Olá! Desculpem o sumiço! Eu demorei mas fiz! E tenho que confessar que foi muito difícil e que acabei deixando de lado um pouco, mas graças a um puxão de orelha bem meigo da Karem eu resolvi sentar e escrever o que faltava. É claro que levou um tempão para arranjar o tempo e ainda mais tempo para escrever algo decente.
Estou postando de novo o mesmo capítulo pq algumas pessoas me mandaram mensagens dizendo que não conseguiram ler... então mais uma tentativa! Se não der certo dessa vez... só esperando o site resolver o problema. Me desculpe para quem conseguiu ler e já esperava o próximo capítulo.
Agradeço a minha beta reader Ichigo-dono por aguentar minhas manias, meus sumiços e por corrigir esse capítulo em tempo recorde!
Tenho que avisar que vou mudar de ponto de vista várias vezes, então depois de cada divisão (--) é um personagem diferente.
'itálico' - pensamentos
'negrito' - memórias
" É você o meu lugar quando tudo por um fio está...
Nada vai me fazer desistir do amor...
Nada vai me fazer desistir de voltar todo dia pro seu calor...
Nada vai me levar do amor...
Nada vai me fazer desistir do amor...
Nada vai me fazer desistir de voltar todo dia pro seu calor...
Nada vai me levar do amor..."
(Jorge Vercilo, Que Nem Maré)
"Desistir"
A luz do sol se estirava vagarosa, escapando ao poucos por entre as copas das árvores formando desenhos imprecisos de luz e sombra.
Brancas e raras nuvens enfeitavam o céu azul, que se coloria um pouco mais com o vôo ocasional de alguns pássaros que resolviam banhar-se em um córrego próximo.
Os sons bucólicos só eram interrompidos pelo ruído de metal colidindo e respirações elaboradas.
Quão irônico, o momento mais dramático de todas as suas vidas, acontecendo em um dia preguiçoso de verão.
Mas é de se supor que a traição não espere ou aspire o dramático ou oportuno
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Uma palma branca acertou em cheio o peito de um homem mascarado.
As mãos já doíam, cada vez que tomava fôlego sentia dor cega no peito; as pernas ardendo de cansaço e esforço... mal sentia o sangue quente e fresco que deslizava pelos braços feridos.
"Aquilo foi uma emboscada, armada por alguém muito inteli-"
Hinata torceu o corpo para direita e perdeu uma kunai que lhe buscava o abdômen, em seguida com a palma aberta e um pouco de chacra acertou o inimigo que a empunhava, com força, fazendo-o chocar-se contra uma árvore.
Esses ninjas muito fracos não eram o problema, o problema era a combinação de vários ninjas de nível não acima de chunnin com jounnins muito fortes.
Eles estavam em muita desvantagem...
Haviam sido atacados durante a madrugada do segundo dia de uma missão simples, mas falsa, somente a famosa habilidade do time oito em detectar oponentes os salvara da morte certa, por uma emboscada muito bem planejada.
Os ninjas eram de um grupo desconhecido de renegados que surgira recentemente, seus objetivos não eram claros, muito menos sua motivação para atacá-los.
Entretanto, o que importava naquele momento é que eles os estavam atacando, e tudo o que eles podiam fazer era atacar de volta.
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Maldição! Maldição! Eles não tinham saída! Aqueles malditos ninjas de sabe Deus que vilarejo continuavam aparecendo sem parar!
"Merda!"
Kiba bloqueou o ataque traiçoeiro, girando o corpo e embebendo sua kunai no inimigo no processo. Com um chamado rápido ele e Akamaru giravam no ar, livrando-se de vários inimigos de uma só vez.
Mas eram muitos.
"Droga", sussurrou com raiva. Quando achasse aquele maldito bastardo traidor o velhote não saberia o que o atingiu!
Olhos negros e ágeis percorreram o campo de batalha, podia ver Hinata e Shino lutando, eles precisavam fugir ou de uma ajuda milagrosa.
Os malditos eram fracos... mas eram muitos. De onde aquele bastardo tirou tanta gente? Eles não acabavam!
Daquele jeito aquela luta se arrastaria por horas.
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Piscou várias vezes, praguejando mentalmente, o cansaço e a desvantagem acabara por vencê-los e em um momento de descuido haviam sido separados...
Estava sozinha, ou melhor, estava na companhia de um renegado - que queria muito parti-la em dois.
Ela já podia ver no rosto dele um sorriso maldoso de um predador que julga ter encontrado uma presa fácil.
Ser subestimada era insultante, mas muito útil no campo de batalha. Nada como alguma vantagem em uma luta difícil, fosse um ataque surpresa ou alguns minutos extras de descanso... Depois de tantas horas de luta sem parada, seu corpo agradecia a pequena folga.
Hinata preparou-se mentalmente para ignorar cada uma das injúrias que adquirira nas horas anteriores de luta, enquanto seu oponente falava coisas sem sentido sobre sua superioridade sobre ela.
Homens e sua necessidade de ouvir a própria voz e acariciar o próprio ego.
A ninja ignorou as palavras do inimigo, concentrando-se em sua estratégia de luta e silenciando a própria mente - que continuava a criticá-la e apontar todos os sinais indicando que a missão era uma armadilha, que ela poderia e deveria ter percebido.
Ela estava muito ferida e quase sem chacra, aquele momento era decisivo.
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Freneticamente, ele lutava, fazendo armadilhas e aterrorizando seus oponentes com seus insetos.
Seus movimentos perdendo gradualmente a graça natural e tornando-se mais e mais apressados, os inimigos eram muitos e atacavam sem piedade ou senso de honra.
Decerto não ajudava em nada que ele tivesse perdido Kiba e Hinata de vista, eles precisavam reagrupar... o mais rápido possível.
Quem sabe havia uma chance, eles se locomoveram bastante durante a luta... não estavam muito longe de Konoha...
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Fútil, supérfluo, insignificante... As circunstâncias que a levaram até aquele momento não importavam, nada importava. Só o que importava era o momento em si , aquela batalha e o conhecimento de que poderia ser sua última.
Só o que importava naquele momento era a vontade imutável do inimigo em cortá-la com sua lâmina e sua vontade de impedi-lo... sua vontade de sobreviver... sua vontade de matá-lo.
O céu muito azul era somente perturbado por algumas nuvens fofas e brancas, uma brisa suave farfalhava as folhas. Em algum lugar por ali havia um córrego.
Seu corpo já deslizava na familiar e mortal dança do gentle fist, palmas abertas e carregadas de chacra eram arremessadas ao oponente sem parada, em um jogo de desvia e acerta.
Cada batida do coração parecia acertar a caixa torácica, podia sentir o pulsar do sangue nas pontas dos dedos.
Uma leve perturbação em seu chacra foi todo o aviso que ela teve de mais um ataque, somente teve tempo de dar um passo para trás já girando o corpo no familiar circulo parado de sua defesa absoluta.
Respiração difícil... o tecido da calça grudava na pele com suor e o sangue que corria livremente de um corte.
Assim que seus pés pararam de girar, correu em direção ao oponente, surpreendendo-o com um ataque eficaz no peito. Ele manejara o erro de seu ponto vital...
Abaixe!
Uma lâmina lhe rasgando a pele e músculos do ombro, se fosse mais lenta teria sido atingida no peito.
Bloqueie!
Outra lâmina desce em velocidade impressionante em direção à cabeça da kunoichi, encontrando seu antebraço no caminho. Ela perde mais sangue, acumula mais uma injúria.
ATAQUE!
Sua mão livre mira em um ponto crítico, usando o braço injuriado para empurrar oponente e arma alguns centímetros, ela consegue o ângulo perfeito. Dois dedos acertam um ponto específico, bloqueando a passagem de chacra para uma de suas pernas. Deixando-o mais lento, mas não lento o suficiente...
DIREITA!
Joga todo o peso do corpo para trás, evitando por centímetros a lâmina do inimigo, continuou o giro e rolou para o lado afastando-se do perigo e preparando-se para atacar novamente.
Foi atacada
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"GATSUGAAAAAAA"
Ainda sentia a força da gravidade a lhe puxar em todas as direções, mas já tinha os olhos em novos inimigos.
Sentiu o gosto amargo da própria bile, enquanto o estômago revoltava-se... Nunca antes ele havia tido a sensação física do medo.
Aquele ninja terrível havia desaparecido... e Hinata...Shino ele os havia perdido de vista. Aquele cara só podia estar lutando um dos dois.
Um inimigo forte e descansado estava lutando um de seus cansados e injuriados companheiros...
Fechou os punhos e com um grito de frustração lançou-se contra a horda de ninjas inferiores, distrações que o prendiam ali o acorrentando naquele maldito lugar. Muito, muito longe de onde ele sabia que precisava estar.
"Hinata! Shino!"
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Em velocidade impressionante ele formava selos, podia ver a energia se acumulando e formando...
Respiração difícil, cada corte queimava e latejava... nas lâminas havia, também, veneno?
Assumiu uma posição defensiva e esperou pelo momento certo, não podia continuar desperdiçando energia em sua técnica, precisava ver a abertura no jutsu do inimigo e usá-la.
Suas energias estavam no fim...
Estreitou os olhos concentrando o poder do Byakugan, precisaria desviar-se... precisaria ver através daquele ataque...
Ele gritou, e as lâminas vieram.
Cerrou os dentes e deu um passo à frente, ignorando os espasmos de dor que cada um de seus músculos lhe enviava.
ESQUERDA, DIREITA, EMBAIXO, NA FRENTE, BLOQUEIE!
Sangue escorria da palma de suas mãos, mas a dor não era registrada... Só o que ela percebia era necessidade de continuar se movendo.
Mãos e pés desviavam e bloqueavam lâminas.
Errara
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Corria de forma frenética, conheceria aquele urro em qualquer lugar, Kiba estava por ali e havia alguma coisa muito errada.
Ele não podia achar Hinata em lugar algum, seus insetos já haviam buscado grande parte da floresta...
Ele também não conseguia achar o líder daquele bando de renegados...
"Hinata..."
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Uma kunai lhe cortava o abdômen logo abaixo das costelas. Não parou, continuou desviando de mais e mais lâminas... Ignorando os vários cortes que recebia e o sangue que já escorria por suas pernas...
Respiração difícil, caiu em um joelho... jamais deixando de observar o inimigo
Quase.
Selos novamente, mais um urro e as lâminas vieram outra vez... Seu corpo trabalhava freneticamente, empurrando mais e mais os próprios limites. Novos cortes foram ganhos.
Quase.
E ele lançava o ataque, de novo e de novo...
Quase.
O coração batia descompassado, sua testa coberta por suores frios... sua visão já começava a falhar... veneno? Drogas? Não importava... não importava...
Quase.
Boca entreaberta puxando o ar de forma frenética, mãos trêmulas cobertas de sangue.
Quase.
Ele já formava os selos para o ataque, podia sentir seu limite próximo, precisava descobrir... aquela seria sua última chance.
Um urro e as lâminas.
Deu um passo à frente, desviando de lâminas, aproximando-se do oponente... Precisava atacá-lo agora... se não atacasse... se não conseguisse...
"Hinata-chan, vamos comer ramen?"
Se falhasse nesse momento...
"Hinata-chan, quando você volta?"
Se não acertasse e não encerrasse essa luta agora...
"Bom dia Hinaaaata-chaaaaaann."
Estreitou os olhos com determinação
"- Hinata-chan, eu só... é que... eu me preocupo com você...
- Na-Naruto-kun ... eu vou voltar.
- Você promete?
- Sim... eu prometo. Naruto-kun, eu não vou a lugar nenhum."
Não erraria, não podia errar... ela tinha feito uma promessa... a alguém que ela jamais queria decepcionar
"Naruto-kun, eu não vou a lugar nenhum."
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Kiba e Shino corriam, impulsionando toda a força que ainda possuíam em seus membros cansados, apressando-se na direção de sua companheira de time.
Forçando fé em meio ao palpitar errático e angustiado que vem diante da certeza de um perigo tão absoluto.
Ela já estava ferida, cansada e agora teria que lutar sozinha contra um inimigo tão forte?
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Oito jounnis corriam a velocidade moderada pela floresta, empolgados com a proximidade de Konoha. Somente mais algumas horas e estariam em casa.
Olhos verdes estudavam com atenção os arredores, antes de pousarem em um familiar tufo de cabelos espetados... conteve o riso por pouco.
Será que ele ainda estaria zangado com ela?
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E foi com assombro que sentiram o coração contrair-se mais um pouco diante do cenário que encontraram, a floresta estava destruída... sinais de uma luta terrível se espalhavam por todo o lugar... podiam ver as clareiras que a defesa absoluta de Hinata criara...eram tantas...
Tivera sua amiga que se defender tantas vezes?
Um grito à direita e Kiba pôde sentir o mundo acabar mais um pouco, correndo e somente observando enquanto um corpo grande e disforme caia no chão.
"HINATA!"
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"Sakura"
"Sim, eu tenho certeza"
"Qual a distância?"
"Quase cinco quilômetros"
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Corriam na direção do corpo menor, que se ajoelhava no chão, ignorou o ninja renegado... ele já estava morto.
Somente tivera tempo de segurá-la, ela sangrava tanto e estava tão pálida, antes que Akamaru começasse a rosnar e seu próprio nariz o avisasse.
Havia mais inimigos chegando
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Já podia ver os sinais de luta na floresta ao redor, mas em que direção eles foram? Os estragos se espalhavam por todo o lugar... nessas horas ter alguém com o famoso Byakugan seria –
Seu pensamento foi interrompido pela súbita tomada de ar de sua companheira de time, que agora o encarava com olhos verdes arregalados.
Seguiu os olhos dela viu o corpo do ninja inimigo, obviamente morto por uma fera enorme...
"Akamaru"
Olhos negros voaram na direção dela, que já se punha de pé com uma expressão ainda mais grave no rosto.
Time oito... Hinata...
"Naruto..."
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Viu Shino levantar-se e quase podia ver o amigo pensando desesperadamente em uma saída, os dois sabiam que fugir não era uma opção, com o peso extra de carregar alguém ferido seriam alcançados e eliminados facilmente.
Combate direto, exaustos e machucados como estavam, seria suicídio.
Por um momento ele tocou de leve o rosto pálido de sua companheira e quase irmã, com cuidado ele a depositou no chão.
De pé, ao lado de Shino, ele deu um meio sorriso arrogante e triste...
"Vou levar o maior número de bastardos comigo quanto possível..."
"Kiba..."
Respirou fundo e de rabo de olhou observou o amigo depositar suas despedidas para a companheira de time.
"Se pudermos agüentar até que eles cheguem..."
"Eu sei"
Uma shuriken veio voando na direção deles...
"Hun, olha Akamaru... parece que eles chegaram"
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Um gosto amargo se espalhava pela boca, ela sabia que era somente a adrenalina que seu organismo jogara em seu sangue diante da perspectiva da luta.
Mas Sakura não podia evitar o pensamento de que aquilo tinha o gosto amargo de um mau presságio...
Olhava, ansiosa, o caminho à frente, que teimava em mostrar nada além de árvores...
"Onde eles estão?"
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Um borrão era tudo o que ele podia perceber no momento; sons não eram mais nada que urros e o tinir incessante de metal colidindo. Ele só sabia que não podia parar de se mexer, que não podia parar de lutar... que não podia morrer.. ainda não...
Pessoas importantes para ele estavam em perigo... e ele precisa lutar até o fim, mesmo que.. depois de tudo... essa luta se provasse inútil...
Ele iria até o fim.
Ouviu um grito zangado, zangado e cheio de angústia, e com olhos arregalados pôde ver Kiba e Akamaru em meio a vários inimigos, enquanto um ninja corria em direção à kunoichi desprotegida.
Girou acertando o ninja que tentava lhe atacar pelas costas, infelizmente, somente pôde afastá-lo alguns metros antes que o inimigo torna-se a atacá-lo... prendendo-o em uma luta que levaria mais tempo do que ele tinha.
Mais tempo do que Hinata tinha...
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"Estão logo à frente, aproximem-se com cautela"
Oito jounnis diminuíram o passo a contragosto... agir com cautela era doloroso, mas necessário. Não podiam arriscar piorar a situação...
Com cuidado percorreram os últimos metros.
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Ela quase podia ouvir o som do próprio coração se quebrando, enquanto por trás das pálpebras agora rubras ela só conseguia assistir uma vez atrás da outra cada erro que a levara até aquele momento.
Mas, ironicamente, aquilo não era o que mais lhe doía... não... não eram seus erros e todas as pistas agora tão absurdamente óbvias que ela não conseguira perceber...
Também não era a sensação nada confortável de suas costelas quebradas, ou a dor lancinante que a assaltava a cada batida tão difícil do próprio coração... e de todos aqueles ferimentos que ela já não podia sentir.
Não, aquilo não era o que lhe queimava lágrimas tão sentidas por trás de pálpebras cansadas...
Aquela pessoa... tão importante...
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Sorriu de forma malévola, podia quase sentir o gosto do sangue da linda kunoichi... ele a tinha visto em ação e sabia que jamais poderia vencê-la em uma luta justa.
Mas agora... agora ela estava caída e debilitada, morrendo... e, bem.. quem poderia criticá-lo por acabar com miséria dela?
Ganhar a fama pela morte de uma ninja de Konoha, uma Hiyuuga, seria somente um pequeno bônus pela boa ação...
Piscou olhos amarelados, correndo o mais que podia, desviando-se de uma eventual shuriken perdida ou de um companheiro que era lançado na direção dele.
Aquela fera enorme era realmente assustadora...
Otários, para que atacar a fera se havia uma linda, desprotegida e quase inconsciente garota a ser assassinada?
Sorriu ainda mais largo, apertando a kunai em sua mão com força, deveria ter certeza de que a matara... e precisava que o vissem fincando a kunai no corpo dela. Ninguém deveria roubar a fama que ele herdava de seu chefe.
Podia sentir os olhos dos companheiros de time dela seguindo-o, eles pareciam já ter percebido suas intenções. Sabia que tinha que agir rápido ou seria interrompido.
Podia ouvir os palavrões urrados, nas tentativas vãs que os dois faziam na direção dele... Com certeza precisaria fugir assim que completasse o serviço...
"Melhor deixar o mais difícil para aquele bando de idiotas..."
Só mais alguns passos!
Ergueu a kunai com rapidez e com ainda mais pressa afundou-a no peito da kunoichi, fazendo tanta força que podia sentir os músculos do braço quase rompendo... Não deveria haver dúvidas de que ela estava morta.
Assim que sentiu sua lâmina cravar-se até o cabo, riu alto em comemoração, acabara de matar uma Hiyuuga!
Ok, não tem necessidade de violência certo? Quero muito saber o que acharam! As cenas de luta foram boas? Consegui manter o suspense e o drama?
O próximo capítulo já está pronto e devo postar na semana que vem - se a fanfiction sarar. Espero que tenham gostado, e por favor deixem um comentário!
Ah, para quem acompanha 'Por outros olhos' minha sasuxsaku, mil desculpas mas eu perdi minha inspiração nesse casal..especialmente depois do último mangá. Então vou dar um tempo e ver se volta... mas já estou quase terminando...
Er..hum...alguém tá reparando nas letras de música?
