Disclaimer: Este é um fan work, feito totalmente sem fins lucrativos. Os direitos de Saint Seiya, Saint Seiya Episódio G e de todos os seus personagens pertencem à Toei Animation e Masami Kurumada. A exploração comercial do presente texto por qualquer pessoa não autorizada pelos detentores dos direitos é considerada violação legal.
Informação para o leitor:
Yaoi (contém relacionamento amoroso entre homens).
Avaliação etária: M/NC-17 (situações adultas, sexo, consumo de álcool e substâncias legalmente questionáveis, violência estilizada)
Par citado: Aldebaran & Mu...e algumas outras coisinhas mais, dos mais variados tipos (et pour quoi pas?)
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"12"
Por: Deneb Rhode
5.
Espionagem
Cumprindo seu turno na ronda do Santuário, Jabu de Unicórnio, acompanhado de Geki de Urso, acabou se deparando com o que não queria ver: seu colega Nachi, o Lobo, sentado tranqüilamente na porta do Instituto de Educação, carregando um singelo pacotinho embrulhado num pano branco rendado.
—O que você pensa que está fazendo??
—Bom—e Nachi brincou com as rendas, um pouquinho—estou esperando a hora do recreio. Este aqui é o lanche.
—Eu estou vendo que é o lanche, seu miolo-mole!!! Você não tinha que estar aqui, tinha que ficar vigiando os dois Cavaleiros de Ouro!
Nachi se explicou:
—Mas é que isso são ordens. O Comandante Mu não ficou muito satisfeito em me ver no gabinete dele de manhã, quando eu tinha que ajudar o Andrômeda na sede, então tratou de arrumar algo pra eu fazer. Isso aqui é para o garoto dele.
—Ele mandou você trazer o lanche para o garoto?!
—Bom, é. Isso agora, já que antes ele me mandou redatilografar os arquivos vencidos do Setor de Logística, pendurar uns quadros, alimentar as carpas no jardim e passar as cortinas, que estavam lavando.
Geki segurou o riso, olhando para a cara do Lobo.
—Que eu podia fazer, eu estava ocioso! Eles já haviam passado minhas obrigações matinais para a Sra. Astásia, a coroa de tailleur, não sobrou quase nada de sério para cuidar. E então, o Mu me mandou trazer o lanche: eu vou cumprindo, afinal é o meu superior...
O Cavaleiro de Unicórnio levou as mãos à testa, uma rampante dor-de-cabeça lhe oprimindo as têmporas. Nachi continuou ajeitando as rendas do embrulho.
—Bom, ao menos espero que você tenha observado direitinho o que eles estão fazendo até agora.
—Ah, isso sim—Nachi respondeu, pegando um caderninho—Eu anotei tudo até o momento: de fato, alguma coisa misteriosa está acontecendo. Mas acho que...
Jabu não lhe deu tempo de concluir: tomou as anotações e começou a ler, circunspecto:
"7:30
Cheguei na Casa de Touro o mais depressa que pude: do baixo da colina ainda pude divisar a figura dos dois Cavaleiros de Ouro entrando pela porta da frente. O Comandante Mu não ficou nem um pouco satisfeito em me ver, talvez por eu não ter ido cumprir as ordens de ajudar o Shun na recuperação dos objetos que estão no quarto de despejos no Palácio Principal, ou talvez por eu ter interrompido quando o Comandante Aldebaran estava procurando bastante interessado por uma migalha de pão que havia caído dentro da armadura de Áries. Perguntei se não seria bom sacudir a armadura para procurar melhor; o Comandante Mu, sempre tão calmo e educado recomendou que eu fosse procurar migalhas de pão na armadura do comandante Milo."
8:00
Estou aqui redatilografando os arquivos antigos da Logística, um trabalho que ninguém fazia há pelo menos vinte anos. Nem mesmo a Sra. Astásia, que disse que isso era uma "perda de tempo sem qualquer desculpa". Ela saiu para conferir as últimas cargas de remédios que chegaram na enfermaria, enquanto os comandantes Mu e Aldebaran estão atendendo ao Cavaleiro de Prata Mak'embe encarregado das tropas da Companhia 13-Delta, área de Ruanda e Burundi. Parece que o Cavaleiro Mak'embe não fala quase nada de qualquer outro idioma que não seja kiswahili, e o relatório de solicitações dele é igualmente incompreensível. Comandante Mu passou um tempo enorme debruçado no ombro do Comandante Aldebaran, os dois olhando para o papel e tentando decifrar que diabos ele estava querendo, sem chegar a uma boa conclusão. Eu tentei ser útil, puxando conversa com o Cavaleiro Mak'embe, mas também não falo a língua dele (embora o bom homem tenha demonstrado um vivo interesse nas minhas palavras). Ele me passou o papel, tentou dizer algo, eu que sou um homem educado lhe dediquei o máximo da minha boa vontade. Não entendi nada. Na mesa da chefia, o Comandante Mu continuou debruçado no ombro do Cavaleiro de Touro por mais algum tempo. Eu não podia prestar muita atenção por causa do meu diálogo com o Cavaleiro Mak'embe, do Burundi, mas parece que não estavam fazendo nada de importante, a não ser procurar mais migalhas de pão dentro das armaduras um do outro (com certeza o café da manhã do Alto Comando deve ser muito farelento).
9:30
Continuo às voltas com os arquivos da Logística. Descobri que no ano de 1952 houve uma encomenda de 5 quilos de rosas vermelhas, mais creme de leite, champignons frescos, filé mignon e vinho espumante, a ser entregue impreterivelmente num 12 de Junho, e descontada do soldo de um soldado raso chamado Floriano. De acordo com o relatório anexo, o Soldado Floriano em questão especificou que os objetos seriam para "uso pessoal", no entanto precisou solicitar um empréstimo urgente à Tesouraria, já que seu soldo não era suficiente para cobrir nem um quarto da despesa.
Achei por bem anotar isso, já que aconteceu num dia 12 de Junho, o Floriano em questão era natural de uma cidade brasileira chamada Florianópolis (daí o nome, será?) e mais uma vez a situação ficou envolta em mistério, já que ninguém soube do destino final de tais objetos. Aproveitei a presença momentânea da Sra. Astásia—ela voltou a sair, desta vez para ir cuidar de recadastramento de servidores civis—e requisitei a ficha do soldado, para obter mais detalhes: pelo que dizem os arquivos, esse Floriano faleceu de causas naturais no ano de 1985, nunca se interessou em avançar na carreira, sabia cozinhar bem e era casado com uma distinta senhora de Rodorio, conhecida por fazer bordados muito bonitos .
Ou seja: nada de especial. Mas também nada está acontecendo na mesa dos comandantes. Após esvaziarem momentaneamente as caixas de entrada de documentos, e conseguirem uns poucos minutos ociosos, saíram do escritório para o living anexo e começaram a discutir, muito animados, alguma espécie de abertura de xadrez. Os dois adoram xadrez, embora o jeito de jogar me pareça bastante pouco ortodoxo: ambos ficam do mesmo lado do tabuleiro, bem encostados um no outro, usando técnicas incomuns para tirar a concentração do adversário. Entendo que seja xadrez e não futebol, mas imagino que em qualquer esporte agarrões pela cintura, encoxadas, mordidas na orelha e chupões no pescoço, ainda que feitos de modo delicado e elegante, sejam faltas para cartão. Eu não saberia qualificar beijo na boca, já que é inequívoca prova de afeto, mas teria meus questionamentos se isso não entraria em alguma regra sobre obstrução de jogo."
Geki encolheu os ombros: "São mesmo profissionais do xadrez, só isso". Jabu continuou lendo.
"10:00
Larguei um pouco os arquivos antigos e fui atender à solicitação urgente do Comandante Aldebaran, que sem Astásia por perto, me incumbiu da importante missão de pendurar dois quadros no corredor. Nem ele nem o Comandante Mu poderiam cuidar desse assunto naquela hora, já que tinham que tomar providências urgentes sobre os relatórios de atividades das tropas no Oriente Médio, as quais—segundo eles—tem consumido um bocado de recursos humanos e de equipamentos. A tropa não requisitou reforços, mas alguns soldados já estão na região há quatro meses sem qualquer descanso. E, dizem, faltam por lá materiais dos mais básicos, como sabão, escovas de dente e esparadrapos.
Fiquei com receio de sair da sala e perder alguma conversação mais reveladora, os dois ante a minha hesitação urgiram em me despachar o mais rápido possível para o corredor, frisando em uníssono: "ISTO É UMA ORDEM!". Saindo, pude ouvir Comandante Aldebaran comentando com Comandante Mu que hoje eu estava com "espírito de candelabro" (como ele explicava para o Comandante Mu: que eu estava com espírito de "segurador de velas". Bom, o que segura velas é o candelabro, então...) Não faço idéia do que isso signifique—me pareceu algum tipo de mensagem cifrada.
Disseram que assim que eu acabar de pendurar os quadros, devo alimentar as carpas japonesas e as tartarugas do jardim. Isso é muito suspeito. Estou convencido de que eles não me querem por perto, por alguma razão.
10:30
Após alimentar as carpas e tartarugas no tanque do jardim (uma delas mordeu minha mão), pude notar que os dois comandantes aproveitaram o momento para sumir das minhas vistas! Fiquei extremamente preocupado, mas ouvi algum ruído de latas no banheiro. Deduzi, portanto que as tais migalhas de pão que estavam dentro das armaduras hoje cedo devem ter incomodado demais a ambos, e finalmente resolveram acatar minhas sugestões judiciosas de sacudir os uniformes para livrar-se delas de uma vez.
Mas, se por um lado fiquei com os Cavaleiros de Ouro fora do alcance dos meus olhos, tive a ocasião única de poder investigar a agenda pessoal do Comandante Mu, largada aberta em cima da mesa! Revirei-a meio com pressa, já que a qualquer momento um dos dois poderia aparecer. Mas, creio, consegui dados importantes.
O primeiro é que o Cavaleiro de Áries realmente está se importando muito com esse negócio de dia 12. Tem várias anotações referentes a algo que vai acontecer no dia (a maioria difícil de entender: umas notas estavam em tibetano e outras simplesmente na caligrafia dele, que é absolutamente sofrível), mas deu para notar que está fazendo gastos incomuns, alguns com passagens de navio, outros com hotéis, objetos diversos, existem mesmo requisições dele à Base Aérea do Santuário para uso de um helicóptero, e tudo para esse dia. Na verdade ele parece tão preocupado com isso, que está até fazendo contagem regressiva: a cada dia que passa marcado com um "faltam tantos dias para 12 de Junho".
O segundo detalhe: pude ter certeza do envolvimento do Comandante Aldebaran nisso, inclusive na idéia de dispensar a Companhia 16-Gama. Na mesma agenda, em alguns lugares que tem anotações sobre 12 de Junho, aparecem frases como "Ótima idéia, Alde!" ou "16-Gama normalmente problemática, pode interferir nos planos", ou ainda "Alde propôs o recesso da 16-Gama para o dia 12, vota amanhã, muito necessário que aprove". Nas anotações de anteontem, constava "Alívio: recesso aprovado. Lembrar de por sal de frutas no café do Milo: pensei em arsênico, mas estou de bom humor". Na mesma agenda, constava que o recesso-prêmio foi aprovado por quatro votos a favor, uma abstenção (a do Cavaleiro de Libra, ausente) e um voto contra (obviamente o Comandante Milo, se eu bem o conheço).
Com a entrada imprevista do Cavaleiro de Prata Nikol de Altar, superior do cerimonial e chefe do Protocolo, larguei depressa a agenda. Não sei dizer se deixei as coisas do jeito certo, como estavam antes, mas na pressa eu não tinha muita escolha. O Sr. Nikol me perguntou onde estavam os dois, eu disse que estavam no banheiro. O Cavaleiro de Altar se serviu de uma boa xícara de café e foi embora, me dizendo um "Então volto mais tarde: isso vai longe". Eu tentei falar para ele do problema de migalhas nas armaduras, mas parece que ele nem me escutou.
11:00
Houve alguma espécie de acidente com os veículos de transporte de insumos na asa oeste da Base Aérea: na entrada da estradinha dos armazéns um caminhão cheio de melancias acabou colidindo com um outro, de transporte de galinhas. Ambos tombaram, e a carga de dos dois se esparramou, bloqueando as pistas de pouso e decolagem. Ninguém ficou ferido—pelo que sei, nem as galinhas—mas o vôo dos soldados que voltavam de ações de reconhecimento no Chile teve que ser desviado para Tessália, e vai fazer uma aterrissagem forçada no pátio do manicômio local. Comandante Mu—ainda bastante descabelado, após sair do banheiro—foi imediatamente para a Base Aérea, para coordenar os esforços de recolhimento da carga espalhada na pista. Aldebaran, com a armadura faltando umas peças (acho que devia ter muitas migalhas na armadura dele), se deslocou para Tessália, para ajudar a conter qualquer situação de pânico na região e recolher os soldados antes que sejam confundidos com loucos comuns. Desta vez eu fiquei sem agendas para olhar, já que o Comandante Mu a guardou na gaveta, trancando à chave (não sei dizer se ele desconfiou de algo, mas acho que não). Ele recomendou que eu passasse as cortinas, ao que eu obedeci prontamente. O drapejado da barra acabou me dando um pouco de trabalho, mas no geral, me saí bem.
11:45
Comandante Mu voltou por um instante, mas já foi embora, de volta à Base Aérea. A situação era pior do que se esperava, já que as galinhas começaram a atravessar os limites de ofuscação mágica do Santuário, indo se misturar às pessoas comuns, do lado de fora. Uma tropa à paisana foi deslocada para tentar recuperar as aves, e está enfrentando dificuldades na negociação com alguns civis, que contavam com elas para uma boa canja de noite (e argumentam que "achado não é roubado"). As melancias também estão causando problemas, já que várias se quebraram, espalhando um caldo bastante escorregadio pelas imediações. Vários soldados já levaram tombos tentando apanhar galinhas, e a própria aparência do Comandante Mu a essas alturas já não é das mais limpas, razoavelmente coberto de sementes, pedaços vermelhos de fruta e penas brancas.
Ele, com muita pressa, assinou um documento solicitando a liberação de caminhões-pipa a serem trazidos de Atenas, o mais rápido possível. E recomendou que eu entregasse esses documentos imediatamente na Portaria 15 e na Tesouraria, garantindo que voltassem assinados. Fiquei feliz por receber ao menos uma missão digna de meu posto de ordenança do Setor de Equipamentos e Logística. Antes de ir embora, ele perguntou se haviam novidades sobre o desembarque de tropas em Tessália. Eu disse que não.
12:00
Voltei das missões, com quase tudo assinado e encaminhado. Na Portaria 15 me exigiram uma via azul que eu não tinha. Eu voltei para a Casa de Touro, no interesse de procurar a tal via azul nas gavetas. Encontrei novamente o Comandante Mu—ainda mais sujo de melancias—mas desta vez meu superior ficou particularmente feliz em me ver. Ele foi até a cozinha e me entregou um pacote embrulhado em uma toalha de renda, me pedindo para levar isso com urgência para o Instituto de Educação do Santuário, e entregar em mãos para o Cadete Aprendiz Kiki—o discípulo dele, o qual sempre tratou como um filho adotivo. Me atrevi à perguntar se era algum instrumento fundamental para o treinamento militar do cadete; ele me disse que se tratava do lanche do menino, que havia esquecido quando saiu.
Perguntei também da tal via que me exigiram, se estava em alguma gaveta. O Comandante apenas tomou o papel de minha mão e abriu as folhas carbonadas de baixo, destacando uma azul. Fiquei um pouco envergonhado de não ter percebido isso antes. Ele não fez importância e voltou para a Base Aérea.
Vou levar a via azul para Portaria 15 e logo em seguida entregar o lanche ao Cadete Kiki.
Era a última anotação. Jabu fechou o caderno, irritado:
—Mas que diabos, uma manhã inteira vigiando os Cavaleiros de Ouro e você não achou nada de útil???
—Não é bem assim, veja bem: deu para notar que o tal assunto do dia 12 é realmente importante, e que eles agiram de caso pensado quando pediram o recesso da Companhia 16-Gama...É claro, disso tudo parece que você já tinha idéia, mas...Bom, ainda tem o Soldado Floriano: foi em 1952, mas se pensarmos direito, quem sabe...
O sino da hora do recreio os interrompeu, Nachi pediu licença e foi até o portão, se identificando para entrar. Geki e Jabu foram atrás dele, o velho porteiro achou muito estranho isso de tanta gente para entregar o lanche de um aluno.
—É um lanche muito importante, temos que garantir que ele chegue às mãos do Cadete Aprendiz Kiki em perfeitas condições!
O homem lhes deu passagem, sem argumentar. Em outro caso teria reclamado, mas em se tratando do lanche de um garoto membro da família de Cavaleiros de Ouro, lemuriano, telecinético e absolutamente esquisito, tudo era possível: "Vai ver eles lá comem explosivo C4 e bebem nitroglicerina". Os Cavaleiros de Bronze foram direto ao pátio, onde os alunos já estavam brincando.
Ms. Rhode's Rambled Reports: Capítulo dedicado a um dos meus ídolos: Arthur Stanley Jefferson, a.k.a. Stan Laurel. Me lembrei muito dele enquanto redigia as anotações de Nachi de Lobo, aliás, me lembro sempre: é um desses modelos de excelência na criação de textos que carregamos do berço para o resto da vida—quando ainda pequenininhos, pais e tias falam para a gente: "Se você se esforçar para escrever como esse homem fez, vai estar no caminho certo". Em verdade não imagino se após três décadas de esforços obstinados consegui fazer algo decente...mas sei que tenho um referencial dos melhores para continuar tentando.
Sobre o texto, não muito o que dizer: continuamos com burocracias e situações típicas de quartel, mais um pouquinho de yaoi—com delicadeza, sempre—Astásia (mais uma original minha, feita exclusivamente para tapar buracos em situações de necessidade—então que os tape vestindo Armani!) e um cameo de Nikol, o Cavaleiro de Prata de Altar que apareceu na obra oficial Gigantomachia. Eu poderia falar muito sobre minha relação de amor e ódio com essa novela em dois volumes, mas prefiro fazer isso em outra ocasião: as discussões dramatúrgico-filosóficas sobre probidade factual versus fantasia livre, impacto da ambientação na formação da psique e limites da legitimidade em universo autoral costumam se estender por horas...(e já tem um pessoal aqui cabeceando de sono).
Nota importante: nenhuma galinha ou melancia foi maltratada durante a redação deste capítulo.
Isto continua? É claro que continua! Sigam-me os bons!!
