Disclaimer: Inuyasha não me pertence. Esse fanfic tem o único objetivo de divertir.

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TUDO PELA HERANÇA

Por: Madam Spooky.

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Capítulo 3 - Um Plano

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Kagome piscou atordoada tentando compreender o espanto no rosto dos dois desconhecidos. O que estava acontecendo afinal? Por que eles a tinham chamado de...

- Kikyou...? - repetiu Inuyasha agora sem tanta certeza.

Miroku balançou a cabeça negativamente. Aquela garota sem dúvida se parecia com a prima, mas ela não podia ser Kikyou. Não vestida da maneira em que estava, não gritando com eles como havia feito minutos antes e certamente não aparecendo na espelunca onde moravam no meio da noite, desacompanhada. Quando Kikyou queria falar com eles - e ela nunca queria - mandava um recado por um de seus muitos empregados esperando ser procurada. Aquela garota era coincidentemente parecida com ela, mas, definitivamente, não era a prima deles.

- Inuyasha, ela não é a nossa prima Kikyou. - disse Miroku observando a garota com um olhar confuso. Ela não era uma das mulheres com quem ocasionalmente saia depois do trabalho e Inuyasha não dera nenhuma indicação de que a conhecia. O que, então, poderia estar fazendo ali?

- Eu já percebi isso. - respondeu Inuyasha no tom irritado de sempre. - Essa garota histérica e mal vestida não pode ser a Kikyou.

Kagome cruzou os braços, irritada, mas não respondeu àquele comentário nada educado. Não era com gritos que convenceria os sobrinhos da velha senhora falecida a assumirem suas contas, além disso, estava muito surpresa com o modo como fora recebida para reagir rápido. Lembrava-se agora do comentário que Sango fizera sobre sua semelhança com a jovem da festa. Não levara aquilo a sério no momento, mas se os próprios parentes de Kikyou as tinham confundido, talvez elas tivessem mesmo alguma semelhança. Kagome Higurashi parecida com uma garota milionária, quem diria... Mas nada daquilo tinha importância. Viera para negociar, não para comparar-se a fosse lá quem fosse, e era apenas nisso que ela tinha que concentrar seus pensamentos.

- Ouçam, eu vim por causa da festa que a sua tia deu há alguns dias. - disse tentando por um fim depressa na situação. Quanto mais rápido aquilo fosse resolvido e ela pudesse ir para casa, melhor.

Miroku encarava a jovem com interesse. Ela podia não andar tão produzida como a prima dele, mas sem dúvida era bonita. Mas ela dissera algo sobre a festa de boas vindas que Kaede dera para a neta? Ele não estava prestando atenção. De qualquer forma, o que eles poderiam ter a ver com isso se sequer foram convidados? Ele olhou para Inuyasha a seu lado e percebeu a expressão do irmão se fechar. O rapaz ainda estava chateado por a tia não tê-los convidado para a tal recepção. Miroku lançou um olhar duro a fim de desencoraja-lo se por acaso desejasse ser rude com aquela garota, mas logo desistiu com um suspiro resignado. Desde quando um olhar seu faria Inuyasha desistir de qualquer coisa que desejasse fazer?

- A sua tia não teve tempo de pagar pelo serviço e eu vim saber se vocês não estariam dispostos a assumir essa dívida até que sua prima volte. - continuou Kagome falando devagar, de modo a ser o mais clara possível. Essas palavras capturaram novamente a atenção de Miroku enquanto, em Inuyasha, provocaram uma exclamação de surpresa. - Estou certa de que sua prima vai reembolsa-los assim que voltar e receber a herança e...

Ela não pode continuar quando viu os rostos dos dois jovens converterem-se em expressões divertidas que desmacharam-se em sonoras gargalhadas. De onde aquela menina tinha tido a idéia descabida de que eles teriam dinheiro para pagar os luxos da tia e da prima era o que ambos se perguntavam. Aquilo para eles era tão ridículo que não conseguiram parar de rir mesmo quando Kagome começou a ficar vermelha e os encarou exigindo silenciosamente uma explicação.

- Ouça, garota. - Inuyasha começou a explicar limpando as lágrimas que encheram seus olhos, tão engraçado fora o que acabara de escutar. - Você acha que se tivéssemos dinheiro para pagar uma festa como as que a velha Kaede costumava dar, estaríamos morando juntos em uma espelunca de um só cômodo??

- Você não gosta de morar comigo, Inuyasha? - perguntou Miroku magoado.

- Eu gostaria bem mais se você não reclamasse tanto da minha cerveja. - Inuyasha respondeu em voz baixa sem desviar os olhos de Kagome.

- Eu sempre te dou dinheiro para a sua cerveja. - disse Miroku no mesmo tom de voz melancólico. - Você morreria de fome se não fosse por mim.

- Se eu não soubesse disso, não estaria aqui, não é mesmo?

Enquanto os dois discutiam o que Kagome entendeu como sendo problemas familiares que não lhes dizia respeito, ela sentou-se no único sofá na sala onde Inuyasha passava grande parte de seus dias, espalhado, vendo televisão. Como fora tão estúpida a ponto de pensar que vir ali resolveria alguma coisa em sua situação? Tinha sido uma grande loucura ir a um bairro como aquele àquela hora da noite atrás de dois desconhecidos que podiam muito bem ser maníacos, assassinos ou quem sabe mais o que. O que ela tinha de fazer agora era se desculpar e sair dali. Sango tinha razão, ela sempre fazia as coisas impensadas e coisas impensadas nunca davam certo.

- Eu não sei o que você quer dizer com isso... - continuava a discutir Miroku. - Quer dizer que o seu irmão só serve para te sustentar, é isso? Responda, Inuyasha!

Mas Inuyasha agora tinha a atenção voltada para a outra pessoa no apartamento. Sentada no sofá como estava, com aquele olhar perdido, a garota se parecia ainda mais com sua prima Kikyou. Aquilo bastou para despertar no jovem um interesse calculista. Talvez o aparecimento daquela menina tivesse sido algo predestinado. Se o que ele estava pensando desse certo e a garota concordasse, talvez houvesse uma chance dos três mudarem de vida para sempre. Sim, porque o modo como a garota estava vestida e aquele pedido desesperado que a levara a procura-los denunciavam sua origem humilde. Ela certamente precisava de dinheiro tanto ou mais do que eles e, se fosse assim, não haveria como ela não concordar.

Ainda com o olhar voltado para Kagome, Inuyasha puxou Miroku para perto da porta. Não havia muito onde se pudesse ir dentro do apartamento, mas eles estavam longe o suficiente para que a garota não os ouvisse se falassem em voz baixa.

- Responda minha pergunta, Inuyasha! - Miroku não tinha percebido a reação do outro e continuava com a mente voltada à discussão.

Inuyasha suspirou irritado. Não sabia como ele e Miroku podiam ter o mesmo sangue sendo ele tão esperto e Miroku tão chato e conformado com tudo.

- Cale essa boca e me escute. - disse com uma certa urgência. As palavras faziam cócegas dentro da garganta, ansiosas para sair. Não era todo dia que ele tinha uma idéia brilhante como a que acabara de surgir em sua mente. - Olha para aquela garota, Miroku, e diga se você vê o mesmo que eu.

Miroku olhou para Kagome com um sorriso travesso.

- Ela é bonita, eu sei... - disse ele. - Eu ia convida-la para sair, mas se você está interessado, eu posso muito bem deixar essa passar. Afinal, não é sempre que você tem um motivo para sair de casa e...

- NÃO É NADA DISSO!! - Inuyasha gritou, mas imediatamente colocou as mãos sobre a boca de modo a abafar a explosão. Raios! Como Miroku podia ser tão tolo? Será que não tinha outro tipo de interesse em uma mulher que não fosse físico? - Não estava falando disso, seu idiota. - disse mais controlado. - Não vê que ela é igualzinha a nossa prima?

- Bom... Igualzinha, igualzinha ela não é, mas...

- Eu sei que ela tem uma aparência rude e um gênio forte, mas com um pouco de maquiagem e vestida decentemente, ela ficaria igual a nossa prima.

Miroku deu um passo para trás e quando falou parecia chocado.

- Olha, Inuyasha, eu sei que você gostava da Kikyou, mas usar uma garota para fingir que é ela enquanto sai com você é jogo sujo.

Inuyasha passou a mão pela cabeça segurando-se para não explodir em insultos. Miroku não era burro, mas sua mente depravada parecia sofrer de um bloqueio a qualquer outro tipo de pensamento. Ele até que vinha se comportando ultimamente, desde que duas mulheres o encontraram na saída do trabalho e lhe deram uma boa surra por ter estado se encontrando com ambas ao mesmo tempo. Era uma pena que estivesse voltando a ser o mesmo de antes justamente quando precisava que ele entendesse algo tão importante.

- Eu vou explicar, Miroku. - ele disse em voz baixa, apressando-se de maneira a explicar tudo antes que a garota resolvesse ir embora. - Aquela garota parece a Kikyou, certo?

- Certo... - respondeu Miroku se perguntando onde o irmão pretendia chegar com a pergunta óbvia.

- Kikyou está desaparecida, certo?

- Certo...

- E Kikyou é a única que pode sacar o dinheiro da NOSSA herança, certo?

- Cer... - subitamente Miroku entendeu onde Inuyasha estava querendo chegar e estancou incrédulo. Será que o irmão seria capaz de tamanha loucura por um dinheiro que sequer lhe pertencia? Pela a expressão que via no rosto dele, não havia dúvidas que sim. - Não pode estar falando sério... - ele conseguiu dizer.

- Ah, estou falando muito sério. - e dizendo isso, Inuyasha caminhou na direção de Kagome com um sorriso simpático que de maneira alguma era de sua natureza. Naquele momento, Miroku só pode comparar o irmão a uma serpente prestes a dar o bote e, pelo jeito abatido daquela garota, ela provavelmente sucumbiria rápido ao veneno.

Assim que percebeu o rapaz se aproximando, Kagome tratou de se levantar e fazer uma reverência na tentativa de se desculpar pelo mal entendido.

- Eu sinto muito. - disse ela. - Muitíssimo mesmo. Pensei que vocês fossem ricos e esnobes como a sua tia, mas já vi que me enganei. - Não era à toa que o dono da agência onde trabalhava desistira de cobrar deles. No futuro precisava ser mais cuidadosa e averiguar esse tipo de informação antes de tomar decisões como aquela. - Eu peço licença para me retirar, já está tarde e...

Ia caminhando em direção a porta, mas o jovem de cabelos compridos segurou sem ombro impedindo-a de seguir em frente. E agora, o que ele queria? Talvez se tratasse mesmo de um marginal ou coisa parecida... Se fosse isso, ela estaria realmente com um grande problema.

- Espere um momento, está tarde e a senhorita não deveria caminhar por ai sozinha. - disse gentilmente o rapaz estendendo-lhe a mão. - Eu a acompanharei até em casa se me permitir.

Miroku, do outro lado, esbugalhou os olhos diante da cena. Como Inuyasha podia ser tão cara de pau? Ouvindo-o falar até parecia que se preocupava com a garota. Mas não... Aquela jovem não aceitaria que ele a acompanhasse pelas ruas, aceitaria? Ela acabara de conhece-los, não podia ser tão louca...

- Puxa, muito obrigada! - Kagome sorriu aceitando a mão de Inuyasha que segurou a dela com firmeza. Ela normalmente não aceitaria um convite de um estranho como estava fazendo, mas aquele jovem parecia ser diferente, tinha um sorriso tão sincero que fora a ela impossível lhe dizer não.

- Inuyasha... - Miroku estendeu a mão na direção dos dois, mas eles já saiam e não lhe deram atenção. O jovem de cabelos curtos decidiu, então, que não interferiria, mas tampouco participaria daquele plano absurdo.

~*~*~*~

- Então o seu nome é Kagome? - perguntou Inuyasha enquanto caminhava lado a lado com a garota pelas ruas semidesertas de Tokyo. - É um nome bem bonito.

- Obrigada... - ela respondeu timidamente. Ele era mesmo muito gentil e tinha uma maneira tão doce de falar que ela não conseguia evitar ruborizar-se sempre que ouvia aquela voz. - E você, como se chama?

- Inuyasha! - ele respondeu. "Está no papo", pensou com um sorriso. A garota estava caindo direitinho em sua conversa. Antes que chegassem a casa dela, estava certo de convence-la a fazer o que ele bem quisesse. - Eu espero que não tenha tido uma má impressão do meu irmão Miroku, coitado, não raciocina direito. Não imagina que eu me mato de trabalhar todos os dias e o Miroku vive jogando na minha cara que é ele quem me sustenta. Pudera, o infeliz tem problemas com a bebida...

- Não, que é isso, eu entendo. - respondeu Kagome. - Toda família tem seus problemas...

Ela sorriu sem graça. Pobrezinho do Inuyasha... Devia ser difícil para ele falar assim do irmão, mas parecia estar preocupado com o que ela pensaria. Engraçado porque na casa dele tivera a nítida impressão de que o problemático era ele, não o irmão. Ah, que nada. Alguém tão gentil quanto aquele rapaz de maneira alguma podia ser um problemático, ai estava uma coisa impossível de se imaginar.

- Obrigado por me entender, Kagome. Você é uma garota muito compreensiva. - ele a viu ruborizar-se novamente e sorriu satisfeito. Pelo visto seria mais fácil do que ele esperava... Resolveu seguir com a encenação. - Sabe o que me dói? O desaparecimento da minha prima, Kikyou...

A menção do nome "Kikyou" fez Kagome lembrar-se do comentário desagradável que Inuyasha fizera quando ela chegara. Essa garota histérica e mal vestida não pode ser a Kikyou. Será que ele dissera aquilo porque era apaixonado pela prima e não gostara de vê-la comparada à mulher que amava? O pensamento fez uma sombra apoderar-se de seu rosto, uma mudança que foi prontamente percebida pelo seu acompanhante.

- Tudo bem, Kagome? - ele perguntou preocupado. A garota tinha que se manter alegre a seu lado. Qualquer resquício de desconfiança seria fatal para o que tinha em mente. - Você parece preocupada.

- Você e sua prima eram muito íntimos? - ela perguntou cuidadosamente.

- Éramos. - ele respondeu. "Então era isso", sorriu. - Éramos íntimos...

- Eu imaginei...

- Como verdadeiros irmãos.

Kagome levantou os olhos e não pode deixar de se comover com a expressão triste no rosto de Inuyasha. Então ele e a prima não eram namorados, mas íntimos como irmãos... Por algum motivo ela sentira-se feliz com isso.

- Desculpe, não queria despertar lembranças tristes em você... - disse com um leve tom de constrangimento. - Eu entendo o que é perder alguém querido, embora no meu caso ele não possa mais voltar...

- Perder alguém querido...? - repetiu Inuyasha.

- Sim, meu pai. - Kagome parecia mais saudosa que triste com a lembrança. Certamente recordava momentos felizes eu passara com o pai. - Ele morreu há alguns meses e nos deixou em péssima situação financeira, minha mãe, eu, meu avô e meus dois irmãos menores. Por isso estou trabalhando nessa agência que fornece comida e criados em festas como a que sua tia deu. Dentro de pouco tempo sei que as coisas vão começar a melhorar e eu poderei retomar os estudos... Apesar de tudo, eu estou conformada. Não estou fazendo nada errado, não é mesmo? Apenas tentando seguir em frente... - ela sorriu, intimamente se perguntando o porquê de estar se abrindo daquela maneira com um completo estranho. Ele inspirava confiança, apenas por isso, e ela não costumava errar em seu julgamento sobre o caráter das pessoas. - Desculpe, devo estar te chateando com essa conversa. A verdade é que nem eu mesma sei direito por que estou falando tudo isso.

- Não! - disse Inuyasha, que ouvira o breve desabafo em silêncio, tratando de se recompor das impressões perturbadoras que tivera. Ao contrário de suas expectativas, dava para perceber que Kagome era uma menina muito honesta e isso tornava mais difícil que ela aceitasse participar de seu plano. Aquilo seria um problema... Onde mais ele encontraria alguém assim tão parecida com a prima Kikyou? A não ser que... - Eu entendo e acho maravilhoso que pense assim. - respondeu com o sorriso mais encantador de que era capaz. - Admiro a sua honestidade.

Os dois continuaram caminhando em silêncio por algumas quadras, cada um absorto em seus pensamentos. Kagome prestava atenção na rua que os levava cada vez mais perto de sua casa. Depois daquela noite voltaria a ver Inuyasha? Não tinha coragem de perguntar isso a ele... E quando Sango soubesse o que acontecera? Teria um ataque! Não pôde deixar de rir diante do pensamento.

Enquanto isso, Inuyasha só pensava em como faria para convencer aquela menina a concordar com seus planos e não via outra maneira se não engana-la. Sentia uma ponta de remorso quando pensava nisso, mas o sentimento era rapidamente esmagado pela lembrança dos milhões que o esperavam. Quando tudo acabasse, e seria logo, daria uma boa recompensa a Kagome e todos ficariam felizes. Isso mesmo, não havia mais no que pensar.

- É aqui que eu moro. - a voz de Kagome interrompeu seus pensamentos. Ele olhou para a jovem que sorria envergonhada e devolveu o sorriso pensando no modo mais adequado de pedir para que se encontrassem outra vez. - Muito obrigada por me trazer. - ela continuou. - Eu sou muito impulsiva, não deveria ter saído assim tão tarde.

- Não foi nada. - respondeu Inuyasha. E com um olhar fixo e muito terno, disse: - Eu gostaria muito que pudéssemos nos ver outra vez.

Kagome sentiu as pernas bambas. Então ele também estivera pensando o mesmo que ela? Iam mesmo se encontrar outra vez? Aquilo era maravilhoso!

- Eu também gostaria muito. - ela respondeu tentando, sem sucesso, disfarçar a alegria que sentia com aquele pedido.

Inuyasha sentiu-se satisfeito. As coisas estavam indo por um rumo bem conveniente para ele.

- Saímos amanhã?

- Sim! - Kagome sorriu se sentindo quase feliz por não ter sido paga pelo último trabalho. Mas como tudo fora conseqüência da morte da tia de Inuyasha, ela logo se envergonhou daquele pensamento e desmanchou o sorriso limitando-se a se despedir de seu novo amigo para em seguida começar a afastar-se pelo jardim do casarão muito antigo onde vivia.

- Amanhã, às três? - Inuyasha gritou.

- Sim, eu vou estar esperando! - Kagome gritou de volta antes de desaparecer pelo contorno do alpendre.

- Mal posso esperar... - disse o rapaz maquiavelicamente antes de retomar o percurso de volta ao edifício.

~*~*~*~

No apartamento, Miroku andava de um lado para o outro esperando o retorno do irmão. No meio tempo em que se encontrara ali sozinho, imaginara um enorme sermão que daria a ele assim que atravessasse a porta da frente, mas quando ouvira o barulho de passos do lado de fora e a figura de Inuyasha finalmente entrara na sala, tudo o que pôde formular foi:

- O que aconteceu?

Inuyasha sorriu assustadoramente. Não era o sorriso de felicidade infantil de quando falava na herança, mas um sorriso perverso, de um garoto que acabara de fazer uma maldade que julgara muito divertida.

- Está tudo sob controle, irmãozinho. Amanhã faremos uma visita àquele lobo convencido.

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CONTINUA

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Oi!! Inicialmente, desculpem-me pela demora. Agora eu estou finalmente em férias e terei mais tempo para escrever, mas antes tinha que terminar o capítulo do meu fanfic de Rurouni Kenshin que estava "abandonado" há semanas, sem contar com as férias que o meu computador resolveu tirar com o técnico...

Eu peço desculpas, como sempre, por eventuais erros de qualquer espécie (eventuais para não dizer freqüentes ^^U).

Por fim, meus agradecimentos pelos comentários à Artemisa: E que golpista, você não perde por esperar. ^_~; Kiki-chan: Esse capítulo ficou um pouco mais longo, espero que tenha gostado (ainda que o Inu se saiu um cachorro, com o perdão do trocadilho); Kagome-chan: Eu tenho intenção que seja um fic Inuyasha/ Kagome sim, mas romance não é o meu forte e anda tão devagar na minha mão... vamos ver o que acontece, depende mais deles que de mim, hehehe...; Dai: Muito obrigada pelo incentivo (e por ler meus rascunhos terrivelmente toscos antes), espero que já tenha tido uma folga das provas!! Nos vemos no msn.; Chibi-lua: O Inuyasha parece uma pessoa que você conhece??? Pobre coitado (a), é tão cara de pau assim? ^____^ Encrenca é o que não vai faltar, pode esperar para ver... E lembre-se, estou esperando seu fanfic novo. =^-^x= ; Sayo Amakuza: Verdade, coitada da Kagome, tenta resolver um problema para entrar em outro pior... fazer o que... Ainda bem que me livrei das provas, meus professores são cruéis. T_T; Kisamadesu: Oi! Obrigada pelos reviews. Eu também adoro AUs. Tenho umas idéias para um com magia, mas queria conhecer melhor o anime antes disso... Só sei mesmo o que vi até agora na TV. Espero que continue seu fanfic breve, gostei muito dele.; Kagome-Chan: Obrigada pelo incentivo. Espero que esse capítulo tenha ficado razoável. Sei que foi só conversa, mas o próximo estará melhor (pelo menos eu tentarei).

Obrigada a todos e até o próximo capítulo.

madamspooky@hotmail.com