Bem… Boa leitura…
Quando cada um de nós recorda os anos que passamos ao encargo de uma qualquer instituição de ensino, são muitas as coisas que nos fazem sorrir resignados pensando "oh como é que eu podia ser tão imaturo?". Destas poucas lembranças há uma que muito provavelmente é comum a todos nós. Aquela em que nos vemos tal e qual como o cão de Pavlov, condicionados pelo som de uma simples campainha, não a salivar à espera de alimento, mas sim, a sair da sala apressadamente como se nos sentíssemos ameaçados com mais uma aula caso permanecêssemos naquele local por apenas mais alguns segundos. Se a aula foi interessante ou maçadora de pouco importa, a verdade é que, por muito entusiasmo que pudéssemos ter demonstrado pela matéria lecionada, o som daquela familiar campainha é o hino da liberdade que nos permite finalmente retomar outras atividades para nós muito mais prazerosas. Assim sendo, de nada é de impressionar que também os integrantes da turma em que nos focamos até agora tenham erguido os rabos das suas cadeiras e começado a arrumar os seus pertences desenfreadamente abandonado o auditório em debandada assim que Iruka lhes deu autorização para tal.
No entanto, há sempre quem seja do contra, e Uchiha Sasuke era um bom exemplo disso. Ele ao contrário dos seus novos colegas permaneceu sentando encarando as nuvens holográficas projetadas no teto, apenas se erguendo do seu lugar quando aquela nuvem teimosa, aquela que se recusava a transpor o limite da projeção, finalmente acabou por perder a sua batalha com a cinematografia desaparecendo do vídeo. Não sabemos nós se foi este evento que o fez acordar do seu aparente estupor ou se ele simplesmente esperava que os seus companheiros abandonassem o recinto para que ele se pudesse retirar sem mais incómodos, já que ambos os momentos, o desaparecimento da nuvem e o dos outros integrantes da turma, ocorreram ao mesmo tempo. Quem sabe não terão sido ambos? A verdade é que além de gostar de contrariar, Sasuke tinha um limite de paciência bastante reduzido, fosse para aturar adolescentes hormonais e desmiolados (não que ele não fosse um, mas vamos ignorar que alguma vez este facto foi pronunciado) fosse para suportar a teimosia de uma estupida nuvem. E se há algo que o irritava sumariamente era a teimosia alheia mesmo que esta viesse de uma simples filmagem.
Mas paremos com as reflexões sobre a complexa personalidade do nosso protagonista e comecemos a segui-lo, tendo em conta que este finalmente se deu ao trabalho de fazer algo que possa vir a ser do interesse para a nossa história. Pelo menos não está mais parado de olhos no teto.
Esta era a última (e diga-se de passagem única) aula do dia. Sendo o primeiro dia de aulas, não tinha passado de uma simples introdução após a receção aos alunos no jardim central da escola. Uma espécie de diretriz que iria servir de modelo para as que viriam a seguir. Assim sendo, nada mais restava a fazer no interior daquele edifício que não fosse dirigir-se à sua porta principal, transpondo-a para então galgar os caminhos da cidade a caminho de casa. "Finalmente!" Pensou Sasuke e pensamos nós também muitas vezes em que fomos forçados a encarar incessantes minutos de aprendizagem ao conseguirmos por fim perceber "Acabou! Por hoje… mas acabou, posso ir para casa."
Seguimo-lo no seu caminho vendo-o aventurar-se pela movimentada 1ª Avenida, a mais externa das três avenidas circulares que tal como a cúpula da cidade a rodeavam uma a uma, sendo cruzadas apenas por umas quantas outras ruas secundárias. Segue em passos rápidos mas imponentes, ignorando os restantes pedestres mesmo quando cumprimentado por alguém que se aventurava a dirigir-lhe a palavra, mesmo sem o conhecer realmente, apenas por ser um Uchiha que por ali passava. A sua cabeça curvou-se apenas ligeiramente num cumprimento mudo ao passar pelos portões da propriedade dos Hyuuga e avistar Hinata que por eles passava, também ela regressando a casa. Passou então pelo palácio exaltando-se internamente (sim porque ele jamais demonstraria tão levianamente irritação no seu rosto caracteristicamente altivo) ao ter que contornar os pequenos aglomerados de turistas que ora se empoleiravam uns nos outros ora corriam que nem baratas tontas à procura do melhor lugar para tirar uma simples foto à belíssima fachada da construção. Sasuke não lhe dirigiu, no entanto, um único olhar, afinal de contas por muito belo que um edifício seja também ele nos parece monótono quando encarado diariamente. Mais uma curta caminhada e ali estava ele, e desculpem-me por usar novamente esta expressão, em casa, "Finalmente!"
Os altos portões abriram-se com a sua aproximação após o reconhecimento do código que digitou na sua pulseira eletrónica, dando vista para um jardim bem cuidado com relva fofa e bem nutrida e alguns arbustos que delimitavam o caminho até à enorme mansão. Junto aos muros que rodeavam a propriedade foram estrategicamente plantadas árvores de folhagem mimosa que cresciam para além destes ameaçando transporem-nos com a sua folhagem invadindo o espaço sobre a rua. Estas davam uma aparência de continuidade com a floresta que se erguia um pouco para la das traseiras da casa dando a impressão que estávamos em contacto com a natureza e não afastados dos restantes humanos por muros de pedra.
Mas desta floresta falaremos mais tarde já que muito há a ser dito dela. Para já continuemos a acompanhar o nosso Uchiha que, ignorando o caminho até há porta principal, contornou a casa imponente e se encontra agora a cumprimentar uma outra Uchiha. Mikoto, tal como Sasuke, é alguém que gosta de contrariar. Seria de esperar que a matriarca de uma família tão abastada nos fosse apresentada no seu salão de chá, bebericando uma delícia exótica importada do País do Tanuki vestida com um singelo mas ainda assim elegante vestido veranil. No entanto, aqui está ela, no seu macacão e t-shirt mais surrados com o cabelo apanhado caindo-lhe sobre o rosto e completamente suja de terra, não fosse ela uma bióloga apaixonada pelo mundo vegetal que dedicou a sua vida a preservação e criação das mais variadas e raras espécies de flores. As mais importantes e que exigiam maior cuidado encontravam-se na sua pequena estufa particular nas traseiras da sua casa onde delas cuidava diariamente. Ainda assim não era com estas que se ocupava de momento e sim com as sua preferidas… o pequeno jardim de girassóis que cultivava ao redor da estufa.
_Okaasan, o Itachi já chegou?_Ouvimos Sasuke perguntar após o costumeiro Okaeri e o respeitoso beijo na bochecha da sua progenitora.
_Penso que não Sasuke._Disse-lhe Mikoto com um sorriso compreensivo e refreando a vontade de lhe afagar os cabelos. Iria parecer que se compadecia dele e o seu Sasuke não iria gostar de tal gesto._O teu pai levou-o ao templo hoje para que inicia-se as sessões de purificação. Não sei a que horas chegará. Porque não me ajudas com o meu jardim?
Mikoto arrependeu-se imediatamente de perguntar. O brilho de desânimo que viu nos olhos do filho ao confirmar a ausência do irmão deu lugar a um irritado por este desconfiar que a mãe só lhe pedia ajuda por pena face a sua solidão.
_Não posso._Disse mas o que gostaria de dizer era algo como, "não é necessário", "não é necessário que tenhas pena de mim ao ver os planos que fiz com o meu irmão para o dia de hoje mais uma vez frustrados pelas suas obrigações ". Ele já estava mais que habituado. Itachi era o preferido de seu pai, e isso nunca foi nenhum segredo. Nele estavam depositadas as esperanças de toda a família Uchiha. Ele seria aquele que se tornaria Hokage e elevaria o seu sobrenome marcando-o na história. Ele foi treinado desde a nascença e agora que a eleição do novo escolhido pelo Jinchuuriki estava tão perto mais do que nunca Itachi não se poderia dar ao trabalho de adiar o início das purificações por um dia para cumprir a promessa de cavalgar com o irmão ao final da tarde. Sasuke sabia disso, só não sabia porque ainda esperava algo diferente. Com um suspiro acrescentou resignado e tentando suavizar a forma como havia agido. Mikoto não tinha culpa._Tenho aulas para preparar para amanha. Mas posso-lhe fazer companhia mãe.
Arrastou uma das espreguiçadeiras que se encontravam junto a piscina para mais perto do jardim de girassóis e reclinou-se nela com o seu livro de texto no colo folheando-o. O capitulo um era intitulado "O fim" e falava exatamente disso, dos problemas que os humanos enfrentaram pela sua ganância e falta de cuidados para com a Mãe Terra e do dia em que esta, ainda que cansada e quase sem forças, se compadeceu dos seus filhos e agressores e lhes deu a possibilidade de sobrevivência através da proteção dada pelos nove Seres Iluminados. Nada que já não tivesse sido abordado na aula desse dia e nada que ele já não soubesse há muito. Seguiu então para o capítulo dois que correspondia ao seu "trabalho de casa" e que se designava "Jinchuuriki e o seu Hokage". Foi lendo por alto passando os olhos na transversal tentando encontrar algo que ainda não soubesse. O início do texto fazia uma descrição em tudo semelhante aquela que deu quando Iruka o questionou e logo a partir dai de pouco interesse. Foi avançando no texto que passou então a falar do Hokage e em como este era a ponte entre os humanos e o Jinchuuriki e por sua vez deste com a mãe terra. Mais uma vez informação já conhecida. Estava prestes a fechar o livro quando encontrou algo que com algum divertimento lhe chamou a atenção.
Numa pequena passagem em que que era feita uma descrição dos Jinchuurikis realçava-se a sua enorme beleza e feições delicadas e inocentes, e no meio de uns outros tantos adjetivos bastante lisonjeadores encontrou um outro deveras interessante… assexuados. Não conseguiu evitar o sorriso de escarnio ao pensar que o seu irmão, o seu por exigência da tradição (caso contrário não se poderia candidatar ao cargo de Hokage) ainda puro e nobre irmão, preso por toda a sua vida a um ser assexuado! Deus, isso significava sem sexo para sempre? Morrer virgem? Era isso que conseguia compreender daquela pequena palavra e pela primeira vez encontrou uma vantagem em não ter sido o primogénito da família. Coitado, ele ainda estava chateado pelo irmão nunca cumprir a sua palavra quando se tratava dos compromissos entre os dois mas mesmo assim, adorava Itachi, e aquele não era um destino que desejasse a ninguém (ainda que ele mesmo fosse sofrer do mesmo fado caso morresse no dia seguinte, pormenores!) Todavia passando este choque inicial, relembrou-se que havia lido num outro livro que para o laço entre o Jinchuuriki e o seu hokage estar completo era necessária a união dos dois seres quer a nível carnal quer espiritual. Assim sendo, ele não via como é que uma união carnal poderia ser feita com um ser assexuado. Não conseguia sequer conceber um mundo lógico onde os dois conceitos pudessem ser utilizados na mesma frase. Pensou em perguntar a sua mãe que espiava as suas expressões subtis de dúvida pelo canto do olho mas decidiu que seria um tópico demasiado vergonhoso. Talvez pudesse falar com o seu irmão e atormenta-lo um pouco com a perspetiva assexuada da coisa, caso este se dignasse a aparecer.
Antes de terminar a sua leitura houve uma outra coisa que chamou a sua atenção. Havia um pequeno subtítulo no final da página intitulado: "O recomeço". Este acontecimento ainda que recente era tido quase como um tabu dentro da comunidade do País da Raposa e como tal raramente era abordado em qualquer bibliografia. Sasuke teve que admitir, pouco sabia sobre o tema. Viu-se então impelido a ler aquelas poucas linhas.
"O dia do recomeço é celebrado anualmente no País da Raposa no dia 13 do décimo segundo mês, data em que a 302 D.F., foi anunciada a existência do Novo Jinchuuriki. Este segundo Ser de Luz foi na verdade um primeiro. Foi a primeira vez após O Fim que um Jinchuuriki (além dos nove iniciais) surgiu. O seu "nascimento" se é que o podemos chamar assim encontra-se envolto em mistério, pensando-se no entanto, que tenha sido materializado pela Mãe Terra através de energia pura. Porque escolheu faze-lo é algo que também não sabemos, mas especula-se que esteja relacionado com o enfraquecimento da Jinchuuriki anterior que acabou por falecer após cerca de 5 anos de progressão de um estado de debilidade que a impedia de conceder muitas das bênçãos naturais a ela requeridas. A Terra terá então se compadecido de nós mais uma vez e nos enviado um Novo Salvador para a substituir. Este terá surgido já no interior do Palácio de Luz onde permanece até hoje, apenas convivendo com as poucas crianças que o servem, (já que apenas estes seres humanos mais jovens possuem um coração suficientemente puro para contactarem com O Ser Imaculado), aguardando o dia da eleição do seu primeiro Hokage."
Este pequeno texto tocava em vários pontos que suscitavam a curiosidade de Sasuke desde que se conhecia por gente e começou a ler sobre o assunto, e em um outro que preferia não ter que se lembrar. Comecemos por este último já que é único e exclusivo, e em muito embaraça o nosso protagonista pelo simples pensamento do que poderia ter acontecido. E é sempre divertido envergonhar o nosso querido Sasuke. Este recusava-se a cogitar como teria sido a sua vida se os seus pais o tivessem entregado ainda em bébé para viver no interior do Palácio e começar a ser treinado para servir o Iluminado, tal como havia sido planeado pelos mesmos ainda antes do seu nascimento. A verdade é que era uma prática muito comum as famílias mais abastadas, e que portanto não necessitavam de muitos filhos para ajudar nos afazeres diários, entregarem um dos seus descendentes para servir o Jinchuuriki, até que completassem 12 anos, idade em que o início da adolescência com todas as suas mudanças os tornava inaptos para o trabalho. Este pequeno autossacrifício de abandono das suas crianças era encarado como um ato honroso, uma espécie de dádiva que entregavam ao serviço da Mãe. E se Sasuke não tivesse vindo ao mundo como um criança frágil e adoentada este teria sido o seu destino. Da maleita com que nasceu conseguiu livrar-se mas a mágoa de saber que os seus pais o entregariam de tão livre e espontânea vontade para que pudesse ser nada mais do que um criado permanecia até hoje.
Esqueçamos este atentado a dignidade de um Uchiha, o de quase ter sido nada mais que um serviçal e falemos daquilo que realmente o interessou no texto acima. E o que o interessava era exatamente aquilo que não sabia. Não sabia, porque não era dito em nenhum livro e nenhuma pessoa que conhecesse lhe poderia ensinar, já que eram tão ignorantes sobre o assunto quanto ele.
O que era do conhecimento geral e aquilo que os seus próprios pais poderiam testemunhar era que a cerca de 5-6 anos atrás a Jinchuuriki anterior começou a conceder cada vez menos bênçãos. No entanto, durante algum tempo a vida permaneceu sustentável. As condições dentro da cúpula já se tinham tornado relativamente estáveis pelos vários anos de cuidados desde O Fim, mas ainda assim as pessoas revoltavam-se preocupadas com a incapacidade da Jinchuuriki de alterar o balanço energético. Um campo cuja terra fosse boa apenas para produzir um tipo de alimento não poderia adquirir as propriedades necessárias para o nascimento de outro tipo de vegetal apenas porque o camponês apresentava o seu pedido ao Hokage. As condições permaneciam as mesmas mesmo que durante o inverno o tempo fosse demasiado frio para que aquele alimento em específico crescesse, tornando as terras inúteis durante uma parte do ano. Em breve a fome começaria a ser um problema. Em breve a barreira protetora que mantinha o ambiente em que viviam estável poderia começar a ceder se O Ser de Luz se enfraquece-se ainda mais e deixa-se de ser capaz de captar da Mãe Terra a energia necessária para o manter. Em breve O Fim chegaria novamente. O desespero foi-se instalando lentamente no coração de todos os que ouviam os boatos sobre o enfraquecimento progressivo Daquela que supostamente teria nascido para os salvar.
A 13-12-302 D.F um novo boato começou a circular. Aquela fraca Jinchuuriki que já pouco fazia para os ajudar havia resolvido abandona-los finalmente suicidando-se durante a noite nos seus aposentos. O pânico varreu as ruas. Pessoas gritavam à fachada do Palácio tentando confirmar a veracidade da tenebrosa história. Muitos tentaram abandonar o País da Raposa, mas os transportes eram poucos e os vagões apenhados de pessoas não autorizadas, que pisoteavam em quem tombasse a sua frente para conseguir um lugar dentro dos veículos, nunca chagaram a partir. A notícia que os outros países haviam fechado as suas fronteiras veio confirmar as suspeitas mostrando-se um golpe duro numa população apavorada. E com o medo o Homem tende a voltar-se para a violência. Roubos começaram a ocorrer, maioritariamente de comida, numa tentativa das várias famílias de estabelecerem uma reserva, não que esta lhes fosse servir de muito caso a redoma falha-se e ficassem sujeitos as condições do mundo exterior. Os olhos voltaram-se revoltosos para o Palácio. Aquele que outrora era o símbolo de prosperidade erguia-se agora como uma fortaleza desleal que zombava da cara de todos. Foi quando as portas de entrada estavam prestes a ceder a força dopopulus que os Conselheiros, surgiram na grande varanda confirmando a morte da Jinchuuriki anterior mas anunciando também o surgimento de um segundo. Ninguém acreditou. Parecia demasiado conveniente. Apenas quando um vulto feito de Luz ergueu uma das suas mãos por entre as cortinas brancas de uma pequena janela, apontando para o céu e fazendo chover é que as lagrimas de alegria correram livres pelos rostos dos presentes. Haviam novamente sido salvos.
Ninguém se importou em confirmar se o boato sobre o modo como a Jinchuuriki anterior havia tirado a sua vida era verdade ou não. Ela seria enterrada dentro do palácio e o assunto encerrado com ela no seu túmulo. Ninguém se questionou mais avidamente sobre a conveniência do surgimento daquele novo Ser. As explicações dadas pelo Conselho pareciam fazer tanto sentido… Nasceu da Terra, tal como os outros, para os salvar. No entanto, veio com um corpo pequeno que o impedia de aceitar de imediato um Hokage na sua vida. Mas isso não seria um problema! Este ser havia feito chover apenas por apontar para o céu… ele era poderoso. Muito mais que a sua predecessora ou cada um dos outros Jinchuurikis que se limitavam a controlar as mudanças climáticas de forma gradual despendendo para tal de grande energia. Ele iria manter o país estável com a ajuda da sempre benevolente Mãe de Todos e cresceria até a altura em que aceitaria o seu Hokage.
Mas Sasuke questionava-se. Questionava-se do porquê do suicídio (se é que o foi) da Antiga e do nascimento conveniente em tempo e lugar do Novo. Questionava-se em primeiro lugar do porquê do enfraquecimento da mesma. Do porquê da sua recusa em aceitar um novo Hokage após a morte do Quarto conferenciando apenas com o Terceiro que ainda viveu para lá da sua própria morte. Questionava-se do porquê de este Ser ser mais pequeno, e o porquê de crescer quando todos os outros já haviam nascido com a sua forma final. Sasuke questionava-se sobre muito que os outros preferiam esquecer e ignorar por medo e comodidade. Tudo estava bem agora, porquê nos preocuparmos com os fantasmas do passado?
Continua…
Bem se houver alguma coisa que não estejam a perceber por favor avisem... isto de criar um mundo diferente pode fazer sentido na minha cabeça mas fico com medo que não faça na de mias ninguém... Mas há naturalmente perguntas que não estão a ser respondidas propositadamente então explicarei o que poder...
No próximo capitulo o Naruto aparece... e bem... as coisas vão começar realmente a acontecer...
Eu sei que este foi mais um capitulo de ligação e que volta quase simplesmente a explicar o que aconteceu, sem explicar muita coisa... Mas de qualquer das formas deixem review... É realmente importante para mim saber o que estão a achar...
Bj!
