Oi pessoas... é eu sei que eu sumi, mas nesse meio tempo perdi minha vovozinha, estou com uma depressão de leve e não consigo fazer muita coisa além de chorar e trabalhar. Estou com esse cap pronto há dias, mas nem pique pra postar eu tinha... além disso baixei os epis para poder fazer o desafio que a Vic me propôs no face, mas não tenho tempo pra ver. Feriado vem aí e veremos se a vontade de escrever volta. Abraços carinhosos pras meninas que sempre estão me colocando pra cima, vcs são muito importantes pra mim, mesmo há MB's de distância. Obrigada de coração!

Cap. IX

Hugh sorriu e a beijou suavemente. Tudo começa com um beijo, um beijo incrível. Antes daquele novo contato, a mente dela era um absoluto caos, um emaranhado de coisas sobre o trabalho, cansaço, ele e a descoberta deles. No momento antes que seus lábios tocassem os dela, ela sentiu o calor da respiração dele em seu rosto e sua pele arrepiou de emoção. O arrepio percorreu todo o seu corpo, desde a coluna até o coração e este acelerou.

Uma voz de pânico gritou no mais profundo de sua mente, berrando um desejo de desistir, mas seu corpo se inclinou para frente, para o corpo dele e a voz se calou. Ela queria mergulhar em seu olhar, mas seus olhos se fecharam por vontade própria e era o fim, ela estava perdida de vez na sensação dos lábios dele contra os dela.

Ah, aquele beijo. Aquele beijo poderoso, eroticamente carregado, lhes roubou o fôlego e os fez perder as forças. O beijo dizia a ela o quanto ele a queria, e a ele o quanto ela o amava. Quando os dedos de Lisa enroscaram - se no tecido de sua camisa, sentindo o calor de seu peito, Hugh tomou isso como um convite para mais. Seus lábios pairaram sobre os dela, numa pausa muda, os olhos se encontraram mais uma vez e então, Lisa o pegou pela mão, pararam apenas para deixar o capacete sobre o sofá da sala. O caminho até seu quarto foi feito em silêncio e quando lá chegaram, ele se apoiou na porta e ela ficou em pé no meio do quarto.

Enquanto ele permaneceu ali parado, ela podia sentir a tesão que se mantinha vivida entre seus corpos. O olhar cheio de paixão fluía pelo quarto e acariciava o corpo dela como milhões de mãos tocando exatamente nos lugares corretos. Os olhos de Hugh caíram sobre o decote da camisola fina e sensual, os seios bonitos e alvos meramente insinuados convidavam – o para tomar o corpo dela, mergulhar na aventura de experimentar suas mais loucas fantasias.

- Tire a camisola. – ele não pediu, ordenou.

Lisa suspirou alto antes de escorregar o tecido pelos seios fazendo com que a camisola fosse parar aos seus pés, sobrando somente a calcinha branca sobre seu corpo. Ela olhou para ele, diretamente em seus olhos, desafiando.

Ele retribuiu o olhar dela, mas permaneceu apoiado na porta. Lisa, também não se moveu, como se o olhar dele deliciando - se com seu corpo fosse uma força mantendo-a cativa. A respiração dela fazia com que os seios ficassem em evidência e, novamente, eles ganharam a atenção dos olhos azuis. No olhar havia mais que desejo, havia reverência, era como se ela fosse uma belíssima obra de arte e, os olhos dele, prestavam-lhe veneração.

- Você é linda! – a voz carregada de emoção caiu sobre ela como a mais pura verdade. Não havia rodeios em sua fala, ele a achava, realmente, linda.

Ela olhou para ela e suspirou. Seus seios mais uma vez seguindo o ritmo de sua respiração, seu pulso rápido e barulhento em seus ouvidos. Lisa se sentia exposta e vulnerável, ela estava nua e ele completamente vestido, ali, parado, olhando para ela. Mas ela não se sentia envergonhada, tudo que passava em sua mente, era o quanto ela queria tê-lo e pertencer a ele, o quanto gostaria que ele a tomasse e a fizesse dele.

Hugh se afastou da porta e caminhou até ela, as mãos frias e meio trêmulas, com gentileza deslizou as costas das mãos sobre a pele quente de seu ventre e ela estremeceu pela milésima vez. A voz dele saiu rouca.

- Eu quero tocar cada centímetro do seu corpo... – os corpos se aproximaram ainda mais desafiando qualquer lei da física.

Lisa fechou os olhos para ouvir a voz dele, e os seios deslizaram pelo tecido frio da camisa dele. Ela manteve os olhos fechados, mas sentiu quando ele se aproximou de seus lábios. Um beijo suave foi depositado em seu lábio superior e outro no inferior, ela suspirou quando ele mordeu seu lábio inferior e um gemido não pode ser contido.

O gemido dela foi como fogo ateado em seu interior, Hugh a segurou a cabeça dela em suas mãos e a beijou com vontade, a língua devorando a dela. Ela não podia ter o suficiente dele, precisa de mais e cada vez mais, o mero contato de suas línguas não era mais eficiente, então ela começou a erguer a blusa dele, as mãos espalmadas em seu peito puxando o tecido, expondo pele, mas ele a deteve segurou suas mãos e as prendeu atrás do corpo dela.

- Eu quero sentir seu gosto, te provar...

Ela gemeu alto em resposta, pois seu corpo foi tomado por pura luxuria, uma onda incessante e imensa de luxuria e desejo. Ela precisava dele tocando cada parte dela, queria senti-lo tão dentro de si que não saberiam onde seus corpos se misturavam. Pela primeira vez ela não se importou em demonstrar a um homem o quanto ele tinha poder sobre ela.

- Sente – se na beirada da cama. – ele não pediu, mas mandou, e ela obedeceu; calada, ansiosa. Rapidamente ele se pôs de joelho em frente a ela, um beijo foi deixado sobre a barriga dela, enquanto as mãos acariciavam seus cabelos. Como uma mãe que aconchega um filho, ela o fez repousar a cabeça entre seus seios e ele inalou o aroma perfeito que emanava dela. Mais um beijo foi trocado, suave, dos lábios para o pescoço e para os ombros dela. A única reação dela eram os dedos emaranhados no cabelo dele, trazendo – o cada vez mais para perto de si. Gentilmente ele percorreu o vale entre seus seios e só então os tocou, mais uma vez roçando as costas de suas mãos frias, sobre a pele hipersensibilizada e carente, os mamilos saltaram e ela gemeu.

- Você tem seios lindos! – a voz dele soou de algum lugar que ela não podia mais identificar. Droga! Nem raciocinar era mais possível. – Tão sensíveis... Adoro isso! Sempre os imaginei assim, a aureola rosada, o bico saliente... perfeitos.

As palavras eram acompanhadas de ações, os dedos traçaram as aureolas e apreenderam os mamilos, apertando – os levemente.

- Hugh...

- Eu adoraria prova-los...

- Você não precisa de permissão...

Apoiando as mãos na parte atrás de seu corpo, ela projetou o tronco para frente, oferecendo a ele o banquete que ele tanto mendigava. Mas ele não fez o que ela pensou que faria, ao invés de se dedicar aos seus seios, ele a beijou mais uma vez e quando se separaram um dedo masculino foi introduzido em sua boca e ela o lambeu por meros segundos porque ele tinha planos para aquele dedo. Úmido e frio o dedo deslizou sobre um de seus mamilos e ela ela fechou as pernas ao redor dele. O contato frio na pele quente a arrepiou ainda mais e eles gemeram juntos. Um sopro leve e brincalhão aumentou a sensação fascinante e, quando ela se acostumou à brincadeira ele se curvou sobre ela e abocanhou seu seio.

- Deus!

Enquanto ele sugava com força, roçando os dentes no mamilo sensível, ela se agarrava aos cabelos dele. Os sons das sugadas eram incrivelmente eróticos e ela gemeu alto quando ele parou, a pele sensível e, agora, avermelhada, recebeu carinho, suaves lambidas e carícias, enquanto ele, com os dedos preparava o outro seio para degustação. E não demorou nada, lá estava ele no outro seio, sugando, lambendo, mordendo, excitando-o.

Lisa achou que, pela primeira vez, chegaria ao orgasmo com a estimulação de seus seios, porque excitada como estava e recebendo dele tanta dedicação, com certeza ela chegaria lá... E, mais uma vez, de repente ele a deixou.

Seus olhos buscaram os dela e ele a fez abrir as pernas para abrigar seu corpo. Com cuidado se colocou entre as coxas trêmulas e pela primeira vez, beijou o piercing em seu umbigo.

- Dói? – Hugh perguntou apontando para baixo.

- O piercing não... mas outras partes sim... – ela brincou.

- Posso ser seu médico essa noite... – as palavras foram ditas enquanto ele avaliava o tecido branco da calcinha que não podia mais conter a umidade entre as coxas dela, devagar traçou a marca molhada sobre o sexo dela e sorriu. Mas, sem rodeios, enfiou os dedos sob o elástico branco e com a ajuda dela desceu o pequeno pedaço de tecido por suas pernas.

Agora ela estava realmente nua aos seus olhos, a umidade brilhante em seu sexo o convidou a tocar e ele não se fez de rogado, deslizando as costas de uma das mãos pela pele molhada e arrepiada. Lisa gemeu baixo e, num reflexo, fechou um pouco as pernas.

- Não faz assim... Eu quero que não aja pudores entre nós. Você é a mulher mais excitante que já conheci... Abra as pernas pra mim, Lisa. – E, mais uma vez, ela obedeceu. Beijos suaves começaram a seguir uma trilha úmida e quente em suas coxas, depois quadris e cintura, entre suas pernas ele se manteve, deixando que o sexo molhado e quente esfregasse em seu peito, então os beijos pararam e ela pensou em protestar, mas quando abriu os olhos viu que ele olhava para ela e lambia um dos dedos, o mesmo dedo que circulou seu pequeno clitóris fazendo – a tremer.

- Oh! – ela jogou a cabeça para trás perdida nas mais deslumbrantes sensações. Ele abriu os lábios de seu sexo e dois dedos traçaram a entrada de seu corpo, mas não penetraram, ela resmungou e ele sorriu, os dedos voltaram para o clitóris, mas rapidamente foram substituídos pela boca e ela gemeu ainda mais alto.

Os dedos que antes brincavam com o sexo úmido correram para os seios empinados e acariciaram os mamilos eretos e dali foram para boca dela e ela os chupou deliciada. O gosto dela misturado ao cheiro dele, a mais doce iguaria. Ele parou com as carícias e assistiu enquanto ela chupava seus dedos, molhando – os ainda mais. Os dedos saíram da boca dela e voltaram para seu sexo, mas dessa vez não testaram, penetraram. Ela gemeu e num eco ele gemeu junto. Ela estava tão molhada que o deslizar foi fácil e ele retirou logo os dedos, mas só para voltar para dentro mais uma vez.

Ela perdeu as forças que a mantinham sentada e caiu sobre a cama, os pés se apoiaram no colchão e ela ficou extremamente exposta para ele. Os dedos entravam e saiam dela em sintonia com os carinhos que a outra mão dedicava ao clitóris. Lisa gemia e implorava por mais, estava no limite e dali partiria logo logo, mas queria chegar ao fim com ele.

- Eu quero ver você gozar... Já imaginei isso um milhão de vezes sabia? Ele sussurrava enquanto os dedos continuavam a deliciosa tortura. – Já imaginei você gozando e chamando meu nome e isso tem povoado minhas fantasias. Você já chamou por mim durante um orgasmo, Lisa?

Oh Deus! Ele devia estar brincando, ela mal podia respirar com os dedos grandes invadindo seu sexo num ritmo louco, imagina se seria capaz de dizer algo? Mas não poderia negar isso a ele.

- Só seu nome Hugh, há tempos que só o seu nome sai da minha boca quando eu chego ao orgasmo.

- Você já se tocou assim pensando em mim? – Ela fez que sim com a cabeça. – Já pensou que no lugar dos seus dedos eram os meus?

- Sim...

- Já imaginou meu pênis em você? No lugar dos seus dedos?

- Droga Hugh... SIM!

- Você quer isso agora, Lisa? Você me quer dentro de você agora? Porque eu não posso mais suportar, minha querida, preciso de você. Preciso sentir esse calor ao meu redor.

- Por favor... – Lisa o encarou suplicando.

Enquanto seus olhos percorreram o corpo dele, ela viu o formato glorioso do pênis contra o jeans, implorando para ser liberado. Ela correu as mãos pelo peito liso e firme e depois foi parar no cós da calça que a separava do fruto de seu desejo, da sua total perdição. Enquanto o livrava da calça ela sorria ligeiramente, a cueca preta também foi descartada e ereção surgiu gloriosa a sua frente.

- Perfeito! – ela elogiou quando o tomou em sua mão, a cabeça grande e avermelhada roçando seu polegar. As veias saltadas só impunham mais volúpia ao membro grande e magnificamente ereto. Lisa deslizou a mão por toda a extensão, fechando os dedos ao redor, massageando. – Eu também quero sentir seu sabor, mas posso imaginar você dentro de mim... Vai doer no início, porque você é grande, mas será perfeito, nós seremos perfeitos juntos. E eu não quero esperar... Você quer que eu te chupe?

- Não fala assim... Você vai me deixar louco se pôr esses lábios em mim... Não sei se posso aguentar.

- Então, por favor, Hugh, me ame.

Ela implorou enquanto ele olhava em seus olhos, então ele se pôs sobre ela, com uma das mãos ergueu os quadris perfeitos ajeitando – a para ele. Enquanto se posicionavam o pênis roçou a barriga dela e o impacto do tamanho a umedeceu ainda mais.

- Abre as pernas um pouco mais... – ele pediu sussurrando no ouvido dela e ela assim o fez. Seus olhos se encontraram mais uma vez, mergulhando profundamente uns nos outros enquanto ele deslizava suavemente para dentro dela.

- Oh... – ela suspirou quando ele parou após penetras alguns centímetros. Ela tentou relaxar para que ele não tivesse dificuldade para penetra-la, mas ela era pequena e ele grande.

- Estou te machucando? – ele parou assim que ela gemeu.

- Um pouco, mas é a dor mais maravilhosa que já senti.

Droga, ela não era nenhuma virgem, mas era como se voltasse a ser, a insegurança de não satisfaze-lo, o temor de que ele não gostasse do jeito dela de fazer sexo. Então, ele ergueu os quadris dela mais uma vez e dessa vez deslizou completamente para dentro dela, cada milímetro tomado pela carne quente e molhada dela.

- Oh, Meu Deus!

- Como você é deliciosa! Relaxa, meu amor, eu não quero te machucar...

- Não está machucando... É incrível! No fim, nós nos encaixamos perfeitamente.

Rolando na cama, Hugh a deixou por cima e magicamente a penetração aumentou, Lisa assumiu a posição sobre ele. Os olhares se buscaram mais uma vez e ela deslizou para cima, deixando – o sair lentamente de dentro dela, só para retornar ainda mais lentamente, os quadris fazendo movimentos suaves e lentos.

- Droga Lisa! Isso é muito gostoso!

Com a ajuda das mãos dele em seus quadris ela continou os movimentos de sobe e desce, aumentando o atrito, o desejo, o prazer. Os gemidos deles ecoavam pelo quarto e ela aumentou a velocidade.

O som molhado dos sexos se devorando dominou os sentidos dela e não havia nada no mundo que a faria parar antes de chegar ao clímax. Ela estava tão molhada que a penetração era fácil e maravilhosa.

- Você gosta assim? – ela perguntou quando curvou - se sobre ele e deu um ângulo novo a penetração, assim como estava eles podiam se beijar e os seios dela deslizavam sobre o peito dele.

- É tudo incrível Lisa. – Na nova posição, o membro grande encontrava atrito perfeito no interior do sexo apertado e quente. Ele podia sentir que se penetrasse mais chegaria ao limiar de dor, seu pênis deliciosamente beijaria o colo do útero dela e ele fez o movimento, arremeteu ainda mais dentro dela e ela gritou.

- Isso... Assim! Hugh…

Sem se conter mais ele a beijou, a lingua invadiu a boca dela como seus corpos se invadiam, então ele rolou, deitando – a de costas.

- Quero que gozemos juntos... Isso nunca aconteceu comigo. – ele confessou.

O pênis que faziam maravilhas dentro dela deslizou para fora e acariciou seus grandes lábios, espalhando umidade pelo clitóris e por suas coxas. E, quando retornou para dentro dela novamente, inconscientemente Lisa começou a se mover, os quadris indo de encontro aos dele como se daquele movimento dependesse sua vida. Havia algo sobre eles dois fazendo aquilo que era tão especial que ela nem sabia como expor em palavras. Nada, nunca fora tão certo.

Ele ergueu os braços dela, prendendo – a e então pediu:

- Me diga como podemos ser tão perfeitos juntos? Um a mulher nunca me recebeu desse jeito antes e eu nunca fiz amor assim sem rédeas.

- É perfeito! Nós somos perfeitos!

Ele saiu dela mais uma vez porque sentiu que ela estava chegando ao climax.

- Hugh? Por favor...

- Quero que você fique de costas… - ele pediu temeroso.

Lisa sorriu, sabia que aquela posição não seria esquecida afinal seu bumbum era um dos focos da tensão sexual dele.

- Você quer que eu fique de quatro?

- Deus, Lisa! Sim, eu quero.

Ela obedeceu, assumindo a posição que ele pedira, mas ele a ergueu ligeiramente antes de penetra-la, assim enquanto seu pênis deslizava de volta para a seda macia de seu sexo, as costas dela estava grudadas no peito dele.

- OH! Você é um Deus!

Hugh sorriu, e arremeteu devagar, estocando lentamente enquanto acariciava os seios dela e sussurrava bobeiras em seu ouvido. Lisa não conseguia mais formular palavras e frases coerentes, as estocadas leves e extremamente profundas surtiram tanto efeito como um sexo selvagem e ela começou a se apertar ao redor dele. Hugh sorriu quando sentiu o corpo dela entrando naquele caminho sem volta antes de cair no orgasmo e, quando os espasmos do sexo dela aumentaram e os gemidos ficaram mais altos, ele aumentou o ritmo, entrando nela rápido e acertando o ponto que a levaria as alturas.

O sexo úmido o apertou tanto que ele sentiu as primeiras jorradas de seu orgasmo correr por seu pênis, eles gozariam juntos como ele havia planejado. Era impossível para qualquer um dos dois aguentar um pouco mais e quando ela gemeu alto, exigindo mais e mais dele, ele retribuiu com força e profundidade, ambos gozaram sem pudor. E pela primeira vez em anos ela sentiu a sensação de um homem gozando dentro dela, o líquido quente enchente seu sexo.

Trêmulos, se ajeitaram sob os lençóis, Hugh aninhou o corpo dela no dele e Lisa suspirou. Não conseguiram falar por alguns minutos e quando ele falou a voz foi rouca e ainda sedutora.

- Posso te patentear?

- O que?

- Você deve ser o Viagra mais poderoso do mundo.

Lisa gargalhou alto, abraçando – se a ele.

- BOBO!

Eles descansaram por mais algum tempo, até que ele a sentiu tensa, então ele se ergueu para olhar para ela. Lisa parecia absorta em pensamentos.

- Lisa, tem algo errado?

Ela suspirou, encolhendo – se sob os lençóis.

- Sei que te provoquei para que chegássemos a esse ponto, mas eu nunca dormi com um homem casado antes... Não quero que você pense que sou uma qualquer...

- Querida! Eu nunca pensaria isso de você, se chegamos a esse ponto é porque ficou intolerável não pertencermos um ao outro, quanto ao casamento, isso não muda o que sentimos um pelo o outro...

- E se for só sexo? E se um dia percebermos que não passou de uma atração sexual exagerada?

- Lisa, o que eu sinto por você vai além dos prazeres que experimentei agora em seu corpo. Saber que somos tão compatíveis só aumenta a atração, o desejo e principalmente a vontade de ficar com você.

- Mas o seu casamento?

- Casamentos acabam...

- Não quero magoar ninguém...

- Infelizmente, agora, não podemos continuar magoando a nós mesmo e ficar distantes um do outro só nos machuca.

Ela não questionou mais nada, enroscou – se feito criança no peito dele e tentou dormir, os problemas viriam pela manhã e eles estariam juntos para enfrentar.