vou conversar com o seu pai e pedir que ele providencie sua transferência para outra escola.
- Você não pode fazer isso. – Jensen protestou.
- Tanto posso como vou.
- Vai? E o que vai dizer para ele? Vai dizer o motivo pelo qual está querendo que eu saia da sua escola? – Havia um tom de insinuação explicito na voz de Jensen.
- Tudo o que você já fez nessa escola já é mais do que suficiente para eu te expulsar, Jensen, no entanto, não vou fazer isso. Em consideração a amizade que tenho com o seu pai, vou dizer que não posso lhe ajudar e pedir educadamente que te transfira. Não é possível ajudar alguém que não quer ser ajudado.
- Quem te disse que eu preciso de ajuda? – A irritação começou a tomar conta de Jensen. – Tudo bem! Pode falar com ele, mas o que você acha se depois eu for chorar no colo dele e falar sobre o que aconteceu nessa sala?
Jeffrey crispou o cenho. Jensen estava lhe ameaçando?
- Você só pode estar blefando. Não faria isso. – Jeffrey não queria acreditar no que ouvia, ou nas conclusões que chegava.
- Por que não? O que eu tenho a perder? Se você falar com o meu pai e ele me transferir, eu já terei perdido mesmo.
Jeffrey passou as mãos no cabelo e desencostou, dando a volta na mesa, transtornado. Jensen tinha completa razão. O único que tinha algo a perder ali era ele.
- Dá o fora da minha sala, Jensen.
- O que foi agora, senhor? Vai ser bem legal contar o quanto nos divertimos naquele sofá da sua sala.
- Cala boca, Jensen! Saia agora da minha sala! – Jeffrey apontava furioso para a porta.
- Posso levar meu trabalho de artes? – Jensen ainda provocou, rindo em seguida. Vendo o olhar fuzilante de Jeffrey, parou de rir e saiu da sala, antes que fosse retirado à força.
O trabalho de artes ficou ao lado da cadeira e mesmo depois de Jensen ter deixado a sala, a raiva de Jeffrey não diminuiu. Alguns papéis em cima da mesa foram vítimas de sua ira, sendo lançados mesa a fora por empurrão. Ladeira a baixo, Jeffrey pensou, lembrando-se do seu primeiro erro ao beijar Jensen após o banho de tinta. Tinta, beijo, sexo, travessuras e novamente tinta. Uma obsessão.
Tinha muito que pensar, provavelmente teria muitas noites insones antes de resolver alguma coisa. Estava encurralado por alguém que tinha praticamente a metade de sua idade e nenhum de seus anos lhe preparou para enfrentar essa situação. Ao mesmo tempo, não havia ninguém para contar e lhe ajudar com tudo isso, afinal, ele havia entrado nessa enrascada sozinho e assim teria que sair. Carregar seu próprio fardo de responsabilidade. Avisou a coordenadora que ia sair e deixou a faculdade. No estado mental em que se encontrava, não estava em condições de resolver nem seus próprios problemas, quanto mais os problemas de uma escola. Outra coisa negligenciada em função daquele loiro. Trincou os dentes e respirou fundo. Deixar o final de semana passar era a única solução que encontrava no momento. As outras, resolveria depois.
Jensen deixou a sala do diretor aparentemente tranquilo, mas por dentro estava fervendo de raiva. Jeffrey aceitava a brincadeira e depois queria lhe tirar da jogada como se não tivesse nenhuma importância? Não! Não era assim que as coisas funcionavam com ele. Principalmente agora que ele estava se divertindo de verdade. O jogo todo era divertido: a sedução, o perigo, as pegadinhas e principalmente o sexo. Ainda tinha em mente o quanto fazer sexo com Jeffrey tinha sido bom. Além de tudo, ele fazia as regras e decidia quando o jogo terminava.
Não se atreveu a ficar na escola. Sabia que agora era um risco muito grande voltar a se encontrar com Jeffrey, nervosos como estavam. Não tinha nada a perder, como havia afirmado, mas também não queria terminar a brincadeira antes do tempo.
No caminho de casa, Jensen olhou mais uma vez para a tela do celular, como se esperasse uma ligação. Apertou os lábios, controlando a vontade de ligar mais uma vez. Não estava afim de ouvir o som da caixa-postal, que, com certeza, lhe deixaria ainda mais irritado. Colocou o celular de volta no bolso e continuou andando. Ficaria algumas horas na lanchonete, para não ser questionado por estar chegando em casa antes do horário e depois passaria algumas horas no quarto. Assim como Jeffrey, tinha que pensar em seus próximos passos, como em um jogo de xadrez, antecipando a jogada do adversário.
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Um retiro espiritual. Era assim que Misha se sentia ficando longe de confusão e ao lado da sua mãe. Não era muito justo falar da confusão, sendo que muitas vezes ele era complacente com toda ela. Assoprou aqueles pensamentos para longe, junto com o sopro no pedaço de torta quente.
- Isso está maravilhoso, mãe!
Rebecca sorriu ao ver a expressão de felicidade do filho ao dar uma vigorosa garfada em outro pedaço de torta enquanto mastigava satisfeito. Secou as mãos no pano de prato, afastando-se da pia e indo sentar-se a mesa com o filho.
- Que bom que gostou. Estava quase esquecendo a receita, de tanto tempo que não a faço...
- Ah! Não faz tanto tempo assim que saí de casa, mãe! - Misha reclamou após entender a insinuação e ambos riram.
- Não faz tanto tempo, mas eu já estava morrendo de saudades. - Passou a mão nos cabelos do filho.
- Você é uma mãe muito coruja. Não suporta ver os filhos saindo no seu ninho. - Misha fez um gesto imitando o bater de asas.
- Por falar nisso, você não vai me dizer o que te trouxe de volta ao ninho?
Misha pousou o garfo ao lado da torta, ao mesmo tempo em que ficava sério.
- Não é nada, mãe. - Falou sem ânimo.
- Não é nada? Você sai de casa, diz que vai morar sozinho, perto do Jensen, depois volta, sem explicação, desliga o celular, não quer receber ligações de ninguém e ainda quer me fazer acreditar que não é nada?
- Está tudo bem, mãe. Eu só não quero falar sobre isso. - Misha perfurava a superfície da torta de leve, para não precisar encarar os olhos da mãe que sabia que o analisavam.
- Tudo bem. Se você não quer falar sobre isso, eu não vou insistir, mas tenho que saber até quando você vai ficar nessa reclusão. Se eu não me engano, o senhor deveria estar assistindo aula uma hora dessas, não deveria?
- Não tem problema, mãe. Eu acertei tudo com o Jeffrey antes de vir.
- Jeffrey?
- Sim. O senhor Morgan, diretor da escola. - Misha se corrigiu ao perceber que tinha mencionado o nome do diretor de maneira tão pessoal. Era a convivência com Jensen e sua falta de senso de hierarquia e autoridade. - Disse que faria trabalhos de reposição caso necessário e minhas notas estão em ordem. - Prosseguiu antes que Rebecca percebesse.
- Tudo bem então se ficar mais alguns dias, mas não vai ficar nessa moleza por muito tempo. Ou desiste de morar sozinho, volta para casa e para a sua escola, ou resolve os seus problemas e assume suas responsabilidades de vez. Se quiser conversar a respeito outra hora, estou à disposição. - Rebecca deu um sorriso acolhedor.
Misha correspondeu ao sorriso. Sua mãe conseguia ser dura e ao mesmo tempo amável. Além de tudo, ela tinha toda a razão. Rebecca havia insistido muito para que ele não saísse de casa, mas como já havia tomado uma decisão foi respeitado. Agora, voltando para a casa da mãe, ele teria que aceitar o que ela dissesse e assumir a responsabilidade de suas ações.
Não tinha pretensão de ficar, no entanto, também não estava com pressa de voltar. Os últimos dias haviam servido para pensar muito sobre tudo que estava acontecendo em sua vida, mas ainda não sabia bem o que fazer. Dividir o que sentia com sua mãe também não era uma boa ideia, uma vez que ela nunca gostou de Jensen e seria quase impossível que entendesse o que sentia em relação àquela amizade. Amizade? Dificilmente Rebecca daria esse nome a relação deles, ou seja, não era uma boa ideia. Jensen não era um assunto para ser discutido com os pais. Freud talvez? Riu com o pensamento e voltou para seu pedaço de torta, mais alguns sopros, esfriando aos poucos, talvez as coisas ficassem melhores, assim como aquela torta ficava mais deliciosa a cada pedaço.
-o-o-o-o-o-
A manhã de sábado clareava sob um vento forte. Jeffrey observou o balançar frenético das folhas das árvores pela janela fechada enquanto tomava uma xícara de café quente. Ligou a televisão da sala e viu o anúncio de uma tempestade que se aproximava. Esticou-se no sofá, apoiando os pés na mesinha de centro e pensando o quanto seria bom ficar em casa, sob os cobertores enquanto a chuva caia lá fora. Lamentou apenas por não ter uma companhia, com Hilarie viajando, teria apenas a companhia da televisão, ou de um bom livro.
Pensou muito na esposa e no quão cafajeste estava sendo. Tinha ciúmes da esposa e seu trabalho, mas custava a acreditar que ela pudesse ser infiel, afinal, quem acreditaria completamente que estava sendo traído e continuaria um relacionamento? Meio sorriso se formou em seu rosto quando concluiu o assunto. Nenhum ciumento quer ter certeza de que está sendo traído, não ele, pelo menos.
O som da chuva batendo violentamente sobre o vidro da janela lhe despertou, fazendo-o perceber que havia deixado o café em sua xícara esfriar. Olhou novamente para uma para as árvores, dessa vez vendo as folhas serem açoitadas pela água. Suspirou, para então virar-se e ir até a cozinha, despejar o café na pia e completar novamente a xícara com o líquido fumegante. Cafeína não lhe faria bem, mas era o que tinha para o momento.
Enquanto enchia a xícara, ouviu a campainha tocar freneticamente. Suas sobrancelhas se curvaram, enquanto o som continuava. Quem poderia ser àquela hora, tocando sua campainha sob uma chuva torrencial? Deixou a xícara sobre a pia e foi atender a porta.
Jeffrey balançou a cabeça, de olhos fechados tentando acreditar na imagem surreal que via. Sabia que cafeína não lhe faria bem, mas não ao ponto de lhe fazer alucinar. Em frente a sua porta, completamente molhado, vestindo um moletom esportivo. Não, era real, parado a sua porta: Jensen.
Nota da Anarco: Que o Jenso é uma vadia deliciosa todos nós sabemos, mas esse menino tá fora de controle! Caramba, ele é uma catástrofe da natureza! Um perigo para todo cidadão respeitável!
Não sei se fico com pena do Jeff ou se acho que ele merece pagar pelos seus erros. Pq também fico torcendo desesperadamente pro Jen sofrer bastante!
E o Misha? Oh, GodCas! Esse menino precisa voltar e dar uma sacudida no "amigo". Acredito que ele é o único que pode mudar (pelo menos um pouco) essa vadia loira. Afinal, ele é o único ser vivo que se aproximou de Jensen a ponto de realmente envolver o safado, mesmo que sob a desculpa da amizade. Mas uma hora a ficha vai cair, sei que vai.
Espero o próximo capítulo em 6 meses. Kkkkkkkkkk
Nota da Autora: Que maldade dessa minha beta! Nem demorou tanto tempo assi... Ai* Ai* Parem de me bater! Tudo bem! Eu sei que demorou! Como não interessa o mimimi e as minhas desculpas, espero que tenham gostado do capítulo.
Houveram várias reviews que eu não respondi. Peço desculpas, mas quando acabo de escrever um capítulo, fica quase impossível de digitar. Amei cada uma delas, mas como não respondi na hora, depois foram se acumulando e acontecendo outras coisas... Dessa vez, acho que conseguirei responder todas, pelo menos é o que eu pretendo.
Até o ano que vem! Aiiiiiiiiiiiii*! Tá bom! Até breve!
Beijoooos =*
Nota de 28/11/2013
Desculpa galera. Eu estava relendo o capítulo e encontrei dois erros de digitação, que eu tive que corrigir. Maaaaas ao invés de repostar o capítulo, eu apaguei e postei novamente. Entretanto, isso só aconteceu porque estou escrevendo o capítulo 23, então tive que fazer algumas consultas para amarrar as pontas. Em breve, capítulo 23!
Beijos =***
