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Capítulo 1
Martin tinha partido a um mês e ainda não voltara. Harry não parava de pensar em tudo que poderia ter acontecido com seu animal e se ele conseguira encontrar Severo.
Depois da guerra ele foi conhecer seu afilhado, Tedy, que havia ficado órfã depois que seus pais (Remo e Tonks) faleceram na útima batalha. Ele se apaixonara pelo pequeno garotinho no primeiro minuto que a mãe de Tonks o colocara em seus braços. Com os olhos âmbar de Remo e seu poder de Metamorfose de Tonks, Tedy era um menino perfeito, o seu menino perfeito. Depois de longas conversas com sua avó (e sua história com Severo e de que ele crescera sem adultos em sua vida), ela concordou em deixar o menino vir morar com ele aqui no Oco de Godrick.
Harry herdara várias propriedades de seus pais, sem contar os quatro cofres em Gringots lotado de galeões e agora, como o herdeiro da fortuna Black (mais propriedades e vários cofres), ele era mais rico que os Malfoy -, mas era preferível viver na pequena casa de campo em sua casa de infância.
Por isso, agora ele se encontrava em seu antigo quarto que ele havia transformado em um bersário para seu afilhado. Em uma parede tinha todo o castelo de Hogwarts, com os terrenos, a cabana de Hagrid e o Salgueiro lutador; na parede do berço era a imagem de um prado, com um lobo, um veado e um cão correndo e brincando um com o outro. De vez em quando o cão mordia o rabo do lobo e saía correndo com o outro logo atrás, enquanto o veado pastava e bebia grandes quantidades de água em um lago que se parecia com o Lago Negro de Hogwarts.
Na parede da porta havia vários animais pintados, desde leões, a cobras, a unicórnios, a fênix, a corujas e muito mais. A vista da janela dava para o jardim trazeiro da casa, onde havia várias ervas para poções e flores. Havia um pequeno rio onde Harry tirava um ou dois peixes por semana e árvores para relaxar durante uma tarde de verão.
O berço era grande, de um mogno escuro para combinar com o pequeno guarda-roupa encostado a lateral, os lençóes de algodão branco e um edredão verde macio, com pequenos leões e cobras que andavam por toda a extenção. Em baixo da janela tinha uma confortável cadeira de balanço da mesma cor escura e a sua frente um tapete de pele de carneiro.
Uma batida a sua porta o tirou de seus pensamentos e ele desceu correndo as escadas derrapando a frente da porta. Respirando fundo, ele estendeu a mão e a abriu.
Lá, cheia de malas e um bebê sorridente estava a Sra. Tonks, que lutava para manter tudo seguro em seus braços. Harry sorriu.
_ Olá! – disse ele alegremente. _ Vamos lá, entre, entre!
Ele pegou a mala de sua mão e fez um gesto para que ela entrasse a sua frente. _Vamos por tudo isso no novo quarto de Tedy, sim?
Tonks sorriu para ele.
_ Claro, aposto que Tedy está ancioso para seu novo quarto. Não é, Tedy?
Tedy sorriu mais amplamente e seu cabelo ficou preto e apontado para todos os lados assim como o de Harry.
_ Parece que ele concorda – disse Harry feliz.
Ele a levou a subir as escadas e na primeira porta do corredor. Quando entraram, o queixo de Tonks caiu aberto e Tedy, vendo o cão e o lobo perseguindo um ao outro, deu um gritinho e se jogou na direção deles.
_ Harry! – exclamou ela -, isso é lindo!
Harry, que estava contente com a aprovação da mulher, apanhou Tedy e o levou até a parede. Parecendo sentir que o menino estava ali, o lobo veio lamber a pequena mãozinha que batia em seu peito de pelos amarelos. O cão veio e empurrou ele de lado, tomando a sua vez de cheirar a criança.
_ Harry, esses são os marotos? – perguntou Tonks que se juntara a ele para ver Tedy com Pontas, que não parava de cutucar sua mão com a galhada.
_ Sim: Sirius – ele apontou para o cão -, meu Pai – ele apontou para o veado – e Remo – apontou para o lobo que não parava de olhar para Tedy -; achei que Tedy iria gostar deles.
Quando ele levantou o olhar, seus olhos se encontraram com os de Tonks que estavam cheios de lágrimas.
_ Obrigada, Harry. Eu tenho certeza que Remo e Tonks – um soluço -, onde quer que eles estejam, saiba que eles estão orgulhosos de você. Tedy será bem criado aqui.
As próprias lágrimas que Harry estava segurando vazaram por suas bochechas e ele prendeu Tedy firmemente ao seu peito. Será que ele realmente seria um bom padrinho para o pequeno? Sim, ele seria. Casamento ou nenhum casamento.
Algumas horas depois quando Tonks foi embora, Harry se sentou em seu sofá com Tedy em seu colo. O bebê tinha brincado e se cansara, tomou uma mamadeira e agora dormia a sono solto, deixando Harry sozinho com seus pensamentos sombrios. Severo, onde estará Severo? E Martin? Porque ele estava demorando tanto assim?
Quando ele achava que estava caindo deprimido novamente, um barulho em sua janela quase o fez saltar. Ali, olhando para ele com um rolo de pergaminho em suas garras estava Martin.
Com o coração batendo em sua garganta, Harry retirou a varinha de sua manga e abriu a janela. Não seria bom acordar Tedy antes da hora. Martin voôu para seu ombro e deu um beliscão em sua orelha. Harry mal poderia se importar se doeu ou não. Ele retirou o rolo de sua perna e lhe deu um afago.
_ Olá, amigo. Você o encontrou?
Martin grasnou. _ Abra e veja por si mesmo, Harry!
Ele respirou fundo, olhou para Tedy e desenrolou o pergaminho para... Quase chorar. O rabisco fino e reto jogou suas emoções para o ar. Algum tempo depois, ele se acalmou e começou a ler.
"Caro Harry,
Confeço que sua carta me surpreendeu. Realmente, Potter, não foi sábio se apaixonar por mim. Acredite, foi melhor eu não saber ou nós dois estaríamos em grandes problemas, não só com o velho excêntrico (Dumbledore) mas também com o Lord das Trevas (Sim, Voldemort, seu pirralho).
Então quer dizer que o-menino-que-sobreviveu (ou devo chamá-lo de o-homem-que-derrotou-você-sabe-quem?) é gay? Quanto será que o Profeta Diário pagaria por essa informação? Sim, não precisa sorrir como um tolo – eu te conheço -, você sabe muito bem que eu não faria isso com você.
E "Sim, estou Vivo", como você tão eloquentemente colocou. Satisfeito? Não estou pronto para voltar ainda – mesmo que meu nome esteja limpo (espero que mais limpo do que os caldeirões que você esfregava) -, mas daqui a alguns meses estarei de volta.
Estou indo de um lugar para o outro (aquele maldito ministério vendeu a casa na rua da Fiação) e aposto que todos os meus preciosos livros e instrumentos de laboratório. Tudo que eu tinha de valor era meus livros, Harry. Agora eu não tenho mais nada. Tive que trabalhar entregando jornais para poder comprar algumas roupas (não é fácil admitir isso, acredite).
Não sinta muito, você tinha que me deixar naquela noite. Por mais que eu queria que você ficasse, eu não podia ser tão egoísta depois de tudo que eu tinha feito para aquele momento pudesse acontecer. Na verdade eu estava pronto para morrer. Eu não tinha mais nada além de uma marca escura, uma reputação mais escura ainda, e o que eu teria era só Azkaban. Prefiro morrer do que voltar aquela maldita prisão. Eu tinha certeza de que você era bom demais para mim. Eu não te merecia. O que os outros iriam dizer? Não estou preocupado comigo – eu não dou a mínima do que dizem sobre mim -, mas eu me importo com você.
E não, eu não amava sua mãe deste jeito – por acaso você deseja passar seus dias e dividir sua cama com a senhorita Granger? Eu achei que não -, ela sabia das minhas preferênça desde nosso terceiro ano.
Que história é essa do seu tio? Alvo nos contou algumas histórias de como você cresceu, mas eu confeço que nunca acreditei totalmente. Agora estou em algumas cavernas no Norte da Inglaterra, e mal posso saber o que acontece no mundo bruxo além do Profeta ocasionalmente.
Parabéns, Lord Potter-Black, além de sua fortuna, você ganhou dois acentos na Suprema Corte (feche a boca ou irá entrar moscas).
Quer dizer que seu coração não bate mais pela menina Weasley? Sim, eu sinto muito. Eu sempre desconfiei dela. Todos aqueles olhares, gestos e presentes para você – sim, eu estava reparando, seu tolo -, eu sabia que era tudo pelo seu dinheiro. O irmão dela, Ronald, apesar de ter um pécimo temperamento, é um amigo de verdade. Eu aposto que sua vida será um inferno (e seus cofres com mais espaços vazios). Não dá para fugir disso, Harry. Eu sinto muito. Não até um ano e meio e um herdeiro (sim, você terá de se deitar com a sirigaita).
Não a deixe por as mãos sujas no que é seu. Dê um jeito: transfira o dinheiro, bloqueie as contas, faça alguma coisa mas não a deixe tomar nada. Isso é o que ela quer. Tome cuidado, sim?
Eu não sei o que eu vou fazer nos próximos meses além de acalmar minha mente depois de 20 anos de espionagem e tentando ensinar imbecis indisciplinados a arte exata no preparo de poções.
Obrigado, Harry, pelo que você fez depois da batalha. Eu me sinto muito mais despreocupado ao saber que se eu for achado não serei mandado para Azkaban. Eu prometo que vou voltar. Não desista de sua vida, assim como eu também não vou. Sim, Harry, eu também amo você. Mais do que eu posso expressar neste pedaço de papel. Boa sorte.
Até em breve,
Severo."
Harry não sabia se ria ou se chorava de alegria, por isso ele fez os dois. Harry Potter, o Menino de ouro da Grifinória, dava gargalhadas de alegria enquanto as lágrimas escorriam e molhavam o cobertor de Tedy; que por sinal tinha acordado com todo o barulho.
_ Ele está vivo, Tedy! Severo está vivo!
Como era bom dizer, não, berrar essa frase. A muito tempo que ele não se sentia feliz como agora. A quase um ano, para ser correto. Com um sorriso que sombreava o sol, Harry levou Tedy no andar de cima, o banhou (com pequenos navios e peixinhos na banheira) e o fez dormir.
Depois de puxar o edredon por cima da criança, Harry saiu do quarto deixando a porta aberta no caso de Tedy acordar e caminhou até seu pequeno escritório ao lado. Ele tinha vários assuntos a resolver naquela noite. E a primeira das coisas era escrever para o gerente de suas contas em Gringots.
"Ferdis,
Que seu ouro cresça rapidamente e que os ladrões sejem executados.
Ferdis, escrevo esperando algumas horas de seu tempo o mais breve que puder. Eu preciso operar algumas das minhas contas e fazer algumas coisas em sigilo.
Pesso sua discrição como sempre.
Lord Harry James Potter
Ele enrrolou a carta e pediu que Martin a levasse para o banco. Saindo do escritório, ele foi até a cozinha e pegou uma xícara de chá com dois sanduíches de frango. Depois de um chuveiro muito necessário, Harry rastejou por de baixo das cobertas em sua cama, desejando que Severo estivesse ao seu lado mais do que nunca.
Na manhã seguinte, depois de trocar e alimentar Tedy a sua mamadeira, Harry chamou Hermione no flu querendo saber se ela podia olhar Tedy para o dia. Depois de contar que Severo estava vivo e que ele tinha que resolver alguns negócios importantes em Gringots, Harry deixou depois de dar um beijo em Tedy.
Aparatando em um canto do Beco Diagonal, Harry fez seu caminho entre as multidões que enchiam a rua, ele entrou no magistoso prédio de mármore branco e se dirigiu ao primeiro balcão disponível.
_ Por favor, eu tenho hora marcada com o gerente Ferdis – disse ele firmemente.
O Goblin assentiu e saiu por uma porta atrás do balcão retornando alguns segundos depois.
_ Me siga, Lord Potter.
Harry foi dirigido ao mesmo escritório onde ele fora dado todas as suas contas a alguns meses antes. Ferdis estava de pé atrás da mesa e o combrimentou com alegria quando ele entrou.
_ Lord Potter, é um praser como sempre – disse ele formalmente.
_ Gerente Ferdis, o praser é meu – respondeu Harry dando um pequeno sorriso ao gerente.
_ Sente, nós podemos começar. Ninguém pode nos ouvir aqui, eu lhe garanto.
_ Obrigado. Eu preciso que você me ajude com alguns problemas que eu preciso resolver o mais rápido possível.
Ferdis fez sinal para que ele continuasse. Harry lhe contou toda a história do casamento forçado e da artimanha para roubar seu dinheiro – nisto Ferdis ficou com raiva, pois não a mais nada que Globins odeia além de ladrões -, e que ele gostaria de passar pelo conteúdo de suas posses para ver o que ele podia fazer.
_ Bem, Sr. Potter, eu te aconcelho a por uma linha em seu contrato de casamento em que o marido, e somente o marido, irá fornecer a sua esposa; assim a proibindo de entrar em seus cofres.
Harry pensou por alguns segundos e depois acentil.
_ Sim, eu vou fazer isso. Será que você poderia me mostrar a lista das minhas propriedades?
Ferdis sorriu e retirou um maço de pergaminho de uma pasta de couro a sua frente. Entregando-a a Harry, ele esperou.
Harry a abriu e começou a ler. Merlin, era muitas! Como ele iria esconder tudo isso de Gina? Severo, qual dessas ele irá pôr Severo? A casa de campo na Escócia? Não, muito perto de Hogwarts. Uma casa no meio de Londres Trouxa? Também não, pode ter algum conhecido e tudo estaria acabado. Claro! Manssão Potter, em Roma. Seria perfeito e Severo iria adorar! Mas primeiro vamos ver... Sim, a casa de Londres iria fazer.
_ Ferdis, você poderia transferir esta casa para Ronald Weasley e Hermione Granger?
Ferdis deu uma olhada na casa que o dedo de Harry estava e acentil. _ É claro, senhor. Quer que eu faço agora?
_ Por favor.
Enquanto o banco transfiria a casa para seus amigos, Harry retirando um pedaço de pergaminho de sua basta e copiou o endereço de Flu para a manção Potter e copiou a imagem que estava na escritura.
_ Feito, Lord Potter. A casa já está transferida para Ronald Weasley e Hermione Granger.
Harry sorriu. Rony e Hermione ficariam felizes de terem onde morar em vez de dividir a Toca com todos os irmãos Weasleys.
_ Perfeito, obrigado. Agora outro favor. Eu tenho um grande amigo que deseja viajar por alguns meses e não quer ser reconhecido. O anonimato é muito importante. Será que você poderia me fazer uma identidade válida para... digamos um ano?
_ Nós podemos, Sr. Potter. Mas saiba que o senhor seria o total responsável pelo seu amigo e tudo o que ele fizer com essa nova identidade.
Harry acenou com a cabeça e começou a preencher o formulário que fora empurrado para ele. Severo agora era Cassius Bentvolho de 37 anos, um primo distante dos Potter, Mestre de Poções Italiano e dono da "Poções Mui Potentes" a duas quadras do Coliseu.
_ Sim, Sr. Potter, este espaço está vago. Deseje comprar?
_ Sim, retire o dinheiro do cofre nº 1 dos Black.
_ Isso Será seis mil galeões. Deseja mobiliar a loja?
_ Sim. Prateleiras montadas a mão, pois algumas poções não podem ficar exposta a magia, um balcão de mármore no final, uma cadeira atrás dele, vinte sextas de plástico para as compras, caixas e um bom estoque de ingredientes de poções – os melhores -, com um mine laboratório a cima da loja.
_ Mais cinco mil – disse Ferdis enquanto já rabiscava as ordens de Harry em uma tabela. _ Tudo do mesmo cofre?
_ Sim – respondeu Harry enquanto esticava as costas na cadeira; porque essas coisas demoravam horas malditas? Porra, ele tinha que comprar roupas para Severo!
_ Certo, tudo feito. Aqui está a identidade de Cassius Bentvolho, a escritura e a licença para funcionamento da loja de poções e o recibo de todas as compras que o senhor fez hoje.
Harry apanhou os papéis e os guardou em em sua pasta.
_ Ferdis, eu quero que você abra um cofre neste nome no Gringots de Roma e transfira quinze mil galeões para ele.
_ Sim, Sr. Potter. Até hoje a tarde o dinheiro estará transferido e pronto em Roma. O senhor deseja mais alguma coisa?
Harry pensou. Como que ele iria tirar a Manssão Potter, a sua propriedade primcipal, da lista de suas casas? Com certeza seria a casa perfeita na mente tortuosa de Gina e isso não podia acontecer. Ele não colocaria Severo em perigo por qualquer coisa no mundo.
_ Eu quero que esta lista seje refeita e que a Manssão Potter, a casa na Grécia, a casa de campo na Escócia e a cabana na Ilha Francesa seje retirada dela. Esta – ele apontou para a lista na mesa -, será trancada com os três cofres principais dos Potter e dois dos Black. Eu não quero que minha futura esposa saiba que eu tenho tudo isso – afirmou Harry.
_ Isso será feito o mais rápido possível, Sr. Potter. Tem mais alguma coisa?
_ Eu preciso de uma bolsa cheia com dois mil galeões e um maço em dinheiro trouxa.
Meia hora depois ele estava saindo do banco – finalmente -, e resolveu parar para almoçar no Caldeirão Furado. Depois de uma serveja amanteigada e um cozido de carne e dois galeões a menos, Harry saiu para a parte trouxa de Londres.
Excolher roupas para Severo não tinha sido fácil. Harry comprou uma variedade de camisas (brancas, pretas, cinzas e azuis), calças sociais pretas, casacos, calças e camisetas casuais, suéteres, um par de gravatas, meias, cuecas e um sapato formal. Dizer que estava comprando para um amigo soava tão ridículo para os ouvidos de Harry como fez com os da lojista que o ajudara com as roupas, mas Harry não conseguia se importar o suficiente para ficar chateado com a situação.
Jogando todas as sacolas no sofá de sua sala de estar, Harry retirou os documentos da Manssão Potter de sua pasta e começou a procurar... Não, não era a lista de retratos na casa... sim! A lista de elfos-domésticos estava lá. Procurando pelo nome do lídere, Harry se levantou e imaginou a Manssão.
_ Dizy! – disse ele para o espaço vazio a frente dele.
Um segundo mais tarde um pop foi ouvido a sua frente e um qpequeno doende vestido com uma saia xadrez e um casaco de cor correspondente com a crista Potter bordada em seu lado direito ficou em pé a sua frente.
_ Mestre Potter, Senhor! – disse ela fazendo uma reverência profunda que seu nariz quase tocou o chão. _ O que Dizy pode fazer pelo Mestre Potter, Senhor? O útimo Mestre, o Mestre James Potter nos mandou servir o Senhor, Mestre Harry Potter, Senhor. Dizy e os outros estão muito contentes em servir novamente, Senhor!
Harry sorriu para o elfo. Ela lembrava muito de Dobby com essa alegria toda, e ele já podia sentir o pequeno puxão de magia que era a sua ligação para todos os Elfos-domésticos em todas as propriedades Potter.
_ Olá, Dizy, é um prazer te conhecer. Eu queria lhe pedir se a Manssão Potter está em condições de receber óspedes por um ano ou mais? – perguntou ele, se ajoelhando no chão para que suas alturas fossem iguais.
Dizy sorriu para ele.
_ Claro, Senhor! – disse ela empolgada; a perspectiva de ter outras pessoas para alimentar e cuidar fazendo seus pequenos olhos azuis brilharem. _ O senhor irá para lá, Senhor?
Harry pensou. Será que ele poderia confiar em Dizy com o segredo de Severo? Sim, ele poderia. Se ele não pudesse confiar em seus próprios Elfos-domésticos, em quem ele iria confiar?
_ Dizy, eu não estou indo para lá. Um amigo muito importante para mim estará lá para sair um pouco da Inglaterra e eu quero que você e todos os Elfos-domésticos tratem ele como se fosse eu mesmo, você entendeu?
Dizy acentil rapidamente. _ Claro, Senhor. Mestre...
_ Severo, mestre Severo – interrompeu Harry. Pena que ele iria perder a cara de Severo quando Dizy chama-lo por este nome. _ Ele está disfarçado como Cassius, Dizy; mas seu nome é Severo.
_ Sim, Mestre Harry. Dizy e os outros irão tratar Mestre Severo como se fosse o próprio Mestre Harry, Senhor – respondeu Dizy.
_ Obrigado, Dizy. Você pode colocar Severo na suíte principal, sim?
_ Sim, senhor.
