Historia UA (Universo Alternativo). Baseado na história de Rumiko Takarashi "Inuyasha" (Todos os direitos reservados). Essa fic não possui fins lucrativos.
Entre o Céu, a Terra e o Inferno
Capitulo 32 – A Busca Pela Fórmula Do Salvamento
Bankotsu já se aproximava da porta principal. Era ele quem teria de abrir os proibidos portões para a Terra. Caminhava de maneira meio apressada, afinal havia esperado por aquele dia a tantos anos. Estava ansioso, alegre, maquiavélico.
Se aproximou dos portões primários, não sabia que tantos demônios viriam. Afinal, o motivo não era revelado, mas todos eles não pareciam muitos satisfeitos, porém Naraku sabia que assim que soubessem a razão, ficariam eufóricos, até mais que ele mesmo, olhou para o lado e viu seu amigo Orgulho se aproximar. Só faltava ele, os outros 6 estavam lá. Orgulho se aproximou com um sorriso amarelo no rosto, precisava falar aquilo agora, contar a verdadeira razão de estar ali. Por isso, usou todo o ar de seus pulmões para falar as palavras que havia ensaiado há tanto tempo.
Os demônios acharam estranho, eram poucos aqueles que haviam visto Bankotsu como anjo, e muito menos como demônio, já que quem cuidava do território de Orgulho acabava sendo Naraku, pois o tal dono nunca aparecia. Assim que ele começou a proferir as palavras, notaram que a coisa seria muito séria, e talvez interessante.
- CAROS DEMÔNIOS AQUI PRESENTES, CREIO EU QUE DEVEM ESTAR ACHANDO AQUI UMA VERDADEIRA VINDA INÚTIL, MAS ASSIM QUE SOUBEREM NOSSAS INTENÇÕES, PERCEBERAM QUE TODOS VOCÊS TERÃO O MELHOR DIA DE SUAS VIDAS! – Uns gritos de vai logo foram ouvidos, Bankotsu não se importava, queria dizer aquilo da maneira que queria – SOMENTE OS QUE ESTÃO AQUI IRÃO PARTICIPAR DO MAIOR EVENTO OCORRIDO ATÉ ENTÃO, A DESTRUIÇÃO FINAL DA TERRA! – Gritos de entusiasmo, Bankotsu riu – PRA ISSO, EU ABRIREI OS PORTÕES DO INFERNO, E JUNTOS PODEREMOS IR PARA A TERRA!
Os demônios ficaram ainda mais alegres, agora queriam ir para lá de qualquer jeito, matar todos aqueles que os fizeram mal, ou somente queriam mata-los por diversão.
Bankotsu olhou para frente, neste momento Kanna apareceu trazendo seu espelho. Aquela era uma razão fundamental para o plano dar certo. Naraku falou algumas palavras em uma estranha linguagem, e assim os portões se abriram, mas antes que pudesses chegar as portas mais da frente, havia um guardião, um que era protegido com uma poderosa barreira, ele era quem separava o mundo dos mortos com o mundo dos vivos, seu nome era *Mimisenrei
- O que desejam? – Ele perguntou.
- Nós queremos que o senhor possa finamente deixar os demônios passarem para o outro mundo! – Disso Bankotsu prontamente – Afinal, o amor entre Inuyasha e Kagome não existe mais!
- Com que intuito?! Afinal, a junção do ódio de um demônio e um anjo poderia me fazer abrir, mas o amor de um anjo e um demônio me impedem! Como sabe que o amor de Kagome e Inuyasha se desvencilhou?
- KANNA! MOSTRE A ELE QUE EU ESTOU FALANDO A VERDADE, E QUE NESTE MOMENTO, INUYASHA E KAGOME SE ODEIAM!
Kanna fez com que seu espelho lança-se uma luz poderosa. Então, de dentro dele foi possível aparecer o que se passava com o casal naquele exato momento.
.O.O.O.O.
Inuyasha trouxe Kagome até uma região do deserto. O calor não incomodava, já que eles mesmos não sentiam. Ele a jogou no chão, ela ainda estava fraca, não sobreviveria por muito mais tempo.
- Huhu! Olha só seu estado garota, tem certeza que não quer desistir? – Ele perguntou orgulhoso.
- Não...- Ela disse quase sem voz, o sorriso maligno de Inuyasha aumentou.
- Como quiser, anjinha! – O ultimo nome fora pronunciado com desgosto.
Ela recebeu um doloroso tapa no rosto. Aquilo doía, mais internamente do que por fora. Ela não sabia dizer, mas algo nele, naquele estado, a fazia estremecer, seu corpo doía só de pensar que ele a odiava. Mas quem era ele? E por que ele a fazia se sentir assim? Porém, não deu tempo de pensar em mais nada, e Kagome levou um outro tapa na cara.
Inuyasha se divertia com a situação da menina. Não sentia pena nem ao menos remorso. Só queria ver ela destruída, humilhada, e depois de tudo, morta.
- Keh! Que anja mais fraca que me arranjaram para matar!
Inuyasha socou mais uma vez o tórax da jovem. Esta, bateu contra o chão fazendo a areia voar sobre seus olhos, dificultando um pouco a visão. Ela tentou se levantar, mas sentiu uma dor imensa no abdômen, assim caindo ajoelhada no chão. Só então ela percebeu que sua costela estava quebrada. A dor era insuportável, e agora, demoraria muito para que seu osso voltasse ao normal.
Vendo que a anja não se manifestava, Inuyasha andou vagarosamente até ela. Ampliou suas garras e sorriu mostrando seus enormes caninos. Ela iria pagar muito caro por tê-lo feito perder a memória. E agora, ele iria matá-la de uma vez só.
- Agora vou mostrar de que meu ódio é capaz! – Ele sorriu diabólico.
.O.O.O.
Kouga e Kaede finalmente chegaram até o poço come-ossos. Kaede falou algumas palavras e Kagome foi achada, junto dela estava um Inuyasha que nem Kaede, nem Kouga esperavam. Pelo visto, algo de muito ruim estava acontecendo na Terra. Kaede ficou surpreso com o estado de ferimentos da garota, eram horríveis e ela parecia que morreria logo. Kouga ficou cheio de raiva, por que Inuyasha estaria a machucando daquela forma?
Kaede não demorou muito para entender toda a situação. Assim que botou os olhos em Inuyasha, percebeu que ele estava como um demônio completo. Agora o motivo ela já desconhecia, mas havia alguma coincidência entre isso e a memória roubada de Kagome. Aquela briga não era nem um pouco necessária, a menos que alguém quisesse prová-los que eles se odiavam:
Kouga já iria abrir um portal para salvar sua amada e dar uns bons trocos em Inuyasha, mas Kaede parou-o com sua voz:
- Não mate o Inuyasha, ele não está normal!
- Deu pra perceber, ele ta como um demônio agora, machucando a Kagome de uma maneira cruel!
- Kouga, você não entendeu! Ele não está nem um pouco como antes! Ele está como um demônio completo! Caso você não saiba, ele era um meio demônio, e agora o Inferno o transformou em um demônio completo! Não sei o motivo, mas provavelmente a perda da memória da Kagome e isto estejam ligados! – Kouga a olhava surpresa, mas precisava impedir que Inuyasha ferisse Kagome ainda mais, se não a garota morreria.
- E o que eu faça então? Espere ela morrer?! – Ele perguntou sarcástico.
- Detenha Inuyasha o quão puder, mas não o mate! Minha intuição me diz, que se você mata-lo, algo muito errado vai acontecer! – Ela olhou-o pesarosa.
Kouga assentiu com a cabeça, e assim foi ajudar a amiga. Já Kaede tentava entender a situação, e aquilo só a vazia pensar no óbvio: os demônios iriam abrir o portal para a Terra! O problema era: qual anjo teria se unido há eles para tal feito?
.O.O.O.
Kanna desligou o espelho. Mimisenrei podia não ver, mas ouvia muito bem. E com isso, já percebera que os dois não se gostavam mais. Prestou um pouco de atenção na Terra, seus ouvidos captaram os sons da batalha entre Inuyasha e Kagome. Os demônios não estavam mentindo, os dois agora se odiavam. Não vendo outro método, teria que ceder:
- Está bem, me convenceram! – Mimisenrei falou sério – Mas há uma regra: vocês só poderão ser completamente libertados daqui à uma hora! Por agora, vocês irão conseguir ser vistos e sentidos pelos sensitivos. Mas assim que exatamente der sessenta minutos, a Terra inteira poderá vê-los.
Mimisenrei abriu uma passagem gigantesca. Os demônios estavam todos eufóricos com a novidade e a possibilidade de poder destruir completamente a Terra. Mas os mais satisfeitos eram mesmo Naraku e Bankotsu. Após tantos anos de planejamento e procura, finalmente eles viam o trabalho árduo e cansativo surtir efeito.
.O.O.O.
Sesshomaru, Kagura e Inuytaisho haviam conseguido enganar os guardas. Agora estavam na Terra tentando achar onde se localizava a Tetsusaiga. Ela era o único meio de fazer Inuyasha voltar ao normal. Mas teriam de fazer isso em menos de dez minutos, ou o efeito dos poderes seria permanente. Assim que pisaram sobre o solo dos humanos, Inuytaisho já se aprontou em perguntar:
- Vai Sesshomaru, de onde você consegue senti-la.
Sesshomaru estanhou a pergunta. Ele sabia que podia senti-la, mas desde que Inuyasha a escondera, não havia mais presenciado a aura do artefato. Ponderou um pouco antes de Inuytaisho se aborrecer:
- Vamos Sesshomaru, onde ela está?!
- Inuytaisho, eu não sei onde ela está. Não consigo senti-la.
Inuytaisho só então entendeu a situação. Inuyasha não queria que Sesshomaru encontrasse a Tetsusaiga, por isso o sistema de auto-localização não funcionaria. Teria de usar a lógica, ou então passariam a vida inteira procurando pela espada.
- Isso torna tudo bem complicado. – Inuytaisho falou pensativo – Por um acaso, você tem alguma idéia de onde ele possa estar?
- Não, já procurei em todos os lugares existentes na Terra, e nunca achei nenhum vestígio de nada!
- O Inuyasha é realmente muito esperto! – Afirmou Kagura.
- Pena que eu não pude ver o quão esperto ele é!
- Senhor Inuytaisho, não chore sobre o leite derramado! – Disse Kagura determinada – Nós vamos encontrar essa tal Tetsusaiga, e assim que conseguirmos,vamos salvar Inuyasha e todo o resto da humanidade!
Kagura deu alguns passos até a primeira loja que viu. Só então foi possível perceber o sotaque francês do vendedor. Apesar de estarem no Brasil, alguns estrangeiros iam lá de vez em hora armar alguma barraquinha de vendas.
Enquanto Kagura pedia algo pra comprar, Sesshomaru tentava resolver o mais novo mistério. Kagura detestava os humanos igualmente como ele. Então, como ele, não tinha motivos para apreciar tal raça que desde sempre se considerava inferior. Aquela face de preocupação não deixava duvidas. Uma pergunta com somente uma resposta: Kagura havia se apreciado por um humano. Qual? Sem idéias.
- Nós três fomos vitimas do mesmo problema! – Sesshomaru olhou para o rosto do pai, que aparentava um ar de culpado – O amor pela criatura proibida, o amor por um humano. – Sesshomaru ficou mudo com aquela afirmação. Apesar de estar negligenciando o pai, estava fazendo o mesmo que ele: salvando os humanos, por amor a um só. Um amor suficiente para causar dor de cabeça a qualquer demônio – Mas seu irmão foi mais grave. Se ele ainda tivesse sua plena consciência, provavelmente estaria se contorcendo de raiva por si mesmo. Se ele conseguir recuperar a vontade própria, se culpara amargamente pelos machucados daquela anja! - Ele estava certo, e Sesshomaru não tinha argumentos para qualquer manifestação – É uma pena que ele não saiba que essa é uma falsa está regra entre os anjos e os demônios não poderem se amar!
Sesshomaru levou um choque. Que diabos era aquilo agora? Como assim a regra era falsa? Então, por que da pena? Então, por que dos problemas? Por que de sempre falarem para demônios não se envolverem com anjos?
- Falsa? – Ele se perguntou.
- Sim. Humanos com demônios são proibidos, mas anjos e demônios não. – Kagura apareceu segurando uma sacola. Mesmo sendo uma ex-líder de territórios, ainda podia ser vista por qualquer humano – Essa tal regra nunca existiu. Foi somente uma maneira que os anjos e demônios encontraram de prevenir que a profecia se concretizasse.
- A profecia...- Sesshomaru repetiu.
- Todos os lideres e somente eles, tanto do território angelical, quanto do demoníaco, mentem para seus ajudantes que essa falsa regra existe. Mas isso foi um acordo que nós, demônios, fizemos com os anjos lá por volta de 5000 a.C. naquela época, essa estória que um anjo se aliaria com um de nós estava em alta. Por isso, falamos que estava proibido um envolvimento emocional entre nós e os anjos pra ninguém, ninguém mesmo se envolvesse. Mas acontece que, como Naraku e Bankotsu sabiam da farsa, se uniram. E isso abriria o portal. Mas como na profecia, o amor entre um anjo e um demônio iria os impedir.
- O ódio de um anjo e um demônio destruiria a Terra, mas o amor de um anjo e um demônio a salvará. – Disse Sesshomaru por fim.
O silencio pairou sobre os três. E somente terminou quando Inuytaisho resolveu perguntar o que Kagura havia pego.
- Que isso na sacola Kagura? – Ela pegou um pedaço de papel e um lápis.
- Nosso único jeito de entrar no céu.
Sesshomaru e Inuytaisho já haviam entendido o plano de Kagura. Bastava agora saber se daria certo.
.O.O.O.
Kaede estava preocupada com Kagome. Sempre gostara muito da garota, e nunca quis manda-la para a Terra por causa de uma regra que nunca existira. A culpa a corroia todos os dias, e sempre que pensava que agora ela estaria sofrendo por culpa de outro anjo, o peito de Kaede doía mais e mais. Iria fazer o outro anjo pagar, e muito caro.
Mas fora tirada de seus devaneios quando Sango e Miroku foram falar com ela:
- Senhora Kaede! – Disse Miroku um pouco cansado – Será que senhora poderia nos dizer o que esta acontecendo?
- Olha Miroku, a única explicação, é de que algum anjo se aliou aos demônios para abrir o portal entre o Inferno e a Terra! – Miroku ficou apavorado. Não poderia imaginar como faria dali para a frente para parar a destruição da Terra.
- Como assim? O que vai acontecer? – Perguntou Sango assustada com o olhar do amado.
- Se isso acontecer Sango...- Kaede fez uma pausa, logo continuou – A Terra será destruía antes mesmo de um piscar de olhos! – Sango quase desmaiou, pensou no irmão, e o que aconteceria com ele.
- E agora, o que vamos fazer? – Perguntou ela.
- Precisamos achar onde Suikotsu escondeu a memória de Kagome!
- Mas a gente nem sabe por onde começar!
- Bem, eu...- Kaede iria falar, quando um dos guardas a interrompeu ao chama-la.
- Senhora Kaede, não sei nem por que estou te chamando, mas há três demônios no portão que queriam ver qualquer líder de território. Como você é a mais experiente, pensei que você poderia...ir falar com eles!
Kaede já pensava no pior. Imaginava que seria algum querendo matá-la. Para que a luta ficasse mais justa, pediu que Sango e Miroku lhe fizessem companhia. Voaram rapidamente até os portões, já de prontidão para que pudesse ter de realizar uma batalha por lá mesmo. Chegou até lá cansada, e só achou estranho o fato dos três estarem tão calmos:
- Senhora, nós...- Inuytaisho tentou falar, mas fora interrompido pela idosa.
- Quem são vocês, e o que querem aqui? – Ela disse firme.
Inuytaisho já se aprontaria para falar, mas estreitou os olhos quando percebeu que Miroku, sim seu antigo sobrinho Miroku, estava ao lado de Kaede, o olhando curioso e espantado.
- Miroku, não vai me dizer que até você é anjo?!
- Sim tio, até eu! – Ele expressou um sorriso abobado. Kaede pareceu ficar mais aliviada ao saber que os dois se conheciam – E vejo que o Sesshomaru está com você.
- Olha, desculpa interromper a conversa de vocês, mas precisamos usar seu poço come-ossos!
- E por qual razão? – Perguntou Kaede a estranha mulher.
- Precisamos achar a Tetsusaiga. Este é o único modo de fazer o Inuyasha voltar ao normal! Creio eu que vocês devem conhece-lo, afinal todo mundo conhece!
- E como vou saber se devo confiar em vocês? – Kaede perguntou desconfiada. Sango e Miroku até tentariam responder, mas não tinham certeza se os três eram muito confiáveis naquela hora.
- Nós sabemos quem é o anjo traidor! – Os três anjos arregalaram os olhos – E estamos aqui justamente para impedir que a Terra seja invadida pelos milhares de demônios que já estão esperando na porta.
- Está certo, mas eu não vou conseguir fazer vocês entrarem sem que vocês escrevam em um papel o motivo!
Kagura vasculhou os bolsos e tirou o papel e o lápis. Escreveu os nomes e o motivo pelo qual viriam. Entregou a Kaede. Está, leu todo o papel e assim abriu os portões para que os três pudessem entrar.
.O.O.O.
Bankotsu e Naraku já caminhava pelo grande e largo corredor até a porta definitiva para a Terra. Ela abria em uma certa parte de Tóquio, e agora eles já não possuiriam a forma de espectros, e sim de humanos de carne e osso, só que com poderes diabólicos. Iriam destruir tudo que estivesse em seu caminho, não importando a circunstancia, quem ou por que. Só destruiria.
Andaram mais um pouco. Naquele lugar não poderia voar, tinham de ficar naquele ritmo lerdo, o que deixava demônios como Renkotsu muito irritados. Mas Naraku não ousava nem ligar para reclamações. Esperaria por aquele grande dia desde sempre, e agora estava ali, pronto para finalmente ver o portão se abrir e destruir toda a Terra. Finalmente com o com tudo planejado e pronto, sem nenhum meio-demônio ou uma anja enxerida para atrapalhar.
Kikyo estava ansiosa. Iria humilhar todos os humanos que a fizeram sofrer. Começaria com seu pai. Era uma pena que ela sabia que ele era um sensitivo. Iria deixa-lo louco de pavor por tê-la feito o que era agora. Era culpa dele ela ser uma demônia, completamente dele.
Tsubaki e Kaguya andavam com seus espelhos apostos. Se precisassem já os usariam caso algum anjo insolente resolvesse interferir no plano de todos. Andavam quase a frente, como se fossem o escudo do pelotão. Estariam prontas para o que desse e viesse. E como todos os outros, ansiosas esperavam pela chegada.
Renkotsu quase batia em Jakotsu por causa de sua falação. Ele, sempre irritado, queria que chegasse logo na Terra só para se livrar de Gula. Já este, queria matar todos os humanos possíveis. Exceto os homens bonitos, estes ele daria uma segunda chance.
Bankotsu, de todos, andava quase que correndo. Estava na frente, pronto para abrir o portão e seguir com seu plano. Ao lado de Naraku ganhava confiança. Fora o amigo que fizera a cabeça dele, ele quem transformara Bankotsu no demônio que era agora. Por isso, era eternamente grato a ele. Tanto que lhe falou um obrigado em pensamento.
Andaram todos por mais alguns metros até chegar no colossal portão. Não sabiam exatamente onde ele daria, somente que era em algum lugar do Japão. Todos pararam. Bankotsu deu alguns passos até a abertura. Passou a mão pela porta que no mínimo teria uns quinze metros. Respirou fundo. Seu coração batia rapidamente pela agitação. Como esperou por aquele dia, como.
Fechou os olhos, e torceu para que desse certo. Teriam uma hora ainda entes da destruição total da Terra. Os humanos que morressem, se fossem dignos iriam para o Inferno ou para o céu. Se não, para o purgatório. Mas isso era problema deles, tudo que queria agora era a destruição.
Abriu os olhos. Estava pronto. Sabia as palavras décor. Respirou fundo mais uma vez, pois novamente falaria na língua alemã. Serrou os punhos, agora era a hora, o tão sonhado momento.
- Öffnen Sie die Tore, weil wir Dämonen, wir besorgten den Durchgang für uns, die Erde zu beherrschen!
Aquela frase, que em bom e velho português significava 'Abra os portões, porque nós demônios, obtivemos a passagem para nós mesmos dominar a terra', abriu vagarosamente as colossais portas. Sem mais delongas, todos os demônios voaram valentes até a tão sonhada Terra, cuja finalmente iria ser dominada pelas criaturas mais horríveis do universo.
E, se alguém prestasse muita atenção, conseguiria ouvir uma risada maligna. Uma risada diabólica. Era Bankotsu quem ria de toda a desgraça que iria acontecer com os pobres humanos.
Continua...
N/A: Oks, demorei BEM menos dessa vez, mas saibam que foi por causa dos comentários viu *-*
Toh amando muito todos eles, e mais uma vez obrigada
E a pedido da Rosalie Hale/Nessie eu vou por meu msn aki, tanto pra ela add quanto pra outras pessoas que quiserem add tbm
mandy-sama-love hotmail . com
colokei separado pq se não o e-mail naum fika
Bjoes a todos e espero que gostem desse novo cap.
