Disclaimer: Harry Potter, personagens e lugares, não me pertencem. Porém a união do Mundo Potter e Charmed e os Personagens originais são totalmente meus, se forem usar peçam com antecedência.

RESPOSTA AOS COMENTÁRIOS

Makele - Quem bom que você gostou da fic, nem me fale, é um agito só, você já viu o seriado OTH? Bom a fic é no mesmo ritmo, os jovens estão com os hormônios à flor da pele e estão sempre mudando de ideia.

Quanto ao que aconteceu entre o Sev e a Mione, só posso dizer que... sory, não posso revelar ainda hehehe. Eu sou filha única, mas se eu tivesse um irmão ou irmã gostaria que eles fossem o Max e a Mel.

Hum essa é difícil, encantadas só digo que são três, daqui alguns capítulos você vai descobrir, mas já te aviso, que nada da fic é ao pé da letra! Espero que goste desse novo capitulo, bjusssssss.

Sandra Longbottom – Que bom, espero que goste do novo capitulo, bjuss!

Karinepira - Ahh, fico feliz que você tenha gostado da aparição do Sev, te prometo que daqui alguns capítulos ele estará mais presente. Quanto aos gêmeos, sim eles são parecidos com o Sev, principalmente o Max, mas por enquanto o Sev não vai se dar conta disso. Boa leitura, bjussss!

MUSICAS DO CAPITULO:

Toxic – Britney Spears

Hit The Lights – Selena Gomez

I'Ve Got You – McFly

I'II Be Ok - Mcfly

Not Alone – McFly

Aqui Estoy Yo – Luis Fonci

NOTA DA AUTORA: Olá pessoal só uma noticia em alguns capítulos teremos a inclusão de um novo personagem, alguns ficara conosco até o fim outros não.

Morgana Donovan (Lucy Hale) – Filha de Olívio Wood está na Grifinória, desde que entrou em Hogwarts é amiga de Lily, mesmo notando a diferença da amiga de uns tempos para cá, continua ao seu lado, Morg vai ter um papel muito importante para a salvação da amiga.

"Juro Solenemente não fazer nada de bom"

Capitulo 8 – Aniversários

A toca estava em alvoroço, pois James Potter estava completando 15 anos. As mulheres da família estavam na cozinha desde cedo sob a supervisão da matriarca da família, as crianças e os pais foram enxotados logo de manhã para não atrapalharem os preparativos. As únicas que Molly liberara foram Fleur, pois esta recentemente tivera o bebê que recebera o nome de Arthur Junior e era a coisa mais fofa do mundo, e Caroline, que estava grávida. Os homens e as crianças estavam brincando no jardim; Lílian estava lendo; James, Frank e Fred estavam jogando quadribol com os pais e tios; Mike estava tentando aprontar e Rony atrás dele; Teddy estava namorando com Vicky deus sabe onde. Todos estavam se divertindo muito até que...

- Crianças — Todos pararam na hora ao ouvirem esse grito. O que será que eles haviam feito?, Era essa pergunta que pairava na cabeça de todos.

- Quê?! – responderam em coro.

- Está na hora de se arrumarem para a festa, tomar banho, trocar de roupa... Vamos, vamos, temos pouco tempo, e eu quero vê-los impecáveis. – Falou Molly, era sempre assim, sempre que tinha uma festa na toca era um alvoroço só.

- Ahh, vó, deixa a gente brincar mais um pouquinho – falou o aniversariante.

- Nem pensar, mocinho, você é o primeiro que eu quero ver de banho tomado, bem limpinho, e ai de você se não me obedecer! Vamos, ande, para banho agora. – ralhou a Molly, afinal alguém tinha que comandar aquela anarquia.

Depois dessa todos foram correndo para casa, enquanto os filhos subiam para o banho os pais ficaram recolhendo as coisas.

- Oh, mãe, não acha que a senhora exagerou, não? – perguntou Jorge.

- É, tipo, ainda temos muito tempo até o aniversário, e... – falou Rony apoiando o irmão, mas sendo interrompido pela mãe.

- Tempo?! Sabe quantas crianças temos aqui?! Sem falar em nós mesmos! Não quero discussão, se não se arrumarem logo vão ficar de castigo, e não pensem que só por serem casados que eu não vou colocá-los. – Falou Molly interrompendo o filho, vendo que ninguém falara mais nada entrou novamente na casa, quando queria Molly Weasley sabia ser um verdadeiro general.

- É meninos tem certa coisa que nunca vai mudar, sua mãe é uma delas – Falou Arthur.

- Pai, será que a mamãe nunca vai nos ver como adultos? – Perguntou Jorge.

- Sinceramente acho que não, Jorge, principalmente você. – Respondeu Arthur entrando na casa, todos riram da cara indignada de Jorge e foram supervisionar o banho das crias.

CASA DAS HALLIWELL

Hermione estava verificando uns papéis que Gina havia deixado era bom que se familiarizasse com o andamento do novo escritório delas. Fazia muito tempo que não se sentia tranquila, em paz. Viu Sally entrando já pronta para o aniversario de James com um pacote na mão.

- O que é isso?

- É da Madame Malkin e está endereçado para Melinda. Achei melhor trazer para você antes, vai que tem alguma coisa, algum feitiço.

- Tem razão — Hermione se levantou, apontou a varinha para o pacote e disse: — Revelium —E nada aconteceu. Ela fez uma cara de cansada e suspirou aliviada.

- Está tudo bem? – Perguntou Sally sentando-se em frente à cunhada.

- Está sim, só que tudo aconteceu tão rápido, algumas semanas atrás estávamos na Irlanda e agora estamos de volta para a Inglaterra, sem falar nas constantes ameaças às crianças. – Respondeu Hermione.

- Eu sei que não é fácil, me lembro muito bem que a minha mãe odiava essa parte da vida dela, ela sempre quisera que eu e Thomas vivêssemos em paz, infelizmente nossa família é um imã para problemas. – Falou Sally.

- Pelo menos eles estarão à salvos na escola, você irá com eles no trem? – Perguntou Hermione.

- Não irei por pó de Flu, mas não se preocupe irei com vocês para a plataforma e depois volto para casa e vou para escola. – Respondeu Sally. – Não se preocupe irei cuidar dos meus sobrinhos.

- Eu sei que vai. – Falou Hermione ajeitando os papeis e guardando-os numa gaveta. – Vou levar esse pacote para Mel, não quero me atrasar.

- Ah é verdade, Gina me mandou uma carta e pediu que não nos atrasássemos, pois Molly estava em polvorosa, você sabe como ela é com os horários, se bem que eu acho que a Sra. Weasley está é com medo que agente vá embora.

- E você pode culpa-la? Sei que Molly é muito forte, mas tenho certeza que ela sentiu muito a nossa partida. – Falou Hermione pegando o pacote e saindo do escritório. - Bom eu já vi a minha roupa, mas vou esperar as pestes se arrumarem senão fico toda desarrumada.

- É verdade eles quando querem são umas verdadeiras pestes, quer ajuda com eles? – Perguntou Sally seguindo-a.

- Acho que não será necessário, temos muito tempo ainda. – Falou Hermione.

Nesse exato momento ouvem-se três gritos vindos do segundo andar ao mesmo tempo.

- Mãeeeee, que roupa eu colooooooco?!

As duas mulheres se olharam, e Hermione suspirou já cansada. Seria um longo dia. Sally riu da cara da cunhada e disse:

- Não se preocupe, você cuida da Mel que eu cuido dos meninos.

- Ok, cunhadinha, vamos dividir e conquistar.

As duas subiram as escadas enquanto Hermione ia para o quarto da filha Sally se dirigiu para o quarto dos sobrinhos. Hermione entrou no quarto da filha e ficou chocada com a cena: todas as roupas estavam jogadas pelo quarto, até mesmo no abajur.

- Ah, Melinda, você esta ai? – Perguntou Hermione tentando não rir.

- Muito engraçado, mãe, eu não faço a mínima ideia do que vou vestir, sem falar que ainda vou ter que ver uma roupa para o aniversário da Meg! Eu sabia que não deveria ter confiado na madame para mandar o vestido! – Melinda caiu sentada na cama.

- Filha, na realidade o pacote chegou, eu estava vendo se tinha algum feitiço nele para a sua segurança. – Num minuto Hermione estava com o pacote nas mãos e no outro a filha pegara-o.

- Ah, finalmente! Achei que iria ter que ver outro vestido. – Melinda pegou algumas das vestes dentro do pacote e mostrou para a mãe. – Aproveitei e já comprei as roupas de Hogwarts.

- Fez muito bem, filha. Como é o vestido para o aniversário da Meg?

- Fecha os olhos. – Melinda sorriu ao ver a mãe com uma cara desconfiada, pegou o vestido e estendeu na sua frente – Pode olhar, mãe.

Hermione abriu os olhos e ficou encantada com o que viu. Era o vestido que ela usara no baile de inverno do quarto ano, só que vermelho.

- Filha, esse vestido é igualzinho ao meu, só à cor é diferente. Ficou mais lindo ainda – disse Hermione sorrindo para a filha, pegando o vestido.

- Eu sei, peguei uma foto do seu álbum e levei para a Madame Malkin, e ela disse que faria um para mim. O que você achou? Não esta brava, né?

Mione olhou para a filha sorrindo e a puxou para um abraço.

- É claro que não estou brava, na verdade estou muito honrada que você vá usar esse vestido, ele ficou muito bem em você... mas você não vai com ele para o aniversário de James, vai? – Falou Hermione.

- Ah, não, esse vestido é só para o aniversário da Meg. Eu não sei o que colocar para ir ao aniversário do James, me ajuda? – Perguntou Melinda

- Claro. Bom, como o aniversário será bem informal e daqui a pouco, acho que você poderia ir com alguma coisa leve e levar um casaco. O que acha?

- Boa ideia, mãe. – Falou Mel um pouco mais tranquila, adorava quando mãe lhe ajudava.

- Essa calça jeans azul fica muito bem em você, e que tal esse casaco branco de gola? – Perguntou Hermione.

- Gostei, mas não acha que vou ficar com calor? – Falou Mel em duvida.

- Vem comigo. – As duas se dirigiram para o quarto de Hermione, onde a mãe começou a mexer no guarda-roupa. – Pronto, achei. Eu comprei essa blusa antes de virmos para cá e ainda não tive a oportunidade de usá-la.

Era linda a blusa de alcinha na cor bordô, com algumas manchas pretas, havia uma imitação de faixa na cintura. Melinda colocou a blusa, só que ficou um pouco grande demais em seu corpo.

- Ah, mãe, eu adorei a blusa, mas esta grande demais. – Falou Mel.

- Não tem problema, pode tirá-la. - Hermione pegou a varinha e apontou para a blusa: – "Reducto" – A blusa em questão de segundos diminuiu de tamanho, Hermione sorriu para a filha, que lhe sorriu de volta. Agora sim estava perfeita. A peça caía delicadamente pelo corpo da mais nova, marcando de forma sutil as curvas do seu corpo.

- Valeu, mãe, adorei, vou tomar um banho e me aprontar. – Agradeceu Melinda, abraçando a mãe, estava saindo do quarto da mãe quando ela a chamou:

- Mel?

- Sim, mamis? – Perguntou Melinda.

- Não se esqueça de arrumar o quarto. – Falou Hermione.

- Pode deixar — Respondeu Mel, indo correndo para seu quarto, Hermione riu consigo mesmo e balançou a cabeça negativamente, infelizmente no quesito de roupas Melinda era igualzinha a ela, sempre desarrumava as roupas quando não conseguia achar a peça que queria.

Resolveu ir ver como Sally estava. Entrou no quarto do filho menor e o viu somente de cueca, junto a uma Sally muito cansada na porta do banheiro.

- Mas que bagunça é essa, Hector?

- É que eu ainda não tô pronto, mamãe, e a tia não sabe me ajeitar como você — Hermione teve que se segurar para não rir, mas a cara do filho era impagável.

- Não sei te ajeitar? Vem aqui, seu pestinha, você é que não tem o meu bom gosto. – Falou Sally se preparando para correr atrás do sobrinho.

- Deixe que eu termine aqui, Sally, com certeza a sua sobrinha está precisando da sua ajuda para arrumar as roupas que ela espalhou.

- Tudo bem, eu vou indo, já que a minha presença não é mais necessária aqui.

- Te amo, tia – falou Hector rindo da cara da tia.

- Eu sei, seu pestinha — Sally saiu gritando pela sobrinha pelo corredor. Ela estava saltitante, mas por dentro estava chorando, pois não era só o aniversário de James que era comemorado naquele dia, certa loirinha estava completando 15 anos.

Após arrumar Hector e colocar-lhe um feitiço para que não se sujasse, Hermione foi até o quarto do filho mais velho, bateu na porta e ouviu um "entre".

- Filho, precisa de ajuda?

- Não, já escolhi uma roupa, o que você acha? – perguntou Max vestindo uma calça preta e uma blusa com manga curta na cor verde. Vendo a cara de espanto da mãe, perguntou: – O que foi não gostou?

- Não, filho, a roupa esta ótima, mas quem sabe uma blusa de outra cor? – Perguntou Hermione tentando disfarçar a surpresa.

- Por que, mãe? Eu fico muito bem de verde – disse Max olhando-se no espelho. Ele viu o olhar da mãe ficar distante. Hermione se lembrou de uma ocasião em que discutira exatamente essa mesma questão com outra pessoa. – Não gostou mesmo, mãe?

- Não é isso, filho, você esta muito bem, mas é que na maioria das vezes está de verde, por que não deixa essa blusa para o aniversário de Meg? – Insistiu Hermione,

- Ok, pode ser, vou colocar uma branca, o que acha? – Max viu que a mãe parecia mais aliviada e viu-a sorrir.

- Ótimo, eu vou ver se sua irmã arrumou o quarto dela. Não demore muito ok? – Pediu Hermione.

- Ok. – Respondeu Max.

Hermione fechou a porta e encostou-se nela e suspirou, não acreditando. O filho nem havia entrado em Hogwarts e já estava se inclinando para a sonserina. Ela foi até o quarto da filha e viu Sally ajudando Melinda a arrumar o quarto. Fechou os olhos e pediu a Merlin que seus problemas acabassem. Mal sabia que eles estavam muito longe de acabarem.

17 DE AGOSTO, MANSÃO MALFOY, INGLATERRA.

A mansão Malfoy também estava bem agitada, afinal a princesa daquela casa iria fazer 15 anos. Narcisa Malfoy supervisionava tudo com olhos de águia, queria tudo perfeito para sua adorada netinha. Adorava aquela menina e faria de tudo para que ela fosse feliz.

- Senhora, o jovem Lucas quer saber onde pode colocar as caixas de som? – falou o Dimp.

- Hum, mande-o colocar no pátio perto da piscina.

- Sim, senhora, com sua licença. – Em um estalo ele sumira. Dimp estava há muito tempo na família, sempre fora muito leal a seus mestres, e adorava Mégara, fazia todas as suas vontades.

Narcisa estava arrumando um arranjo de flores na entrada quando viu uma luz verde sair da lareira, logo Draco saiu da lareira se espanando todo.

- Draco, que bom que conseguiu sair mais cedo, trouxe o presente de Mégara?

- Comprei sim, tenho certeza que ela vai adorar. Onde ela esta?

- Está no quarto. Vamos dar o nosso presente agora?

- Sim, mas me dê 10 minutos antes de entrar. — Draco deu um beijo na mãe e subiu para o quarto da filha, bateu na porta e entrou, viu a filha caminhando de um lado ao outro do quarto. — Está tudo bem, filha?

- Não, pai, não está nada bem! A Madame Malkin não mandou meu vestido até agora, teve que ajustar alguns pontos e não devolveu, ou seja, eu não tenho vestido para usar – disse a loira se atirando à cama e começando a soluçar.

- Não fica assim, filha, vamos dar um jeito – disse Draco entregando um lenço para ela, que pegou e enxugou as lagrimas.

- O aniversário é daqui algumas horas, o que eu vou fazer?

- Eu vou dar um jeito, prometo, agora que tal abrir seu presente? — Draco tirou um pacote do bolso e o aumentou-o. Meg sorriu para o pai e abriu o presente, era um a vassoura novinha, a última Firebolt, recém-lançada, só os times profissionais tinham uma.

- Pai, eu adorei, muito obrigada — Meg abraçou o pai e lhe deu um beijo. Ele ficou olhando fixamente para ela, estava tão crescida, já não era mais sua menininha. — Pai, o que houve? Tem alguma coisa em mim?

- Não, nada, filha, é que você me lembra muito alguém que eu conheci, mas sempre que eu tento me lembrar dela a memória se vai.

- É a mamãe, não é? Você a odeia?

- Não sei, Meg, algumas vezes sim, pois eu não faço a mínima ideia de quem ela seja... bom, vamos mudar de assunto, o seu presente não acabou.

- Como assim?

- Mãe, a senhora pode entrar, por favor?

Narcisa entrou no quarto da neta sorrindo.

- Vó, a senhora estava espionando a gente?

- Ora, Meg, é claro que não só estava passando quando me chamaram.

- Sei...

Narcisa sentou-se atrás da neta lhe dando um abraço e viu o filho pegar outro pacote do bolso, aumentá-lo e entregá-lo para ela.

- Quando eu tinha vinte anos, minha mãe me chamou no seu escritório e me passou esta caixa. Ela disse que por direito era minha, já que minhas irmãs a haviam decepcionado; Andy porque se casara com um trouxa e Bella por ser uma pessoa que não media seus atos e suas consequências. Meus pais não eram muito fáceis, eram tradicionais demais. Eles fizeram me casar com seu avô sem amá-lo, mas mesmo assim eu agradeço a minha mãe pelo que fez.

- Não entendo, ela condenou você ao sofrimento, a separou da família, como pode agradecer?

- Meg, se eu não tivesse me casado com seu avô eu nunca teria tido o seu pai, e consequentemente nunca teria tido você. – Respondeu Narcisa sorrindo para a neta. – É por isso eu sou grata a ela. Aqui, pode abrir, eles pertencem agora a você.

Meg abriu a caixa e se deslumbrou com o que viu: dentro da caixinha havia um conjunto de joias, um anel liso com brilhantes e uma esmeralda em formato de coração, brincos em formato de coração que também não eram muito cumpridos, mas ela gostava assim, e uma gargantilha com delicados arabescos em forma de flores em prata e marcassita com esmeraldas incrustados nos arabescos, bem delicado. Narcisa pegou a gargantilha e colocou em volta do pescoço da neta. Ficou lindo e delicado. Draco alcançou-lhe um espelho e Meg pôde ver como ficara a gargantilha e os brincos.

- Eu amei, vovó, é simplesmente lindo, muito obrigada — disse Meg abraçando a avó. — Seria ótimo usar na festa de hoje, mas como, se o meu vestido não chegou?

- Acho que posso te ajudar com isso — falou Lucas entrando no quarto com um pacote atrás de si.

- O que você tem ai? – disse Meg se levantando num salto e indo até o primo, tentando tirar o pacote de suas mãos.

- Isto acabou de chegar com um bilhete.

Meg pegou o pacote, abriu e se deslumbrou com o vestido dentro, era completamente diferente do que ela pedira, mas estava perfeito. Pegou o bilhete e leu em voz alta:

"Querida Meg,

Espero que me perdoe, mas eu interceptei o pedido e modifiquei o vestido, deixei a cor, pois ela é maravilhosa. Espero que você goste, senão peça para o seu pai fazer um feitiço de desfazer. Sei que não é muito, mas é o mínimo que posso fazer por enquanto.

Feliz aniversário, minha princesa, que Merlin a proteja sempre.

Abençoada seja."

Como nenhum dos presentes teve alguma reação, Narcisa resolveu tomar a iniciativa, já sabendo de quem era a carta.

- Bom, vamos ver como ficou o vestido. — Narcisa pegou a caixa, abriu-a e tirou um vestido na cor verde claro bem comprido, era lindo. – O que achou, Meg?

- É belíssimo, adorei. Pai, quem será que mandou?!

Draco suspirou e olhou para a filha.

- Não sei querida, mas acho melhor fazermos um feitiço para detectar magia negra. – Disse Draco pegando o vestido e apontando sua varinha. – Não há nada, provavelmente alguém que conhece ou conheceu a sua mãe.

- Mas por que não se identificou? — disse Meg desconfiada.

- Por que talvez ainda não seja a hora, querida. – disse Narcisa.

- Mas eu tenho tantas dúvidas sobre ela, você não consegue se lembrar dela pai?

- Não filha, quando eu penso em sua mãe, não consigo imaginá-la, tudo fica nublado. – disse Draco abraçando a filha.

17 DE AGOSTO, TOCA.

A festa rolava solta. Todos os amigos da escola estavam lá, e Molly supervisionava tudo com olhos de águia. Gina e Harry recepcionavam os convidados. Era muita alegria naquele dia. Mas certo moreno tinha os olhos perdidos como se esperasse por alguma coisa ou um certo alguém.

- Caraminholas na cabeça, meu querido James? – falou Fred.

- Provavelmente a mente deve estar numa cabeleira loira que infelizmente não vira na festa, já que está se arrumando para a dela. — Frank deu um cutucão no amigo.

- Ah, parem de me amolar, vocês dois, afinal é meu aniversário – disse James emburrado com os amigos.

- Meu caro James, até pode ser o teu aniversário, mas ainda somos marotos – disse Frank.

- É, priminho, temos todo o direito e a vontade de te amolar, principalmente no teu aniversário. – Disse Fred. – Então quem você vai pegar no seu aniversário?

- Não vou pegar ninguém Fred. – Disse James.

- Ah cara, deixa de frescura, você é um maroto, tem todo o direito de se divertir, porque você não pega a Melinda? – Perguntou Fred.

- Ela não faz o meu tipo. – Respondeu James.

- Aé, tinha me esquecido que o seu tipo era, loiras que faziam você de bobo. – Disse Fred.

- Vai ver se eu estou na esquina. – Retrucou James chateado.

Gina percebeu que o filho estava ficando chateado, então aproveitou o momento e o chamou:

- James, vem aqui um pouquinho – disse Gina aparecendo do lado do filho.

- Algum problema? – Perguntou James.

- Não esta tudo bem, espero que você e seus amigos não aprontem nada. – Falou Gina.

- Pode deixar mãe, que hoje vamos nos comportar muito bem, eu juro. – Falou James.

- Eu espero que se comportem. Antes que chegue mais alguém, seu pai e eu queremos lhe mostrar uma coisa. – Disse Gina

- Tá bem. – Falou o Maroto meio desconfiado.

Os dois subiram para o quarto que antes era o de Gina e encontram Harry sentado na cama da esposa.

- E aí, filhão, curtindo o seu aniversário?

- Sim, pai, e muito. O que vocês querem?

- Bom queremos lhe dar o seu presente – Disse Harry tirando de baixo da cama um pacote cumprido, James não esperou nem um minuto e pegou o pacote, ao abrir o pacote seu coração quase parou ela o último modelo da Firebolt.

- Mãe, pai, muito obrigado eu adorei o presente. — James abraçou os pais fortemente.

- Que bom que gostou filho, pode ir lá mostrar para os seus amigos — disse Gina dando um beijo no filho.

- Oba! – James saiu correndo porta fora do quarto.

- Acho que ele nunca mais vai desgrudar da vassoura. - Disse Gina.

- Não se preocupe, Gina, ele usará ela com sabedoria, vamos para a festa. – Disse Harry saindo do quarto segurando a mão da esposa.

- Harry estava pensando em deixar as crianças com a minha mãe.

- Hum é uma boa ideia, que tal encomendarmos mais um Potter-Weasley? – Perguntou Harry.

- Harry, você não tem jeito — disse Gina sorrindo para a cara devassa do seu marido. Ambos desceram as escadas bem na hora em que Hermione e companhia chegavam.

Gina saiu do lado de Harry e foi cumprimentar a amiga.

- Parabéns, Gina.

- Obrigada, Mione, fico muito feliz que tenham vindo.

- Eu também, parabéns, Harry – A morena e o moreno se abraçaram.

- Obrigado irmãzinha. – Respondeu Harry.

- Então onde esta o meu afilhado? – Perguntou Hermione procurando pelo James.

- Esta lá fora com os amigos. Por que vocês três não vão lá e entregam o presente para ele, que nós vamos ficar aqui, ok? – Falou Gina.

- Ok, tia Gina. — Melinda, Max e Hector pegaram os presentes e se dirigiram para fora da casa, onde o pátio estava coberto de tendas brancas com muitas pessoas dentro.

Melinda e Max levaram Hector até onde estava Mike e os dois ficaram brincando com as outras crianças.

- Ele bem que podia ser um pouquinho mais educado e receber suas visitas. – Resmungou Max.

- Mano, para de implicar, hoje é um dia especial, você prometeu se comportar. – Disse Melinda.

- Ei, se eles se comportarem eu me comporto. – Retrucou Max, Melinda balançou a cabeça, seu irmão não tinha jeito.

- Melindaaa! – Gritou Mia vindo correndo até eles. – Fico feliz que tenha vindo! E aí, como está?

- Eu estou bem. Meio cansada de ficar enfurnada dentro da mansão, mas a mamãe acha melhor para não termos problemas.

Max vendo que estava completamente fora da conversa resolveu se meter.

- Oi para você também, Mia. – Ele recebeu um olhar gelado da ruiva.

- Oi, os meninos estão por aí.

- Valeu. — Max estava indignado com a frieza da ruiva, mas resolveu deixar quieto, pois prometera para a irmã que se comportaria.

- Vem, Melinda, vamos pegar alguma coisa para você comer. – Disse Mia.

- Sim, vamos, mas primeiro nos gostaríamos de entregar o presente para o aniversariante.

- Ele subiu na vassoura que ganhou de presente dos pais, mas deixa eu ver – Mia olhou para o céu e sorriu — Ele esta logo ali .

Mia fez um movimento com a mão, provavelmente um sinal entre primos, pois quase no mesmo instante James desceu da vassoura e foi de encontro ao trio.

- Olá, Melinda, Max, obrigado por virem. – Disse James.

- Não precisa agradecer, James, feliz aniversário. — Melinda abraçando o rapaz e entregou-lhe os presentes. — Esse é da minha mãe (livro), esse é da minha tia (um talismã de proteção), esse é dos meus irmãos e meu. – O presente era pesado, James abriu e ficou bem surpreso, era um estojo de manutenção de vassouras. – Acho que vai precisar agora que ganhou uma nova vassoura.

- Gente, muito obrigado, adorei esse presente. Max, você gostaria de dar uma volta na vassoura? – Perguntou James.

A oferta deixou Max bem surpreso, ele estava sendo bem gentil. Olhou para a irmã, e essa sorriu para lhe incentivando.

- Posso? – Perguntou Max um pouco desconfiado.

- Claro, toma aqui, eu vou lá guardar os meus presentes e já volto. – Respondeu James.

- Ok. — Max subiu na vassoura e subiu rapidamente.

Mia e Melinda ficaram somente as duas e foram se servir. Mia foi apresentando alguns convidados para a amiga, colegas da escola, tios e primos etc. Elas se sentaram numa mesa e começaram a conversar.

- Bom, posso perguntar por que tanta hostilidade com o meu irmão? – A pergunta fez com que a ruiva se engasgasse.

- Desculpa, Mel, não fiz por mal.

- Aconteceu alguma coisa? – Perguntou Melinda.

- É, aconteceu, na realidade aconteceu várias coisas. – Respondeu Mia.

- Hum, bom trate de me contar tudo e não me esconda nada. – Disse Melinda.

- Bom naquele domingo em que Hector e Mike sumiram, Lily e Max estavam lá em cima e bem juntinhos, quase se beijando, daí eu interrompi eles, seu irmão e eu começamos a discutir eu até cheguei a ameaça-lo e de repente estávamos nos beijando, eu empurrei ele e dei-lhe um tapa na cara. – Contou Mia sem graça.

Melinda não se conteve e começou a rir.

- Não é para rir, eu acabei me descontrolando completamente. – Disse Mia chateada.

- Sinto muito, mas tem sim. Agora entendo por que ele estava tão aéreo e carrancudo esses dias — Melinda falou, continuando a rir.

- Ai, eu mereço, quer parar de rir? Ainda tem mais — Mia já estava ficando vermelha. Melinda respirou bem fundo e resolveu parar.

- Ok, desculpa esse meu descontrole, meu Deus vocês fizeram? – Perguntou Melinda.

- Na balada eu acabei dançando com o seu irmão. – Respondeu Mia.

- Ah, então você que estava dançando aquela musica tão sensual com ele? Uau, eu vi quando vocês dois se beijaram, foi muito intenso. – Falou Melinda.

- É eu sei, mas ele não pode saber que fui eu. – Retrucou Mia.

- Porque não? – Perguntou Melinda.

- Porque eu não quero, além do mais ele não gosta de mim e sim da Lily.

- Sem querer ser chata, mas, eu vi o jeito que ele dançou e ninguém beija daquele jeito quando não gosta de uma pessoa. - Falou Melinda

- Melinda esquece isso ok? Vamos dançar. – Disse Mia puxando a amiga para a pista de dança, sem dar tempo para que a morena respondesse.

Enquanto isso em outro lugar da TOCA... (n/a: isso acontece quase ao mesmo tempo em que ocorre a conversa das duas acima ok?)

Lilian estava entediada, não era nada fácil ter que fingir que gostava daqueles assuntos banais, mas ela precisava manter as aparências, viu quando o moreno chegou acompanhado da irmã, sua presa estava bem a onde ela queria.

- Lily, quem é aquele que acabou de chegar? – Perguntou a menina que estava ao seu lado, seu nome era Morgana Wood.

- Ele se chama Max Halliwell é filho de Hermione Granger. – Respondeu Lily.

- Humm, ele é muito lindinho. – Falou Morg.

- É e ele é todo meu, por isso nem tente. – Retrucou Lily.

- Sem problemas, acho que vou pegar uns salgados, você quer alguma coisa? – Perguntou Morg um pouco chateada.

- Não, mas obrigada. – Respondeu Lily um pouco mais gentil, tudo para manter as aparências.

- Ok, já volto. – Disse Morg saindo dali.

Lily suspirou cada vez era mais difícil, fingir que se importava, estava cansada de ser sempre a meiga, queridinha, ela queria mostrar quem realmente era, foi caminhando até chegar ao lago, pelo menos ali ela se sentia um pouco em paz, é claro que não podia negar que fora muito boba, achava que havia se apaixonado como fora tola.

Ela sentiu-o se aproximando e antes que ele a surpende-se Lily falou

- Oi Max.

- Uau, como sabia que era eu ? – Perguntou Max, descendo da vassoura e sentando-se ao seu lado.

- Um palpite, e ai se divertindo? – Perguntou Lily.

- Um pouco, mas pelo visto você não, o que houve?

- Nada de importante – Falou Lily.

- Ok, se precisar falar eu estou aqui. – Disse Max.

Lily sorriu e falou:

- Sinto muito, eu não quis ser grosseria com você, é que infelizmente eu estou cercada por pessoas que mentem e eu estou cansada disso.

- E por que você atura essas pessoas, você precisa delas para sobreviver?

- Não, mas é que, tipo, são pessoas com quem eu convivo quase todos os dias, e muitas estão perto de mim por puro interesse, ainda mais com os acontecimentos do ano passado. – Disse Lily.

- O que aconteceu no ano passado? – Perguntou Max.

- É uma história muito longa e triste, eu não quero falar nela hoje, dói lembrar. – Respondeu Lily chateada.

- Ok, sem problema, já sei, vem vamos dar uma volta – Disse Max ajudando Lily a levantar. – Tenho certeza que você vai gostar, que tal?

- Só uma volta. –Respondue Lily sorrindo.

Max subiu na vassoura e colocou Lily na sua frente, o moreno tomou um impulso e os dois levantaram voo, Lily estava com os olhos fechados e os olhos abertos, uma coisa não podia negar sempre gostara de voar, Max sorriu ao que a ruivinha havia relaxado, com um impulso para frente levou os dois para baixo, ambos saltaram da vassoura e se encararam. Num acordo silencioso, os dois foram se aproximando. Estavam bem próximos, não havia ninguém para se atrapalhar, e finalmente os dois se beijaram. Primeiramente, foi somente um roçar de lábios, depois Max aprofundou o beijo esperando a permissão da ruiva, que não demorou muito a corresponder. Os dois se separaram por falta de ar, e a ruiva por sua vez estava corada, o que realçava os seus cabelos, Max sorriu e a puxou para a festa.

Depois da conversa que teve com Melinda, a Mia não parava de olhar para o relógio, estava preocupada com o tempo que não passava nunca. Provavelmente naquela hora Meg estava se arrumando e estava sozinha. Melinda viu a testa da amiga ficar franzida curiosa perguntou:

- Mia, o que houve?

- Estava pensando em outras coisas. Eu tinha que dar um jeito de sair dessa festa. – Falou Mia.

- Por quê? – Perguntou Melinda sem entender.

- Porque Meg provavelmente está se arrumando, sozinha e vai fazer 15 anos, e nem sabe quem é a mãe dela. Não queria deixá-la sozinha nesse momento ela é a minha melhor amiga. – Disse Mia.

- Ok Hum, e por que você não vai? – Indagou Melinda.

- Tá louca? O James me mata, nunca me perdoaria. – Falou Mia.

- Você nunca vai saber se não tentar, vem vamos descobrir se isso é mesmo verdade – Retrucou Melinda puxando a amiga sem dar tempo da ruiva falar.

Não foi muito difícil achar o aniversariante, ele estava numa rodinha com seus amigos, Melinda levantou o braço e fez um sinal para o moreno fazendo com que ele as visse e fosse até elas.

- Está tudo bem, meninas? – Perguntou James.

- Sim, mas temos um pequeno problema: a sua prima vai ter que se ausentar da sua festa. – Disse Melinda.

- E pra onde ela vai, posso saber? - Perguntou James erguendo a sobrancelha.

- Vai ajudar a Meg a se arrumar para o aniversário dela. - Respondeu rapidamente Melinda.

- É bem rapidinho, James, eu só vou lá dar uma olhada nela e... – Disse Mia sem graça.

- Vai. — Disse James sem pensar duas vezes, dava para ver o quanto aquilo era importante para a prima, Melinda sorriu radiante e Mia estava muito surpresa. — Ela provavelmente deve estar precisando muito mais de você do que eu. Vemos-nos na Mansão Malfoy?

Mia e Melinda sorriram. James Potter era um menino muito especial. Mia não se aguentou e se jogou nos braços do primo, que retribuiu o abraço.

- Obrigado, Melinda, nos vemos na festa? – Perguntou Mia.

- Não precisa agradecer, nos vemos lá. — Melinda abraçou a amiga, que já saiu correndo e assobiando. Num minuto a sua vassoura apareceu, e Mia subiu nela indo para a casa da loira.

Melinda e James ficaram parados vendo à ruiva se distanciar.

- Obrigado por entender. – Falou Mel.

- Eu sou uma pessoa legal. - Disse o moreno passando o braço por cima da morena.

- Nota-se. - Respondeu Melinda se desvencilhando de James.

- Bom acho que esta na hora de cortar o bolo, o que acha pode me ajudar? – Perguntou James fazendo um charminho.

- Ok, vou lhe ajudar a chamar o pessoal, e vou avisar para a mãe da Mia aonde ela foi. – Respondeu Melinda.

- Ótimo . – Disse James, a morena estava se distanciando era agora ou nunca – Ei Melinda eu estava pensando se...

- Nem pense. – Disse Melinda sem nem ao menos se virar.

- Ok. – Falou James, Melinda havia entrando na Toca, mesmo tendo levado um fora ele tinha que rir, a morena era incrível e inteligente.

17 DE AGOSTO, MANSÃO MALFOY.

Meg estava em seu quarto, se preparando para a festa. Sentia-se muito feliz, pois estava completando 15 anos, porém também se sentia sozinha. Sabia que Mia se pudesse estaria ali, mas o aniversário de James estava ocorrendo naquele momento, fora teimosa quando não mudara a data de seu aniversário, mas não queria dar o braço a torcer. Mia havia se tornando a melhor e única grande amiga de Meg. No início todos acharam estranho, principalmente por serem uma sonserina e uma grifinória, mas aos poucos foram se acostumando. Meg suspirou e foi para frente do espelho. O vestido lhe caía muito bem, era maravilhoso, a pessoa que havia lhe mandado o vestido acertara no modelo. Ouviu uma batida na janela e, estranhando, pegou sua varinha, ao chegar lá ficou estática: uma ruiva sorria, Meg abriu a porta e ajudou a amiga a entrar.

- Surpresa!

- Mia, o que esta fazendo aqui, sua louca? – Perguntou Meg totalmente surpresa.

- Ora, que tipo de amiga seria eu se não viesse lhe ajudar a se arrumar, hein?

- Mas e o aniversário do James? – Perguntou Meg.

- Melinda me ajudou. Nós falamos conversamos, e ele disse que eu deveria estar aqui, então aqui estou. — Mia viu a loira ficar com os olhos cheios de lágrimas, isso era raro de acontecer. — Ah, não, você vai ficar toda vermelha e inchada, nem pense em chorar, senão eu choro também.

- Obrigado, Mia, esse é o melhor presente de aniversário que eu poderia ter ganhado. – Falou Meg.

- Bom, pra falar a verdade eu havia trazido um presente, mas se você não quiser eu levo de volta. – Disse Mia mostrando um pequeno pacote para a loira.

- Nem pense em fazer isso. Vamos, deixa eu ver o que é! — Mia entregou o pacote para Meg, e essa o abriu: numa caixinha preta havia uma corrente com um pingente com a palavra "Best". – É lindo, Mia, muito obrigada! — A loira deu um abraço na ruiva.

- De nada, a outra metade está comigo, o pingente é divido em três partes. – Disse Mia.

- Ok, então onde esta a terceira parte? – Perguntou Meg curiosa.

- Está guardada, ainda não decidi para quem dar, mas isso a gente vê depois. Eu vim aqui para lhe ajudar a se arrumar, então mãos à obra. – A ruiva olhou para o vestido que a loira estava vestindo e ficou confusa. – Meg, esse modelo não foi o que você escolheu, o que aconteceu?

- Bom, eu recebi esse vestido junto desse bilhete. – Meg entregou a ruiva o bilhete. Ao terminar ela olhou para a loira, surpresa.

- Tens alguma pista de quem seja essa pessoa? – Perguntou Mi.

- Não faço a mínima ideia, mas eu amei o vestido, é ainda mais bonito que o modelo que eu escolhi. O que você achou? – Perguntou Meg.

- É lindo. Bom, vamos terminar de arrumar você, que temos muito pouco tempo. – Falou Mia.

- Ok, vamos lá. – Concordou Meg sem conseguir se segurar abraçou a ruiva, mais forte do que a primeira vez.

17 DE AGOSTO, TOCA, INGLATERRA

O aniversário estava quase acabando. O parabéns já havia acontecido, e todos tiveram que ir para se arrumarem para a festa da loira. James não estava mais tão chateado quanto antes, se despediu de alguns outros amigos e voltou para o pátio junto de seus primos. Foi até lá e percebeu em um minuto que Melinda o vira e saiu da rodinha onde estava, indo para um canto mais afastado (n/a: eu adoro cantos mais afastados hehe).

- Está tudo bem? – Perguntou James

- A festa estava maravilhosa, e achei muito legal a sua atitude com sua prima, ela estava muito preocupada com a Meg. – Respondeu Melinda.

- Mia sempre se preocupa demais com os outros do que com si mesma, está sempre se sacrificando. – Falou James preocupado.

- É, eu percebi. – Disse Melinda olhando as estrelas.

Os dois ficaram sem se falar por alguns minutos, mas se encaravam profundamente. Melinda desviou o olhar, fazendo com que James sorrisse da sua atitude.

- Você é linda, sabia disso?

- Obrigada – disse a morena ficando vermelha. – Sobre mais cedo eu...

- Não tem problema. – Disse James interrompendo-a.

- Você é legal e tudo o mais, mas só um tolo não veria que está apaixonado pela Meg.

- É verdade, queria que ela acreditasse nisso. – Falou James chateado.

- Já tentou falar com ela? Contar seus sentimentos? – Perguntou Melinda.

- Ela não acreditaria em mim, não depois do que aconteceu no ano passado.

- O que aconteceu? – Perguntou Melinda.

- Acho que não estou preparado para falar sobre isso – Falou James.

- Tudo bem, é um direito seu, mas se eu fosse você eu tentaria arrumar os erros do passado. Meu pai sempre me dizia que era melhor se arriscar várias vezes do que viver na incerteza. – Disse Melinda.

- Você não é uma Weasley, mas é fogo, hein? – Indagou James.

- Eu tenho meus momentos. – Os dois deram as mãos e voltaram para a rodinha de amigo. James notou que a irmã estava de mão dada com Max e franziu a testa, mas preferiu não falar nada por enquanto. Eles ficaram conversando mais um pouco e cada um se despediu. Foram para casa se ajeitarem para ir ao outro aniversário.

17 DE AGOSTO, MANSÃO MALFOY, INGLATERRA, 20:00 PM.

Mia estava terminando de vestir o vestido e retocando seu penteado. Meg já estava pronta e estava belíssima. A ruiva percebeu que a loira se encontrava pensativa e chateada.

- Meg, o que houve? Você estava feliz até alguns instantes e agora está pensativa, com uma carinha triste.

- Estava tentando me lembrar da minha mãe, mas não consigo, isso é muito frustrante. – Respondeu Meg.

- Você não tem como se lembrar dela, pois era um bebê. – Falou Mia viu que não era só esse motivo. – Eu tenho certeza de que algum dia vocês ainda vão se conhecer.

- Eu espero que isso aconteça, eu quero conhece-la, porque eu não acho que ela esteja morta, sinto aqui dentro. – Disse Meg tocando em seu peito.

- E eu tenho certeza que você vai encontra-la, você tem que ir atrás do seu sonho. – Falou Mia.

- Mia, eu te amo, sabia disso? – disse Meg abraçando a amiga. – Você é a irmã que eu nunca tive.

- Ai, loira, não começa se não eu vou chorar.

- É você tem razão, não posso estragar o seu trabalho, vou ver se o meu pai está pronto, ele vai descer comigo, já volto. - Disse Meg saindo do quarto, a loira estava feliz, teria uma festa incrível, cercada por seus amigos, nada poderia estragar a sua felicidade.

A porta do pai estava semiaberta e Meg viu que Briana estava terminando de se arrumar, quem aquela mulher pensava que era, não a queria em seu aniversário, ia entrar quando ouviu uma frase que quase arrancara seu coração.

- Estou gravida, Draco. - Disse Briana

- É sério? - Perguntou o loiro chocado.

- É sim, de dois meses. - Respondeu Briana com um brilho nos olhos que Meg nunca havia visto.

Meg vira o pai erguer a mulher e a rodopiar, não conseguia se mexer, nem falar nada, estava em estado de choque, sua respiração era entrecortada, parecia que havia perdido o seu chão, tentou sair da porta, mas não conseguiu a tempo, Draco abrira a porta e se surpreendera com a filha a sua frente, Briana se aproximou e Meg olhou para ela, ninguém falou nada, Meg conseguiu recobrar os movimentos e num movimento bem voluntário deu um tapa na madrasta, fazendo com que Briana se desequilibrasse e caísse Draco foi ajudar Briana, nunca vira a filha agir daquela forma, Mia que estava indo atrás da amiga, ficou estarrecida com o que vira assim como Lucas.

- Sua vagabunda, eu sabia que você era uma oportunista, só quer saber do dinheiro do meu pai, eu tenho certeza que esse bebe nem é dele. - Disse Meg se jogando em cima de Briana que estava ainda no chão zonza com o tapa.

- Meg pare já com isso, o que pensa que está fazendo? – Perguntou Draco tentando controlar a filha.

- É mentira pai, o bebe não pode ser seu, ela está usando você, será que você não vê isso? – Gritou Meg.

- Meg, eu sinto muito que você tenha descoberto dessa forma, eu ia te contar em outra oportunidade, mas esse bebe é do seu pai sim e seu irmãozinho. – Disse Briana

- Eu não vou ter um irmão, ele nunca será meu, eu te odeio sua vadia. – Retrucou Meg com lagrimas nos olhos.

Foi muito automático, Draco deu-lhe um tapa na cara, Meg deixou algumas lagrimas caírem e começou a tremer, alguns objetos do quarto começaram a flutuar e as luzes do lustre do meio do quarto se explodiram, dava para sentir a raiva e a dor de Meg, Briana tentou alcançar a menina mas foi repelida pela força de Meg e acabou por desmaiar.

- Meg, se acalme – disse Mia tentando controlar a amiga.

- Me acalmar? Como eu posso ficar calma quando uma mulher entra na minha vida e bem no dia do meu aniversário de 15 anos, diz que esta grávida de meu pai?! – Perguntou Meg aos gritos.

- Filha eu sei que isso é muita coisa pra você lidar, mas o bebe é meu sim tenho certeza, pois ... – Tentou falar Draco, mas foi cortado por Meg.

- É claro, já que você transou tanto com ela, é obvio que o bebe é seu, teve uma boa transa papai? – Perguntou Meg raivosa.

- Meg, olha o respeito. – Disse Draco furioso.

- Como posso ter respeito por você, se você não tem por mim? É sempre assim, você sempre tenta estragar meu aniversário, meus sonhos, tudo! – Gritou Meg.

- Filha, eu sinto muito não quis lhe bater, por favor, vamos conversar com calma – disse Draco se desviando de mais um objeto que a filha lhe atirava. Ele tentava a todo custo se aproximar da filha, que nesse momento estava chorando.

- Você não liga para mim, nunca ligou, só faz a posse de bom pai, mas não é, não tem o que conversar, você transou com ela e engravidou-a não é? Pelo visto a noitada deve ter sido boa. – Falou Meg.

Draco ficou vermelho, e Meg sentiu-se sendo jogada para trás.

- Já chega, Mégara, você não tem o direito de falar assim comigo. – Gritou Draco.

- Vai pro inferno, papai, eu de odeio! Você é um fraco, um sem vergonha, um vagabundo, um asno, um desgraçado! – Meg estava transtornada, e mais coisas voavam em cima de Draco, que conseguia se desviar dos objetos e se aproximou da filha, agarrando-a pelos braços. Meg não hesitou e começou a gritar e espernear. Mia observava a cena, estarrecida. Não conseguia fazer nada, estava completamente paralisada. Nunca vira Meg agindo desse jeito.

- Meg, chega, isso já foi longe demais – disse Draco a chacoalhando.

- Vai pro inferno, papai. – Meg se soltou dos braços fortes do pai e cuspiu-lhe. Draco não teve outra escolha e deu-lhe um tapa novamente.

Narcisa e Severus subiram correndo as escadas para ver o motivo dos gritos. Chegando bem no momento de ver a tapa. Lucas que até então estava parado estático foi até Meg e abraçou, Mia mesmo chorando aproximou-se da amiga.

- O que esta acontecendo aqui? – perguntou Narcisa horrorizada. – Estou esperando uma resposta! A casa está cheia de gente, está quase na hora de apresentarmos Meg, e vocês estão aos berros, tão alto que nem a música era suficiente para esconder! Draco, eu quero e exijo uma explicação.

- Eu te odeio, papai. – Disse Meg magoada, se soltando dos amigos e descendo as escadas correndo, a loira ouviu avó e Lucas a chamarem, mas não deu ouvidos, a única coisa que queria era estar bem longe dali.

Lucas saiu para fora da casa junto de Mia, mas já era tarde de mais, pois Meg pegou a vassoura e voara para longe

- Ótimo, e agora o que fazemos? - Perguntou Lucas.

- Temos que ir atrás dela. - Respondeu Mia.

- E por acaso você sabe para a onde ela foi, ruiva?

- Talvez... ela não vai nos ouvir, mas eu sei quem ela ouviria – disse a ruiva voltando para casa sendo seguida pelo sonserino – TOCA — ela lançou um pó na lareira e esperou. Tanto ela quanto Lucas puderam ver a sala da TOCA, estava completamente vazia, mas ainda havia alguma luz.

- Pessoal, tem alguém ai? – perguntou Mia.

- Acho que todos foram embora – disse Lucas.

- Tem que ter alguém ali ainda – retrucou Mia.

- Mia, é você?

Mia viu James aparecendo na lareira.

- Graças a Merlin que você ainda esta ai.

- O que houve? – perguntou o moreno preocupado

- Tivemos um probleminha aqui e Meg desapareceu. – Respondeu Lucas.

- Como assim, probleminha? – Perguntou James ainda mais preocupado

Lucas ia responder mas foi cortado por Mia que falou:

- Não dá tempo de explicar, você tem que achá-la.

- E por que você acha que eu sei onde ela esta? – Perguntou James

- James, não é hora para brincadeiras, lembra daquele parque onde agente se viu pela primeira vez? Tenho certeza que ela está lá é o seu lugar favorito no mundo.

- Mia, eu não sei se eu posso fazer isso – disse o moreno abaixando a cabeça.

- Escuta aqui, seu maroto de quinta categoria, ela precisa muito de você, mais do que você pensa. Eu sei que vocês se gostam, mas vocês são muito cabeça dura para entenderem isso, então levante-se daí e vá atrás dela. Traga-a para nós, por favor – disse Lucas exausto.

Os três ficaram se olhando, e James suspirou.

- Farei o melhor que puder. – James os viu desaparecerem da lareira e saiu da TOCA. Pegou a sua vassoura nova e subiu nela, se lembrava direitinho da primeira vez que se viram, ela parecia um anjo de porcelana.

PARQUE

James se aproximou do parque e desceu da vassoura, Mia estava certa, Meg estava ali, no mesmo lugar que se viram pela primeira vez, estava tudo silencioso, não havia nem vento a loira estava sentada no balanço e lagrimas escorriam sem parar. James foi se aproximando silenciosamente, cortava seu coração ver a sua loira chorando, Meg ainda não percebera que ele estava ali.

- Olá, Meguí. - Disse James, chamando-a pelo apelido de infância.

Meg levantou os olhos muito surpresa com a chegada do moreno, sem conseguir se segurar, se jogou nos braços de James e continuou a chorar, James sentou-se com ela num banco, o moreno sentia as lagrimas lhe molharem, mas não ligava só queria que a sua Meg se acalma-se. Demorou um pouco, mas Meg finalmente se acalmou, James lhe alcançou um lenço no qual Meg enxugou as lagrimas.

- Obrigada. - Disse Meg.

- De nada, melhor? – Perguntou James.

- Um pouco, como me achou aqui? – Perguntou Meg.

- Mia me avisou que houve uns probleminhas na sua casa e pediu-me para vir lhe procurar, ela sabia que você estaria aqui. O que a fez vir para cá Meguí? -

- Foi o único lugar, que eu consegui pensar, só queria ficar em paz. – Disse Meg sem animo.

- O que aconteceu? – Perguntou James.

Meg olhou para os olhos verdes iguais ao do pai dele, sabia que ele não ia sossegar até descobrir o que acontecera Meg suspirou e disse:

- Meu pai e eu brigamos, como sempre, só que dessa vez a coisa foi muito séria, Briana está grávida, meu pai acredita cegamente que o filho é dele, mas eu tenho certeza de que não é. Eu me descontrolei, os objetos no quarto do meu pai começaram a voarem, dei um tapa na cara dela, meu pai me deu dois tapas na minha cara, foi horrível.

James havia percebido ao falar com Mia que a briga havia sido feia, mas não imaginava que havia sido tanto.

- Obrigada por deixar Mia ir me ajudar. – Disse Meg limpando algumas lagrimas que caíram e se aninhando ao moreno.

- De nada. - Disse James, dando um beijo em sua testa. - E agora o que você vai fazer?

- Podíamos ir numa pizzaria, o que acha? – Perguntou Meg tentando desconversar.

- E o seu aniversário? – Insistiu James.

- Não quero voltar para casa, não consigo olhar para o meu pai agora. – Disse Meg se levantando e respirado fundo.

- Não pode perder o seu aniversário, não depois de ter preparado tudo. – Falou James.

- Eu não me importo – Retrucou Meg como uma criança teimosa, sentou-se no balanço e olhou para o moreno, James suspirou e foi para atrás dela e começou a empurra-la.

- Vamos Meguí, você se importa sim com o seu aniversário. Não vale a pena perde-lo por causa de uma briga. – Falou James.

- Você não entende ele me bateu duas vezes, meu pai nunca havia erguido a mão para mim. – Disse Meg sentida.

- Eu entendo e por isso nunca vou poder gostar dele, mas você merece uma festa de 15 anos e afinal de contas eu fiz a minha mais cedo por você. – Falou James.

- Como assim? - Perguntou Meg.

- Minha mãe tinha a ideia de fazer a minha festa a noite, mas depois do convite ela pensou em mudar a data eu disse para ela que não tinha problema nenhum que poderíamos fazer a minha festa de dia, só fiz isso por você. – Respondeu James.

- Não acredito que fez isso por mim, mas não importa, se eu voltar vou ter que entrar com ele e não quero nem vê-lo. – Disse Meg.

- Bom se é por isso, eu posso entrar com você . – Falou James.

Meg que estava olhando para frente, se virou bastante surpresa.

- Você pode? – Perguntou James.

- Claro, eu adoraria, para falar a verdade – disse James lhe fazendo um carinho em seu rosto.

- Mas olha o meu estado, eu estou horrível. – Falou Meg.

- Não esta horrível, só um pouco manchada e amassada. Se formos para a sua casa tenho certeza que sua avó ira lhe arrumar num minuto, topa?

Meg olhou para ele meio incerta, mas, vendo o sorriso confiante em seu rosto, concordou com a cabeça.

- Ótimo, vamos. – James pegou a vassoura que ela tinha jogado no chão e também a sua nova Firebolt, que tinha uma nova habilidade: ao juntar duas vassouras ela conseguia se transformar em uma vassoura de dois lugares. Ele viu que a loira ainda não estava muito certa. – Vamos, loira, você vai se arrepender se não for.

James deu-lhe a mão, e ela aceitou, subindo na vassoura e abraçando o moreno bem forte o que deixou James muito vermelho, pois ela estava bem perto dele. Sem demorar mais o garoto alçou voo e foi em direção à mansão Malfoy.

17 DE AGOSTO, MANSÃO MALFOY

Narcisa andava de um lado para o outro no quarto da neta, não havia nenhum sinal de que ela voltaria, já fazia uma hora que havia saído de casa, estava preocupada a neta saíra muito transtornada, ouviu uma batida na porta e viu Sally entrando.

- Recebi sua coruja o que aconteceu? – Perguntou Sally preocupada.

- Draco e Meg brigaram e ela saiu de casa, não sabemos a onde ela está. – Respondeu Narcisa.

- Mas o que aconteceu?

- Pelo que eu entendi, Briana contou a Draco que está esperando um bebê dele e Meg escutou, se descontrolou, varias cosias ao seu redor começaram a voar, Draco bateu nela, foi em resumo uma cena horrível.

- Pelo visto o feitiço não funcionou. – Falou Sally.

- Os pesadelos pararam, acho que funcionou em parte. O que vamos fazer? – Perguntou Narcisa aflita.

- Posso tentar localiza-la no mapa só preciso de alguma coisa dela, um mapa e um cristal. – Disse Sally.

- Bom, pode ser esse colar? Temos um mapa na biblioteca – Perguntou Narcisa.

- Pode sim. - Respondeu Sally, a morena ia saindo do quarto quando ouviu uma batida na janela.

Narcisa estranhando foi até a janela e abriu-a, surpresa deu passagem para sua neta e James entrarem, Sally sorriu aliviada.

- Oh, minha querida, que bom que você está bem, eu estava muito preocupada. Obrigada, James. - Disse Narcisa abraçando a neta.

- De nada, Sra. Malfoy – Falou James sorrindo para Narcisa.

- Vó, eu preciso de ajuda para ir para a festa – disse Meg olhando para Sally, que estava perto de sua cama, estanhando a presença da mulher. – O que ela está fazendo aqui?

- Bom eu estava meio sem saber como lhe achar, acontece que a família Halliwell tem um jeito diferente de localizar as pessoas, por isso eu chamei ela, tenho certeza que Sally pode lhe ajudar a se arrumar, irei lá embaixo e avisarei que você voltou, vocês tem cinco minutos. – Respondeu Narcisa rapidamente.

- Ah, vó, eu vou entrar com o James, ok?

A avó suspirou, mas sorriu para a neta:

- Tudo bem, querida, hoje é a sua noite.

Narcisa saiu do quarto e desceu as escadas, avisou para Lucas e Mia que a neta havia chegado. Meg estava parada olhando para Sally e tentando entender o que ela estava fazendo ali.

- Bom, temos pouco tempo, então sente aqui na minha frente. – Sally esperou que ela se sentasse na cadeira.

- O que você vai fazer? Não temos muito tempo – disse Meg se sentando.

- Não se preocupe, eu conheço um feitiço especial, vejamos. – Sally colocou suas mãos no rosto da filha e falou:

- "Let the object of objection. Become but a dream. As I cause the seen to be unseen" – Tradução: Que o objeto da objeção, Deixe de ser um sonho e faça o visto não ser visto.

James viu um brilho nas mãos de Sally e um segundo depois o rosto de Meguí estava mais lindo do que nunca.

- Então, deu certo? – perguntou a loira ainda receosa.

Sally lhe alcançou um espelho e disse:

- Veja por si mesma.

Ao se olhar no espelho ela não acreditou, estava mais linda do que antes. A loira se levantou e abraçou fortemente Sally, que ficou muito surpresa com a reação da menina.

- Muito obrigada, ficou perfeito – disse Meg se soltando-se da mãe.

- Foi um prazer, minha querida, agora vá lá e encante a todos.

Meg olhou para James, que já estava pronto e sorrindo para ela. Ele pegou a sua mão e colocou em seu braço. Os dois saíram pela porta para irem para a festa. Sally ficou na porta do quarto da filha, olhando encantada para ela. O vestido ficara perfeito nela. Sally ouviu a voz de Draco no corredor e esperou ele passar, estava muito bem vestido, como sempre. Viu que ainda havia luz no quarto dele e entrou. Briana estava sentada na cama com um lindo vestido prateado, as duas sempre foram boas amigas, mas quando se brigavam se transformavam em gato e rato, Sally não teve dúvidas bateu palmas para Briana, que ao ouvir as palmas se virou e olhou para a prima.

- O que está fazendo aqui? – Perguntou Briana surpresa.

- Arrumando a sua bagunça, como sempre. - Disse Sally entrando no quarto e fechando a porta.

- Ótimo era só o que me faltava. - Disse Briana se levantando, Sally fez um movimento com a mão e aprendeu na parede.

- O que pensa que está fazendo?

- No momento tentando não morrer. - Respondeu Briana. - Sally me solte, você não tem o direito de me tratar desse jeito.

- Ah, tenho sim, por sua causa Meg quase perdeu o aniversário, por sua causa, eu vi os olhos dela vermelhos de tanto chorar, então me de um bom motivo para não lhe matar aqui e agora. - Disse Sally ainda a segurando contra a parede, com a outra mão pegou a varinha e disse – Silencio, pronto agora podemos conversar melhor.

- Eu sinto muito Sally, não era a minha intenção, mas eu tive que contar para Draco, eu não vi que ela estava ali, eu juro. – Disse Briana.

- O bebe é do Draco? – Perguntou Sally.

- É sim, Draco e eu estamos há uns cinco meses, estou grávida de três. – Respondeu Briana.

- Porque que ficou grávida dele? – Perguntou Sally.

- Eu não tenho que responder isso. – Disse Briana.

- Ah, tem sim – Gritou Sally apertando-a mais.

- Ok, eu digo, mas deixa eu sair daqui, por favor. - Pediu Briana.

Sally, suspirou e soltou a prima, Briana se escorou na parede e passou as mãos pelo pescoço, não havia nenhum marca, mas a dor ainda estava presente.

- Agora me fale por que ficou grávida dele?

- Em primeiro lugar, eu amo o Draco, sempre amei e você sabe disso, desisti dele quando eu percebi que você também gostava dele, eu jamais faria nada lhe prejudicar e você sabe disso. Quando encontrei-o novamente percebi que você havia feito alguma coisa já que ele não se lembrava de você, quando vi Meg pela primeira vez, mesmo com o feitiço entendi o que estava acontecendo. De repente o que eu sentia por ele voltou com toda a força e eu me deixei levar, estava sozinha, Felipe havia morrido e eu estava sem chão.

Sally se virou para a prima e viu que Briana estava chorando, não aguentando largou a varinha e foi até Briana e abraçou, tentando acalma-la.

- Eu sinto muito Sally.

- Como ele morreu? - Perguntou Sally.

- Um demônio o matou, ele estava atrás de mim, Felipe me jogou no chão para me proteger, quando eu me virei ele havia recebido uma bola de energia, ele se desintegrou e eu não fiz nada, só fiquei olhando para onde o Felipe estava. - Respondeu Sally, chorando mais ainda.

- Sinto muito Bri, Felipe era um cara maravilhoso. - Disse Sally levando a prima para a cama. - Como foi que você reencontrou Draco?

- Estava num bar, e ele também, e acabamos ficando juntos, foi tão inocente. Depois é que as coisas ficaram sérias, eu contei a minha história e ele contou a dele. Porque você deixou ele? – Perguntou Briana.

- Não importa mais, isso aconteceu anos atrás. - Respondeu Sally. - E o bebe?

- Há uma profecia, sobre esse bebe, ele vai ser duas vezes abençoado, vai ser um bruxo e um anjo. – Respondeu Briana.

- E porque o Draco? – Perguntou Sally.

- Na profecia dizia que, nasceria um bebe daquela que perdeu um amor e daquele que era das trevas, mas encontrou seu caminho na luz, deles nascerá uma poderosa criança que será abençoada duas vezes. – Disse Briana

- Quem lhe deu essa profecia?

- Os anciões, eles ainda existem poucos, mas existem, eles disseram que o meu filho vai ser um ancião. – Respondeu Briana.

- Mas eles estão extintos, banidos, não podem mais interferirem nas nossas vidas – Disse Sally sem acreditar.

- Eu sei, mas só tomei conhecimento dessa profecia quando descobri que estava gravida, eu não planejei isso eu juro. – Disse Briana.

- Você sempre se meteu em encrenca, não consigo me lembrar de quantas vezes Thomas e eu tivemos que lhe salvar. – Falou Sally.

- É foram várias vezes, Sally eu sinto a sua falta, nunca quis lhe magoar ou magoar Meg, se você quiser eu vou embora.

- Cala a boca, eu sei que você jamais faria isso, ok o que está feito, está feito e não pode ser mudado, minha história com Draco terminou há quinze anos atrás, e a sua está somente começando, mas eu quero que me prometa uma coisa. – Disse Sally.

- O que? - Perguntou Briana desconfiada.

- Eu quero, cuide de Meg, como se ela fosse sua filha, pode tentar ama-la? - Perguntou Sally.

- Posso, na verdade já gosto dela, ela é muito parecida com a minha prima querida. Eu prometo que vou dar todo o carinho que ela merece. - Disse Briana.

- Ótimo, bom eu acho melhor você ir descendo.

- Não, acho que vou ficar aqui, de repente fiquei muito cansada. Você poderia ir no meu lugar e vê-la o que acha?

- Sério? - Perguntou Sally surpresa com a atitude da prima.

- Sério, ela precisa de você, mesmo que ela não sabia quem é você. - Briana terminou de falar e estalou os dedos, Sally se olhou no espelho e viu a imagem de Briana refletir. - Sempre quis ter uma gêmea, vá e divirta-se.

Sally sorriu e abraçou a prima, Briana suspirou e abraçou-a de volta.

- Eu senti muito a sua falta, priminha. – Falou Sally.

- Eu também. – Disse Briana.

Sally saiu do quarto e desceu as escadas, encontrou Draco na porta do salão, deu a mão para o loiro e os dois foram para o salão de festas, onde a festa já estava acontecendo.

...

O pátio da Mansão Malfoy estava completamente modificado. Não havia tendas como no aniversário de James, e sim um enorme salão de festa. Meg e James entraram pela porta lateral e encontraram Lucas e Mia junto de Narcisa e Severus.

- Você esta linda, querida.

- Agradeça a Sally, vovó, ela conseguiu fazer um milagre. – Meg se virou para o padrinho e falou: - Dindo, você se importaria que eu entrasse com o James?

Severus muito a contra gosto concordou com a cabeça. Aquele Potter mal havia saído das fraldas e já estava colocando suas garras de fora, e para sua afilhada. Por Merlin, sempre havia um Potter para lhe dar dor de cabeça.

- Bom, então não vamos mais prolongar a sua entrada, minha querida, irei anunciá-la. – Narcisa pegou a varinha e fez um feitiço em si para aumentar a sua voz:

- Gostaria da atenção de todos. Em primeiro lugar, obrigada por terem vindo, esse é um dia muito especial para nós. Hoje minha neta completa 15 anos, então é com muito prazer que eu lhes apresento Mégara Malfoy.

Meg ouviu seu nome e congelou em seu lugar, James sorriu para a loira e a puxou-a. Os dois apareceram ao lado de Narcisa, que falou:

- Acompanhada de James Potter. – Pôde-se ouvir uns murmurinhos, mas a matriarca dos Malfoy fez questão de não dar atenção.

Uma música começou ao fundo, e Meg e James desceram a escadaria, indo até o meio do salão, sendo seguidos de perto por Narcisa, que fazia par com Severus, e Mia, que fazia par com Lucas. Briana (Sally) e Draco chegaram no momento em que James estavam dançando, Draco não gostou nem um pouquinho de ver os dois juntos, mas decidiu não fazer nada afinal a noite era da filha. Briana (Sally), estava encantada com a filha, ela dançava muito bem e estava linda.

Durante a valsa Meg teve que se separar de James para dançar com outras pessoas, decididamente ela odiava a valsa, mas já que era um aniversário de quinze anos tradicional Meg fora obrigada a dançar com quase todos os homens e meninos da festa, a única coisa que ela queria era dançar com James, seu padrinho lhe tirou para dançar, e Meg deu graças a Merlin, pois o padrinho dançava muito bem, o padrinho fez um sinal para o próximo se aproximar ela revirou os olhos quando viu quem era até tentou fugir, mas o padrinho a puxou e disse:

- Aceite as desculpas dele, afinal é seu pai e mesmo que não admita você o ama, ele não quis lhe machucar.

Meg não respondeu nada, mas aceitou ser conduzida pelo pai, os dois dançavam numa grande sincronia, Draco lembrava-se da primeira vez que colocou-a em cima de seus pés e começara a dançar com a filha, aquele havia sido um dia muito feliz.

- Você está linda Meg. – Disse Draco.

- Obrigada. – Agradeceu Meg com secura.

- Sabe do que eu estava me lembrando? – Perguntou Draco carinhosamente.

- Não faço a mínima ideia. - Respondeu rispidamente.

- De quando agente dançava juntos, eu me lembro de tentar ensina-la, mas você só queria saber de ficar pendurada no meu colo, você se lembra Meg? - Perguntou Draco

Meg olhou nos olhos do pai, e pode ver a sinceridade neles, baixou os olhos e deixou algumas lagrimas caírem.

- Lembro sim, foi um dos melhores dias da minha vida. – Respondeu Meg.

- Eu sinto muito por ter lhe batido, não queria machucar. – Falou Draco

- Mas machucou e vem machucando desde que colocou aquela mulher na nossa vida. – Retrucou Meg.

- Filha, eu sinto muito que você não goste dela, mas agente se ama e eu acho que está na hora de me casar, você sempre reclamou que eu ficava trocando muito de mulher, mas agora encontrei uma que me ama e quero ficar com ela. Gostaria de ter sua aprovação, ainda mais agora que você querendo ou não vai ter um irmãozinho ou irmãzinha.

Meg ia retrucar, mas não conseguiu falar nada.

- Vamos fazer assim, hoje é a sua noite, quero que aproveite-a ao máximo amanhã nos conversamos ok? – Perguntou Draco.

- Ok, papai. – Responde Meg.

- Eu amo muito você, minha pequena e isso nunca vai mudar, mesmo que eu tenha outros filhos ou filhas. Você, Meg sempre será a minha favorita, eu também sinto muito não quis lhe bater.

- Eu te amo papai. - Respondeu Meg abraçando o pai fortemente, deixando algumas lagrimas caírem.

Briana (Sally), sorria, só Merlin sabia como queria estar perto deles naquele momento. Todos ficaram emocionados com o que estava acontecendo, o amor de pai e filha era tão grande que todos se sentiram envolvidos por ele. Draco terminou de dançar com a filha e uma musica agitada começou, deu um beijo na filha e deixou os amigos se aproximarem, foi para o lado de Briana (Sally) e abraçou-a.

- Vai ficar tudo bem agora. – Disse Draco.

- Que bom, fico feliz com isso. – Falou Briana.

...

Briana (Sally), havia se retirado alegando que estava cansada, Narcisa olhava tudo muito cuidadosamente, não queria que nada faltasse na festa da neta, ainda bem que tinha os elfos para ajudá-la, Narcisa viu Meg circular pelas mesas e tirar fotos com todos, agora estava tudo em paz, a avó viu Mia se aproximar da neta e lhe falou alguma coisa em seu ouvido, o olhar que Meg deu era de que iria aprontar, as duas subiram no palco e Meg pegou o microfone.

- Gostaria da atenção de todos, por favor. – Ela estava com um microfone e subira no palco instalado para a festa. – Quero agradecer por todos terem vindo. E agora tenho uma surpresa para vocês.

Narcisa se aproximou de Draco e Severus que conversavam, ninguém sabia o que a loirinha iria aprontar, mas que ela iria ah isso não tinha dúvidas, as luzes se apagaram, a única luz que havia era a do palco, Meg já não estava mais com aquele vestido, agora o que ela vestia era um tomara-que-caia preto até acima dos joelhos, mostrando quase tudo, Mia também murada de roupa, estava igualzinha a ela, as duas pegaram o microfone e uma musica bem agitada começou a tocar bem alto.

N/A: ouçam a música Toxic, da Britney Spears.

Ao final da musica os mais velhos estavam em choque, nunca imaginariam que a pequena Mafloy pudesse dançar daquele jeito, Darco, Severus e Narcisa, estavam tentando se manter firmes, mas fora muito linda a apresentação, Severus se segurava para não começar a rir. Os colegas de escola aplaudiram e gritavam, Meg conseguira impressionar todos. Meg olhou para o pai e vira que ele estava rindo, bom pelo menos Draco não se zangara, piscou para o pai e falou:

- Muito obrigada, mas a surpresa ainda não terminou.

Logo as luzes começaram a piscar, e uma musica começou a toca, Meg e Mia começaram a cantar as duas cantavam muito bem.

N/A: Ouçam a musica, Hit The Lights, da Selena Gomez.

A musica era muito linda, mas calma que a outra, mas mesmo assim era dançante. Meg viu os amigos dançando e percebeu pelos seus rostos eles estavam gostando. James dançava, mas não tirava os olhos da loira, nunca a vira dançar daquela forma, nem cantar o maroto estava completamente babando por ela. A música terminou e as meninas foram para trás do palco onde trocaram e roupa e voltaram para a festa.

N/A: oi de novo é a última vez hehe ouça as músicas, I've Got You – McFly, I'II Be Ok - McFly

As duas foram para o meio da pista, onde estavam todos os seus colegas. O DJ colocou a primeira musica, e as meninas soltaram gritinhos, e os meninos reviravam os olhos. Jay chegou por trás de Meg e abraçou-a roubando um beijo e puxando-a para dançar. A loira, sorrindo, aceitou o convite. Frank tirou Mia para dançar, e os dois se balançavam conforme a música. Os dois sempre foram grandes amigos. Lily, que dançava com Max, não estava gostando nem um pouco da cena que estava vendo, às vezes ela esbarrava na prima para desequilibrá-la, Mia não podia se divertir nem por um minuto e ela faria de tudo para que a prima não se divertisse, Fred olhava para a cena quase dando gargalhadas, ele dançava com uma morena da escola, infelizmente não se lembrava do nome dela. Melinda dançava a música sozinha, junto a um grupinho de gurias que conhecera na festa que seriam suas colegas quando fosse para a escola, mas foi surpreendida com uma mão puxando a si, Lucas sorria para ela encantadoramente. Ela não se fez de rogada e foi dançar com o menino. Alguma coisa dizia que eles já haviam dançado juntos, mas ela não se lembrava quando.

n/a: Not Alone – McFly; Aqui Estoy Yo – Luis Fonci.

Uma música lenta começou a tocar, surpreendendo a todos no meio do salão. Meg colocou o seu queixo no ombro de James, e este lhe trouxe mais para perto de si, fazendo a loira sorrir. Mia cochichou alguma coisa no ouvido de Frank, e ele sorriu para ela, logo o amigo estava ao lado de Lily e Max pedindo para dançar com a ruiva, Max aceitou a troca e os dois trocaram de parceiras. Mia olhou para Frank e viu que o amigo ficara feliz com a troca, o que não se podia dizer da sua prima, que olhava como se fosse matá-la a qualquer momento, mas ela não estava nem aí. Max achou o jeito de Mia dançar conhecido, mas não deu muita importância para isso e continuou a dançar. Melinda não parara de dançar com Lucas nem por um minuto, estava completamente enfeitiçada por ele, seus movimentos eram precisos e seguros, como se o seu corpo os reconhecesse. No final da música todos aplaudiram o DJ. James aproveitou a distração da loira e a puxou para um beijo maravilhoso, o que gerou muita surpresa em todos, Meg tentou resistir, mas não conseguiu beijando-o de volta. Melinda e Lucas ainda estavam juntos; o loiro até que tentou lhe roubar um beijo, mas ela não deixou, e os dois seguiram para juntos dos amigos. Fred apareceu com a roupa toda amassada, o que tirou muitas gargalhadas dos amigos. Uma vez maroto, sempre um maroto. Mia se separou de Max e sentou-se do lado de Melinda, enquanto isso Lily sentou-se do lado de Max e começou a conversar com ele. James estava com a mão de Meg.

James, que ainda estava abraçando a sua loira, encostou a boca em seu ouvido e disse:

- Feliz aniversário, meu anjo.

A loira sorriu e os dois voltaram a dançar bem juntinhos.

"Mal feito, feito"

Continua...

N/a: Oiii, olha eu aqui de novo, mais um capitulo demorado (sinto muito), mas na minha opinião maravilhoso!

Comentemmmm, bjusss.