ATENÇÃO ao Rank da história (M): contém Hentai.
Chijou
{Por FranHyuuga}
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Domínio
Capítulo 1
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Kono chijou ha fukaku mou modorenu
A paixão cega é muito profunda, não podemos mais voltar
{Chijou – the GazettE}
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As mãos masculinas pressionaram o corpo pequeno e um gemido de dor escapou pela boca rosada, sendo abafado pela língua que a invadia com ímpeto e desejo. Hyuuga Hinata se contorceu entre os braços do namorado, sentindo a pele quente e levemente molhada pelo suor que os movimentos impudicos a sujeitavam. Mordeu o lábio inferior ao senti-lo afastar o tecido da calcinha e penetrá-la com os dedos, afundando com força e levando-a a arquear as costas em um prazer doloroso. Ele sabia que a machucava, mas não cessava o ritmo mesmo que lágrimas banhassem o rosto lívido de sua namorada, limitando-se a lambê-las como se o sabor salgado fosse ainda mais apetecível naquelas condições.
Ela ouviu a própria voz em um longo gemido quando o prazer tornou-se mais intenso, contrariando a sensação desgostosa de ser invadida daquela forma descuidada. Os dedos perdiam-se entre os lábios de sua intimidade mais fortemente, mais rapidamente, molhando-se com sua excitação, enquanto Uchiha Sasuke apertava-a mais contra o próprio corpo e comandava-a aos seus próprios caprichos. Ele grunhiu ao sentir a contínua pressão da cavidade úmida contra seus dedos e o tremor da namorada ao alcançar o ápice, mordendo-a com força em seu pescoço, atingindo-a com dor durante o orgasmo. Ela gritou seu nome, trêmula e submissa, entregue e torpemente envolvida pela mistura de prazer e sofrimento oferecida pelo rapaz.
A respiração descompassada de Hinata elevava os seios fartos e o moreno não evitou envolvê-los entre os dedos com pressão suficiente para que ela protestasse, mas a voz rouca logo invadiu a audição sensível em um aviso sedutor:
- Não me impeça. – A jovem arrepiou-se pelo timbre malicioso. – Posso fazer pior que isso.
Então uma das mãos deslizou-se sobre a pele lisa, seguindo para as costas esguias e alcançando as ancas redondas da namorada. Um dedo pressionou o anel sensível, que se contraiu involuntário ao toque, e agitada Hinata tentou empurrá-lo.
- N-Não, Sasuke! – Pediu com a respiração entrecortada. – E-Eu não q-quero isso!
Um sorriso ladino tornou a expressão do moreno perigosa. Ele pressionou mais uma vez o dedo contra o orifício virgem apenas para vislumbrar os olhos assustados da namorada. Ah, ela continuava tão deliciosamente ingênua.
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Lançou-se sobre a cama naquela noite com renovadas lágrimas. Outra vez permitira que Sasuke a levasse ao limite de sua própria sanidade, para depois sentir-se suja e usada. Há seis meses estavam juntos desde que Neji tentou alertá-la de que aquele relacionamento estava fadado ao fracasso. Ela sabia que o primo estava certo, mas ainda doía reconhecer que o namorado nada mais queria além do seu corpo.
Deixara de ir às aulas para passar a tarde com ele, subjugando-se a seus jogos de sedução, deixando-se entregar à maestria de suas mãos que a faziam perder a compostura. Hinata ainda não o deixara avançar no ato, mas as carícias antes somente eróticas passavam a se tornar cada vez mais íntimas. Há pouco mais de uma semana permitiu que a invadisse com os dedos, mas agora sentia que Sasuke logo a corromperia inteiramente.
Era ridículo o poder opressor que o namorado exercia sobre ela.
Desarmava-a. Dominava-a. Destruía-a de um jeito que ninguém fora capaz.
Fungou com tristeza, solitária no quarto escuro. Hyuuga Hinata não era de todo sonhadora, mas isso não reduzia em nada a decepção que sentia em relação a si mesma ao permanecer mais um dia naquele vazio relacionamento. Não era capaz, no entanto, de dar-lhe um fim. Ela realmente tentara algumas vezes, sendo facilmente manipulada pelas palavras do namorado, que parecia prever o que estava prestes a exigir.
"Você sabe, não é?" – Ela o encarou ao ouvi-lo. – "Ao meu lado você nunca mais estará sozinha."
Ela temia que Sasuke estivesse certo. Que sua solidão fosse a responsável por uni-los e solidificar os laços que a mantinham presa a ele. Seria tão ruim ser invisível, ao ponto de continuar a viver uma relação superficial? De uma forma quase sufocante a jovem levou ambas as mãos sobre o peito, consciente da própria resposta.
Sim.
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Saiu apressada da sala de aula assim que o sinal soou. Os livros pressionados entre os braços e a respiração descompassada pelos passos apressados denunciavam o receio em não conseguir cumprir com seu objetivo.
Ela queria ao menos uma vez, ao menos nesse momento, retornar sozinha para casa. Tentara dizer a Sasuke, mas à medida que os olhos negros a fitavam mais intensamente, sua coragem esvanecia como pó. Não era propriamente a reação do namorado que temia. O que a fazia agir dessa maneira covarde, fugindo do moreno como se fosse um perigoso algoz, era a possibilidade de desapontá-lo ao lhe dizer que não o queria por perto nesse momento. Como dizer que não o queria beijando-a com ardor quando se sentia tão impura, tão usada, tão impotente? Ela queria mais. Ela queria olhos que a mirassem calorosamente, sem brilharem maliciosos sobre si. Ela queria tudo o que sabia que Uchiha Sasuke não estava disposto a oferecer.
Alguém como ele jamais agiria de tal forma. Sua maneira de expressar sentimentos era intensa demais. Por vezes a jovem interpretou que para ele, a cada vez que lhe arrancasse gemidos sôfregos, era como se lhe dedicasse a mais explícita declaração de amor. A mensagem que a alcançava, no entanto, era da mais veemente posse.
Conforme os penosos pensamentos invadiam sua mente cansada, Hyuuga Hinata apressava os passos. Virou o corredor correndo, mas seu corpo colidiu com força contra alguém, levando-a ao chão pelo inesperado impacto. Os livros espalharam-se no piso e a jovem ignorou a dor que sentia para juntá-los rapidamente, antes que Sasuke pudesse alcançá-la.
- Você está bem? – Uma voz profunda soou à sua frente e somente nesse momento a morena pareceu despertar de seu terror interno para o que havia acontecido.
Ela elevou o rosto fixando os perolados contra os orbes verde-pálidos do desconhecido. Admirou o rosto masculino, perfeitamente esculpido em traços viris, que ostentava lábios estreitos e um nariz reto. As esferas aquamarine, brilhantes e límpidas, eram adornadas por intensas olheiras, combinando com a incomum ausência se sobrancelhas. Os cabelos, no entanto, eram o que mais atraíram a atenção de Hinata. Possuíam uma cor vermelha, quase escarlate, em fios desordenados e de aparência sedosa. Assemelhavam-se a verdadeiras chamas, quentes e vibrantes, escondendo parcamente uma estranha tatuagem do kanji amor que o sujeito levava sobre a fronte.
A morena suspirou, sem sequer notar que o estava fitando tão intensamente. Tudo naquele rapaz parecia despertar perturbadoras emoções. Era como se o conhecesse, mesmo que a sensação fosse ridiculamente tola, porque nunca o tinha visto no Colégio Saika.
- D-Desculpe! – Pediu constrangida, voltando à agitada ação de juntar os livros. O estranho ajudou-a, aparentemente confuso pelo jeito ansioso com que a garota mirava o longo corredor.
- Você realmente está bem? – Questionou outra vez, estudando-a com o cenho franzido.
Hinata se levantou e tomou das mãos do ruivo o último livro, ignorando sua pergunta. Era melhor se apressar antes que seu namorado chegasse e tirasse conclusões precipitadas.
- Desculpe m-mais uma vez. – Com uma mesura respeitosa, a jovem virou-se para continuar a correr, mas uma conhecida voz autoritária impediu-a:
- Onde pensa que vai, Hinata? – Ela cessou os movimentos, mantendo-se de costas, abraçando mais fortemente os livros entre os braços enquanto sons de passos se aproximavam.
- E-Eu... – Começou, odiando-se por gaguejar. – Eu p-pensei em v-voltar para casa sozinha hoje, Sasuke.
Lentamente voltou-se para encarar o moreno, encontrando as esferas negras que carregavam um tênue brilho avermelhado. Ela reconheceu que o irritara.
- Não. – A resposta soou cortante e fria, gerando na jovem aquela aversiva impotência diante das escolhas do namorado. Era ainda mais humilhante que o ruivo desconhecido se mantivesse ao lado de ambos, testemunhando quão inútil era argumentar contra Sasuke.
- Eu r-realmente preciso disso. – Insistiu, obrigando-se a soerguer a face para fitá-lo decidida.
- Isso não importa. – Ele meramente expressou e as bonitas sobrancelhas franziram-se em desafio.
A morena engoliu em seco, contendo a enorme vontade de chorar, e assentiu em um mudo entendimento. Antes que pudessem prosseguir, no entanto, o ruivo deu um passo à frente, notavelmente consternado pela repulsiva autoridade que presenciara.
- Ela disse que quer ir sozinha. – A maneira como a voz profunda soou era severa, assustando a própria Hyuuga.
Sasuke encarou o outro com desprezo, elevando o queixo em um forte inspirar. Então, uma expressão de desgosto invadiu seu rosto e a Hyuuga teve a ligeira impressão de que o cheiro do ruivo o deixara mais irritado; o pensamento logo foi banido tamanha sua estupidez.
- Ora, o novo aluno não é surdo. – Escarneceu e com agilidade tomou os livros da morena com uma das mãos, envolvendo o pulso delicado com a outra. – Se o encontrar próximo de Hinata mais uma vez, não serei tolerante. – A ameaça soou tão sibilada que a morena sentiu-se arrepiar, completamente em choque ao perceber o brilho feroz nos olhos escuros do namorado. Ela nunca o vira agir assim. Ela sequer o reconhecia agora.
Sasuke puxou-a para que acompanhasse seus passos largos e pesados pelo longo corredor.
- Está se sentindo ameaçado, Uchiha? – A voz profunda alcançou-os enquanto andavam e a morena sentiu um suave aperto da mão que envolvia seu pulso. Seu coração agitou-se contra as costelas ao perceber o intenso autocontrole de Sasuke neste momento.
Sem cessar os passos, ela fitou por sobre o ombro o ruivo ainda parado onde o deixaram. Estoico e altivo com seus braços cruzados contra o peito, Hyuuga Hinata sentiu-se estranha ao flagrar seus olhos claros a encará-la intensamente, como se lhe comunicassem uma mensagem que era incapaz de entender.
Algo mais a incomodava em relação àquele sujeito. Sendo um aluno novo, como poderia saber o sobrenome de Sasuke? Seu namorado certamente era popular, mas o suficiente para que uma informação dessa fosse tão facilmente transmitida?
- Hinata... – O moreno chamou-a sem fitá-la, arrastando-a consigo ao virarem o corredor e pressionando-a com seu corpo contra a parede. – Não a quero perto desse cara.
Ela o fitou surpresa pela exigência. Sasuke segurava sua cintura firmemente, ostentando uma expressão séria. Os negros intensos sobre os olhos de gelo emitiam uma onda de expectativa e receio. O conjunto enterneceu a jovem, que jamais imaginou quão ciumento seu namorado poderia ser. Seria esta uma expressão de afeto?
- Eu não irei a lugar algum, Sasuke. – Respondeu com suavidade, levando ambas as mãos até o rosto masculino. – Enquanto estivermos juntos, serei sua.
A própria Hyuuga não reconhecia o que a impeliu a dizer tais palavras, mas seu coração matinha o descompasso característico de quando o namorado a tocava. Desta vez, no entanto, ele não a estava sujeitando à sua malícia. Ele a estava sujeitando à sua primeira expressão pessoal do que sentia. Era a primeira vez que seu coração se agitava por algo além de carícias ousadas em relação a Sasuke.
- Você sempre será minha. – Ele retorquiu com um sorriso cúmplice, demonstrando aquela comum segurança em suas próprias palavras que a fazia se sentir sem escolhas.
Mantendo o natural incômodo em silêncio, a jovem pediu que prosseguissem.
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No dia seguinte, o ruivo desconhecido ganhou nome e um lugar característico. Apresentou-se à turma como um aluno transferido de Suna, vindo a Konoha por 'motivos particulares'. Durante o breve discurso seus olhos mantiveram-se sobre Hyuuga Hinata em uma ousada provocação ao seu namorado, que se manteve calado ao seu lado.
Sabaku no Gaara era mais do que somente um mistério para a jovem. A razão para encará-la daquela maneira atrevida diante de todos os alunos era uma incógnita, especialmente quando ele próprio pediu ao professor para se sentar na última carteira vaga, justamente atrás da Hyuuga, alegando 'enxergar melhor à distância'. Era uma das únicas carteiras duplas totalmente vazias.
Tê-lo às suas costas, com tamanha tensão entre ele e Sasuke, fizera-a desconcentrar-se durante as aulas mais do que o normal. A cada exercício que completava errado, ainda, sentia os negros do namorado perfurando-a em punição, exigentes para que não permitisse que a presença indesejada do ruivo a deixasse tão desnorteada. Estava sendo muito difícil aguentar a pressão, principalmente ao sentir-se constantemente observada pelos olhos aquamarine do aluno recém transferido.
Então, em meio à entediante aula de biologia, a mão de Sasuke pousou sobre seu joelho, quase fazendo-a gritar assustada. Ela tentou afastar a perna, mas o moreno encarou-a com tamanha veemência que a manteve estática, apenas sentindo a carícia ousada elevar-se lentamente no interior de suas coxas, revelando as pernas torneadas conforme a saia era empurrada. A jovem corou intensamente, sentindo o coração em ritmo frenético pelo possível fragrante das ousadas investidas do namorado. Então, ouviu um baixo pigarro do novo aluno às suas costas, e novamente tentou conter a mão insolente sem sucesso. Ela voltou o rosto suavemente para trás, pousando perolados marejados pelo constrangimento e excitação sobre os verde-pálidos que a miravam. Sasuke alcançou sua calcinha e pressionou os dedos ansiosos contra a feminilidade da namorada, sem se importar com o fato de Gaara fitá-los. A jovem mordeu o lábio inferior com força, contendo suspiros deleitosos, sentindo-se ainda mais quente com o observador silencioso que tinha os próprios lábios crispados em uma clara expressão de quem travava uma severa luta interna.
Sasuke sorriu libidinoso, movendo os dedos sobre a delicada genitália com mais ímpeto ao perceber a excitação da namorada que não o encarava. Os perolados desejosos estavam fitos sobre os verde-pálidos do odioso ruivo, que parecia cada vez mais desconfortável, cada vez mais exaltado, com a cena que se desenrolava à sua frente. Era divertido incentivar o que aquele ser nunca teria. Antes de sequer tocar algo que lhe pertencia, aquele estúpido teria seus dedos arrancados. Sorriu diabólico. Seria prazeroso despedaçar sua nobreza incitando-lhe o que jamais seria capaz de obter.
O sinal soou e Sasuke interrompeu os gestos lascivos apenas para encarar o ruivo com infâmia, vendo-o levantar-se para sair da sala em um insultado silêncio. Logo os demais alunos saíram também, permanecendo somente o casal no ambiente.
- V-Você não poderia ter feito isso c-comigo, Sasuke! – A voz feminina expressou com aflição e ajeitando-se na cadeira a jovem escondeu o rosto entre as mãos, visivelmente constrangida pela humilhante experiência. – Como pôde me expor assim?
- Ninguém além dele viu. – Comentou com indiferença. – Ele não dirá nada.
- Como sabe? – Hinata elevou o rosto, descrente. – E-Ele é novo aqui.
- Não se preocupe com o que não tem importância. – Respondeu com serenidade, aproximando-se mais do corpo pequeno. – Venha, vou recompensar você.
A morena gemeu uma negativa, cansada dos jogos sexuais do namorado que já começavam a ultrapassar seus limites, mas a língua ávida explorou sua boca e calou todas as suas possíveis reclamações.
E novamente a jovem Hyuuga Hinata sucumbiu ao seu poder opressor.
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"Isso não pode continuar." – Ele pensou ao sair da sala. O jeito como aquele monstro a tratava era além do inumano. Ele a estava manipulando da maneira mais vil e diabólica possível, usando dos piores sentimentos que a solidão era capaz de desenvolver para subjugá-la ao seu poder.
Uchiha Sasuke era um demônio perspicaz e perigoso. Em sua longa existência tornou-se conhecido por seu descaso com as leis que regulavam o equilíbrio entre o mundo físico e o espiritual. Leis delimitadas para garantir a sobrevida de todas as espécies, mesmo aquelas que jamais deveriam existir.
Ele estava repetindo os mesmos erros nesse momento, mas pela primeira vez fora possível encontrá-lo em tempo de corrigi-lo. O motivo para que tivesse permanecido tantos meses ao lado de uma humana ainda era desconhecido, mas diante do que ele vira isso pouco importava.
A jovem Hyuuga Hinata não vendera a própria alma, tampouco fizera pacto com qualquer ser não-humano. Ela apenas era uma garota que tivera constantes experiências ruins, dentre as quais algumas provinham de hediondos pecados dos seus familiares, e que certamente a fizeram desenvolver sentimentos melancólicos e solitários. Não havia registros de atitudes maléficas no Livro da Vida e mesmo que por vezes pensamentos cruéis invadissem sua mente, o que seguia era um lamentável ciclo de culpa e isolamento.
Era por isso que Sabaku no Gaara fora enviado para o Colégio Saika, a fim de investigar o suposto interesse de um demônio de alto nível sobre aquela comum humana. Era estritamente proibido intervenções sobre o livre arbítrio dessas criaturas, mas Uchiha Sasuke parecera muito hábil em conseguir manipular Hyuuga Hinata no tênue limite permitido. As decisões ainda pertenciam a ela, mas de uma forma ultrajante o demônio parecia exercer suficiente influência para mantê-la sob suas ordens.
Vê-la naquele estado de letargia, quase como uma serva, despertara um sentimento intenso de proteção. Ele queria libertá-la daquela relação unilateral e ajudá-la a superar sua própria solidão. Ele queria ensiná-la que o amor não envolvia aquele cruel domínio.
Antes, porém, Sabaku no Gaara precisava se acalmar. Nunca em sua milenar existência sentira o ímpeto de tocar um ser humano. Nunca sentira o desejo de observá-lo em uma clara expressão excitada, como se o próprio corpo ansiasse por compartilhar o mesmo prazer. Esses sentimentos eram novos e assustadores para um ser celeste como ele, que nascera para guerrear em favor da ordem natural entre os universos. Seria a influência do poder demoníaco de Uchiha Sasuke que lhe despertara tais anseios? Ou seria a própria Hyuuga Hinata?
Sabaku no Gaara suspirou levando as mãos aos fios vermelhos.
Ele tinha a estranha certeza de que não gostaria da resposta.
Continua...
Olá, povo!
Fiquei MUITO FELIZ em saber que poderei contar com alguns leitores nessa ousada continuação. HOHO.
Vocês devem ter notado nesse capítulo o tipo de relacionamento hostil que o Sasuke mantém com a Hinata. É algo entre amor e ódio, que nem a própria entende.
Estou ansiosa para saber as opiniões de vocês!
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Então, COMO FICOU ESSE PRIMEIRO CAPÍTULO?
O que acharam da maneira como Sasuke conduz a relação?
E da missão do Gaara? Será que o ruivo é meramente um 'ser puro'? ^^'
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Espero não ter decepcionado com esse primeiro capítulo, que vem apenas contextualizar o cenário inicial da história.
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QUERO AGRADECER o CARINHO nos comentários do Trailer:
Moon-flor: Minha amiga, ter você por aqui é sempre animador. Eu adoro ler suas palavras repletas de amizade. :) Nesses momentos sinto falta de ter mais tempo com o RoninLovers. Ah, e como é característico de você, Moon, sua curiosidade é certeira! Realmente, quando elaboro um Trailer procuro oferecer cenas diferentes que compõem a ideia da trama. Então, saber que está aguardando o Gaara-angel aparecer, mas estará torcendo pelo Sasuke-oni é muito legal! HAHA. Eu mesma torço por ele, mas diversas vezes vocês ficarão com raiva (eu acho ^^), como nesse primeiro capítulo. O que achou? Ainda torcerá pelo moreno? HAHA. Estou curiosa em saber, hm? Te adoro, Moon. Obrigada por aparecer por aqui. Beijo carinhoso :*
Hina-UchihaMK: Fofa, quero aproveitar para lhe dizer que seus comentários são animadores! Eu gosto do jeito como você expressa suas opiniões. É sempre cuidadoso com as palavras e ao mesmo tempo detendo uma sinceridade amigável. Obrigada pelo carinho! Espero continuar a merecê-lo postando com mais frequência (rs). Então, respondendo... Primeiramente! (rs) Fico imensamente feiz em saber que gostou de Diabolus e aprovou a ideia da continuação. *-* Segundamente, quero MUITO continuar a deixá-la intrigada e animada com a trama! Se por acaso faltar 'tempero', por favor, me avisa! Pode ser sincera, flor, porque sou muito tranquila quanto a isso e sempre valorizo as opiniões dos leitores ;) E terceiramente... WAAAAA, sou fã do the GazettE e fã dessa música também! Adoro-a! Teremos muito da letra dela por aqui. Ela é a música-tema. :) Obrigada mais uma vez, flor, pelo carinho. Espero não decepcionar. Beijos :*
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Aguardo ansiosa os comentários, pessoal! :)
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Aceito
.FLORES ou PEDRAS.
-Em Reviews-
