Sakura sentiu que Sasuke novamente a segurava pelos braços e a obrigava a se levantar. Ela não queria parar, sentira apenas um primeiro gostinho do que tanto desejara, e queria mais, muito mais.

Enquanto ele a puxava lentamente para cima, seu olhar deslizava por aquele esplêndido corpo masculino. Sakura contemplava com avidez os nós de músculos do ventre plano e liso de Sasuke, olhando desde a base da barriga até o alto do peito largo.

Ele lhe soltou os braços e começou a lhe acariciar os cabelos, depois, deslizando a mão por trás de sua nuca, fez com que inclinasse a cabeça para trás.

E então a beijou. Um beijo longo, louco, interminável. Com um único beijo, Sasuke se apossou de Sakura inteira, de sua boca, de seu corpo, de sua alma. Depois libertou-lhe os lábios e começou a beijar e a mordiscar a pele macia de seu pescoço. Ela sentiu que pertencia àquele homem, completa e irrefutavelmente, e faria qualquer coisa para vê-lo feliz.

- Venha, saia da banheira - pediu ele, a voz rouca de desejo.

Enquanto Sakura lhe atendia ao pedido, Sasuke também saiu da hidro. Livrando-se da calça enroscada nos pés, tirou os sapatos e as meias e ficou, como ela, total e gloriosamente nu.

Depois apanhou uma daquelas imensas toalhas felpudas, envolveu o corpo de Sakura com o tecido macio e começou a lhe enxugar as costas.

Ela segurou uma extremidade da toalha em cada mão, abriu os braços e, aproximando-se mais de Sasuke, abraçou-o pela cintura. Com isso, sentiu a enorme ereção dele pressionar a base de seu ventre, enquanto ele continuava a lhe friccionar as costas com a toalha.

- Sasuke?

- Humm?

- Não quero que você me enxugue.

- Ah, não?

- Não. O que eu quero é que você faça amor comigo.

- Eu sei - murmurou ele, segurando-a de novo pelos braços e empurrando-a com delicadeza até encostá-la à parede. Depois de beijá-la rapidamente nos lábios, acrescentou: - Konan, vamos parar com isso agora. Temos de parar.

- Mas por quê? Não consigo entender por quê!

- Porque... Porque é cedo demais.

- Cedo demais? Mas já faz uma eternidade que eu amo você!

- Sim, eu acredito, mas...

- E é melhor acreditar mesmo - retorquiu Sakura, em um tom de voz misto de indignação e mágoa. - Tenho sonhado com você noite após noite, você está presente em todas as minhas fantasias... Só que não quero mais saber de sonhar, nem dormindo nem acordada, quero um Sasuke de carne e osso, quero fazer amor com você, quero ser sua e que você seja meu. Quero...

- Pare, Konan, pare com isso, por favor. As coisas não são assim tão simples.

- São, sim. Você é que gosta de complicá-las.

- Konan, acredite em mim, por favor. Tenho minhas razões para agir dessa forma.

- Pois saiba que existe uma única razão para termos nos encontrado de novo, Sasuke: é porque fomos feitos um para o outro. Será que você não vê? É o nosso destino, e tem a ver com tudo que há de correto, de bom e de importante.

Sasuke fitou longamente aquele lindo rosto, lendo nos olhos de Sakura a confusão que reinava em sua mente. O que Sakura não conseguia entender era porque ele parecia tão determinado a não fazer amor com ela, já que ficara mais do que evidente que ambos desejavam a mesma coisa e com a mesma intensidade. Para a moça, aquilo não fazia o menor sentido.

Ela lhe acariciou o rosto e Sasuke pressionou a face contra a palma de sua mão.

- Ah, Konan... O que mais posso lhe dizer?

- Pois agora sou eu quem tem uma coisa para lhe dizer, seu grandão bobo. Sei que você queria esperar até a lua-de-mel, mas, se está com medo de me possuir, fique sabendo que já sou sua há muito tempo. Eu amo você, Sasuke. Eu vejo você. Não o vejo superficialmente, nem vejo apenas o que quero ver, eu o enxergo inteiro, por fora e por dentro. Nós dois nascemos para ficar juntos, somos melhores quando estamos juntos. Será que você não sente isso?

Por um longo momento, tudo o que Sakura viu nos olhos dele foi desejo misturado com incerteza.

- Sinto, sim - murmurou Sasuke por fim. - Quero você mais do que jamais quis qualquer outra pessoa ou qualquer coisa em minha vida, mas às vezes querer não basta.

- O que quer dizer com isso? - apressou-se ela a perguntar, sentindo um súbito aperto no coração.

- É melhor você se vestir - disse ele, ignorando-lhe a pergunta. - Vai acabar pegando um resfriado.

- Ah, eu não... - Sakura interrompeu-se e levou a mão à cabeça, lá vinha novamente aquela vertigem sem motivo. Diante de seus olhos dançavam pequenos flashes de luzes brilhantes.

- Konan?

Ela tentou responder, mas não conseguiu. Sentindo o chão lhe faltar sob os pés, estendeu a mão para se segurar em alguma coisa, mas, antes de alcançar um apoio, deu-se conta de que Sasuke a pegara no colo e já estava levando-a para fora do banheiro.

Amedrontada, sem entender o que estava lhe acontecendo, Sakura apoiou a cabeça no ombro dele. Que estranha sensação de desmaio era aquela? Não parecia apenas uma conseqüência da decepção que ela acabara de sofrer, devia ser algum problema de saúde muito sério.

Sasuke depositou-a cuidadosamente na cama e Sakura levou alguns instantes para perceber que aquelas luzes faiscantes, aquelas explosões de cores, eram de verdade, produzidas pelas lampadazinhas de Natal. E, por incrível que pareça, o piscar das luzes lhe proporcionava uma sensação extremamente agradável.

- Vou desligar essas benditas lâmpadas - declarou Sasuke, fazendo menção de se afastar da cama.

- Não - disse ela, segurando-o pelo braço. - Não faça isso, deixe-as ligadas.

- Mas, Konan, que susto você me deu... Ficou tão pálida que pensei que ia desmaiar.

- E quase desmaiei mesmo. Mas agora já estou bem, e gosto de ver as luzes piscando.

- Tem certeza?

- Absoluta - garantiu Sakura, puxando-o para si. - Agora venha, sente-se aqui perto de mim.

- Deixe-me primeiro ir vestir alguma coisa.

- Se quiser ir, vá, mas não precisa se preocupar, que não vou abusar de você.

Sasuke sorriu, e ela se sentiu novamente bem, feliz, quase eufórica.

- Mas que mal-estar foi esse que você teve? - perguntou ele, sentando-se na beirada da cama.

- Sei lá. Vai ver que foi efeito da pequena... frustração que você me causou.

- Vamos, Konan, pare com isso. Fale sério.

- Ah, você não sabia? - retorquiu Sakura com um sorrisinho maroto. - Essas coisas podem mesmo acontecer. Afinal de contas, você estragou a minha festa.

- Será que é tão difícil esperar um pouco?

- Não é tão difícil, mas seria melhor não ter de esperar coisa nenhuma.

- Olhe, Konan, não é que eu não queira fazer amor com...

- Eu sei, eu sei. Quer dizer, vi com os meus próprios olhos o seu... entusiasmo, se é que você me entende.

- Sei.

- Poderia ter sido maravilhoso, Sasuke.

- É, poderia.

- E se nós... Quer dizer, em vez de fazer amor para valer, nós... só brincássemos?

- Brincássemos? Ah, sim, estou entendendo. Aquelas brincadeirinhas, não é mesmo?

- Exatamente - sorriu ela. - Com certeza não seríamos os primeiros.

- Nem os últimos - concordou Sasuke.

- Sabe de uma coisa? Quanto mais penso nessa alternativa, mais me convenço de que é o melhor que temos a fazer.

- Sério? E por quê?

- Bem, para começar, existe o tal problema da compatibilidade. Quem sabe não acabo descobrindo que não sou tão louca por você quanto eu pensava?

Os olhos de Sasuke se arregalaram de horror.

- Não diga uma coisa dessas, Konan, nem brincando!

- Digo, sim. E digo mais: você vai ter de me fornecer uma prova da sua capacidade, bonitão.

- Verdade? - perguntou ele com um sorriso. Depois, baixando o olhar para a base do próprio ventre, acrescentou: - Será que ainda não lhe forneci... provas suficientes?

Sakura caiu na risada.

- Fique tranqüilo, grandalhão, vi a enorme evidência da sua capacidade bem diante dos meus olhos.

- Ah, e por falar em olhos... Para que tanta lâmpada colorida piscando por todos os lados?

- Por causa do Natal que está chegando, ora! Por quê, você não gosta?

- É, podemos dizer que elas são, digamos... interessantes.

- Vamos, Sasuke, deixe disso, elas são maravilhosas. O que você não gosta é de novidades na sua casa, de mudanças na sua rotina.

- Parabéns, você me pegou - admitiu ele. - Não gosto mesmo de mudanças na minha rotina.

Sakura sorriu, passou o braço pelo pescoço dele e puxou-o para si.

- Pois trate de ir se acostumando, bonitão - sussurrou.

O jeito como ela o beijou, com lábios ansiosos, sedentos e selvagens, provocou em Sasuke uma nova ereção. E, antes de se dar conta do que estava fazendo, ele já se entregara completamente, fora derrotado pela beleza e sensualidade daquele irresistível corpo feminino.

Nada havia no mundo que Sasuke mais desejasse do que estar com aquela mulher.

Sem separar seus lábios dos dela, ele deitou-se ao lado dela, lá estavam os dois, nus e abraçados em meio àquele piscar de luzes e faiscar de cores. Um ambiente surrealista, mas perfeito, Sakura merecia um cenário como aquele.

Ansiosa, ela o abraçou com mais força e arqueou o corpo ainda mais para junto do dele. Sasuke tomou-lhe um dos seios e acariciou delicadamente o bico enrijecido de desejo, Sakura deixou escapar um gemido de prazer que parecia nunca mais acabar. E, quando ele baixou a cabeça e se apossou do bico do seio dela com os lábios, a sensação foi tão deliciosa que ela prendeu a respiração e, embora continuasse com a boca entreaberta, não foi capaz de emitir um único som.

Não seria difícil fazê-la desmaiar de prazer, pensou Sasuke enquanto lhe acariciava com a língua o mamilo intumescido. Era tão delicada aquela linda criatura deitada ali na cama com ele, mas Sasuke sabia que ela não tinha medo de enfrentar tudo o que estava por vir e não queria que ele parasse.

Continuando a lhe sugar o bico do seio, Sasuke deixou a mão deslizar para baixo, sobre o corpo de Sakura, passando pelo vale sedoso do ventre, até que seus dedos atingiram o triângulo de pêlos macios que lhe escondiam o mais íntimo dos segredos.

Ansiosa pela carícia, ela arqueou a pélvis para cima.

- Charles, por favor...

- Calma... - sussurrou Sasuke. - Não seja tão apressada... - Foi quando sentiu a mão dela junto da sua, e por um momento pensou que teria de disputar com a própria Jane o direito de acariciá-la. Em vez disso, porém, ela deslizou a mão mais para baixo juntamente com a dele. Sasuke posicionou a mão em cima da de Sakura, com o dedo médio exatamente em cima do dedo médio dela. - Mostre-me - disse baixinho.

O delicado dedo feminino começou a se movimentar embaixo do dele, para cima e para baixo, para cima e para baixo, bem devagarinho...

Voltando a sugar-lhe o bico do seio, Sasuke se deu conta de que estava em uma situação em que jamais estivera, encontrava-se na posição privilegiada de assistir à cena de uma mulher acariciando a si mesma. Ardia de vontade de ver o que a mãozinha de Sakura estava fazendo lá embaixo, mas não queria parar de lhe proporcionar um prazer que, ele sabia, a enlouquecia. Decidiu que, pelo menos por algum tempo, o melhor era contar com a própria imaginação.

Sakura abriu mais as pernas e seu dedo começou a se movimentar mais depressa. Sasuke sentiu os batimentos cardíacos dela se acelerarem, e percebeu que sua própria pulsação também ficava mais rápida, no mesmo ritmo que a dela.

A tentação de olhar finalmente se tornou grande demais, e Sasuke acabou erguendo a cabeça. Não agüentava mais, havia muito a ser visto.

Sakura tinha os olhos fechados e a boca entreaberta, seu rosto, pescoço e colo estavam vermelhos. Seu dedinho havia encontrado o ponto certo, a posição perfeita. Sasuke imaginou que seria uma delícia ficar ali olhando até que ela chegasse ao clímax por si própria, mas havia a possibilidade de delícias ainda maiores.

Deslizando cada vez mais para os pés da cama, ele foi depositando beijos leves pela superfície do corpo de Sakura, descendo cada vez mais.

- Sasuke?

- Humm? - fez ele, beijando-a delicadamente logo abaixo do umbigo.

- O que é que você vai fazer?

- Não sei. Ainda não decidi.

Ela gemeu e fechou as pernas, prendendo a própria mão nos recessos de seu morno triângulo.

- Sasuke?

- Humm?

- Por favor...

Ele continuou sua lenta jornada, cada vez mais para baixo. Entendera muito bem a súplica velada que Sakura lhe fizera, uma súplica que não demoraria a ser atendida.

Mais um beijo, mais alguns centímetros vencidos, e Sasuke afastou a mão dela para o lado. Seria ele quem assumiria dali por diante, seria ele a conduzi-la até o fim do caminho que levava ao ápice do prazer.

E, com a ponta da língua, Sasuke começou a acariciar o ponto mais sensível da feminilidade de Sakura, fazendo os mesmos movimentos lentos e deliberados que ela havia pouco lhe ensinara. A necessidade que ele sentia de chegar a seu próprio clímax atingira as raias do insuportável, e Sakura sequer o tocara ainda.

Sasuke fez primeiro movimentos longos, para cima e para baixo, usando toda a extensão de sua língua para saborear cada milímetro daquela carne quente e aflita. Depois, enrijecendo a ponta da língua, começou a desferir golpes mais curtos, precisos e cada vez mais rápidos, naquele ponto ideal que Sakura antes encontrara com o próprio dedo.

Os gemidos dela eram cada vez mais altos, Sakura contorcia-se, virava a cabeça de um lado para outro sobre o travesseiro... Tudo isso sem parar de sussurrar Sasuke, Sasuke, e de enroscar os dedos por entre os cabelos dele.

A vontade que Sasuke sentia de possuí-la era uma agonia indescritível. Mais forte, porém, era sua vontade de lhe proporcionar todo o prazer que uma mulher é capaz de sentir.

Sakura sentiu que ia explodir ou derreter ou ambas as coisas, em face da deliciosa tortura que ele lhe estava infligindo. O sonho de sua vida finalmente se tornava realidade, mas a realidade se revelava um milhão de vezes melhor do que o sonho. Em face da enormidade de todo aquele prazer, suas fantasias haviam sido pobres, limitadas e sem graça. Era como se ela tivesse passado anos contemplando a fotografia de um castelo e acreditando conhecê-lo muito bem, por fora e por dentro, e depois acabasse descobrindo que tudo o que conhecia era a fachada.

Sasuke a estava levando à loucura com as mãos e a língua. Sasuke estava fazendo amor com ela.

Sakura aproximava-se do clímax. Tentou dizer isso a Sasuke, mas suas palavras se perderam em meio aos gemidos que ela não conseguia reprimir. Então sentiu um espasmo na base do ventre, atirou a cabeça para trás, puxou ainda com mais força os cabelos dele...

E Sasuke parou. Parou de acariciá-la com a língua e se ajoelhou entre suas pernas. Depois segurou-a pelos tornozelos e lhe ergueu as pernas até apoiá-las em seus próprios ombros.

Sakura abriu os olhos e viu que ele a fitava. Aquele rosto masculino, normalmente sério e controlado, havia se transformado de forma impressionante, Sasuke a fitava com o olhar da fera prestes a capturar a presa. Segurando na mão o membro rígido e pulsante, ele chegou mais perto e tocou-a com a glande lisa e quente. E então, usando aquele novo instrumento de tortura, começou a fazer os mesmos movimentos vagarosos que o dedo de Sakura e a língua dele próprio haviam feito momentos antes.

Sakura retorcia-se como louca, tentando freneticamente fazer com que ele a penetrasse, mas Sasuke não permitia, continuando com aquela carícia quase insuportável.

Ela, porém, não teve de esperar muito. Sasuke introduziu o membro em sua carne quente e úmida, mas apenas alguns poucos centímetros, depois segurou-a de novo pelos tornozelos.

Foi então que mergulhou por inteiro dentro dela, em uma única e longa arremetida. Sakura deixou escapar um grito, agarrou o lençol com as duas mãos e sentiu que embarcara em uma viagem mágica para um lugar onde nunca estivera antes.

Os movimentos dele foram se tornando cada vez mais rápidos. Os gemidos e gritos dela, cada vez mais altos.

E então, pela segunda vez, Sasuke parou. Estava inteirinho dentro dela e Sakura sabia que o clímax dele devia estar dolorosamente próximo, mesmo assim, ele parou.

Ela o fitou, o olhar de Sasuke continuava fixo em seu rosto. Ele fez com que Sakura baixasse as pernas e as passasse em torno da cintura dele. Então, não deixando de olhar para ela nem por um segundo, avançou até ficar por cima, fitando-a diretamente nos olhos.

- Vamos, querida, agora - sussurrou, saindo de dentro dela e entrando de novo com um movimento rápido e violento.

Sakura deixou escapar um grito alto ao se sentir dominada por espasmo após espasmo de um prazer quase impossível de suportar. O rosto de Sasuke também se contorceu em uma expressão mista de delírio e alívio, os dentes cerrados para tentar, em vão, reprimir um gemido rouco.

E, durante toda aquela loucura, ele não fechara os olhos e não deixara de fitá-la nem por um instante.

A agonia terminara, os corpos dos dois relaxaram e, baixando a cabeça, Sasuke a beijou carinhosamente nos lábios.

De fato, a realidade superara o sonho: aquele fora o momento mais fantástico da vida de Sakura.

O homem que ela amava correspondia ao seu amor. Sakura sabia disso com absoluta certeza, estava tudo ali nos olhos dele.

- Eu não lhe disse, meu amor? - ela sussurrou-lhe no ouvido quando Sasuke deitou a cabeça em seu ombro. - É o destino.

...

...

...

...

Hahahahaha! Acho que isso compensa toda a tensão sexual dos capítulos anteriores, muito bem. E eles realmente acharam que só uma brincadeirinha resolveria as coisas? Pfffffff...

Aliás, vocês viram nosso bonitão todo assustado com a possibilidade da Sakura perceber que não gosta tanto assim dele? Huuuuuuuuum, estamos de olho!

Até o próximo, gente!

Três mil palavras! Eu: 1, TOC: 0.