Novo Começo
- Por HarunoX7
- É uma honra, Sakura-sama.
Eles eram em seis, no total.
Onze se contados com as enfermeiras.
Kin, Akihiko, Yasu, Kioshi, Mamoru e Hayato.
Todos vestiam roupas brancas e jalecos médicos, exibiam estetoscópios pendurados no pescoço e tinham mãos tremulas. Seus olhos acompanhavam todos os meus movimentos, ouviam atentamente tudo que eu dizia, dois deles até anotavam em um caderninho negro de brochura, enquanto Temari me apresentava todo o hospital.
O hospital era uma estrutura imensa, de cor de um marrom claro comum a Suna, ele ocupava um grande espaço próximo ao Prédio do Kazekage, mas camuflado em meio a todos aqueles prédios residenciais.
Salas branquíssimas. Camas feitas. Aparelhos novos. Pronto socorro relativamente vazio. Longos corredores. Luzes brilhando. Sofás acolchoados.
- Eu sei que não é muito.- Temari disse enquanto tomávamos um café das diversas maquinas espalhadas pelos três andares.
- Não. É incrível. - Falei tomando o ultimo gole restante do meu café expresso. - É uma estrutura maravilhosa.
Ela suspirou e deu um sorriso triste.
- Não é do hospital que eu falo. - ela apontou com a cabeça discretamente para os jovens médicos que conversavam próximos a nos. - Foram os únicos que sobreviveram.
Olhei novamente para eles.
Duas mulheres e quatro homens. Todos na mesma faixa etária que eu. Cada qual com suas características, mas carregavam o mesmo peso sobre os ombros. Manter Suna a salvo.
- Não da pra entender.. - falei brincado com o copo em mãos. - Porque tão poucos?
- Quando o hospital foi a baixo, todos os médicos que nós tinhamos estavam aqui dentro. Curando civis e salvando ninjas. O papel de trazer os feridos foi dado ao que podemos chamar de residentes, eles faziam o básico lá fora e traziam para que o tratamento fosse finalizado. - Eu podia sentir a dor na fala de Temari, rasgando suas cordas vocais. - Todos os seis estavam em campo quando aconteceu. Não puderam fazer nada. Eles perderam amigos, familiares.
- Eu sinto muito, Tema-chan.
- Eu sei, querida. - ela passou a mão pelo meu rosto, acariciando minha bochecha. - Eu sei.
- Eu vou dar o melhor de mim. - lhe puxei para um abraço, apertando seu corpo contra um meu da forma mais carinhosa possível. - Vai dar tudo certo.
- Você sabe que não vai ser fácil.
- Ninguém disse que seria. - falei limpando uma lagrima que teimara a cair no rosto de Temari. - Vamos. Temos muito a fazer.
- Konbanwa, Masaichi-san. - falei fechando a porta de vidro que delimitava o escritório do Kazekage. - Vim trazer o relatório que o mesmo solicitou.
- Olá, Sakura-sama. - falou guardando alguns papeis. - O Kazekage esta em reunião, mas se a senhorita quiser esperar.
- Não, não. - falei balançando a mão que estava livre. - Quero apenas que entregue esse portfólio quando o mesmo estiver livre. Não tem necessidade.
Coloquei o mesmo em cima da mesa bege, quando a porta de vidro atrás de mim se abriu, revelando uma Temari cheia de papeis em mãos. Esta resmungava sobre trabalho excessivo.
- Precisa de ajuda?
Antes que eu terminasse a frase Masaichi já estava com os papeis em mão, livrando Temari de todo o peso e permitindo que a mesma me abraçasse.
- Como você esta? - perguntou preocupada. - Cansada?
- Está tudo bem, Tema-chan. – sorri lhe abraçando de volta. –Não precisa se preocupar.
- Não consigo controlar.
- Imagino. – sorri empurrando meu portfólio em direção ao secretário do Kazekage. – Volto amanhã, certo?
- Não vai se reunir com meu irmão? – Perguntou Temari organizando seus papéis. – Pensei que ele tinha exigido relatórios diários.
- Deixei um documento com meu relatório. Não é necessário desperdiçar o tempo do seu Kage. – apontei rapidamente para a pasta branca, misturada em meio aos seus papéis que agora tinham caído e bagunçado a mesa. –Qualquer dúvida, estou a disposição.
- Então vamos tomar um chá e você me conta como foi o seu dia. – Temari se despediu de Masaichi, como eu, e atravessou as portas de vidro indo em direção a um Café próximo.
Andávamos pela vila sendo cumprimentados por todos.
Pequenos balançar de cabeça a acenos, mas Temari não passavam despercebido.
Afinal, ela era a irmã do Kage.
Ela apenas balança a cabeça, cumprimentando rapidamente.
- Sente-se, Sakura-chan. – a mesma puxou a banqueta vermelha, se acomodando e esperando ser atendida. – Você já experimentou os chás de Suna?
- Ainda não.
- Que ótimo! – disse cumprimentando a pequena garota que tinha vindo nos servir. – Konbanwa, Arata-chan.
- Konbanwa, Temari-chan. – Disse uma garotinha loira, de olhos caramelos e lábios finos. – Quem é a sua amiga?
Ela me olhava curiosa, torcendo os pés e brincando com o cardápio em suas mãos.
- Meu nome é Sakura Haruno. – disse sorrindo, a pequenina sorriu de volta e entregou o cardápio a Temari. – Mas pode me chamar de Sakura-chan.
- É um prazer, Sakura-chan. O meu é Arata, mas pode me chamar de Arata-chan. – ela se aproximou tocando alguns fios do meu cabelo. – Você é tão linda!
- Estou com ciúmes. – Temari disse fazendo um bico muito falso.
A garotinha riu alto se jogando em cima de Temari e lhe circulando com seus pequenos braços em um abraço. Ela deu diversos pequenos beijinhos no rosto de Temari, fazendo a mesma rir.
- Não fique triste. Você também é linda, Temari-chan.
-Arata! – uma senhora alta e corpulenta se aproximou com o rosto vermelho. –Já disse para não perturbar os clientes. Perdoe-me, Temari-san.
Ela pegou na mão da garotinha com carinho, arrumando seus fios rebeldes e ajeitando os laços em seu cabelo.
- Está tudo bem, Chika-san. – Temari sorriu dando outro beijo em Arata, e fazendo pequenas cócegas em seu tórax. –Quero que conheça minha amiga. Essa é Sakura Haruno, ela é uma grande ninja médica e veio nos ajudar com o hospital. Esta é Matsuda Chika , Sakura-chan. Ela é a dona do melhor café de Suna.
- É um prazer, Sakura-san. – ela disse se curvando levemente. – É um exagero, Temari-san.
- O prazer é todo meu, Chika-san. - falei acariciando o cabelo da pequena Arata ao meu lado, ela me sorria doce. - Não acho que seja exagero, seu café é bem famoso.
- Já decidiram o que vão pedir?
Passei o olho novamente pelo cardápio, lendo sabores de chá que eu nem sabia que existiam e bolinhos de arroz muito convidativos.
- O meu é o de sempre. - Temari disse lhe entregando o cardápio.
- E você, Sakura-chan? - Arata perguntou me olhando por baixo dos grandes cílios loiros.
- Não sei.. São tantos sabores. - estava entre o tradicional chá verde e outro que eu nunca ouvira falar. - Vou ficar com o Kukicha.
- Otima escolha, Sakura-san. Vou providenciar agora pra vocês. - falou a mais velha se retirando. - Vamos Arata-chan.
- Já vou, Obaasan. - falou enquanto acariciava meus cabelos. - Sabia que esse é o chá predileto do Kazekage-kun?
- Não, não sabia. - sorri lhe acariciando as bochechas. - Que coincidência.
Arata sorriu me dando um beijo rápido e correndo para dentro do café, provavelmente para ajudar a avó.
- Ela gostou de você.
- Também gostei dela. - falei ainda olhando por onde ela tinha seguido a poucos segundos. - Ela é tão doce.
Por alguns segundos minha imagem como criança veio a minha mente.
Como um estalo eu era a mesma garotinha tímida e doce novamente, catando flores e tentando esconder a franja proeminente. Só em momentos assim eu tinha consciência do quanto eu tinha crescido em tão pouco tempo, como eu havia evoluído. Não apenas como kunoichi, mas como pessoa.
Todos o casos e acasos tinham me levado a ser quem eu era hoje, talvez da forma mais difícil, mas hoje eu me orgulhava disso.
- Ela ama o Gaara.
- O que?
Temari riu um pouco mais alto e suas bochechas adquiriram uma coloração mais forte com a ação.
- Não é amor, amor. Claro que não. É mais como uma paixãozinha platônica, sabe? - ela disse gesticulando com as mãos. - Gaara as vezes vem aqui quando sai da Central, ele adora os chás daqui. E a Arata adora ele. Ela não desgruda dele, sempre acariciando aqueles fios vermelhos e elogiando seus olhos. E sempre que ele lhe dirige o olhar ou a palavra ela cora do jeito mais fofo possível. É paixão. Da mais platônica possível, mas é.
- Estou tentando, de todas as formas possíveis, imaginar essa cena.
E era verdade.
Imaginar o Kazekage em todo seu porte de líder sendo acariciado e elogiado por uma garotinha de (o que, 6 anos?) era inimaginável. Na minha cabeça, normal seria ele lhe ignorar ou lhe lançar um olhar duro, que faria a pequena tremer.
- Você vai ver. - ela disse com as mãos apertando as bochechas lisas. - É a coisa mais linda do mundo.
Sorri com a imagem de Temari fazendo careta a minha frente.
- Sakura-chan! - Arata vinha com um pequena bandeja de acrílico, carregando uma xícara de porcelana branca cheia e um pequeno prato com docinhos de arroz na cor rosa. - Espero que você goste.
Chika-san vinha logo atrás com uma bandeja idêntica a de Arata, mas feita de vidro e carregando o chá e os bolinhos de arroz de Temari.
- Ela insistiu em trazer o seu pedido, Sakura-san. - a senhora disse, ajeitando o pedido em frente a Temari. - Tomei a liberdade de trazer uns doces de arroz, eu e Arata-chan mesmo que fazemos.
A garotinha se ajeitou ao meu lado, acariciando meu braço enquanto e eu soprava o chá.
- Muito obrigada, Chika-san e Arata-chan. - falei levando um docinho a boca. - Gostaria de saber, se o Café não estiver muito cheio é claro, se Arata-chan pode se sentar conosco.
A garotinha emitiu um som engraçado, uma mistura de grito controlado e sorriso alto.
- Deixa, deixe, deixa! - falou abraçando as pernas da mais velha e dando pequeninos pulos. - Por favor, Obaasan.
- Você vai se comportar? - a pequena balançou a cabeça diversas vezes, voltando a agarrar cada vez mais o meu corpo. - Não vai atrapalhar a conversa de vocês?
- Não se preocupe, Chika-san.
Chika-san olhou ao redor, encontrando apenas duas ou três mesas ocupadas no café. Depois olhou novamente para Arata que já tinha agarrado com as mãos a cadeira ao meu lado.
- Pode ficar, mas sem falar alto. - ela disse séria. - E sem atrapalhar a conversa de Temari e Sakura-san, certo Arata?
Arata-chan em poucos segundos estava sentada ao meu lado, com as mãos abaixo do queixo apoiadas na mesa e olhos brilhantes direcionados a mim, sem ao menos prestar atenção ao que dizia a avó.
- Não se preocupe mesmo, Chika-san. - Temari disse sorrindo encabulada. - Ela esta muito apaixonada pela Sakura-chan para conseguir pensar em alguma traquinagem.
Chika riu com Temari observando a neta que mau piscava, enquanto eu lhe acariciava os cabelos loiros que caiam pelo seu rosto.
- E então, Arata-chan. - eu disse quando Chika-san tinha entrado novamente no café. - É você que faz esses docinhos de arroz deliciosos?
- Você acabou não me contando sobre o hospital, como foi seu dia. Sabe?
Dei um suspiro misturado com risada. Temari provavelmente passara o dia preocupada com o meu dia, e eu não sabia o quão certa ele estava em se preocupar até chegar realmente lá.
- Eles são iniciantes. – falei calma, enquanto ela girava rapidamente o Misoshiro na panela. – Mas são bons iniciantes, de verdade. Provavelmente cresceram mais nesse meio tempo, entre o ataque e agora, do que em toda sua vida anterior.
- São muito jovens.
- Eles tem a idade perfeita.
- Tem certeza? –perguntou preocupada, sem acreditar no que eu falava realmente.
- Tenho. – sorri. –As enfermeiras são maravilhosas, podem não ter o mesmo conhecimento, mas são muito experientes. Acredita em mim, tudo vai dar certo.
Ela sorriu nos servindo. Essa noite apenas nós duas jantaríamos, por isso liberamos a funcionária e jantamos na bancada da cozinha mesmo.
- O hospital é maravilhoso. – falei levando a sopa a boca. – Simplesmente incrível.
- Gaara fez tudo que pode.
Ela sorriu terminando seu jantar, colocou seu prato fundo na pia e guardou o Misoshiro já em uma vasilha na geladeira. Lembrei-me que geralmente o Kazekage vinha comer em casa.
- Temari-chan. – ela me olhou, antes de levar a vasilha a geladeira. – Seu irmão ainda não jantou.
Ela sorriu rapidamente.
- O dele já está separado. – e apontou para uma pequena vasilha ao lado do fogão.
- Oh, sim. – falei envergonhada. – Vou dormir. Obrigada pelo chá e pela janta, Temari-chan. Oyasuminasai.
- Oyasuminasai, Sakura-chan. Tenha bons sonhos.
Subi rapidamente.
Tive apenas o tempo de tomar um banho e vestir uma roupa, para segundos depois cair em um sono profundo
- Não basta fazer pressão na região atingida, Hayato. – falei tratando um ninja que tinha chegado a poucos minutos com um sangramento na omoplata. – Nem pensar que fechar o ferimento apenas externamente vai ajudar nesse atendimento. O correto é concentrar o chakra internamente, tratando de dentro para fora, cortando as possibilidades de infecção e hemorragia.
- Hai, Sakura-sama. – falou o ruivo observando o chakra circulando fracamente na minha mão, sua luz mal brilhava e não modificava significativamente a grande cicatriz causada pelo ferimento.
- Você consegue ver que a quantidade de sangue expelido vai aos poucos diminuindo? – aos poucos os barulhos de pingos no chão iam diminuindo e eu já conseguia ver as extremidades do corte. – Se você consegue ver as extremidade, pode perceber realmente a profundidade do corte. Pode avaliar o paciente sem se precipitar. Percebem?
Todos balançaram as cabeças e a enfermeira que me auxiliava torceu um pouco o corpo para observar o corte.
- Agora vou fechá-lo.
- O que?
Todos eles se assustaram.
- Se não entenderam eu posso repetir. Agora vamos fechar o ferimento. – falei pedindo os materiais a enfermeira que estava a minha direita. Apliquei rapidamente a agulha com anestesia próxima ao corte, já pegando os materiais para suturá-lo. - Algum dúvida, queridos?
- Porque não tratar diretamente com chakra? - perguntou Kin. - É perda de tempo.
- Pense comigo. Você esta sofrendo um ataque, o hospital esta tão lotado que você mal consegue andar sem esbarrar em alguém e então um caso desses chega pra você, Kin. - direcionei meu olhar a ela, parando por alguns segundos a sutura. - O que você faria?
- Não sei.. - ela olhou novamente para o ferimento, que já estava praticamente fechado. - Eu trataria o ferimento completamente com chakra.
- Esse seria o mais obvio, e talvez o certo se as circunstâncias fossem outras. Você começa com animo total, trata todos com chakra. Nesse ritmo você vai perdendo cada vez mais, até que no final do dia chega um garoto com o braço amputado e você não tem mais chakra nenhum no corpo, não tem mais força, mal se aguenta em pé. Toda grama de chakra é sagrada, Kin. Lembre-se disso. E nunca pense que esta perdendo tempo, cada paciente tratado corretamente é um tempo ganho, sem complicações lá na frente. - falei balançando a cabeça. - Alguém mais?
Yasu deu um passo atrás dela, levantando a mão em seguida.
- Diga Yasu.
- Eu fecharia internamente, gastando menos chakra, e deixaria que as enfermeiras terminassem o atendimento. - ele disse olhando para o ninja ao meu lado. - Gastaria menos chakra e salvaria o paciente.
Passei umas mistura de limpeza com leveza por cima do machucado, devolvendo os objetos para a enfermeira ao meu lado.
- Você fecha internamente o ferimento e deixa que as enfermeiras terminem o serviço. - falei balançando a cabeça para os lados. - Por fora o ferimento parece simples, e é simples, e a enfermeira percebe isso e deixa ele para daqui a pouco ou move ele para outra zona, próximo aos casos simples. Nesse meio tempo o paciente volta a sangrar, mas não apenas externamente, mas internamente também. Em pouco tempo ele te uma hemorragia interna e morre, isso se ele não tiver uma infecção generalizada pela exposição a bactérias hospitalares e passar a outros casos simples a mesma infecção, que vai matá-los antes de serem tratados.
Alguns deles ficaram meio brancos depois da minha respostas, e Mamoru parou de escrever no caderninho de brochura.
- Em um ataque real você perde a conta de quantas pessoas atendeu, queridos. Você mal consegue lembrar qual foi o primeiro paciente que atendeu, e no final do dia vai estar tão cansada que não terá forças de ir pra casa. Nunca se esqueçam todos os pacientes são importantes, tenham eles um corte superficial ou o corpo mutilado, todos são igualmente importantes. Não importa quanto tempo você vai demorar, não importa se vai fazer uma sutura de principiante e deixar uma cicatriz no paciente ou remontar o corpo de alguém, o importante é que esse paciente viva. - suspirei longamente. - O mais importante é sempre a vida.
Eles ficaram pensativos durante alguns segundos, cada uns com suas lembranças.
- Quero que vocês suturem todos os próximos pacientes até a hora do almoço, depois estão liberados.
Eles suspiraram dando sorrisos felizes. Acho que eu estava pegando realmente pesado com eles, mas era assim que funcionava.
- Até o segundo turno, meninos. – falei sorrindo junto ao ninja e a enfermeira ao meu lado. – Tenham um bom almoço.
Um ou dois fizeram uma encenação de choro, mas saíram em direção a emergência sem reclamar. Apesar do cansaço, eles sabiam que aquilo era o melhor para eles.
- Você é muito boa, doutora. - falou o ninja já com a blusa e pronto pra sair. - O Kazekage estava certo em trazê-la.
Sorri agradecida.
Aquele era o primeiro morador de Suna que me agradecia e reconhecia, não apenas como médica, mas como uma ajuda a vila. Coloque a mão levemente por cima do machucado já suturado, liberando chakra suficiente para fechar sem deixar cicatriz alguma. Em poucos segundos a pele antes avermelhada e com pontos pretos tinha sumido, voltando ao normal de antes.
- Obrigada.
