Capítulo
20.
As teias do passado.
Harry acordou com a chegada de Carlinhos, trazendo notícias dizendo que a família Weasley estava bem, exceto por Gui que tinha matado um Comensal da morte e estava muito deprimido por ter feito.
- Ah! Devia ter ficado feliz, isso sim! – resmungou Draco.
Hermione lançou um olhar de recriminação.
- Não acho certo vocês falarem isso, rapazes!
- Em todo caso – disse Carlinhos tirando uma vasilha cheia de sangue de dragão – O pai do dragão que o Harry enfrentou no Torneio Tribruxo veio a falecer...
- O Rabo Córneo Húngaro?
- É, mas o pai dele – explicou Carlinhos mostrando um vidro com sangue bem vermelho dentro.
- E qual beneficio dele? Vai ajudar a curar o Rony? – perguntou Hermione revirando algumas páginas sobre dragões.
- Vai! – Carlinhos destampou o pote de vidro deixando um cheiro de ovo podre rodear os ares da enfermaria – Alguém pega uma taça, por favor!
Draco era o mais próximo da estante, foi até ela, pegou uma taça de vidro e entregou ao homem parado em frente à maca do irmão. Carlinhos despejou um pouco do sangue vermelho na taça, em pouca quantidade e levou até os lábios de Rony.
- Ele vai ficar bom em pouco tempo! – garantiu Carlinhos deixando a taça suja ao lado da cama – Só resta esperarmos um pouco!
- Trouxe mais algum tipo de sangue? – perguntou Gina curiosa, fuçando na mochila do irmão.
- Trouxe mais dois tipos, não sei para que servem, mas é de uma espécie de dragão chinês e outro brasileiro.
- Eu vou ver o significado aqui – disse Hermione estendendo o livro no ar para mostrar a capa aos amigos, eles apenas sorriram em resposta.
Rony começou a tossir e todos correram em volta de sua maca para apreciarem sua recuperação.
- Ele está voltando ao normal! – gritou Gina apertando com as mãos a beirada da cama, Hermione continuou estática revirando as páginas dos livros.
Rony começou a tossir cada vez mais, Carlinhos aproximou-se para dar um pouco de água ao irmão quando ele abriu os olhos, assustado.
- Onde estou? – perguntou o garoto de repente ficando sentado.
- Você está em Hogwarts, maninho! – comemorou Gina dando-lhe um abraço muito apertado – Está tudo bem! Você está curado!
- O que aconteceu? – voltou a perguntar olhando as expressões assustadas em volta.
Gina começou a explicar tudo ao garoto, como a história foi perdendo a graça, o pessoal em volta da cama foi dissipando para os cantos do salão, Hermione continuou vendo as páginas do livro, descendo o dedo indicador pelas linhas até que gritou para todos.
- Achei! Bom... O Dragão Chinês, aqui diz que ele é ótimo para o sétimo uso, que no caso, é voar! E o brasileiro... Vejamos – ela desceu o dedo em algumas linhas – Esse serve para o terceiro uso, adivinhar sobre o passado! Hm... Não vão ajudar em muito – comentou ela fechando o livro com um estalido. Carlinhos amarrou a cara, um pouco ofendido.
Hermione, por sua vez, continuou distraída em um dos livros que tinha tirado da sala de Dumbledore, mas dessa vez não procurava nada, apenas lia vagarosamente cada detalhe das páginas, Gina cheia de tédio perguntou que tipo de livro era aquele, a amiga apenas se limitou em dizer "Nada, sobre poções", e em seguida a ruiva pediu um livro emprestado, e de preferência interessante, para que pudesse ler.
- Pode ir lá na minha mochila e pegar um livro chamado "Romeu e Julieta", você vai gostar!
Gina foi até a sua mochila, jogada em uma das poltronas e começou a revirar.
- Deixa que eu pego! – resmungou Hermione assoprando a franja e indo até a mochila ajudar a amiga pegar o livro – Pronto, é esse aqui! – e a garota fechou o zíper da mochila como se quisesse que Gina não olhasse mais nada do que havia lá.
Gina apenas arregalou os olhos e deitou-se em uma das camas para poder ler o livro com calma. Hermione depois disso ficou inquieta, olhava para a amiga de minuto em minuto como se quisesse observar cada detalhe dela.
Draco pegou algumas roupas na mochila e disse que ia tomar um banho decente e voltaria em breve, saiu da enfermaria fechando as portas.
- Luna está demorando... – comentou Harry distraidamente olhando o relógio.
- Aonde ela foi? – perguntou Carlinhos trocando o guardanapo úmido que pousava na testa de Rony.
- Foi tomar chá com a professora Trewlaney – explicou Hermione fazendo uma pausa na leitura.
- Quer saber de uma coisa? Acho que vou tomar um banho também! – disse Carlinhos indo até a mochila – Será que eu ainda alcanço o Malfoy? É que eu não me lembro a senha do banheiro dos Monitores...
- Se for rápido ainda alcança... – disse Hermione sacudindo os ombros.
Restando apenas os quatro jovens na enfermaria, Hermione chegou próxima de Harry para falar sobre o livro que estava lendo, aproveitando que Gina estava distraída em uma leitura trouxa sobre Romeu e Julieta.
- Estou lendo um livro que fala sobre Dumbledore, é interessantíssimo! – disse a garota mostrando a capa "Bem versus Mal" – Não fala muito sobre Dumbledore esse livro, mas ele diz muito sobre a batalha de Grindelawd e Dumbledore há algum tempo, e acredite Harry, Grindelawd era um dos herdeiros de Sonserina!
- Isso quer dizer que...?
- Dumbledore e Grindelawd se enfrentaram pelo mesmo motivo que você e Voldemort! – explicou ela obviamente jogando os cabelos cacheados para trás das costas – Dumbledore era como você, tinha uma missão, uma profecia a cumprir! E foi mais ou menos do mesmo jeito que ele e Grindelawd se enfrentaram! Dumbledore era famoso por isso! Grindelawd era uma espécie de Voldemort na época, torturava as pessoas mas não chegava a matar, não era tão maníaco quanto Voldemort!
- O passado de Dumbledore... É o meu presente?
Hermione mordeu o lábio com força antes de responder, constatou por cima do livro que Gina estava longe de ouvir a conversa dos dois e sussurrou.
- Sim, Harry! Dumbledore viveu os mesmos problemas que você! – concordou Hermione – O final cita muito pouco sobre ele, mas tem outros livros que eu vou começar a ler... É fascinante descobrir a história dele, Harry, é realmente incrível!
- Dumbledore ao menos sobreviveu à guerra, não foi?
- Foi – disse Hermione em tom de compaixão – Mas você também vai vencer, tem muita gente do seu lado te ajudando! – Hermione sorriu em resposta e acariciou o seu braço – Nós vamos vencer essa batalha, Harry, custe o que custar!
À medida que o tempo foi passando, Hermione foi devorando os livros a respeito sobre o ex-diretor, e sequer parava para fazer alguma observação, piorou quando Draco e Carlinhos voltaram porque não havia privacidade na enfermaria.
Rony acordou mais tarde, muito cansado e já era de noite, as estrelas brilhavam no céu. O Comensal não dava sinal de vida, mas de vez em quando ele acabava se mexendo na calma, talvez estivesse fingindo dormir já que não havia como fugir dali.
Luna apareceu era quase dez horas da noite, trazendo pouquíssimas notícias, a professora só falara sobre sua vida infantil e Luna achava até mais interessante do que sobre a morte dos quatro fundadores de Hogwarts.
Depois que todos tinham tomado um bom banho, estavam reunidos em volta de uma lareira na enfermaria, Carlinhos perguntou se eles pretendiam sair de Hogwarts, Harry e Hermione trocaram olhares dizendo que não, porque tinham muita coisa a procurar no castelo, a insistência de Carlinhos foi demasiada após isso, e não parou de perguntar o motivo. Harry e Hermione estavam começando a se zangarem.
- É um assunto de Dumbledore, não podemos falar!
- Tudo bem, tudo bem – disse depois de muita insistência, Draco e Gina estavam ficando curiosos também, já Luna tinha uma opinião formada dizendo que Harry e Hermione estavam em busca de marshmallows saltitantes nos jardins de Hogwarts – Mas não podemos ficar a vida inteira no castelo! Obviamente os Comensais vão nos procurar aqui!
- Não podemos ir embora tão cedo – resmungou Harry pela décima vez – Sinto muito, Carlinhos, mas se você quiser, pode ir! Eu, o Rony e a Hermione vamos ficar!
- O Rony vai comigo! – defendeu Carlinhos – Ele é o meu irmão e por estar inconsciente, eu decido sobre ele!
- Não seja teimoso! – insistiu Gina abraçando o irmão pela cintura – E abaixe um pouco o seu tom, não gosto quando você fala assim. Até parece o Percy!
- Eu acho que devo estar atrapalhando a jornada de vocês, não é mesmo? – disse Carlinhos começando a alterar o tom de voz, ganhara um tom vermelho no rosto – Mas tudo bem, se vocês pretendem ficarem aqui sozinhos! O problema é de vocês! Não vou insistir mais! – ele virou as costas indo em direção às mochilas, escolheu a sua e parou na porta antes de sair – Ah! Estou indo embora já que não sirvo para mais nada! – e bateu a porta ao passar.
- Harry, por favor, vai atrás dele! – gritou Gina – Não deixe ele ir embora!
- Não! Eu não preciso dele mesmo, Gina – disse Harry enfurecido, preferia ficar sozinho do que na cola de Carlinhos, enchendo suas paciências.
Gina olhou feio para Harry e saiu correndo atrás do irmão na tentativa de convencê-lo.
O dia seguinte trouxe outra mais neve e o tempo ficou nublado, Gina voltou tarde da noite aos berros e chorou dizendo que amava o irmão e não queria que tivesse ido embora, ficou chorando por um bom tempo até que caiu no sono. Luna já tinha viajado há muito tempo, e Draco prometeu ficar sob vigilância, mas o sono o venceu, restando apenas Harry e Hermione, mesmo que a amiga insistisse para que ele fosse dormir.
- Não, obrigado!
Quando as nuvens carregadas apareceram trazendo um pouco de luz solar, os dois foram dormir enquanto o restante ficou encarregado de tomar conta, garantindo a segurança de Rony e dos demais, com olhares constantes ao Comensal que começava a dar sinais de vida.
Já era almoço quando Harry e Hermione foram acordados por uma Edwiges insistente, ela trazia em primeira mão uma carta da Sra. Weasley preocupada, ele limitou-se a responder em poucas palavras por estar de mau humor e viu que Rony estava acordado, tomando café ao lado de Luna que oferecia maçã ao namorado com direito a muitos beijos sufocantes.
- Os dois ficam na maior beijação, dá até nojo – reclamou Gina revirando os olhos, de braços cruzados.
- Eles se gostam, isso é bom – defendeu Hermione sorridente – Rony merece ser feliz! E Luna o faz feliz!
- Achei que você gostasse dele, juro que pensei isso nos anos anteriores – disse Gina sentado ao lado da amiga que corou levemente.
- Eu... Eu nunca fui apaixonada por Rony, não sei de onde vocês tiraram isso! – disse Hermione quase rindo – Será que é tão difícil perceber?
- Agora não mais – devolveu Gina ironicamente lançando um olhar às costas de Harry – Sei muito bem por onde seus olhos andam, amiga, e não te culpo por isso! Acho que vocês se merecem mais do que ninguém! Nasceram um para o outro, e antes que você ache que esteja bancando uma má amiga por estar gostando dele, eu digo mais... – ela piscou acrescentando – Acho que vocês devem aproveitar juntos o tempo que ainda resta, pode ser que essa guerra destrua uma linda história de amor!
- Mas é uma história de amor que nem começou! – disse Hermione sacudindo a cabeça – Nós não vamos ficar juntos! Eu acho...
Gina abraçou Hermione pela cabeça e acariciou a amiga com alguns dedos.
- Aproveite o tempo que vocês têm... Ou podem se arrepender no final dessa guerra com o tempo que perderam... Vai por mim, Hermione! Você é a minha melhor amiga – ela deu um suspiro coçando carinhosamente a orelha da amiga – E quem avisa... Amiga é!
Hermione riu e deu um abraço apertado em Gina agradecendo por tudo.
A tarde trouxe um pouco mais de neve, aumentando alguns centímetros o volume o chão dos jardins As janelas tinham os parapeitos forrados de branco. Harry e Hermione ganharam privacidade quando Rony estava com Luna, Draco e Gina trocavam idéias sobre um trecho do livro Romeu e Julieta.
- Você tem ficado muito quieta ultimamente, Hermione – comentou Harry executando alguns feitiços no ar por puro treinamento – Aconteceu alguma coisa?
Ela murmurou em dizer que não com a cabeça, mas Harry sabia muito bem que alguma coisa estava diferente.
- Pode me dizer, somos amigos – Harry tinha deixado a varinha de lado e aproximou na direção dela.
A amiga tinha os olhos vermelhos, embaixo tinha uma leve camada roxa, indicando que ela andava chorando em silêncio. Ela mordeu o lábio olhando infantilmente para Harry.
- Ora, vem cá – ele a puxou pelas mãos e abraçou a amiga com força – Me conta o que anda acontecendo... De verdade, eu quero saber!
- Sabe, Harry... Eu não queria comentar nada com você, mas é que... Bem... Eu andei dando uma olhada nos livros de Dumbledore, e ele teve um passado muito sofrido... Assim como o seu!
Harry concordou com a cabeça, com o queixo apoiado no topo da cabeça da amiga.
- Sim, eu não tenho tido uma vida fácil!
- Ele também perdeu os pais, Harry, mais tarde do que você... Mas perdeu também! – ela soluçou tentando não fazer barulho para não chamar atenção dos demais entretidos em discussões ou em beijos – Mas é que me doeu bastante... E apesar de tudo, ele teve um irmão que sempre esteve ao lado dele!
- Aberforth Dumbledore! – resumiu Harry, tendo uma lembrança de ódio percorrendo por suas veias.
- Então... Assim como Grindelawd era um bruxo temível na época de Dumbledore, é assim com Voldemort hoje, Harry... E Voldemort usa Comensais... Grindelawd também usava Comensais.
- Usava? – perguntou Harry curiosamente – Eu não sabia disso!
- E... Tom Riddle era um de seus Comensais!
Harry parou pensando.
- Quer dizer que após a morte de Grindelawd, Riddle assumiu o seu cargo? Uma espécie de continuação de cargo...
- Exatamente – disse Hermione – E mesmo hoje podemos até destruir Voldemort, mas outra pessoa pode continuar a sua missão futuramente.
- Isso quer dizer que...
- Tanto Lúcio quanto a Belatriz poderão continuar a missão de Lorde Voldemort!
Harry tinha a boca ligeiramente aberta.
- E os meus filhos correndo risco de vida! Eles não vão descansar tão fácil após a morte de Voldemort! É isso?
Hermione concordou com a cabeça e chorou um pouco mais alto, deixando escapar um guincho chamando a atenção dos demais que não fizeram nada, apenas observaram os dois. Não queriam interromper a privacidade do casal.
- E... A única possibilidade de "seus" filhos viverem livremente... – disse Hermione querendo se referir aos futuros filhos de Harry com outra mulher, mas ele soltou-se ligeiramente do abraço, fazendo Hermione encará-lo, de um jeito diferente.
- "Nossos" futuros filhos... – corrigiu ele fazendo as suas entranhas congelarem, nunca tinha parado para pensar sobre isso. Ele, futuramente, casado com Hermione. Ainda mais com filhos.
Ela ficou vermelha e resolveu continuar.
- Então... Para os "nossos" futuros filhos viverem em paz, devemos exterminar todos os Comensais da morte, para que não haja um futuro Voldemort correndo atrás deles!
Harry apenas concordou com a cabeça pensativo.
- Ótimo, então vamos matar todos eles, a ferro e fogo!
- É uma decisão difícil a ser tomada, Harry – murmurou ela mordendo o lábio para não continuar chorando – Sabe como é... Eu não tenho coragem de matar uma mosca!
Harry limpou as lágrimas de Hermione com o dedão, bem próximo a ela.
- Dumbledore optou por não se casar, para não colocar a esposa em risco e muito menos ter filhos! – resumiu ela – No fundo, no fundo... Ele não foi corajoso o bastante!
- E eu não quero ter uma vida como a de Dumbledore! Morrer sozinho! Sem esposa! Sem filhos! – disse seriamente – E se for para a sua segurança e de nossos filhos, Hermione, eu juro que mato cada Comensal que aparecer na minha frente!
Ela não sabia se sorria em resposta ou continuava temerosa, limitou-se em abraçar Harry pela cintura com muita força.
- Não sei se terei coragem! – ela estremeceu de medo como uma criança.
- Pensa no Harryzinho, Hermione! Pensa nele! – murmurou Harry acariciando os cachos da amiga, sentindo ficar entorpecido – Podemos começar por McNair. Que tal?
Notas do autor: Capítulo sem ação, mas para quem percebeu...
Mostra de onde vem a briga Harry x Voldemort.
Mostra que
Dumbledore não foi um qualquer e responder às perguntas
do porquê ele é solteiro! (E não porque
simplesmente ele é gay, porque isso para mim ela inventou! E
isso não justifica ele ser solteiro, do mesmo modo!).
Fala de Voldemort e Dumbledore (e sempre achei isso importante!)
Dificulta a vida deles, porque eles descobriram que tem que
exterminar todos os Comensais. Ou seja, matá-los... E vai ser
uma missão praticamente impossível para quem nunca
matou ninguém, no caso deles!
Em relação
aos sentimentos.
- Gina mostra que não sente nada por
Harry, e que apoia o relacionamento HarryxHermione,
ela mostra seu lado maduro, e uma garota de atitude: Ela não
se importa se Hermione ficar com Harry, ela quer que eles sejam
felizes!
- Hermione ouve os conselhos de Gina e começa a
se aproximar cada vez mais de Harry, inclusive, começa a
disfarçar a vergonha por Harry (como mostrei no final do
capítulo).
Ou seja, para não termos um futuro
inimigo para fazer os filhos de Harry sofrerem, o que ele faz? Mata
todos, com Rony e Hermione!
Mostrar que a relação
Harry e Hermione não é mais aquela coisa de segunda
série, vergonha e etc... Eles estão amadurecendo e
perdendo a vergonha! Estão começando a lidar com o amor
como pessoas adultar... Só falta o maldito beijo (mas até
aí vocês terão que ler até o ÚLTIMO
CAPÍTULO, porque o beijo só acontecerá lá,
hehehe!).
Gina fuçando na mochila de Hermione...
(Isso é importante, de algum modo!).
Hermione fica
temerosa em saber que precisa matar para não deixar essa
missão para os filhos. O que ela faz? Vai matar... Então,
galera... Preparem-se! Os próximos capítulos serão
terríveis! Realmente, não recomendo... Muitas mortes!
Próximo capítulo...
- Não, meu caro. Ela (Rowena Raveclaw) gostava de se embelezar, mesmo que não era para encantar ninguém. Ela gostava bastante de seus filhos também! Trouxe os garotinhos ainda recém-nascidos para o castelo!
Harry e Hermione trocaram olhares.
- E o que aconteceu após a sua morte? A alma dela ficou vagando pelo castelo? – perguntou Hermione e Harry quase aplaudiu pela inteligentíssima pergunta.
- Bem, até algum tempo ficou... Mas não se sabe para onde a sua alma foi! – explicou Binns coçando a sobrancelha novamente – Ela sumiu do mapa! Até mesmo o seu filho está perdido por aí, procurando-a!
- Esse filho existe? – perguntou Rony incrédulo.
- Existe! Pirraça!
Golden: Guy, thanks pelo elogio. Coitada da Gina... Você vai saber mais sobre ela no futuro.
