RESPOSTAS AOS COMENTÁRIOS
Daniela Snape - Oi Dani desculpara a demora, mas tive muitos emprevistos, espero que goste de capítulos ele é bemmm grande, obrigada por acompanhar a fic.
Meus queridos leitores, sinto muito por não ter postado antes, mas para que vocês fiquem contentes aqui vão três capítulos de uma só vez, espero que gostem.
Demorei a postar por motives de pessoais, infelizmente minha vó morreu, ela estava muito doente, desde o inicio do ano e faleceu no dia 15 de outubro, não foi um ano fácil e continua não sendo, ela era professora de História e me ensinou a gostar de livros, a ler e a principalmente a escrever.
Obrigado vó, onde quer que esteja saiba que eu te amo.
Aproveitem os capítulos de hoje e comentem, bjusss.
"Juro Solenemente fazer nada de bom"
Capitulo 5 – PESADELOS E FAMILIAS
Em um cemitério onde as almas deveriam descansar havia uma grande movimentação. Bellatrix estava novamente ali, tinha certeza de que dessa vez ia conseguir, havia juntado muita energia e a virgem era a oferenda final, a noite era fria e a neblina muito densa, não se conseguia enxergar quase nada, o circulo já estava formado e ela se juntou a ele, todos os seis ergueram o braço a marca negra, a marca da Voldemort apareceu, mas não estavam bem nítidas, mas estavam ali feitas com sangue. Bella estava muito irritada, pois, havia perdido as crianças da profecia, ela tinha que dar um jeito de pega-las teria sido mais fácil se ele tivesse dito qual das crianças seria a certa, mas ele fora muito esperto em não ter dito, por hora iria aterrorizar um pouco mais aquela família e se divertir com eles.
- Ó senhor das trevas, fonte de todo o mal venha até nós e tome a oferenda que preparamos para o senhor, volte a sua vida e nós de o poder para destruir as forças do bem. - Disse Bellatrix cortando o braço para derramar o seu sangue em um cálice. - Aqui estou eu a sua serva fiel, com o sangue mais puro para lhe dar.
Houve um clarão muito forte e um homem com uma capa apareceu, havia muita escuridão e muito poder, a fonte de todo o mal havia retornado para o mundo, o homem olhou em volta e abaixou o capuz ele era tenebroso, tinha marcas em toda a cabeça, varias tatuagens, e seu lado esquerdo era todo queimado, aquele era o demônio mais poderoso, alguns diziam que era mais poderoso que Voldemort.
- Finalmente depois de séculos preso, estou livre – falou A Fonte (The Sorce), - Quem me libertou?
Fui eu senhor, Bellatrix Lestrange. – Falou Bella dando um passo a frente.
- Você sabe quem eu sou?
- Sim, és a fonte de todo o mal, está na hora do senhor reinar novamente, há sangue impuro dominando a terra.
- Porque deveria lhe ajudar, porque não matá-la aqui e agora?
- Porque eu sou sua única aliada no momento, e se o senhor quiser realmente ter o poder e destruir a todos precisará de mim, como podes ver a magia evoluiu e o senhor ainda está fraco, mas não se preocupe temos um presente especial para o senhor. – Bellatrix acenou com a varinha e um corpo veio até ela flutuando, era uma menina ainda estava viva, mas imóvel, tinha várias marcas de tortura e estava bem machucada, só o que podia fazer era chorar.
- Veja senhor uma humana, faz tempo que o senhor não mata alguém não é mesmo?
- Me entregue-a.
- Antes tenho que ter certeza de que estás ao meu lado e que me ajudaras na minha vingança melhor dizendo em nossa vingança.
A Fonte olhou Bellatrix, ela era esperta, mas ele também era, assim que a usasse iria destruí-la, ninguém fazia a fonte de todo o mal de peão.
- Temos um acordo então. - Disse A Fonte pegando a menina e sugando toda a vida de seu corpo, fez um movimento com a mão e uma bola de fogo que lançou ao corpo da garota fazendo arder em chamas. - Vamos estou cansado desse cemitério.
Bellatrix obedeceu-o e pegou em seu braço e todos desaparataram do cemitério.
Enquanto isso, na MANSÃO MALFOY
A Mansão Malfoy estava silenciosa naquela madrugada, bem longe de todos os terríveis acontecimentos daquela noite, mas uma loirinha não conseguia dormir direito, Mégara Malfoy se remexia na cama e suava frio as coisas em seu quarto começaram a se moverem e objetos caíram no chão fazendo muito barulho Lucas, que tinha um sono leve acordou assustado com o barulho e ao ouvir o grito da irmã correu para o quarto dela.
- Meg o que aconteceu? - Perguntou Lucas abraçando-a, luzes eram acesas na mansão e logo no quarto de Meg entraram, Draco, Briana, Narcisa e Severus. Meg continuou abraçada a Lucas, chorando muito, grossas lagrimas corriam pelo seu rosto.
- O que aconteceu filha foi um pesadelo? – perguntou Draco, se aproximando da cama da loira, alguns objetos ainda estavam flutuando no quarto.
- Eu não quero falar sobre isso, não quero lembrar, foi horrível – Respondeu Meg abraçando mais ainda Lucas.
- Shiuu tá tudo bem, ninguém pode te machucar, você está segura. - Disse Draco puxando-a para si. - Vai ficar tudo bem papai vai lhe proteger eu juro. - Draco fez um sinal para Severus que concordou.
- Eu sinto muito querida – Disse o padrinho, Meg levantou os olhos sem entender e ouviu-o dizendo: - Legilimens– Severo apontou a varinha para a afilhada, as cenas que ele viu eram horripilantes, era pura magia negra, ele viu Bella e mais outras pessoas que não conseguia distinguir, pois estava muito escuro.
Meg tentava se soltar do pai, mas não conseguia, não queria ver aquilo de novo, não podiam entrar em seu pensamento sem permissão, mesmo se o invasor fosse o seu padrinho, reunindo toda a força que tinha conseguiu repelir o padrinho, Severo acabou sendo pego desprevenido e foi remessado para o outro lado do quarto, sem forças Meg desmaiou.
- Vocês dois enlouqueceram, podiam ter matado a menina. - Disse Narcisa se aproximando da neta para ver se ela estava bem, Briana que havia descido trazia um chá em sua mão.
- Era o único jeito de sabermos o que ela sonhara. O que você viu? - perguntou Draco.
- Algo terrível, uma magia muito antiga que pode acabar com os nossos dias de paz, e vi também Bella ela não mudou muito, mas quer vingança, sua aura mágica é puro ódio, uma moça acho que trouxa foi entregue para um sacrifício não sei quem era, mas infelizmente ela não sobreviveu, Bella estava invocando uma entidade muito poderosa e maligna.
- Acho que podemos dizer que a paz acabou, onde a minha irmã vai parar? - Perguntou Narcisa ajeitando as cobertas na neta.
Draco não falou nada, olhou para a filha com um ar preocupado, ela havia usado muito magia, Meg começou a se mexer e abriu os olhos, parecia confusa.
- Desculpa filha, mas foi necessário.
- Do que você está falando pai, e o que todos estão fazendo aqui? - Perguntou à loira confusa, seu olhar recaiu em Briana – O que essa mulher está fazendo aqui?
- Meg, querida você não se lembra do pesadelo? - Perguntou Narcisa surpresa com atitude da neta.
- Não.
- Meg, você acordou gritando, e os objetos do seu quarto estavam flutuando, tem certeza que não se lembra de nada?
- Não me lembro, o que eu sonhei?
- Nada esqueça não tem importância – Falou Draco arrumando as cobertas na filha – Tome o chá e durma, qualquer coisa nós chame ok?
- Ok. - Falou Meg o pai estava estranho ele havia ficado muito preocupado com ela, todos se dirigiram para fora do quarto, mas antes de Lucas sair Meg o chamou – Lucas você poderia ficar comigo?
O loiro sorriu e voltou para ela, se aproximou e se deitou com ela, pode notar que Meg estava completamente gelada.
- Porque você não disse a verdade?
- Como você sabe que... – Meg parou de falar, pois Lucas a olhava seriamente ela não tinha como engana-lo. - Não quero preocupa-los mais ainda, foi horrível. - Falou a loira chorando baixinho em seu peito – Não quero mais me lembrar.
- Tudo bem amanhã conversamos, durma agora, não vou sair daqui eu juro. - Não demorou muito para a loira pegar no sono, abraçada em Lucas ele sempre fora sem porto seguro.
ANDAR DE BAIXO DA CASA DOS MALFOY – BIBLIOTECA
- Ela não se lembra de nada, como isso aconteceu?
- Bom talvez ela não queira se lembrar, o que eu vi na mente dela foi terrível.
- Severo você disse que viu Bella e quem mais?
- Não consegui ver os rostos das outras pessoas, mas tenho certeza que de Bella era uma delas, estavam fazendo um tipo de ritual macabro, iriam sacrificar uma pessoa, a energia que emanava deles era completamente das trevas e a marca negra estava aparecendo em seus braços, deu para notar que fora feito com sangue.
- Mas porque a minha filha estava sonhando com isso?
- Bom, você sabe que nossa família sempre foi influenciável pelas forças das trevas, talvez por ser Bella sua tia-avó ela se conectar sem se dar conta. – Disse Narcisa.
- Ela até tentou impedir, mas não conseguia se aproximar deles, era como se fosse um fantasma.
- Isso é realmente interessante, minha família vem de outra linhagem de bruxa, sempre tivemos pessoas, com poderes especiais, levitação, premonições, entre outros, mas o que você descreveu parece ser uma projeção astral é um dom muito raro. – Disse Briana sentada numa poltrona.
- Como ele funciona? – Perguntou Draco.
- Bom pelo que eu me lembro o espirito da pessoa se solta do corpo e vai a outros lugares, pode acontecer quando a pessoa está dormindo ou quando está acordada, é antigo esse tipo de poder, o meu tio era o único da família a ter esse poder. – Respondeu Briana.
- Isso é muito estranho – Draco viu que a mãe ficara meio apreensiva - Não se preocupe mãe não vai acontecer nada com a Meg eu não vou deixar ninguém machucá-la.
- Eu sei disso filho, bom eu irei voltar para o meu quarto e tentar dormi mais um pouco. – Disse Narcisa saindo da biblioteca.
- Acho que devemos contar isso para a ordem, pode ser importante. – Disse Severo.
- Não acho que seja uma boa ideia não quero expor a minha filha, vamos esperar caso eles comentem alguma coisa nós falamos. Bom não adianta ficar aqui, vamos voltar a dormir que é o melhor.
Draco, Briana e Severo, saíram da biblioteca e apagaram as luzes e voltaram para seus quartos. Narcisa entrou no quarto e sentou-se na escrivaninha pegou um papel e uma caneta e começou a escrever, sabia que aquele poder era parte da família da mãe dela, tinha que conversar com ela para ver o que poderiam fazer. Narcisa suspirou e abriu uma gaveta e puxou uma foto nela três pequenas meninas brincavam com um menino de cabelos escuros, cada uma era diferente, uma era loira, a outra tinha cabelos completamente pretos, e a ultima tinha cabelos castanhos, aquela época fora a mais feliz de suas vidas, Narcisa sentia muita falta das irmãs, e do primo Sirius, infelizmente a única irmã que estava viva cada vez se afundava nas trevas, colocou a foto novamente na gaveta e terminou a mensagem, enrolou-a e saíra do quarto silenciosamente, descera até a cozinha e saiu pela porta lateral entrando num pequeno corujal, pegou uma coruja preta como a noite e colocou a carta em sua pata, levou a coruja para fora e a soltou, ficou vendo-a se afastar, quando não podia mais vê-la sentiu-se cansada e resolveu voltar para seu quarto e descansar.
MANSÃO DAS HALLIWELL
Sally sentira uma dor muito grande no peito que a acordou, sabia que tinha relação com sua filha, Meg era tão bonita como sempre imaginou que a filha seria, sentia muita vontade de estar perto dela de poder lhe proteger, lhe ver dormir, mas não podia, pois quinze anos atrás decidira que Meg estaria mais segura se não estivessem juntas. Sally lembrava sempre da primeira vez que segurara a filha, era tão pequena parecia de porcelana. Graças a Merlin o feitiço que fizera estava funcionando corretamente, Meg era completamente a cara de Draco Malfoy, mas Sally sabia que assim que o feitiço acabasse Meg se pareceria com ela. Sem conseguir dormi resolveu se levantar e caminhar no escuro mesmo, pois conhecia a mansão como a palma da mão, a mansão estava na sua família há mais tempo que podia lembrar o ar da madrugada sempre a acalmava, o céu estava escuro quase sem nenhuma estrela no céu, Sally só deu-se conta que havia uma coruja voando quando já estava bem perto dela, a coruja pousou em seu braço, Sally viu a carta e tirou da pata, a coruja bateu as assas e sumiu na noite, sabia muito bem quem havia mandado aquela carta, temerosa, abriu a carta e começou a ler o que Narcisa Malfoy tinha para lhe dizer:
"Precisamos conversar é muito importante, os poderes dela estão crescendo cada vez mais, Meg teve um pesadelo, foi muito estranho os objetos em seu quarto estavam flutuando em torno da cama enquanto ela dormia, tenho medo do que possa acontecer a minha neta. Talvez fosse melhor ela saber de tudo, pois assim poderia entender um pouco mais sobre os seus poderes.
Vamos nos ver no lugar de sempre, às 15:00 não se atrase.
Sally fechou a carta, sabia que mais cedo ou mais tarde os poderes da filha iriam se manifestar, mas tinha esperança que se estivessem afastadas Meg eles não se manifestariam, mas pela carta percebera que estava errada, no fundo sempre soubera que mesmo abandonando a filha um dia seus poderes despertariam, olhou para o céu e viu que uma tempestade se aproximava, entrou em casa e subiu as escadas de repente sentiu-se muito cansada e foi direto para seu quarto, sabia que a conversa com Narcisa Malfoy não seria nada fácil, resignada se deitou e dormiu.
MANSÃO MALFOY, SEGUNDA FEIRA, DE MANHÃ
Meg estava em seu quarto com o seu violão, sempre que tinha um pesadelo gostava de pegar o seu violão e tocar para poder relaxar, a noite não tinha sido fácil, fora difícil dormir mesmo estando com Lucas ao seu lado, pois tinha muito medo de sonhar novamente. Lucas entrou no quarto com uma bandeja de café da manhã cheio de coisas gostosas, Meg sorriu a largou o violão.
- O que é tudo isso?
- Fiz os elfos prepararem para nós, seu pai e Briana foram trabalhar, Severo disse que tinha que ver alguns trabalhos em sua casa e sua avó está na biblioteca. Por isso resolvi trazer o café para nós.
- Adorei a ideia – Falou a loira, dando-lhe um beijo no rosto, passou a se servir e Lucas também, ele sempre a entendia, era quase como se fosse uma mesma alma quem não soubessem diria que eram irmãos, ainda se lembrava muito bem da primeira vez que o vira, Lucas só havia ido morar com os Malfoy quando tinha uns cinco anos isso porque sua guarda havia sido entregue para os tios por porte de pai, que não gostavam muito do garoto só queria o seu dinheiro, ela se lembrava daquele dia, do seu olhar só precisava fechar os olhos e as imagens vinham em sua mente.
- O que foi? – Perguntou Lucas pegando uns pedaços de fruta e comendo, ao perceber que Meg o encarava.
- Nada só estava divagando, na realidade me lembrando da primeira vez que agente se viu você se lembra?
- Como se fosse ontem...
Dez anos atrás...
Era um dia muito nublado, e Meg se sentia completamente sozinha tinha cinco anos, mas já conseguia fazer com que alguns objetos flutuassem em torno de si quando ficava muito irritada ou contrariada, Meg desceu as escadas e viu o pai entrando com duas pessoas mal encaradas no escritório, a loirinha sempre fora curiosa, sua vó dizia que ela puxara isso do pai, mas ela não acreditava muito, pois o pai era uma pessoa muito seria e fechada, pé por pé ela se aproximou da porta, não precisou encostar o ouvido para ouvir, pois os três gritavam, o casal xingava o pai de ladrão, Meg estava pronta para entrar lá e defender o pai, mas como estava distraída não se deu conta que o padrinho estava atrás dela e foi surpreendida quando Severo a pegou-a.
- Mas o que eu vejo aqui, uma Malfoy espionando? – Severo aproveitou e fez cócegas na afilhada – Então Meg tem alguma coisa em sua defesa?
- Hehehe, eu só queria me certificar que o papai esta bem, aquele casal é muito malvado eu não gosto deles.
- É tens razão eles não são pessoas agradáveis.
- Porque eles estão aqui padrinho, o papai esta devendo algum dinheiro?
- Da onde você tirou isso mocinha? – Ele viu a afilhada dar de ombros e riu consigo mesmo ela tinha cada ideia de vez enquanto – Eles estão aqui por causa de Lucas Zabine.
- Quem é ele?
- Digamos que ele é quase um primo seu, os pais deles morreram na segunda guerra e como ele ainda tinha parentes de sangue vivos o juiz entregou-o para os tios, como Draco é padrinho de Lucas começou a querer noticias do menino e não gostou do que descobriu, os tios não são bons para ele.
- Humm, então ele vai vir morar conosco?
- Se tudo der certo sim. – Meg de um salto, pois foi ouvido um barulho grande no escritório. – Querida o que você acha de ir lá fora e brincar um pouco com o Lucas?
- Ok, padrinho – A menina desceu dos braços do padrinho e saiu porta a fora, Severo ouviu mais um barulho no escritório resolveu entrar para ajudar o outro afilhado.
Meg foi até o pátio de frente da casa e viu no balanço um menino que deveria ter a sua idade ele parecia legal, mas tinha feições muito tristes. Se aproximou sorrateiramente querendo o assustar, mas não conseguiu pois Lucas levantou a cabeça e olhou diretamente em seus olhos, Meg se assustou pois ela havia sonhando com aqueles olhos.
- Olá tudo bem?
- Tudo. – Disse Lucas.
- Eu me chamo Mégara, mas pode me chamar de Meg, eu moro aqui junto da minha vó, do meu padrinho e do meu pai, e você como se chama?
- Lucas Zabine.
- Prazer Lucas, quer saber de um segredo? – Ela viu que o menino deu de ombro – Eu sabia que você viria para cá.
- Como assim? – Perguntou o menino curioso.
- Ora morar aqui conosco, eu já sabia eu vi isso em meus sonhos, na realidade eu vi os seus olhos, eles queriam me dizer alguma coisa, mas eu não entendia o que era, mas não importa, pois você está aqui agora, viu eu sei das coisas. – Disse a loirinha sentando-se no outro balanço e se balançando.
- Eu acho que você é meio pirada, mas é legal.
- Eu não sou pirada, eu simplesmente sei das coisas, você vai ficar aqui e vamos juntos para Hogwarts, e ninguém nunca vai nos separar eu prometo. – Disse Meg dando um abraço no menino.
- Tomara Meg, tomara. – Disse Lucas abraçando mais forte Meg.
Tempo atual
Meg olhou para Lucas que olha atentamente para ela.
- O que foi, tem algo no meu rosto?
- Você nunca me disse como sabia que eu iria morar com vocês.
- Eu simplesmente sabia, não sei como, mas sabia. – Respondeu Meg parando de comer e pegando novamente o violão tentando tirar algumas notas. Lucas continuou olhando para e ela, Meg percebeu que ele ainda estava a observando e falou – Já passou esse sonhos não são seguidos não se preocupe tanto assim.
- Como não me preocupar? Você acordou gritando, as coisas flutuam no seu quarto quando você está descontrolada, e as coisas que você sonha acabam acontecendo, você disse que havia sonhando com os meus olhos antes mesmo que você soubesse o meu nome, e de alguma forma você teve certeza de que eu ficaria para sempre com vocês, como você explica isso?
- Ah sei lá vai ver eu vi uma foto sua na época, não me lembro, e não quero mais falar sobre isso. – Falou Meg largando o violão na cama e se levantando, passou os braços em torno de si e foi para a janela – Não quero pensar que o que eu sonhei na noite passada pode ter realmente acontecido, eu não quero foi horrível demais.
Lucas suspirou, levantou-se e foi até ela.
- Tudo bem, não vamos pensar mais nisso, mas se acontecer mais alguma coisa nós iremos procurar ajuda. Tudo bem?
- Ok. – Disse Meg abraçando o irmão de criação. Os dois ficaram quietos, naquela hora não precisavam falar mais nada.
MANSÃO DAS HALLIWELL.
Max estava do lado de fora do seu quarto sentando no telhado, sua tia dissera que aquele havia sido o quarto do seu pai quando era da adolescente, e que Thomas havia construído um local secreto para ficar sossegado, Max adorar o local, era escondido, mas ele podia ver tudo em volta da casa. Bocejou cansada, pois não tivera uma noite fácil, tinha tido um sonho terrível, odiava sonhar aquele tipo de coisa, queria que o pai estivesse ali, tinha certas cosias que não falava para a mãe para não preocupa-la, mas se o pai estivesse ali ele poderia desabafar. Melinda bateu na porta do quarto do irmão, mas não obteve respostas, torceu a maçaneta e abriu-a, a cama do irmão estava arrumada o que significava que Max estava acordado, mas não estava no quarto, já ia saindo quando viu a janela aberta e as cortinas voando, fechou a porta do quarto e foi até a janela, olhou para cima e viu o irmão com os olhos fechados:
- Tem espaço para mais uma?
Max não falou nada só deu de ombros, Melinda estranhou essa atitude do irmão, mas não falou nada, as vezes o irmão ficava muito fechado, principalmente quando pensava no pai.
- Ta tudo bem?
- Tudo perfeito.
- Que bom, então mamãe pediu para que eu viesse lhe perguntar se você topa ir ao shopping hoje, agente poderia até almoçar lá o que acha?
- Parece perfeito. – Respondeu Max sem muito entusiasmo.
- Max o que você tem? Fala pra mim eu sei que não sou o papai, mas sou sua irmã e você pode desabafar comigo.
Max olhou para a irmã respirou bem fundo e falou:
- Tive um novo sonho, na realidade foi mais um pesadelo, e tenho certeza que foi real, eu vi umas pessoas num cemitério estavam invocando um ser das trevas, aquela mulher que atacou agente na Irlanda estava lá, só havia trevas, eles mataram uma trouxa não sei quem ela era, mas sei que está morta.
- Meu Deus Max você tem que contar isso para alguém. – Disse Melinda, abraçando o irmão.
- Estou contando para você.
- Você me entendeu.
- Não vou contar pra mamãe ou para a tia, elas ficariam muito preocupadas. – Falou Max.
- Max elas podem nos ajudar a entender esses sonhos.
- Eu não quero falar.
- Tudo bem por hoje não falaremos, mas se você tiver mais um iremos falar com elas, enquanto isso vou ver se encontro uma poção para você dormir sem ter sonhos, ok?
- Ok – Disse Max abraçando-a a irmã.
CASA DOS LONGBOTTAM.
Neville Longbottom já não era mais aquele menino, baixinho, destrambelhado que fazia os cabelos da professora McGonnagol ficar brancos. Ele lutara muito na segunda guerra, e junto de seus amigos da grifinória venceu seus piores pesadelos e Voldemort. Depois de se formar, fez faculdade voltada para herbeologia se tornando professor em Hogwarts junto da Madame Sprout, na faculdade conheceu sua esposa Caroline Pendragon, ela viera de Beauxbatons, o amor foi recíproco e logo depois da formatura da faculdade os dois se casaram. E logo em seguida tiveram Frank. Para Neville a vida era maravilhosa, tinha um filho maravilhoso e uma esposa médica maravilhosa. Estavam somente os dois na casa já que Caroline havia ido ao Beco Diagonal comprar um estoque de ervas, ele estava preocupado com ela, pois há dias que a esposa estava se sentindo enjoada, doente, se ela não melhorasse eles iriam ao médico.
- Pai, posso falar com o senhor?
- Claro filho o que houve?
- Como se conquista uma garota? – Perguntou Frank um pouco envergonhado.
Neville prendeu a respiração finalmente aquela conversa chegara, ele tentara adiar, mas não teria jeito.
- Bom, acho que primeiro de tudo você deve ser sincero com ela, fale que gosta dela, e peça uma chance.
- Devo dar presentes para ela?
- Pode ser, você pode até fazer pequenas surpresas para ela, elas adoram quando são surpreendidas.
- Hum, interessante, podia até criar um admirador secreto.
- Não creio que essa seja uma boa idéia, pode ser que ela pense ser outra pessoa, daí meu filho vai ser uma confusão total.
- Hum, e o que você acha de uma abordagem direta?
- Acho que pode ser tanto bom quanto ruim, pois ela pode corresponder ou pode lhe dar uma tapa na cara, você sempre tem que pesar ambos os lados da sua ação. Sinto muito filho, mas não tenho muita experiência com mulheres, só tive uma namorada que se tornou sua mãe. – Respondeu Neville um pouco envergonhado.
- Nem esquenta pai, você me ajudou muito.
- Que bom filho, já fez os seus deveres da escola?
- Ahh ainda não.
- Então pode ir subindo e fazendo eles se precisar de ajuda pode me chamar.
- Ok.
Antes que o Frank subisse a porta da sala foi aberta e Caroline chegou cheia de sacolas, estava muito vermelha, pois estava muito quente. Os dois se adiantaram para ajudá-la.
- Por Merlin esta muito quente. – Falou Caroline.
- Por que não me chamou na lareira que eu ia lhe buscar?
- Ah nem me lembrei.
- Mãe por que você não diminuiu o tamanho das sacolas.
- Bom por que eu não fui só no beco diagonal eu fui numas lojinhas trouxas. – Ela viu a cara suspeita do marido e antes que ele mexesse nas sacolas. – E além do mais no meu estado não seria bom andar nem de chave de portal nem de pó de flu.
- Como assim no seu estado? – Perguntou Neville atônito.
- Bom além de ir numas lojas eu fui também ao médico, pois eu estava enjoada e tudo mais, e descobri que eu tenho uma coisa dentro de mim.
- Uma doença? É grave? – Perguntou Neville preocupado.
Frank riu olhando para o desespero do pai, ele já havia se dando conta sobre o que a mãe estava falando.
- Não é doença Neville, é uma coisa que vai passar em nove meses, melhor dizendo em oito meses, acho que vamos ter que modificar o nosso escritório, para que ela ou ele fique bem confortável eu adoraria que fosse ela.
- Pera ai você não esta querendo dizer que está grávida?
- Completei um mês hoje – Disse Caroline sorridente.
Neville não se conteve e agarrou a mulher, levantando ela e a rodeando.
- Eu estou tão feliz que poderia receber um monte de Cruciatus que não sentiria nada.
- É menina ou menino mãe?
- Ainda esta muito cedo para saber, mas eu quero uma menina. – Respondeu Caroline.
- Eu prefiro um menino. – Falou Frank.
- Não importa o que venha, o que importa é que tenha saúde. – Disse Neville, os três riram e sentarem-se para conversar sobre o novo bebe e começaram a mandar corujas para todos os conhecidos.
CASA DAS HALLIWELL
Sally havia se levantado cedo e sairá deixando somente um bilhete para Hermione, a morena sabia que a cunhada estava muito preocupada com o encontro com Narcisa, terminando de ajeitar Hector para ir ao Shopping, viu a sombra da filha passar pela porta e ir em direção ao sótão, desconfiada resolveu ir atrás da sua pequena bruxinha. Melinda entrara rapidamente no sótão tentando não fazer nenhum barulho não queria mentir para a mãe, mas sabia que se ela lhe visse precisaria da uma boa explicação. Começou a correr os dedos pelas estantes abarrotadas de livros e pegou um que dizia: "Poções Avançadas", e sentou-se no chão começou a folheá-lo procurando por uma poção que lhe ajudasse. Hermione abriu a porta do sótão e deu de cara com a filha compenetrada no livro.
- O que está fazendo Melinda?
Melinda levantou os olhos um pouco surpresa e falou:
- Estava procurando uma poção, mas já achei-a.
- Hum e posso saber porque precisa de uma poção se nem ainda entrou em Hogwarts?
- É que eu não tenho dormido muito bem, tenho tido alguns sonhos, pesadelos, não me lembro muito deles e nem quero me lembrar, por isso pensei numa poção que me fizesse não ter sonhos por algumas noites.
- Porque não falou comigo ou com sua tia? Podíamos ter conversado sobre esses sonhos.
- Ah mãe vocês estão com tanta coisa na cabeça que eu não quis incomodar.
- Agora ouça bem, seus irmãos e você jamais nos incomodam, vocês prometeram que se tivessem algum problema iriam contar para nós, somos uma família e quando um de nós tem um problema ele se torna de todos, vocês podem sempre pedir a nossa ajuda, não importa para o que seja entendeu? - Perguntou Hermione séria.
- Sim, mamãe.
- Ótimo, agora venha vamos para a cozinha que vou lhe ensinar a preparar essa poção.
Melinda não disse nada simplesmente abraçou a mãe, ambas saíram do sótão e ele se fechara magicamente, Hermione passou no quarto do filho mais novo e viu ele e o irmão videogame, continuou descendo com a filha para preparar a poção. Meia hora depois a poção estava pronta, Melinda tinha muita pratica com a poção e conseguia reconhecer logo de cara os ingredientes, pelo visto havia puxado algumas coisas do pai. Hermione colocou a poção na geladeira para esfriar e chamou os filhos, Max e Hector ambos já arrumados desceram correndo, Hermione abriu a porta da garagem e todos entraram no carro, Melinda ajudou Hector a sentar na cadeirinha e dirigiram-se para o Shopping.
CASA DOS WEASLEY DELACOUR.
Fleur estava supervisionando o almoço quando sentiu um soco na barriga, seu filho estava muito inquieto naquele dia, não a deixara descansar nenhum minuto. Gui estava trabalhando no banco, ele dissera que não iria demorar, mas já era a hora do almoço e nada do marido aparecer. Cansada resolveu se sentar, começou acariciar a barriga amava muito o seu pequeno bebe, tinha tido muita sorte como mãe, Mia estava terminando suas tarefas da escola e Vicky tinha saído para correr um pouco, Fleur se sentia muito abençoada com as duas maravilhosas filhas que tinha, eram a alegria de seus dias. Enjoando com o cheiro da comida resolveu sair da cozinha, caminhava com dificuldade e sua respiração estava ficando ofegante, Fleur conseguiu chegar à sala ia pegar o telefone e chamar pelo marido quando sentiu algo molhado em baixo dela, sabia o que era, mas não podia acreditar, olhou para baixo e teve certeza a bolsa da água havia estourado, sentiu as pernas tremeres e caiu derrubando um vaso. Mia estava na sala de estar e ouviu o barulho se levantou e foi ver o que havia sido, encontrou a mãe caída no chão.
- Mãe a senhora está bem?
- Estou, mas o bebe está vindo, temos que ir para o hospital.
- Mas ainda falta um mês.
- Pelo visto ele está apressado – Fleur fez uma cara de dor – Mia pegue as coisas do bebe no berçário e minha mala também.
- Ok. - Disse Mia correndo escada acima.
Fleur ficou parada respirando, droga justamente quando estava sozinha, rezou para que alguém aparecesse na sua casa. Como se fosse mágica, uma esbaforida Vicky chegou em casa abrindo a porta com um estrondo.
- Mãe, o que aconteceu?
- O bebe está nascendo. – Disse Fleur, com a voz esganiçada sentindo uma contração.
- Tudo bem, sem pânico, já vamos te levar para o hospital. - Disse Vicky ajudando a mãe a se levantar, sentiu um aberto bem forte na mão.
- Não dá tempo, achei que fosse dá, mas as contrações estão muito fortes e muito rápidas, não dá tempo. – Disse Fleur.
- É claro que dá tempo, vamos só chamar o papai e ir para o hospital. – Retrucou Vicky.
- Vicky eu tive duas filhas sei como é isso, não vai dar tempo, você vai ter que fazer o parto.
Vicky quase vomitou, mas conseguiu se segurar viu Mia descer as escadas com duas malas na mão, agradeceu mentalmente que a irmã havia chegado, Mia estava trazendo a chave de portal na mão olhou para a mãe e a irmã e percebeu que alguma coisa havia mudado.
- Esqueça as malas ela vai ter o bebe aqui e agora. - Disse Vicky levando a mãe com ajuda da irmã para a mesa de jantar.
- Ela precisa de um médico. – Disse Mia nervosa.
- Não vai dar tempo filha, o bebe está vindo.
- Mia mande um aviso para o papai pela lareira deixe um recado se for preciso e volte para cá ouviu?
A ruiva não falou nada só concordou com a cabeça, foi até a lareira e voltara rapidamente, mais preocupada ainda:
- Ele não estava na sala dele, mas vão avisa-lo, o que vamos fazer?
- Vou fazer o parto do bebe. - Disse Vicky um pouco mais calma, afinal sempre tivera vontade de ser médica.
- Ai meu Merlin, tem certeza que é uma boa idéia? – Perguntou Mia preocupada.
- Não sei, no momento é só essa ideia que eu tenho, se você tiver outra me diz agora. - Vendo que a irmã não falara nada disse – Ótimo, vamos colocar mais um Weasley no mundo. Mia fica do lado da mamãe e ajude-a a respirar, pegue um pouco de gelo, dizem que isso ajuda.
A ruiva obedeceu cegamente às instruções da irmã e foi correndo na cozinha pegar gelo voltando imediatamente para o lado da mãe. Vicky fora lavar as mãos e passara álcool nelas. Separou alguns panos e pegou um pouco de água. Vicky respirou fundo e falou com a mãe:
- Mãe eu vou fazer o parto, mas você tem que me ajudar tivemos algumas aulas de educação sexual, mas não teve muitas partes onde o bebe nascia, então eu...
- Filha não se preocupe, eu confio em você.
- Ótimo. - Disse Vicky, afastou as pernas da mãe e disse – Já estou vendo um cabelo ruivo, é só fazer força mãe.
Um ploc foi ouvido e Gui apareceu na sala, muito surpreso com a cena que se encontrava ali.
- Ajude a mamãe a empurrar pai. – Dissera Fleur…
Gui não esperou nenhum minuto e foi ajudar a filha mais nova com a mãe.
- Eu vou contar até três e você empurra ok mãe?
- Ok. – Fleur enlaçou a mão na de Gui.
- 1...2...3 empurra
Fleur empurrava com toda a força que tinha, ela estava com medo, pois o bebe seria prematuro, sua filha estava fazendo o parto do seu filho. Com alguns empurrões um choro bem alto foi ouvido. Vicky pegou o seu irmãozinho e o embrulho nos panos que a irmã havia pegado, era um menino, forte, saudável e com um pulmão a todo vapor.
- Mãe, Pai é um menino, e ele é lindo – Ela entregou o irmãozinho para a mãe e logo esse parou de chorar.
- Oi meu pequeno, você é muito lindo.
- Ele é perfeito, e tão pequeno. – Mia viu o bebe virando o olhar para ela, - Oi lindinho eu sou sua irmã do meio e foi cuidar muito bem de você.
- E eu sou sua irmã mais velha vou lhe ensinar tudo o que eu sei.
- Filha muito obrigado pelo que você fez. – Disse Gui emocionado.
- Não precisa agradecer pai, eu faço de tudo para essa família. - Respondeu Vicky contente e exausta.
- Jamais poderemos agradecer o que você fez, se você não estivesse aqui, o bebe não teria nascido.
- Mana acho que você daria uma ótima médica.
- É uma ideia, agora será que podemos ir para o hospital.
- Vamos eu já providenciei uma chave de portal especial. – Gui pegou uma meia e num instante foram levados ao St. Mungus.
CASA DOS POTTER.
A casa estava calma, os jovens por incrível que pareça estavam fazendo seus deveres, Gina estava se aprontando para ir ao tribunal quando viu três corujas na janela recolheu as cartas e logo as corujas saíram. A primeira carta era de Neville contato que ele e Caroline estavam grávidos, Gina ficou muito contente com isso, pois, Neville era um grande amigo e merecia uma vida boa e cheia de alegrias. A segunda carta era de Gui, ela estranhou, pois eles sempre conversavam pela lareira. Ela ficou muito surpresa quando lera que Fleur havia dado a luz e que Vicky havia feito o parto. A terceira carta continha o símbolo dos Malfoy. Estava endereçada para os meninos, por isso ela resolvera não abrir. Antes de subir escreveu um bilhete e fez algumas copias entregou-os para Edwiges e Pichitinho, afinal o nascimento de um Weasley tinha que ser comunicado a todos e se conhecia bem o irmão ele não tivera tempo para isso, subiu para o segundo andar e entrou no quarto do filho mais velho.
- James, posso falar com você?
- Pode mãe, sem problema.
- Acabou de chegar essa carta dos Malfoy provavelmente é um convite para o aniversário da Meg, esta endereçado para você, sua irmã e Teddy, depois você passe para eles ok?
- Ok – Falou o moreno a contragosto. – Somos obrigados a ir?
- É obvio que não, mas seria legal se fossem, pois ela é colega de vocês. – Disse Gina.
- Mas ela é uma chata. – Retrucou James
- Sei até parece que você acha ela chata. – Falou a mãe.
- Ta querendo dizer o que com isso, mãe? – Ele não obteve resposta da mãe, pois está já havia saído.
Começou a ler a carta e foi ficando cada vez mais branco, ele não conseguiu se segurar e soltou um berro, que fez os cabelos de todos se arrepiarem. Num piscar de olhos, ele se via caminhando pelo quarto amaldiçoando a loira, sem se dar conta que três pessoas estavam olhando para ele muito preocupados. A ruivinha tomou coragem e falou:
- Mano você esta bem?
- Como eu posso estar bem depois dessa maravilhosa noticia?
- Que noticia Jay? – Perguntou Teddy
- Essa: Venho convidar vocês para o meu aniversário que será dia 17 de agosto, a partir das 21:00, aqui na minha casa... Ela vai comemorar o aniversário no mesmo dia que o meu.
- Hum, bom filho os horários são diferentes, não se preocupe os dois aniversários podem ser no mesmo dia, pois são em horários diferentes.
- Não se preocupe cara, festejamos o seu aniversário de dia e de noite vamos para o aniversário da loira.
- Eu não vou pra esse aniversário. – Falou James emburrado.
- Não podemos ser tão rudes assim, Jay. Ela poderia ter feito aniversário dela o dia todo, com certeza ela não o vez por sua causa. - Falou Tedddy.
- Eu duvido.
- Bom não vamos nos preocupar com isso agora vamos almoçar e depois iremos para o hospital sua tia Fleur teve o bebe. – Disse Gina se dirigindo para a porta. – Filho não se preocupe o seu aniversário vai estar maravilhoso eu juro.
Gina e Lily se retiraram deixando Teddy e James no quarto do segundo conversando.
- Você não pode mostrar que ela te afeta tanto. – Disse Teddy.
- Mas ela não me afeta. – Retrucou de forma malcriada.
- Ahan eu acredito, meu serio desde o ano passado você anda arrastando uma asa enorme para ela.
- Nada haver, ela simplesmente ... ahhh sei lá eu só sei que ela é uma chata, mas ao mesmo tempo ela tem uma beleza incrível, é eu tenho que admitir que ela é muito linda, mas isso não quer dizer que eu estou arrastando uma asa para ela.
- Ora olha só o que eu vejo aqui, um Grifinório apaixonado por uma Sonserina.
- Eu não estou apaixonado por ela.
- Ta eu vou esperar até que você admita.
- Só no dia em que Merlin voltar à vida.
Teddy balançou a cabeça e resolveu se retirar, pois o amigo já estava ficando muito vermelho, ele viu James resmungando alguma coisa e riu consigo mesmo esses aniversários dariam o que falar. Teddy, desceu as escadas e deu de cara com Fred saindo da lareira.
- E ai, Teddy, tudo beleza?
- Tudo só temos uma crise no departamento Potter e Malfoy, você recebeu o convite?
- E quando não temos? Sim recebi, to te dizendo cara isso ainda vai dar casamento.
- Concordo só não deixa o Jay ouvir ele fica louquinho com isso.
- Vou lá falar com ele, vocês vão para o hospital?
- Vamos sim depois de almoçar.
- Ok, eu vou junto, mamãe estava dando uns chiliques porque eu não havia arrumado o meu quarto daí decidi vir, por acaso teria algum prato de comida para um pobre garoto esfomeado?
- Hehe, tem sim seu esfomeado, vou avisar a dinda.
- Valeu – Disse Fred subindo as escadas correndo.
Teddy seguiu para a cozinha e ao entrar viu Frank entrando pelas portas do fundo.
- Isso tá virando hospedaria.
- Como assim Teddy? - Perguntou Gina que tinha ido abraçar Frank e parabeniza-lo pelo irmãozinho.
- Brincadeirinha dinda, o Fred está aqui e já subiu lá para o quarto do James, e ele pediu para almoçar aqui.
- Hum vou ter que fazer mais comida.
Teddy, Frank e Lily se olharam e começaram a rir, Fred era muito esfomeado que nem o seu pai. Frank pediu licença e foi em direção ao quarto do amigo.
Enquanto isso, Fred entrava no quarto do primo sem cerimônia.
- E ai priminho tudo beleza?
- Tudo maravilhoso, recebeu o convite?
- É obvio que recebi, ainda não decidi em qual dos dois aniversários eu vou – Fred falou entre risos e desviou por pouco da almofada que o primo lhe jogara – Nossa que estresse, depois diz que não sente nada pela loira.
- E eu não sino nada por ela, só aversão.
- Ok, acredito.
- Fred faz o favor de calar essa sua boca, que saco. – Os dois ouviram uma batida na porta e Frank entrou no quarto do amigo.
- Ta tudo bem? Ouvi vocês discutirem.
- Ta tudo beleza só o meu priminho querido que ta com TPM – Ele viu que James o fuzilou com os olhos, mas não falou nada e se jogou na cama.
- Isso não acontece só com as meninas? – Perguntou Frank meio confuso.
- Sim, mas a dele é especial é Tensão Pré Malfoy – disse Fred rindo sem parar Frank não se agüentou e acompanhou o amigo, eles tiveram que desviar do pequeno abajur que James jogara nele.
- Eu te mato Fred.
- Ui que meda.
- Ok, calma vocês dois, eu tenho uma noticia para vocês.
- Qual? – Os dois perguntaram juntos.
- Eu vou ter um irmãozinho ou irmãzinha.
- Serio? Bah que legal cara.
- Legal mais um pirralho ou pirralha para botar a culpa quando aprontarmos – Ele viu a cara dos amigos, mas nem deu bola – Essa novidade merece uma comemoração – Os amigos entenderam o seu olhar e os três falaram ao mesmo tempo:
BALADA AMIMAL!
BECO DIAGONAL
Sally estava nervosa fazia alguns anos que não ficava cara a cara com Narcisa Malfoy, soube no exato momento que Narcisa entrara no restaurante sempre pode distinguira sua aura, olhou para trás e viu a imponente senhora se aproximar.
- Olá Sra. Malfoy já faz muito tempo – Ela estendeu a mão para a loira.
- Tem razão Sally faz muito tempo, como tem passado? – Perguntou Narcisa se sentando depois de ter apertado a mão da morena
- Bem na medida do possível, o que houve?
- Ela teve um pesadelo, só que muito forte dessa vez, as cosias em seu quarto estavam flutuando em torno dela, ela estava muito assustada. Severo entrou em sua mente e viu o que ela vira, Bella estava num cemitério com outros comensais da morte, e eles estavam invocando alguém uma trouxa foi dada ainda viva como oferenda para o ser invocado, depois ela desmaiou e quando acordou ela disse que não se lembrava de nada, mas eu conheço-a muito bem e sei que mentiu para nós, estou muito preocupada Sally.
- Vocês sabem como era esse ser que foi invocado?
- Não, Severo falou que não pode ver direito, mas disse que tinha várias tatuagens em seu rosto e varias cicatrizes.
- Agora de cabeça não consigo me lembrar quem pode ser, mas vou fazer uma pesquisa, isso é preocupante, agora quanto aos poderes dela, acho que há um feitiço no livro das sombras que eu posso utiliza-lo, mas não sei se irá funcionar muito bem. Afinal foi ela mesma que despertou o poder, eu fiz de tudo para que ela não tivesse a mesma sina que eu, mas tem certos poderes que não podem ser anulados, mas irei tentar.
- Você sabe o que é projeção astral?
- Sim, meu pai teve esse poder, porque?
- Porque Briana disse que foi isso o que aconteceu com Meg, eu achei que fosse uma premonição.
- Bom é possível que tenha sido uma projeção astral, meu pai me disse que tivera a primeira projeção astral quando era bem pequeno, mas quem é Briana?
- Briana Matheuws a noiva de Draco.
Sally congelou e Narcisa percebeu.
- Sinto muito querida, sempre tive esperanças que vocês se acertassem.
- Pelo visto não sou a única a sair das sombras.
- Não entendi, explique. – Pediu Narcisa.
- Briana Matheuws é minha prima por parte de mãe, faz muito tempo que não nos falamos, como ela chegou até vocês?
- Ela começou a trabalhar com Draco e os dois se envolveram, bom foi isso que ele me disse.
- Tenha cuidado com ela, você acha que ela sabe da minha relação com Meg?
- Acho que sim, afinal ela falou com muita convicção sobre a projeção astral e mencionou o seu pai.
- Porque ela voltou e porque resolveu se envolver com Draco?
- Eu não sei querida, mas irei tentar investigar, não se preocupe cuidarei da nossa menina.
- Sempre vou me preocupar, ainda mais agora, a única coisa que eu quero é a segurança da Meg.
- Ela é uma Malfoy nunca está completamente segura, o que você precisa para fazer o feitiço?
- Uma foto dela.
Narcisa abriu a bolsa e lhe entregou uma foto, ficou comovida como Sally olhava para sua neta.
- Pode ficar com ela, tenho várias em casa, sente a falta dela não é?
- Todos os dias da minha vida – Disse a morena sorrindo de forma triste – Eu me lembro à primeira vez que eu vi ela, tão pequena, mas tão linda, encontrei-a na TOCA esse final de semana quase desmaiei, ela está muito parecida com a senhora, muito bonita, uma verdadeira Malfoy.
- Ela sente a falta da mãe, Draco tenta ser um bom pai, mas às vezes acaba errando, disse que ficou noivo de Briana, pois ela precisa de uma mãe é claro que você pode imagina como ela reagiu, não gostou nem um pouco. Não acha que a mãe dela deveria se revelar?
- Narcisa infelizmente, você sabe o que aconteceria se eu me revelasse, todas nós perderíamos uma pessoa que amamos muito. Não, posso, tomei uma decisão e não posso muda-la sem que alguém se machuque, ela está protegida sem saber da sua origem, mas obrigada por considerar essa hipótese, não sei como pode ser tão gentil comigo.
- Minha querida, posso achar que tenha tomado a decisão errada, mas você me deu uma das cosias mais preciosa que eu tenho, minha neta e mesmo agora faz de tudo para proteger meu filho mesmo que isso a destrua por dentro, eu só tenho que agradecer a você pela oportunidade que me destes. Quando Meg foi morar comigo minha alegria de viver voltou, consegui finalmente sair das trevas, e devo tudo isso a você, por isso não importa o que aconteça sempre poderá contar comigo. – Falou Narcisa agarrando as mãos da morena.
- Você é incrível Narcisa – Disse Sally – Obrigada por cuidar da nossa menina.
- Vou cuidar – Ela viu a morena se distanciando, mas chamou novamente – Sally um momento.
A morena se virou e encontrou um envelope estendido para ela.
– É o convite de aniversário de 15 anos de Meg, acho que você deveria comparecer, não precisa se revelar, mas acho que seria uma oportunidade para você se aproximar dela.
- Narcisa eu não sei se é uma boa idéia.
- Isso não é um pedido. Por favor, tenho certeza que você quer estar ao lado de sua filha principalmente no aniversário de 15 anos dela. Tenho que ir foi ótimo ver você e até o aniversário – Narcisa não deixou a morena falar mais nada e saiu do local.
- Ótimo, agora eu tenho que ir a uma festa, minha vida bem que podia ser mais fácil – Disse Sally aparatando direto no sótão ela não queria fazer isso com a filha, mas era para a própria segurança dela.
- Sinto muito querida. – Ela pegou uma vela e ascendeu e pegou a foto da filha e começou a recitar o feitiço:
"In this night, in this hoar, I call the ancient power, for my command, the legacy of the Halliwell family, well relist my dotter, from now and forever".
"Nesta noite, nesta hora, eu chamo o poder dos ancestrais, pelo meu comando o legado da família Halliwell vai libertar minha filha, agora e para sempre".
A vela se apagou sozinha, ela fechou os olhos e suspirou fazendo uma oração silenciosa para Merlin, ela esperava que a filha a perdoa-se.
MANSÃO MALFOY
Enquanto isso na casa dos Malfoy a loirinha estava na biblioteca procurando alguns livros que lhe ajudassem a entender o que tinha acontecido com ela, sentiu-se fraca e se desequilibrou da escada, Severus estava entrando na biblioteca quando a viu cair, chegando bem a tempo de pega-la, tentou acordar a menina, mas não conseguiu, suspirou aliviado quando viu Narcisa entrar.
- Ela não quer acordar, desmaiou sem mais nem menos. Acho melhor chamarmos um medibruxo.
- Não Severo não será necessário eu sei exatamente o que houve com ela, acho que não teremos mais que nos preocupar com os pesadelos do nosso anjo. Melhor leva-la para o quarto.
Os dois subiram as escadas e depositaram Meg em sua cama.
- O que você fez Narcisa?
- Eu não fiz nada, infelizmente não tenho esse poder, mas a mãe dela sim.
- Encontrou a mãe dela hoje, como?
- Sim, mas não posso mais lhe dar nenhuma informação venha vamos tomar um conhaque no salão, estou exausta. – Vendo que não conseguira tirar mais nenhuma informação da loira, seguiu para fora do quarto.
CASA DAS HALLIWELL
Hermione estava exausta abriu a porta e deixou as pestes entrarem todos estavam cheios de sacola, tinha sido uma manhã maravilhosa. Viu Sally descer as escadas com uma cara cansada.
- E ai como foi o passeio?
- Ótimo eles se divertiram muito, compramos tanta coisa, depois te mostro o presente que eu comprei para você.
- Ah para não precisava.
- Eu sei, mas adoro dar presente , e ai como foi a reunião?
- Foi interessante e preocupante, vamos até o seu escritório que eu te conto.
Dentro do escritório, Sally relatou tudo o que acontecera, Hermione ouviu tudo calado, mas se surpreendeu quando ouviu o nome de Briana fazia muito tempo que não ouvia esse nome.
- Mas o que ela quer com Draco?
- Não sei, Narcisa me disse que os dois estão apaixonados, mas sei lá sei como Briana é ela nunca se apaixonou por ninguém. Estou com medo Hermione ela reconheceu os poderes de Meg isso eu tenho certeza.
- Mas se ela reconheceu porque não falou nada?
- Por causa do feitiço que fizemos, ela pode até reconhecer, mas não vai conseguir juntar as peças.
- Isso é preocupante, vi uma poção do sono na geladeira para quem é?
- É para Melinda ela disse que não estava conseguindo dormir e eu a ensinei a fazer, ela tem uma boa mão para poções.
- Como a mãe dela – Disse Sally.
- E Como o pai... – Falou Hermione passando as mãos pelo cabelo – Não sei como vai ser quando eles forem para Hogwarts.
- Vai dar tudo certo, eu irei cuidar dela.
- Como assim?
- Você está olhando para a mais nova professora transfiguração e História da Magia, falei com Macgonall e ela aceitou na hora, pelo visto aquele velho fantasma estava precisando de férias e ela quer largar algumas classes.
- Isso é uma ótima noticia, assim fico mais tranquila, vai poder cuidar deles, muito obrigada,
- Não tem que me agradecer, nós somos uma família e sempre nós ajudamos. Mudando de assunto Fleur teve o bebe.
- Serio, quando?
- Hoje, pelo o que Gina me disse Vicky e Mia tiveram que fazer o parto, pois não havia ninguém em casa, quando Gui chegou não dava mais tempo de levar ela para o hospital, mas correu tudo bem agora estão todos indo para o hospital.
- Meu Deus que loucura, que tal irmos lá no hospital ver eles?
- Achei que nunca fosse dizer, vamos pegar a pirralhada e irmos, acho melhor aparatarmos lá é mais rápido.
- Ok.
As duas saíram do escritório e reuniram às crianças que ficaram bem animadas com a novidade, todos deram as mãos e aparataram para o St. Mungus.
ST. MUNGUS – HOSPITAL.
A sala de espera estava cheia de cabeças vermelhas, toda a família Weasley se reunira para ver o novo bebe. Hermione e companhia chegaram e a morena pode ver a mãe andar de um lado para outro preocupada.
- Ah Hermione, Sally que bom que vocês vieram. – Disse Gina abraçando-a. – Mamãe está enlouquecendo.
- Estou vento, mas está tudo bem? – Perguntou Hermione.
- Está sim, só que ela estava um pouco cansada, fez muito esforço na hora do parto.
Enquanto isso do outro lado do corredor, Vicky e Mia eram cercados pelos seus primos.
- Sangrou muito? – Perguntou Fred.
- Isso é coisa que se perguntou o cabeça de ovo? – Disse Frank dando uns cascudos no amigo.
- Ah, perguntar não ofende ninguém.
- Fred você é completamente sem noção – Disse James.
- Ah foi uma perguntinha inofensiva, que gente mais atacada. – Disse Fred fazendo biquinho, Vicky não aguentou e começou a rir e puxou o primo para um abraço.
- Deixa ele gente, saiu muito sangue, mas pelo que a medica disse foi na quantidade normal. Para falar a verdade fiquei muito assustada.
- Mas se saiu bem, eu sempre disse que você tinha jeito de médica. – Disse Teddy soltando-a do primo e a beijando – Você foi uma heroína hoje.
- Sinto muito não termos ajudado, mas é que acabamos saindo. – Disse Melinda.
- Que bobagem, ninguém poderia imaginar que o nosso maninho iria nascer hoje, ele era só para daqui a dois meses, por isso não se culpe. – Falou Mia abraçando a amiga.
- Ok – Disse Melinda um pouco mais aliviada.
- Ainda bem que Mia não estava sozinha com a tia Fleur, pois provavelmente se ela estivesse, o bebe teria morrido, ela não tem nenhum cuidado com nada, tenho certeza que se Vicky não estivesse lá, há essa hora estaríamos preparando um funeral. – Disse Lily.
Mia ergueu os olhos, mas não falou nada, estava chocada com o que a prima falara, na realidade todos estavam, ninguém pronunciava um som. Vicky balançou a cabeça negativamente e se aproximou da prima dando-lhe um tapa cara o que acabou atraindo a atenção dos adultos, Lily ia revidar, mas foi segurada por Frank e Fred, Vicky por sua vez estava sendo segurada por Teddy.
- Deixa ela vir, vem se tem coragem. – Gritou Vicky.
- Você me paga, não tinha o direito de me bater. – Rebateu Lily.
- E você não tinha o direito de falar o que falou da minha irmã que é sua prima.
- Falo o que eu quiser dela, é tudo verdade, se não fosse ela teria retrucado, mas não ela sempre se faz de pobrezinha, coitadinha é sempre a protegida.
- Isso não é verdade, você passou de todos os limites, sai daqui. – Gritou Vicky.
- Não saio, não tem o direito de me tirar daqui. – Falou Lily debochadamente.
- Quer apostar? – Perguntou Vicky cheia de raiva.
Antes que acontecesse mais alguma coisa, Gina apareceu com as mãos na cintura.
- O que aconteceu aqui? – Perguntou Gina. – Dá para ouvir os gritos de vocês do outro quarto.
- Mãe a Vicky me bateu – Disse Lily se soltando de Frank e Fred e indo para os braços da mãe.
- Vicky por que fez isso? – Perguntou Gina espantada, pois Vicky nunca fora de bater em ninguém.
- Ela disse que se Mia estivesse sozinha teria matado a mamãe e o bebe. – Respondeu Vicky
Gina ficou chocada, parecia que tinha visto um fantasma, olhou para a filha e não quis acreditar.
- Lily isso é verdade? – Gina viu o olhar da filha e soube que era verdade. – Estou muito chateada com você, vamos estão chamando agente para ver Fleur, depois em casa vamos conversar direitinho.
Mia olhou para Vicky e falou:
- Porque você fez isso?
- Ora ela te ofendeu, praticamente te chamou de assassina.
- Ah Vicky não é pra tanto ela só exagerou um pouquinho, todos sabem que Mia é um pouco desastrada. – Disse James tentando apaziguar das coisas, é claro que não gostara nem um pouco da atitude da irmã, mas era a irmã dele.
- James, não defenda-a, ela sabia muito bem o que estava dizendo, ela falou por maldade, e sabe que por muito motivos Mia não vai retrucar, Lily está achando que pode fazer e falar tudo sem consequências, mas está muito enganada, eu é que não vou deixar ela ofender, ou magoar a minha irmã de graça, Mia vamos ver a nossa mãe e o nosso irmãozinho. - Vicky saiu puxando, Mia e Teddy para dentro do quarto onde a mãe estava, Fred, Frank, James, Melinda e Max a seguiram silenciosamente.
Dentro do quarto havia uma atmosfera mais amena, Fleur estava na cama cercada da sua família, Gui segurava um pequeno pacotinho o qual foi passado para o avô Arthur.
- Como será o nome dele?
Gui e Fleur se olharam e sorriram, Fleur olhou para o sogro e para a sua filha Vicky:
- Ele se chamara Arthur Vitorio Weasley, há muitas maneiras de ser um pai, mas a sua meu sogro é única, vocês dois criaram uma família maravilhosa, ensinaram tudo de bom para seus filhos e é por causa de um deles que eu estou tendo a alegria pela terceira vez de ser mãe, se não fosse por vocês minhas filhas e meu filho não estariam aqui, e em homenagem da minha filha que trouxe seu irmãozinho ao mundo filhas se não fosse por vocês eu não sei o que teria sido, muito obrigada.
Todos estavam muito emocionados, e com lagrimas nos olhos, Arthur entregou o neto para Vicky, a irmã encarara o pequeno, e em seus olhos só havia amor emocionada, a loirinha e falou:
- Bem vindo ao mundo Arthur Vitorio Weasley.
Aos poucos, foi tudo se acalmando todos pagaram Arthur Vitorio, e aos poucos foram embora, Molly e Arthur decidira ficar no hospital junto de Gui e Vicky, Hermione se ofereceu para ficar com Mia e Vicky o que Fleur aceitou na hora, Vicky queria ficar, mas foi convencida pela mãe a ir descansar. Todos se despediram Sally e Hermione seguraram as mãos das crianças e desaparataram.
CASA DOS POTTER
A família Potter chegou em casa bem rápido, um cheiro bom vinha da cozinha Harry sabia que Dobby estava fazendo o jantar, o que significava que teriam comida para umas três semanas, ele viu no semblante da mulher que nem tudo estava perfeito. James, Lily e Teddy estavam subindo para os quartos quando Gina mandou-os irem para a sala de estar, Harry viu a troca de olhar do filho e do afilhado, alguma eles haviam aprontado. Teddy e James se encostaram na parede e Lily se sentou numa poltrona, Gina ficou na frente da filha com os braços cruzados e perguntou:
- Então o que aconteceu no hospital? – Gina esperou que alguém falassem, mas ninguém falou. – Eu fiz uma pergunta e quero a resposta.
- Porque você pergunta o que já sabe, Vicky me bateu. – Falou Lily maldosamente.
- Como assim te bateu? – Perguntou Harry surpreso, conhecia a sobrinha e sabia que ela só partia para agressão quando estava muito furiosa.
- E porquê ela te bateu Lily?. – Perguntou Gina impaciente.
- E eu vou saber, ela é maluca. – Retrucou Lily, levantando-se e andando de um lado para o outro.
- Isso é mentira.
- Cala a boca Teddy, é claro que você vai defender a sua namorada – Disse Lily agressiva.
- Não cala boca você, sabe muito bem por que Vicky lhe bateu. – Disse Teddy indo para cima de Lily. – Fala a verdade.
- É a verdade, ela me bateu sem mais nem menos.
- Chega, não quero mais ouvir discussões, Lily eu lhe dando uma oportunidade para se explicar o porque você ter falado aquilo da sua prima, estou querendo ouvir a sua versão da história.
- Sinceramente mãe, não sei por que eu tenho que explicar o que aconteceu, se de qualquer jeito você irá acreditar nos outros e não em mim. – Disse Lily levantando-se e se afastando da mãe, com raiva virou para ela e disse – Quer saber, estou de saco cheio, de tudo e todos, é sempre assim, mesmo que Mia apronte alguma coisa ela é a tachada de pobrezinha, coitadinha. Eu disse para Vicky à verdade que se Mia estivesse sozinha com a mãe, provavelmente há essa hora estaríamos preparando um funeral.
Gina olhou horrorizada para a filha, Harry estava sem palavras nunca vira a filha daquele jeito, James balançou negativamente a cabeça sua irmã havia perdido totalmente a cabeça.
- Não posso acreditar que você falou isso para sua prima, vá para o seu quarto, está de castigo até segunda ordem. – Disse Gina bem seria, mas por dentro queria chorar, não queria acreditar que era a sua filhinha que estava ali diante de si.
Lily não falou nada só sustentou o olhar e saiu correndo, entrou em seu quarto e bateu a porta com força fazendo os quatro estremecerem.
- James, Teddy vocês podem me explicar o que está acontecendo com as duas? – Perguntou Harry.
Os dois se olharam e Teddy respondeu.
- Lily vem implicando com Mia, desde o incidente com Jeremy – Teddy viu o olhar que seus padrinhos trocaram. – Só que do ano passado para cá, as provocações de Lily tem ficado mais sérias, pesadas.
- É verdade mãe, hoje ela passou dos limites, agente estava lá na maior alegria e de repente sem mais nem menos ela falou aquilo, Mia ficou muito chocada deu para ver e Vicky ficou furiosa tanto que reagiu a sua atitude foi sem pensar, mas a da minha irmã foi calculada, às vezes parece que ela tem prazer em fazer Mia sofrer. – Disse James bem chateado.
- Amanhã irei falar com Vicky sobre isso, esse Jeremy só entrou nas nossas vidas para destruí-las, Mia está correta em não aceitar as provocações, mas conheço minha afilhada ela é igualzinha a mim quando estoura, destrói tudo. – Disse Gina cansada. – Meninos vão jantar e depois direto para a cama esse dia foi cansativo de mais.
Gina olhou para Harry e viu o seu semblante.
- Estamos com um problema.
- É e pelo visto bem grande.
CASA DAS HALLIWELL
Hermione e os demais aparataram em frente a casa dela, enquanto Vicky e Mia iam em sua casa pegar algumas de suas coisas, os demais entraram. Sally subiu com Hector para coloca-lo em sua cama, depois de se certificar que estava tudo certo saiu do quarto e desceu as escadas.
- Bom o que vamos comer? - Perguntou Sally entrando na cozinha.
- Podemos pedir uma pizza? - Perguntou Mia.
- Hum acho que podemos sim, o que acha Hermione?
Hermione ia dizer que não, pois pizza não era um alimento saudável, mas não pode ao ver as carinhas das crianças, sem conseguir se conter riu e disse:
- Podemos sim, mas só dessa vez.
Max pegou o telefone e começou a fazer os pedidos, enquanto esperavam a pizza chegar, cada um foi tomar o seu banho. Meia hora depois a companhia tocou, Sally abriu a porta e pegou as cinco caixas de pizza e entregou o dinheiro ao entregador. Já estavam todos sentados a mesa, foram um grande banquete. Depois de jantarem Hermione fez as louças irem para a pia que começou a lava-las. Cansada resolveu encerrar o dia.
- Bom acho melhor irmos dormir.
As luzes foram apagadas, e cada um se dirigiu para seu quarto, havia sido um dia muito agitado, logo a casa ficara num silêncio total. Não demorou muito para que Mia acordasse, estava com sono, mas não conseguia dormir, a ruiva estava muito ressentida com o que a prima lhe dissera, queria ter revidado, mas sabia que não adiantaria nada que o melhor era deixar pra trás sem conseguir dormir se levantou e saiu silenciosamente do quarto da amiga, Max ouvir um barulho e resolveu verificar, viu Mia descer as escadas com um pijama bem curtinho, Mia entrara na cozinha e abrira a geladeira onde pegou um pedaço de pizza e uma garrafa de refrigerante, quando estava se virando se assustou ao notar Max tão perto dela, antes que gritasse Max cobriu sua boca..
- Não grita se não vai acordar todo mundo. - Max percebendo que a ruiva havia relaxado destampou-lhe a boca. - Sem sono?
- Sim e com fome, e você?
- Estava lendo e ouvi um barulho, vi você saindo do quarto daí resolvi fazer companhia. - Disse Max.
- Não precisa se incomodar, só vim comer e já vou dormir.
- Não é incomodo, por acaso está com medo de ficar na minha companhia?
- É claro que não, se você quiser ficar não tem problema nenhum – Disse Mia emburrada e um pouco envergonhada, sentando-se na mesa.
- Ótimo, então o que fez você perder o seu sono?
- A fome, só isso.
- Tem certeza?
- Tenho. - Respondeu Mia, Max percebeu que ela não estava sendo totalmente sincera.
- Olha porque você e a sua prima não se dão bem?
- Isso não é da sua conta.
- Tudo bem, só estava tentando puxar conversas, é que às vezes eu brigo com a minha irmã, mas logo em seguida fazemos as pazes vocês duas parecem que a todo o momento vão se atracar uma na outra.
- Eu não fiz nada, é ela que fica implicando e falando o que não deveria.
- É eu notei isso, que tal me dizer o motivo.
- Por acaso é terapeuta? - Disse Mia zangada levando seu prato para a pia.
- Não, mas estou curioso.
- Curiosidade mata, sabia disso?
- Hehe sabia. - Disse Max rindo da cara irritada da ruiva – Sabia que quando você fica brava surgiu uma ruga bem no meio da sua testa é muito bonitinha.
- Você é doido, bom acho melhor irmos dormir, obrigada pela companhia.
- Não acho bom você dormir, logo depois de comer pode te pesar no estomago e ai sim você não vai conseguir dormir.
- Jura? – Perguntou Mia debochada.
- Juro, que tal vermos um filme? – Disse Max sorrindo.
- Há essa hora, e se alguém acordar?
- Agente explica que estava sem sono, vem vamos ver um filme. - Disse Max puxando Mia sem dar tempo dela dizer não – O que você quer ver?
- Pode ser um filme de ação.
- Ação? Achei que ia escolher um filme meloso, romântico.
- Não sou como as outras garotas.
- É eu posso ver, bom que tal os Vingadores?
- Ótimo, faz tempo que eu estou querendo ver esse, mas que eu saiba ele ainda não saiu em DVD, como você conseguiu?
- Eu baixei ele, qual o seu personagem favorito?
- A viúva negra, e não é por que ela é mulher.
- Por que então?
- Porque ela é uma mulher independente, é muito esperta, estilosa, e não tem medo do perigo nem dos outros.
- Você tem medo do que?
- Acho que dos demônios que tem dentro das pessoas. - Mia percebeu que Max ficara surpreso com o que ela dissera. - E o seu personagem favorito, qual é?
- Gosto de todos.
- Interessante, bom chega de papo e coloca o filme.
Max obedeceu e os dois se sentaram no sofá um do lado do outro e começaram a assistir o filme, Mia sentia-se meio sem jeito, pois Max estava ali bem perto dela, não imaginara que seria tão fácil conversar com ele, Mia se virou para olha-lo quando o moreno riu. Não podia estar se apaixonando por Max, não fazia sentido, e ainda havia Lily a prima estava gostando de Max, de repente sentiu frio e tremeu, Max se virou para Mia e sorriu levantou-se e abriu um baú de onde tirou um cobertor e colocou sobre os dois, não foi preciso dizer nada só um sorriso bastou, Mia toda sorridente voltou a olhar para o filme, mesmo tendo sentido a mão do moreno agarrar a sua não fez nada só sorriu.
O Filme já estava no fim, Max sabia que a ruiva havia dormido em seu ombro, fazendo o mínimo de barulho possível, afastou Mia gentilmente, ela parecia um anjo, arrumou todas as coisas e pegou-a no colo, Mia se aconchegou mais a ele e o seu perfume invadiu a sua mente, Max teve que fazer um esforço muito grande para não beijá-la, abriu cuidadosamente a porta do quarto da irmã e colocou-a na cama, ficou olhando-a por um momento, estava decidido iria fazer de tudo para tê-la. Saiu do quarto silenciosamente e foi para o seu, com uma cara de apaixonado se jogou na cama e dormiu tranquilamente.
CASA DAS HALLIWELL – MANHÃ DE TERÇA FEIRA
Gui chegou em casa e tomou um banho, já um pouco descansado foi até a casa ao lado. Mia que já estava acordada vira as luzes se ascenderem na casa e abriu a porta no mesmo instante em que o pai tocava a companhia.
- Oi pai. – Disse a ruiva se jogando em seu colo.
- Oi meu anjo, dormiu bem?
- Muito, como está à mamãe e o meu irmãozinho?
- Estão bem daqui a pouco eu vou para o hospital quer vir comigo?
- É claro que sim.
- Ok, e a sua irmã onde está?
Antes que Mia respondesse, Hermione chegou na sala e abraçou o amigo.
- Então como está esse novo papai?
- Cansado, mas muito feliz. Obrigado por ter tomado conta das minhas meninas.
- Foi um prazer, ela são muito queridas – Disse Hermione abraçando Mia.
- São mesmo, onde está Vicky?
- Acho que ela ainda não acordou. – Respondeu Mia.
- Ela não estava no quarto de hospedes.
Hermione, ficou com um semblante preocupado assim como Gui. Sally apareceu na porta e disse:
- Ela saiu para correr.
- Como assim?
- Ah é mesmo ela tem feito isso todas às manhãs. – Disse Mia.
- Desde quando? – Perguntou Gui.
- Desde sempre.
- Bom agora que sabemos onde ela está que tal tomarmos um café da manhã, aposto que não comeu nada direito não é Gui?
- Realmente Hermione, ainda não tive tempo. – Respondeu Gui envergonhado.
Hermione sorriu os levou até a cozinha. Mia estava contente a noite havia sido magica, olhou para Max que estava a sua frente e viu-o sorrir para ela, a ruiva envergonhada olhou para baixo. Terminando de comer colocou o prato na pia, olhou para o relógio e viu que já era tarde, geralmente naquele horário a irmã já estava em casa.
- Está tudo bem Mia? – Perguntou Melinda.
- Está sim, e ai o que vocês querem fazer hoje?
- Não sei o que sugere? – Perguntou Melinda.
- Hum, acho que podíamos dar uma voltar pra vocês conhecerem as redondezas o que acham?
- Ótima ideia. – Disse Max se aproximando das duas, Melinda achou-os muito estranhos e perguntou.
- Aconteceu alguma coisa com vocês?
- Não. – Responderam os dois junto.
- Ok, vou fingir que acredito. – Disse Melinda indo para a sala.
Mia foi atrás da amiga, mas olhou novamente para o relógio, mas não falou nada, o pai estava sentando tranquilamente terminando seu café e conversando com as amigas, não tinha necessidade de preocupa-lo. Meia hora depois a irmã não havia voltado, Mia conhecia Vicky muito bem ela não era de se atrasar, sentiu um aberto no peito e se dobrou no sofá.
- Mia o que houve? – Perguntou Melinda.
- Vicky ela está com problemas. – Disse Mia se levantando com ajuda de Max e indo para a cozinha. – Pai, Vicky precisa de ajuda.
- Como assim? – Perguntou Gui se levantando num pulo.
- Não sei, ela está muito atrasada, era para ela ter voltado há meia hora.
- Meia hora, Mia você devia ter me avisado.
- Não quis lhe... – Mia não pode terminar de falar, pois, sentira novamente um aberto no peito. – Ela precisa de ajuda, está perto daquela casa abandonada na estrada.
- Como você sabe disso Mia? – Perguntou Hermione.
- Eu só sei. – Respondeu a ruiva cansada.
- Hermione fique aqui com as crianças, Gui vamos atrás de Vicky – Disse Sally já saindo de casa.
Mia foi para frente da casa e vira o pai dasaparatar com um semblante preocupado. Hermione se aproximou e disse.
- Não se preocupe eles vão ajuda-la.
Não demorou muito para o pai e a tia aparatarem novamente em frente à casa, Mia que ainda estava abraçada a Hermione na varanda viu Vicky no colo do pai e sangue em sua camisa.
- O que houve? – Perguntou Mia
- Esse sangue é dela. – Disse Gui entrando na casa.
- Como ela se machucou desse jeito? – Perguntou Hermione.
- Uns demônios a pegaram e a torturam – Disse Gui colocando a filha no sofá – Acho melhor levarmos para o hospital.
- Eu tenho uma poção que pode curá-la rapidamente – Disse Hermione já se preparando para subir as escadas.
- Não vai ser preciso Mione. – Disse Sally.
- Porque não? – Perguntou Hermione preocupada.
Sally se aproximou de Mia que estava ajoelhada ao lado da irmã e tocou-lhe o ombro.
- Vocês tem os poderes não tem?
- Do que você está falando Sally? – Perguntou Gui sem entender nada.
- Temos – Respondeu Mia e balançou a cabeça – Mas não sei se tenho poder para ajuda-la.
- Tem sim eu já vi sua mãe usar, vamos eu lhe ajudo. – Disse Sally.
Mia e Sally colocaram suas mãos em cima de Vicky, Gui tentou impedir a filha, mas foi segurado por Hermione que mesmo preocupada sabia que não deveriam intervir. Mia estava com os olhos e pensava na irmã, de repetente seus olhos abriram-se:
- Cura.
Os machucados de Vicky brilharam e a loira abriu os olhos, ao enxergar a irmã sorriu e as duas se abraçaram.
- Valeu maninha.
- Que bom que está bem. – Falou Mia aliviada.
- Alguém pode me dizer o que aconteceu aqui? – Perguntou Gui se abraçando a Vicky.
- Simples a suas filhas herdaram o poder da família da mãe delas, um poder muito antigo, e raro. Pelo que eu sei, Mia pode curar os machucados e se eu não estiver enganada Vicky pode se comunicar telepaticamente não é mesmo? – Falou Sally.
- Como você sabe? – Perguntou Vicky surpresa.
- Sua mãe e eu viemos de famílias muito antigas e amigas, sempre que havia um problema nós nos ajudávamos, já vi os poderes de sua avó.
- Meninas desde quando vocês podem fazer isso? – Perguntou Gui.
- Faz tempo pai. – Respondeu Vicky – Conversamos com a vovó e ela disse para manter em segredo, pois era mais seguro. Sinto muito não ter contado.
- Tudo bem, não importa, você está a salvo. – Disse Gui abraçando a filha mais velha.
- O que eu não entendo é porque você não se comunicou comigo? – Perguntou Mia.
- Como assim? – Perguntou Gui.
- Ela só sentiu umas dores no peito – Respondeu Melinda que até agora estava calada devido às revelações.
- Verdade, eu não ouvi nada só senti um aperto no meu peito. – Falou Mia.
- Bom talvez isso seja porque quando encontramos Vicky ela estava muito machucada e não podia se comunicar com você. – Respondeu Sally. – Querida você sabe o que os demônios queriam com você?
- Sei sim, mas eles não queriam nada comigo pelo o que eu pude ouvir, eles nem sabem dos nossos poderes.
- Então o que eles queriam? – Perguntou Max
- Eles queriam vocês os gêmeos, como eu sai da casa acharam que eu era da família, e iam me usar para pegar os demais. – Respondeu Vicky.
- Era só o que nos faltava. – Disse Hermione indo até a janela e olhando ao redor.
- Não se preocupe derrotamos todos. - Falou Sally.
- Mas eles podem voltar. – Disse Gui preocupado.
- Podem, mas se voltarem vão ter o mesmo destino dos outros. Sinto muito que isso tenha acontecido, Vicky. – Falou Sally.
- Não foi nada estou bem, de verdade, só com um pouco de sono. – Disse Vicky bocejando.
- Eu também – Falou Mia bocejando também.
- Acho bom irmos para casa para vocês duas descansarem, e depois iremos para o hospital para ver a mãe de vocês ok?
- Ok. – Responderam as duas.
Os três se despediram, e foram para sua casa. Hermione sem esperar um segundo foi para o sótão e pegou vários cristais que haviam dentro de uma caixa.
- Vamos proteger a casa, peguem uns e espalhem dentro da casa, Sally e eu iremos proteger o lado de fora. É bom que isso funcione Sally.
- Não se preocupe, estaremos seguros.
CASA DOS DELACOUR WEASLEYS
Vicky fora direto para o seu quarto, e Mia também antes de se deitar a ruiva ligou o computador e resolveu ver seus e-mail, viu o convite de Meg e ficou bastante animada estavam mesmo precisando se divertirem, decidida foi até a sala e chamou o pai:
- Pai, posso falar com você?
- Claro querida, achei que ia dormir. – Disse Gui, puxando-a para seu lado.
- Já vou, mas eu queria te pedir uma coisa. – Disse Mia sem jeito.
- Peça. – Falou Gui.
- É que Meg me convidou para ir a uma balada a fantasia e eu gostaria muito de ir, todos os nossos amigos vão.
- Eu acho um pouco perigoso, depois do que aconteceu aqui. – Disse Gui.
- Ah pai, vai eles nem estavam atrás da gente e sim das Halliwell, deixa, vai ser super seguro, eu prometo, por favor! – Pediu Mia, fazendo beicinho para o pai.
Gui ficou pensando, mas não conseguiu dizer não para a filha, ela sempre conseguia dobrá-lo, era igualzinha a mãe.
- Ok, pode ir sim, mas não quero que chegue muito tarde e se acontecer qualquer coisa, me avisem imediatamente ok?
- Ok, valeu paizinho, você é demais. – Disse Mia se levantando e indo para o seu quarto para avisar o pessoal que ela iria para a balada.
CASA DAS HALLIWELL
Hermione estava em seu quarto um pouco mais calma depois de tudo que acontecera, estava terminando de arrumar algumas coisas suas que ainda estavam dentro de uma caixa, eram fotos antigas, algumas se mexiam e outras não, pegou uma que não se mexia onde estavam ela e a mãe dela, as duas estavam felizes, como sentia a falta da mãe e do pai. Pegou um álbum e começou a ajeitá-las, ouviu uma batida na porta e mandou entrar. Melinda abriu a porta e se aproximou da cama.
- Quer ajuda?
- Quero sim, o que houve?
- Estou um pouquinho entediada. – Falou Melinda sentando-se na cama.
- Hum, e os seus irmãos?
- Eles estão jogando video game.
- Ok, então me ajude arrumar essas fotos estou separando elas por trouxas e bruxas.
- Ok. - Disse Melinda pegando um punhado de fotos e as separando, algumas ela olhava e ria, as fotos bruxas eram muito engraçadas. Melinda pegou uma foto e ficou analisando por um tempo, atraindo a atenção de Hermione.
- O que foi?
- Quem é esse aqui?
Hermione olhou a foto e arregalou os olhos, achava que tinha queimado todas as fotos que haviam tirado junto, mas pelo visto ela se enganara.
- É um antigo professor, foi quando eu me formei. - Respondeu Hermione tirando rapidamente a foto da filha. - Essa aqui eu arrumo depois.
Melinda não discutiu, mas viu que a mãe ficara preocupada com a foto, viu uma da mãe com a avó quando a mãe deveria estar com uns 15 anos nessa foto.
- Mãe você sente falta da vovó e do vovô?
- Sinto sim, todo o tempo.
- Como eles morreram?
- Querida não quero falar sobre isso agora faz muito tempo e ainda doí.
- Tudo bem mãezinha. - Disse Melinda lhe entregando a foto e dando-lhe um beijo.
- Acho que por hoje está bom, obrigada por sua ajuda.
- Adorei ver essas fotos, mãe eu queria te pedir uma coisa.
- Hum, sabia que esse interesse repentino em me ajudar tinha algum motivo. – Disse Hermione apertando o nariz da filha um gesto carinho que sempre fizera.
- Não é verdade, você sabe que eu adoro ajudá-la.
- Ok, o que você quer me pedir? - Perguntou Hermione.
- Mia, me mandou uma mensagem e ela e os primos vão sair na sexta feira, eles vão para uma balada, pelo o que ela me falou é completamente segura e tem bruxos trabalhando lá, eu e o meu irmão podemos ir?
Hermione ficou pensativa por um tempo, ao mesmo tempo que queria que a filha se divertisse, não queria deixa-la ir.
- Filha acho que não é seguro, ainda mais depois de hoje – Falou Hermione se levantando da cama e guardando as caixas que pegara.
- Mas vamos estar em um grande número de pessoas, vai ser completamente seguro, deixa por favor. – Pediu Melinda
- Não Melinda, o melhor para vocês é ficarem em casa, onde estarão mais seguros, vai jogar com os seus irmãos. – Disse Hermione firmemente.
Melinda abaixou a cabeça e saiu tristemente do quarto, sabia que a mãe só queria protegê-la, mas ela queria sair, se divertir com os novos amigos, estava decidida eles iriam para a essa festa de um jeito ou de outro.
SEXTA FEIRA - CASA DAS HALLWEILL
Hermione estava terminando de se ajeitar, Harry havia mandado uma coruja lhe avisando sobre a reunião na Ordem da Fênix, não queria deixar os filhos sozinhos, mas saiba que não podia faltar.
- Está pronta? – Perguntou Sally, entrando no quarto da cunhada.
- Quase, conseguiu uma babá?
- Não, mas não se preocupe Misty cuidará deles. – Respondeu Sally.
- Tem certeza?
- Tenho, eles estaram seguros, vamos. – Disse Sally empurrando Hermione para fora do quarto.
As duas saíram do quarto e desceram as escadas, os três "anjinhos" estavam vendo tv.
- Nós estamos indo, mas não vamos demorar, tem comida na geladeira. - Disse Hermione beijando cada um dos filhos.
- Qualquer coisa Misty sabe a onde nós achar.- Disse Sally.
Hermione viu que os filhos ainda estava chateados com ela, por isso não respondiam.
- Um dia vocês vão entender o porque eu superproteger vocês.
- Agente até entende. Só queríamos que você confiasse mais na gente. - Disse Max.
- Eu confio filho, mas os amo muito para deixar que se machuquem. Eu prometo, que amanhã vocês faram o que quiserem, Ok? – Perguntou Hermione.
- Ok. - Responderam Max e Melinda sem emoção nenhuma.
No minuto que Hermione e Sally desaparataram Melinda foi pegar o celular e mandou uma mensagem, Max foi até seu quarto e pegou um pouco de dinheiro, estava descendo as escadas quando ouviu a companhia tocar, abriu a porta e Mia entrou.
- Estão prontos? – Perguntou Mia.
- Sim como vamos para a festa? – Perguntou Melinda.
- Iremos de chave de portal, é o melhor jeito. – Disse Mia.
- Ok.
- Onde esta Max?
- Ele esta programando uma armadilha para a mamãe, ela vai nos avisar quando elas chegarem em casa e daí teremos um tempo para voltarmos para casa – Respondeu Melinda.
- Legal, depois vocês tem que me ensinar a usar essa armadilha – Disse Mia.
- Tudo pronto. – Disse Max descendo a escada. – Quem mais vai à festa?
- Todo mundo, Meg, Lucas, todos os meus primos.
- Legal, Misty – Chamou Melinda.
Um ploc foi ouvido e Misty apareceu.
- O que precisam minhas crianças.
- Nós vamos sair, mas não iremos demorar ok.- Falou Melinda.
- A mestra disse que vocês iriam ficar em casa.
- Íamos, mas ela mudou de ideia e nos deixou sair. - Respondeu Max rapidamente.
Misty estava desconfiada, mas acabou concordando, fez uma reverencia e num ploc desapareceu.
- Ótimo, como vamos para a festa? - Perguntou Max.
- Ok segurem-se na escova e lá vamos nós – os três sentiram um puxão e num segundo estavam do lado de fora de uma casa muito grande e antiga.
- Tem certeza que é aqui? – Perguntou Melinda.
- Vocês vão ver por dentro, é para não chamar a atenção dos trouxas. Venham – Os três foram barrados na porta.
- Olá boa noite, posso ver seus passes?
- Sim três, aqui está. – Disse Mia entregando os convites.
- Tenham uma boa festa – Falou o segurança após conferir os convites.
- Obrigado, a onde é a sala de fantasias? – Perguntou Mia.
- Segunda porta a esquerda.
- Ok, obrigada – Disse Mia puxando os dois para dentro.
- Ah duas pessoas por vez eu vou primeiro e depois vocês entram ok? – Perguntou Mia.
- Espera como vamos nos achar depois? – Perguntou Melinda
- Pelo celular aqui tem uma boa recepção e qualquer coisa vão para perto do bar nas mesinhas do canto ok?
- Ok.
Os dois viram Mia entrar na porta que o segurança indicara, a luz acendera e uns minutos depois apagara, Max e Melinda se olharam e entraram na sala.
- Olá meu nome é Lix que fantasia gostariam de vestir? Temos todos os tipos de fantasia que se possa imaginar e também podemos misturar algumas fantasias, por favor, fiquem a vontade olhando as araras.
"Mal feito, feito"
Continua no próximo capitulo
N/A: Ahhh um bebe nascendo é maravilhoso, adoro bebes, bom espero que os fans do Neville tenham gostado desse lado dele mais paterno e vamos combinar que a família Longbottom estava precisando aparecer, bom Caroline Pendragon é minha personagem e ninguém tasca, ela surgiu agora para falar a verdade, é que acabei me dando conta que o nosso queridíssimo Frank deveria ter uma mãe. Pelo visto Gina vai ter muita dor de cabeça em relação a filha.
Bom, pesadelos são horríveis eu odeio quando tenho e vocês? Tadinho do Max e da Meg...
Ah, quem nunca fugiu de casa para ir a uma festa, podem apostar que varias pessoas já fizeram isso inclusive eu hehe, (bons tempos), podem ter certeza essa festa vai dar o que falar.
Espero que tenham gostado da fic, no próximo capitulo muitas confusões iram acontecer.
Até a próxima, beijossss
