Historia UA (Universo Alternativo). Baseado na história de Rumiko Takarashi "Inuyasha" (Todos os direitos reservados). Essa fic não possui fins lucrativos.
Entre o Céu, a Terra e o Inferno
Capitulo 31 – Batalha
Lory chegou correndo até a prisão do céu. Em seu ombro trazia Myouga, uma pequena pulga, porém falante e conhecedora dos mais magníficos segredos de todos os mundos. Assim que os dois chegaram até a cela de Kouga, Lory finalmente colocou o amigo no chão:
- E então Kouga, o que quer com ele? – Perguntou Lory.
- Você é a famosa pulga conhecedora de todos os mistérios, não é? – Kouga perguntou olhando para o chão.
- Sim, eu mesmo! – Myouga disse confiante.
- Então...- Kouga disse mais baixo – Você deve saber como se sai da aqui, não é?
- Por que eu deixaria anjos presos saírem da cadeia? – Ele questionou desconfiado.
- Por que nós fomos presos sem motivo algum! – Disse Sango – E adoraríamos que você nos desse ajuda!
- Duvido que tenham sido presos injustamente! – Ele ainda dizia confiante.
- Desse jeito nunca sairemos! – Miroku afirmou.
- Myouga...- Lory o pegou gentilmente e cochichou algo no ouvido dele, Myouga ouviu todo com atenção, fazendo até cara de surpreso algumas vezes – Entendeu?
- Compreendo! – Ele balançou a cabeça afirmativamente – Então vocês são amigos o filho do senhor Inuytaisho, porque não me disseram antes?
- Quem é Inuytaisho? – Perguntaram os três em uníssono.
- Vão me dizer que nunca ouviram falar do nome dele?!
- Não mesmo! – Disse Kouga – E olha que eu sou o mais velho daqui!
- Todos eles vieram do tempo em que o Inuytaisho já estava sobre a pena humana! Por isso eles não o conhecem! – Afirmou Lory.
- Mesmo assim! Como não podem conhecer o antigo rei do exercito de Ira?! – Ele dizia inconformado – Mas quanta falta de cultura!
- Espera um pouco, eu o conheço! E por sinal, ele já voltou para o inferno! – Disse Miroku tentando abafar a situação.
- JÁ?! – Myouga disse incrédulo – Preciso ir rever o senhor Inuytaisho! – Myouga já ia sair pulando, mas todos o detiveram.
- E QUANTO A GENTE?! – Perguntou os três presos.
- Ah é! – Se virou Myouga – Olha, não tem nenhum jeito fácil de se livrar dessa prisão, porém um de vocês tem algo que os ajudara muito! Uma coisa horrível que os ajudará! Agora se me dão licença, vou indo embora! – Sem que ninguém pudesse dizer mais alguma coisa, Myouga foi embora, a procura de seu antigo mestre. Infelizmente ele deixou 4 anjos muito confusos pra trás.
- Eu não tenho nada que possa nos tirar daqui! – Disse Kouga.
- Muito menos eu! – Afirmou Lory.
- Não, temos que pensar sobre o que ele estava falando! – Disse Sango – Lembrem-se de que era uma coisa horrível!
- Eu sei, mas o que poderia ser? – Questionou Miroku. Todos se perguntavam a o que a pulga havia falado. Mas nada, absolutamente nada lhe vinham à mente.
Enquanto isso, Kagome seguia Suikotsu. Este a levava até um dos portões do céu. Os dois permaneceram calados durante toda a viajem, e Suikotsu só resolveu falar quando eles chegaram ao redor de um poço. Para quem o conhecesse, sabia que lá era onde se mostrava as cenas do que estavam acontecendo pelo planeta :
- Kagome, eu tenho uma missão muito importante pra te dar! – Ele disse sério.
- E qual é?! Sabe que vou cumpri-la custe o que custar! – Suikotsu sorriu – Só acho estranho ser você e não o Bankotsu que veio me passar essa informação!
- Bankotsu está ocupado no momento! – Ele disse desfazendo o sorriso – Então, está preparada?
- Estou!
- É uma missão muito importante! E o trabalho que eu vou te passar, é muito perigoso! Você terá de destruir esse demônio, ele é muito forte, e está aniquilando muitas pessoas na Terra! – Ele olhou para o rosto dela - Só você pode fazê-lo! Portanto eu preciso que seja você!
- Sem problemas, eu farei o trabalho! Mas, que demônio é esse? – Suikotsu passou a mão por cima da água do poço e mostrou a Kagome à cena que estava acontecendo. Era horrível. Inuyasha estava entre uma aldeia africana mandando 100 soldados do exercito destruírem basicamente o local completamente. Kagome ficou horrorizada, nunca vira um demônio conseguir controlar tantos humanos ao mesmo tempo. Ela também via crianças serem machucadas. Aquilo feria o coração e Kagome. Odiava ver crianças sofrerem. Teria de pará-lo né que fosse a ultima coisa que fizesse.
- Entendeu a gravidade da situação? – Suikotsu olhou para ela, ela sem retirar os olhos do poço afirmou com a cabeça – Então, pode ir!
Kagome abriu um portal e foi até onde Inuyasha estava. Iria pará-lo. Só não sabia como.
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- Kukuku! – Riu Naraku enquanto observava a cena pelo espelho de Kanna – Que ótimo trabalho que nosso Inuyasha está fazendo, não é?
- Com certeza! – Sorriu Bankotsu
- Aqui está entediante! Eu queria estar no lugar de Inuyasha! – Reclamou Jakotsu.
- E se nós fossemos ver a luta ao vivo e a cores, em? – Perguntou Kikyo ao mais novo 'amigo'.
- Até que não seria má idéia Kiky-chan! – Sorriu o homem. Jakotsu abriu um portal para onde estava Inuyasha – Vamos logo que eu não quero perder nada! – Jakotsu puxou Kikyo pelo braço e os dois foram até o tal lugar. Renkotsu viu os dois colegas saírem com um olhar Invejoso.
- Por que não vai lá também, Cobiça? – Perguntou Kaguya – Se você quer tanto ir, vai!
- Claro que não quero! Pra que ficar gastando energia voando se posso assistir daqui?
- Ta bom, não ta mais aqui quem falou! – Respondeu a morena.
– Agora falta muito pouco para os portões se abrirem, e finalmente destruirmos esse inútil planeta Terra! Ah, Naraku?
- Que?! – Ele perguntou sem tirar os olhos do espelho.
- Já seria bom chamar os demônios até o portão, não é?– Naraku o olhou de canto.
- Finalmente. – Disse ele. Bankotsu riu por fim.
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Kagome chegou ao local, aquilo inalava um horrível odor de sangue, cuja fazia quase passar mal. Ela voou procurando o tal demônio que tinha de deter. Logo o encontrou. Ele estava com as garras cheias de sangue e um olhar maquiavélico. Kagome até teve certo arrepio ao olhar para ele.
-Hei...- Ela disse um pouco nervosa, mas logo levantou a voz - HEI?! DEMÔNIO! – Inuyasha escutou a garota o chamar. Ele reconhecia aquela voz. Reconhecia aquele cheiro. Era a garota culpada por ele não se lembrar de nada. Era a garota culpada por ele ter aquela horrível cicatriz no busto. Era ela por quem ele nutria um ódio estrondoso.
- Huhuhu! – Ele riu se virando lentamente para ela – Quer dizer então que você é a famosa Kagome, não é? – Ele perguntou debochado.
- ..Sou eu mesma! – Inuyasha riu novamente.
- Que bom! Assim posso fazer você pagar pelo que me fez! – Sem que Kagome percebesse, ele já estava atrás dela, dando-lhe um chute as costas cuja fez bater em uma arvore.
Kagome caiu no chão depois do impacto. Por pouco ela não ficara inconsciente tamanha fora a força de Inuyasha. Ela se levantou com dificuldade, ainda cambaleado um pouco ajeitou as asas, e voltou a voar. Assim ela pegou um arco e flecha acertando uma delas no braço de Inuyasha. Ele não reclamou de dor, simplesmente tirou a flecha de lá e a quebrou no meio. Kagome então lançou outra flecha, essa somente pegou na blusa dele de raspão, já que ele havia desviado.
- Ta tentando me ferir? – Ele riu – Não vai ser tão fácil assim!
Mais uma vez ele estava atrás de Kagome, porém dessa vez ela conseguiu desviar a tempo de somente recebeu um soco de raspão nas cosas. Doera, mas menos que o ultimo golpe.
Ela então empunhou sua espada. Inuyasha (ainda entre risos) fez o mesmo. Eles ficaram se encarando por um tempo até que Kagome resolveu avançar. Quando ela estava quase chegando perto dele ele foi um pouco para a esquerda desviando do ataque. Assim ele fez um corte de raspão no abdômen da moça. Ela recuou um pouco, pos a mão no fermento mas pouco se importou. Levantou a espada novamente e correu até Inuyasha na esperança de conseguir acertá-lo, sem sucesso. Tudo que ganhou foi um soco na barriga, que a fez perder o equilíbrio do vôo e cair no duro chão. Mais uma vez Kagome tentou se levantar, mas antes que conseguisse veio Inuyasha às pressas a jogando mais longe ainda com um outro soco.
Ao longe, Kikyo e Jakotsu assistiam aquela luta sentados em uma arvore (Kikyo em um galho um pouco mais alto que Jakotsu), o ultimo estava empolgado:
- Ah! Bem mais interessante assistir ao vivo e a cores! – Jakotsu sorriu.
- É, sim! – Disse Kikyo meio de automático. Ela estava mais interessada na luta. Se lembrar de que Inuyasha a tinha trocado por ela fazia sua inveja crescer, consequentemente seu ódio também. Mas ela se aliviava a cada golpe que Kagome levava.
- Você deve estar se divertindo, afinal está vendo sua rival amorosa apanhar!
- Que mane rival amorosa Jakotsu! – Disse Kikyo brava.
- Gula pra você! – Ele disse indiferente – Mas é uma pena ver um homem tão bonito como o Inuyasha com aquele machucado no braço! – Jakotsu disse sem tirar os olhos da luta. Por isso não viu o olhar espantado que Kikyo o lançasse.
- Você é esquisito!
- AH! Porque todo mundo me fala isso? – Ele choramingou. Kikyo bufou e desaprovação.
Assim que Kagome bateu na outra arvore, Inuyasha se aproximou dela rindo diabolicamente. Seu sorriso não se desfazia, e tudo que ele queria era mata-la. Precisava derramar sangue, e se esse sangue fosse o dela, melhor ainda. Iria se livrar de alguém que o fez esquecer de tudo que aconteceu em sua vida, de acordo com as palavras de Naraku.
Ele chegou completamente perto dela, a garota tentava se levantar com dificuldade, mas cambaleava e por diversas vezes caia no chão. Viu o demônio se aproximar dela vagarosamente, talvez para aumentar ainda mais o sofrimento dela, talvez para vela sofrer toda vez que caia e colocava a mão no ferimento do abdômen. Ela o olhava nervosa, mas muito amedrontada, nunca tinha visto um demônio como aquele e para sua surpresa, assim que ele estava perto o suficiente para bate-la, riu alto mais uma vez:
- Quer desistir, ou vai lutar mesmo por estas criaturas que na merecem um pingo de compaixão?
- Não...vou...deixar...matar mais! – Ela disse quase sem voz. Nesse momento Kagome sentiu algo reviver seu estomago, e sem querer ajoelhou-se no chão cuspindo sangue.
- Se olha primeiro garota! Você está praticamente morta e ainda quer lutar por esses seres insignificantes? Me poupe. – Ele a levantou pelos cabelos, ainda expressava o sorriso de vitória – Vou te dar mais uma chance, anja, deixe eu mata-los que eu deixo você ir!
Kagome não tinha muita escolha, talvez deixasse mesmo eles serem mortos. Mas olhou para as crianças apavoradas e acabou vendo uma delas ser ferida bem em sua frente. Não deixaria aquilo ficar assim, teria de lutar nem que pra isso morresse no final. Por isso, com poucas das forças que tinha, deu um tapa no rosto de Inuyasha, que acabou fiando avermelhado. Ele, pelo susto soltou-a e massageou sua face agora marcada.
- Hora, como ousa bater em mim?! – Ele perguntou furioso.
- Crianças...não merecem morrer. – Foi tudo que ela conseguiu dizer.
Inuyasha jurou a si mesmo que não deixaria ficar daquele jeito. Abriu um portal e arrastando Kagome pelo braço foi parar em outro lugar, um lugar onde ele poderia mata-la se a interferência dos humanos que corriam.
- AH?! PRA ONDE ELES FORAM?! – Reclamou Jakotsu enquanto pulava da arvore.
- Sei lá! – Kikyo disse ainda deitada no galho – Mas nós vamos encontra-los!
- Entretanto, agora temos que nós reunir aos outros, afinal a morte da Terra se aproxima! – Ele disse divertido. Ela abriu um portal de foi para inferno, Jakotsu fez o mesmo.
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Sesshomaru, ao chegar ao inferno, estranhou estar tudo tão calmo. Parecia que estava deserto. Ou estava perdendo uma reunião, ou algo muito estranho acontecia por ali. Então usou seu faro apurado e percebeu que todos os demônios estavam na região Sul do inferno, onde ficaria o portão principal. Quase levantou vôo quando escutou seu nome ser chamado por um guarda:
- Sesshomaru, a alguém na cadeia que quer falar com você!
- Quem? – Ele perguntou firme.
- Um casal! – Sesshomaru estranhou. Até podia saber quem era a mulher, mas não quem seria o homem.
Sem dizer nada a mais, Sesshomaru seguiu o soldado até a prisão, e no meio do caminho nenhum dos dois trocou qualquer palavra.
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- Certo...e sua espada Kouga? – Perguntou Sango apontado para o homem.
- Nada feito! Ela é somente uma espada comum!
- ...e você Lory? – Sango insistiu.
- Eu não tenho nada! –
Os 4 ainda tentavam saber sobre o que Myouga havia falado, sem sucesso. O único que não se manifestava era Miroku, que pensava amargamente se poderia ser aquilo. O portal direto para a morte eterna que estava fincado em sua mão direita. Mas se fosse, não queria usar. Porém, não tinha escolha.
- Eu acho que sei! – Miroku disse finalmente levantado do chão. Ele já tirava a luta que servia como uma espécie de lacre, quando Kouga o interferiu.
- Miroku...tem certeza de que deve usar isso? – Ele perguntou medroso. Miroku afirmou com a cabeça e prosseguiu.
- Confiem em mim!
Sango não entendia nada, já Lory podia até ter uma idéia, mas somente Kouga sabia o quanto aquele poder era destrutível. Já vira a coisa e não queria ver novamente. Mas sua Kagome estava em perigo, e nem que fosse morto estaria disposto a ajudá-la, não importasse as circunstancias.
Miroku tira-la a luva e ainda sim sua mão era lacrada com uma espécie de pano branco amarrado com um nó pelas extremidades ele desfez aquele laço e lentamente tirava o tecido já virando sua mão para a grade. Pediu para Lory se afastar, e assim que tirou por completo, nem Sango, nem Lory acreditaram no que viram.
Era o próprio saibuso que saia da mão de Miroku, com uma força inacreditável. Puxava a grade com tanta força que aos poucos foi cedendo e entrou com tudo dentro da mão de Miroku que não expressou nenhuma dor. Assim, ele pois a fita braça por cima do buraco e fez o mesmo procedimento nas outras duas grades, tomando muito cuidado para que nem sango, nem Kouga fossem junto. Quando terminou, fechou o buraco da mesma maneira que estava antes de abri-lo, e caiu exausto no chão.
- Miroku, você está bem? – Perguntou Sango pondo a mão nas costas do namorado.
- Não muito! Essa passagem acaba com as minhas energias!
- Imaginei! – Disse Kouga.
Ele precisava saber como estava Kagome, nem que pra isso teria de deixar os amigos sozinhos por enquanto. Assim alçou vôo se despedindo dos pessoal dizendo o que iria fazer. Assim foi procurar Kaede, e isto acabou levando mais tempo do que ele esperou.
Quando a encontrou, ela estava pensando no porque Suikotsu teria chamado Kagome para uma missão sendo que a garota mal acabara de chegar no céu. Algo lhe dizia que os dois, Bankotsu e Suikotsu, estavam planejando algo horrível. E suas conclusões foram mais aceitas por si mesma quando viu Kouga apavorado voar até ela:
- Kaede, cadê a Kagome?!
- Eu não sei! – Ela disse ficando preocupada – Pra que quer saber?
- O Suikotsu levou ela da prisão, e eu...- Ele não conseguiu terminar, pois Kaede o interrompeu.
- Prisão?! Que estória é essa?
- Acontece que, Suikotsu deixou eu, Sango e Miroku presos na cadeia pra tirar Kagome de lá e sabe-se lá fazer com ela!
- Estavam na cadeia por que?! – Ela perguntou desconfiada
- Sei lá! – Kouga dizia cada vez mais preocupado. Ele sentia que sua Kagome não ia bem, e precisava encontra-la o mais rápido o possível.
- Ela está em missão!
- AONDE?! – Ele gritou.
-Eu não sei! – Kaede pausou por um momento – Mas até eu estou afim de descobrir!
Os dois foram até o poço come-ossos, um lugar onde os anjos podiam saber o que estava acontecendo na Terra, e encontrar também anjos e humanos que estavam por lá. Kaede voava apressada, queria saber o que estava acontecendo, até mais que Kouga. E temia pelo pior.
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Sesshomaru chegou até o presídio. E do mesmo modo que entrou curioso, ficou mais ainda quando viu seu pai dentro de uma cela, ao lado da cela de Kagura. A diferença era que seu pai não recebia as chicotadas, mas era horrível do mesmo jeito.
O guarda deixou Sesshomaru lá sozinho e voltou para seu posto. Já o demônio estava um pouco desconfiado do que eles iriam lhe falar:
- Sesshomaru, por favor, não vá com eles! – Implorou Inuytaisho.
- Com eles quem? - Sesshomaru perguntou confuso.
- Com os outros demônios, os que estão indo para a Terra! – Sesshomaru estranhou mais a afirmação de Kagura do que a pergunta de seu pai – Não vá destruir lá, pense na Rin! – A expressão de Sesshomaru mudou para uma de preocupação, o que estaria acontecendo afinal?
- Que querem dizer com isso?
- Sesshomaru..- Disse Inuytaisho um pouco cansado – os donos dos 7 territórios estão planejando dominar a Terra! Eles vão abrir o portal para lá com a ajuda de um dos anjos do céu, agora quem eu não sei!
- Como?! – Sesshomaru gritou, mas aos poucos retomou a compostura – Quer dizer que eles vão invadir a Terra como criaturas de carne e osso e não mais espíritos!
- Exatamente! – Disse Kagura – É por isso que eu estou aqui! Eu fui contra a essa loucura! – Sesshomaru sabia o quanto isso era perigoso, dessa forma a Terra estaria destruída em menos de uma semana, e sua Rin provavelmente morreria.
- A esta altura eles já conseguiram praticamente abrir o portal, mas tem uma forma de detê-los!
- E qual seria? – Sesshomaru perguntou, faria de tudo para que pudesse salvar sua Rin.
- Temos de fazer o Inuyasha voltar ao normal, já que agora ele está como um diabo completo!
- E como faremos isso, senhor Inuytaisho? – Perguntou Kagura, que disso não sabia.
- Precisamos achar a Tetsusaiga!
Continua...
N/A:Gente, aqui está o novo cap!
Agradeço MT q v6 ainda leiam a minha fic, por favor continuem lendo ^^
Beijos e até a próxima!
