Sumário: Jensen é um adolescente problemático, que após perder a mãe, tem de conviver com o pai que o ignora e com o sentimento de que nada em sua vida se encaixa. Até que ele conhece Jared, um rapaz novo na cidade e com energia que emanava pelo corpo. E então, as coisas prometem mudar. AU. PADACKLES.

N/A: Minha imaginação fluiu para escrever isto e aqui estou com uma nova fic! Espero que gostem sinceramente! Nessa historia eles estão na escola, então, acredito que por motivos óbvios, decidi que Jensen teria 16 para 17 anos, e Jared 15 para 16, mais ou menos. Portanto não estranhem se a diferença de idade entre os dois não combina com a diferença real.

Disclaimer: Não é necessário dizer que eles não me pertencem…

Capitulo 8: Sentimentos

- Você está com algum problema, garoto?

Jensen virou o rosto em direção a porta de seu quarto e viu seu pai parado ali, olhando-o com aquele jeito de sempre, o ar superior e altivo. Sim, Jensen estava com um problema: Jared o estava evitando fazia três dias.

- Não senhor… - Jensen sacudiu a cabeça em negativa. Não queria de modo algum que o pai desconfiasse de alguma coisa. Nem imaginava o que ele poderia fazer. – Está tudo bem…

- Hum… vai acabar se atrasando pra escola. Ainda nem tomou café.

- Eu tomo café na escola… - Ele disse e pegou a mochila, preparando-se para sair. – Até mais.

Jensen suspirou e saiu de casa, caminhando vagarosamente em direção à escola. Desde que começou a conviver com Jared, estava sempre animado para a hora de ir pra escola chegar logo. Mas depois daquilo… Jared sempre inventava uma desculpa e ficava longe. Talvez ele simplesmente tivesse se cansado de andar com Jensen, tivesse se tocado de que não valia a pena…

E mais uma vez Jensen se lembrou de que, em um ano, teria mesmo de se separar do outro, pois ele iria para a faculdade. Não havia nenhum ponto em continuar com aquilo, Jared com certeza havia pesado esses fatores e decidido se afastar de uma vez.

Mesmo assim doía.

Chegou à escola, mas não foi para a classe. Rumou sozinho para o pátio de trás e sentou-se em um dos bancos que haviam por ali, pegou uma maçã de dentro da mochila e em seguida deu uma mordida, pensando a respeito dos últimos dias de sua vida. Não queria voltar a ficar sozinho. Não queria mesmo.

Puxou da mochila também um livro e abriu-o em seu colo, começando a ler enquanto ao mesmo tempo comia sua maçã despreocupadamente, tentando de algum modo manter a mente ocupada. Queria que, se tudo terminasse assim, que não sentisse tanto a falta do mais novo. Não compreendia ainda por que…

- Já está se enfiando nos seus livros de novo…

O coração acelerou na mesma hora, mas ele procurou se manter calmo e não deixar transparecer que estava tão feliz por finalmente ouvir a voz de Jared.

- Como vai? – Jared sentou-se ao lado dele tomando certa distancia, não queria de modo algum que Jensen pensasse que ele estava querendo tirar proveito de alguma coisa.

Jensen deu de ombros e continuou lendo.

- Que há, Jen? Hein? Fala comigo…

- Jared, você não precisa fazer isso. – Jensen finalmente se virou e o olhou. – Eu entendo se quiser se afastar, não precisa ficar se disfarçando…

- O que? – O tom de Jared mostrava certa indignação. – Que é que você está dizendo, Jen? Eu não quero me afastar de você, Jensen, por que você acha isso?

- Por que ficou sem falar comigo esses dias?

Jared baixou os olhos.

- Eu só quis te dar um tempo pra pensar… sobre o que a gente conversou no lago. Se você quer mesmo continuar sendo meu amigo… sabe que isso pode te trazer problemas com seu pai, e eu não quero piorar a sua situação na sua casa, sabe disso.

- Eu disse a você que não queria me afastar. Eu não ligo pra nada do resto… você é importante pra mim, Jared. Você é meu melhor amigo… único amigo.

- E você também é muito importante pra mim, Jen… por isso eu quis te dar espaço, não quis pressionar você com nada. Quero que a gente possa continuar se dando bem, mesmo que não do jeito que eu queira…

Jensen o olhou com atenção depois daquela fala. Então Jared gostava mesmo dele? Não seria possível… o fato era que o loiro estava pouco se lixando pra eles serem dois homens, só não conseguia compreender o que um cara tão legal quanto Jared vira nele.

- Por que eu? – A pergunta de Jensen veio numa voz suave, tímida.

- Porque você é nada mais nada menos do que a pessoa mais legal que eu já conheci. É divertido… inteligente, tranqüilo, sensato. E sozinho. Eu não quero nada além de dar pra você todo o carinho que eu puder, de uma forma ou de outra. Quero ajudar você, Jen… ajudar a sair da casa de seu pai, ajudar você a ter um futuro melhor. Só isso que quero… - Jared deu um pequeno sorriso e tocou de leve no rosto dele, fazendo um afago tímido.

- Então não fique mais sem falar comigo, Jay… - Jensen respondeu tímido. – Eu… tive medo de ficar sozinho de novo.

- Se depender de mim você nunca mais vai ficar sozinho, ouviu bem? Por isso mesmo, acho melhor irmos pra classe… eu preciso assistir a aula de matemática e não estou nem um pouco afim de ir sem você.

Jensen abriu um sorriso contente e tratou de seguir Jared até a sala de aula. Sentia-se completo agora…

XXXXXXXXXXXX

- Como estão suas notas, Jen?

Jensen se virou para olhar para Jim e este estava o encarando com olhar atento. Jensen então deu de ombros e continuou tentando arrancar a maldita peça do carro.

- Ainda não tive provas…

- Mas anda estudando? Não quero saber de notas ruins, você sabe que eu…

- Quero que você me diga que dia eu descuidei da escola. – Jensen declarou, no mesmo instante em que, finalmente, teve êxito em sua tarefa. – As coisas vão bem, pode ficar tranqüilo, eu sei o que estou fazendo.

- E como vai o seu pai?

- Ah… a mesma coisa de sempre… - Jensen deu de ombros outra vez e parou um minuto para beber água.

- Mas ele está te dando uma folga pelo menos… não vi você com nenhuma marca esses dias… ele está maneirando na bebida?

- É que andamos nos vendo pouco. Como eu estou vindo pra cá todos os dias, e depois sempre faço algo junto com Jay, quando chego ele já está apagado. Continua bebendo como nunca… sei lá, Jim… acho que ele não tem jeito mesmo.

- As coisas vão melhorar, filho. – O mais velho lhe abraçou pelos ombros e sorriu. – Sabe que sempre vai poder contar comigo, enquanto estiver vivo vou fazer de tudo pra que você fique bem. É um grande garoto, Jensen, e merece ser feliz… e falando em felicidade… olha só quem está aí…

Jensen olhou para a entrada da garagem e lá estava Jared parado, acenando discretamente para ele, e sorrindo meio sem jeito. Jensen achou que aquela era a visão mais bonita de Jared que já tivera: ele estava vestido casualmente, uma calça jeans meio surrada, uma camisa azul, os cabelos caindo um pouco sobre os olhos e aquele maldito sorriso que fazia o loiro se perder por completo. Jared estava visivelmente sem graça por ter revelado seu segredo para Jensen, mas o loiro não ligava nem um pouco. Tudo o que queria era que pudessem continuar se vendo, continuar sendo amigos.

- Você já pode ir, Jensen. – Jim quebrou a onda de pensamentos que o invadia, afastando-o de seu abraço. – Fez coisas demais por hoje, e já passou de seu horário mesmo. Até amanha. Até logo, Jared.

- Até. – Jared acenou para Jim e se virou, vendo que Jensen já o acompanhava.

Caminharam juntos até ganharem a rua, ainda em silêncio. Jensen queria falar alguma coisa e quebrar o gelo, puxar um assunto… mas realmente não sabia o que dizer ao certo. Resolveu então esperar que o mais novo tomasse alguma iniciativa.

E Jared disse mesmo algo, um bocado depois, quando eles já estavam relativamente longe da oficina:

- O que quer fazer hoje, Jen?

- Hum… eu não sei. – Jensen franziu a testa. – Qualquer coisa que você quiser fazer.

- Quer ir até a minha casa? – Jared ofereceu, diminuindo o passo. – Faz tempo que você não aparece lá, minha mãe ia gostar pra caramba.

- Ok. – Jensen sorriu. – Está com saudade de ser surrado no vídeo game, ou algo assim?

- Ah, claro, você acredita que vou perder de novo, não é? Um raio não cai duas vezes no mesmo lugar…

- Sei… mas só naquele dia, caiu no mesmo lugar mais de sete vezes… - Jensen resmungou sorrindo e acabou levando um tapa na nuca. Olhou para Jared, que ria, com uma cara de falsa indignação.

O mais novo desatou a rir da expressão de Jensen enquanto caminhavam e o puxou pelos ombros, lhe envolvendo num abraço apertado, caminhando lado a lado.

- Sabe que pode ganhar de mim em qualquer coisa, quando quiser, Jen… é o único que pode…

XXXXXXXXXXXXX

Jared ergueu os olhos por um milésimo de segundo.

Jensen estava sentado bem a sua frente, os dois na mesma posição, as pernas cruzadas em cima da cama, expressão compenetrada em suas respectivas mãos de cartas.

Era a quarta partida de Uno que estavam jogando naquela tarde, e parecia que Jensen era mesmo uma dessas pessoas com sorte: havia ganhado todas.

- Que tal mudarmos essa cor? – Jared resmungou. Jensen só estava com duas cartas na mão, e ele ainda guardava 8. Algo precisava mudar.

- Manda ver…

Jared jogou uma carta preta de 'Mais quatro' e sorriu vitorioso. De jeito nenhum iria perder para Jensen de novo… ah, ele com certeza iria comprar essas quatro cartas… não era possível que ele…

- Lamento, Jay… mas não estou afim de comprar carta nenhuma… - Jensen sorriu discretamente, colocando ali uma carta idêntica à que Jared havia acabado de colocar no mesmo lugar. – Uno. E você vai ter de comprar oito…

- Filho da mãe…

- Aliás… nem compre nada… poupe seu precioso tempo, porque eu vou bater de qualquer jeito. – E jogou na pilha uma terceira carta de 'Mais quatro'. Agora sim Jared havia ficado furioso. Num bom sentido, claro, porque ele nunca seria capaz de ficar furioso de verdade com Jensen.

- Seu bandido… Jensen, não é possível, você ta roubando…

- Eu não estou roubando! – O loiro reclamou. – Eu não tenho culpa se você não tem sorte, grandão, eu só fui jogando o que eu tinha nas mãos, não me culpe…

Jared sorriu e sacudiu a cabeça. Jensen conseguia fazê-lo sorrir com tão pouco… Eles se olharam por mais algum tempo, e por fim o mais novo ficou sem graça por algum motivo e sacudiu a cabeça, levantando-se da cama.

- Que é? – Jensen perguntou, ainda com um pequeno sorriso no rosto.

- Nada… - Jared respondeu enquanto mexia distraidamente em alguns livros que estavam jogados pela escrivaninha, de costas para Jensen.

- Você ficou com raiva por causa do jogo?

Jared deu uma pequena risada e suspirou, ainda sem se virar. Claro que não havia ficado com raiva de Jensen, muito menos por algo tão insignificante quanto um jogo. Ele só estava chateado consigo mesmo… chateado com o fato de que Jensen seria somente seu amigo, e nada mudaria ali, chateado com aquela história de Jensen ser tão maltratado pelo pai a ponto de achar que era mesmo sem valor algum. Tudo vinha à tona naquela hora, e de jeito nenhum ele queria que Jensen percebesse o que ele sentia. Queria poder cuidar dele. Mas desse modo, não sabia até quando seria possível fazê-lo.

Foi aí que Jared sentiu… as mãos de Jensen estavam tocando-o agora, e de repente, ele estava sendo abraçado pelo mais velho com muita força. Sentiu quando ele encostou a cabeça em suas costas e o apertou ainda mais, como se não quisesse soltar nunca. O silencio que se fez era tanto, que a respiração de ambos podia ser ouvida sem nenhuma dificuldade.

Jared se virou devagar, fazendo assim o abraço de Jensen diminuir de intensidade, mas de modo que ele não o soltasse totalmente. Os olhos verdes dele estavam atentos nos de Jared agora, esperando que ele dissesse alguma coisa.

- Não está mesmo com raiva de mim?

- Jensen, é claro que não… eu… eu só… fiquei pensando.

- Bom, eu também… - Jensen respondeu a ele, sua voz baixa. Parou de abraçar Jared. Deixou que as mãos repousassem do lado, olhando receoso para o mais novo. – Esses três dias eu pensei no que eu faria se você parasse de falar comigo de vez…

- Jensen, eu já disse que nunca faria isso. Você é muito especial pra mim.

- Você promete mesmo? Que nunca vai parar de falar comigo?… Você é tudo o que eu tenho além de Josh, e ele agora está muito longe.

- Claro que eu prometo. Enquanto você quiser eu vou estar com você, Jen…

Jensen sorriu levemente e o abraçou de novo, o que dessa vez Jared retribuiu com certo calor dentro do coração. Era tão bom saber que Jensen não encontrava problemas em tocá-lo, não achava que isso era algo fora do normal. O problema era que Jared não sabia até que ponto iria agüentar se Jensen continuasse o abraçando daquele jeito.

O loiro respirou bem fundo. Afastou um pouco o rosto para que pudesse olhar Jared com atenção, mas sem perder a proximidade. Podia sentir o moreno respirando ali tão perto… podia ver o modo como o estava observando… e assim, meio de repente, Jensen achou que precisava fazer algo. Algo que ele mesmo estava desejando em segredo, algo que ele acreditava que seu amigo queria também… e simplesmente assim, pressionou seus lábios contra os dele de uma forma desajeitada, mas cheia de decisão. A primeira coisa que passou em sua mente naquele momento foi que os lábios de Jared eram algo que ele já devia ter provado antes.

Jared quase não acreditou no que aconteceu, mas não perdeu a deixa. Abraçou-o com força e guiou aquele beijo simples para uma coisa grandiosa. Pediu espaço com sua língua e Jensen não demorou a entender o recado: recebeu Jared ao mesmo tempo em que deixou escapar um gemido que estava preso em sua garganta. Se isso era um beijo, Jensen estava certo de que já devia ter feito antes, e com ninguém alem do próprio Jared Padalecki. Jensen retribuiu ao caloroso beijo que estava recebendo, inclinou a cabeça um pouco para o lado e sentiu Jared o apertar mais ainda contra seu corpo.

Quando precisaram de ar, finalmente se afastaram aos poucos, procurando os olhos um do outro de maneira bastante cautelosa. Jared queria muito saber no que aquela situação iria terminar.

- Jen?…

O sorriso no rosto do loiro foi fazendo-se cada vez mais visível.

- Se eu soubesse que seria tão bom, teria feito antes.

- Jen, eu acho que…

- Está tudo bem, Jay. Eu… acho que essa coisa de beijar á até bem legal. Eu não ia me incomodar de fazer de novo.

Jared deu um pequeno sorriso de lado, inclinando um pouco a cabeça e fazendo menção de que iria beijá-lo.

- De novo tipo agora? – Jared perguntou num sussurro.

- Ainda está esperando que eu diga alguma coisa?

Jensen estava segurando a respiração em antecipação quando alguém bateu à porta três vezes. Instintivamente o loiro se afastou de Jared, um tanto assustado.

- Jay, mamãe está chamando pra lanchar! Vocês não vêm?

- Estamos indo, Megan…

Jared sacudiu a cabeça e sorriu pela cara de susto de seu amigo. Pegou-o pela mão e disse, fazendo um gesto com a cabeça em direção à porta:

- Vamos lá, eu estou mesmo com fome. Você não? E além do mais, temos tempo de sobra pra continuar isso depois do lanche…

Jensen finalmente abriu um sorriso e tratou de acompanhar Jared para o andar de baixo, de certa forma muito contente com o desenrolar das coisas.

XXXXXXXXXXXXX

- Hey, Josh… tudo bem?

- Tudo ótimo, Jen, e com você?

Jensen sorriu e apertou o telefone um pouco mais ao ouvido. Era tão bom ouvir a voz do irmão… estava falando com ele pelo telefone da cozinha, seu pai estava literalmente apagado no sofá da sala, provavelmente de porre mais uma vez.

- Estou bem, Josh… e você? Como está por aí?

- Ah, as coisas vão bem… - Josh riu. – O pessoal é muito bacana, e tem várias gatas aqui. Jen, você precisa mesmo sair de casa e vir pra faculdade, maninho…

- Que bom que está se divertindo, Josh. Mas não esqueça que precisa estudar. Papai vai ficar furioso se tirar notas baixas.

- Eu me cuido… me diz aí, como que as coisas andam com você e papai? Ele está mais tranqüilo?

- Ah, o de sempre… ele ta lá, jogado na poltrona. Com certeza andou bebendo… eu peguei horários extras na oficina, sabe, pra não ficar muito tempo em casa, evitar os problemas.

- Fique firme, Jen… em breve as coisas vão ficar bem. Diga ao pai que eu mandei um abraço, ok? Eu ligo amanha mais cedo um pouco. Se cuida, irmãozinho.

- Você também. Até mais, Josh…

Jensen desligou o telefone e suspirou, caminhando em silencio até a sala. Estava tarde já, e ele queria ir dormir. Bom, especificamente, queria ficar em seu quarto e mais uma vez relembrar dos vários beijos que dera em Jared naquela tarde. E dane-se se ele estava parecendo uma garota por pensar aquilo, pois isso era o que menos importava.

- Pai… pai, precisa levantar… - Jensen o cutucou de leve, esperando que ele não acordasse de mau humor.

Roger foi abrindo os olhos lentamente, encontrando Jensen bem ali, olhando-o com cautela.

- Que merda você quer, garoto?…

- É tarde, pai… eu posso ajudar você a subir.

- Não preciso da droga da sua ajuda. – Roger resmungou e foi tentando levantar-se sozinho, mesmo sentindo que as pernas quase não obedeciam.

- Vai acabar se machucando, pai. Vamos, me dê a mão… - Jensen insistiu e aproximou-se dele mais uma vez, sendo recebido com um empurrão. Acabou tropeçando na poltrona e caindo no chão, perto da mesa de centro. Não disse nada, apenas ficou olhando enquanto o pai lutava para se manter de pé por conta própria.

- Moleque filho da puta… - Roger resmungava enquanto ia cambaleando em direção à escada, deixando Jensen para trás. – Sempre desobedecendo as minhas ordens.

Jensen suspirou e esperou seu pai sumir de vista para levantar-se e ir para o quarto. Estava contente por no fim das contas o dia não ter terminado tão mal.

Continua…

N/A: Ufa… bem, como o último capítulo foi bem curtinho, fiz questão de postar outro mais rápido. Eu disse que não iria demorar! Espero que tenham curtido, em breve tem mais. Beijos!