Capitulo XI – O seqüestro parte I
- Gostaria de continuar viva? Quer ter o poder para ultrapassar as eras vindouras?
- Eu não quero morrer assim... Quero poder acabar com a vida daqueles que destruíram tudo o que era importante pra mim... Minha família...
- Então aceite a benção de uma deusa...
- Não!! Você é um monstro...
- Não quer o poder para completar a sua vingança? Prefere apodrecer neste lago, sem um funeral e ser rejeitada na entrada do Mundo Inferior? Não seja tola, criança. O futuro que te aguarda poderá ser dos melhores se você quiser...
- Por minha vingança... Eu aceito...
- Segure minha mão, criança, e aceite compartilhar de minha divindade... Que a sua vontade seja a minha, e a minha vontade seja a sua. De agora em diante nos tornaremos um único ser.
- E agora? Como eu posso saber se o que você disse é verdade?
O monstro que estava a sua frente mergulha no lago. Sentindo-se traída e enganada, a garota caminha para longe daquele lugar. Gargalhadas vindas de sua própria cabeça parecia enlouquecê-la, eis que escuta uma voz:
- Agora que está feito não tem mais volta... estou bela novamente... mesmo nessa carcaça mortal causarei inveja a todos com meus encantos e seduções...
- Cadê você? Apareça!
- Como eu disse, agora seremos um só ser... mas há algo que deve saber... Quando o Anjo da Morte surgir, distancie-se ao máximo... É uma divindade terrível do Mundo Inferior.
- Anjo da Morte... Anjo da Morte...
- Sinto muito. Não te amo mais...
- Você não pode amar o Anjo da Morte, Aioros... Ela é má... Vai te machucar...
- Eu não acredito que você o prefere... Você nunca se importou comigo... Não há mais nenhuma razão pra eu ficar aqui, entre vocês...
- Não é nada disso que você está pensando, Saga!! Não... Não vá por ai... ela está atrás de você...
- Pode deixar que logo será a sua vez... assim que eu terminar de fazer ele sofrer muito... uma gargalhada sinistra tomava o lugar dos gritos de agonia do cavaleiro.
- Não! Saga!! Saga!! Por todos os deuses, não!!
- Agora é a sua vez...
- Saga!!
Phebe levanta da cama num impulso. Ela olhava para todos os lados procurando por Saga que havia morrido na sua frente. Mas não encontrava nenhum vestígio nem dele, nem do Anjo da Morte. Aos poucos ela foi percebendo onde estava. Pôde sentir a cama toda ensopada de suor. Mas devido ao pesadelo, que parecia tão real, sua respiração ainda estava tão ofegante que só depois de alguns segundos conseguiu escutar alguém batendo insistentemente a sua porta. Com uma certa dificuldade ela coloca a máscara em seu rosto, abre a porta e deparasse com a pessoa que menos esperava naquele momento. Ela retira a máscara e fala:
- Saga? O que você está fazendo aqui, ainda mais vestido desse jeito?
Saga estava apenas com o calção com o qual ele sempre dorme em noites quentes como aquela. Ele também estava com a respiração ofegante.
- Eu estava dormindo e de repente você me chamou mentalmente... Para dizer a verdade você estava gritando desesperadamente por meu nome...
Neste momento aparece Shaka e Mu, usando suas armaduras. A expressão de seus rostos era de uma profunda preocupação. Phebe nem teve tempo de recolocar a máscara:
- Sa... Grande Mestre, tudo bem com o senhor? Sentimos algo estranho e viemos o mais rápi...
- Tudo bem, Shaka, Mu. O poder sensitivo de vocês captou um falso perigo... Podem voltar para suas cabanas agora.
Os dois imaginaram se tratar de um pesadelo da amazona. Só que não podiam imaginar que seus poderes fossem assim. Mas se tratando da deusa Afrodite, poderiam esperar por qualquer coisa. Eles voltam pra suas cabanas sem comentar o acontecido. Quanto a Phebe, esta se viu totalmente perplexa. Como o seu poder pôde ficar tão fora de controle? E principalmente fazer algo que ela nunca tinha feito antes. Sim, Phebe sabia que apenas podia ler as mentes, e não se comunicar com elas. Essa havia sido a primeira vez. Saga percebeu que o corpo de sua amada ainda estava tremulo. Ele a conduz até a sua cama, e logo após trás água fresca em um caneco o qual entregou-lhe. Ela bebia a água tão rápido que chegou a engasgar-se. Saga retira o copo de suas mãos, coloca encima de um criado mudo próximo à cama. Segura suas mãos com firmeza, passando-lhe confiança para relatar o ocorrido.
- Desculpe-me, Saga... Foi um pesadelo terrível, e eu...
- Phebe, desde que o Anjo da Morte foi embora a vários meses atrás que você não tem conseguido dormir direito. Até nos treinos você não tem se saído muito bem...
- Quem te disse isso? – Phebe gaguejou tomada pela raiva de quem contou isso a Saga e envergonhada por todos perceberem que não estava em seu estado normal.
- Isso não importa... Foi por isso que eu tenho dito pra você não ir dormir no templo, nós acabaria não dormindo como sempre, e você ficaria mais cansada do que já está. Mas parece que isso não está dando muito certo. – Saga dá uma pausa, e olha bem fundo em seus olhos – Phebe, por que você não confia em mim? Por que não me conta o que está acontecendo com você?
- Eu confio em você, só não quero que se preocupe com meus problemas... Você já tem muitas obrigações e...
- Minhas obrigações são realmente importantes, mas você também é importante para mim... Eu mal consigo me concentrar nos meus afazeres preocupando-me em descobrir o que te aflige... Phebe, os seus poderes estão ficando fora do controle. Quando você se esforça para ler o pensamento de alguém, não consegue. Mas quando menos espera, acaba lendo os pensamentos de todos a sua volta de uma vez. Isso está ficando perigoso para você.
- Eu sei disso.Toda noite tenho tido pesadelos horríveis com o Anjo da Morte destruindo o santuário, e trazendo o caos para a terra... Mas hoje foi diferente. – ela pretendia dizer que se preocupava com aquele que outrora foi o seu amante, mas desistiu ao lembrar-se do sonho, como Saga reagira ao falar em Aioros. Resolveu omitir essa parte do pesadelo. – O sonho começou retratando a forma como eu consegui a minha nova vida... E de repente... o Anjo da Morte veio atrás de você, te machucou muito, de uma forma sádica, e para finalizar te matou... Senti-me presa, e indefesa sem condições nenhuma de impedir tudo aquilo. Logo depois ela veio atrás de mim... Foi horrível...
- Presta atenção, meu amor. Assim como Aioros a ama, ela também sente o mesmo por ele. O Anjo da Morte não viria aqui para fazer mau aos amigos dele...
- Eu sei que você não está tão convicto assim do que acaba de dizer, Saga...
- Phebe, você só sonhou isso porque tem pensado muito nela.
- Não sou só eu que tem pensado nela. Afrodite também...
- Seus poderes estão fugindo do controle, Phebe. Acho que o motivo de você ter me chamado assim foi por causa do desespero de Afrodite. Ela quer me usar para...
- Não diga isso nem brincando, Saga. Eu sei do que Afrodite é capaz de fazer para conseguir o que quer.
- Phebe, se por acaso o Anjo da Morte vier atrás de sua alma, não permitirei que ela faça isso. Farei de tudo para te salvar... Somente a você, e não aquela deusa mesquinha.
Phebe juntou as peças do quebra-cabeça neste momento. O que o Anjo da Morte teria ordenado aos cavaleiros no Mundo Inferior agora fazia sentido. Ela sentiu um aperto no peito. Quando chegasse a hora certa, ela teria que fazer algo para impedir que Saga interferisse. Custasse o que custasse, ela não poderia deixar ele desobedecer às ordens do Anjo da Morte. Com o longo silêncio de Phebe, Saga sentiu que algo muito preocupante se passava pela cabeça de sua amada. Ele a puxa para deitar-se ao seu lado, e logo começou a acariciá-la para que esquecesse desses pensamentos.
No dia seguinte
Não houve treino porque alguns cavaleiros e amazonas foram ao hospital para ver a filha de Marin que nascera na noite anterior. Era um lindo bebê. Shura estava abraçado com Shina que exibia uma grande barriga. Aioria estava segurando a mão de Marin que estava repousando no leito, mas de olho em um casal. Pra ser mais especifico, para Milo e June.
- Ela é linda, não acha, amor?
- Pra mim todos bebes tem cara de joelho.
- Ei, Milo, está a fim de morrer é? Veja lá o que fala da minha menininha!
- Ihh! Marin, o Aioria vai ser um daqueles pais corujas.
- Ué, não pode não é? Pois eu pretendo ser mais coruja que ele...
- Vai sonhando, Shura... Meu gatinho aqui é tão coruja que queria até me ensinar como dar banho em Alisha.
- Mas é claro que tem que ser assim. E vocês Milo, June? Quando vocês pretendem colocar mais uma criança no mundo?
- Por mim, nunca!! Acha mesmo que vou ficar grávida pra ter que morar fora do santuário e este mocinho aqui fazer a festa por lá? Nem pensar! Sei que se por acaso eu me ausentar um único dia ele dá encima das garotas.
- Mas eu sou um santo. Não fiquei com mais ninguém depois que nos casamos...
- Isso porque ela prendeu uma coleira em você. Caso contrario, o santuário já estaria cheio de crianças atrás dele...
Aioria comentou gargalhando logo a seguir, sendo imitado por todos menos Milo que fazia uma cara de inocente injustiçado.
- Isso é injusto...
- E o seu, Shina? Está previsto pra nascer quando?
- Faltam dois meses aind. É mais cansativo estar grávida, enjoando com tudo, do que os velhos tempos de amazonas...
- Depois que ele nascer, te darei uma vida de princesa, do jeito que merece...
- Eu já disse que será uma menina! E seu nome será Kynthia.
- De jeito nenhum que um filho meu terá um nome que significa "nascido embaixo do signo de câncer"... O pessoal vai fazer gozação comigo. – escuta Milo dizendo: "Pelo menos chifres já tem na sua armadura" Shura olhou com cara feia pra ele, mas resolveu deixar pra lá. Sabia como o Milo era mesmo, mas que isso não ia ficar assim, não ia mesmo. Ele olha pra sua amada e diz – Alem do mais você não tem certeza ainda...
- Eu tenho certeza, sim senhor. Se o nome não for Kynthia, será Aletha.
- Eles vão começar de novo com essa discussão... Vamos voltar pro santuário agora, June.
O casal saiu do hospital acompanhado de Shina e Shura. Aioria permaneceu por lá até o dia seguinte, quando Marin teve alta do hospital. O Grande Mestre deu uma semana de folga pra ele. Aioros treinou seu aluno durante este tempo.
Santuário
- Eu estava esperando chegar a quarta-feira. – Shura dizia batendo o punho fechado contra sua outra mão aberta e com um sorriso de quem já previa sua vingança realizada no rosto - Milo, hoje você me paga por aquele comentário infame que fez no hospital.
- Ei, Shura! Vamos com calma... Foi só uma brincadeirinha...
- Ahan, sei... Não se preocupe, eu adoro brincar com a minha excalibur também. Quem sabe cortar o seu...
- Ei, isso é golpe baixo. Como é que eu vou... você sabe... com as garotas?
- Para sua sorte, Milo, June foi fazer uma visita a Marin.
- Ele só poderá dizer que teve sorte, Aioria, quando ele conseguir escapar da minha excalibur.
Milo já saia correndo, fugindo dos golpes do cavaleiro de capricórnio e gritando para tomar cuidado. Ninguém se agüentou ao ver aquela cena. Fazia tempo que os habitantes do santuário não sorriam desse jeito.
O mês se passou tão rápido que quase não dava pra notar. Apenas para Phebe e Saga é que o mês demorou a passar. Esses dois andavam com muitas preocupações.
Tudo estava normal no santuário, mas no casebre de Marin algo estava pra acontecer. Três guerreiros muito fortes arrombam a porta de sua casa. Marin que estava ninando sua filha neste momento levantou-se de supetão, já se preparando para lutar. Não sabia o que estava acontecendo, mas também não deixaria que nada acontecesse a Alisha, que acordou com o barulho. A pequena criança começou a chorar, deixando Marin mais nervosa ainda. Ela começa a lutar contra os guerreiros com toda força possível. Parecia uma leoa, com garras e presas, pronta a defender sua cria. O maior problema para ela naquele momento é que o espaço era pequeno demais para ela explodir seu cosmo. Poderia colocar a vida de sua filha em risco. Um dos guerreiros acerta de raspão suas costas com uma adaga. Marin nem reparou no estrago, e continuou lutando, todavia, não viu que mais um guerreiro apareceu, levando Alisha. Aos poucos eles começavam a sair do casebre. Marin achou isso tudo muito estranho. Quando foi ao berço ver como estava sua filha, deparou-se com este completamente vazio.
- Por deus, Alisha!! Eles a levaram...
Imediatamente Marin desvia-se de todos os obstáculos para sair do casebre. Porém Shina aparece na sua frente, totalmente fraca, e com sangue escorrendo por suas pernas.
- Marin, me ajuda... eu...
Marin ampara Shina antes que ela desse de encontro com o solo. Ela agora estava em um grande dilema: ou levava sua amiga para o hospital, e deixava pra procurar por sua filha depois, correndo risco de perder as pistas, ou deixava sua amiga naquelas condições que poderia resultar na morte dela e do bebê. Teria que se decidir rapidamente, ou poderia ser tarde demais. Colocou Shina nos braços e levou para o Hospital.
No santuário
Aioria e Shura estavam treinando com seus parceiros, Aioros e Aldebaran, quando sentem algo e saem correndo em direção ao vilarejo.
- Aioros, o que aconteceu para esses dois saírem correndo assim?
- Não sei. Estou sentindo um mau pressentimento quanto a isso... Espero estar errado.
No vilarejo
Aioria estranhou o fato da porta do casebre estar completamente destruído, entrou na casa sem pensar duas vezes, reparando que os móveis estavam todos revirados. Grita pelo nome de Marin, mas não obteve nenhuma resposta. Foi correndo ao quarto imaginando encontrar algo muito ruim. Chegando no berço ele ficou completamente desesperado em constatar que sua filha não estava ali. Nada de encontrar o corpo de nenhuma das duas. Uma pequena esperança veio a sua mente.
No casebre ao lado Shura adentrava pela porta da frente, esperando encontrar Shina. Chamava por sua amada, mas a única coisa que se podia ouvir era o silêncio. Ao chegar na cozinha seu coração disparou ao ver gotas de sangue no chão. Ele foi seguindo, sentindo seu coração apertar mais ainda a cada passo que dava. Essa pista o levava aos fundos da casa. Ele ficou temeroso em abrir a porta da casa e se deparar com o que não desejava ver. Tomou coragem abrindo a porta. Suspirou um pouco aliviado ao ver que se algo tivesse acontecido com ela, nesse momento Marin estaria cuidando dela. Foi aos fundos da casa de Marin e seu coração disparou mais ainda. Havia uma poça razoavelmente grande. Entrou na casa gritando pelo nome de Marin e de Shina. Só quem aparece na sua frente foi seu companheiro, Aioria.
- Pensei que ao menos Marin estaria na casa de Shina com Alisha...
- Marin também desapareceu? Por que alguém faria mal a uma mulher grávida?
- Vocês são os cavaleiros de Athena, correto?
- Quem é você? Nunca te vi por aqui...
- Calma, eu sou do Hospital Geral... Uma mulher chamada Marin disse pra eu enviar alguém ao santuário para chamar qualquer um de lá. Só que eu tive que passar aqui antes para pegar...
Aioria e Shura nem esperaram ele terminar de contar o que tinha pra dizer. Foram imediatamente para o hospital onde encontraram Marin sentada em uma cadeira na sala de espera. Quando ela percebe quem estava se aproximando, levantasse se abraçando com Aioria dizendo coisas desconexas.
- Eles a levaram, Aioria... Eu não pude fazer nada... a Shina...
- Quem são essas pessoas? A quem eles raptaram?
- Alguns guerreiros invadiram a minha casa...Eu lutei contra eles...
- Marin, o que aconteceu com Shina? O que esses guerreiros fizeram com ela?
- Nada... Quando eles raptaram Alisha... eu ia atrás deles, mas a Shina começou a se sentir mal e pediu a minha ajuda...
- Quem eram esses guerreiros, e por que a levaram?
- Eu não sei, Aioria. Eu me sinto tão frustrada por não ser capaz de defender a nossa filha... Ela é tão pequena...
Aioria abraçou Marin com mais força, tentando passar um pouco de segurança pra ela. Mas em seu intimo, seu coração parecia dilacerado. Não conseguia acreditar que isso estava acontecendo com eles. Aioria sentiu algo úmido e um pouco viscoso nas costas de Marin. Estranhou. Quando olhou para sua mão, constatou que era sangue.
- Marin, venha. Vamos cuidar desse ferimento.
- Não!! A gente tem que procurar Alisha! Eu quero a minha filha de volta...
Com seu histerismo, Aioria não teve outra opção, acertou-lhe um golpe para ficar inconsciente. Shura queria impedir que ele fizesse isso, mas foi rápido demais. Aioria a leva até um leito que estava no corredor, onde a deposita e sai a procura de um médico.
- Ela tem um ferimento nas costas, e não quer ser tratada porque está em estado de choque...
- Tudo bem, cuidarei dela. Vou aplicar um sedativo para deixá-la calma por algumas horas.
- E como está a minha esposa, doutor?
- A paciente demonstrou algumas complicações durante a gestação. Tivemos que fazer uma cesariana. É uma linda menina, e ela passa bem. Mas a sua esposa... – o médico deu uma pausa que deixou Shura totalmente angustiado – ...Perdeu muito sangue e agora encontrasse em coma induzido... Usamos esse recurso em pacientes que estão com o corpo muito debilitado. Não há o que se preocupar agora... Ela é uma mulher forte.
Mesmo o médico dizendo essas palavras para tranqüilizá-lo, Shura sentiu-se atordoado com a notícia. Ele fez uma visita a Shina e logo após foi ver a sua filha. Ela estava em uma incubadora. Shura ficou preocupado com o estado de saúde da criança, mas o médico afirmou que esse era o procedimento para casos de crianças que nasciam prematuras. Alguns minutos depois chegam Milo e June. Os dois escutam os relatos de Shura e Aioria atentamente.
- June ficará aqui no hospital com Shina e Marin. O Grande Mestre soube por um enfermeiro deste hospital sobre o que aconteceu. Mandou Shura voltar ao santuário para montarem um grupo de busca. Eu acompanho você, Aioria. Vamos encontrar sua filha.
- Eu não vou voltar ao santuário... Vou ajudar vocês dois.
Shura estava se sentindo um pouco culpado pela questão de Shina ter precisado da ajuda de Marin em um momento tão crucial de sua vida. Ele queria pagar por isso, e seria encontrando a filha de seu amigo. Os três saíram, separando-se na entrada do hospital. Eles pretendiam cobrir a maior área possível.
No santuário o Grande Mestre ordenou que Máscara da Morte fosse a Asgard para ver se descobria algo; ao cavaleiro de peixes foi incumbido de procurar por Sorento o general marina. Aioros foi enviado ao lugar onde Saga encontrou o bebê Shion, e por ultimo Aldebaran que ficou pelas redondezas do santuário, perguntando a todos sobre o que viram. Phebe desobedeceu ao Grande Mestre e saiu à procura também, só que em lugares muito distantes, onde os cavaleiros não estavam procurando. Na defesa do santuário só restaram Mu, Shaka, Kanon, Kamus, o Grande Mestre e os aspirantes a cavaleiro. Quanto ao hospital, com Marin adormecida pelos tranqüilizantes e Shina em coma, só restou apenas June para cuidar de um possível ataque.
Continua...
Sou má, podem dizer. Parei logo na melhor parte XD. Não se preocupem, logo postarei Capitulo XI – O seqüestro parte II.
Não esqueçam de comentar.
Beijos pra todos e até o próximo capitulo.
