Capítulo 10.
A herança.
- Dumbledore sempre disse que um dia eu me orgulharia por ter salvado Rabicho – comentou Harry olhando a floresta sumindo no horizonte – Dumbledore sabia das coisas, como se previsse o futuro...
- Harry? Me ajuda aqui com a Hermione! – gemeu Rony passando a cabeça por debaixo de um dos braços da Hermione.
- Claro! – exclamou Harry voltando ao estado normal correndo na direção da amiga – Não podemos deixar Malfoy – e gritou alguns feitiços na direção do loiro desmaiado.
Os cinco – contando com o gato Bichento – desceram para a Ala Hospitalar, Hermione foi hospitalizada imediatamente, já Draco foi meio que deixado de lado devido ao preconceito da enfermeira.
- Não vou descer para o jantar – disse Harry lançando um olhar para as macas – Vou tomar conta para que Draco não fuja!
Rony assentiu com a cabeça e virou as costas para descer.
- E vê se decora todas as palavras que o Chapéu disser! – falou Harry por cima do ombro – Pode ser importante! Leva um pergaminho, se for necessário.
- Claro! – comentou Rony por cima do ombro – Depois do jantar eu passo aqui!
Harry passou a maior parte do tempo sentado em um sofá próximo ouvindo as banalidades de uma enfermeira indignada com a Guerra que andava acontecendo.
- Potter! – exclamou a diretora McGonagall aproximando do garoto – O Sr. Weasley me contou tudo o que houve...
- Sim, professora – murmurou Harry inquieto – Lupin é o único sobrevivente dos marotos!
McGonagall sacudiu a cabeça, abraçou Harry com força e voltou a sair dizendo que precisava urgentemente retirar o corpo de Rabicho enquanto houvesse tempo.
Não seria correto deixar Harry passar a noite ali com Hermione, mas devidas as circunstâncias da guerra, Madame Pomfrey foi obrigada a deixar o rapaz ficar de vigília. Após descansar no sofá e tomar um bom copo de leite quente, ouviu-se barulhos de lençóis se mexendo em uma maca, os olhos de Harry abriram preguiçosamente, vendo Hermione na maca agitada.
- Ei... Harry? – chamou ela erguendo a cabeça cheia de cabelos bagunçados – Eu estou viva?
Harry riu e correu em sua direção.
- Claro que está! – ela estava com um dos braços enfaixados – Acho que você bateu a cabeça e perdeu um pouco da consciência.
- Fato! – concordou ela voltando a descansar a cabeça no travesseiro – Eu não estou muito bem.
Harry estudava Hermione ao lado da maca contando as ocorrências daquele dia, mas não chegou a terminar o seu diálogo pois as portas da enfermaria foram abertas com um leve estalido e muitos alunos entraram como se tivessem invadindo o lugar.
- Papoula! Papoula! – berrou Minerva tropeçando nas vestes ao adentrar na enfermaria aos gritos.
Os estudantes não pareciam sequer capazes de querer ferir alguém ou fazer algum tipo de revolta, invadir ou quebrar qualquer coisa, eles estavam feridos, rasgados, sujos e até mesmo arranhados.
- O que houve? – perguntou Harry olhando por cima do ombro.
- Sai já daqui! – disse Hermione empurrando de leve Harry para o lado.
- Por que?
- Você não deveria ser visto. Se Voldemort souber que você está aqui, os alunos não estarão mais em segurança!
Harry concordou com um aceno e aproveitou a distração dos alunos por estarem indignados entre si, contando histórias aterrorizantes, o moreno esgueirou-se por baixo das macas e saiu pela porta da enfermaria, indo ao encontro de Rony que mexia os braços deliberadamente tortos, carregava um pergaminho nas mãos.
- Harry! Você... Você não sabe o que aconteceu!
- Os alunos foram atacados?
- É – concordou ao juntar-se com Harry e tomarem outro rumo para o Salão Comunal – O Expresso Hogwarts foi atacado pelos comensais! Claro, só alguns compartimentos...
- Tinha uma dúzia deles na enfermaria – explicou Harry – Até que veio bastante gente.
- Eles vieram porque os pais ainda acreditavam em Dumbledore e que Hogwarts fosse segura! Outros vieram por falta de familiares para morar! Adivinha só, Neville e Luna também estão aí.
- Sério? – perguntou-se espantado.
- Sim! Eles perguntaram sobre você e eu disse que não tinha visto desde Londres! As pessoas pensam que eu também voltei a Hogwarts, bando de retardados!
Harry andava pelos corredores processando as fofocas que Rony lhe contava.
- E o que o Chapéu Seletor disse dessa vez?
Rony desenrolou o pergaminho que tinha em mãos mostrando a sua letra bem garranchada, havia algumas anotações do tipo:
"A união não é a solução de todos.
Hogwarts não é segura, a menos que confiem em Dumbledore.
Vocês podem vencer.
Vocês precisam se juntar.
O Ministério continuará interferindo em Hogwarts.
Os erros do passado tão distante podem ser compreendidos para que não serem repetidos no futuro tão próximo.
As lições foram dadas basta aprender com elas.
Brigas podem ocasionar destruição, guerras, mortes..."
- Ele falou um monte de coisas, mas não tive tempo de anotar tudo!
- Parece bastante interessante, ele andou falando bastante em união. E que a desunião provoca desentendimentos, blá blá blá. É, sem novidades – disse vasculhando o verso do bilhete e encontrando-o em branco.
- Ah! E tem outra coisa também – disse Rony puxando o braço de Harry para que parasse de caminhar – O Hagrid me procurou depois de enterrar o corpo de Rabicho!
- O que ele queria?
- Disse que seria melhor se você se escondesse de todos aqui em Hogwarts, e por outro lado, eu concordo com ele, sabe. Por questão de segurança dos pirralhos!
Harry assentiu com a cabeça.
- Vou aproveitar que os estudantes estão jantando, vou subir e transferir meus objetos para a Sala Precisa!
Harry nunca pensara o quanto a Sala Precisa fora útil em toda sua vida, e muito mais do que conseguia imaginar, agora ela estava servindo de quarto a ele, e tão luxuoso que nem tinha tempo de aproveitar todos os entretenimentos, como diversos jogos, pôsteres, comidas e outros mais, sem contar a cama enorme que provavelmente caberia dois Hagrids deitados folgadamente.
A semana que passou foi cheia de turbulência, Harry era obrigado a ficar escondido sob a capa de invisibilidade independentemente do calor infernal que fazia durante as tardes. Hermione foi liberada tão cedo com o braço curado que Harry achou que Madame Pomfrey tinha feito milagres, já Rony parecia decidido a não encontrar com Luna de hipótese alguma, e sempre quando acontecia ele roubava um espaço debaixo da capa.
Os horários de treino foram aumentando à medida que o tempo ia passando, já tinham completado o curso de Feitiços, passando agora a trabalharem em Transfiguração com feitiços jamais vistos que faziam transformações que até mesmo Hermione se surpreendera por nunca ter achado sequer em livros.
- Tudo leva a crer que realmente Snape não tem nada haver com a fuga de Rabicho – comentou Hermione após ouvir pela décima vez a história que aconteceu entre Harry e Pettigrew.
- Ele é um gordo seboso! – comentou Rony transformando sua arara facilmente em uma cama de casal com dossel enfeitado com margaridas azuis – Ele ainda por cima escapou deixando o seu comparsa para trás, o Malfoy.
- São tulipas, Rony, e não margaridas! Preste atenção! – corrigiu Hermione tirando a cama de vista – E são lilás, não azuis!
- E... Será que Malfoy está mesmo fingindo estar doente? – comentou Harry sacudindo os ombros – Sei lá, ele sempre foi meio falso! Pode ser um meio de continuar em Hogwarts, seguro...
- Acho que deveríamos conversar com ele, e ver se ele passa para o nosso lado, definitivamente – sugeriu Hermione transformando de volta sua estante com livros de Poções em um chimpanzé.
- Ah! Claro, poderíamos convencer a passar do nosso lado dando a eles pirulitos da Zonk's! – comentou Rony ironicamente.
Hermione sacudiu os ombros.
- Pelo menos do nosso lado, ele vai estar em segurança!
- Sabe o que eu acho, de verdade? – opinou Harry – Que nós deveríamos trancar esse mauricinho em um lugar onde ninguém pudesse desconfiar!
Os olhos pensativos de Hermione giraram na direção de Rony.
- Na minha casa, nem vem! – comentou tirando o dele da reta.
- Na minha quem sabe...
- Ah! Seus pais provavelmente não vão gostar de sustentar um porco fedido que nem o Malfoy!
A idéia de Hermione foi tão brilhante que trouxe resultados, Minerva concordou terminantemente e se tudo corresse bem ele seria transportado na próxima segunda-feira, ou seja, quando terminasse o curso de Transfiguração.
Harry, Rony e Hermione estavam sentados na cama de Harry na Sala Precisa, apreciando cachos de uvas, falando sobre alguns planos.
- Eu queria mesmo saber sobre a morte da minha mãe! – disse Harry espremendo as uvas nas mãos ao pensar sobre isso – Será que Rabicho disse mesmo a verdade?
- Sobre Lupin e Giulla terem namorado? – perguntou Hermione franzindo a testa – Acho que é possível!
- Acho possível Luna ser filha dos dois, isso sim! – zombou Rony rindo – Aliás, ele é Aluado, e...
- Não acho justo você falar mal de uma garota cuja você andou saindo! – comentou Hermione achando ridícula a atitude do amigo.
Rony ficou tão vermelho quanto às uvas roxas que segurava.
- Eu... Eu e ela ficamos uma vez, não andamos saindo.
- Dá na mesma!
- Não, não dá na mesma!
- Dá sim. Vocês se beijaram do mesmo jeito! – disse Hermione levemente alterada.
- Se você chama aquilo de beijo... – resmungou meio vermelho.
Harry parou com os olhos arregalados.
- Vocês não se beijaram?
Rony negou com a cabeça, com as orelhas quase roxas.
- Eu... Eu e ela fomos para baixo de uma macieira, e... Bem... Ela tem alergia à maçãs, e... Andou espirrando, eu acabei me assustando e... – corou ainda mais, parecendo que ia pegar fogo – E... Minha mão acabou pegando um pouco abaixo da cintura dela, e...
- Recebeu um tapa? – Hermione segurou a boca com as duas mãos para não rir.
- Além do tapa, um chute no meio das canelas!
Harry não conseguiu segurar e deixou a risada escapar pelo nariz.
- Desculpa...
- Isso, ria! Ria bastante!
- Isso foi o fim? – perguntou Harry se descontrolando de rir.
- Na verdade, não... Ela me puxou pelos cabelos quando eu comecei a correr de volta para a festa, e...
- E...? – perguntou Hermione querendo continuação.
- Ora, eu não sei porque estou falando sobre isso a vocês! – comentou voltando a ter a cor normal na face – É um assunto intimo!
- Por isso vocês têm se evitado! – justificou Hermione juntando os fatos voltando a ficar um pouco mais sossegada.
Harry olhou para os dois pensando quando é que eles iam refletir e aceitarem que um gosta do outro. Sempre tinha sido assim, desde o dia em que eles se conheceram, brigavam, e quando faziam as pazes só faltavam se beijar de felicidade, e assim iam tocando a vida. Sabendo que se isso acontecesse logo, Harry ficaria deslocado da turma, e achou melhor que Hermione continuasse sem se declarar para Rony para que não perdesse seus companheiros de viagem.
- Soube que Slughorn foi escolhido como Chefe da Casa Sonserina, professor de Poções oficial de Hogwarts, e pelo que me parece, o professor novo de Defesa contra as Artes das Trevas será um parente do McClagan.
- Quem vai ser professor de Transfiguração agora que Minerva é diretora?
- Tonks ficou encarregada, mesmo estando fisicamente abalada pelo fato de Lupin estar inconsciente no St. Mungus!
- Hm... E quem vai ser professor Chefe da Grifinória?
- Madame Hooch! – explicou Rony.
O dia seguinte trouxe novidades aos estudantes do castelo, não havia mais ninguém na enfermaria, exceto um loiro que ainda permanecia inconsciente, que Rony o julgava de loiro oxigenado, especificamente, Draco Malfoy.
E na mesma noite desse dia, Harry, Rony e Hermione estavam passando pelos corredores – Harry sob a capa, lógico -, quando ouviram um grito vindo do segundo andar.
- A Murtinha apaixonada está fugindo! A Murtinha apaixonada está fugindo!
- Que história é essa? – perguntou Harry embaixo da capa fazendo Rony e Hermione pararem de andar, assustados pelo garoto quase ter se denunciado.
- A história é a seguinte, seu ruivinho intrometido, é que a apaixonadinha da Murta está fugindo com o seu namoradinho! – pelo visto Pirraça achava que Rony estava interessado na fofoca.
- Quem é o namorado dela? – perguntou Harry novamente.
Pirraça virou os olhos para Hermione suspeitando que ela tivesse perguntado já que Harry estava por baixo da capa.
- Voz grossa a sua querida! – comentou ironicamente fazendo Rony rir e ela amarrar a cara, provavelmente ele pensava que Hermione tinha a voz de Harry – Em todo caso, o namoradinho dela é o loirinho sonserino, Draco Malfoy.
Harry, Rony e Hermione desataram a correr pelo castelo, um "Accio Mapa" trouxe o pergaminho mágico, pertencido a Fred e Jorge antigamente, até as mãos de Harry.
- É mania de querer se suicidar, ou ele só está querendo imitar Rabicho? – perguntou Rony estudando o pontinho verde que indicava Draco na Torre de Astronomia, com Murta-Que-Geme ao seu lado.
- Vassoura! – respondeu Hermione inteligentemente.
- Corre! – gritou Harry voltando a correr que nem uma bala pelas escadas acima.
Ao chegar na Torre de Astronomia, a resposta dada por Hermione foi exatamente a qual ele previra, Draco estava inventando juras de amor a Murta para que largasse de seu pé e não contasse a ninguém sobre a fuga.
- Tarde demais! – gritou Harry empunhando a varinha, tirando a capa do corpo.
- Petrificus Totalus! – Hermione tinha sido mais rápida, congelando o garoto.
- Seus assassinos! – gritou Murta incrédula – Vocês são um bando de curiosos, esquisitos!
- Nós? Esquisitos? – riu Rony estudando Murta – Se enxerga! Ops, você não tem espelho! Desculpa te magoar! – com toda certeza tinha falado de propósito para que a fantasma sumisse do seu caminho.
- Seu... Seu sem-sentimentos, ahhhhhhhhhhh! – e atirou-se lá de cima dando uma guinada no ar, sumindo de vista.
- Ora, Malfoy, seria interessante você ter o mesmo fim que Rabicho e Dumbledore, seria interessante você morrer assim como o nosso ex-diretor.
- Não façam isso, por favor! – gemeu no chão – Eu tenho as respostas para os seus problemas, Potter!
Harry arregalou as sobrancelhas.
- Não acredita nesse mentiroso! – gritou Rony apontando a varinha para o peito dele.
- Não sei as respostas, mas eu sei como encontrá-las! Eu ouvi toda a conversa entre vocês e Rabicho naquela noite, eu fingi estar desmaiado...
- Escroto de uma figa! – xingou Rony.
- A única pessoa que pode responder tudo é Lupin, e ele está inconsciente no hospital! – falou Hermione rapidamente.
Draco negou com a cabeça.
- Eu... Meu pai quem deixou Lupin daquela maneira, e da mesma forma que ele fez, eu posso tirá-la!
- Está disposto a mudar de lado, hein? – murmurou Hermione cutucando a varinha no peito dele.
- Eu sempre estive do lado de vocês! – gemeu Draco no chão com medo de algum novo soco dela.
- Rony. Hermione. Quero que vocês dois fiquem aqui no castelo, eu vou ao St. Mungus conversar com Lupin, se tudo der certo, volto amanhã!
- Okay – disseram os dois em concordância – Vamos ficar.
- Accio vassoura! – adiantou Rony apontando a varinha para a porta.
- Não vou de vassoura pelo mesmo motivo do feitiço que você fez! – explicou Harry – Accio poderá nos trazer de volta! Ou até nos capturar!
Hermione riu sacudindo a cabeça.
- Você não está pensando em ir com Trestálios, não é mesmo?
Harry riu da esperteza da amiga.
- Não estou disposto a me cortar. Expecto Patronum! – um veado galopante em formato de luz foi materializado na frente de todos, sumindo entre as escadas.
- Voltaremos em breve, galera! – saudou Harry pegando Draco pela cintura e atirando-se da torre – EU ACHO! – berrou caindo pelo ar.
Uma ave vermelha rasgou a escuridão do céu, mergulhando com toda a força que tinha na direção de Harry e Draco.
- O patrono de Harry foi conversar com Minerva que...
- Que liberou a Fawkes, a herança de Dumbledore! – comentou Rony vendo Harry e Draco agarrados à ave, sumindo na escuridão – Harry deve ser o novo dono da Fênix!
N/A: Fica cada vez mais perto as frases do chapéu seletor.
O segredo de Lílian está batendo na porta!
N/A 2: Desculpa as ofensas do capítulo anterior. Desculpa? Desculpa? I am arrependido. Hehehe! Beijos.
N/A 3: DEIXEM REVIEWS, PLEASEEEEEE!
Jennifer: Hauhauha, fico feliz em saber que você ta gostando Jeff, deixa reviews... Eu amo elas! Beijos!
Karla: Pelo que eu vejo você está desvendando as teorias da fanfic antes mesmo de aparecer o final. Parabéns, você presta atenção nas entrelinhas da fanfic! Não apenas mastiga, como também absorve tudo o que eu escrevo. Obrigadoooooo! Eee espero que você não esteja vermelha agora. Hehehe!
Nessa: Você não sabeeee como eu fico feliz em saber que você ta gostando. Suas reviews são ótimas. Amo! Em breve você terá muitas outras novidades sobre o feitiço do Segredo também. Hehehehe! Espero que tenha gostado desse cap. Beijos!
Lech: Leitora Vip, é? Clarooooo! Você leu a fanfic antes de muita gente, sabia? Hehehe, primeiro passei para você, para depois descobrir se você gosta. Bom, enquanto a comédia... Acabou! HAhahaha, sei que aquele capítulo ficou engraçadinho, mas aquele tipo de comédia foi meio ofensivo e eu me sinto mal por aquilo! Sobreee as novas entrelinhas da Luna... do Rabicho... Do Harry... Você só vai descobrir no futuro dessa fanfic. Portanto, LEIA SEMPRE! Hehehe. BEijossss. Até mais!
Lolixx: Cadê você??????
Próximo capítulo...
"- Eles vão demorar para descobrir que se gostam! (Rony e Hermione).
- Por que você não os ajuda? – perguntou Draco inocentemente.
- Ah! É mais pelo fato de... – ele parou para pensar na palavra correta, não querendo definir "não ficar excluído".
- V-você e a Granger já chegaram a ficar juntos? – perguntou normalmente.
- Ei! – devolveu meio corado – É claro que não, ela é minha amiga! Eu gosto dela como uma irmã!
- Eu... E Pansy começamos assim! – riu Draco."
