Título: Estranha Obsessão
Autora: Mary Spn
Beta: Thata Martins
Gênero: Wincest / AU
Sinopse: Dois irmãos em conflito. Um amor sem limites... Até onde uma obsessão pode nos levar?
Avisos: Trata-se de Universo Alternativo, Sam e Dean não são caçadores. É Wincest, portanto, contém cenas de relações sexuais entre dois irmãos.
Estranha Obsessão
Capítulo 10
Os irmãos praticamente correram todo o percurso até em casa. Assim que chegaram, Dean viu o carro do corpo de bombeiros e foi até ele para conversar com o socorrista e saber exatamente o que havia acontecido.
Sam não se aproximou. Ficou parado logo na entrada, observando a cena. Dean conversava com o socorrista e parecia nervoso, inconformado. Danneel chorava compulsivamente, estava sentada em um banco de madeira que havia no jardim, com uma manta sobre os ombros e abraçada a Jô.
Sam não conseguiu sentir pena. Apenas ficou ali parado, observando a cena... Talvez ela merecesse tudo aquilo, por estar lhe tirando tudo o que mais amava no mundo. Ou talvez não... Sam sentiu-se mal com o pensamento, mas era inevitável.
Assim que o carro de bombeiros foi embora, Dean se aproximou de onde Danneel estava e tentou acalmá-la. O vazamento de gás havia sido contido a tempo, e por sorte nada de mais tinha acontecido, ninguém havia se ferido.
- Vamos entrar, meu amor. É melhor você descansar um pouco, já é seguro agora - Dean envolveu a ruiva em seus braços e a conduziu até o quarto do casal, e só quando o choro cessou, perguntou a ela o que realmente havia acontecido.
- Logo que eu levantei e vi que você não estava mais no quarto, eu desci as escadas para tomar café e senti um cheiro forte de gás - A ruiva falava, ainda soluçando de vez em quando - Por sorte o meu pai já foi bombeiro, e eu sabia que não deveria acender nenhuma lâmpada, ou nada que pudesse provocar alguma faísca, então tranquei a respiração por um momento e corri até lá para fechar a válvula.
- Você se arriscou, deveria ter saído de casa e chamado ajuda.
- Depois de fechar a válvula, eu tentei sair, mas a porta estava trancada por fora. Eu não tinha a chave, e... - Danneel voltou a chorar - Eu me desesperei, Dean! Achei que fosse morrer sufocada aqui!
- Dan, eu tranquei a porta ao sair, mas havia uma chave do lado de dentro, eu tenho certeza.
- Não havia chave nenhuma, Dean. Nem na porta da frente, nem na dos fundos. Os bombeiros tiveram que arrombar para conseguir entrar.
- Droga! Eu não entendo o que... - Dean de repente olhou para sua noiva e percebeu seu olhar acusador.
Passou as mãos pelos cabelos curtos, num gesto de desespero. Estava tudo errado. Não podia e nem queria acreditar que Sam tivesse feito aquilo. Não o mesmo Sam que ele praticamente havia criado; aquele garoto gentil e carinhoso, de sorriso fácil, por quem todos se apaixonavam desde criança. Não o mesmo Sam que era extremamente protetor com a família e com os amigos... Não o mesmo garotinho que na infância havia ficado uma semana inteira sem falar com John porque o pai tivera que sacrificar um gatinho doente, que o mais novo ajuntara na rua.
O Sam que conhecia era incapaz de fazer mal a alguém, e Dean se recusava a acreditar, por mais óbvias que fossem as evidências contra ele, que seu irmão seria capaz de atentar contra a vida de alguém.
O mundo estava desabando ao seu redor e Dean não tinha mais em quem se agarrar. Seu pai, que sempre fora o alicerce daquela casa, já não estava mais ali. Pela primeira vez, uma sensação de impotência invadiu sua mente. Não sabia o que fazer, não sabia que atitude tomar diante daquilo, a não ser ir embora daquela casa.
Sua noiva o olhava, desapontada, certamente esperando que tomasse alguma atitude em relação àquilo. E ela tinha toda razão, afinal, era a sua vida que estava em risco. Tinha sido por pouco, por muito pouco, que ela não se machucara de verdade, e Dean sequer conseguia imaginar se algo de mais grave tivesse acontecido.
Mas por outro lado, se Sam estava mesmo tento este tipo de comportamento, talvez não fosse a melhor hora de deixá-lo sozinho.
- x -
Ninguém sequer almoçou naquele dia. Sam desaparecera de casa sem dizer nada, Danneel tomara um calmante e dormira o restante do dia; Dean nunca se sentira tão só em toda a sua vida.
Já era noite quando Sam finalmente voltou para casa. Estranhou ao encontrar a porta dos fundos somente encostada e as luzes da casa todas apagadas.
Pensou que todos já estivessem dormindo e foi direto para a escada, pensando em subir para o seu quarto; tudo o que queria era tomar um banho e dormir para esquecer daquele dia terrível.
- Onde você esteve até agora? - A voz do seu irmão o fez pular de susto.
- Dean? Eu pensei que...
- Que eu estivesse dormindo? Achou que eu não ia querer uma explicação para o que aconteceu hoje? – A voz de Dean era calma, mas firme.
- Uma explicação? – Sam acendeu a luz da sala e se aproximou de onde Dean estava.
- Sam...
- Por que eu deveria dar uma explicação, se eu estava com você o tempo todo? Esqueceu? – Sam levantou a voz, irritado.
- Não. Você voltou para buscar a sua carteira... Tempo suficiente para ter soltado a mangueira do gás.
- O quê? Você acha mesmo que eu...? – O mais novo o encarava, incrédulo.
- Sam... Olha, eu posso até entender que você esteja enciumado, mas... As coisas passaram do limite desta vez. Você chegar ao ponto de tentar ferir a Dan, isso... Eu mal posso acreditar que você seria capaz disso, Sammy... Eu... Eu não sei mais o que pensar. Eu não sei o que fazer com você.
- Dean... – Sam falou com os olhos marejados – Você não... Você não pode estar falando sério...?
- Eu acho que única solução é eu ir embora daqui. Não dá... Nós três não podemos conviver na mesma casa, Sam. Não desta maneira.
- Não! – O mais novo entrou em desespero – Você não pode fazer isso, Dean! Não pode me deixar sozinho nesta casa... Por favor?
- Não, Sam! Não adianta mais você usar esse truque... Esse olhar já não me engana mais. A Danneel é minha noiva, eu não posso permitir que você... Droga, Sam! – Dean passou a mão pelos cabelos e caminhou até a janela. Precisava de ar.
Por mais que não quisesse se sentir vulnerável, por mais que soubesse que precisava manter a firmeza, olhar seu irmão daquele jeito, tão triste, com seus olhos pidões, quebrava o seu coração em pedacinhos.
- Você pode ficar, se quiser. – Sam falou com a voz embargada, sem conseguir encarar o irmão.
- Eu já disse que...
- Eu saio. Eu arranjo um lugar pra ficar até começar a faculdade. Não vai ser um grande problema.
- Não, você... Esta casa é sua, Sam.
- É sua também. Só me dê alguns dias, até que eu me arranje, e... Você não vai mais precisar olhar pra minha cara. – Sam falou com mágoa na voz e saiu porta afora, deixando Dean ainda mais desesperado.
- Sam! Sam, espera! – O loiro tentou correr atrás, mas Sam já tinha sumido das suas vistas.
- x -
Dean passou a noite praticamente em claro, esperando que Sam retornasse para casa, o que não aconteceu. Levantou-se da cama logo cedo, sendo acompanhado por Danneel.
- Ele não voltou para casa. Eu estou começando a me preocupar. - Dean comentou enquanto fazia o café, tentando parecer calmo, mas na verdade, por dentro, estava desesperado.
- Ele deve estar bem. Provavelmente dormiu na casa da Jô. - Danneel comentou simplesmente.
- Ele e a Jô brigaram. Do jeito que ele é teimoso, com certeza não foi para lá.
- E aquele namoradinho dele?
- Quem? O Brady? Eles não são namorados. Mas eu não sei... Eu não sei aonde ele pode ter ido. Eu já não sei mais se conheço o meu irmão. – Dean falou com tristeza.
- E quando ele voltar? O que você pretende fazer?
- Eu não sei, eu...
- Dean, você precisa tomar alguma atitude desta vez. – Danneel falou pacientemente - Eu sei que ele é seu irmão, mas...
- Eu estive pensando a respeito disso, e... Talvez seria melhor se fôssemos embora daqui. Mas eu não sei, ele... Essas coisas que ele vem fazendo... Eu não posso simplesmente abandoná-lo neste momento, entende?
- O que você quer dizer com isso? Você quer que eu vá embora sozinha?
- Dan, eu...
- Será que você não vê que é exatamente isso o que ele quer? Ele não vai desistir enquanto não nos separar, Dean! Eu não vou deixar você. Se você ficar, eu fico também.
- Pode ser perigoso, Dan. Eu não sei mais o que esperar do Sam, será que você não entende?
- Eu entendo. Mas nós vamos enfrentar este problema juntos, meu amor. - Danneel abraçou o loiro, encostando a cabeça em seu peito.
Sam não voltara para casa naquela manhã e também não atendia ao celular. Dean estava preocupado, mas resolveu dar a ele o tempo que precisasse. Qualquer hora ele teria que voltar para casa, pois não tinha levado nada consigo, exceto a roupa do corpo.
Danneel estava entretida com seu laptop, verificando e-mails e arquivos de alguns de seus pacientes. Tinha tirado uma licença em seu trabalho como psicóloga em uma clínica, para poder ficar ali, ao lado de Dean.
O loiro resolveu ir ajudar Bobby com sua oficina, pois acabaria enlouquecendo se ficasse ali, sem notícias do irmão.
Observou por algum tempo o homem empenhado, arrumando as ferramentas e fazendo uma lista do que ainda precisava comprar. Ele resmungava sozinho, o que fez Dean sorrir, se lembrando de quando ele e Sam eram crianças e Bobby os levava para passear em seu caminhão.
Sam tinha seus cinco ou seis anos, ele e Jô sentavam no meio, espremidos entre Bobby e Dean. O loiro podia se lembrar perfeitamente do sorriso de satisfação do seu irmão, todo empolgado por poder andar em um automóvel tão grande. Ele se divertia muito e Bobby ficava feliz com aquilo.
- Vai ficar aí parado feito um dois de paus ou vai me ajudar aqui? Idiota! - Bobby resmungou, tirando o boné da cabeça e limpando o suor da testa com as costas da mão.
- Desculpe, eu... Eu estava distraído. - Dean se aproximou e ajudou Bobby a carregar o baú cheio de ferramentas.
- E por onde tem andado o seu irmão? Não o vi mais andando com a Jô por aí.
- Eu acho que eles brigaram.
- Brigaram? O Sam e a Jô? - Bobby o encarou, espantado - Isso é novidade pra mim.
- É... Pra mim também. Mas o Sam tem passado por uma fase difícil, sabe... Desde que o meu pai...
- Eles eram mesmo muito próximos... Mas ainda bem que ele tem você por aqui.
- Eu já não sei se estou fazendo bem a ele, ou se estou piorando as coisas.
- Não diga uma besteira dessas, garoto! - Bobby lhe lançou um olhar reprovador – Família não serve apenas pra fazer você sorrir. Todos têm problemas, todos sofrem, por um motivo ou por outro. Mas quando você não tem mais com quem contar, é a família que vai estar lá, de braços abertos, prontos pra te acolher.
- Está sendo difícil, Bobby! – Dean tinha vontade de falar, de expor tudo o que estava acontecendo, o que sentia em relação ao seu irmão, mas lhe faltava coragem.
- Você vai se casar, Dean. Vai ter sua própria família e isso é maravilhoso. Mas pense bem... Talvez você seja tudo o que o seu irmão tenha no momento. Ele precisa de você, mesmo que não admita isso.
Dean ficou pensativo por um instante, sentindo seus olhos marejarem. Por mais que confiasse em Bobby, não sabia qual seria a reação dele se soubesse o que já havia acontecido entre ele e Sam. Preferiu continuar sem saber.
- Deixa que eu compre os itens desta lista, Bobby – Dean pegou a lista das mãos do homem e saiu da oficina. Estava com o carro da sua noiva e dirigiu até o outro lado da cidade, na loja de peças de Ruffus, um velho amigo de Bobby e também de seu pai.
Depois de comprar tudo o que precisava, ainda ficou algum tempo conversando com o homem, se distraindo um pouco com suas histórias sobre John e bebendo cervejas.
Já era final de tarde quando Dean voltou para casa. Mas o seu retorno não foi nada agradável, muito pelo contrário, era como um pesadelo...
Uma viatura da polícia estava estacionada em frente à casa, assim como uma ambulância.
O coração de Dean acelerou e ele saltou do carro desesperado, querendo saber o que havia acontecido.
Ao entrar na casa, viu Sam sendo colocado em uma maca e levado para dentro da ambulância,. Sentiu seu coração falhar e sua visão embaçar devido às lágrimas.
- Sam! – Dean o seguiu até a ambulância – Sammy!
- Senhor Dean? Sua noiva está precisando do senhor agora. – Um policial falou com a voz calma.
- Sammy... – Dean passou a mão pelos cabelos, sem entender nada – O que aconteceu com ele?
- Vamos entrar, senhor. Por favor. – O policial insistiu e, assim que as portas da ambulância se fecharam e o carro saiu, Dean entrou novamente em casa.
- O que está acontecendo aqui? – Dean praticamente gritou, sem conseguir mais segurar o choro – O meu irmão... Ele está vivo?
- Senhor Dean... Acalme-se, por favor. Seu irmão está vivo. Inconsciente, mas os sinais vitais dele estão normais. Ele vai ficar bem.
- Inconsciente? Mas... Mas o quê...?
- Sente-se, por favor – A policial morena que estava amparando sua noiva lhe puxou uma cadeira, e o loiro por fim se sentou.
Estivera tão desesperado ao ver seu irmão sendo levado que não tinha se dado conta que Danneel estava ali, chorando.
- Dan? Oh, meu deus! Está tudo bem com você? – Dean se aproximou de sua noiva e só então percebeu que ela tinha um hematoma no rosto, sangue no canto da boca e que estava com sua blusa rasgada – O que foi que aconteceu?
Danneel nada falou, apenas encostou seu rosto no peito do loiro e deixou-se abraçar, chorando copiosamente.
Dean a envolveu em seus braços e acariciou seus cabelos. Sentia-se tão perdido em meio aquilo, que tinha vontade de chorar também, tamanho o seu desespero. No fundo, estava com medo de saber o que acontecera ali, na sua ausência.
Depois que Danneel se acalmou um pouco, ambos se sentaram no sofá da sala, e a policial que estivera com a ruiva o tempo todo, veio lhe falar.
- Nós precisaremos do seu testemunho, senhor Dean.
- Testemunho? Mas... Alguém pode me dizer o que está acontecendo aqui? – A voz do loiro era puro desespero.
- Dean... – Danneel falou com a voz fraca – Eu estava lá no quarto, arrumando minhas coisas, e... Eu ouvi alguém entrar e desci as escadas, achando que era você.
- Você...?
- Quando eu vi que era o Sam, eu... Eu pensei em voltar para o quarto, mas ele parecia transtornado. Começou a me acusar de estar tirando você dele... Disse que não permitiria que nós nos casássemos, que não sabia o que você tinha visto em mim...
- O Sammy fez isso? – Dean não conseguia e não queria acreditar.
- Eu pedi que ele se acalmasse e que esperasse você voltar, mas então... – Danneel voltou a chorar – Ele... Ele me agarrou e disse que queria provar o que você tanto gostava em mim, ele... Ele me deu uma bofetada no rosto – Danneel colocou a mão sobre o hematoma que tinha logo abaixo do olho direito – Eu caí no chão e então ele me ergueu com força e tentou me agarrar novamente, rasgou a minha blusa e tentou tirar a minha calça... Foi horrível Dean! – Danneel encostou-se novamente ao peito do noivo e chorou.
Dean engoliu em seco, querendo que aquilo tudo fosse um pesadelo. Não podia ser verdade. Sam não faria uma barbaridade daquelas... Não o seu Sammy.
- Teve uma hora em que ele se distraiu, e... Eu consegui correr até a cozinha. Eu estava desesperada, gritei por ajuda, mas acho que ninguém me ouvia, então eu... Eu vi aquele taco de baseball que você tinha deixado lá no canto, e... Quando ele se aproximou...
- Você bateu na cabeça dele? – Dean estava horrorizado com o que ouvia.
- Ele ia tentar novamente, Dean! Me desculpe... Eu não estava pensando, eu só quis me defender, e...
- Tudo bem, eu... Eu entendo, você... Meu deus do céu! – Dean se levantou do sofá e andou pela sala, passando a mão pelos cabelos – Eu não posso acreditar, isso é... Por que ele faria algo assim?
- Ele está obcecado por você, Dean. Ele deve ter se sentido ameaçado com a minha presença, e... Simplesmente tentou se livrar de mim. Você sabe que não é a primeira tentativa, não é?
- O que vai acontecer com ele? – Dean olhou para a policial.
- Ele está sendo levado para o hospital. Quando estiver em condições, será avaliado por um psiquiatra, que irá verificar o seu estado mental.
- Mas ele...
- Seu irmão apresenta um risco para a sociedade, senhor Dean. Se ele estiver mentalmente perturbado, será levado para um hospital psiquiátrico, onde permanecerá até que volte ao seu estado normal e não apresente mais nenhum perigo. Caso contrário, ele será levado a julgamento e poderá pegar alguns anos de prisão.
- Prisão?
- O que aconteceu aqui, senhor Dean, além de agressão, foi tentativa de estupro.
- Me desculpe, meu amor... Eu tentei te ligar antes de chamar a ambulância, mas você não atendia, e... Quando eu vi o Sam caído no chão, eu... Eu entrei em pânico, achando que ele poderia estar muito ferido e acabei ligando para a emergência.
- Meu celular ficou sem bateria e... De qualquer maneira, se o Sam fez mesmo tudo isso, ele... Já é hora dele se responsabilizar pelos seus atos. – Dean sentiu seu coração partir ao meio ao constatar aquilo. No fundo, sabia que a culpa era toda sua, e isso o dilacerava por dentro. Tinha falhado na sua missão de proteger o seu irmão. Deveria ter se empenhado mais em ajudar Sam a lidar com aquele sentimento devastador que nutriam um pelo outro. Agora era tarde demais... Seu irmão já tinha passado de todo e qualquer limite aceitável. Nunca se sentira tão inútil, perdido e derrotado em sua vida.
Continua...
Resposta às reviews sem login:
Alcia Darcy: Oi amore! Acho que o capítulo que você acabou de ler respondeu sua pergunta... Ela não explodiu junto com a casa... hahaha. Beijos, linda! Obrigada por ler e comentar!
Pérola: Anda muito bondosa como psicóloga clandestina dos meus personagens? hahaha... Mas você é uma ótima psicóloga! "Não é à toa que o pobrezinho subiu todo chateado pro quarto e dormiu, mostrando aquele lombo gostoso pro irmão, que pira no lombo do Sam rs! (As mina também kkkk!)" Eu ri muuuito! Amei sua review. Obrigada! Beijinhos!
